Você está na página 1de 10

Curiosidades Sobre os Índios

Cada tribo tem seu jeito de distribuir as tarefas entre seus membros. Há trabalhos
que são feitos pelas mulheres: trabalhos agrícolas, desde o plantio até a colheita, coleta de
frutos da floresta, fabricação de farinha, comida e demais serviços domésticos, e o cuidado
com as crianças. E os outros que normalmente são feito pelos homens, como: derrubada do
mato e preparação da terra, caça e pesca, fabricação de canoas, construção de casas,
expedições guerreiras e proteção das mulheres, crianças e velhos.
Os casamentos variam muito de uma tribo para outra. Geralmente são realizados
entre os membros da mesma tribo. Algumas tribos permitem apenas monogamia, mas já em
outras a poligamia também é permitida.
Os Índios respeitam muito uns aos outros e são muito carinhosos, principalmente
com as crianças.
Eles convivem em contato permanente com a natureza. Por isso mesmo conhece a
natureza e sabe viver em equilíbrio com ela, sem destruí-la. A venenos que são usados
pelos índios para pesca e a caça, entre eles são usados o timbó, que é jogado na água, e o
curare colocado na ponta das lanças para a caça dos animais.
O índio também consegue modificar a cor das penas dos pássaros. Essa técnica tem
o nome de tapiragem.
Da borracha os índios faziam bolas e outros objetos. Outros conhecimentos dos
indigenass estão ligados sobre a alimentação. Foram eles que descobriram, por exemplo,
que era possível retirar o veneno da mandioca venenosa, tornando-a comestível.
Tudo isso muito mais o índio aprendeu em muitos anos de estreita convivência com
a natureza. É um conhecimento que ele começa a aprender desde criança, em contato direto
com os adultos, sem necessidade de escola.
Os indígenas gostam muito de arte. Tanto a arte que tem utilidades para o seu dia-a-
dia, como a fabricação de utensílios (redes, vasos de cerâmica, etc.) e armas, quanto a arte
que está ligada a seus rituais e festas, como a pintura do corpo, a arte plumária (feita de
penas de pássaro), os cantos e as danças.
Muitos índios são habilidosos em fazer trançado; com palha de diversos tipos e
pintadas com cores diferentes, fazem cestos de vários tamanhos e formas, que utilizam para
inúmeras finalidades. Trançando a palha, além de cestos, fazem também esteiras e redes,
cujo uso está hoje espalhado por todo Brasil.
A musica, a dança e a representação teatral também são encontradas em quase todas
as tribos. O maracá ou chocalho é um dos instrumentos musicais mais comuns.
Em 1993, conforme dados do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), existiam no
Brasil cerca de 230 povos indígenas, perfazendo um total aproximado de 250000 pessoas.
Segundo os estudiosos, na época das chegada dos portugueses, em 1500, havia no Brasil
cerca de 5 milhões de índios. Hoje estão reduzidos a 5% desse número, uma conseqüência
do extermínio a que foram sendo submetidos `as medida que o Brasil foi sendo ocupado
pelos colonizadores. Cerca da metade dos índios hoje existentes vive na região Norte.
Na Amazônia vivem cerca de 140000 indigenas, o qu corresponde a 60% de toda a
ppulaçao indígena do Brasil.
No dia 16 kde outubro de 19992, a índia quiche Rigoberta Menchú, da Guatemala,
recebeu o premio Nobel da Paz. Com 33 anos, Rigoberta teve reconhecido o seu trabalho
pela justiça social e respeito aos direitos indígenas em seu país e em todo o continente.
População indigena
Quando Pedro Álvares Cabral aportou em terras que hoje são da Bahia, em 22 de
abril de 1500, a população ativa do que viria a ser o Brasil devia somar cinco milhões de
índios. O cálculo é baseado em levantamentos recentes da etnologia, área da antropologia
que estuda a cultura dos povos naturais.
Desde então, as mortes por assassinatos, doenças contagiosas, perda de terras,
suicídios, guerras tribais e confinamentos que essa população fosse reduzida a 270 mil
índios, pouco mais que 5% da população original e menos que sobrou da Mata Atlântica. A
floresta que cobria toda a costa brasileira, a exemplo do índio, foi interpretada pelos
primeiros europeus como uma barreira à penetração e ocupações dos interiores da nova
terra.
Dela, sobraram 8%. Investigações feitas por pesquisadores, apontam, no final do
século 15, a existência de 1.175 diferentes línguas faladas por essa população original. Com
a extinção de um grande número de povos, ao longo de quase 500 anos, essas línguas foram
reduzidas a 170, faladas hoje por 206 diferentes etnias. Mesmo assim, essa situação faz do
Brasil um dos países mais ricos, senão o mais rico, em diversidade cultural, patrimônio
estratégico num mundo que se globaliza aceleradamente.
Crescimento - A situação dos índios brasileiros já foi pior. Cálculos do antropólogo
estimam que no final dos anos 50 a população oscilava entre o mínimo de 68 mil e o
máximo de 100 mil índios. Ele avalia que apenas entre 1900 e 1957 desapareceram 87
etnias. Com reservas garantidas pelo Estado, especialmente a partir dos anos 60, as
populações indígenas puderam crescer.
Hoje elas se distribuem por uma área de 947 mil quilômetros quadrados, equivalente
às superfícies da França e da Inglaterra juntas. Apenas o território ianomâmi, nos Estados
de Roraima e Amazonas, ocupa 96 mil quilômetros quadrados, área equivalente à de
Portugal. Contudo, a criação de reservas e o crescimento das populações indígenas não
foram suficientes para evitar a agonia de alguns desses povos.
