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RICARDO DE SOUZA FRANCISCO

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PORTFÓLIO DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM - RESUMO

Trabalho apresentado ao Centro


Universitário Claretiano para a disciplina de
Comunicação e Linguagem, ministrada pela
Tutora Amanda Cristina Martins Raiz.

CAMPINAS
2020
Resumo: Ao pensarmos sobre uma definição conceitual do que é
considerado um texto entendido como bom, ruim, ou aceitável, devemos nos
lembrar das formas de comunicação que conhecemos: verbal (fala, literatura,
jornal, revista científica, entre outros), e não verbal (imagens, gestos, placas de
trânsito, e afins). Para realmente compreender a produção de texto, precisamos
entender que ele pode ser escrito ou não, e atua na comunicação
socioeducativa. Importante ressaltar que um texto para ser considerado como
tal, deve ter seu sentido compreendido pelo receptor. Todos os elementos que
fazem parte da estrutura textual legitimam e conectam os argumentos
apresentados.

Fazer um texto ser compreendido depende de alguns fatores que não


estão sob o controle do autor, mas não são descartados por ele ao escrever,
tendo em vista que o contexto sociocultural em que estão inseridos tanto o autor,
quanto o leitor, influenciam diretamente na produção e na recepção da
informação. Dentro da ordem prática e objetiva dos elementos que constituem
um texto, podemos citar sete fatores pragmáticos da textualidade.

Coerência e coesão são fatores determinantes na qualidade de um texto


bem estruturado, elas contribuem com a relação semântica entre os elementos
da narrativa. A coerência refere-se ao sentido do texto em si, e depende tanto
do autor quanto do leitor do texto, que precisa estar ciente do conteúdo
apresentado. A coesão trata da maneira como são organizadas as relações e
conceitos expressos no texto. Temos a intencionalidade, que se refere ao
propósito do texto, relacionado diretamente ao seu objetivo; a aceitabilidade diz
respeito à relevância do texto, e depende do recebedor; a situcionalidade é a
adequação do texto à sua situação sociocomunicativa. Outros fatores
importantes são: a informatividade, que está relacionada à suficiência de dados
que um texto precisa possuir para que seja entendido em seu sentido pretendido;
e a intertextualidade, que é a relação com outros textos, que precedem ou
sucedem o discurso base, ou ainda discursos implícitos ou subliminares. Todos
estes elementos são fundamentais para a construção de um discurso claro e
objetivo, que atende as expectativas tanto do produtor quanto do recebedor.
Referências

COSTA VAL, M. G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,


1991.

ZAMPRONEO, S.; ALEIXO, F. Língua Portuguesa. Batatais: Claretiano,


2013.

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