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1.

INTRODUÇÃO

Entre os resíduos sólidos urbanos produzidos atualmente, os resíduos eletrônicos


é tipo específico que merece atenção especial. Com o avanço da tecnologia, aliado ao
consumo exagerado de bens, torna-se cada vez maior a quantidade desses resíduos
produzidos pelas indústrias.
São indiscutíveis os avanços tecnológicos, a cada dia surgem novos aparelhos
eletrônicos com suas diversas utilidades. O crescimento da população gera um
excedente de subprodutos de suas atividades que supera a capacidade de adaptação do
meio ambiente, o que pode representar uma real ameaça ao meio ambiente.
Assim, em virtude do grande desenvolvimento tecnológico e, consequentemente,
grande impacto ambiental causado pela disposição inadequada dos resíduos eletrônicos,
há a necessidade de um novo paradigma com a perspectiva para a Educação Ambiental.
A Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o
papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando
ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções.
De acordo com a Lei 9.795/99, Artigo 1°:

Entende-se por educação ambiental os processos por


meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem
valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e
competências voltadas para a conservação do meio
ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à
sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Para Vasconcellos (1997) a presença, em todas as práticas educativas, da


reflexão sobre as relações dos seres entre si, do ser humano com ele mesmo e do ser
humano com seus semelhantes é condição imprescindível para que a Educação
Ambiental ocorra. Dentro desse contexto, sobressaem-se as escolas, como espaços
privilegiados na implementação de atividades que propiciem essa reflexão, pois isso
necessita de atividades de sala de aula e atividades de campo, com ações orientadas em
projetos e em processos de participação que levem à autoconfiança, à atitudes positivas
e ao comprometimento pessoal com a proteção ambiental implementados de modo
interdisciplinar (Dias,1992).

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Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no Capítulo
IV do Meio ambiente, o Artigo 225 é constituí que:

Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente


equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e
à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para
as presentes e futuras gerações.

Além de ressaltar no mesmo Artigo em promover a educação ambiental em


todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio
ambiente.
Dentro deste contexto, é necessário implementação da Educação Ambiental no
âmbito escolar, e paralelamente a isso dentro da nossa realidade tentamos inserir a teoria
e a prática do nosso cotidiano na escola. De modo envolver e proporcionar aos alunos
do 3° ano do ensino médio, a possibilidade de adquirir novos conhecimentos, os
sentidos dos valores, as atitudes, e o interesse ativo necessários para proteger e melhorar
o meio ambiente, evidenciando através de pequenos gestos e hábitos de vida adotados e,
principalmente, o consumo consciente de bens eletrônicos. Utilizar os 3 Rs: Reduzir,
Reutilizar e Reciclar; que são práticas simples e importantes, que fazem a diferença no
volume de resíduos eletrônicos descartado.
Considerando toda essa importância da temática ambiental e a visão integrada do
mundo, no tempo e no espaço, sobressaem-se as escolas, como espaços privilegiados na
implementação de atividades que propiciem essa reflexão, pois isso necessita de
atividades de sala de aula e atividades de campo, com ações orientadas em projetos e em
processos de participação que levem à autoconfiança, a atitudes positivas e ao
comprometimento pessoal com a proteção ambiental implementados de modo
interdisciplinar (Dias, 1992).
A escola inserida na Educação Ambiental deve sensibilizar o aluno a buscar
valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as diversas
espécies que habitam o planeta, auxiliando-o a analisar criticamente os princípios que
tem direcionado à destruição inconsequente dos recursos naturais. Exaltando claramente
que a natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser

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utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando os três Rs como
processo vital.
Esse processo de sensibilização da comunidade escolar pode fomentar iniciativas
que transcendam o ambiente escolar, atingindo tanto o bairro no qual a escola está
inserida como comunidades mais afastadas nas quais residam alunos, professores e
funcionários. Sousa (2000) afirma, inclusive, que o estreitamento das relações intra e
extra-escolar é bastante útil na conservação do ambiente, principalmente o ambiente da
escola.