É o caso, por exemplo, do aricapus, do tronco linguístico jaboti, reduzidos a um
grupo de seis pessoas, em Rondônia. Além deles estão ameaçados de extinção os caripunas,
da família linguística tupi-guarani, reunindo oito índios, também em Rondônia. Os jumas,
no Amazonas, não passam de sete. O último índio juma em condições de procriar e manter
a continuidade de sua etnia, Karé, de 35 anos, morreu em 1992, atacado por uma onça.
Os jumas já foram numerosos no passado. No século 18, somavam entre 12 mil a 15
mil índios. Muitos foram aprisionados por tropas coloniais portuguesas, conduzidos aos
currais de Coari, Tefé e Rio Negro, onde eram repassados como escravos para colonos,
missionários e para o serviço da coroa portuguesa. Hoje as índias jumas já não cantam mais
o Tantum Ergo.
As duas únicas velhas sobreviventes, Baru e Inté, cumprem todas as noites um ritual
de lamento, de pranto e de cantos dramáticos. Em 1964, algumas dezenas de jumas
sobreviviam no igarapé da Onça, próximo a Tapauá, no Amazonas. Atacados por grupos de
castanheiros que invadiram suas terras, pelo menos 60 índios foram mortos. Karé, com seis
anos de idade, foi um dos poucos que sobreviveram à chacina.
Sociedade
Os índios sobrevivem. Não apenas biologicamente, mas também do ponto de vista
das tradições culturais, segundo comprovam estudos recentes, os quais demonstram que a
população indígena vem aumentando rapidamente nas últimas décadas. Hoje, as 215
diferentes sociedades somam cerca de 345 mil pessoas, que falam 180 línguas distintas. Os
índios vivem nos mais diversos pontos do território brasileiro e representam, em termos
demográficos, um pequeno percentual da população de 150 milhões de habitantes do Brasil.
Todavia são um soa um exemplo concreto e significativo da grande diversidade cultural
existente no pais.
Os seus antepassados contribuíram com muitos aspectos de suas diversificadas
culturas para a formação do que atualmente se chama Brasil: um país de vasta extensão
territorial, cuja população é formada pelos descendentes de europeus, negros, índios e, mais
recentemente, também de imigrantes vindos de países asiáticos, que mesclaram suas
diferentes línguas, religiões e tradições culturais em geral, propiciando a formação de uma
nova cultura, fortemente marcada por contrastes.
Mais da metade da população indígena está localizada nas regiões Norte e Centro-
Oeste do Brasil, principalmente na área da Amazônia Legal. Mas há índios vivendo em
todas as regiões brasileiras, em maior ou menor número, com exceção dos estados do Piauí,
e Rio Grande do Norte.
Mais da metade da população indígena está localizada nas regiões Norte e Centro-
Oeste do Brasil, principalmente na área da Amazônia Legal. Mas há índios vivendo em
todas as regiões brasileiras, em maior ou menor número, com exceção reivindicar o
conhecimento como indígenas na FUNAI.
Muitos dos nomes usados para designar as sociedades indígenas que vivem no
Brasil não são autodenominações destas sociedades. Foram imensas as dificuldades de
comunicação entre os europeus e os nativos da terra, bem como, muito mais tarde, entre os
funcionários do órgão indigenista oficial e mesmo entre os antropólogos e os índios
motivadas, pelo não entendimento das línguas faladas.
Assim sendo, é comum que uma sociedade indígena seja conhecida por uma
denominação que lhe foi atribuída aleatoriamente pelos primeiros indivíduos que entraram
em contato com ela ou pela denominação dada pelos inimigos tradicionais. Ela é quase
sempre pejorativa. E há, ainda, sociedades que receberam nomes diferentes em épocas
diversas.
Portanto, a mesma sociedade indígena pode ser conhecida por vários nomes e eles
nem sempre são escritos da mesma forma. Isto depende de convenção feita pelos não-
índios, uma vez que os falantes originais das línguas indígenas eram ágrafos, isto é, não
conheciam a escrita.
Existe uma "Convenção para a grafia dos nomes tribais" estabelecida pela
Associação Brasileira de Antropologia (ABA) em 1953. Embora muitos aspectos desta
convenção sejam respeitados pelos antropólogos até hoje, há outros aspectos que nunca
foram seguidos.
O futuro dos índios
A resposta depende, em parte, da decisão do Estado de assegurar, de fato, a garantia
física e cultural desses povos, inscrita na Constituição de 1988. No Amazonas, onde está a
maior parte dessas populações, infiltram-se também pelo menos 300 mil garimpeiros. Eles
são uma ameaça direta aos índios. Perturbam seu ambiente físico comprometendo os
campos de caça e sua estabilidade cultural introduzindo valores estranhos a esses povos.
Mais que isso: os garimpeiros são fonte de doenças como a malária, tuberculose e
da Aids. Nas últimas semanas a Fundação Nacional do Índio (Funai) decidiu distribuir
camisinhas em aldeias localizadas junto a áreas de garimpo, de grandes projetos de
mineração e de madeireiras para evitar a proliferação da doença. De acordo com o
Conselho Indigenista Missionário (Cimi), um órgão da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB), 13 índios foram contaminados pelo vírus HIV desde 1986.
As culturas humanas não diferem entre si da mesma maneira nem no mesmo plano.
Isso significa que as culturas indígenas não são uma etapa primitiva da escala civilizatória.
Elas não podem ser interpretadas como "retardatárias", em relação ao estágio atingido por
outras sociedades ocidentais, de raízes históricas européias.
Exemplo disso é o pensamento do líder ianomâmi, Davi Kopenawa Ianomâmi,
