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Manual do Operador

Série 1000/2000/2400
Allison On-Highway Transmissions
(Somente para o Brasil)
OM3611PT
OM3611PT

Manual do
Operador

Allison On-Highway

Série 1000TM
Série 2000TM
Série 2400TM

OUTUBRO DE 2000

Impresso nos EUA i Copyright © 2000 General Motors Corp.


AVISOS, ADVERTÊNCIAS E OBSERVAÇÕES
É DE SUA RESPONSABILIDADE familiarizar-se completamente com os avisos e
advertências fornecidos neste manual. Entretanto, é importante entender que esses avisos
e advertências não são completos. A Allison Transmission não pode reconhecer, avaliar e
recomendar nenhuma venda de serviços que possam ser executados ou suas possíveis
conseqüências e riscos. O fabricante é responsável por fornecer informações relacionadas
à utilização dos sistemas do veículo, incluindo avisos, advertências e observações.
Conseqüentemente, a Allison Transmission não se encarregou dessa ampla avaliação.
Assim, QUALQUER PESSOA QUE ADOTAR PROCEDIMENTOS OU
FERRAMENTAS DE SERVIÇOS NÃO RECOMENDADOS PELA ALLISON
TRANSMISSION OU PELO FABRICANTE DO VEÍCULO DEVE, primeiro, estar
totalmente convencida de que nem sua segurança pessoal nem a segurança do
equipamento serão prejudicadas pelos métodos de serviço selecionados.
A adoção dos métodos de serviço e conserto corretos são importantes para a segurança e a
operação confiáveis do equipamento. Os procedimentos de serviço recomendados pela
Allison Transmission (ou pelo fabricante do veículo) e descritos neste manual são
métodos efetivos para a execução das operações de serviço. Alguns desses serviços
requerem a utilização de ferramentas especialmente projetadas para essa finalidade. As
ferramentas especiais devem ser utilizadas quando e conforme recomendado.
Para atrair a atenção do usuário, utilizaram-se três tipos de chamadas neste manual. Esses
avisos e advertências informam sobre métodos ou ações específicas que podem resultar em
danos pessoais, danos ao equipamento ou que podem tornar o equipamento inseguro.

AVISO: Utilizam-se avisos quando o procedimento ou prática de operação


podem resultar em danos pessoais ou morte se não forem corretamente
seguidos.

ADVERTÊNCIA: As advertências são utilizadas quando o


procedimento ou prática de operação podem resultar em danos ao
equipamento ou destruição do mesmo se não forem estritamente
observados.

OBSERVAÇÃO: Utilizam-se observações quando for essencial que um


procedimento ou prática de operação seja destacado.

INFORMAÇÕES SOBRE MARCAS COMERCIAIS


Série 1000™ é marca registrada da General Motors Corporation.
Série 2000™ é marca registrada da General Motors Corporation.
TranSynd™ é marca registrada da Castrol, Ltd.
Série 2400™ é marca registrada da General Motors Corporation.

ii
ÍNDICE
P gina

AVISOS, ADVERT NCIAS E OBSERVA ˝ES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ii

INTRODUÇÃO
CONSERVA O DAS VANTAGENS ALLISON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
BREVE DESCRI O DAS TRANSMISS˝ES
S RIES 1000/2000/2400 ALLISON. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
SISTEMA DE CONTROLE ELETR NICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
CONVERSOR DE TORQUE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
EMBREAGENS E ENGRENAGENS PLANET RIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
CIRCUITO DO RESFRIADOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

SELETORES DO CÂMBIO
DESCRI O DOS TIPOS DISPONŒVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
FUNCIONAMENTO DO SELETOR DE C MBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

DICAS DE DIREÇÃO
CARREGAMENTO M XIMO DO VEŒCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
EVITE PROBLEMAS S RIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
COMO LIGAR E DESLIGAR O VEŒCULO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
CONTROLE DO ACELERADOR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
PROGRAMA ˝ES DE TROCAS DE MARCHA PRIM RIAS
E SECUND RIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
REDU O DE MARCHA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
INDICADOR DA VELOCIDADE DE SAŒDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
LUZ RANGE INHIBIT(ED) (MARCHA INIBIDA). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
LUZ CHECK TRANS (VERIFICAR TRANSMISS O) OU LUZ
INDICADORA DE FUNCIONAMENTO INCORRETO . . . . . . . . . . . . . . 37
INIBI ˝ES DO C MBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
UTILIZA O DO MOTOR PARA DIMINUIR A VELOCIDADE
DO VEŒCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
SELE O PR VIA DAS MARCHAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
MARCHA A R . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
CHAVE DO DEGRAU DO COMPRESSOR DE LIXO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
EIXO DE DUAS VELOCIDADES
(Algumas aplica es das S ries 1000/2000/2400) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
DIRE O NA NEVE OU GELO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

iii
COMO DESATOLAR O VEŒCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
TEMPERATURAS DE FUNCIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
TEMPERATURA ALTA DO FLUIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
FREIO DE ESTACIONAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
LING ETA DE ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
COMO ESTACIONAR OU DEIXAR O VEŒCULO COM
O MOTOR LIGADO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
COMO REBOCAR OU EMPURRAR O VEŒCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
SOBRETENS O DE MOTORES A G S NATURAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

TOMADA DE FORÇA
SISTEMAS DE TOMADA DE FOR A (PTO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
TOMADA DE FOR A (PTO) ACIONADA PELO CONVERSOR . . . . . . . . . 50
TOMADA DE FOR A (PTO) ACIONADA POR EIXO DIVIDIDO . . . . . . . . 54

CUIDADO E MANUTENÇÃO
INSPE ˝ES E CUIDADOS PERI DICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
IMPORT NCIA DO NŒVEL APROPRIADO DE FLUIDO
DA TRANSMISS O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
VERIFICA O DO FLUIDO DA TRANSMISS O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
CONSERVA O DO FLUIDO LIMPO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
RECOMENDA ˝ES SOBRE O FLUIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
INTERVALOS DE TROCA DO FLUIDO E DO FILTRO
DA TRANSMISS O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64
CONTAMINA O DO FLUIDO DA TRANSMISS O . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
PROCEDIMENTO DE TROCA DO FLUIDO E DO FILTRO
DA TRANSMISS O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
ABERTURA PARA VENTILA O. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70

DIAGNÓSTICO
FERRAMENTAS E C DIGOS DE DIAGN STICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

ATENDIMENTO AO CLIENTE
ATENDIMENTO AO PROPRIET RIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
MANUAIS DE SERVI O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
REDE P S VENDAS ATD BRASIL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75

iv
INTRODUÇÃO

CONSERVAÇÃO DAS VANTAGENS ALLISON

STOP

R R
YIELD SPEED
ZONE

HILL
V01724

As transmiss es Allison das S ries 1000/2000/2400 proporcionam muitas vanta-


gens ao motorista que necessita interromper a dire o sucessivamente ou alterar a
velocidade com freq ncia, pois a dire o torna-se mais f cil, segura e eficiente.
As transmiss es S ries 1000/2000/2400 s o resistentes e desenvolvidas de forma
a n o apresentarem problemas por um longo per odo de tempo. Este manual ir
auxili -lo a obter o m ximo de benef cios do ve culo equipado com produtos
ALLISON.

1
ABERTURA DO ÓLEO
(RESPIRO) FREIO DE
ESTACIONAMENTO
SENSOR DE VELOCIDADE DA TURBINA ENCAIXE DE MONTAGEM
SENSOR DE
VELOCIDADE DO MOTOR
SENSOR DE VELOCIDADE
DE SAÍDA

2
CHAVE NSBU

EIXO SELETOR
PARAFUSO SAE 6 DA PASTILHA DA
PTO (ENGRENAGEM DE
ACIONAMENTO OPCIONAL)
LOCALIZAÇÃO DO TUBO DE
ENCHIMENTO DE ÓLEO DISPONÍVEL

FILTRO DE ÓLEO DA LINHA DE CONTROLE PRINCIPAL

TRANSMISSÕES SÉRIES 1000 / 2000 / 2400 – VISTA DIANTEIRA ESQUERDA


V06692.01

Figura 1. Transmissões séries 1000/2000/2400 - vista dianteira esquerda


SENSOR DE
VELOCIDADE DO MOTOR
SENSOR DE
VELOCIDADE DA TURBINA

ABERTURA DO ÓLEO
(RESPIRO)

SENSOR DE
VELOCIDADE
DE SAÍDA

3
SUPORTE DE MONTAGEM (SOMENTE
CARCAÇA SAE 3)
PORTAS DO RESFRIADOR
LOCALIZAÇÃO DO TUBO DE
ENCHIMENTO DE ÓLEO DISPONÍVEL

ENCAIXE DO PARAFUSO SAE 6 DA PASTILHA DA PTO


TACÓGRAFO (ENGRENAGEM DE ACIONAMENTO OPCIONAL)
OPCIONAL

CONECTOR ELÉTRICO PRINCIPAL

1000 / 2000 / 2400 TRANSMISSÕES SÉRIES 1000 / 2000 / 2400 - VISTA TRASEIRA DIREITA
V06693.01

Figura 2. Transmissões séries 1000/2000/2400 - vista traseira direita


BREVE DESCRIÇÃO DAS TRANSMISSÕES
SÉRIES 1000/2000/2400 ALLISON
As transmiss es S ries 1000/2000/2400 s o completamente autom ticas e aciona-
das por conversor de torque. Controladas eletronicamente, s o mais adequadas a
servi os de leves a m dios, efetuados em rodovias. Cada s rie cont m recursos
desenvolvidos para fins espec ficos.
¥ S rie 1000“ — Esses modelos adaptam-se melhor a aplica es de intensidade
leve na estrada e apresentam ling etas de estacionamento.
¥ S ries 2000 e 2400 — Esses modelos s o mais adequados a aplica es de in-
tensidade moderada, sobre um s eixo, nas estradas. As transmiss es s rie
2400“ apresentam ling etas de estacionamento, que n o constam das
transmiss es s rie 2000“.
Apesar de haver ling etas, n o poss vel utiliz -las em alguns ve culos com
transmiss es s ries 1000“ e 2400“ como, por exemplo, em certos modelos que
contam com motor traseiro e freios pneum ticos. Nesses ve culos, a posi o P (Pa-
rk, Esta-cionamento) n o utilizada.
Todos os modelos contam com um encaixe destinado instala o de tomadas de
for a (PTO) cuja engrenagem de acionamento opcional.
Todos os modelos apresentam uma marcha a r e at cinco marchas de avan o.
Todas as embreagens s o acionadas por mecanismo hidr ulico e liberadas por mola,
al m de apresentarem compensa o autom tica de desgaste. As transmiss es s o he-
licoidais, dispostas em conjuntos planet rios. Os controles eletr nicos propiciam a
sele o autom tica da transmiss o em cada faixa de marchas e engate autom tico da
embreagem (lockup) do conversor de torque.

SISTEMA DE CONTROLE ELETRÔNICO


O sistema de controle S ries 1000/2000/2400 consiste em cinco componentes prin-
cipais conectados por chicotes de fia o fornecidos pelo cliente. S o eles: m dulo
do controle da transmiss o (TCM), sensor da posi o da borboleta/estrangulador do
motor (ou comunica o eletr nica direta), tr s sensores de velocidade, chave NSBU
e m dulo de controle, com v lvulas solen ides e m dulo do interruptor de press o.
O sensor da posi o da borboleta/estrangulador ou conex o de comunica o da
transmiss o ao motor, os sensores de velocidade, o m dulo do interruptor de press o
e a chave NSBU transmitem informa es ao TCM que, por sua vez, as processa e,
em seguida, envia sinais para ativar v lvulas solen ides espec ficas localizadas no
m dulo de controle da transmiss o. Essas v lvulas controlam as press es de chega-
da e de sa da da embreagem, para obter o controle de c mbio de ciclo fechado igua-
lando a rota o utilizada durante as trocas de marcha aos perfis estabelecidos
anteriormente, programados no TCM.

4
O sistema de controle eletr nico S ries 1000/2000/2400 apresenta o recurso mu-
dan a de marchas adapt vel . Esse recurso ajuda a melhorar a qualidade das mudan-
as de marcha, monitorando as caracter sticas principais do engate da embreagem e
efetuando ajustes progressivos com o objetivo de melhorar as trocas de marcha se-
guintes. A calibragem da transmiss o baseia-se em alguns tipos diferentes de c m-
bio, por exemplo, estrangulador totalmente aberto, parcialmente aberto, fechado,
aumentos e redu es de marchas, etc. Cada troca de marcha est associada a par -
metros espec ficos de posi o do estrangulador e velocidade. Com o objetivo de me-
lhorar cada tipo de c mbio para condi es normais de dire o, o funcionamento e a
troca de marchas dever o ser testados em uma grande variedade de situa es.
obrigat ria a realiza o de um per odo de teste de dire o em que s o simuladas
v rias situa es para que os controles adapt veis possam otimizar todas as trocas de
marcha. Em geral, a qualidade do c mbio come ar a convergir para o seu n vel
adaptado ap s cinco trocas de marcha normais de um determinado tipo.

CONVERSOR DE TORQUE
O conversor de torque consiste em tr s elementos, ou seja, bomba, turbina e estator.
A bomba corresponde ao elemento de entrada, sendo diretamente acionada pelo mo-
tor. A turbina o elemento de sa da e responde ao acionamento hidr ulico da bom-
ba. O estator o elemento de rea o (de multiplica o de torque). Quando a bomba
gira com maior velocidade que a turbina, o conversor multiplica o torque. Quando a
turbina atinge a velocidade da bomba, o estator come a a girar com a bomba e a tur-
bina. Nesse momento, a multiplica o de torque se interrompe e as fun es do con-
versor atuam como um acoplamento de fluido.
Todos os conversores de torque S ries 1000/2000/2400 cont m uma embreagem
(lockup) pr pria. Quando engatada, essa embreagem acopla a bomba do conversor e
a turbina, permitindo que girem conforme a velocidade do motor. Essa condi o,
freq entemente denominada funcionamento da embreagem do conversor de tor-
que proporciona, assim, o acionamento direto pela transmiss o. Esse tipo de
funcionamento intensifica a frenagem do motor e a economia de combust vel. A em-
breagem (de lockup) do conversor de torque regulada pelos controles de c mbio
de maneira a ativar-se automaticamente. Essa embreagem liberada a velocidades
mais baixas ou quando o TCM detecta condi es que exigem a libera o. Al m dis-
so, ela cont m um mecanismo de amortecimento que reduz a transfer ncia das
vibra es de tor o induzidas pelo motor transmiss o e al m dela.

5
EMBREAGENS E ENGRENAGENS PLANETÁRIAS
Tr s conjuntos de engrenagens planet rias helicoidais e eixos fornecem as rela es
de transmiss o mec nica e dire o de percurso do ve culo. Esses conjuntos s o con-
trolados por cinco embreagens multiplacas que funcionam em pares para produzir
at cinco velocidades de avan o e uma de marcha a r . As embreagens s o aciona-
das e liberadas por mecanismo hidr ulico, em resposta a sinais eletr nicos enviados
do TCM s solen ides apropriadas.

CIRCUITO DO RESFRIADOR
O resfriador de leo auxiliar esfria o fluido da transmiss o. O fundo do carca a do
conversor de torque da transmiss o permite a instala o direta de um filtro de con-
trole principal e inclui duas portas para facilitar a fixa o das linhas do
resfriador do leo.

