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ANÁLISE E APLICABILIDADE DAS FERRAMENTAS DA

QUALIDADE NO SERVIÇO DE FÔRMAS COMO AUXÍLIO AO


PLANEJAMENTO PARA PRODUÇÃO

Araújo, Luís Otávio Cocito de


Departamento de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Av. Prof. Almeida
Prado, trav.2, n. 271 CEP 05508 900 São Paulo SP Brasil. luis.araujo@poli.usp.br

Aquino, Janayna P. Resende de


Departamento de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Av. Prof. Almeida
Prado, trav.2, n. 271 CEP 05508 900 São Paulo SP Brasil.

Rotondaro, Roberto Gilioli


Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Av. Prof.
Almeida Prado, trav.2, n. 271 CEP 05508 900 São Paulo SP Brasil.

ABSTRACT

A indústria da construção de edifícios nacional ainda apresenta elevados consumos de


materiais e mão-de-obra no decorrer da execução dos serviços. A vigência deste quadro
pode ser atribuída a um conjunto de fatores organizacionais, gerenciais, tecnológicos,
culturais e humanos. Contudo, uma parcela considerável das deficiências na produção se
origina na carência de metodologias adequadas para o planejamento da produção.

Este artigo analisa a aplicação de ferramentas gerenciais da qualidade no


microplanejamento dos serviços de concretagem, a fim de antecipar potenciais falhas no
processo e priorizar as ações em função da ocorrência, gravidade e facilidade de detecção
das falhas, subsidiando a elaboração de um plano de ações. O estudo revela que as
ferramentas da qualidade podem auxiliar sobremaneira a tomada de decisões em
canteiros de obras.

Palavras chaves: ferramentas da qualidade, FMEA, FTA, fôrmas.

1. INTRODUÇÃO

Este trabalho estuda a aplicação de ferramentas e técnicas gerenciais, tais como


brainstormings (DELLARETTI, 1996), Diagramas de Pareto (SHIBA et. al, 1997), a FTA
(Fault Tree Analysis – Análise da Árvore de Falha (HELMAN e ANDERY, 1996)) e a
FMEA (Failure Modes and Effects Analysis – Análise dos Modos e Efeitos de Falhas

1
(FREITAS e COLOSIMO, 1997)) no planejamento para produção (microplanejamento) do
serviço de fôrmas (que compõe, juntamente com os serviços de armação e concretagem, a
execução de estruturas de concreto armado) com o intuito de analisar sua adequação.

As ferramentas citadas podem facilitar a operacionalização do microplanejamento do


referido serviço, tornando-se eficazes instrumentos de suporte à tomada de decisões por
parte do pessoal de obra, uma vez que: permitem antecipar eventuais falhas, de modo a
planejar a execução de cada serviço de forma ótima; permitem ações preventivas e
corretivas nos processos, de modo a reduzir a variabilidade; podem integrar os
procedimentos gerenciais da empresa durante a implementação de um sistema da
qualidade; possibilitam introduzir a melhoria contínua no processo de execução das
estruturas de concreto armado, envolvendo a produtividade dos serviços e da mão-de-obra
e o controle da qualidade.

Justifica-se ainda o uso destas ferramentas diante da facilidade da aplicação prática por
parte dos gestores de obras. Adicionalmente, as ferramentas indicam - por meio de
ponderações - quais ações devem ser priorizadas pela gerência da obra, em função da
facilidade de atuação, da gravidade da falha e dos efeitos produzidos.

Vê-se, portanto, que um planejamento desenvolvido segundo as proposições supracitadas,


possa constituir um meio para minimização de custos ou como caminho para a busca da
qualidade e produtividade dos processos.