sobre as ameaças de sobrevivência que pesam sobre seu povo. Tirar partido das palavras
dele é demonstrar uma percepção além da lógica imediatista que permeia o discurso
cotidiano do que os índios chamam de "homem branco".
Os ianomâmis são um povo de uma mitologia complexa. Para eles, o mundo está
dividido em três terras. Elas são a terra de cima, muito velha e cheia de rachaduras, por
onde as águas de lagos e rios se infiltram e produzem as chuvas na terra do meio. A terra do
meio, de idade mediana, é onde vivem os ianomâmis e os brancos. A terra de baixo, mais
recente, é a que está sob nossos pés. Os ianomâmis - que no Brasil se espalham entre os
Estados de Roraima e Amazônas - consideram que seus pajés mantêm equilibradas as
colunas que sustentam a terra de cima.
Se os ianomâmis forem extintos, pensam, então os brancos também morrerão. Eles
serão esmagados pela terra de cima. Essa é uma outra cosmologia, onde perguntas e
respostas são elaboradas com o recurso mitológico, o mesmo que está na base da ciência
ocidental, de raízes gregas. Os percursos de ambas é que são diferentes. Sobre o ouro
arrancado pelos garimpeiros, que os índios chamam de "comedores de terra", Kopenawa
tem uma interpretação poética.
Referindo-se ao vapor do mercúrio utilizado para amalgamar o metal diz que
"quando essa fumaça chega no peito do céu, onde moram os fantasmas e o trovão, ele
começa a ficar muito doente, ele começa a ser atingido pela doença e a terra também fica
doente. E mesmo os espíritos auxiliares dos pajés ficam doentes". Quando os pajés tentam
"afugentar a fumaça da doença que está no céu, com chuva, não conseguem. Ela está alta,
fora de alcance".
Imaginar que os brancos possam ser vítimas de sua própria ganância é uma idéia
que está no pensamento de outros povos indígenas das Américas. Talvez a mais fascinante
das obras relatando o extermínio dos índios norte-americanos, Enterrem Meu Coração na
Curva do Rio, de Dee Brow, traz inúmeros registros dessas profecias. Também aí está
patente o valor da terra para as culturas indígenas.
A terra é o espaço, não apenas da sobrevivência física - com o plantio, coleta de
alimentos e a caça - mas também o local de toda a elaboração mitológica. Wanigi Ska
(Fantasma Branco), um dos líderes indígenas norte-americanos, numa melancólica
despedida de sua terra, invadida por novos ocupantes, diz: "A terra está cheia de minerais
de toda espécie e, sobre ela, o chão coberto de florestas de pinheiros grosso. Quando nós as
dermos ao Pai Grande, saberemos que demos a última coisa que é valiosa, tanto para nós
quanto para a gente branca".
No Brasil, a posse das terras indígenas está assegurada pela Constituição, como
propriedade da União, da mesma forma que os recursos minerais do seu subsolo. Só a
União, com a anuência do Congresso, pode autorizar sua exploração. A vigilância delas, no
entanto, é precária, especialmente em regiões mais isoladas, onde permanecem grupos
arredios. Assim, na prática, é o índio que deve defendê-la.
Ao rechaçar essas invasões, contrariando interesses econômicos, eles são acusados
de ser uma barreira ao progresso. Ocorre que se os índios não exercerem essa auto- defesa,
suas terras, suporte vital de suas culturas, serão violentadas, levando-os cada vez mais
próximo do fim.
A reserva indígena de Ventarra Alta, em Erebango (RS) possui 243 habitantes, 52
famílias, e tem 770 Km 2. Os índios caingangues estão nessa reserva há 9 anos. Eles
praticam a agricultura para a subsistência. Plantam feijão, soja, milho e estão fazendo um
projeto para o cultivo de ervas medicinais. Alem disso produzem mel, fazem artesanato e
tem um açude onde começaram, recentemente, a criar peixes.
Os caingangues não são muitos religiosos. Apenas acreditam que Deus esta presente
em todas as coisas boas que acontecem em suas vidas. Eles têm uma capela e um posto de
saúde na aldeia. Para a prestação de serviços médicos, de tempos e tempos um medico e um
dentista vistam a reserva .
Segundo o cacique da tribo, esses 500 anos de ocupação branca foram, na verdade,
500 anos de extermínio e resistência.
Anos atrás foi feita reforma agrária que tomou parte das terras dos índios. Famílias
forma separadas. Mas eles lutaram e conseguiram, após algum tempo, um pedaço de terra
onde puderam retomar suas atividades.
As mulheres nessa sociedade indígena fazem artesanatos, que são vendidos as
pessoas que visitam a reserva, e cuidam da casa e dos filhos. Uma comida típica preparada
por elas e o pixe. Para prepara-lo, e feita uma farinha com milho torrado que e triturada no
pilão.
Uma coisa muito curiosa sobre esses índios e o modo como eles fazem os
casamentos. Existem dois tipos de pessoas: cairu e carme. Cairu não pode casar com cairu.
Para identificar quem e quem, eles observam as unhas das mãos e dos pés. E como se fosse
o grupo sangüíneo para os brancos.
Na escola e ensinado tanto o caingangue quanto o português e eles tem nomes em
ambas as línguas.
A cultura branca esta bastante presente nesta reserva indígena. As crianças
comentaram que assistiam a novelas e cantaram musicas populares dos brancos, através
disso se entende que eles tenham acesso a televisão e ao radio. O cacique tem ate celular.
Essa reserva indígena e muito pobre. As casas são extremamente simples e as
roupas que os índios vestem são recebidas através de doações.
Os estudantes presenteiam os índios com balas e doces a cada visita que vem se
repetindo todos os anos.
INSTITUTO ANGLICANO BARÃO DO RIO BRANCO