2. JUSTIFICATIVA

2.1 Delimitação do Objeto

A Educação Ambiental na escola busca valores que conduzam a uma


convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta,
auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado
à destruição inconsequente dos recursos naturais e de várias espécies. Com isso, é
necessário exaltar que a disposição inadequada dos resíduos eletrônicos tem gerado
enorme impacto no meio ambiente irreversível ou não.
O projeto de educação ambiental tem como perspectiva informar sobre a
disposição correta dos resíduos eletrônicos, mostrando alternativa ou meios de como
redução, reutilização, reciclagem de bens eletrônicos, além de ressaltar os impactos
ambientais causados pelos resíduos eletrônicos aos alunos do ensino médio da Escola
Estadual Félix Araújo, conhecido como Estadual da Liberdade, localizado no bairro da
Liberdade, na zona sul da cidade de Campina Grande/PB, próximo ao centro da cidade.

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Figura 1- Colégio Estadual da Prata

2.2 Problematização

Com o crescimento da população, há um excedente de subprodutos de suas


atividades que supera a capacidade de adaptação do meio ambiente, o que pode
representar uma real ameaça à biosfera. O potencial de reaproveitamento que os
resíduos representam, somado a um fator de interesse mundial que é a preservação
ambiental e promoção do desenvolvimento ecologicamente sustentável, impulsiona a
necessidade de reverter essa situação.
Nesse contexto, a escola é o espaço social e o local onde o aluno dará sequencia
ao seu processo de socialização com base na Educação Ambiental. O que nela se faz se
diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova.
Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no
cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.
No entanto é considerável a importância da temática ambiental e a visão
integrada do mundo, no tempo e no espaço, a escola deverá oferecer meios efetivos
para que cada aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e sua
consequência para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o
ambiente. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote
posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a
construção de uma sociedade socialmente justa, em um ambiente saudável.
Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e
contextualizados com a realidade da comunidade, a escola ajudará o aluno a perceber
a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que
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vive. Para isso a Educação Ambiental deve ser abordada de forma sistemática e
transversal no ensino médio. Portanto, fundamentação teórico/prática do projeto de
Educação Ambiental ocorrerá por intermédio do estudo do tema central, os resíduos
eletrônicos.
Na tabela abaixo são descritas informações sobre algumas das substâncias que
podem ser encontradas nos equipamentos eletroeletrônicos e, consequentemente, seus
prejuízos à saúde.

PREJUÍZOS AOS SERES


SUBSTÂNCIA UTILIZADA EM VIVOS
Danos nos sistemas nervoso central

Soldagem de placas de circuitos e periférico dos seres humanos.

impressos, o vidro dos tubos de Foram também observados efeitos


CHUMBO
raios catódicos, a solda e o vidro no sistema endócrino. Pode ter

das lâmpadas elétricas e efeitos negativos no sistema

fluorescentes. circulatório e nos rins.


Termostatos, sensores, relês e O mercúrio inorgânico disperso na
interruptores equipamentos água é transformado em
médicos, transmissão de dados, metilmercúrio nos sedimentos
telecomunicações e telefones depositados no fundo. O
celulares. Só na União Europeia são metilmercúrio acumula-se
MERCÚRIO utilizadas 300 toneladas de facilmente nos organismos vivos e
mercúrio em sensores de presença. concentra-se através da cadeia
Estima-se que 22% do mercúrio alimentar pela via dos peixes. O
consumido anualmente seja metilmercúrio provoca efeitos
utilizado em equipamentos elétricos crônicos e causa danos no cérebro.
e eletrônicos.
Em placas de circuitos impressos, o Os compostos de cádmio são
cádmio está presente em classificados como tóxicos e com
determinados componentes, como risco de efeitos irreversíveis à
resistências de chips SMD, saúde humana. O cádmio e os
CÁDMIO
semicondutores e detectores de compostos de cádmio acumulam-se
infravermelhos. Os tubos de raios no corpo humano, especialmente
catódicos mais antigos contêm nos rins, podendo vir a deteriorá-
cádmio. los, com o tempo.

Tabela 1 – Fonte: Informações extraídas do Relatório de Estudos de apresentação das propostas das
Diretivas 2002/96/CE e 2002/95/CE pela Comissão das Comunidades Europeias em 13/06/2000 ao
Parlamento Europeu.

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A produção e o consumo de bens eletrônicos são elementos totalmente
interdependentes. Assim, indústria, com forte apoio da mídia que se esforça
constantemente em criar a ilusão de obsolescência, lançando periodicamente novos
equipamentos com inovação incremental. Por outra visão, a indústria trabalha também
com o estímulo a comportamentos condicionados e objetos de desejo que, na visão
distorcida e irresponsável do grande marketing, aquecem a economia ao incentivar o
consumo, dessa forma, conseguem cobrir toda a gama de adoção de equipamentos.