2. MÉTODO EMPREGADO

O objeto de estudo diz respeito ao serviço de montagem e desmontagem de fôrmas de


pilares, vigas e lajes de um edifício genérico de múltiplos pavimentos, com estrutura
reticulada de concreto armado. O método empregado no estudo contempla a aplicação
integrada de quatro ferramentas gerenciais, com o intuito de permitir a antecipação de
falhas que poderiam comprometer o microplanejamento do serviço. A seguir, descreve-se
brevemente o método utilizado:

• realização de um brainstorming envolvendo pesquisadores do Departamento de


Construção Civil da USP, um projetista de fôrmas e um coordenador de execução de
estruturas de concreto armado de uma construtora de São Paulo para o levantando das
falhas comumente observadas em obra, que poderiam comprometer o
microplanejamento;
• apresentação dos dados em Diagramas de Pareto, permitindo a visualização das falhas,
a freqüência de ocorrência e o impacto nos custos de produção;
• eleição de um evento de topo para a elaboração da Análise da Árvore de Falhas,
mostrando o encadeamento entre os eventos que podem dar origem ao mesmo;
• seleção de um modo de falha para a elaboração de uma FMEA do processo relativo à
concretagem de estruturas.
A FMEA é provavelmente a ferramenta de análise de confiabilidade de projeto mais
difundida e empregada. Juntamente com a FTA (Análise da Árvore de Falhas), era a única
técnica de confiabilidade citada textualmente nas normas ISO 9000, em particular na ISO
9004, subitem 8.4 – Qualificação e Validação de Projeto. Uma FMEA adequadamente
elaborada constitui uma ferramenta importante para os tomadores de decisão.

2
O item 3 aborda a aplicação do método acima no serviço de montagem e desmontagem de
fôrmas, discutindo as vantagens do emprego integrado das ferramentas gerenciais na
previsão das falhas possíveis.

3. APLICAÇÃO PRÁTICA DO MÉTODO AO SERVIÇO DE FÔRMAS

Inicialmente, partiu-se da realização de um brainstorming (tempestade de idéias), com o


objetivo de levantar possíveis falhas no serviço de fôrmas, de acordo com as experiências
particulares dos participantes. Como resultado, identificaram-se as falhas mais freqüentes
nos serviço, tais como:
A) número de utilização dos materiais aquém daquele previamente estipulado;
B) produtividade da mão-de-obra superior à previsão inicial;
C) não aproveitamento integral do potencial que o sistema pode oferecer;
D) imprecisão geométrica dos elementos (pilares, vigas e lajes);
E) quebra de componentes durante a desforma;
F) movimentação incorreta das escoras permanentes;
G) fuga de concreto pelo “pé”do pilar quando do adensamento do mesmo;
H) desprendimento do assoalho já pregado;
I) abertura das fôrmas de viga durante a concretagem;
J) locação errônea dos pontos futuros de instalação;
K) locação errônea dos pontos de virada dos eletrodutos de instalação;
L) locação errônea das aberturas (shafts) sobre a laje.
A seguir, buscou-se analisar a ocorrência das falhas e a influência nos custos de produção,
de modo a possibilitar a priorização das ações. Os dados obtidos subsidiaram a elaboração
de Diagramas de Pareto. Como visto na Figura 1, o consumo de mão-de-obra superior à
previsão (item B) corresponde à principal falha observada, segundo a percepção dos
participantes. A Figura 2 ilustra uma ponderação entre a possibilidade de ocorrência da
falha e o impacto nos custos de produção. Percebe-se que os itens B, C, D e F são falhas
que tem alto custo associados. No entanto o item B, tem alta incidência e alto custo,
devendo ser priorizado quanto a tomada de ações por causar maior impacto no serviço.

6
5
4
3
2
1
0
A B C D E F G H I J K L

Figura 1 – Ocorrência de falhas no serviço de concretagem

3
6
5
4
3
2
1
0
A B C D E F G H I J K L

Figura 2 – Ponderação entre a ocorrência de uma falha e os custos de produção

Desta forma, o item “produtividade mão-de-obra superior à previsão inicial” compõe o


evento de topo da FTA. A FTA proporciona um encadeamento lógico das falhas de um
sistema, possibilitando a visualização das correlações entre uma causa primária ou
intermediária com o evento de topo. Deste modo, subsidia a elaboração da FMEA de
processo, visto que cada causa de falha, primária ou intermediária, pode ser convertida em
uma FMEA. A visualização na FTA também facilita o estabelecimento de relações entre
efeito e causa no formulário da FMEA.