Índios

Fernanda Demarco
Fernanda Giacomini
Juliane Bombardelli
Laura De Bona
Raquel Presotto

Arseli
Geografia
2BE
PPV

Erechim, 29 de abril de 2002.


Introdução:
O presente trabalho abordará o modo de vida, assim como, as características,
costumes e rituais de um povo que foi oprimido pelos brancos, os índios.
Na pesquisa consta também um relatório sobre a visita a aldeia indígena Ventarra
Alta, em Erebango (RS).
O trabalho terá a seguinte metodologia:
 Capa
 Introdução
 Desenvolvimento
 Conclusão
 Apresentação em sala de aula
Conclusão:
Quando os portugueses aqui chegaram, em 1500, este território era ocupado por
cerca de cinco milhões de índios. A terra estava distribuída em numerosos grupos
indígenas. Não se pode dizer que os índios eram proprietários da terra, pois eles não tinham
noção de propriedade privada.
O domínio que os índios tinham sobre a terra era diferente: e aposse era coletiva,
isto é, não havia um pedaço de terra para cada um ou para cada família; as grandes regiões
do Brasil eram ocupadas por tribos, que mudavam de lugar quando achavam necessário.
Mas os europeus julgavam – se os donos do mundo. Consideravam os índio “não
civilizados” e sem direito à posse de terra. E achando – se no direito de ocupara nova terra,
foram se apoderando de tudo o que encontravam pela frente.
Ainda hoje existe a idéia que os índios são seres inferiores, que não têm os mesmos
direitos que os brancos. Foram os europeus que nos transmitiram essa idéia; sendo
considerados inferiores, sem nenhum direito, nem mesmo à vida, era mais fácil justificar o
extermínio dos índios, que os portugueses promoveram.
É preciso ouvir a outra verdade da historia, contada pelo índio. Só assim,
respeitando e fazendo valer o direito de todos, é que poderemos construir um mundo
melhor.
Índio, segundo o dicionário: por erro geográfico dos descobridores da América, que
julgavam ter chegado à Índia, deu – se o nome de índio ao natural do Novo Continente. O
mesmo que silvícola, bugre.