6
Série 1000™ CORTE TRANSVERSAL
MÓDULO DO CARCAÇA DO CONVERSOR/SUPORTE DIANTEIRO SENSOR DE VELO-
• CARCAÇA DO CONVERSOR MÓDULO DO CARCAÇA PRINCIPAL
CIDADE DA • CARCAÇA PRINCIPAL
• SENSOR DE VELOCIDADE DE ENTRADA TURBINA
• BOMBA DE ÓLEO • EMBREAGEM C3
• SUPORTE DIANTEIRO • EMBREAGEM C4
CONJUNTO DO • EMBREAGEM C5
CONVERSOR
DE TORQUE EIXO PRINCIPAL
;;;;
;; CULATRA DE SAÍDA
;;;;;;
;; ;;;
MÓDULO DA TAMPA
;; ;;;

7
TRASEIRA
• TAMPA TRASEIRA
• SENSOR DE VELO-
CIDADE DE SAÍDA
;;; • EIXO DE SAÍDA
• PLANETÁRIA P3
• LINGÜETA DE
ESTACIONAMENTO
;;;;; ;;;
;;;;;
;; PLANETÁRIA P2
;;; PLANETÁRIA P1
FILTRO DE CONTROLE CÁRTER RASO DE ÓLEO (OPCIONAL)
;;;;;;;;;;;;;
PRINCIPAL MÓDULO DA EMBREAGEM GIRATÓRIA
MÓDULO DA VÁLVULA DE CONTROLE
• GRADE OU ENGRENAGEM OPCIONAL
DE ACIONAMENTO DA PTO FILTRO DE SUCÇÃO
• EMBREAGEM C2
• EMBREAGEM C1
• EIXO DA TURBINA
Figura 3. Corte transversal da transmissão série 1000™
Série 2000™ — CORTE TRANSVERSAL
CARCAÇA DO CONVERSOR

ENGRENAGEM DE ACIONAMENTO DA PTO (OPCIONAL)


;;;;;;;;;
; ;
;;;;;;;;;
;; ; ;;;
;;;

8
MÓDULO DA TAMPA TRASEIRA
• TAMPA TRASEIRA
;;; ;;; • PISTÃO C5
;;;;; ;;;
;;;;; • PLANETÁRIA P3

SEM LINGÜETA DE ESTACIONAMENTO

DISTRIBUIDOR DO
RESFRIADOR ;
;;;;;;;; ;;;;; ;;
CÁRTER FUNDO DE ÓLEO
Componentes iguais aos da série 1000™ exceto os aqui mostrados FILTRO DE SUCÇÃO
GRADE V0663103

Figura 4. Corte transversal da transmissão série 2000™


;
Série 2400™ — CORTE TRANSVERSAL
CARCAÇA DO CONVERSOR

ENGRENAGEM DE ACIONAMENTO DA PTO (OPCIONAL)

9
MÓDULO DA TAMPA TRASEIRA
• TAMPA TRASEIRA
• PISTÃO C5
• PLANETÁRIA P3

DISTRIBUIDOR
DO RESFRIADOR
CÁRTER FUNDO DE ÓLEO
Componentes iguais aos da série 1000™ exceto os aqui mostrados FILTRO DE SUCÇÃO
GRADE V06632.03

Figura 5. Corte transversal da transmissão série 2400™


Série 1000™ — CORTE TRANSVERSAL
com carcaça opcional do conversor e tampa traseira
CARCAÇA DO CONVERSOR

MÓDULO DA TAMPA
TRASEIRA
• TAMPA TRASEIRA
;;;
;;;;;;;;;;;
;;
; ;;;

10
;;
;
;;;;;; ;;;
;;;
;;;; ;;;; ;;;
;
;;;;;;;;;;;;;;; ;;

V06633.03

Figura 6. Corte transversal da transmissão série 1000™ com carcaça opcional do conversor e tampa traseira
SELETORES DO CÂMBIO

DESCRIÇÃO DOS TIPOS DISPONÍVEIS


As transmiss es S ries 1000/2000/2400 utilizam seletores de c mbio do tipo
alavanca. As posi es das marchas no seletor poder o variar de acordo com o tipo
instalado.

FUNCIONAMENTO DO SELETOR DE CÂMBIO


O operador utiliza o seletor para escolher as seguintes marchas.
¥ Park (Estacionamento) (P) para transmiss es com ling etas de
estacionamento;
¥ Auto-Apply Parking Brake (Freio de estacionamento auto-ativado) (PB) para
ve culos com freios de estacionamento acionados de forma autom tica;
¥ Reverse (Marcha a r ) ( R);
¥ Neutral (Ponto morto) (N);
¥ Drive (Avan o) ( D)*;
¥ Quarta marcha (4)**;
¥ Terceira marcha (3)**;
¥ Segunda marcha (2)**;
¥ Primeira marcha (1).
* A posi o do seletor de c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser
identificada por 5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D
(para a posi o normal Drive, Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de
marchas).
** Em calibragens com 5 velocidades, uma dessas marchas n o estar dispon vel.

11
Selecionam-se as marchas movendo-se a alavanca at atingir a posi o desejada, ou
seja, P, PB, R, N, D, 4, 3, 2 ou 1. Os modelos de transmiss o com 5 velocidades
apresentam cinco marchas de avan o, da primeira quinta. Os modelos com 4 velo-
cidades contam com quatro velocidades de avan o, ou seja, da primeira quarta. Ao
selecionar uma marcha de avan o, a transmiss o aumentar automaticamente a mar-
cha, passando por cada posi o. Ao diminuir a velocidade do ve culo, a marcha ser
reduzida de forma autom tica e sucessiva.
As tabelas a seguir listam as posi es do seletor de c mbio e as marchas correspon-
dentes de todos os modelos S ries 1000/2000/2400.

12
Todos os modelos 1000 e 2400 com posição P (Park, Estacionamento)

Posi o do Posi o do Posi o do


seletor do seletor do seletor do
c mbio Marcha c mbio Marcha c mbio Marcha

P (Park, Esta- Neutral P (Park, Esta- Neutral P (Park, Esta- Neutral


cionamento) (Ponto cionamento) (Ponto cionamento) (Ponto
morto)* morto)* morto)*
R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse
Marcha a r ) (Marcha a Marcha a r ) (Marcha a Marcha a r ) (Marcha a
r) r) r)
N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral
Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto
morto) morto) morto)
D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 (1—4)**
Avan o)*** Avan o)*** Avan o)***
4 (Quarta) 1—4 4 (Quarta) 1—4 3 (Terceira) 1—3
3 (Terceira) 1—3 2 (Segunda) 1—2 2 (Segunda) 1—2
1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1

* Com a ling eta de estacionamento engatada


** Primeira quarta marchas no modo reboque ou calibragem de 4 velocidades
*** A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identificada por
5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o normal Drive,
Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

(continua o na pr xima p gina)


13
Todos os modelos 1000 e 2400 sem a posição P (Park, Estacionamento)

Posi o do Posi o do Posi o do


seletor do seletor do seletor do
c mbio Marcha c mbio Marcha c mbio Marcha
R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse
Marcha a r ) (Marcha a Marcha a r ) (Marcha a Marcha a r ) (Marcha a
r) r) r)
N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral
Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto
morto) morto) morto)
D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 (1—4)**
Avan o)*** Avan o)*** Avan o)***
4 (Quarta) 1—4 4 (Quarta) 1—4 3 (Terceira) 1—3
3 (Terceira) 1—3 2 (Segunda) 1—2 2 (Segunda) 1—2
1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1

* Com a ling eta de estacionamento engatada


** Primeira quarta marchas no modo reboque ou calibragem de 4 velocidades
*** A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identificada por
5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o normal Drive,
Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

14
Todos os modelos 2000 com freio de estacionamento auto-ativado
Posi o do Posi o do Posi o do
seletor do seletor do seletor do
c mbio Marcha c mbio Marcha c mbio Marcha
PB (Freio de Neutral PB (Auto- Neutral PB (Auto- Neutral
estaciona- (Ponto Apply (Ponto Apply (Ponto
mento auto- morto)* Parking morto)* Parking morto)*
ativado) Brake, Freio Brake, Freio
de estaciona- de estaciona-
mento auto- mento auto-
ativado) ativado)
R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse
Marcha a r ) (Marcha Marcha a r ) (Mar- Marcha a r ) (Marcha a
ar) cha a r ) r)
N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral
Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto
morto) morto) morto)
D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 (1—4)**
Avan o)*** Avan o)*** Avan o)***
4 (Quarta) 1—4 4 (Quarta) 1—4 3 (Terceira) 1—3
3 (Terceira) 1—3 2 (Segunda) 1—2 2 (Segunda) 1—2
1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1
* com o freio de estacionamento auto-ativado engatado
** Primeira quarta marchas no modo reboque ou calibragem de 4 velocidades
*** A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identificada por
5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o normal Drive,
Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

(continua o na pr xima p gina)

15
Todos os modelos 2000 sem freio de estacionamento auto-ativado
Posi o do Posi o do Posi o do
seletor do seletor do seletor do
c mbio Marcha c mbio Marcha c mbio Marcha
R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse R (Reverse, Reverse
Marcha a r ) (Marcha Marcha a r ) (Marcha Marcha a r ) (Marcha a
ar) ar) r)
N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral N (Neutral, Neutral
Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto Ponto morto) (Ponto
morto) morto) morto)
D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 D (Drive, 1—5 (1—4)*
Avan o)** Avan o)** Avan o)**
4 (Quarta) 1—4 4 (Quarta) 1—4 3 (Terceira) 1—3
3 (Terceira) 1—3 2 (Segunda) 1—2 2 (Segunda) 1—2
1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1 1 (Primeira) 1
* Primeira quarta marchas no modo reboque ou calibragem de 4 velocidades
** A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identificada por
5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o normal Drive, Avan o)
ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

H alguns recursos das transmiss es S ries 1000/2000/2400 que poder o inibir a


troca de marchas. Consulte o par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual
para obter mais detalhes.
Em ve culos equipados com transmiss es Allison, n o necess rio selecionar o mo-
mento certo para aumentar ou diminuir a marcha durante altera es das condi es
do tr fego e da estrada, pois as transmiss es S ries 1000/2000/2400 Allison se en-
carregam dessa tarefa. No entanto, o conhecimento das marchas e de quando sele-
cion -las facilitar ainda mais o controle do ve culo e seu trabalho.

16
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
QUE POSSUAM POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO)
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 com po-
si es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es de-
talhadas a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor
da esta o do operador ligado.
¥ Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
¥ Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
¥ Coloque a transmiss o em P (Park, Estacionamento).
¥ Engate a marcha P (Park, Estacionamento), soltando lentamente o
freio de servi o.
¥ Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento, se
existir, e certifique-se de que esteja corretamente engatado.
¥ Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o
ve culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

P Utilize a posi o P (Park, Estacionamento) para efetuar o seguinte:


¥ ligar ou desligar o motor;
¥ verificar os acess rios do ve culo;
¥ operar o motor em marcha lenta por mais de cinco minutos;
¥ para o funcionamento estacion rio da tomada de for a, caso o ve cu-
lo disponha de PTO.
Essa posi o coloca a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto) e engata a
ling eta de estacionamento.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o R (Re-
verse, Marcha a r ) devido a algum inibidor ativo e que n o se
consiga engatar a marcha selecionada, resultando em movimenta-
o inesperada do ve culo. Para ajudar a evitar danos ou ferimentos
a algu m, sempre ative os freios de servi o ao selecionar R (Rever-
se, Marcha a r ). Verifique a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) ou CHECK TRANS (verificar transmiss o) . Consulte o
par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual para obter mais
informa es.

(continua o na pr xima p gina)

17
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
QUE POSSUAM POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de R (Reverse,
Marcha a r ) para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios
de servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o
de N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a
menos que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o R (Reverse, Marcha a r ) por mais de cinco minutos. Ao pro-
longar-se nessa marcha em R (Reverse, Marcha a r ) , poder o
ocorrer superaquecimento e danos transmiss o. Selecione P (Pa-
rk, Estacionamento) sempre que exceder a esse limite de tempo.

R A posi o R (Reverse, Marcha a r ) utilizada para mover o ve culo para


tr s. Interrompa completamente o funcionamento do ve culo e deixe o mo-
tor retornar marcha lenta antes de mudar de uma marcha de avan o para
R (Reverse, Marcha a r ) ou de R (Reverse, Marcha a r ) para uma marcha
de avan o. O sinal de aviso de marcha a r ativa-se quando o seletor do
c mbio est nessa posi o.

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causa-


dos por movimenta o do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou de N (Neutral, Ponto morto)
para R (Reverse, Marcha a r ) sem acionar os freios de servi o, o
freio de estacionamento ou de emerg ncia.

AVISO: Quando se conduz o ve culo em declives na posi o N


(Neutral, Ponto morto), n o h freamento do motor . Assim sendo,
pode-se perder o controle. Esse modo de condu o tamb m poder
causar s rios danos transmiss o. Para ajudar a evitar danos e/ou
ferimentos a algu m, n o dirija o ve culo em declives na posi o N
(Neutral, Ponto morto).

N Essa posi o coloca a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto). Utilizada


para ligar o motor e no funcionamento estacion rio.

(continua o na pr xima p gina)

18
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
QUE POSSUAM POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o D
(Drive, Avan o) e outras marchas de avan o devido a algum inibi-
dor ativo. Tamb m poss vel que n o se consiga engatar a marcha
selecionada, resultando em movimenta o inesperada do ve culo.
Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m, sempre acione
os freios de servi o ao selecionar D (Drive, Avan o) ou outras mar -
chas de avan o. Verifique a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) ou CHECK TRANS (verificar transmiss o) . Consulte o
par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual para obter mais
informa es.

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de uma marcha
de avan o para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios de
servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o de
N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a menos
que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o D (Drive, Avan o) por mais de cinco minutos. Ao prolongar-
se nessa marcha em D (Drive, Avan o) , poder o ocorrer supera-
quecimento e danos transmiss o. Selecione P (Park, Estaciona-
mento) sempre que exceder a esse limite de tempo na marcha lenta.

OBSERVA O: Desligue a chave HIGH IDLE (marcha lenta alta) do ve-


culo, quando dispon vel, antes de mudar de N (Neutral, Ponto morto)
para D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) . N o ser poss vel
obter a posi o D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) a menos
que se troque a marcha com o motor em marcha lenta.
Utilize a posi o D (Drive, Avan o) ao dirigir normalmente. A princ pio,
D* ser engatada a primeira marcha ao selecionar -se a posi o D (Drive,
Avan o) . ¸ medida que se aumentar a velocidade, a marcha aumentar au-
tomaticamente, passando-se por cada marcha at se atingir a posi o 4
(quarta marcha) ou 5 (quinta marcha). Ao se diminuir a velocidade, a mar-
cha ser reduzida de forma autom tica.
* A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identifi-
cada por 5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o
normal Drive, Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

(continua o na pr xima p gina)

19
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
QUE POSSUAM POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impe-
de o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a
condu o normal do ve culo. No percurso em declives, selecione
marchas mais baixas. No entanto, caso se exceda velocidade re-
gulada do motor na marcha inibida, a transmiss o poder elev -la
posi o seguinte. Utilize os freios para n o ultrapassar essa marcha
e ajudar a evitar ferimentos e/ou danos devido perda de controle
do ve culo.

AVISO: Quando diminui a marcha ou utiliza os freios de servi o


ao percorrer declives, o motorista poder perder o controle e causar
danos e/ou ferimentos a algu m. Para ajudar a evitar a perda de
controle, utilize uma combina o de diminui o de marcha, aciona-
mento de freios e outros dispositivos retardadores. A diminui o da
marcha aumenta a frenagem do motor e auxilia a manter o controle.
A transmiss o apresenta um recurso que evita o aumento autom ti-
co das marchas acima da posi o selecionada. No entanto, durante
o percurso em declives, caso se exceda velocidade controlada do
motor na marcha mais baixa, a transmiss o poder elev -la para a
posi o seguinte. Isso reduzir a frenagem e poder causar perda de
controle. Acione os freios do ve culo ou outro dispositivo retarda-
dor para n o ultrapassar a velocidade controlada do motor na mar -
cha mais baixa selecionada.

4* Utilize a posi o 4 (quarta marcha) ou 3 (terceira marcha) no tr fego urba-


no e ao frear em declives.
3* * 3 em seletores de c mbio com as posi es P,R,N,D,3,2,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

(continua o na pr xima p gina)

20
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
QUE POSSUAM POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
3* Utilize a posi o 3 (terceira marcha) ou 2 (segunda marcha) em tr fego pe-
sado e ao frear em declives mais ngremes.
2* * 3 para seletores de c mbio com as posi es P,R,N,D,4,3,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

1 Utilize a posi o 1 (primeira marcha) nas seguintes situa es:


¥ ao dirigir em terreno com lama e neve espessa;
¥ ao manobrar em espa os apertados;
¥ ao subir ou descer inclina es muito ngremes.
A primeira marcha fornece ao ve culo os n veis m ximos de torque de dire-
o e de freamento do motor .

