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ROTEIRO

1- O que minha pesquisa procurava?


2- O que eu consegui descobrir?

Boa Tarde senhores avaliadores, e colegas aqui presentes, meu nome é


Ana Paula Nossol, meu orientador é o Professor Doutor Juliano Camillo, o tema
do meu trabalho é “Aprendo para a escola ou para a vida? ”, a pesquisa partiu da
vivência dos estágios no ensino médio onde a fala de uma estudante foi a
motivação para o presente trabalho.
Desse modo o objetivo geral foi o porque as aprendizagens ocorridas
dentro da escola servem, em geral, para a própria escola, ou seja, de que aquilo
que se aprende na escola muitas vezes não é levado para além dela. Por que
aquilo que aprendo na escola não sai das dependências da mesma? Para tanto a
primeira seção do trabalho foi feita uma pequena análise histórica na qual
discute as influências históricas na relação ensino e aprendizado bem como os
primeiros formatos de currículos e as prioridades nas áreas de ensino, na
segunda parte descrevi e relatei como os objetivos educacionais do ensino
fundamental no Brasil e as formas avaliativas intervém na relação ensino e
aprendizagem. Já a terceira parte apresenta a Educação do Campo como
possibilidade de uma educação que seja para além da escola. Partiu-se da
hipótese do porque os conhecimentos escolares são “circulares” ou encerram em
si mesmos.
O conhecimento se deu apartir das atividades humanas e essas ações
coletivas foram organizadas e essa organização posteriormente virou o termo
currículo que foi sendo adaptado através das mudanças sociais, logo essas
mudanças sociais se modificam conforme o currículo e assim vice e versa…….

Capítulo II Capítulo III Considerações Gerais


A ESCOLA DOS MEUS SONHOS

Lá no fundo dos meus sonhos existe uma escola com amplas portas sempre abertas, onde
encontram-se os professores, no início do turno, recebendo seus alunos com um caloroso
abraço e um sorriso sincero de boas-vindas.
Na escola dos meus sonhos, que fica lá no fundo da minha mente e num cantinho todo
especial do meu coração, existe um amplo jardim, onde crianças e jovens interagem com a
natureza amando-a, respeitando-a e preservando-a de uma forma tão sólida que se reflete em
seus lares voluntária e naturalmente... Lá não se vê nenhum papel no chão e todo o lixo é
reciclado...
Nesta escola situada lá nos confins do meu cérebro utópico e bem no meio do meu coração
apaixonado pela educação, cada professor tem a sua sala personalizada e a cada troca de
turma, vai esperar, na porta, aqueles que são a razão de seu trabalho, cumprimentando-os
novamente com um sorriso sincero estampado em seu rosto... Lá os professores e
funcionários não se importam em “perder” parte do tempo com o relacionamento humano...
Na minha “escolinha”, o professor torce e luta pelo crescimento pessoal dos seus alunos que
ocupam o lugar reservado a grandes amigos em seu coração e não se importa de fugir do
conteúdo e aconselhá-los de vez em quando, de uma forma despretensiosa e sincera... No
educandário dos meus sonhos só se aceita professores que tenham, além da formação
acadêmica, o amor ao próximo no seu currículo...
Na escola dos meus sonhos não existe livro-ponto, pois as pessoas que lá trabalham, amam o
que fazem, nunca faltam e quando precisam ausentar-se por motivos inevitáveis, sentem uma
grande angústia por estarem longe da sua paixão... Nesta escola, o professor é valorizado e
respeitado, trabalha com uma estrutura completa, sabe fazer uso de todas as tecnologias e
nunca se cansa de aprender...
Na minha escola, escondida no meio das minhas utopias, tem uma biblioteca ampla, arejada,
mobiliada e (principalmente) cheia de livros, onde o aluno encontra-se com seus mestres,
pois é lá que eles estão na tal “hora atividade”.
Na escola dos meus pensamentos grandiosos, não se usa mais o divã da sala dos professores,
aliás nem existe tal lugar, somente um ambiente altamente agradável onde professores, alunos
e funcionários passam o mesmo recreio, comem o mesmo lanche e participam das mesmas
conversas... Lá no fundo da minha mente e bem no meio do meu coração, tem uma escola
onde todos lutam pelos mesmos ideais, caminham na mesma estrada, rumo ao conhecimento
que não se importa com a quantidade de dias letivos, acessível a todos de forma eclética e
dinâmica...
De repente minha mente pára, meu coração retoma o compasso monótono, volto para a
realidade e percebo que parte da escola dos meus sonhos já existe... Só a casca... Ainda está
verde... E as intempéries não a deixam amadurecer como deveria.

Rubem alves

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