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DR.

BRUNO NAZAR

5 CHÁS
PODEROSOS
PARA
DIABETES
EXPLORE OS BENEFICIOS DAS PLANTAS
AO FAVOR DA SUA SAÚDE

WWW.COMOTRATARMINHADIABETES.COM.BR
Sobre o autor
Dr. Bruno Nazar é médico, pós-graduado em Endocrinologia e Metabologia,
Medicina Aeroespacial e pesquisador de medicinas alternativas para o tratamento
adjuvante do Diabetes Mellitus. Sua busca por tratamentos novos e naturais para
melhorar a vida dos Diabéticos , o faz viajar o mundo em busca de conhecimento, e
descobertas incríveis para ajudar seus pacientes e milhares de diabéticos.

Missão

Preservar a saúde e a qualidade de vida das pessoas, a partir da criação de livros


que possam ajudar todos os portadores de Diabetes Mellitus. Mostrando a
possibilidade e inclusive a importância da natureza e o estilo de vida na
manutenção e controle desta enfermidade.

Visão

Fornecer uma leitura de fácil compreensão e ajudar a maior quantidade possível de


diabéticos, mostrando os benefícios e a possibilidade de usar a natureza ao nosso
favor.

Valores

Educação e formação de pessoas.


Disposição e energia positiva.
Responsabilidade social.
Respeito e valorização do ser humano.
Responsabilidade.
Transparência.

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Prefácio
A sociedade humana , vem por toda sua existência utilizando de ervas e plantas
para tratar todas as doenças possíveis . 

Após o surgimento da indústria farmacêutica , as pessoas cada vez mais , utilizam


fármacos sintéticos  para  auxiliar no tratamento de suas doenças. 

No entando os tratamentos milenares, que continham diversos tipos de chás e


plantas , foram deixados de lado. 

Com tudo, este livro vem, para auxiliar os pacientes e mostrar, que tratamentos
naturais podem auxiliar os tratamentos com fármacos, podendo melhorar ainda
mais a qualidade de vida dos diabéticos, ajudando a melhorar a saúde em geral,
apenas com consumo de plantas naturais, proporcionando bem estar, e uma vida
mais leve e feliz ...

O objetivo deste livro vai muito além deste texto, você receberá via email um link
para participar do PROGRAMA DIABETES CONTROLADO, um grupo virtual no qual
estaremos juntos nesta causa, compartilhando as pesquisas em desenvolvimento,
resultados e esclarecendo eventuais dúvidas de nossos leitores.

Que este livro seja um instrumento abençoado para auxiliar a vida de milhares de
diabéticos em todo mundo !

Boa leitura e que desfrutem os ensinamentos !

Atenciosamente;

Dr. Bruno Nazar


Indice

1) O que é Diabetes Mellitus ?

2) A história do Diabetes Mellitus, como era o tratamento antigamente.

3) Tipos de Diabetes Mellitus.

4) Como funciona o tratamento natural para o Diabetes.

5) Os 5 chás poderosos para o tratamento do Diabetes.

6) Substâncias que auxiliam no controle do diabetes.

7) Programa Diabetes Controlada.


O que é Diabetes Mellitus ?
Para entendermos como esses tipos de chás para diabetes funcionam para baixar a
glicemia (açúcar no sangue), é preciso primeiramente compreender o que é
diabetes. Sei que no começo de qualquer leitura desse tipo estamos ansiosos, mas
acredite é muito importante conhecer um pouco sobre a tão conhecida Diabetes.

Quando comemos um macarrão, por exemplo, nosso corpo converte seus


carboidratos em uma forma mais simples de energia, que é exatamente a glicose
(açúcar). Para que nosso organismo tenha energia para todas as suas funções, essa
glicose precisa entrar nas células.

Esse processo é feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido no


pâncreas. É como se a insulina fosse uma chave, que serviria para abrir as
fechaduras de cada célula e permitir a entrada da glicose.

Em diabéticos, porém, esse mecanismo não funciona como deveria. Por uma série
de fatores, o corpo pode começar a ter dificuldade de enviar essa glicose para
dentro das células.

Isso acarreta um aumento na concentração de açúcar no sangue acarretando na


temida hiperglicemia que pode ser de diferente intensidade (leve, moderada a
grave), o que pode causar efeitos graves e até mesmo a morte destas células que
não recebem energia.