Portanto, são evidenciados os seguintes aspectos em relação à produção e ao 


consumo de eletrônicos:

 Reutilizar os equipamentos para estender sua vida útil. Qualquer equipamento


eletrônico, principalmente aqueles que têm um alto nível de processamento de
informação como computadores que abriga uma grande quantidade de usos não
explorados. Como a grande maioria das pessoas, usa seu computador para
acessar a internet, editar textos e imagens e escutar músicas, é bastante provável
que esteja desperdiçando capacidade de processamento: o computador fabricado
nos últimos quatro ou cinco anos tem todas as condições para se tornar um
servidor de rede, o que possibilita que qualquer Pentium fabricado em 1996
possa ser utilizado como um terminal leve. Ou seja, em vez de precisar de um
computador novo para cada pessoa em sua casa ou escritório e jogar fora os
computadores antigos, você pode compartilhar o processamento de um
computador mais novo para dar novo uso para aqueles mais velhinhos. É
possível fazer isso com qualquer sistema operacional, mas a otimização de
recursos é mais efetiva com o uso de software livre como o LTSP.
Computadores antigos também podem funcionar como gateways e firewalls,
servidores de arquivos e estações de trabalho específicas.
 Descartar de maneira responsável, ou seja, disposição correta. Muitas vezes o
indivíduo não tem o interesse ou a disposição de estender a vida útil de seu
computador, pode imaginar que simplesmente jogá-lo no lixo é um desperdício
de conhecimento aplicado. O Brasil é um país de desigualdades, e apesar de
inúmeras iniciativas positivas nos últimos anos, ainda é grande a quantidade de
pessoas e organizações que não tem recursos para adquirir tecnologia da
informação. Existem dezenas, talvez centenas, de organizações em todo o Brasil

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que aceitam doações de equipamentos eletrônicos para reutilizá-los em
diferentes projetos sociais, ou mesmo como fonte de recursos - uma vez triado, o
lixo eletrônico pode ser revendido para empresas de reciclagem. Ou seja, muitas
vezes o lixo eletrônico não é lixo. Direcioná-lo para quem precisa ajuda a
estender sua vida útil, e pode ter algum efeito na redução da demanda por
produção mundial. Que por ventura, entra em oposição a pergunta: “ mas afinal,
como eu faço isso?” “Como encontro entidades que recebam essas doações?”
Não existe uma resposta pronta. Até hoje, ninguém conseguiu desenvolver uma
maneira de responder de maneira estruturada a essa questão, que cresce a cada
dia, muitas vezes pelo fato de no Brasil não haver leis específicas para o descarte
do lixo eletrônico, assim, lento é lento o processo da aprovação da política
brasileira de resíduos sólidos que tramita no Congresso e trata o lixo eletrônico
como resíduo reverso, responsabilizando os fabricantes pelo manejo antes da
disposição final.

2.3 Hipótese

Em decorrência dos grandes impactos causados no meio ambiente pelos


resíduos eletrônicos é destacada as seguintes hipóteses:
 A falta de Educação Ambiental que se opõe a conservação e preservação do
meio ambiente. Pois, há pouca década discutida no Brasil vem assumindo novas
dimensões a cada ano, principalmente pela urgência de reversão do quadro de
deterioração ambiental em que vivemos, efetivando práticas de desenvolvimento
sustentado e melhor qualidade de vida para todos e aperfeiçoando sistemas de
códigos que orientam a nossa relação com o meio natural. Trata-se de
compreender e buscar novos padrões, construídos coletivamente, de relação da
sociedade com o meio natural.

 Consumismo de eletrônico exacerbado e a menor vida útil dos artigos


eletrônicos implicam o agravamento da situação ambiental. Ícones de hoje, os
eletrônicos também estão entre os primeiros itens de descarte. A vida de um
eletrônico não termina quando nos desfazemos dele. A partir desse ponto, ele

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traça uma trajetória que pode interferir mais na vida do que quando estava sendo
utilizado.

3. OBJETIVOS

3.1 Objetivo geral

 Sensibilizar os alunos para as questões ambientais de forma Didática.