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SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
SEM AS POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO)
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 sem as
posi es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es
detalhadas a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor
da esta o do operador ligado.
¥ Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
¥ Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
¥ Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
¥ Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e
certifique-se de que esteja corretamente engatado.
¥ Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o
ve culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o R (Re-
verse, Marcha a r ) devido a algum inibidor ativo. Tamb m pos-
s vel que n o se consiga engatar a marcha selecionada, resultando
em movimenta o inesperada do ve culo. Para ajudar a evitar da-
nos e/ou ferimentos a algu m, sempre ative os freios de servi o ao
selecionar R (Reverse, Marcha a r ). Verifique a luz RANGE
INHIBIT(ED) (marcha inibida) ou CHECK TRANS (verificar
transmiss o) . Consulte o par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO
deste manual para obter mais informa es.

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m causa-


dos por movimenta o do ve culo, n o mude de R (Reverse, Mar-
cha a r ) para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios de
servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o de N
(Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a menos que
exista um sistema auxiliar que acione o freio de estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi o


R (Reverse, Marcha a r ) por mais de cinco minutos. Ao prolon-
gar-se nessa marcha em R (Reverse, Marcha a r ) , poder o ocorrer
superaquecimento e danos transmiss o. Selecione N (Neutral,
Ponto morto) sempre que exceder a esse limite de tempo.

(continua o na pr xima p gina)

22
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
SEM AS POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
R A posi o R (Reverse, Marcha a r ) utilizada para mover o ve culo para
tr s. Interrompa completamente o funcionamento do ve culo e deixe o mo-
tor retornar marcha lenta antes de mudar de uma marcha de avan o para
R (Reverse, Marcha a r ) ou de R (Reverse, Marcha a r ) para uma mar-
cha de avan o. O sinal de aviso de marcha a r ativa-se quando o seletor do
c mbio est nessa posi o.

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causa-


dos por movimenta o do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou de N (Neutral, Ponto morto)
para R (Reverse, Marcha a r ) sem acionar os freios de servi o, o
freio de estacionamento ou de emerg ncia.

AVISO: Quando se dirige o ve culo em declives na posi o N (Neutral,


Ponto morto), n o h freamento do motor . Assim sendo, pode-se perder
o controle. Esse modo de condu o tamb m poder causar s rios danos
transmiss o. Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m, n o
dirija o ve culo em declives na posi o N (Neutral, Ponto morto).

N Utilize a posi o N (Neutral, Ponto morto) para efetuar o seguinte:


¥ ligar ou desligar o motor;
¥ verificar os acess rios do ve culo;
¥ operar o motor em marcha lenta por mais de cinco minutos;
¥ para o funcionamento estacion rio da tomada de for a, caso o ve cu-
lo disponha de PTO.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o D


(Drive, Avan o) e outras marchas de avan o devido a algum inibi-
dor ativo. Tamb m poss vel que n o se consiga engatar a marcha
selecionada, resultando em movimenta o inesperada do ve culo.
Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m, sempre acione
os freios de servi o ao selecionar D (Drive, Avan o) ou outras mar -
chas de avan o. Verifique a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) ou CHECK TRANS (verificar transmiss o) . Consulte o
par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual para obter mais
informa es.

(continua o na pr xima p gina)

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SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
SEM AS POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m
causados por movimenta o do ve culo, n o mude de uma marcha
de avan o para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios de
servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o de
N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a menos
que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o D (Drive, Avan o) por mais de cinco minutos. Ao prolongar-
se nessa marcha em D (Drive, Avan o) , poder o ocorrer supera-
quecimento e danos transmiss o. Selecione N (Neutral, Ponto
morto) sempre que exceder a esse limite de tempo na marcha lenta.

OBSERVA O: Desligue a chave HIGH IDLE (marcha lenta alta) do ve-


culo, quando dispon vel, antes de mudar de N (Neutral, Ponto morto)
para D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) . N o ser poss vel
obter a posi o D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) a menos
que se troque a marcha com o motor em marcha lenta.
Utilize a posi o D (Drive, Avan o) ao dirigir normalmente. A princ pio, a
D* primeira marcha ser engatada quando a posi o D (Drive, Avan o) for
selecionada ¸ medida que se aumentar a velocidade, a marcha aumentar
automaticamente, passando-se por cada marcha at se atingir a posi o 4
(quarta marcha) ou 5 (quinta marcha). Ao se diminuir a velocidade, a mar-
cha ser reduzida de forma autom tica.
* A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identifi-
cada por 5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o
normal Drive, Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impe-


de o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a
condu o normal do ve culo. No percurso em declives, selecione
marchas mais baixas. No entanto, caso se exceda velocidade re-
gulada do motor na marcha inibida, a transmiss o poder elev -la
posi o seguinte. Utilize os freios para n o ultrapassar essa marcha
e ajudar a evitar ferimentos e/ou danos devido perda de controle
do ve culo.

(continua o na pr xima p gina)

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SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 1000 E 2400
SEM AS POSIÇÕES P (PARK, ESTACIONAMENTO) (cont.)
AVISO: Quando diminui a marcha ou utiliza os freios de servi o
ao percorrer declives, o motorista poder perder o controle e causar
ferimentos a algu m e/ou danos ao ve culo. Para ajudar a evitar a
perda de controle, utilize uma combina o de diminui o de mar -
cha, acionamento de freios e outros dispositivos retardadores. A di-
minui o da marcha aumenta a frenagem do motor e auxilia a
manter o controle. A transmiss o apresenta um recurso que evita o
aumento autom tico das marchas acima da posi o selecionada. No
entanto, durante o percurso em declives, caso se exceda velocida-
de controlada do motor na marcha mais baixa, a transmiss o poder
elev -la para a posi o seguinte. Isso reduzir a frenagem e poder
causar perda de controle. Acione os freios do ve culo ou outro dis-
positivo retardador para n o ultrapassar a velocidade controlada do
motor na marcha mais baixa selecionada.

4* Utilize a posi o 4 (quarta marcha) ou 3 (terceira marcha) no tr fego urba-


no e ao frear em declives.
3* * 3 em seletores de c mbio com as posi es R,N,D,3,2,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

3* Utilize a posi o 3 (terceira marcha) ou 2 (segunda marcha) em tr fego pe-


sado e ao frear em declives mais ngremes.
2* * 3 em seletores de c mbio com as posi es R,N,D,4,3,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

1 Utilize a posi o 1 (primeira marcha) nas seguintes situa es:


¥ ao dirigir em terreno com lama e neve espessa;
¥ ao manobrar em espa os apertados;
¥ ao subir ou descer inclina es muito ngremes.
A primeira marcha fornece ao ve culo os n veis m ximos de torque de dire-
o e de freamento do motor .

25
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 COM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 com freio de es-
tacionamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalha-
das a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da
esta o do operador ligado.
¥ Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
¥ Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
¥ Coloque a transmiss o em PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio
de estacionamento auto-ativado). Certifique-se de que o freio de
estacionamento esteja corretamente engatado.
¥ Acione o freio de emerg ncia, se dispuser do mesmo, e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
¥ Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o
ve culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

PB Utilize a posi o PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento


auto-ativado) para efetuar o seguinte:
¥ ligar ou desligar o motor;
¥ verificar os acess rios do ve culo;
¥ operar o motor em marcha lenta por mais de cinco minutos;
¥ para o funcionamento estacion rio da tomada de for a, caso o ve cu-
lo disponha de PTO.
Essa posi o coloca a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto) e aciona o
freio de estacionamento.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o R (Re-
verse, Marcha a r ) devido a algum inibidor ativo. Tamb m pos-
s vel que n o se consiga engatar a marcha selecionada, resultando
em movimenta o inesperada do ve culo. Para ajudar a evitar da-
nos e/ou ferimentos a algu m, sempre ative os freios de servi o ao
selecionar R (Reverse, Marcha a r ). Verifique a luz RANGE
INHIBIT(ED) (marcha inibida) ou CHECK TRANS (verificar
transmiss o) . Consulte o par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO
deste manual para obter mais informa es.

(continua o na pr xima p gina)


26
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 COM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de R (Reverse,
Marcha a r ) para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios
de servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o
de N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a me-
nos que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o R (Reverse, Marcha a r ) por mais de cinco minutos. Ao pro-
longar-se nessa marcha em R (Reverse, Marcha a r ) , poder o
ocorrer superaquecimento e danos transmiss o. Selecione PB
(Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ati-
vado) sempre que exceder a esse limite de tempo.

R A posi o R (Reverse, Marcha a r ) utilizada para mover o ve culo para


tr s. Interrompa completamente o funcionamento do ve culo e deixe o mo-
tor retornar marcha lenta antes de mudar de uma marcha de avan o para R
(Reverse, Marcha a r ) ou de R (Reverse, Marcha a r ) para uma marcha
de avan o. O sinal de aviso de marcha a r ativa-se quando o seletor do
c mbio est nessa posi o.

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causa-


dos por movimenta o do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou de N (Neutral, Ponto morto)
para R (Reverse, Marcha a r ) sem acionar os freios de servi o, o
freio de estacionamento ou de emerg ncia.

AVISO: Quando se dirige o ve culo em declives na posi o N


(Neutral, Ponto morto), n o h freamento do motor . Assim sendo,
pode-se perder o controle. Esse modo de condu o tamb m poder
causar s rios danos transmiss o. Para ajudar a evitar danos e/ou
ferimentos a algu m, n o dirija o ve culo em declives na posi o N
(Neutral, Ponto morto).

N Essa posi o coloca a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto). Utilizada


para ligar o motor e no funcionamento estacion rio.

(continua o na pr xima p gina)

27
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 COM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o D


(Drive, Avan o) e outras marchas de avan o devido a algum inibi-
dor ativo. Tamb m poss vel que n o se consiga engatar a marcha
selecionada, resultando em movimenta o inesperada do ve culo.
Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m, sempre acione
os freios de servi o ao selecionar D (Drive, Avan o) ou outras mar -
chas de avan o. Verifique a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) ou CHECK TRANS (verificar transmiss o) . Consulte o
par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual para obter mais
informa es.

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de uma marcha
de avan o para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios de
servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o de
N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a menos
que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o D (Drive, Avan o) por mais de cinco minutos. Ao prolongar-
se nessa marcha em D (Drive, Avan o) , poder o ocorrer supera-
quecimento e danos transmiss o. Selecione PB (Auto-Apply Pa-
rking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado) sempre que
exceder a esse limite de tempo na marcha lenta.

OBSERVA O: Desligue a chave HIGH IDLE (marcha lenta alta) do


ve culo, quando ela existir, antes de mudar de N (Neutral, Ponto morto)
para D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) . N o ser poss vel
obter a posi o D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) a menos
que se troque a marcha com o motor em marcha lenta.
Utilize a posi o D (Drive, Avan o) ao dirigir normalmente. A princ pio,
D* ser engatada a primeira marcha ao selecionar -se a posi o D (Drive,
Avan o) . ¸ medida que se aumentar a velocidade, a marcha aumentar
automaticamente, passando-se por cada marcha at se atingir a posi o
4 (quarta marcha) ou 5 (quinta marcha). Ao se diminuir a velocidade, a mar-
cha ser reduzida de forma autom tica.
* A posi o do seletor do c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identifi-
cada por 5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o
normal Drive, Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

(continua o na pr xima p gina)

28
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 COM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)
AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impe-
de o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a
condu o normal do ve culo. No percurso em declives, selecione
marchas mais baixas. No entanto, caso se exceda velocidade re-
gulada do motor na marcha inibida, a transmiss o poder elev -la
posi o seguinte. Utilize os freios para n o ultrapassar essa marcha
e ajudar a evitar ferimentos e/ou danos devido perda de controle
do ve culo.

AVISO: Quando diminui a marcha ou utiliza os freios de servi o


ao percorrer declives, o motorista poder perder o controle e causar
danos e/ou ferimentos a algu m. Para ajudar a evitar a perda de
controle, utilize uma combina o de diminui o de marcha, aciona-
mento de freios e outros dispositivos retardadores. A diminui o da
marcha aumenta a frenagem do motor e auxilia a manter o controle.
A transmiss o apresenta um recurso que evita o aumento autom ti-
co das marchas acima da posi o selecionada. No entanto, durante
o percurso em declives, caso se exceda velocidade regulada do
motor na marcha mais baixa, a transmiss o poder elev -la para a
posi o seguinte. Isso reduzir a frenagem e poder causar perda de
controle. Para n o exceder a essa velocidade, acione os freios do
ve culo ou outro dispositivo retardador.

4* Utilize a posi o 4 (quarta marcha) ou 3 (terceira marcha) no tr fego urba-


no e ao frear em declives.
3* * 3 em seletores de c mbio com as posi es PB,R,N,D,3,2,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

3* Utilize a posi o 3 (terceira marcha) ou 2 (segunda marcha) em tr fego


pesado e ao frear em declives mais ngremes.
2* * 3 em seletores de c mbio com as posi es PB,R,N,D,4,3,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

1 Utilize a posi o 1 (primeira marcha) nas seguintes situa es:


¥ ao dirigir em terreno com lama e neve espessa;
¥ ao manobrar em espa os apertados;
¥ ao subir ou descer inclina es muito ngremes.
A primeira marcha fornece ao ve culo os n veis m ximos de torque de dire-
o e de freamento do motor .

29
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 SEM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 sem freio de
estacionamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalha-
das a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da esta-
o do operador ligado.
¥ Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
¥ Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
¥ Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
¥ Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e cer -
tifique-se de que esteja corretamente engatado.
¥ Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o
ve culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o R (Re-
verse, Marcha a r ) devido a algum inibidor ativo. Tamb m pos-
s vel que n o se consiga engatar a marcha selecionada, resultando
em movimenta o inesperada do ve culo. Para ajudar a evitar da-
nos e/ou ferimentos a algu m, sempre ative os freios de servi o ao
selecionar R (Reverse, Marcha a r ). Verifique a luz RANGE
INHIBIT(ED) (marcha inibida) ou CHECK TRANS (verificar
transmiss o) . Consulte o par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO
deste manual para obter mais informa es.

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de R (Reverse,
Marcha a r ) para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios
de servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o
de N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a me-
nos que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na


posi o R (Reverse, Marcha a r ) por mais de cinco minutos. Ao
prolongar-se nessa marcha em R (Reverse, Marcha a r ) , poder o
ocorrer superaquecimento e danos transmiss o. Selecione N
(Neutral, Ponto morto) sempre que exceder a esse limite de
tempo.

(continua o na pr xima p gina)


30
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 SEM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)
R A posi o R (Reverse, Marcha a r ) utilizada para mover o ve culo para
tr s. Interrompa completamente o funcionamento do ve culo e deixe o mo-
tor retornar marcha lenta antes de mudar de uma marcha de avan o para
R (Reverse, Marcha a r ) ou de R (Reverse, Marcha a r ) para uma mar-
cha de avan o. O sinal de aviso de marcha a r ativa-se quando o seletor do
c mbio est nessa posi o.

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causa-


dos por movimenta o do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou de N (Neutral, Ponto morto)
para R (Reverse, Marcha a r ) sem acionar os freios de servi o, o
freio de estacionamento ou de emerg ncia.

AVISO: Quando se dirige o ve culo em declives na posi o N


(Neutral, Ponto morto), n o h freamento do motor . Assim sendo,
pode-se perder o controle. Esse modo de condu o tamb m poder
causar s rios danos transmiss o. Para ajudar a evitar danos e/ou
ferimentos a algu m, n o dirija o ve culo em declives na posi o N
(Neutral, Ponto morto).

N Utilize a posi o N (Neutral, Ponto morto) para efetuar o seguinte:


¥ ligar ou desligar o motor;
¥ verificar os acess rios do ve culo;
¥ operar o motor em marcha lenta por mais de cinco minutos;
¥ para o funcionamento estacion rio da tomada de for a, caso o ve cu-
lo disponha de PTO.