Procurou-se utilizar o menor número possível de ramificações nos níveis mais altos da
árvore, expandindo-as nos níveis mais baixos (Figura 3). A montagem da árvore de falhas
permitiu desdobrar o evento de topo em causas intermediárias e básicas. Cada uma dessas
causas pode ser expressa como um FMEA diferente.

A árvore de falhas da Figura 3 corresponde a uma “ramificação” completa do evento de


topo, sendo desenvolvida até as causas básicas, contidas em círculos. Observando a Figura
3, vê-se que cada círculo ou causa básica “abre um caminho de falha” e que o bloqueio
dessa causa básica inviabiliza o caminho. O bloqueio de todas as causas básicas “fechará”
todos os possíveis caminhos de falha. No ramo mais baixo da árvore percebe-se que alguns
eventos não caracterizam uma causa básica, permitindo, assim, mais saídas, até que se
chegue as suas causas básicas.

Caso fosse usada apenas a FTA nesta análise de falhas, o passo seguinte seria o de atribuir,
aos eventos de nível mais básico, probabilidades de falha, a partir de dados técnicos da
literatura, análise dos históricos de falha, etc. Calcularia-se então a probabilidade de falha
do evento de topo (HELMAN e ANDERY, 1996).

4
Produtividade da mão-de-obra superior àquela inicialmente
prevista

Fatores ligados ao Fatores ligados ao Anormalidades


conteúdo de contexto de
trabalho trabalho

Dificuldade na montagem n Ausência de ... ... Chuvas torrenciais ... n


...
das peças planejamento

Desmotivação dos Gerenciamento deficiente Falha na Ausência de encarregado


operários do processo comunicação do serviço

Dimensionamento Necessidades de Projeto de fôrmas Equipamentos Falta de qualificação da


incorreto da equipe reprogramação inconsistente inadequados mão-de-obra

Ausência de Ausência de Plano de desforma


Ausência de planta desenhos de deficitário
projeto de
de locação dos montagem escoramento
eixos e gastalhos

Figura 3 – Elaboração da árvore de falhas para o serviço de concretagem

Como está se trabalhando com outras ferramentas associadas, a etapa seguinte foi a
elaboração de uma planilha para a FMEA de processo para a “produtividade da mão-de-
obra superior à previsão”. A implementação da FMEA parte da definição da função da
etapa do processo. Em seguida, relacionam-se os tipos de falhas, os efeitos, as causas, a
ocorrência e os mecanismos de prevenção, permitindo identificar problemas que não
tinham sido antecipados, bem como a priorização das ações.

Os índices empregados na FMEA de processo elaborada foram obtidos por meio de


critérios qualitativos, ou seja, baseando-se na expectativa dos autores do trabalho, em
relação às probabilidades de ocorrência. A adoção de critérios quantitativos demandaria a
estimativa das probabilidades de ocorrência, tarefa que foge ao escopo do trabalho.

Neste caso, a função consiste na “montagem e desmontagem de fôrmas de lajes, vigas e


pilares do pavimento tipo. O modo de falha se refere à “ausência de um planejamento para
produção”. Os principais efeitos observados foram a “queda na produtividade da mão-de-
obra” e a “necessidade de reprogramação dos serviços”. As causas são então enumeradas,
assim como os valores referentes à ocorrência, gravidade, facilidade de detecção. O
produto dos três fatores citados gera o índice de risco, classificado conforme a pontuação
disposta no canto inferior direito da Tabela 2. As ações gerenciais devem ser priorizadas
em função do índice de risco de uma determinada causa, com a finalidade de suprimir as
causas críticas (Tabela 2), tais como “projeto de fôrmas inconsistente”, “dimensionamento
incorreto da equipe de fôrmas” e “falta de qualificação da mão-de-obra”, considerados
moderadamente arriscados.