Por tanto quando dizemos que uma pessoa tem Diabetes mellitus, ou
simplesmente diabetes, nos referimos que ela possui alguma alteração no
organismo chamada doenças metabólicas nos quais se resumem em níveis
elevados de glicose no sangue durante um longo intervalo de tempo. Os sintomas
da elevada quantidade de glicose incluem necessidade frequente de urinar e
aumento da sede (polidipsia) e da fome (polifagia).

Quando não é tratada, a diabetes pode causar várias complicações. Entre as


complicações a curto prazo (agudas) estão a cetoacidose, coma hiperosmolar
hiperglicémico ou morte. Entre as complicações a longo prazo estão doenças
cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais, doença renal crónica, úlceras no
pé e retinopatia diabética

Os principais fatores de risco para diabetes mellitus são:

- Idade acima de 45 anos;


- Obesidade;
- História familiar de diabetes em parentes de 1° grau;
- Diabetes gestacional;
- Hipertensão arterial;
- Colesterol e/ou Triglicerídeos elevados;
Quais os tipos de Diabetes
Mellitus ?
– Diabetes do tipo 1

Nesse caso específico, o sistema imunológico do organismo passa a atacar o


próprio pâncreas, destruindo as células que sintetizam insulina. Por esse motivo,
se diz que a diabetes do tipo 1 é uma doença autoimune.

O tratamento deste tipo de diabetes envolve o uso de injeções de insulina,


necessárias para retirar a glicose do sangue e enviá-la até as células de todos
nossos órgãos e tecidos.

– Diabetes do tipo 2

Este é o tipo mais comum da doença, que acomete majoritariamente adultos e


engloba cerca de 90% das pessoas com diabetes.

Portadores da diabetes do tipo 2 geralmente não necessitam de injeções de


insulina, pois na maioria dos casos seus organismos são capazes de produzi-la. O
que ocorre, porém, é que suas células se tornam resistentes ao hormônio, o que,
como já sabemos, leva a um acúmulo de glicose na circulação.

Diferentemente da diabetes do tipo 1, a do tipo 2 pode ser controlada – e até


mesmo revertida – com mudanças nos hábitos e o uso de plantas medicinais com
atividade hipoglicemiante – isto é, que fazem a insulina "voltar a funcionar" mas
especificamente diminuindo a resistência das células, consequentemente
reduzindo ou até mesmo normalizando os níveis de glicose no sangue.

Diabetes Gestacional

É o aumento da resistência à ação da insulina na gestação, levando aos aumento


nos níveis de glicose no sangue diagnosticado pela primeira vez na gestação,
podendo - ou não - persistir após o parto. A causa exata do diabetes
gestacional ainda não é conhecida, mas envolve mecanismos relacionados à
resistência à insulina.

Outros tipos de diabetes

Esses tipos de diabetes são decorrentes de defeitos genéticos associados a outras


doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser:

- Diabetes por defeitos genéticos da função da célula beta


- Por defeitos genéticos na ação da insulina
- Diabetes por doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia,
hemocromatose, fibrose cística etc.)
- Diabetes por defeitos induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos,
corticoides, betabloqueadores, contraceptivos etc.).
A História da Diabetes, como
era feito o tratamento
antigamente ?
Entender um pouco sobre a história da diabetes é extremamente importante, vamos
ver que essa doença e cheia fatos históricos importantes e curiosos.

O papiro de Ebers, foi descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872, no Egito, é o
primeiro documento conhecido a fazer referência a uma doença no qual as pessoas
da época urinavam muito, inclusive sugeria até receitas a base de ervas.

Estima que este documento foi escrito por volta de 1500 AC. Mas foi somente no
século II DC, na Grécia Antiga, que esta doença recebeu o nome de diabetes.

Este termo, que foi postulado por Araeteus, discípulo de Hipócrates, significa
“passar através de um sifão” e se refere ao fato dos pacientes urinarem muito), o
que caracterizava a doença, e parecia à drenagem de água através de um sifão.