AVISO: prov vel que n o seja poss vel obter a posi o D


(Drive, Avan o) e outras marchas de avan o devido a algum inibi-
dor ativo. Tamb m poss vel que n o se consiga engatar a marcha
selecionada, resultando em movimenta o inesperada do ve culo.
Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m, sempre acione
os freios de servi o ao selecionar D (Drive, Avan o) ou outras mar -
chas de avan o. Verifique a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) ou CHECK TRANS (verificar transmiss o) . Consulte o
par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual para obter mais
informa es.

(continua o na pr xima p gina)


31
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 SEM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m


causados por movimenta o do ve culo, n o mude de uma marcha
de avan o para N (Neutral, Ponto morto) sem acionar os freios de
servi o, o freio de estacionamento ou de emer g ncia. A sele o de
N (Neutral, Ponto morto) n o aciona os freios do ve culo, a menos
que exista um sistema auxiliar que acione o freio de
estacionamento.

ADVERT NCIA: N o deixe o ve culo em marcha lenta na posi-


o D (Drive, Avan o) ou em qualquer outra marcha de avan o
por mais de cinco minutos. Ao prolongar-se nessa marcha em D
(Drive, Avan o) , poder o ocorrer superaquecimento e danos
transmiss o. Selecione N (Neutral, Ponto morto) sempre que ex-
ceder a esse limite de tempo na marcha lenta.

OBSERVA O: Desligue a chave HIGH IDLE (marcha lenta alta) do ve-


culo, quando dispon vel, antes de mudar de N (Neutral, Ponto morto)
para D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) . N o ser poss vel
obter a posi o D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ) a menos
que se troque a marcha com o motor em marcha lenta.
Utilize a posi o D (Drive, Avan o) ao dirigir normalmente. A princ pio, a
D* primeira marcha ser engatada quando a posi o D (Drive, Avan o) for
selecionada. ¸ medida que se aumentar a velocidade, a marcha aumentar
automaticamente, passando-se por cada marcha at se atingir a posi o 4
(quarta marcha) ou 5 (quinta marcha). Ao se diminuir a velocidade, a mar-
cha ser reduzida de forma autom tica.
* A posi o do seletor de c mbio que representa essa faixa de marchas pode ser identifi-
cada por 5 (para a marcha mais alta), OD (para Overdrive), D (para a posi o
normal Drive, Avan o) ou 1—5 (para a faixa completa de marchas).

AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impe-


de o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a
condu o normal do ve culo. No percurso em declives, selecione
marchas mais baixas. No entanto, caso se exceda velocidade re-
gulada do motor na marcha inibida, a transmiss o poder elev -la
posi o seguinte. Utilize os freios para n o ultrapassar essa marcha
e ajudar a evitar ferimentos e/ou danos devido perda de controle
do ve culo.

(continua o na pr xima p gina)


32
SELEÇÃO DE MARCHAS - TODOS OS MODELOS 2000 SEM
FREIO DE ESTACIONAMENTO AUTO-ATIVADO (cont.)
AVISO: Quando diminui a marcha ou utiliza os freios de servi o
ao percorrer declives, o motorista poder perder o controle e causar
danos e/ou ferimentos a algu m. Para ajudar a evitar a perda de
controle, utilize uma combina o de diminui o de marcha, aciona-
mento de freios e outros dispositivos retardadores. A diminui o da
marcha aumenta a frenagem do motor e auxilia a manter o controle.
A transmiss o apresenta um recurso que evita o aumento autom ti-
co das marchas acima da posi o selecionada. No entanto, durante
o percurso em declives, caso se exceda velocidade regulada do
motor na marcha mais baixa, a transmiss o poder elev -la para a
posi o seguinte. Isso reduzir a frenagem e poder causar perda de
controle. Para n o exceder a essa velocidade, acione os freios do
ve culo ou outro dispositivo retardador.

4* Utilize a posi o 4 (quarta marcha) ou 3 (terceira marcha) no tr fego


urbano e ao frear em declives.
3* * 3 em seletores de c mbio com as posi es R,N,D,3,2,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

3* Utilize a posi o 3 (terceira marcha) ou 2 (segunda marcha) em tr fego pe-


sado e ao frear em declives mais ngremes.
2* * 3 em seletores de c mbio com as posi es R,N,D,4,3,1
As marchas reais dispon veis est o condicionadas programa o efetuada
pelo fabricante do ve culo.

1 Utilize a posi o 1 (primeira marcha) nas seguintes situa es:


¥ ao dirigir em terreno com lama e neve espessa;
¥ ao manobrar em espa os apertados;
¥ ao subir ou descer inclina es muito ngremes.
A primeira marcha fornece ao ve culo os n veis m ximos de torque de dire-
o e de freamento do motor .

33
DICAS DE DIREÇÃO

CARREGAMENTO MÁXIMO DO VEÍCULO


AVISO: O funcionamento do ve culo com cargas excessivas poder cau-
sar danos transmiss o e movimenta o inesperada do ve culo. Para aju-
dar a evitar ferimentos e danos ao ve culo e/ou transmiss o, n o exceda
aos limites a seguir.
• Nas transmiss es s ries 1000“ e 2400“, n o exceda a 11 800 kg
PBT ou classifica o do fabricante do ve culo, isto , o valor
menor.
• Nas transmiss es s rie 2000“, n o exceda a 13 600 kg PBT ou
classifica o do fabricante do ve culo, ou seja, o que for menor.

EVITE PROBLEMAS SÉRIOS


poss vel evitar que pequenos problemas se tornem s rios, notificando-se o distri-
buidor ou representante Allison Transmission sobre a ocorr ncia de alguma das se-
guintes condi es:
¥ Troca de marchas anormal;
¥ Vazamento de fluido da transmiss o;
¥ Ru dos estranhos relacionados transmiss o (ao subir longas inclina es com
carga pesada, confundem-se altera es no som causadas pelo funcionamento
normal do ventilador termost tico do motor com sons relacionados trans-
miss o).
¥ Ilumina o freq ente da luz CHECK TRANS (verificar transmiss o) ou
RANGE INHIBIT(ED) (marcha inibida).

COMO LIGAR E DESLIGAR O VEÍCULO


Antes de ligar ou desligar o motor, o motorista dever verificar se alguma das se-
guintes marchas foi selecionada e engatada.
¥ P (Park, Estacionamento)
¥ PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado)

34
¥ N (Neutral, Ponto morto) se a posi o P (Park, Estacionamento) ou PB
(Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado) n o
estiver dispon vel.
N o ser poss vel ligar o ve culo caso n o selecione essas marchas. Caso consiga
lig -lo em qualquer outra marcha, entre imediatamente em contato com uma oficina
autorizada.
O funcionamento da transmiss o em baixas temperaturas pode requerer aquecimen-
to pr vio ou a utiliza o de fluido de viscosidade mais baixa. Consulte o par grafo
RECOMENDA ˝ES QUANTO AO FLUIDO deste manual para obter mais
informa es.
Mesmo quando o motor est aquecido e capaz de gerar pot ncia m xima, deve-se
manter a transmiss o na marcha P (Park, Estacionamento), PB (Auto-Apply
Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado) ou N (Neutral, Ponto morto)
por ao menos trinta segundos, permitindo, dessa forma, o aumento da press o do
fluido da transmiss o.

CONTROLE DO ACELERADOR
AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causados
por movimentos repentinos do ve culo, n o mude de N (Neutral,
Ponto morto) para marchas de avan o ou R (Reverse, Marcha a r )
quando o estrangulador estiver aberto. O ve culo ir recuar ou mover-
se para a frente, podendo causar danos transmiss o. Evite esse pro-
blema mudando de N (Neutral, Ponto morto) para marchas de avan o
ou R (Reverse, Marcha a r ) somente quando o estrangulador estiver
fechado.

A posi o do pedal do acelerador influencia o tempo em que a mudan a de marchas


ocorre. Quando se pressiona completamente o pedal, os aumentos de marcha ocor-
rem automaticamente em velocidades altas do motor. Quando parcialmente pressio-
nado, essas altera es de marcha ocorrer o em velocidades mais baixas. Um sinal
eletr nico da posi o do estrangulador informa ao TCM o quanto o operador pres-
sionou o pedal. O posicionamento excessivo do estrangulador poder inibir a troca
direcional de marchas.

35
PROGRAMAÇÕES DE TROCAS DE MARCHA PRIMÁRIAS E
SECUNDÁRIAS
Os pontos nos quais as trocas de marcha ocorrem est o condicionados s velocida-
des predeterminadas e outras condi es de funcionamento. A calibragem de trocas
de marcha da transmiss o inclui v rios grupos de altera es de marcha que podem
ser utilizados de acordo com as condi es de funcionamento previstas ou atuais. Al-
gumas programa es poder o sofrer inibi es como resultado das condi es de fun-
cionamento como, por exemplo, a temperatura do fluido da transmiss o ou do
motor. Pode-se alterar as programa es atrav s de uma chave auxiliar, em geral, ins-
talada no painel e que, normalmente, est associada a uma altera o no funciona-
mento previsto do ve culo.
O TCM permite duas calibragens de c mbio distintas e separadas, selecionadas pelo
cliente: uma delas para a utiliza o no modo prim rio de funcionamento e a outra
no modo secund rio .
Prim rio - Em geral, utiliza-se esse programa de c mbio em todas as
opera es normais do ve culo.
Secund rio - Trata-se de um programa alternativo que o TCM utiliza a
crit rio do cliente. Nem todos os ve culos contar o com um programa
secund rio de c mbio. Esse recurso poder estar integrado a um compo-
nente do ve culo ou ser controlado pelo operador por meio de uma cha-
ve instalada no painel.
O painel do ve culo poder conter uma luz que ir acender-se quando o modo secun-
d rio estiver ativo.

REDUÇÃO DE MARCHA
Alguns ve culos apresentam um recurso denominado redu o de marcha que per-
mite selecionar entre o programa de c mbio prim rio Economy (Economia) e o
secund rio Performance (Desempenho). O pedal do acelerador ir ativar um de-
tentor quando se atingir a pot ncia m xima por meio de pontos de c mbio do pro-
grama Economy (Economia). Quando o operador ultrapassar esse detentor, a
fun o se ativar e os pontos de c mbio do programa Performance (Desempenho)
ser o atingidos.

INDICADOR DA VELOCIDADE DE SAÍDA


O ve culo poder conter uma luz ou outro indicador que se ativar quando se exce-
der velocidade de sa da predeterminada no ve culo, na transmiss o ou em equipa-
mento auxiliar. A velocidade de sa da poder ocorrer na marcha a r ou de avan o.
Pode-se utilizar esse indicador como alerta sobre condi es espec ficas de excesso
de velocidade ou para indicar a obten o da velocidade m nima ou m xima de
funcionamento.

36
LUZ RANGE INHIBIT(ED) (MARCHA INIBIDA)
A luz de aviso RANGE INHIBIT(ED) (marcha inibida) vermelha ou amarela lo-
caliza-se no seletor do c mbio ou perto dele. A sua finalidade alertar o operador
que o funcionamento da transmiss o est inibido e que as trocas de marcha solici-
tadas poder o n o ocorrer. Quando o TCM detecta certas condi es de funciona-
mento, os controles bloqueiam a transmiss o na marcha utilizada no momento. Se a
embreagem do conversor de torque for acionada no mesmo momento em que se de-
tectar essa condi o, ela ser desativada e a luz RANGE INHIBIT(ED) acender
automaticamente.
A cada vez que se ligar o motor, a luz RANGE INHIBIT(ED) ir acender-se e,
ap s dois segundos, apagar-se. Caso a luz n o se acenda durante a igni o ou se, em
seguida, permanecer acesa, verifique imediatamente o sistema de transmiss o.
Para obter informa es sobre as condi es em que as inibi es do c mbio ocorrem,
consulte o par grafo INIBI ˝ES DO C MBIO deste manual.

LUZ CHECK TRANS (VERIFICAR TRANSMISSÃO) OU LUZ


INDICADORA DE FUNCIONAMENTO INCORRETO
A luz vermelha ou amarela CHECK TRANS (verificar transmiss o) ou a luz indi-
cadora de funcionamento incorreto (MIL) localiza-se no painel. Os ve culos que es-
t o em conformidade com as exig ncias industriais On Board Diagnostics II - OBD-
II (diagn stico de bordo) apresentam a luz MIL. Os ve culos que n o seguem essas
exig ncias contar o com a luz CHECK TRANS.
A cada vez que se ligar o motor, a luz CHECK TRANS ou MIL ir acender-se e,
ap s dois segundos, apagar-se. Caso a luz n o se acenda durante a igni o ou se, em
seguida, permanecer acesa, verifique imediatamente o sistema de transmiss o.
A ilumina o da luz CHECK TRANS a qualquer momento ap s a igni o indicar
a detec o de algum problema. O TCM ir registrar um c digo de diagn stico e as
trocas de marcha sofrer o restri es. Dependendo da gravidade do problema, pode-
se prosseguir o funcionamento do ve culo at que se obtenha assist ncia t cnica.
poss vel que o TCM n o responda aos comandos do seletor do c mbio e as altera-
es de dire o n o ocorram, pois as trocas de marcha poder o estar restritas.
A ilumina o da luz MIL a qualquer momento ap s a igni o poder indicar um
problema com o motor ou a transmiss o.

37
INIBIÇÕES DO CÂMBIO
O sistema de controle da transmiss o ir inibir a troca de marchas para proteg -la de
alguns tipos de funcionamento incorreto, como resposta a c digos de problemas di-
agnosticados e para atender aos requisitos das op es ou recursos da transmiss o.
Essas inibi es correspondem aos seguintes tipos:
¥ trocas de marcha partindo do ponto morto, acima da marcha lenta;
¥ trocas de marcha direcionais de avan o/marcha a r ;
¥ problemas na transmiss o;
¥ funcionamento de equipamento auxiliar.

Trocas de marcha partindo do ponto morto, acima da marcha lenta

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causados


por movimentos repentinos do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou R (Reverse, Marcha a r ) quando o
estrangulador estiver aberto. O ve culo ir recuar ou mover-se para a
frente, podendo causar danos transmiss o. Evite esse problema mu-
dando de N (Neutral, Ponto morto) para marchas de avan o ou R (Re-
verse, Marcha a r ) somente quando o estrangulador estiver fechado.

As trocas de marcha efetuadas acima da marcha lenta, ou seja, em rota es acima de


900, partindo da posi o N (Neutral, Ponto morto) para R (Reverse, Marcha a r ) ou
de N (Neutral, Ponto morto) para marchas de avan o s o normalmente inibidas, ex-
ceto em ve culos de emerg ncia ou outro tipo de equipamento especializado.
Quando essas trocas estiverem inibidas, a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha ini-
bida) ir acender-se. Consulte o par grafo LUZ RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) para obter mais informa es.

Trocas de marcha direcionais de avan o/marcha a r

AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causados


por movimentos repentinos do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou R (Reverse, Marcha a r ) quando o
estrangulador estiver aberto. O ve culo ir recuar ou mover-se para a
frente, podendo causar danos transmiss o. Evite esse problema mu-
dando de N (Neutral, Ponto morto) para marchas de avan o ou R (Re-
verse, Marcha a r ) somente quando o estrangulador estiver fechado.

Em geral, as altera es direcionais de avan o/marcha a r n o ser o permitidas se


for detectada uma velocidade consider vel do eixo de sa da.

38
Quando essas trocas estiverem inibidas, a luz RANGE INHIBIT(ED) (marcha ini-
bida) ir acender-se. Consulte o par grafo LUZ RANGE INHIBIT(ED) (marcha
inibida) para obter mais informa es.