3.2 Objetivos Específicos

 Mostrar aos alunos, alternativas possíveis como: redução, reutilização e


reciclagem dos resíduos sólidos eletrônicos;
 Despertar nos estudantes a consciência ambiental sobre aspectos e impactos
gerados pela disposição inadequada dos resíduos eletrônicos; e
 Alertar os alunos sobre os problemas ambientais causados pelo consumismo que
consequentemente compromete a sustentabilidade ambiental.

4. METODOLOGIA

O projeto de Educação Ambiental será desenvolvido na escola pública estadual


Félix Araújo na cidade de Campina grande/PB, onde primeiramente aplicaremos um
questionário com 11 perguntas junto aos alunos para levantamentos de dados, em
relação aos resíduos eletrônicos. Em seguida serão estudadas as respostas obtidas
através dos questionários, no intuito de avaliar o conhecimento dos alunos.
A partir daí, será formulado um material didático no âmbito de mostrar para os
alunos em forma de uma aula expositiva, assuntos relativos ao lixo eletrônico de forma
a sensibilizar os mesmos para as questões ambientais na perspectiva de promover o
desenvolvimento sustentável.
O projeto tem como base a pesquisa bibliográfica exploratória no intuito de
discutir os resultados que serão obtidos na pesquisa com a de autores da área.

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5. CRONOGRAMA

Mês de execução
Etapas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
1. Revisão de literatura x x x x x x x x x x x x
2. Elaboração do projeto x x x x x x x x x x
3. Análise do projeto x x x x x x x x x x
4. Coleta de dados x x x x
6. Redação relatório x x x x x
preliminar
7. Revisão pelo orientador x x x x x
8. Redação relatório final x x
9. Entrega/Apresentação x x
do trabalho final

6. ORÇAMENTO

Despesas Valor ( em Quantidad Valor total (em R$)


R$) e
Materiais de Consumo

Sacos de lixo (60 litros) – 100 14,40 1 14,40


un.
Serviços

Impressão 0,50 800 400,00


Gráfica (2500 panfletos) 150,00 1 150,00

TOTAL R$ 564,40

Total Geral do Projeto = R$ 564,4

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao analisar as respostas dos alunos verificou grande parte dos alunos, cerca

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de 70% sabe o que é “lixo eletrônico”, e cerca de 90% têm consciência e sabem dos
danos ambientais e à saú8de humana que tais resíduos podem trazer (GRÁFICOS
1, 2 e 3).

Apesar da consciência dos danos ambientais e às saúde pública por parte


dos alunos, o desconhecimento de técnicas de reutilização de tais materiais é o
principal empecilho para a reciclagem dos resíduos eletrônicos.
Dos alunos entrevistados, 84% não sabia informar onde tinha um posto de
coleta de resíduos eletrônicos na cidade (GRÁFICO 4). E ainda 70% desconheciam
que esses tipos de materiais podem ser reciclados (GRÁFICO 5).
O resultado de todo esse desconhecimento é percebido pela destinação que
os estudantes dão à um dos principais resíduos eletrônicos, a bateria de celular.
Conforme mostrado no GRÁFICO 6, 46% dos entrevistado deixam a bateria
guardada em casa, incorrendo com potenciais riscos à saúde da família, e 27%
colocam essas baterias no lixo comum de sua residência. Apenas 19% dão a
destinação correta, deixando nos pontos de coleta.

Com base nesses dados, foi elaborados um material para conscientização


dos estudantes da escola, tais como, coletores de resíduos eletrônicos temporários,
panfletos, apresentação em power point para as turmas do ensino médio e palestra.

7. CONCLUSÃO
Após as atividades de conscientização verificou-se o interesse dos alunos em
contribuir para diminuição dos danos ambientais e à saúde pública através da
destinação correta e reciclagem dos resíduos eletrônicos.
Os alunos fizeram quest
8. REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei N° 9.795 de 27 de abril de 1999. Presidência da República.


Brasília, 27 de abril de 1999; 178o da Independência e 111o da República.
Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L9795.htm> Acesso em:
27 de maio de 2010.

10
VASCONCELLOS, H. S. R. A pesquisa-ação em projetos de Educação
Ambiental. In: PEDRINI, A. G. (org). Educação Ambiental: reflexões e
práticas contemporâneas. Petrópolis, Vozes, 1997.

DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios e práticas. 3° Ed. São Paulo:


Gaia, 1992.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Presidência


da República. Brasília, 5 de outubro de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>
Acesso em: 27 de maio de 2010.

