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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE SAÚDE

AUDITIVA

PGSA

JULHO/ 2010

ÍNDICE
1 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social

CNPJ

Insc. Estadual

Endereço

Cidade / Estado

CNAE

Atividade Principal

Grupo

Subgrupo

Grau de Risco
Horário de trabalho

Responsável pela
Elaboração

2 – INTRODUÇÃO

O Programa de Gerenciamento de Saúde Auditiva (PGSA) é um conjunto de


medidas coordenadas que visa impedir que determinadas condições de trabalho
provoquem a deterioração dos limiares auditivos em um dado grupo de
trabalhadores. As medidas devem ser coordenadas porque cada uma,
isoladamente, apresenta lacunas, as quais devem ser preenchidas pelas outras.

O ruído é o agente ocupacional que mais freqüentemente provoca perdas


auditivas. Entretanto, outras condições não podem ser desprezadas, tais como:
agentes químicos, radiações ionizantes, acidentes com traumatismo crânio-
encefálico. O programa é destinado a prevenir as perdas auditivas induzidas pelo
ruído. Este tipo de programa tem a vantagem adicional de prevenir também grande
parte dos outros efeitos do ruído que não aqueles ocasionados nas vias auditivas.

O PGSA envolve a atuação de uma equipe multiprofissional, pois são


necessárias medidas de engenharia, medicina, fonoaudiologia, treinamento e
administração. Não se pode conceber a efetiva prevenção aos efeitos do ruído sem
a redução dos níveis de pressão sonora encontrados nos ambientes de trabalho.
Conhecimentos atualizados de acústica devem estar disponíveis para que sejam
adotadas medidas técnicas e economicamente viáveis no tratamento das principais
fontes de ruído que estejam causando lesões auditivas (GERGES, 1982).

O reconhecimento dessas fontes de ruído é realizado de duas maneiras:


avaliação instrumental do ambiente de trabalho e da exposição dos indivíduos, e
análise dos exames audiométricos dos trabalhadores expostos. Audiometrias
confiáveis são fundamentais para o estabelecimento da etiologia e do caráter
evolutivo das perdas auditivas detectadas e a conseqüente tomada de decisões
sobre as prioridades e a eficácia do programa.

Algumas decisões importantes são de caráter administrativo, geralmente


envolvendo redução do tempo de exposição ao ruído. Entretanto, é sabido que a
adesão de todas as pessoas envolvidas no programa, desde os mais altos escalões
gerenciais até os trabalhadores expostos, só é alcançada por intermédio de
treinamento técnico e motivacional repetido.
3 - OBJETIVO

Melhorar a qualidade de vida do colaborador evitando a surdez e reduzindo


os efeitos extra-auditivos causados pela exposição a níveis de pressão sonora
elevados, diagnosticar precocemente os casos de perdas auditivas ocupacionais,
estabelecendo medidas eficazes, preservando a saúde dos trabalhadores.

Identificar empregados com patologias de ouvidos e audição não


relacionadas ao trabalho, encaminhando-os para adequado diagnóstico, tratamento
e documentação do caso, redução do custo com reclamações trabalhistas, adequar
a empresa às exigências legais:

Ministério do Trabalho
NR 07 – PCMSO e ANEXO 1 (Portaria 19)
NR 09 – PPRA
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.

Redução / adequação do custo da insalubridade e aposentadoria especial


com comprovação cientifica, obter ou manter certificações relacionadas à saúde,
segurança, meio ambiente e qualidade.

4 - APLICAÇÃO

A todos os colaboradores expostos aos limites de tolerância dos ruídos


contínuos ou intermitentes, de acordo com o anexo 1, independente da utilização
de Equipamento de Proteção Individual - EPI.

5 – RESPONASABILIDADE

5.1 - RESPONSÁVEIS ADMINISTRATIVOS PELO PROGRAMA

O Recursos Humanos através da gerencia industrial, detém a


responsabilidade sobre a implantação, manutenção e o controle do resultado do
Programa de Conservação Auditiva, na Weleda do Brasil.

5.2 – RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PGSA (PROGRAMA DE


GERENCIAMENTO DE SAÚDE AUDITIVA)

- Médico do Trabalho
- Fonoaudiólogo
- Técnico de Segurança do Trabalho

5.3 – DESIGNAÇÃO DE RESPONSABILIDADE

5.3.1 - SEESMT

- Promover a implantação e manutenção do PGSA em todos os setores da empresa;


- Manter pesquisa técnica sobre o aperfeiçoamento das medidas de controle
previstas nesse PGSA;
- Acompanhar a evolução das medidas de controle, do perfil audiométrico da
empresa e o desempenho de cada setor em relação ao PGSA;
- Esclarecer as dúvidas eventualmente existentes em relação à implantação e
manutenção do presente PGSA;
- Manter atualizados os registros relacionados ao fornecimento e manutenção dos
equipamentos de proteção individual dos seus empregados;
- Emitir as “Ordens de Serviço – Segurança e Saúde Ocupacional” necessárias à
implantação, operação e manutenção do PGSA.