Araeteus observou também a associação entre poliúria (urinar muito), polidipsia


(muita sede), polifagia (muita fome) e astenia (cansaço). Mais adiante, médicos
indianos teriam sido os primeiros a detectar a provável doçura da urina de pacientes
com diabetes, no que foram seguidos por chineses e japoneses. Isso foi feito a partir
da observação de que havia maior concentração de formigas e moscas em volta da
urina de pessoas com diabetes.

Mas somente no século XVIII, na Inglaterra. Um pequisador provou a urina de um


paciente com diabetes e constatou que era “doce como mel” e em seguida aqueceu a
urina até o evaporar agua existente, formando um resíduo açucarado no fundo do
recipiente, fatos que mostrava que pessoas com diabetes eliminavam açúcar pela
urina.

Foi por volta de 1769, que o termo mellitus (mel, em latim) começou a ser usado para
diferenciar os tipos de diabetes.

E em meados do século XIX foi sugerido que existiriam dois tipos de diabetes, um em
pessoas mais jovens, e que se apresentava com mais gravidade, e outro em pessoas
com mais idade, de evolução não tão severa, e que surgia mais frequentemente em
pacientes com peso excessivo.
No ano de 1921, foi descoberta a insulina, denominada na época por isletina
pela sua origem em uma região do pâncreas chamada ilhotas de Langerhans.
Então pesquisadores começaram a extrair um extrato do pâncreas de animais
como cães e aplicando em pacientes com diabetes, foram observando que os
mesmos estavam apresentando melhora considerável dos sintomas da doença.

A descoberta da insulina representa a maior conquista para o tratamento da


doença. Banting recebeu o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta.
A primeira injeção de insulina foi realizada em 11 de janeiro de 1922 em um
homem chamado Leonard Thompson, com finalidade terapêutica.

Desde o início notava-se que havia casos mais brandos de pessoas com
diabetes. Certamente todas as atenções estavam voltadas para aqueles que
tinham a doença mais grave, mas a partir da descoberta da insulina ficava cada
vez mais claro que muitos pacientes talvez nem necessitassem dela,
conseguindo um controle razoável apenas com dieta e exercícios. Começou-se
então a pensar no desenvolvimento de medicamentos orais para o diabetes (a
própria insulina, quem sabe). Mas a insulina oral foi um fracasso, pois sua
absorção é extremamente baixa.

Bem, voltemos a 1925. Com a descoberta da insulina, os pacientes podiam ter


uma vida normal, casar, ter filhos, e principalmente, viver mais de um ano. Para
isso, porém, precisavam usar a insulina, e mais, saber quanto estava a glicemia.
À época, era difícil saber a glicemia exata, uma vez que exames de sangue eram
caros e difíceis de fazer. O método mais utilizado era a verificação da
glicosúria, ou seja, ver se existia glicose na urina.

Em 1927, uma medicação oral, derivada da planta conhecida como “lilás


francês” foi anunciada como alternativa à insulina. Curiosamente, essa
medicação não tinha efeito em crianças, entretanto um efeito interessante em
adultos, principalmente naqueles que a insulina tinha dificuldade de agir, mas
por não bater os efeitos milagrosos da insulina na época, ele foi esquecido por
por alguns anos.

O “Lilás francês” cujo nome cientifico é Galega officinalis, amplamente usada


na Europa desde a Idade Média como um tratamento popular para a diabetes.
Foi amplamente estudado e descobriram que o composto químico responsável
pelo efeito hipoglicemiante da planta era o denominado galegina, um derivado
da guanidina. Porém este composto, guanidina por si só é tóxico demais para
ser usada como medicamento neste momento, entretanto os pesquisadoram
insitiram em tentar encontrar um derivado desta planta que não fosse tão
toxico.

Foi em 1950, que o lilás francês teve seus estudos concluídos, o princípio ativo
foi isolado, e foi descoberta a dose exata em que ele não era tóxico, e fazia bem
– vejam, demorou 14 anos para que isso fosse concluído! Foi chamado de
“metformina”, e liberado para uso na Europa, a partir da síntese em
laboratórios alemães. Só em 1955 que o FDA (Food and Drugs Administration, o
órgão que regulamenta medicamentos e comida nos Estados Unidos, é como a
ANVISA de lá) aprovou o uso de medicamentos orais para o diabetes nos EUA.
A metformina, em si, só seria aprovada em 1994. No Brasil, faz parte do
programa Farmácia Popular do Ministério da Saúde
Como funciona o tratamento
natural para a Diabetes
Mellitus ?
Antes de começar a comentar sobre os tratamentos naturais para o Diabetes
Mellitus, vou contar uma pequena história. Por volta de 1780, um médico inglês
chamado Dr William Withering encontrou uma senhora que conseguia tratar seu
grave problema de coração com um chá de ervas locais. Após investigar o preparado,
o médico descobriu que ele continha extrato de uma planta chamada Digitalis lanata
e que este era principio que exercia seus efeitos sobre o coração.