Problemas na transmiss o
Quando a transmiss o detectar algum problema, luzes como a RANGE INHI-
BIT(ED) (marcha inibida) e a CHECK TRANS (verificar transmiss o) ir o
acender-se e o visor PRNDL tornar-se intermitente. A luz RANGE INHIBIT(ED)
acesa ou o visor PRNDL intermitente indica que o TCM bloqueou a transmiss o em
uma marcha de avan o ou em R (Reverse, Marcha a r ). Trocas de N (Neutral, Pon-
to morto) para D (Drive, Avan o), de N (Neutral, Ponto morto) para R (Reverse,
Marcha a r ) e altera es direcionais estar o inibidas. A marcha bloqueada permite
que se dirija o ve culo at se obter assist ncia t cnica. A transmiss o permanecer
bloqueada at que se corrija o problema. Com exce o do c digo de diagn stico
(DTC) U2105, a luz CHECK TRANS ir acender-se quando o TCM registrar um
DTC. Quando o TCM registrar o c digo U2105, prov vel que a luz CHECK
TRANS n o se acenda em modelos mais antigos. Dependendo da gravidade do pro-
blema, para que se obtenha assist ncia t cnica, pode-se manter o ve culo em funcio-
namento por meio do bloqueio da transmiss o na marcha em uso no momento. O
TCM poder inibir aumentos ou redu es de marcha, bem como as trocas de mar-
chas direcionais. Consulte o par grafo FERRAMENTAS E C DIGOS DE DIAG-
N STICO deste manual para obter mais informa es.
A ilumina o da luz indicadora de funcionamento incorreto (MIL) pode ser indicati-
vo de problemas com a transmiss o ou o motor.
Consulte o par grafo LUZ RANGE INHIBIT(ED) (marcha inibida) e LUZ CHECK
TRANS (verificar transmiss o) OU LUZ INDICADORA DE FUNCIONAMENTO
INCORRETO deste manual para obter mais informa es.
Funcionamento de equipamento auxiliar - O TCM impedir trocas de marcha par-
tindo das posi es P (Park, Estacionamento), PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio
de estacionamento auto-ativado) ou N (Neutral, Ponto morto) durante o funciona-
mento de equipamentos auxiliares, por exemplo, elevadores de cadeira de rodas. Em
alguns ve culos como nibus, as trocas de marcha partindo-se das posi es P (Park,
Estacionamento), PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-
ativado) ou N (Neutral, Ponto morto) n o ocorrer o, a menos que se pressione o pe-
dal do acelerador.

39
UTILIZAÇÃO DO MOTOR PARA DIMINUIR A VELOCIDADE
DO VEÍCULO
AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impede
o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a condu o
normal do ve culo. No percurso em declives, selecione marchas mais
baixas. No entanto, caso se exceda velocidade regulada do motor na
marcha retida, a transmiss o poder elev -la posi o seguinte. Utilize
os freios para n o exced -la e ajudar a evitar ferimentos e/ou danos de-
vido perda de controle do ve culo.

AVISO: Quando diminui a marcha ou utiliza os freios de servi o ao


percorrer declives, o motorista poder perder o controle e causar danos
e/ou ferimentos a algu m. Para ajudar a evitar a perda de controle, uti-
lize uma combina o de diminui o de marcha, acionamento de freios
e outros dispositivos retardadores. A diminui o da marcha aumenta a
frenagem do motor e auxilia a manter o controle. A transmiss o apre-
senta um recurso que evita o aumento autom tico das marchas acima
da posi o selecionada. No entanto, durante o percurso em declives,
caso se exceda velocidade regulada do motor na marcha mais baixa,
a transmiss o poder elev -la para a posi o seguinte. Isso reduzir a
frenagem e poder causar perda de controle. Para n o ultrapassar essa
velocidade, acione os freios do ve culo ou outro dispositivo retardador.

Para utilizar o motor como for a de freamento, selecione a pr xima marcha mais
baixa. Se o ve culo exceder velocidade m xima para essa marcha, utilize os freios
de servi o e/ou outros dispositivos retardadores para diminu -la. Ao se atingir uma
velocidade inferior, o TCM ir automaticamente diminuir a marcha. A frenagem do
motor fornece um bom controle de velocidade no percurso em declives. Quando o
ve culo est muito carregado ou a inclina o muito acentuada, talvez seja aconse-
lh vel selecionar uma marcha mais baixa antes de atingir o declive. Caso se exceda
velocidade regulada do motor, a transmiss o ir automaticamente aumentar a mar-
cha para a pr xima posi o.

SELEÇÃO PRÉVIA DAS MARCHAS


A sele o pr via das marchas significa a escolha de uma marcha mais baixa que cor-
responda s condi es de dire o encontradas ou esperadas. O aprendizado de como
se tirar vantagem das trocas de marcha previamente selecionadas fornecer um me-
lhor controle em estradas escorregadias ou com gelo, bem como no percurso em de-
clives. A troca para marchas mais baixas aumenta a frenagem do motor. A sele o
de uma marcha mais baixa evita, com freq ncia, a oscila o entre essa marcha e a
pr xima mais alta em uma s rie de pequenas inclina es e declives.

40
OBSERVA O: A sele o pr via durante o funcionamento normal
poder resultar em diminui o da economia de combust vel.

As diminui es manuais de marcha n o ocorrer o at que se atinja o valor de cali-


bragem da velocidade de sa da. Quando se seleciona uma marcha mais baixa de
forma manual e a velocidade de sa da da transmiss o est acima do valor de calibra-
gem, a transmiss o ir permanecer na marcha em que se encontrava mesmo que se
solicite uma marcha inferior. Acione os freios de servi o do ve culo ou algum dispo-
sitivo retardador para reduzir a velocidade de sa da da transmiss o ao valor de cali-
bragem e, assim, possibilitar o engate da marcha mais baixa.
Utilizam-se dois programas de c mbio com a sele o pr via de marchas: mudan a
de marcha inibida e sele o pr via de redu o de marcha.

Mudan a de marcha inibida - Esse programa impede que se engate uma marcha
acima da selecionada. Esse programa permite mudan as de marcha caso a perma-
n ncia em uma marcha inferior mais alta, a crit rio do operador, possa causar ex-
cesso de velocidade do motor. Quando se ativa o programa de mudan a de marcha
inibida, os pontos de mudan a de marcha ocorrer o a velocidades superiores s tro-
cas de marcha normais com o objetivo de impedir que se selecionem marchas mais
altas do que a atual.

AVISO: A transmiss o disp e de um recurso de reten o que impede


o aumento da marcha acima da posi o selecionada durante a condu-
o normal do ve culo. No percurso em declives, selecione marchas
mais baixas. No entanto, caso se exceda velocidade regulada do mo-
tor sem carga na marcha inibida, a transmiss o poder elev -la posi-
o seguinte. Utilize os freios para n o exced -la e ajudar a evitar
danos e/ou ferimentos a algu m devido perda de controle do ve culo.

Sele o pr via de redu o de marcha - Utiliza-se esse programa quando o moto-


rista seleciona previamente uma marcha mais baixa. O operador poder selecionar
previamente qualquer marcha abaixo de D (Drive, Avan o) no seletor do c mbio, a
qualquer momento. Quando se utiliza esse procedimento para selecionar marchas pre-
viamente, os pontos de troca entre marchas acima da faixa selecionada ser o maiores
do que os pontos normais. A redu o de marchas ocorrer quando a troca n o causar
velocidade excessiva do motor. As trocas para marchas inferiores selecionada n o
ser o afetadas.

41
MARCHA A RÉ
A sele o de R (Reverse, Marcha a r ) poder acender as luzes de marcha a r e/ou
dispositivos de aviso da mesma.
Para obter a marcha R (Reverse, Marcha a r ) em alguns nibus de turismo ou trans-
porte europeus, deve-se pressionar simultaneamente a chave instalada no painel de
instrumentos e o bot o R (Reverse, Marcha a r ) do seletor do c mbio.

CHAVE DO DEGRAU DO COMPRESSOR DE LIXO


Quando houver algu m no degrau traseiro de um compressor de lixo, o ve culo ir
funcionar somente em 1 (primeira marcha) e N (Neutral, Ponto morto).
¥ O TCM ir ignorar as tentativas do operador de alterar o c mbio para marchas
superiores primeira ou mudar para R (Reverse, Marcha a r ).
¥ Quando na posi o R (Reverse, Marcha a r ), o TCM far com que a trans-
miss o mude para N (Neutral, Ponto morto).
¥ Se a transmiss o estiver em uma marcha de avan o superior posi o 1 (pri-
meira marcha), o TCM ativar a sele o pr via de redu o de marcha at
obter a primeira marcha.

EIXO DE DUAS VELOCIDADES


(Algumas aplicações das Séries 1000/2000/2400)
poss vel trocar o eixo de duas velocidades durante a movimenta o do ve culo, no
entanto, deve-se seguir as recomenda es do fabricante do ve culo ou do eixo. Re-
comenda-se efetuar as trocas do eixo com a transmiss o na marcha mais alta ou com
o ve culo parado, para evitar que as trocas da transmiss o e do eixo ocorram ao mes-
mo tempo.

DIREÇÃO NA NEVE OU GELO


nessa situa o que toda a habilidade do motorista profissional se evidencia, inde-
pendentemente da transmiss o instalada. Se poss vel, reduza a velocidade e engate
uma marcha menor antes de perder a tra o. Selecione a marcha que n o exceda
velocidade que deseja manter. Acelere ou desacelere gradualmente para evitar a per-
da de tra o. muito importante diminuir gradualmente a velocidade ao selecionar
uma marcha menor e atingi-la antes de tentar acelerar. Esse procedimento evitar
uma diminui o de marcha inesperada durante a acelera o.

42
COMO DESATOLAR O VEÍCULO
AVISO: Para ajudar a evitar danos ou ferimentos a algu m causados
por movimentos repentinos do ve culo, n o mude de N (Neutral, Ponto
morto) para marchas de avan o ou R (Reverse, Marcha a r ) quando o
estrangulador estiver aberto. O ve culo ir recuar ou mover-se para a
frente, podendo causar danos transmiss o. Evite esse problema mu-
dando de N (Neutral, Ponto morto) para marchas de avan o ou R (Re-
verse, Marcha a r ) somente quando o estrangulador estiver fechado.

ADVERT NCIA: Caso as rodas estejam presas e sem rota o, n o


aplique a for a m xima por mais de 30 segundos na marcha D (Drive,
Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ), pois poder causar superaque-
cimento da transmiss o. Nesse caso, engate a marcha N (Neutral, Pon-
to morto) e opere o motor entre 1200 e 1500 rpm at que ele resfrie (de
2 a 3 minutos).

Caso o ve culo fique preso em areia, neve ou lama, poss vel liber -lo. Engate a
marcha D (Drive, Avan o) e pise firme e levemente no pedal do acelerador (nunca
pressione o pedal totalmente). Ao atingir o limite de movimenta o do ve culo, aci-
one e segure os freios de servi o. Deixe que o motor funcione em marcha lenta e, a
seguir, engate a marcha R (Reverse, Marcha a r ). Solte os freios e pise no pedal do
acelerador de maneira firme e leve e deixe que o ve culo se mova na marcha R (Re-
verse, Marcha a r ) o m ximo que puder. Novamente, acione e segure os freios de
servi o e deixe que o motor retorne marcha lenta. Pode-se repetir esse procedi-
mento em D (Drive, Avan o) e R (Reverse, Marcha a r ) se cada altera o direcio-
nal continuar a mover o ve culo a uma dist ncia maior. Nunca efetue a troca da
marcha N (Neutral, Ponto morto) para D (Drive, Avan o) ou altere a dire o quando
a rota o do motor estiver acima da marcha lenta.

TEMPERATURAS DE FUNCIONAMENTO
Para assegurar o funcionamento adequado da transmiss o, adote as seguintes tempe-
raturas m nimas e m ximas.

C rter, m nima cont nua 40ßC


C rter, m xima intermitente 121ßC
Para o resfriador, m xima intermitente 149ßC

Algumas transmiss es possuem um dispositivo de temperatura externa do conversor


pr ximo porta para o resfriador localizada no carca acarca a do conversor da
transmiss o.

43
TEMPERATURA ALTA DO FLUIDO

ADVERT NCIA: Selecione P (Park, Estacionamento), PB (Auto-Ap-


ply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado) ou N (Neu-
tral, Ponto morto) sempre que se mantiver na marcha lenta por mais de
cinco minutos. Ao prolongar-se em qualquer outra posi o, poder o
ocorrer superaquecimento e danos transmiss o.

ADVERT NCIA: O uso prolongado do freio de estacionamento com


o motor ligado e a marcha engatada poder causar falhas da transmiss o
resultantes de superaquecimento. O ve culo poder conter uma campai-
nha ou uma luz no painel para alertar o operador quando a chave de ig-
ni o estiver ativada, o freio de estacionamento acionado e a marcha
engatada.

ADVERT NCIA: Nunca deixe o motor funcionar por mais de 30 se-


gundos com o estrangulador completamente acionado, a marcha enga-
tada e a sa da afogada. O funcionamento prolongado nessas condi es
far com que a temperatura do fluido da transmiss o se torne excessiva-
mente alta, causando s rios danos transmiss o por superaquecimento.

O ve culo poder conter um indicador no painel ou outro alarme que se ative quando
a temperatura do c rter da transmiss o ou da porta para o resfriador exceder aos li-
mites especificados.
Caso ocorra superaquecimento da transmiss o em funcionamento normal, tome as
seguintes provid ncias:
¥ Verifique o n vel do fluido da transmiss o. Consulte a se o CUIDADO E
MANUTEN O deste manual para obter mais informa es.
¥ Interrompa o funcionamento do ve culo e verifique o sistema de resfriamento.
Se o funcionamento parecer normal, deixe o motor girar entre 1200 e 1500
rpm com a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto). Esse procedimento de-
ver reduzir as temperaturas do motor e da transmiss o aos n veis normais,
em 2 ou 3 minutos. Caso n o ocorra a redu o, diminua a rota o do motor.
¥ Se a temperatura do motor ou da transmiss o continuar alta, desligue o motor
e encaminhe o problema ao pessoal encarregado da manuten o, que ir in-
vestigar a causa do superaquecimento.

44
FREIO DE ESTACIONAMENTO
Quando o seletor do c mbio apresentar a posi o PB (Auto-Apply Parking Brake,
Freio de estacionamento auto-ativado), a sele o de PB (Auto-Apply Parking Brake,
Freio de estacionamento auto-ativado) colocar a transmiss o em N (Neutral, Ponto
morto) e, automaticamente, acionar o freio de estacionamento. Quando o seletor n o
apresentar a posi o PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-
ativado), deve-se ativar o freio de estacionamento de forma manual. O ve culo pode
possuir uma luz indicadora que se acender quando se ativar o freio.

ADVERT NCIA: N o acione o freio de estacionamento instalado na


transmiss o com o ve culo em movimento, pois esse procedimento po-
der causar danos transmiss o e/ou ao eixo card . No caso de um
acionamento de freio din mico, verifique novamente o torque de todos
os parafusos de instala o para assegurar a integridade do suporte.

ADVERT NCIA: O uso prolongado do freio de estacionamento com


o motor ligado e a marcha engatada poder causar falhas da transmiss o
resultantes de superaquecimento. O ve culo poder conter uma campai-
nha ou uma luz no painel para alertar o operador quando a chave de ig-
ni o estiver ativada, o freio de estacionamento acionado e a marcha
engatada.

LINGÜETA DE ESTACIONAMENTO
Todas as transmiss es s ries 1000“ e 2400“ apresentam, por padr o, uma ling eta
de estacionamento, pe a n o dispon vel nas transmiss es s rie 2000 “ . A ling eta de
estacionamento bloqueia de modo eficaz o eixo de sa da da transmiss o, evitando,
dessa forma, a rota o do eixo card . Caso o ve culo esteja parado, a sele o de P
(Park, Estacionamento) engatar a marcha N (Neutral, Ponto morto) e acionar a lin-
g eta de estacionamento. Esse recurso est presente mas n o poss vel utiliz -lo em
alguns ve culos com transmiss es s ries 1000“ e 2400“, por exemplo, alguns
modelos com motor traseiro e freios pneum ticos. Nesses modelos, a posi o P
(Park, Estacionamento) n o utilizada.

AVISO: Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m causados


por movimentos inesperados do ve culo, n o tente engatar a marcha P
(Park, Estacionamento) com o ve culo em movimento, ou seja, a 2
km/h ou mais. Caso tente engatar a marcha P (Park, Estacionamento)
com o ve culo em movimento (2 km/h ou mais), a ling eta de estaciona-
mento ir encaixar-se, n o ser acionada e n o conter o ve culo.