5.3.2 – GERÊNCIA INDUSTRIAL

- Apoiar integralmente a implantação e desenvolvimento operacional do PGSA;


- Exigir os resultados pretendidos, com cada encarregado e/ou lideres de cada
setor;
- Participar ativamente da análise dos resultados das auditorias realizadas;
- Determinar e cobrar a aplicação de ações corretivas eventualmente indicadas;

5.3.3 – RECURSOS HUMANOS

- Receber da equipe técnica (SEESMT) relatórios sobre o mapeamento das áreas de


risco e das funções expostas ao ruído;
- Planejar junto aos encarregados/lideres a implantação e manutenção do PGSA;
- Desencadear a implantação, atualização e manutenção do PGSA na unidade
industrial;
- Receber informação do SEESMT sobre o perfil de Saúde Ocupacional de candidatos
ao ingresso nas áreas de risco, nas fases de transferência ou promoção e se
necessário analisar em conjunto com Gerente / Médico do Trabalho / Fonoaudiólogo,
viabilizando as ações de controle indicadas;
- Receber relatórios do SEESMT, sobre os resultados das auditorias de qualidade, na
utilização e manutenção dos protetores auditivos;
- Promover reuniões com os encarregados/lideres, para analisar os resultados das
auditorias, quando necessário, e tomar decisões quanto às providências corretivas
ou de soluções de continuidade;
- Informar a Gerência Industrial sobre as não conformidades persistentes, para a
cobrança de providências aos Encarregados / líderes;
- Informar ao Recursos Humanos, através de relatórios anuais, os resultados globais
dos controles audiométricos e qualidade dos dispositivos de proteção em uso;
- Articular, junto aos encarregados / líderes, a adoção de providências de controle
da exposição ao ruído, indicadas pela equipe técnica, seja em ordem individual ou
coletiva bem como dos casos individuais e excepcionais.

5.3.4 – SUPERVISÃO

- Cumprir e exigir dos seus subordinados e visitantes o cumprimento integral das


instruções previstas nas “Ordens de Serviço – Segurança e Saúde Ocupacional”;
- Monitorar a qualidade da proteção individual e coletiva em uso, verificar
diariamente, o estado de conservação dos protetores individuais em uso, por seus
subordinados, providenciando as correções que se fizerem necessárias. Cuidar para
que as proteções coletivas existentes permaneçam em perfeitas condições de uso e
sejam de fato utilizadas.
- Zelar para que as fontes ruidosas não tenham seus níveis de emissão agravados
por problemas mecânicos dependentes de manutenção;
- Comparecer e exigir o comparecimento dos seus subordinados às reuniões de
motivação e treinamento e reciclagem;
- Comparecer e exigir o atendimento às convocações para exame médico periódico
ou especial, observando o repouso auditivo de, no mínimo 14 horas;

5.3.6 – EMPREGADOS EM GERAL

- Cumprir integralmente as instruções contidas nas Ordens de Serviço – Segurança


e Saúde Ocupacional;
- Atender às convocações para as reuniões de treinamento e reciclagem;
- Atender às convocações do SEESMT para a realização de Exames Médicos;
- Utilizar corretamente a proteção coletiva e individual colocada à disposição;
- Colaborar com a escolha e ajuste da proteção individual;
- Comunicar toda e qualquer irregularidade, observada em relação à integridade da
proteção coletiva e individual, bem como em relação às fontes ruidosas existentes
na sua área de atuação.

5.3.7 – EQUIPE TÉCNICA

a) Fonoaudiólogo
- Realizar exames audiométricos, conforme solicitação do Médico coordenador do
PCMSO;
- Participar, em conjunto com a área de Segurança do Trabalho e a área de
Medicina do Trabalho, da análise de causas de eventuais pioras de perdas auditivas
entre os colaboradores submetidos ao PGSA;
- Compor e organizar o banco de dados, com informações que permitam o controle
epidemiológico sobre os agravos à saúde auditiva dos empregados, conforme
previsto no PGSA;
- Detectar possíveis casos de simulação e dissimulação para proteger a empresa
quanto a problemas legais;
- Encaminhar, em conjunto com o Médico do Trabalho, casos especiais a outros
especialistas para que possa obter diagnóstico diferencial em relação a outras
doenças; solução de problemas que tornem o empregado mais propício a lesões
auditivas e garantias à empresa quanto ao diagnóstico de problemas não
ocupacionais;
- Emitir relatórios periódicos sobre a evolução das Perdas Auditivas, e apresentá-lo
em conjunto com o médico do trabalho ao RH e Gerencia Industrial;