SOUZA, A. K. A relação escola-comunidade e a conservação ambiental.


Monografia. João Pessoa, Universidade Federal da Paraíba, 2000.

FONSECA, Felipe. O ciclo do Lixo Eletrônico - 1. Produção e consumo.


Disponível em: < http://www.lixoeletronico.org/blog/o-ciclo-do-lixo-eletr
%C3%B4nico-1-produ%C3%A7%C3%A3o-e-consumo> Acesso em: 25 de
maio de 2011

ANEXOS

QUESTIONÁRIO – LEVANTAMENTO DO PERFIL AMBIENTAL DOS


ALUNOS

1- Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino

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2- Idade: ( ) 0-15 anos ( )16-17 ( ) 18 ou mais

3- VOCÊ SABE O QUE É LIXO ELETRÔNICO (CASO SIM CITE UM EXEMPLO?

( ) SIM _____________________________________________

( ) NÃO

4- VOCÊ ACREDITA QUE O LIXO ELETRÔNICO PODE CAUSAR IMPACTO NO MEIO


AMBIENTE? .
( ) SIM ( ) NÃO

5- VOCÊ ACREDITA QUE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS CONTIDAS NOS APARELHOS


ELETRÔNICOS TAIS COMO: CHUMBO, MERCÚRIO, NIQUEL, CÁDMIO, PRATA,
MANGANÊS E LÍTIO, PODEM CAUSAR DANOS A SAÚDE HUMANA QUANDO EM
CONTATO DIRETO? .
( ) SIM ( ) NÃO

6- DENTRE OS APARELHOS CITADOS, QUAIS E QUANTOS VOCÊ POSSUI:


. 1 – 2 (OU MAIS)
( ) – ( ) CELULAR E SIMILARES
( ) – ( ) COMPUTADOR E SIMILARES
( ) – ( ) IPOD, MP3 E SIMILARES
( ) – ( ) VIDEOGAME

7- AO TROCAR A BATERIA DO SEU CELULAR POR OUTRA NOVA, QUAL É A


DESTINAÇÃO QUE VOCÊ DÁ A VELHA?

( ) LIXO COMUM DE CASA .


( ) ENTREGA NOS PONTOS DE COLETA DE RECICLAGEM;
( ) DEIXA EM CASA .
( ) VENDE
( ) NÃO POSSUI CELULAR
8- VOCÊ TEM CONHECIMENTO DE UM POSTO ONDE COLETA LIXO ELETRÔNICO?
( ) SIM ( ) NÃO

9- VOCÊ TEM ALGUM CONHECIMENTO DE COMO RECICLAR O LIXO ELETRÔNICO


COMO: BATERIAS E CELULARES?
( ) SIM ( ) NÃO

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IMAGENS DE RESÍDUOS ELETRÔNICOS

Figura 2 - Lixo Eletrônico – Disponível em:<


http://www.fapeam.am.gov.br/arquivos/imagens/noticias/20100212150329eletronico.jpg>.

Figura 2. Lixo eletrônico em contato com o meio ambiente – Disponível em: <http://static.blogstorage.hi-
pi.com/photos/jornalportaldomaranhao.spaceblog.com.br/images/gd/1267019448/ONU-adverte-sobre-
perigo-de-residuos-eletronicos-para-o-meio-ambiente.jpg>.

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GRÁFICOS

GRÁFICO 1: Você sabe o que é lixo eletrônico?

30%
sim
70% não

GRÁFICO 2: Você acredita que o lixo eletrônico pode causar impactos no


meio ambiente?
11%

sim
89% não

GRÁFICO 3: Você acredita que substâncias químicas contidas nos


aparelhos eletrônicos, podem causar danos à saúde humana quando em contato
direto?
10%

sim
não
90%

GRÁFICO 4: Você tem conhecimento de um posto de coleta de lixo


eletrônico na sua cidade?

16%

sim
não
84%

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GRÁFICO 5: Você tem algum conhecimento de como reciclar o lixo
eletrônico como baterias de celular?

30%
sim
não
70%

GRÁFICO 6: Ao trocar a bateria do seu celular por outra nova, qual é a


destinação que você dá a velha?
3% 2%

27%
lixo comum
pontos de coleta
Deixa em casa
Revende
48%
Não possui celular
19%

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