45
AVISO: Caso o ve culo apresente tra o nas quatro rodas e a caixa de
transfer ncia esteja em ponto morto, poss vel que o ve culo capote
mesmo com a posi o P (Park, Estacionamento) selecionada. Para aju-
dar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m causados por movimenta o
inesperada do ve culo, certifique-se de que a caixa de transfer ncia este-
ja na sua faixa de marchas alta , ou seja, n o esteja em ponto morto,
sempre que o ve culo estiver estacionado.

AVISO: Caso o ve culo disponha de eixo ou caixa de transfer ncia de


duas velocidades engatada em uma marcha baixa , mesmo as veloci-
dades muito baixas poder o gerar uma velocidade consider vel do
eixo de sa da da transmiss o. Nesses casos, a movimenta o do ve cu-
lo, por m nima que seja, poder anular o acionamento da ling eta de
estacionamento. Para ajudar a evitar danos e/ou ferimentos a algu m
causados por movimenta o inesperada do ve culo, certifique-se de
que o eixo ou a caixa de transfer ncia esteja na sua faixa de marchas
alta sempre que o ve culo estiver estacionado e a ling eta de esta-
cionamento, acionada.

Bloqueio de torque - Caso o ve culo esteja estacionado em um declive e a posi o


P (Park, Estacionamento) estiver engatada de forma correta, o peso do ve culo pode-
r gerar uma intensidade excessiva de torque na ling eta da transmiss o. Nessa situ-
a o, poder ser dif cil desengatar a marcha P (Park, Estacionamento). Essa
condi o geralmente denominada bloqueio de torque .
Para dirigir o ve culo com esse bloqueio, efetue o seguinte procedimento:
¥ Suba um pouco o declive para liberar a press o na ling eta e conseguir desen-
gatar a marcha P (Park, Estacionamento).
¥ Desengate a marcha P (Park, Estacionamento) acionando, ao mesmo tempo,
os freios de servi o.
¥ Solte o freio de estacionamento.

46
COMO ESTACIONAR OU DEIXAR O VEÍCULO COM
O MOTOR LIGADO
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 com posi-
es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es detalha-
das a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da
esta o do operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em P (Park, Estacionamento).
• Engate a marcha P (Park, Estacionamento), soltando lentamente o
freio de servi o.
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento, se
existir, e certifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado, cal-
ce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve cu-
lo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 sem as po-


si es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es deta-
lhadas a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da
esta o do operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e cer-
tifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado, cal-
ce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve cu-
lo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

47
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 com freio de esta-
cionamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalhadas a
seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da esta o do
operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio
de estacionamento auto-ativado). Certifique-se de que o freio de
estacionamento esteja corretamente engatado.
• Acione o freio de emerg ncia, se existir, e certifique-se de que
esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado, cal-
ce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve cu-
lo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 sem freio de esta-ci-


onamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalhadas a se-
guir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da esta o do
operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e cer-
tifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado, cal-
ce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve cu-
lo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

48
COMO REBOCAR OU EMPURRAR O VEÍCULO
ADVERT NCIA: A impossibilidade de erguer as rodas impulsoras,
desconectar o eixo card ou remover os semi-eixos antes de rebocar
ou empurrar o ve culo, poder causar s rios danos transmiss o.

N o poss vel ligar o motor empurrando ou rebocando o ve culo. Antes de efetuar


esses procedimentos, desconecte o eixo card , erga as rodas impulsoras ou remova
os semi-eixos. Ao remov -los, certifique-se de cobrir as aberturas das rodas para
evitar a perda de lubrificante e a entrada de p e sujeira. Em geral, necess rio um
suprimento de ar auxiliar para liberar o sistema de freios do ve culo.

SOBRETENSÃO DE MOTORES A GÁS NATURAL


OBSERVA O: Poder o ocorrer sobretens o ou oscila es da velo-
cidade do motor em equipamentos ativados por g s natural. Em ge-
ral, essas condi es ocorrem quando a transmiss o est sendo
operada em uma posi o inibida com o pedal do acelerador pressiona-
do e a velocidade do motor acima da velocidade m xima regulada. A
sobretens o tamb m poder ocorrer com o estrangulador fechado e
parcialmente aberto. Essa condi o uma caracter stica do motor e
N O diz respeito transmiss o.

49
TOMADA DE FORÇA

SISTEMAS DE TOMADA DE FORÇA (PTO)


Pode-se utilizar tr s tipos de sistemas de PTO com as transmiss es S ries
1000/2000/2400.
¥ PTO ativada pelo conversor instalado na transmiss o - O acionamento da
PTO ativada pelo conversor instalado na transmiss o fornece uma rela o de
acionamento infinitamente vari vel, bem como um coxim hidr ulico que pro-
tege contra o carregamento e descarregamento abruptos durante o funciona-
mento em modo conversor . Al m disso, proporciona o controle da
velocidade da PTO acionada pelo motor durante o funcionamento em modo
embreagem do conversor de torque .
¥ PTO de eixo dividido - Trata-se de uma PTO de eixo dividido instalada no
chassis. Em geral, utilizada em aplica es que requerem a pot ncia total do
motor para impulsionar o ve culo ou ativar equipamentos auxiliares atrav s
do acionamento da PTO, sendo que essas duas tarefas n o ocorrer o simulta-
neamente. Nos dois casos, o eixo de sa da da transmiss o ir liberar a energia
caixa de transfer ncia de eixo dividido. Essa caixa ser , em seguida, alterada
para liberar a energia ao eixo card ou ao acionamento da PTO.
¥ PTO acionada pelo volante do motor - A PTO acionada pelo volante do mo-
tor, freq entemente denominada PTO sandu che , localiza-se entre o motor e
a transmiss o. Em geral, a PTO acionada diretamente pelo motor.

TOMADA DE FORÇA (PTO) ACIONADA PELO CONVERSOR


As informa es a seguir referem-se apenas s PTOs acionadas pelo conversor insta-
lado na transmiss o.
Configura o da PTO - A PTO instalada no lado esquerdo e/ou direito do carca-
a da transmiss o. O grupo de engrenagens condutoras da PTO consiste em uma
grande engrenagem de acionamento localizada na transmiss o, uma disposi o de
engrenagens intermedi rias e uma engrenagem acionada, de tamanho menor, situada
na PTO. A engrenagem de acionamento parte integrante do carca a da embreagem
girat ria da transmiss o, que gira na mesma velocidade da turbina do conversor de
torque. Com essa configura o de acionamento, a PTO gira na mesma dire o do
motor.

50
Pode-se utilizar dois tipos de PTOs instaladas nesses modelos de transmiss o.
¥ Utiliza-se uma PTO de acionamento constante em aplica es que requerem
o funcionamento da PTO em tempo integral. A engrenagem acionada da PTO
permanece constantemente combinada com a engrenagem de acionamento,
n o sendo poss vel separ -las.
¥ As PTOs de engrenagem deslizante e acionadas por embreagem s o utili-
zadas em aplica es que requerem somente meio per odo de funcionamento
da PTO ou o recurso de engate e desengate do equipamento acionado. As in-
forma es a seguir se aplicam s PTOs acionadas por embreagem: 1) o engate
e desengate s o facilitados pelo mecanismo de embreagem hidr ulica do con-
junto da PTO; 2) pode-se ativar ou desativar a PTO a qualquer momento, ex-
ceto a velocidades do motor que excedam aos limites da velocidade de
acionamento impostos no equipamento ativado.

ADVERT NCIA: N o utilize ou instale PTOs de engrenagem desli-


zante no caso de acoplamento direto dessa engrenagem com a engre-
nagem de acionamento da PTO, pois o deslizamento entre as duas
poder causar danos engrenagem de acionamento, produzindo part -
culas de metal que poder o danificar a transmiss o.

Engate da PTO - PTOs de engrenagem deslizante

ADVERT NCIA: Nunca cause atrito entre os dentes da PTO de en-


grenagem deslizante ao ativ -la, pois esse procedimento poder dani-
fic -la. Para resolver o problema, solte os freios do ve culo e permita
que o mesmo se mova um pouco ou troque a marcha para N (Neutral,
Ponto morto) e, em seguida, retorne posi o anterior.

Ative o conjunto de engrenagens condutoras da PTO conforme o seguinte procedi-


mento.
¥ Ligue a chave da PTO.
¥ Ajuste a velocidade do motor em marcha lenta.
¥ Posicione a alavanca do seletor do c mbio em D (Drive, Avan o).
¥ Coloque a alavanca da embreagem do c mbio de acionamento da PTO em
drive (avan o).
¥ Acelere o motor.
¥ Engate a marcha N (Neutral, ponto morto).
Desative o conjunto de engrenagens condutoras da PTO conforme o procedimento
descrito a seguir.
¥ Interrompa o funcionamento do ve culo.
¥ Coloque o motor em marcha lenta.
¥ Acione o freio.
¥ Coloque o seletor do c mbio em uma faixa de marchas.
51
¥ Interrompa o funcionamento do equipamento acionado pela PTO.
¥ Desative a tomada de for a.
¥ Coloque o seletor do c mbio novamente na posi o N (Neutral, Ponto morto).
¥ Desligue a chave da PTO.

Ativa o da PTO acionada por embreagem


A PTO ser acionada apenas quando se ligar a chave, quando a posi o do estrangu-
lador estiver baixa e quando as velocidades do motor e de sa da estiverem dentro
dos limites especificados pelo usu rio. O seu ve culo poder apresentar uma luz no
painel que ir acender ao ativar-se a PTO.

Funcionamento da PTO

ADVERT NCIA: N o exceda aos limites de velocidade operacional


e de engate impostos ao equipamento acionado durante o funciona-
mento da PTO, pois esse procedimento produzir alta press o hidr u-
lica na PTO, podendo danificar seus componentes. Consulte esses
limites na documenta o do fabricante do ve culo.

ADVERT NCIA: Em alguns ve culos, as marchas deslizam em


velocidades baixas, mantendo-se, ao mesmo tempo, a velocidade es-
pecificada do motor para o funcionamento da PTO; o caso, por
exemplo, de filetadores e caminh es para distribui o de forragem.
No funcionamento da PTO em velocidades baixas, n o utilize os frei-
os para limitar a velocidade do ve culo e, ao mesmo tempo, o pedal do
acelerador para manter a velocidade do motor acima da marcha lenta
quando a marcha estiver engatada. Esse tipo de procedimento causar
superaquecimento da transmiss o e o funcionamento prolongado a
temperaturas elevadas causar danos.

A transmiss o funciona no modo conversor ou embreagem do conversor de torque.


No primeiro caso, a embreagem (lockup) do conversor de torque n o estar ativada.
O conversor acionar a PTO, produzindo em sua embreagem de acionamento, um
torque sempre superior ao de entrada. No modo embreagem do conversor de torque,
a embreagem (lockup) do conversor estar ativada e o conjunto de engrenagens con-
dutoras da PTO ser acionado a velocidade proporcional do motor.
Em geral, o acionamento da PTO funciona no modo conversor de forma cont nua
quando a transmiss o est nas posi es P (Park, Estacionamento), PB (Auto-Apply
Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ativado) e R (Reverse, Marcha a r ).
O funcionamento da embreagem do conversor de torque em N (Neutral, Ponto mor-
to) est dispon vel em algumas aplica es. Caso utilize a PTO com a transmiss o
em D (Drive, Avan o) ou em outra marcha de avan o, as trocas de marcha efetuadas
nos dois modos e entre as engrenagens, ir o basear-se na seq ncia autom tica dos
controles do c mbio. A velocidade da engrenagem de acionamento da PTO ser afe-
tada sempre que ocorrer troca de marchas.
52
Com o ve culo parado e o motor em marcha lenta, a velocidade de sa da da PTO de-
pender da sele o da engrenagem da transmiss o.
¥ Caso a transmiss o esteja em D (Drive, Avan o) ou R (Reverse, Marcha a r ),
a velocidade de sa da da PTO corresponder a zero.
¥ Se a transmiss o estiver em N (Neutral, Ponto morto), P (Park, Estaciona-
mento) ou PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estacionamento auto-ati-
vado), a sa da da PTO ir girar lentamente.
Nas condi es descritas a seguir, alguns ve culos engatar o a marcha N (Neutral,
Ponto morto) independentemente da posi o do seletor do c mbio.
¥ quando a PTO estiver ativada;
¥ quando a velocidade de sa da da transmiss o estiver pr xima a zero;
¥ quando a posi o do estrangulador estiver perto de zero.
Para selecionar novamente uma das marchas, o operador dever engatar N (Neutral,
Ponto morto) e, em seguida, a marcha desejada.

Prote o da PTO contra excesso de velocidade

ADVERT NCIA: N o exceda aos limites de velocidade operacional


e de engate impostos ao equipamento acionado durante o funciona-
mento da PTO, pois esse procedimento produzir alta press o hidr u-
lica nos componentes acionados pela PTO, podendo danific -los.
Consulte esses limites na documenta o do fabricante do ve culo.

ADVERT NCIA: Quando a PTO se desativa devido a excesso de


velocidade, ela ir ativar-se novamente e de forma autom tica velo-
cidade especificada pelo usu rio, que, em geral, relativamente bai-
xa. O choque resultante da nova ativa o poder causar danos aos
sistemas de PTO de alta in rcia.

Todos os ve culos equipados com as transmiss es s ries 1000/2000/2400 com PTO


ativada apresentam limites de velocidade operacional e de ativa o programados no
TCM para ajudar a proteger a PTO. Ela ir desativar-se quando o motor ou a sa da da
transmiss o atingir velocidades operacionais excessivas. Quando a PTO se desativa
devido a excesso de velocidade, ela ir novamente ativar -se de forma autom tica velo-
cidade especificada pelo usu rio, que, em geral, relativamente baixa. Reduzida a velo-
cidade, o operador poder acion -la manualmente repetindo o processo de ativa o.

53
TOMADA DE FORÇA (PTO) ACIONADA POR EIXO DIVIDIDO
Em muitas PTOs de eixo dividido, recomend vel que se mantenha a transmiss o
em acionamento direto em todas as velocidades do motor. Dessa forma, as trocas de
marcha autom ticas ser o eliminadas, anulando, conseq entemente, as r pidas alte-
ra es de torque que ocorrem no equipamento acionado durante uma troca da trans-
miss o. Uma condi o como essa poderia gerar aumento indesej vel da press o,
bem como problemas no controle direcional, na ponta do bocal de uma mangueira
de inc ndio, por exemplo.

OBSERVA O: Diferentes da maioria dos modelos de transmiss o


Allison on-highway, as s ries 1000/2000/2400 n o apresentam con-
troles que suportem esse tipo de PTO de eixo dividido. Assim sendo,
a sa da de uma PTO de eixo dividido acionada por esses modelos ir
submeter-se s trocas de marchas, al m de enfrentar r pidas altera-
es do torque e da velocidade em cada ocorr ncia.

54
CUIDADO E MANUTENÇÃO

INSPEÇÕES E CUIDADOS PERIÓDICOS


Inspe o da transmiss o

ADVERT NCIA: Ao limpar a transmiss o, evite espirrar vapor de


gua, gua ou solu o de limpeza diretamente na abertura. A a o de
espirrar vapor de gua, gua ou solu o de limpeza na abertura poder
for ar a gua ou solu o de limpeza para dentro da transmiss o e con-
taminar o fluido.

Limpe e inspecione o exterior da transmiss o a intervalos regulares. O rigor do ser-


vi o e das condi es de funcionamento determina a freq ncia dessas inspe es.
Inspecione a transmiss o para verificar:
¥ se h parafusos soltos nos componentes da transmiss o e do suporte;
¥ se h vazamentos de fluido — conserte-os imediatamente;
¥ se o sensor do estrangulador ou a liga o do seletor do c mbio est o frouxos,
empoeirados ou incorretamente ajustados;
¥ se h mangueiras danificadas ou frouxas;
¥ se h chicotes el tricos desgastados, com fios expostos ou incorretamente
direcionados;
¥ se h conex es el tricas deterioradas ou com fios descobertos;
¥ se h encaixes antideslizantes ou juntas-U do eixo card gastas ou defasadas;
¥ se a abertura est obstru da ou suja.

Inspe o do ve culo
Inspecione o sistema de resfriamento do ve culo ocasionalmente para verificar se h
sinais de fluido da transmiss o, o que pode indicar a exist ncia de falha no resfria-
dor do leo.