b) Médico do Trabalho
- Executar as ações necessárias à implantação e manutenção do PGSA;
- Participar ativamente, em conjunto com a área de Engenharia de Segurança do
Trabalho e Fonoaudiólogo, de todas as atividades relacionadas à implantação,
manutenção e aperfeiçoamento do PGSA.
- Analisar em conjunto com o Fonoaudiólogo, os casos de perda auditivas, bem
como as eventuais pioras detectadas, conduzir a obtenção de diagnóstico, se
necessário junto aos especialistas credenciados;
- Orientar a conduta a ser adotada quanto ao tratamento e acompanhamento de
cada caso em particular, e relacionado aos exames admissionais, periódicos,
mudança de função, retorno ao trabalho e demissionais;
- Participar, em conjunto com a área de Engenharia de Segurança do Trabalho, da
análise de causas de eventuais pioras de perdas auditivas entre os colaboradores
submetidos ao PGSA;

c) Técnico de Segurança do Trabalho


- Aplicar os conhecimentos de Engenharia de Segurança o Trabalho e Saúde
Ocupacional, visando:
- Identificar e avaliar o potencial dos riscos relacionados ao ruído nos ambientes;
- Estudar a exposição ocupacional ao ruído;
- Identificar e propor medidas de controle do ruído nas fontes de emissão, nos
meios de propagação e nos agentes receptores;
- Manter atualizado o mapeamento de ruído e avaliação da exposição, por meio de
dosimetria pessoal.
- Pesquisar, novos dispositivos de proteção individual.
- Definir, a manutenção dos EPI’s (substituição de componentes dos protetores,
para cada empregado individualmente).
- Responder pela manutenção dos registros quanto ao fornecimento e manutenção
dos protetores auditivos;
- Aplicar os treinamentos iniciais e reciclagens periódicas necessárias ao
desenvolvimento do PGSA.
- Participar ativamente das auditorias em campo, em conjunto com o Médico do
Trabalho, quanto ao uso e manutenção da proteção individual e coletiva;
- Executar, em conjunto com o Médico do Trabalho, a análise de causas de
eventuais pioras de perda auditivas entre os trabalhadores submetidos ao PGSA;
- Participar ativamente, em conjunto com o Médico do Trabalho, da seleção, testes,
homologação, adaptação, manutenção e acompanhamento do uso dos protetores
auditivos;
- Articular-se com a área de Medicina do Trabalho, Gerência e Supervisores, no
sentido de compor e manter sempre atualizada a documentação legal, sobre o
controle das fontes ruidosas, fornecimento, manutenção, exigência quanto ao uso e
treinamentos específicos, sobre a proteção auditiva; (Ficha de Controle de entrega
e Recebimento de EPI; Ordens de Serviço de Segurança e saúde Ocupacional; Lista
de Comparecimento a Treinamentos e Palestras; Registros de Auditoria da
qualidade dos Protetores Auditivos. Registros de Audiometrias; Controle de
Resultados de avaliações Audiológicas; Monitoração Periódica das Fontes Ruidosas).

6 – CONSIDERAÇÕES GERAIS

6.1 – Este documento apresenta as diretrizes gerais para a implementação de um


Sistema de Prevenção de Perda Auditiva (SPPA) articulado tanto com o PPRA quanto
com o PCMSO da Weleda do Brasil.

O anteriormente denominado Programa de Conservação Auditiva (PCA), e hoje


denominado de Programa de Gerenciamento de Saúde Auditiva (PGSA) está
previsto na NR 09 – PPRA (MTE, D.O.U. 30/12/1994) sendo recomendado para todos
os colaboradores expostos a ruído a partir do Nível de ação 0,5 de dose = 80 dB na
jornada de 8 horas/dia. Além disso, tal ação também está prevista na Portaria 19
(MTE. D.O.U. 18/04/1998) que contempla a NR 07 – (PCMSO – D.O.U. de
30/12/1994).

6.2 – AVALIAÇÃO DO AMBIENTE QUANTO AO RISCO DE RUÍDO E VIBRAÇÃO

O risco de ruído/vibração deverá ser identificado nas áreas de acordo com as


avaliações realizadas no PPRA de cada setor avaliado.

6.3 – RESPONSABILIDADES PELO FORNECIMENTO E MANUTENÇÃO DOS


PROTETORES AUDITIVOS

6.3.1 – Supervisão

É de responsabilidade do supervisor imediato do colaborador o fornecimento e a


manutenção dos protetores auditivos aos seus subordinados expostos a níveis de
ruído acima do nível de ação.

Cabe a supervisão da área, providenciar e exigir que todos os empregados,


prestadores de serviços e visitantes que se encontre na área de risco sob sua
responsabilidade utilize o protetor auricular adequado.

6.3.2 – Gerente

É responsabilidade do Gerente, prover os recursos necessários para o cumprimento


deste procedimento.

6.3.3 – Visitantes

O visitante deverá receber protetor auditivo na portaria da Weleda. Cabe ao


responsável pela visita, orientar o visitante quanto ao uso correto da proteção
oferecida. Quando necessário poderá recorrer ao auxilio da equipe técnica
(SESSMT).
6.4 – SELEÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE PROTETORES AUDITIVOS

A proteção individual é aplicada quando as medidas de controle geral, para


atenuação do ruído nas fontes de emissão ou na sua propagação, não conseguem
reduções abaixo do Nível de Ação, para a exposição existente.