5
O “dimensionamento incorreto da equipe de fôrmas” apresenta alta ocorrência (7);
gravidade moderada (6) e pequena probabilidade de detecção para ações corretivas (5).
Assim, possui um índice de risco equivalente a 210. A recomendação proposta prevê o Uso
de métodos de dimensionamento de equipes em função de indicadores de produtividade.
Os campos à direita do formulário tem como finalidade registrar as ações tomadas e
monitorar o comportamento dos índices após a aplicação das medidas preventivas.

As propostas de uma FMEA de produto ou processo podem subsidiar a confecção de um


Plano de Ações, contendo:

• a priorização das ações;


• o escopo de cada ação;
• a definição de responsabilidades;
• a disponibilização de recursos humanos e materiais;
• as metas a serem cumpridas em um determinado período.

6
Nome do Função do Falhas possíveis Atual Ação Preventiva Atual
processo processo Modo Efeito (s) Causa (s) Controles Índices Índices
atuais O G D R Recomendações Ação tomada O G D R Responsável
Execução da Montagem e Ausência de Queda na Projeto de fôrmas Nenhum 7 8 3 168 Qualificação do Reuniões com 3 8 3 72 João
estrutura desmontagem de planejamento para a produtividade inconsistente projetista de fôrmas projetista de
fôrmas de lajes, produção da mão-de-obra fôrmas
vigas e pilares do Dimensionamento incorreto Nenhum 7 6 5 210 Uso de métodos de Elaboração de 2 6 5 60 José
pavimento tipo da equipe de fôrmas dimensionamento de procedimento
equipes em função de para
indicadores de dimensionamento
produtividade de equipes
Falta de qualificação da mão- Nenhum 6 5 5 150 Treinamento da mão- Programa mensal 3 5 5 75 Pedro
de-obra de-obra de treinamento de
subempreitada mão-de-obra
Indefinição das tarefas Nenhum 4 6 6 144 Definição clara das Reuniões com a 1 6 6 36 Paulo
onerando o pagamento dos tarefas a serem subempreiteira
operários executadas para definição
das tarefas
Sistema de transporte Nenhum 3 4 2 24 Dimensionar o uso Instituir planos de 2 4 2 16 Mateus
vertical em conflito com dos equipamentos de ocupação dos
outros serviços transporte equipamentos
Necessidade de Controle dos serviços Nenhum 8 4 1 32 Orientação e Revisão dos 4 4 1 16 Francisco
constantes inadequado treinamento do eng procedimentos de
reprogramações residente controle
dos serviços Ausência de procedimentos Nenhum 5 6 2 60 Desenvolver Implantação de 2 6 2 24 Antônio
de execução e inspeção dos procedimentos sistema da
serviços qualidade
Atrasos nos serviços Nenhum 5 7 3 105 Visão sistêmica no Implantação de 2 7 3 42 Marcos
concomitantes planejamento dos método
serviços ferramentas para
auxílio ao planej.
Modos de análises de falhas Nenhum 6 5 4 120 Ampliar uso das Criação de mapa 3 5 4 60 Lucas
não atingindo todos os ferramentas gerenciais de detecção de
processos falhas
Data da análise original: 20/11/00 Data da revisão: 25/04/01
Probabilidade de ocorrência Gravidade Detecção Risco
Improvável 1 Apenas perceptível 1 Alta 1
Muito pequena 2a3 Pouca importância 2a3 Moderada 2a3 Baixo 1 a 135
Moderada 4a6 Moderadamente grave 4a6 Pequena 4a6 Moderado 135 a 800
Alta 7a8 Grave 7a8 Muito pequena 9 Alto 801 a 1000
Alarmante 9 a 10 Extremamente grave 9 a 10 Improvável 10