O médico então convocou diversos pacientes com problemas de coração


(Insuficiência Cardíaca) e conseguiu uma melhora significativa dos sintomas dos
pacientes com o uso desta planta. Estava descoberta a Digoxina, um dos
medicamentos mais importantes para o tratamento de diversos problemas
cardíacos.

Com o uso cada vez maior da digoxina, descobriu-se que, quanto maior a dose,
maiores os efeitos colaterais. Os efeitos adversos da medicação incluem perda do
apetite, náuseas, vômitos, diarreia, tonteira, insônia, agitação, pesadelos, arritmias
cardíacas e até mesmo alterações visuais. Em doses muito elevadas, pode ser fatal.

Passada esta pequena introdução, vamos ao que importa. Muitas plantas possuem
substâncias em sua estrutura que exercem diversos efeitos no corpo humano. Estes
efeitos podem trazer benefícios para diversas doenças. Mas, assim como a Digitalis
lanata, estes efeitos podem estar associados também a vários efeitos colaterais,
alguns deles extremamente graves.

Bom agora que você já sabe o que é a Diabetes, assim como um pouco da sua
história, tipos e complicações, irei expor no próximo capitulo os 5 chás mais
poderosos utilizados para uso terapêutico, resumi aqueles que possuem o maior
percentual de evidencias cientificas em promover redução da glicemia através de
vários "caminhos" metabólicos, atuando tanto no fígado, pâncreas, músculos e
facilitando a ação da insulina produzida pelo nosso organismo.

É importante ressaltar que todo tratamento, inclusive o natural, deve ser feito sob
recomendação e supervisão médica.
5 Chás poderosos para o
tratamento da Diabetes
1. Chá Verde

Com alto teor de compostos antioxidantes, o chá verde é certamente um dos


melhores tipos de chá para diabetes que existem. Inúmeros estudos comprovam que
o chá preparado a partir das folhas secas e não fermentadas da Camellia
sinensis pode ajudar no controle da glicemia.

Entre outros benefícios, o chá verde ajuda a retardar a conversão dos carboidratos
provenientes de alimentos ricos em amido (como o pão e a batata, por exemplo) em
glicose.

Para ser digerido, o amido necessita da amilase, uma enzima que “quebra” os
carboidratos em açúcares simples – que podem de fato ser absorvidos na circulação.

Os polifenois do chá verde inibem a amilase (um estudo demonstrou que o extrato
de chá verde foi responsável por uma redução de 87% na atividade da enzima).
Como resultado, menos açúcar atinge a corrente sanguínea, e menor será o impacto
na glicemia.

Em outro trabalho científico, desenvolvido desta vez no Japão, pesquisadores


observaram que pessoas que tinham o hábito de tomar seis ou mais xícaras de chá
verde por dia apresentavam um risco 33% menor de desenvolver diabetes do tipo 2
em comparação a quem tomava menos de uma xícara por semana.

Para um melhor controle da glicemia, o melhor horário para tomar chá verde é
durante ou imediatamente após as refeições – sobretudo aquelas com maior teor de
carboidratos.

– Como preparar chá verde: leve uma xícara de água ao fogo, e retire logo antes de
iniciar a fervura. Acrescente à água 1 colher de sobremesa de folhas de chá verde e
deixe abafar por 3 minutos. Coe e tome morno ou frio.
5 Chás poderosos para o
tratamento da Diabetes
2. Chá de Camomila

Além de ter propriedades calmantes e digestivas, a camomila também pode ser


utilizada para controlar a diabetes.