6.4.1 – SELEÇÃO DOS PROTETORES AUDITIVOS

6.4.1.1 – Protetores de Inserção

Moldáveis
Devem apresentar boa adaptação ao meato acústico externo;
Confeccionados em material esponjoso maleável, difícil enrijecimento, fácil
adaptação; característica retentiva, porém de fácil remoção.
Índice “RC” ou “NRR” mínimo aceitável: ≥ 26.
(“RC” ou “NRR”= índice de redução de ruído)

6.4.1.2 – Protetores de Tipo Circum-auricular (Concha)

As conchas devem apresentar dimensões capazes de proporcionar boa cobertura do


pavilhão auditivo (orelha); confeccionadas em material rígido, acabamento liso, não
podendo apresentar rebarbas ou qualquer superfície cortante ou pontiaguda.

Almofadas revestidas de material não irritante com boa aderência à pele; macio;
difícil retenção de materiais; o contato deve ser confortável, não pode apresentar
superfícies rígidas, rebarbas, partes pontiagudas ou superfícies cortantes; encaixe
com boa retenção; não pode apresentar deformação permanente ao esforço no
sentido de abertura (distanciamento das suas extremidades); deve ser provida de
dispositivos de regulagem de altura das conchas, sem deformação da posição do
movimento da cabeça.
Índice “RC” ou “NRR” mínimo aceitável: ≥ 23
(“RC” ou “NRR”= índice de redução de ruído)
Todos devem possuir reposição facilmente disponível junto aos distribuidores.

6.5 – HOMOLOGAÇÃO DE PROTETORES AUDITIVOS

6.5.1 – Para homologação de protetor auditivo na empresa deve-se


observar o seguinte procedimento:

a) Verificar a fonte dos dados de ensaio físico de atenuação dos protetores –


somente podem ser considerados ensaios executados em laboratórios oficiais
reconhecidos pelo Ministério do Trabalho.
b) Verificar o método de ensaio empregado se corresponde a Norma ANSI S3-
19(1974) e ISO/TC 43/SC (1982).
c) Calcular a atenuação do protetor auditivo por meio do procedimento NIOSH 1 e 2.
d) Realizar protocolo de aceitação do protetor por parte do usuário.

6.5.2 – São considerados protetores auditivos homologados aqueles que


atendem as características já descritas no item acima e que:

• Possuam reposição fácil junto aos fabricantes ou distribuidores;


• Mantenha preço compatível com a sua categoria de atenuação e qualidade
junto ao mercado;
• Apresente aceitação superior a 50% junto aos usuários na fase de testes em
campo.
6.5.3 – MODO DE UTILIZAÇÃO DO PROTETOR AUDITIVO

6.5.3.1 – TIPO CONCHA

• Certificar-se que o protetor está limpo;


• Ajustar as conchas envolvendo as orelhas;
• Colocar as hastes sobre a cabeça.
• Ajustar a altura da haste, fazendo-a deslizar no encaixe das conchas até que
a cúpula da haste toque a cabeça;
• Se necessário voltar e ajustar as conchas sobre as orelhas.

6.5.3.2 – PROTETOR TIPO INSEÇÃO

a) Modelo Moldável

• Lavar bem as mãos;


• Certificar-se que o protetor está limpo;
• Comprimir o protetor envolvendo-o com os dedos polegar e
indicador até atingir o diâmetro mínimo;
• Segurar o protetor comprimido com uma das mãos;
• Com a outra puxar a orelha para cima e para fora;
• Introduzir o protetor comprimido no conduto auditivo e aguardar
sua expansão.
• Soltar a orelha.
• Repetir o processo para o lado oposto;
• Para retirar, lavar bem as mãos e puxar o protetor de inserção
para fora.

6.6 – MANUTENÇÃO DOS PROTETORES

6.6.1 – PROTETOR TIPO CONCHA

Hastes:
• Deve manter o afastamento inicial entre suas extremidades, sendo admitido
uma variação máxima de 20% - quando apresentar irregularidades – substituir a
peça;

Conchas:
• Devem apresentar integras, não pode estar danificada, não podendo
apresentar rachaduras, hastes quebradas, ou riscos profundos que possam
comprometer a proteção - apresentando anormalidades trocar a peça.

Arruelas de borracha e pinos de encaixe:


• As conchas normalmente são fixadas, as hastes por meio de pinos, arruelas
ou dispositivo de pressão – todos devem estar em perfeito estado
proporcionando sustentação perfeita. Não podem apresentar folgas que
comprometam a estabilidade da sustentação.

Espumas internas:
• Devem apresentar inteiras e limpas, recobrindo toda a superfície interna da
concha. Desintegração ou rasgos comprometem o desempenho da concha;

Almofadas ou selos:
• Devem estar inteiras sem rasgos ou enrijecimento. Esta peça costuma sofrer
degradação com o uso. O ponto de troca deve ser estabelecido,
preferencialmente de modo personalizado. As trocas devem ocorrer antes que a
superfície das almofadas adquira enrijecimento.