55
Soldagem

ADVERT NCIA: Ao efetuar soldagens no ve culo:


• N O FA A NENHUMA SOLDAGEM no ve culo sem desconec-
tar do TCM todos os conectores do chicote de fia o do sistema de
controle.
• N O FA A NENHUMA SOLDAGEM no ve culo sem desconec-
tar o TCM da fonte de alimenta o da bateria e os fios terra.
• N O SOLDE nenhum dos componentes de controle.
• N O CONECTE cabos de solda a nenhum dos componentes
de controle.
• PROTEJA OS COMPONENTES DE CONTROLE CONTRA
FAGULHAS E CALOR DURANTE A SOLDAGEM.

Os representantes de servi o autorizado Allison possuem etiquetas que devem ser


instaladas em local vis vel e que descrevem as precau es de soldagem no ve culo.
Ve culos que requeiram freq entes modifica es ou reparos envolvendo soldagem
devem possuir uma etiqueta de soldagem com as instru es (SA2607).

IMPORTÂNCIA DO NÍVEL APROPRIADO DE FLUIDO


DA TRANSMISSÃO
O fluido da transmiss o resfria, lubrifica e transmite a for a hidr ulica.
Mantenha sempre o n vel correto de fluido. Se o n vel de fluido estiver
muito baixo, o conversor de torque e as embreagens n o receber o o su-
primento adequado de fluido e a transmiss o sofrer superaquecimento.
Quando o n vel muito alto, o fluido se aerifica, causando a troca desor-
denada das marchas e superaquecimento. Quando o n vel do fluido est
muito alto, ele pode ser expelido atrav s da abertura ou do tubo da vare-
ta de medi o.

56
VERIFICAÇÃO DO FLUIDO DA TRANSMISSÃO
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 com posi-
es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es deta-
lhadas a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da
esta o do operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em P (Park, Estacionamento).
• Engate a marcha P (Park, Estacionamento), soltando lentamente o
freio de servi o.
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento, se
existir, e certifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o
ve culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 sem as


posi es P (Park, Estacionamento), proceda conforme as instru es
detalhadas a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor
da esta o do operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e
certifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve-
culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

57
AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 com freio de es-
tacionamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalhadas
a seguir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da esta o
do operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio
de estacionamento auto-ativado). Certifique-se de que o freio de
estacionamento esteja corretamente engatado.
• Acione o freio de emerg ncia, se dispuser do mesmo, e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve-
culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

AVISO: Em ve culos que cont m os modelos 2000 sem freio de esta-


cionamento auto-ativado, proceda conforme as instru es detalhadas a se-
guir sempre que estacionar o ve culo ou deixar o motor da esta o do
operador ligado.
• Pare o ve culo totalmente utilizando o freio de servi o.
• Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha
lenta.
• Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
• Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e cer-
tifique-se de que esteja corretamente engatado.
• Se a esta o do operador ficar desocupada com o motor ligado,
calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve-
culo parado.
Se este procedimento n o for seguido, o ve culo poder se mover
subitamente, ferir algu m e/ou causar danos.

58
Procedimento de verifica o do fluido . Limpe toda a sujeira que hou-
ver ao redor da extremidade do tubo de enchimento de fluido antes de
remover a vareta de medi o. N o deixe sujeira ou objetos estranhos
entrarem na transmiss o. A presen a de sujeira ou objetos estranhos no
sistema hidr ulico pode causar desgaste indevido nas pe as da trans-
miss o, travamento das v lvulas e obstru o das aberturas. Verifique o
n vel de fluido procedendo conforme o detalhado a seguir e relate qual-
quer n vel anormal de fluido ao pessoal encarregado da manuten o.
Procedimento de verifica o a frio . O objetivo da verifica o a frio determinar
se a transmiss o tem fluido suficiente para funcionar com seguran a at que uma ve-
rifica o a quente possa ser feita.

ADVERT NCIA: N O ultrapasse a faixa de verifica o a frio se o


fluido da transmiss o estiver abaixo das temperaturas normais de fun-
cionamento. Durante o funcionamento, se a transmiss o estiver muito
cheia poder sofrer superaquecimento e danos, conseq entemente.

¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 com posi es P


(Park, Estacionamento) da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio
de servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em P (Park, Estacionamento).
Engate a marcha P (Park, Estacionamento), soltando lentamente o freio
de servi o.
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento, se existir, e
certifique-se de que esteja corretamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 sem as posi es P
(Park, Estacionamento) da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio
de servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 2000 com freios de estaciona-
mento auto-ativados da seguinte forma:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.

59
Coloque a transmiss o em PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de esta-
cionamento auto-ativado). Certifique-se de que o freio de estacionamento
esteja corretamente engatado.
Acione o freio de emerg ncia, se existir, e certifique-se de que esteja cor-
retamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 2000 sem freios de estaciona-
mento auto-ativados da seguinte forma:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
¥ Calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve culo para-
do.
¥ Ligue o motor por pelo menos um minuto. Acione os freios de servi o e engate
a marcha D (Drive, Avan o), depois N (Neutral, Ponto morto), e, a seguir, R
(Reverse, Marcha a r ) para encher o sistema hidr ulico. Finalmente, engate P
(Park, Estacionamento) ou PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de estaciona-
mento auto-ativado), se estiver dispon vel, ou N (Neutral, Ponto morto) e deixe
o motor em marcha lenta (500 a 800 rpm). Solte os freios de servi o devagar.
¥ Com o motor ligado, remova e limpe a vareta de medi o do tubo.
¥ Insira e retire a vareta de medi o de dentro do tubo. Verifique a leitura do n -
vel de fluido. Repita o procedimento para verificar a leitura.
¥ Se o n vel do fluido estiver dentro da faixa de verifica o a frio (Figura 7), a
transmiss o poder entrar em funcionamento at que o fluido esteja quente o
suficiente para a execu o de uma verifica o a quente . Se o n vel do fluido
n o estiver dentro da faixa de verifica o a frio, adicione ou drene conforme o
necess rio para trazer o n vel at a metade da faixa.
¥ Execute uma verifica o a quente na primeira oportunidade ap s alcan ar a
temperatura normal de funcionamento do c rter inferior (71ßC a 93ßC).

60
FAIXA DE
FUNCIONAMENTO
A QUENTE
FAIXA DE
VERIFICAÇÃO A FRIO

V06713.01

Figura 7. Marcas típicas da vareta de medição

Procedimento de verifica o a quente

ADVERT NCIA: Ao efetuar o procedimento de verifica o a quen-


te, o fluido dever estar quente para assegurar a precis o e ajudar a evi-
tar danos transmiss o. O n vel de fluido aumenta medida que a
temperatura do fluido sobe. Durante o funcionamento, se a transmis-
s o estiver muito cheia poder sofrer superaquecimento e danos, con-
seq entemente.

¥ Coloque a transmiss o em funcionamento na marcha D (Drive, Avan o) at


atingir a temperatura normal de funcionamento:
temperatura do c rter inferior 71…C a 93…C
temperatura externa do conversor 82ßC a 104ßC
Caso n o disponha de um medidor de temperatura da transmiss o, verifi-
que o n vel de fluido quando o medidor de temperatura da gua do motor
estabilizar-se e a transmiss o entrar em funcionamento sob carga por pelo
menos uma hora.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 com posi es P
(Park, Estacionamento) da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em P (Park, Estacionamento).

61
Engate a marcha P (Park, Estacionamento), soltando lentamente o freio
de servi o.
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento, se existir, e
certifique-se de que esteja corretamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 1000 e 2400 sem as posi es P
(Park, Estacionamento) da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 2000 com freios de estaciona-
mento auto-ativados da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em PB (Auto-Apply Parking Brake, Freio de esta-
cionamento auto-ativado). Certifique-se de que o freio de estacionamento
esteja corretamente engatado.
Acione o freio de emerg ncia, se existir, e certifique-se de que esteja cor-
retamente engatado.
¥ Estacione os ve culos que cont m os modelos 2000 sem freios de estaciona-
mento auto-ativados da seguinte maneira:
Pare o ve culo totalmente em uma superf cie plana utilizando o freio de
servi o.
Certifique-se de que o motor esteja em baixa rota o de marcha lenta.
Coloque a transmiss o em N (Neutral, Ponto morto).
Acione o freio de emerg ncia e/ou o freio de estacionamento e certifique-
se de que esteja corretamente engatado.
¥ Calce as rodas e adote outras medidas necess rias para manter o ve culo para-
do.
¥ Com o motor ligado, remova e limpe a vareta de medi o do tubo.

62
¥ Insira e retire a vareta de medi o de dentro do tubo. Verifique a leitura do n -
vel de fluido. Repita o procedimento para verificar a leitura.

OBSERVA O: O n vel de funcionamento seguro que se mant m


dentro dos limites da faixa de verifica o a quente na vareta de medi-
o. Veja a Figura 7. A largura da faixa de verifica o a quente repre-
senta aproximadamente 1,0 litro de fluido na temperatura normal de
funcionamento do c rter inferior.

¥ Se o n vel de fluido n o estiver dentro da faixa de verifica o a quente, adici-


one ou drene conforme necess rio para trazer o n vel para dentro dos limites
da faixa.
Consist ncia de leituras. Verifique o n vel de fluido pelo menos duas vezes execu-
tando o procedimento descrito acima. A consist ncia (leituras repetidas) importan-
te para manter o n vel adequado de fluido. Caso se repitam leituras inconsistentes,
verifique a abertura da transmiss o para certificar-se de que esteja limpa e desentu-
pida. Se ainda assim houver inconsist ncia entre as leituras, entre em contato com
seu distribuidor ou representante Allison mais pr ximo.

CONSERVAÇÃO DO FLUIDO LIMPO


Evite que materiais estranhos entrem na transmiss o utilizando recipientes, funis,
etc. limpos. Coloque a vareta de medi o em um local limpo enquanto enche a
transmiss o.

ADVERT NCIA: Recipientes ou funis que foram utilizados para so-


lu o anticongelante ou l quido para refrigera o do motor n o devem
NUNCA ser utilizados para o fluido da transmiss o. As solu es anti-
congelantes e de refrigera o cont m etilenoglicol que, se colocado na
transmiss o, pode causar falha nas placas da embreagem.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O FLUIDO


Os fluidos ( leos) hidr ulicos utilizados na transmiss o influenciam significativa-
mente o seu desempenho, confiabilidade e durabilidade. Apenas o fluido Trans-
Synd“ aceit vel para as transmiss es das s ries 1000, 2000 e 2400 aplicadas em
micro nibus urbano.

63
ADVERT NCIA: Desconsiderar os limites m nimos de temperatura
do fluido pode causar o mal funcionamento da transmiss o ou reduzir
sua vida til.

A tabela a seguir lista as temperaturas m nimas de fluido nas quais a transmiss o


pode ser operada com seguran a sem preaquecimento do fluido. Aque a o fluido
utilizando o equipamento auxiliar ou ligando o equipamento ou ve culo com a
transmiss o na posi o P (Park, estacionamento) ou PB (Auto-Apply Parking
Brake, Freio de estacionamento auto-ativado), se existir essa op o, ou na posi o
N (Neutro, ponto moro), por no m nimo 20 minutos, antes de tentar a opera o de
troca de marcha.
Requisitos para a temperatura de funcionamento do fluido da transmissão

Temperatura ambiente abaixo


da qual o preaquecimento necess rio
Grau de vis-
cosidade Celsius Fahrenheit
TranSynd“ —30… —22…
(Ref. SIL 13-TR-90)

INTERVALOS DE TROCA DO FLUIDO E DO FILTRO


DA TRANSMISSÃO
ADVERT NCIA: A frequ ncia de troca do fluido e do filtro da
transmiss o determinada pelo rigor do servi o da transmiss o. Para
ajudar a evitar danos, podem ser necess rias mudan as mais
frequentes do que o recomendado pelas diretrizes gerais, quando as
condi es de opera o criarem altos n veis de contamina o ou
superaquecimento.

64
Freq ncia. A tabela a seguir somente um guia geral para os intervalos de troca
do fluido e do filtro.

Troca do fluido e do filtro da transmissão

APLICA O SEVERA APLICA O GERAL


Filtro de controle Filtro de controle
leo principal leo principal
Intervalo inicial necess rio de troca do filtro (todos os fluidos)
8000 km 8000 km
Intervalos de trocas de leo e filtro recomendados ( leo TranSynd )
80000 km 80000 km 160000 km 80000 km
24 meses 24 meses 48 meses 24 meses
* OBSERVA O 1:
¥ As aplica es consideradas severas s o os ve culos for a de estrada, caminh es de lixo,
urbanos, micro nibus e modelos equipados com 2000 MH
¥ Troque o fluido e os filtros ap s transcorrer o primeiro intervalo recomendado, seja ele o
de dist ncia ou de meses. Consulte o par grafo PROCEDIMENTO DE TROCA DO
FLUIDO E DO FILTRO DA TRANSMISS O deste manual para obter mais
informa es.
OBSERVA O 2:
¥ O filtro interno da transmiss o permanente e n o requer substitui o, exceto na revis o
geral (recondicionamento)
¥ Se houver um filtro instalado na parte do circuito do resfriador da transmiss o, deve ser
substitu do nos mesmos intervalos recomendados para o filtro de controle principal.
¥ Caso haja um filtro externo Allison High-Efficiency e um elemento de filtro no circuito
do resfriador da transmiss o, pode-se utiliz -lo at que a luz de troca indique
contamina o ou ap s 3 anos de uso, o que ocorrer primeiro. N o h restri es quanto
quilometragem.

Condi es anormais . As transmiss es utilizadas em aplica es com alta taxa de ci-


clo devem ser submetidas an lise do fluido para assegurar o estabelecimento de
um intervalo de troca apropriado. Deve-se trocar o fluido da transmiss o sempre que
houver sinais de sujeira ou problemas causados por altas temperaturas. Problemas
causados por altas temperaturas s o indicados por fluidos descolorados ou com odor
forte ou ainda atrav s da an lise do fluido. As condi es locais, o rigor da opera o
ou o ciclo de trabalho podem exigir intervalos de troca de fluido ou filtro mais ou
menos freq entes.

65
An lise do fluido . Para aperfei oar a prote o da transmiss o e os intervalos de tro-
ca do fluido, monitoriza-se a sua oxida o de acordo com os testes e os limites exi-
bidos na tabela a seguir. poss vel monitorar a oxida o do fluido por meio de
empresas especializadas e/ou kits de an lise de leo.
¥ Empresas que realizam an lise do fluido — consulte a lista telef nica local
para obter mais informa es. Para assegurar que haja consist ncia e precis o
na an lise do fluido, utilize uma nica empresa para o servi o. Consulte a pu-
blica o Technician«s Guide for Automatic Transmission Fluid, GN2055EN
(Guia para T cnicos, Fluido da Transmiss o Autom tica, GN2055EN) para
obter informa es adicionais.
¥ Kits de an lise de leo, n mero 29537805, est o dispon veis atrav s de seu
fornecedor de pe as Allison Transmission.
Consulte a publica o Technician«s Guide for Automatic Transmission Fluid,
GN2055EN (Guia para T cnicos, Fluido da Transmiss o Autom tica, GN2055EN)
para obter informa es adicionais.
Limites de medição de oxidação do fluido

Teste Limite
Viscosidade –25% de troca do novo fluido
N mero de acidez total +3.0* de troca do novo fluido
S lidos 2% por volume m ximo
*mg de KOH para neutralizar um grama de fluido.

CONTAMINAÇÃO DO FLUIDO DA TRANSMISSÃO


Exame do fluido. A cada troca, examine o fluido drenado para verificar se h sinais
de sujeira ou gua. O fluido apresentar uma quantidade normal de condensa o du-
rante o funcionamento.
gua. A contamina o bvia do fluido da transmiss o por gua ou fluido da
transmiss o na gua do resfriador (no permutador de calor) indica um vazamento
entre as reas que cont m gua e fluido. Inspecione e execute um teste de press o no
resfriador para confirmar o vazamento. Substitua os resfriadores que apresentarem
vazamento.