Segundo um estudo publicado em 2008 no "Journal of Agricultural and Food


Chemistry", Jornal de Química Agrícola e Alimentar dos Estados Unidos, a planta
medicinal pode reduzir a taxa de glicose na circulação e aumentar o estoque de
açúcar na forma de glicogênio no fígado.
Esse efeito da camomila ajuda a prevenir a hiperglicemia, que é exatamente o
aumento da concentração de glicose no sangue.

Outro benefício deste chá para diabetes é que, de acordo com uma pesquisa
divulgada no Journal of Natural Medicines, a planta protege as células beta do
pâncreas contra o estresse oxidativo causado pela hiperglicemia (a constante
elevação do açúcar no sangue danifica as estruturas responsáveis pela produção de
insulina).

– Como fazer o chá de camomila: coloque duas colheres de flores de camomila em


uma xícara e em seguida despeje água quente. Deixe em infusão por 3 minutos.
5 Chás poderosos para o
tratamento do Diabetes
3. Chá de Pata-de-Vaca

As folhas da Bauhinia forficata são utilizadas há décadas na medicina popular


brasileira para o tratamento da hiperglicemia.

Pesquisadores nacionais estudam a planta conhecida como insulina vegetal desde


meados do século passado, e já conseguiram comprovar em laboratório alguns dos
benefícios da pata-de-vaca na redução da glicemia.
Dois estudos publicados em 2002 demonstraram que ratos diabéticos submetidos ao
tratamento com a erva medicinal apresentaram uma redução significativa na
concentração de glicose no sangue e na urina.
Esses resultados devem-se à ação de fitoquímicos como astragalina e guanidina
presentes nesta planta.

Ainda não se sabe com certeza como funciona o mecanismo por trás da atividade
hipoglicemiante da pata-de-vaca, mas pesquisadores acreditam que a planta iniba a
neoglicogênese (processo metabólico formador de glicose a partir de outros
elementos, realizado principalmente em nosso fígado).

Sendo este processo responsável pela produção de glicose a partir de outros


compostos que não os carboidratos, isso significaria que a pata de vaca favorece o
controle da glicemia porque reduz a formação de glicose, e não a sua absorção.

De qualquer maneira, ainda que não se conheça exatamente como a pata de vaca
funciona para baixar a glicemia, já está comprovado que ela é um ótimo remédio
natural contra a diabetes.
Vale ressaltar porém que, como já ocorre com outras plantas de ação tão potente, é
necessária orientação médica antes de fazer o uso da pata de vaca em combinação
com outros medicamentos para controlar o açúcar no sangue.

– Como preparar chá de pata de vaca: adicione duas folhas da planta em uma xícara
de água fervente. Deixe abafar por 10 minutos e tome sem adoçar.
5 Chás poderosos para o
tratamento do Diabetes
4. Chá preto

O chá preto é outro tipo de chá para diabetes produzido a partir das folhas
de Camellia sinensis. Pesquisadores descobriram que o chá contém polissacarídeos
que inibem a ação da alfaglicosidase e da alfa-amilase, duas enzimas envolvidas na
conversão e absorção do amido dos alimentos.

Um estudo publicado em 2012 no periódico Preventive Medicine examinou os efeitos


do chá preto sobre a glicemia em adultos saudáveis. Participantes consumiram o chá
diariamente durante 12 semanas, após as quais foi constatada uma redução de 18%
nas taxas de açúcar no sangue.

O chá também foi responsável por uma diminuição significativa nos valores de
triglicérides e colesterol LDL dos voluntários.

Revisões científicas de estudos envolvendo mais de 300.00 pessoas demonstraram


que a ingestão de três a quatro xícaras de chá preto ao dia está associada a uma
redução de 25% no risco de desenvolver diabetes.

– Como fazer o chá preto: ver modo de preparo do chá verde.


5 Chás poderosos para o
tratamento do Diabetes
5. Chá de Sálvia

A sálvia (Salvia officinalis) contém um composto conhecido como ácido rosmarínico,


que pode atuar no controle da concentração de glicose no sangue.

Em uma pesquisa publicada em 2011 no Molecular Nutrition and Food Research,


animais de laboratório receberam chá de sálvia diariamente, durante duas semanas.
Como resultado direto do uso da planta, foi observada uma redução nas taxas de
glicose em jejum dos roedores.