6.6.2 – PROTETOR TIPO INSERÇÃO

a. O corpo do protetor moldável deve se apresentar macio ao toque, limpo e


integro. Ao menor sinal de irregularidade deve ser substituído.
b. O par de protetores deve estar ligado por um fio plástico ou nylon.

6.6.3 – CUIDADOS ADICIONAIS A SEREM OBSERVADOS PELO USUÁRIO

No final da jornada de trabalho o protetor deve ser totalmente limpo, removendo


poeira, suor e outros materiais com uso de água e sabão neutro, no caso o protetor
concha, a espuma interna deve ser removida, pois não pode ser molhada.
Após secar o protetor com um pano limpo ou toalha de papel, montar os seus
componentes e guardar no armário fechado.
É aconselhável que o protetor concha possua uma identificação personalizada para
dificultar a troca entre os empregados.
O transporte do protetor, quando não em uso deve ser, de preferência pendurado
no suporte plástico ou similar adaptado ao cinto da roupa do usuário.

6.7 – REGISTROS E CONTROLES

O registro de fornecimento do protetor auditivo é feito por meio do formulário


“FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA E RECEBIMENTO DE EPI”. Nessa ficha serão
anotados todos os fornecimentos e manutenções executadas no protetor. Um
registro informatizado paralelo será mantido, devendo ser atualizado diariamente,
para fins de facilitar o controle da manutenção dos protetores.

7 – GERENCIAMENTO AUDIOMÉTRICO

7.1 – EQUIPAMENTOS

Para a aplicação deste procedimento será utilizado o audiômetro, sendo teste


realizado inteiramente pelo profissional (fonoaudiólogo ou médico) não sendo
admitida a realização de exames no modo automático e nem com audiômetro auto-
registrável.
Para avaliação dos níveis de pressão sonora nos ambientes de trabalho e da
exposição ocupacional ao ruído serão utilizados: medidor de pressão sonora tipo 1
ou 2; dosímetro de ruído.

7.2 – CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

Todos os equipamentos utilizados deverão ser calibrados sendo que a condição


básica para iniciar os testes audiométricos é apresentar a ficha discriminada da
calibração do equipamento (com data e padrão utilizado).

7.2.1 – Do Audiômetro

a) Diária:

No início dos exames deve-se verificar o equipamento com relação à fiação,


plugues, fones e comutadores de freqüência e intensidade. O conhecimento
técnico de todas as possíveis intercorrências reduz a possibilidade de erros.
Portanto, a checagem do audiômetro deve ser feita diariamente sendo que o
controle será feito de anotação na ficha padrão do equipamento. Cabe
lembrar que qualquer alteração identificada, justifica o encaminhamento do
audiômetro para um técnico especializado.

b) Acústica Parcial:

Consiste na calibração realizada por técnico especializado onde serão


avaliados todos os estímulos considerando freqüência e intensidade. Para
condução aérea deve-se seguir a ISO R389 (1964) e, para condução óssea,
ISO 7566 ou ANSI S 3.26 (1981). Esta calibração deverá ser realizada pelo
menos uma vez por ano. O controle será via ficha própria, sendo que a
calibração diária pode alterar a freqüência da acústica parcial.

c) Eletroacústica:

Consiste na checagem dos componentes eletrônicos do equipamento. Deve


ser realizada pelo fabricante a cada cinco anos.

7.2.2 – Do medidor de nível de pressão sonora ou dosímetro de ruído a ser utilizado


na unidade:

a) Medidor deverá ser checado com uso do seu calibrador, sempre que for
utilizado, com registro em ficha específica;
b) A calibração será segundo o padrão ANSI S1.4 (1983).
c) O calibrador do instrumento deverá sofrer calibração anualmente.

7.3 – RUÍDO AMBIENTAL

É extremamente importante o local de realização dos exames audiométricos. Isto


porque os elevados níveis de ruído ambiental podem mascarar os resultados dos
testes audiométricos, o que impossibilitará um acompanhamento padronizado.
Portanto devemos nos remeter às normas internacionais que estabelecem os níveis
máximos de ruído ambiental permitidos nos locais de realização dos testes. Apesar
das normas não apresentarem esta exigência, o padrão usualmente utilizado está
em concordância com as especificações da NR 07, admite que TODAS as
audiometrias deverão ser realizadas dentro de cabines audiométricas.