Tabela 2 - Exemplo de elaboração de uma FMEA (O = ocorrência, G = gravidade, D = facilidade de detecção, R = Índice de Risco)

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Após a implementação do Plano de Ação, pode-se revisar a análise e atualizar os índices, a
fim de verificar os avanços obtidos e o cumprimento das metas originais. Após uma revisão
(hipotética), verificou-se que o índice de risco da causa “dimensionamento incorreto da
equipe de fôrmas” foi reduzido de 210 para 60, ao longo de um período de doze meses, por
meio da implantação de método de dimensionamento de equipes, como pode ser visto na
Tabela 2. Pode-se ainda confeccionar um Diagrama de Pareto (Figura 4) para comparar o
índice de falhas no período anterior e atual (colunas pretas e cinzas respectivamente).

250
200
150
100
50
0

..
r..

..
..
f..
...

..

o.
...

...

d.
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Figura 4 – Diagrama de Pareto com os índices de risco anteriores e atuais

Analisando-se a Figura 4, percebe-se uma redução significativa dos índices de risco


relacionados às causas das falhas, indicando que os procedimentos adotados alcançaram
êxito. Em uma etapa subseqüente, pode-se identificar novas ações com o intuito de
melhorar continuamente o processo.

Verificou-se que o emprego das ferramentas da qualidade no serviço de fôrmas


possibilitou:

• levantar os diversos tipos de falhas possíveis;


• analisar a ocorrência das falhas e o impacto nos custos do processo de produção;
• correlacionar um evento de topo com as causas primárias e intermediárias;
• selecionar um modo de falha, relacionando os efeitos, as causas, os mecanismos de
prevenção e a priorização das ações, com base na ocorrência, na gravidade e na
facilidade de detecção;
• monitorar a melhoria nos índices ao longo da implementação do Plano de Ação.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Reduzindo-se o número das falhas potencialmente prejudiciais ao bom andamento dos


serviços, mediante uma atuação proativa junto as suas principais causas, estar-se-á
diminuindo o número de reprogramações e, por conseguinte, reduzindo os custos da obra.

O uso das ferramentas e técnicas da qualidade, conforme proposto neste trabalho, mostrou-
se capaz de auxiliar sobremaneira o gerenciamento de obras de construção civil, haja vista
a eficiência e facilidade de aplicação encontradas durante o estudo.

Observa-se ainda que o microplanejamento pode se tornar uma ferramenta realmente


potente quando realizado num cenário onde as falhas inerentes ao processos de produção
sejam, sempre que possível, antecipadas.

5. AGRADECIMENTOS

Os autores gostariam de agradecer às diversas construtoras, fornecedores e Institutos


ligados à Construção que têm viabilizado um contínuo trabalho conjunto Universidade-
Empresas sobre a gestão da mão-de-obra. Em especial, cabe o agradecimento à FAPESP,
que têm dado um apoio decisivo a estes trabalhos.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1990) Gestão da


qualidade e elementos do sistema da qualidade – Diretrizes. NB 9004/ISO 9004. Rio de
Janeiro.

DELLARETTI, O. F. (1996) As sete ferramentas do planejamento da qualidade. Editora


Fundação Cristiano Ottoni, Belo Horizonte, 183 p.
FREITAS, M.A; COLOSIMO, E.A. (1997) Confiabilidade: análise de tempo de falha e
testes de vida acelerados. Editora Fundação Cristiano Ottoni, Belo Horizonte, 309 p.
HELMAN, H; ANDERY, P. (1996) Análise de Falhas. Aplicação de FMEA e FTA.
Editora Fundação Cristiano Ottoni, Belo Horizonte, 156 p.
SHIBA, S.; GRAHAM, A.; WALDEN, D. (1997) TQM: quatro revoluções na gestão da
qualidade. Porto Alegre: Artes Médicas, 402p.