Além disso, os animais submetidos ao tratamento com sálvia apresentavam menor


elevação dos níveis de açúcar no sangue logo após consumirem refeições contendo
carboidratos.

Para os autores da pesquisa, a erva medicinal atua diretamente no intestino,


interferindo de maneira positiva no mecanismo de absorção da glicose.

Outros estudos indicam que a sálvia estimula a atividade da insulina em diabéticos e


também melhora o funcionamento do fígado, inibindo enzimas que podem causar
uma queda drástica na glicemia.

– Preparo do chá de sálvia: Leve ao fogo uma chaleira com um litro de água e 2


colheres de sopa de folhas de sálvia. Desligue assim que iniciar a fervura. Tampe e
abafe por 10 minutos. Coe e tome ao longo do dia.
Substâncias que auxiliam no
controle do Diabetes
Existem diversas substâncias na natureza que vêm sendo estudadas por sua atuação
na prevenção e tratamento da diabetes. Contudo, é imprescindível sempre monitorar
seus níveis de açúcar no sangue e de consultar seu médico periodicamente.

1. Ácido Alfa Lipóico

Ele está presente em alimentos como espinafre, brócolis, ervilha, fígado, levedura de
cerveja e couve-de-bruxelas. Diversos estudos relacionam a substância a uma
melhora do metabolismo da glicose e ao aumento da sensibilidade à insulina. Além
disso, pesquisas indicam que ele pode contribuir para a redução de lesões em no
sistema nervoso, doença chamada neuropatia periférica resultante da diabetes.
Suplementos em cápsula de ácido alfa lipóico ajudam a reduzir os níveis de açúcar
no sangue, sendo um ótimo remédio natural para diabetes.

2. Gymnema (Gymnema sylvestre)

A planta é utilizada no tratamento para diabetes na medicina Ayurveda há mais de


2000 anos. O vegetal é natural das florestas tropicais da Índia e da África e tem
sido muito estudado por suas propriedades de reduzir os níveis sanguíneos da
glicose por diminuir sua absorção intestinal. Outros efeitos secundários que também
têm sido relacionados à ingestão da planta são relacionados às reduções de peso e
de colesterol.

3. Crômio

O cromo ou crômio pode ser encontrado em alimentos, como na levedura de cerveja,


em ostras, fígado, queijo, bananas, oleaginosas, na forma de crómio trivalente
(Cr3+). A deficiência desse mineral está associada a alterações relacionadas com a
diabetes, como resistência à insulina, diminuição de seus receptores, intolerância à
glicose e incapacidade de a utilizar como fonte de energia. A suplementação de
cromo aumenta a sensibilidade à insulina.

4. Canela

A canela, além de saborosa, pode ser uma aliada no tratamento da diabetes. O uso
regular da especiaria auxilia na regulação dos níveis de açúcar no sangue e do
colesterol.
Substâncias que auxiliam no
controle do Diabetes
5. Betaglucana

Ela é encontrada em cereais, como a aveia, em cogumelos, leveduras e na cevada.


Fibras são muito importantes para a manutenção da saúde. As betaglucanas são
fibras altamente viscosas e sua ingestão está relacionada à atenuação da resposta
glicêmica e insulínica. Por isso, têm sido estudadas como eficientes na redução dos
níveis de colesterol e dos níveis sanguíneos de glicose. A fibra é um
excelente remédio natural para diabetes e sua ingestão, aliada ao tratamento, é
recomendada para modular a glicemia e a necessidade de insulina.

6. Mirtilo

O consumo de frutas está relacionado à redução da possibilidade de


desenvolvimento de diversas doenças. O mirtilo ou blueberry está relacionado à
prevenção da diabetes. Além disso, é útil no tratamento por apresentar propriedades
que diminuem a resistência à insulina.
Programa Diabetes
Controlada
O objetivo desse livro vai muito além desses ensinamentos, tenho um compromisso
em ajudar a maior quantidade de diabéticos possível mediante o compartilhamento
de informações úteis e atualizadas. Ao adquirir esse livro você já estará fazendo
parte de um grupo de leitores no Whatsapp onde vamos poder interagir e aprender
informações confiáveis.

Ao adquirir este livro você irá receber um email com as instruções para a participar
do programa gratuitamente.

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