OBSERVA O: A gua do resfriador tamb m pode ser contaminada


por leo do motor. Localize a fonte correta de contamina o da gua.

66
L quido para refrigera o do motor

ADVERT NCIA: A entrada de l quido para refrigera o do motor no


sistema hidr ulico da transmiss o requer a o imediata para impedir o
mal funcionamento e danos s rios. Desmonte, inspecione e limpe
completamente a transmiss o. Remova todo o l quido de refrigera o
e dep sitos de verniz resultantes da contamina o por l quido para
refrigera o do motor. Substitua as placas da embreagem de fric o
contaminadas com l quido para refrigera o do motor (etilenoglicol).

Metal. Part culas de metal no fluido (exceto pelas min sculas part culas normal-
mente barradas pelo filtro de leo) indicam danos internos transmiss o. Se essas
part culas forem encontradas no c rter inferior, a transmiss o dever ser desmontada
e rigorosamente inspecionada para identificar a sua origem. A contamina o por
metal requer a desmontagem completa da transmiss o. Limpe todos os circuitos hi-
dr ulicos internos e externos, o resfriador e todas as outras reas onde as part culas
poderiam ficar alojadas.

ADVERT NCIA: Uma vez lavado o resfriador, verifique a obstru o


do circuito do resfriador externo. Se a queda da press o do circuito es-
tiver acima da especifica o, o resfriador apresentar muitas part culas
capturadas e dever ser substitu do. A queda excessiva da press o im-
pede o resfriamento da transmiss o, o que poder causar superaqueci-
mento e danos.

OBSERVA O: Quando o equipamento para lavar o resfriador de


leo n o estiver dispon vel, instale um filtro entre o resfriador de leo e
a porta do resfriador . As especifica es referentes queda da press o
do circuito do resfriador ainda precisam ser atingidas. Consulte as
refer ncias AS64-071 ou AS64-072 no Allison Sales Tech Data Book
(Caderno de Especifica es T cnicas para Vendas). A princ pio, pode
ser necess rio trocar freq entemente esse elemento do filtro, dependen-
do dos detritos lavados do circuito do resfriador de leo. O monitora-
mento constante das altera es na queda da press o do circuito do
resfriador indicar a necessidade das trocas de filtro.

67
PROCEDIMENTO DE TROCA DO FLUIDO E DO FILTRO DA
TRANSMISSÃO
Drene o fluido
• Drene o fluido quando a transmiss o estiver na temperatura normal
do c rter inferior: 71ßC a 93ßC. A circula o do fluido quente mais
r pida e sua drenagem mais completa.
¥ Remova o buj o do dreno do c rter de leo e drene o fluido para um recipien-
te apropriado.
¥ Examine o fluido conforme o descrito no par grafo CONTAMINA O DO
FLUIDO DA TRANSMISS O desta se o.
Substitua o filtro de controle principal (Figura 8)
1. Com uma chave de porca padr o para filtros ou a J45023, remova o filtro de
controle principal girando-o na dire o anti-hor ria.
2. Remova o im do tubo de fixa o do filtro ou da parte superior do elemento
do filtro.
3. Limpe todos os detritos de metal do im . Relate a ocorr ncia de qualquer
pe a de metal maior do que um gr o de poeira ao pessoal encarregado da
manuten o.
4. Reinstale o im no tubo de fixa o do filtro.
5. Lubrifique a veda o do filtro de controle principal com fluido da transmis-
s o.
6. Instale manualmente o filtro de controle principal at que a veda o do filtro
toque o carca a do conversor ou o distribuidor.

68
IMÃ

FILTRO

J45023

V06712.01

Figura 8. Substituição do filtro de controle principal

ADVERT NCIA: Girar o filtro de controle principal mais do que


UMA VOLTA COMPLETA ap s o contato com a veda o ir danifi-
car o filtro.

7. Com a J45023 ou com as pr prias m os, gire o filtro dando SOMENTE UMA
VOLTA COMPLETA ap s o contato com a veda o.
8. Reinstale o buj o do dreno e a arruela de veda o. Aperte o buj o do dreno com
um torque de 30 a 40 N/m.
Encha a transmiss o novamente. A quantidade de fluido ser menor que a quanti-
dade utilizada para o enchimento inicial. O fluido permanecer nos circuitos exter-
nos e nas cavidades da transmiss o ap s a drenagem.

69
Ap s o preenchimento, verifique o n vel do fluido. Para tal, consulte o par grafo
VERIFICA O DO FLUIDO DA TRANSMISS O deste manual.

Capacidade do fluido da transmissão

Enchimento inicial* Preenchimento*


Transmiss o C rter inferior Litros Litros
1000/2000/2400 Padr o 14 10
Raso 12 7
* Essas quantidades s o aproximadas e n o incluem as linhas externas e a mangueira do resfriador.

ABERTURA PARA VENTILAÇÃO


Localiza o e objetivo. A abertura para ventila o est localizada na parte superior
traseira esquerda do carca a principal da transmiss o. Essa abertura impede o ac -
mulo de press o de ar no interior da transmiss o e seu orif cio deve ser mantido lim-
po e aberto.
Manuten o. A quantidade de poeira e sujeira encontrada ir determinar a freq n-
cia de limpeza da abertura. Tome cuidado ao limpar a transmiss o.

ADVERT NCIA: Ao limpar a transmiss o, evite espirrar vapor de


gua, gua ou solu o de limpeza diretamente na abertura. A a o de
espirrar vapor de gua, gua ou solu o de limpeza na abertura pode
for ar a gua ou solu o de limpeza para dentro da transmiss o e con-
taminar o fluido.

70
DIAGNÓSTICO

FERRAMENTAS E CÓDIGOS DE DIAGNÓSTICO


Os recursos de diagn stico s o fornecidos com o sistema de controle da transmiss o
com a finalidade de auxiliar a resolu o de funcionamento incorreto. Esses recursos
incluem a luz vermelha ou amarela CHECK TRANS (verificar transmiss o) ou
algum tipo de luz indicadora de funcionamento incorreto (MIL), um programa com-
putadorizado de diagn stico e uma ferramenta manual de varredura opcional. As lu-
zes CHECK TRANS e MIL localizam-se no painel. Os ve culos em conformidade
com as exig ncias industriais On Board Diagnostics II - OBD-II (diagn stico de
bordo) apresentam a luz MIL. Os ve culos que n o seguem essas exig ncias cont m
a luz CHECK TRANS. O programa de diagn stico pode resolver problemas de to-
das as transmiss es. A ferramenta pode solucionar o funcionamento incorreto de
apenas algumas transmiss es.
O acendimento da luz CHECK TRANS a qualquer momento ap s a inicializa o indi-
car que o TCM registrou um c digo de problemas (DTC). Os c digos de diagn stico
s o utilizados para identificar e esclarecer a natureza do funcionamento incorreto.
Eles s o lidos e apagados com o programa ou a ferramenta manual.
A ilumina o da luz MIL a qualquer momento ap s a igni o poder indicar um
problema com o motor ou com a transmiss o.
Para obter mais informa es, consulte um distribuidor ou representante de servi o
autorizado da Allison Transmission. Consulte a publica o Sales and Service Direc-
tory (SA2229) (Guia de Servi o e Vendas SA2229) para obter uma lista atualizada
dos distribuidores e representantes autorizados da Allison Transmission.

71
ATENDIMENTO AO
CLIENTE

ATENDIMENTO AO PROPRIETÁRIO
A satisfa o dos propriet rios e a boa reputa o das transmiss es Allison s o a prin-
cipal preocupa o da Allison Transmission Division (ATD), seus distribuidores e re-
presentantes.
Como propriet rio de transmiss es Allison, voc disp e de oficinas em todo o mun-
do, prontas a aliar as suas necessidades de pe as e servi os a:
¥ servi o especializado realizado por pessoal treinado;
¥ atendimento de emerg ncia 24 horas por dia em muitas reas;
¥ suporte de pe as completo;
¥ equipes de vendas para ajudar a determinar a correta transmiss o para voc ;
¥ literatura e informa es a respeito do produto.
Normalmente, qualquer situa o que surja em rela o venda, ao funcionamento ou
ao servi o de sua transmiss o ser tratada pelo distribuidor ou representante de sua
rea (localize na lista telef nica a oficina da Allison Transmission mais pr xima).
Consulte a publica o Sales and Service Directory (SA2229) (Guia de Servi o e
Vendas SA2229) para obter uma lista atualizada dos distribuidores e representantes
autorizados da Allison Transmission.
No entanto, reconhecemos que, apesar das melhores inten es de todos os envolvi-
dos, poder o ocorrer mal-entendidos. Para assegurar ainda mais a sua completa sa-
tisfa o, desenvolvemos o procedimento descrito a seguir que dever ser efetuado
em caso de problemas n o tratados de maneira satisfat ria.
Etapa 1 - Discuta o problema com um membro da ger ncia do distribuidor ou
representante. Freq entemente, as queixas s o resultado de falta de comunica o e
podem ser rapidamente resolvidas por um membro da ger ncia. Se j discutiu o pro-
blema com o gerente de servi o ou vendas, entre em contato com o gerente geral.
Todos os representantes ATD s o associados a um distribuidor ATD. Caso o proble-
ma se origine de um representante, exponha o assunto a um membro da ger ncia do
distribuidor com o qual o representante possua o contrato de servi o. Mediante soli-
cita o, o representante ir fornecer o nome, o endere o e o telefone do distribuidor
ATD.

72
Etapa 2 - Assim que surge, o problema n o pode ser resolvido rapidamente com o
distribuidor sem a assist ncia adicional. Entre em contato com o escrit rio regio-
nal da Allison Transmission respons vel pelo distribuidor local. Um membro da
equipe da ger ncia de servi o regional ir atend -lo, dependendo da natureza do
problema.
Para obter pronta assist ncia, tenha as seguintes informa es dispon veis.
¥ Nome e localiza o do distribuidor ou representante autorizado;
¥ Tipo e marca do equipamento;
¥ O n mero do modelo da transmiss o, no n mero de s rie e o n mero da pe a
de conjunto (se houver controles eletr nicos, forne a tamb m o n mero da
pe a de conjunto do TCM);
¥ Data de entrega da transmiss o e a quilometragem e/ou horas de funciona-
mento acumulados;
¥ Natureza do problema;
¥ Resumo cronol gico do hist rico da unidade.
Etapa 3 - Caso tenha contatado um escrit rio regional mas ainda n o estiver satis-
feito, exponha todo o assunto matriz enviando uma correspond ncia ao se-
guinte endere o ou entrando em contato pelo telefone a seguir:
Gerente, administra o de garantia — PF9
Allison Transmission
P.O. Box 894
Indianapolis, IN 46206-0894
Tel.: (800) 524-2303
A inclus o de todas as informa es pertinentes ir ajudar a matriz a resolver rapida-
mente o assunto. Caso uma revis o adicional efetuada pela matriz de todos os fatos
envolvidos indicar que mais alguma a o possa ser tomada, o escrit rio regional
ser avisado.
Ao entrar em contato com o escrit rio regional ou matriz, tenha em mente que, ao fi-
nal do processo, o problema ser provavelmente resolvido nas instala es do distri-
buidor ou representante, utilizando seus equipamentos e pessoal. Dessa forma,
sugerimos que, ao ocorrer um problema, as etapas descritas acima sejam seguidas na
seq ncia.
Apreciamos muito que tenha adquirido um produto Allison Transmission, e nosso
sincero desejo assegurar a sua completa satisfa o.

73
MANUAIS DE SERVIÇO
Est o dispon veis manuais sobre servi os adicionais. Os manuais forne-
cem instru es totalmente ilustradas para a opera o, manuten o, ser-
vi o, recondicionamento e suporte de pe as da transmiss o. Para
assegurar o m ximo desempenho e vida til de sua unidade, poss vel
solicitar as publica es de:
SGI, Inc.
A/c: Allison Literature Fulfillment Desk
8350 Allison Avenue
Indianapolis, IN 46268-0894
LIGA O GRATUITA: 888-666-5799
INTERNACIONAL: 317-471-4995
Manuais de serviço das séries 1000/2000/2400

Automatic Transmission Fluid Technician s Guide GN2055EN


(Guia para T cnicos sobre Fluido da Transmiss o
Autom tica)
* Dicas para Mec nicos MT3190EN
* Manual do Operador OM3063EN
Cat logo de Pe as PC3062EN
Cat logo de Pe as em CD-ROM CD3062EN
Princ pios de Opera o PO3065EN
Cat logo de Literatura de Varejo GN2798EN
Manual de Servi o SM3191EN
Manual de Solu o de Problemas Eletr nicos TS3192EN
Worldwide Sales and Service Directory (Guia Mundial SA2229EN
de Servi o e Vendas)
* Tamb m dispon vel na Internet em www.allisontransmission.com

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REDE PÓS VENDAS ATD—BRASIL

BEL M — PA FORTALEZA — CE
◆ PROTEC - Produtos e Servicos ◆ Distribuidora Cummins
T cnicos Diesel do Nordeste
Rodovia BR 316, Km 3 - B. Atalaia Av. Aboli o, 3882
Ananindeua, Par Fortaleza, Cear 60165-081
Tel 91-245-0233 Tel 85-263-1212
Fax 91-235-1122 Fax 85-263-1184

BELO HORIZONTE — MG GOI NIA — GO


´ Euminas Maquinas E. Equipam. Ltda. ´ Distribuidora De Motores
Rua Itapetinga,4086 Cummins Centro Oeste Ltda
Belo Horizonte, Minas Gerais Av. Caiap 777 Setor Santa Genoveva
Tel 31-3441-2400 Goi nia,Goi s
Fax 31-3441-7658 Tel 62-207-1010
Fax 62-207-1038

CONTAGEM — MG MANAUS — AM
◆ Tracbel S/A. ■ Entec — Comercial
Via Expressa de Contagem, 3600 Importadora e Exportadra Ltda.
Bairro Cinco/Perobas Av. Cosme Ferreira, 1620
Contagem, Minas Gerais Bairro Coroado — Manaus — AM
Tel 31-3399-1800 Tel 92-647-2000
Fax 31-3399-1850 Fax 92-647-2001

CURITIBA — PR
◆ Distribuidora Paran de
Motores Cummins Ltda.
Rua Abel Scuissiato,3020 —
Atuba -Colombo — Paran
Tel 41-675-4532
Fax 41-675-4500

‹ Distributor P Distributor Branch


Q Direct Service Dealer ¬ Service Dealer

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PORTO ALEGRE — RS S O JOS DO RIO PRETO — SP
◆ Distribuidora Meridional de Motores ´ Cia. Brasileira de
Cummins Ltda. Transmiss es Autom ticas
Av. Assis Brasil, 9000 - Sarandi Av. Juscelino Kubitschek de
Porto Alegre, Rio Grande do Sul Oliveira, 391
Tel 51-3364-2288 S o Jos do Rio Preto — SP
Fax 51-3364-2288 Tel 17-227-3580
Fax 17-226-2844

RECIFE — PE S O PAULO — SP
❍ Distribuidora Cummins Diesel ◆ Cia. Distr. Motores Cummins Ltda.
do Nordeste. Rodovia Regis Bittencourt 1400
Av. Barreto de Menezes, Tabo o da Serra, S o Paulo
1280/1312 Prazeres Tel 11-7967-4299
Recife, Pernambuco Fax 11-7967-4011
Tel 81-3476-4190
Fax 81-3476-2546

RIO DE JANEIRO — RJ ´ JS Transmiss es Pe as e


❍ Tracbel S/A. Servi os Ltda.
Av. Brasil, 32320 - Bang Rua S o Raimundo, 2300
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro Vl California — S o Paulo
Tel 21-2401-7576 Tel 11-6912-3785
Fax 21-2401-9442 Fax 11-6917-7435

VIT RIA - ES
❍ Tracbel S/A.
Av Adalberto Simao Nader,
390-Goiabeiras
Vitoria, Espirito Santo
Tel 27-3227-7799
Fax 27-3225-5131

‹ Distributor P Distributor Branch


Q Direct Service Dealer ¬ Service Dealer

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OM3611PT 200010 www.allisontransmission.com Impresso nos EUA 200209

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