A Weleda do Brasil fará uso do padrão ISO 8253-1 (1989) para garantir a
fidedignidade dos testes e atender a exigência da Portaria 19/98 no seu item
3.6.1.1. segue abaixo a tabela com os valores de ruído bem como os de atenuação
dos fones. Cabe lembrar que os valores apresentados significam o ruído no interior
da cabine subtraindo-se os valores atenuação dos fones (orelha coberta)
Tabela 1: Níveis máximos de ruído ambiental para realização
dos testes

500 Hz 1 KHz 2 KHz 3.15 KHz 4 KHz 6,30KH 8 KHz


z
ISO 8253- 18 dB 23 dB 30 dB 34dB 36 dB 34dB 36 dB
1
(1989)

Tabela 2: Valores de atenuação do fone (TDH-39) do


audiômetro

500 Hz 1 KHz 2 KHz 3,15KHz 4 KHz 6,30KHz 8 KHz


ISO 8253-1 7,0 dB 15,0 dB 26,0 dB 31 dB 32,0 dB 26 dB 24 dB
(1989)
A medição do local de realização do teste deverá ser feita periodicamente, ou seja,
no inicio da implantação desse sistema, a cada vez que houver alterações nas
fontes externas. É importante ressaltar que o intervalo máximo permitido será de
12 meses. Os valores serão anotados em ficha padrão. Nas situações em que os
níveis de pressão sonora estiverem acima dos valores máximos permitidos, antes
de se estudar alterações no ambiente (cabina), serão utilizados abafadores de ruído
(audio-cups) ou fones de inserção. A avaliação será feita com uso de medidor de
nível de pressão sonora, tipo 1, equipado com filtro de freqüência capaz de avaliar o
espectro sonoro em 1/3 de oitavas.

7.4 – PROFISSIONAL HABILITADO

De acordo com a resolução 1.795/97 do conselho Federal de medicina (D.O.U.


17/06/97) resolução 190 do conselho Federal de Fonoaudiologia (D.O.U. 12/06/97) e
Portaria nº 19/98 do Ministério do Trabalho, a audiometria só poderá ser executada
por fonoaudiólogo ou médico, devidamente inscrito em seus conselhos
profissionais.

7.5 – METODOLOGIA E EXECUÇÃO DOS TESTES AUDIOMÉTRICOS

7.5.1 – TIPOS DE AUDIOGRAMAS

Serão obtidos, necessariamente, os seguintes tipos de audiogramas:

a. Audiograma de Referencia:

É o primeiro audiograma do individuo, a partir da implantação do SISTEMA,


que será utilizado como base de comparação com os seqüenciais; no caso
de admissão de novo colaborador o audiograma de referência, poderá ser o
admissional ou, a cargo do fonoaudiólogo, outro realizado logo após a
admissão.

b. Audiograma Seqüencial:

É o audiograma periódico (a periodicidade será determinada individualmente


de acordo com a análise de piora) a ser comparado com o de referência.

c. Audiograma de Reteste:

É o audiograma que poderá ser obtido para confirmar uma piora identificada
e não esperada, no seqüencial com relação ao de referência.

d. Segundo a NR 07 (PCMSO), ainda poderão ser registrados os seguintes


audiogramas:

 Admissional
 Periódico
 De retorno a função
 De troca de função
 Demissional.

O tipo de audiograma obtido deverá estar discriminado na ficha padrão, em espaço


pré-determinado.

Todas as audiometrias deverão ser precedidas obrigatoriamente de duas condições:


 Repouso auditivo (ruído ocupacional necessariamente e orientação para
garantir o extra ocupacional também) de pelo menos 14 horas. Este
tempo foi estabelecido pela OHSA em 1983, e significa um tempo do
limiar auditivo, caso esta tenha ocorrido. O não cumprimento desta
condição automaticamente implicará na impossibilidade de comparar
tal exame audiométrico com os demais.

 Inspeção visual do meio acústico externo com objetivo de identificar


alguma alteração que possa comprometer o resultado do teste. Os
casos que apresentarem qualquer intercorrência deverão ser
encaminhados para um especialista, com posterior retorno para a
realização da audiometria.

8 – FUNÇÕES QUE DEVERÃO SER MONITORADAS PELO PROGRAMA

8.1 – Após a avaliação ambiental dos setores, constatou-se a necessidade de


monitoramento através de audiometria e/ou outros exames que se fizer necessário
as seguintes funções:
CONTROLE DE QUALIDADE
Auxiliar de Controle de Qualidade
Analista Químico Junior
Analista Químico Pleno
Analista Químico Sênior
Analista de Laboratório Junior
Analista de Laboratório Pleno
Analista de Laboratório Sênior
PESAGEM
Almoxarife
SÓLIDOS
Encarregado
Operador de Produção
Auxiliar de Produção
INJETÁVEIS
Operador de Produção
Manipulador
Auxiliar de Produção
MANUTENÇÃO
½ Oficial de Serralheiro
Pedreiro de Manutenção
Assistente de Manutenção
Menor Aprendiz
SEGURANÇA DO TRABALHO
Técnico de Segurança do Trabalho
COMPRAS
Comprador
Assistente Administrativo
VENDAS
Assistente Administrativo de Vendas
FINANCEIRO
Coord. Depto Financeiro
Analista Crédito/Cobrança
Analista de Contas a Pagar
Assistente de Contas a Pagar
SAC
Atendente de SAC
EXTRATOS
Encarregado
Auxiliar de Produção
9 – USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA E/OU INDIVIDUAL –
EPC/EPI

Após avaliação qualitativa e quantitativa do ruído dentro da empresa através do


PPRA - DA 2010, concluiu-se que:

9.1 – Setor de sólidos

Embora exista Equipamento de Proteção Coletiva no local (enclausuramento das


máquinas compactadoras de comprimido e enclausuramento de uma das
máquinas) ainda não foi possível eliminar totalmente o risco de PAIR no local.
Verifica-se a necessidade da utilização de EPI’s (protetor auricular de Concha/Plug)
para que o colaborador possa trabalhar dentro do limiar de segurança no setor;
Portanto todas as operações realizadas no processo de compactação de
comprimidos deverão ser realizadas fazendo-se uso do EPC e EPI disponível para
cada operador; nos setores (sólidos II e I), também deverá ser utilizado o protetor
auricular quando se fizer uso de maquinário que seja gerador de ruído.

9.2 – Setor de Injetáveis (Contr. Visual)

Na realização do processo de inspeção visual fazendo se uso da máquina de


inspeção, deverá o operador utilizar o EPI (protetor auricular), para
desenvolvimento desta tarefa, uma ver que também foi avaliado e verificou-se a
necessidade da proteção do colaborador o conduzindo também ao limiar de
segurança auditiva.

9.3 – Setor de Controle de Qualidade

Neste setor existe um equipamento que produz ruído na faixa do ultra som (banho
ultra sônico), e embora também exista no local uma barreira física para impedir a
propagação do som no setor (EPC), na sala em que está instalado o equipamento
será necessária a utilização de equipamento de proteção individual, no mesmo
setor (microbiológico) existe um pequeno triturado de plantas secas que pode
alcança 99 a 99 dB no momento da operação, fazendo-se necessário o uso do EPI
na tarefa..

9.4 – Setor de Extratos

O setor é dotado de diversas máquinas que produzem ruídos em diversas


freqüências e acima do limiar de segurança e embora uma das maquinas possua
EPC (enclausuramento), faz-se necessária a presença do operador no local para
alimentar a máquina, exigindo assim tanto para este processo quanto para os
demais a utilização do EPI para realização das tarefas envolvendo maquinário que
produz ruído.

9.5 – Setor de Pesagem de Materiais


Após avaliação quantitativa no local da pesagem das matérias semi-elaboradas
embaixo do sistema de exaustão constatou-se a necessidade da utilização do
protetor auricular no processo.

9.6 – Setor de Embalagem (gravação de validade)

Neste setor verificou-se a necessidade da utilização de proteção para o operador da


máquina de gravação de vencimento nas embalagens de medicamento.

9.7 – Setor de Manutenção

Setor mais critico quanto a necessidade de utilização de EPI (protetor auricular de


concha/plug), dada a dinâmica das tarefas será necessária a utilização não somente
no setor ao manusear equipamentos que geram ruído acima do limite de tolerância,
faz-se necessária sua utilização em qual quer outro local dentro da empresa onde
exista a geração de ruído, onde não é possível verificar sua intensidade no
momento da execução da tarefa, portando deverá fazer-se uso do EPI adequado.

10 – DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE E MANUTENÇÃO

10.1 – Distribuição

Será entregue equipamento de proteção individual aos colaboradores dos setores


abaixo:

10.1.1 - Controle de qualidade


Fornecimento de dois EPI’s, para os operadores do banho ultra-sônico e do
triturador de plantas secas;

10.1.2 – Extratos
Fornecimento de dois EPI’s um para o encarregado do setor e outro para o operador
de produção;

10.1.3 – Embalagem
Fornecimento de um EPI, para uso na maquina de gravação de validade da
embalagem;

10.1.4 – Pesagem de Materiais


Fornecimento de um EPI de concha ou de plug, para realização da tarefa de
pesagem com o sistema de exaustão ligado;

10.1.5 – Sólidos
Fornecimento de três EPI’s de concha para realização das tarefas executadas nos
setores de sólidos I,II e/ou III, que envolver maquinário gerador de ruído.

10.1.6 – Injetáveis
Fornecimento de dois protetores auriculares, para realização das tarefas na
maquina de controle visual.

10.1.7 – Manutenção
Fornecimento de quatro EPI’s para realização de toda e qual quer tarefa que
envolver ruído cima do limiar de segurança, seja utilizando maquinário e/ou
ferramentas manuais.

10.2 – Controle

Todos EPI’s antes se serem entregues deverão ter o nome dos colaboradores
gravados neles de forma que este seja pessoal e intransferível para outro usá-lo,
deverá ser assinada ficha de entrega de EPI para fins de documentação
comprobatória da entrega e para controle de tempo de uso.
10.3 – Manutenção

Qualquer equipamento de proteção individual e/ou coletiva que apresentar defeito


deverá ser recolhido e/ou informar a área técnica para imediato reparo e/ou troca
do equipamento. Os EPIs deverão ser encaminhados para a rouparia sempre que for
necessária a troca ou a eventual manutenção.

11 – EVOLUÇÃO E ACOMPANHAMENTO DOS COLABORADORES


MONITORADOS

11.1 – Evolução

Todos colaboradores que hoje atuam nestas funções e/ou os que vierem a atuar
nelas deverão vir a fazer parte deste Programa para acompanhamento da sua
saúde auditiva pelo período que estiver exposto.

11.2 – Acompanhamento

Todo ano deverá ser confeccionado uma planilha/gráfico mensurando evolução e o


acompanhamento de cada colaborador monitorado pelo Programa, em encaminhá-
lo para o Médico Coordenador do PCMSO, para conhecimento e arquivo.
Os dados obtidos do resultado das audiometrias após lançados em planilha serão
arquivados na pasta do colaborador.

12 – CRONOGRAMA DE AÇÃO

2010 2011 Responsável Status


Ação
2º Trim. 3º Trim. 4º Trim. 1º Trim.
Realização dos exames audiométricos
Coord. PCMSO /
em todos os colaboradores envolvidos
Fonoaudióloga
no PGSA.

Compra de novos EPI’s conforme


Compras
homologação do PGSA.

Registro e entrega de equipamento de


Seg. do Trabalho
proteção individual (concha e/ou plug)
Treinamento inicial a novos
colaboradores e reciclagem para
Seg. do Trabalho
operadores que já possuem
experiência.
Estudo de casos no setor de Sólido
para melhorar o enclausuramento das
Seg. do Trabalho
máquinas, e no setor de Controle
Visual.
Coord. PCMSO /
Reavaliação do PGSA, atualização dos
Seg. do Trabalho
dados obtidos.
LEGENDA:

○ ◔ ◑ ◕ ●
Sem ação 25% Atendido. 50% Atendido. 75% Atendido. 100% Atendido.
Edson Tomás de Lima
Técnico de Segurança do Trabalho
Reg. MTE nº SP/012584-9

ANEXO I

Gráficos dos colaboradores monitorados pelo PGSA com os exames realizados até o
momento.
Serão tabulados deste momento em diante, todos os exames ano a ano, para
acompanhamento do quadro clinico de todos os colaboradores que estão e/ou serão
monitorados dentro do PGSA.

Ouvido Direito Ouvido Esquerdo

Edmar Gonçalves da Mota - O/ D Edmar Gonçalvesda Mota - O/E

40 40
35 35
30 30
25 2005 25 2005
20 20
15 2006 15 2006
10 10
5 5
0 0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000

Hz Hz

ThaisRoberta S. Fernandes- O/D ThaisRoberta S. Fernandes- O/E

40 40
35 35
30 30
25 2005 25 2005
20 20
15 2006 15 2006
10 10
5 5
0 0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000

Hz Hz

MariaHelenaLannes- O/D MariaHelenaLannes- O/E

1999 1999
40 40
35 2001 35 2001
30 30
25 2003 25 2003
20 20
2004 2004
15 15
10 2005 10 2005
5 5
2007 2007
0 0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 2009 125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 2009
Hz Hz

J air BarbosaSantos- O/D J air Barbosa Santos- O/E

40 40
35 35
30 2003 30 2003
25 2004 25 2004
20 20
15 2005 15 2005
10 2007 10 2007
5 5
0 0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000

Hz Hz
LuziaMariadeJ esus- O/D Luzia MariadeJ esus- O/E

40 40
35 35
30 30
1997 1997
25 25
20 1998 20 1998
15 15
1999 1999
10 10
5 5
0 0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000

Hz Hz

A ge nor J osé R ibeir


- O/D
o

2000
70
60 2001
50 2002
Atenção aos colaboradores abaixo:
40
Perda auditiva neurossensorial 2003
30
20 2004
10 2005
0
2006
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000
2008
Hz
2009
A genor J osé R ibeiro
- O/E

70 2000
60 2001
50
2002
40
2003
30
20 2004
10 2005
0 2006
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000
2008
Hz 2009

OD Disacusia leve em 8KHZ


OE Disacusia leve em 6KHZ

A nt o nio M o r e ir a R a m o s - O / E

45
40 2 00 0
35 A n t o n io M o r e ir a R a m o s - O / D
30
25 2 00 1
20
15 2 00 3
104 5
54 0 2 00
2 040 0
03 5
30 2 00
2 050 1
2 5 12 5 25 0 5 00 10 00 20 0 0 30 0 0 4 0 00 6 00 0 8 00 0
20 2 00
15 2 070 3
10 Hz
5 2004
0
2005
12 5 2 5 0 5 0 0 10 0 0 2 0 0 0 3 0 0 0 4 0 0 0 6 0 0 0 8 0 0 0
2007
Hz
OD/OE apresenta alteração bilateral em freq. médias e agudas, de grau
leve/moderado

Edson Tom ás de L- ima


O/D

50
45
40
35
30
25 2007
20
15
10
5
0
125 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000

Hz

E d so n T o m á s d -eO/E
L im a

50
45
40
35
30
25 2007
20
15
10
5
0
12 5 250 500 10 0 0 2 0 0 0 3 0 0 0 4 0 0 0 6 0 0 0 8 0 0 0

Hz