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Nayara, a freira.

Santa por fora,


devassa por dentro.
Conto Erótico.

Tudo em que
você acredita ser
real fica só na sua
cabeça, nos seus
conceitos e pré-
conceitos.
Às vezes o
mundo em que você
vive, não tem nada
real. A vida é
insana. A vida é
sempre coberta por
máscaras, onde quer
que você vá nada é
o que parece ser.

Nayara, quente como brasas


vivas. Nayara, pecado carnal.
Copyright © 2016 Adriana Arebas

Capa: Mia Klein

Diagramação Digital: Adriana Arebas

Esta é uma obra de ficção. Seu intuito é


entreter as pessoas. Nomes,
personagens, lugares e acontecimentos
descritos são produtos da imaginação da
autora. Qualquer semelhança com
nomes, datas e acontecimentos reais é
mera coincidência.
Esta obra segue as regras da Nova
Ortografia da Língua Portuguesa.
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São proibidos o armazenamento e/ou a
reprodução de qualquer parte dessa
obra, através de quaisquer meios —
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consentimento escrito da autora.
Criado no Brasil.
A violação dos direitos autorais é crime
estabelecido na lei n°. 9.610/98 e
punido pelo artigo 184 do Código Penal.
Dedicatória
Esse conto é dedicado a uma de
minhas leitoras, que veio conversar
comigo em privado no whatsApp,
pedindo para escrever um conto sobre
ela, e, AO GRUPO DE AMIGOS QUE
PARTICIPO, SANTINHAS.COM.
Falamos sobre livros, sobre família,
filhos, trabalhos, maridos, namorados,
choramos as mágoas e brincamos muito,
ajudamos umas as outras, e gostamos do
que fazemos lá. Já somos uma família de
Santas kkkkk.
O conto do Padre Robson está
chegando ai, fiquem ligadas santinhas.
Espero que gostem e a você
Nayara, boa leitura menina.
Querem mais contos? Me
chamem no privado e deixem seus
desejos escritos lá. Kkkkkk

Aviso importante: É
um conto erótico, e está SEM
REVISÃO PROFISSIONAL.
Então desconsiderem erros que
encontrarem por falta de revisão, já que
estou falando aqui, tudo bem pessoas?
Esse conto é somente uma brincadeira
gostosa com minhas leitoras, não farei
livros de contos, não farei livros físicos
deles, então por essa razão, resolvi não
gastar com revisão. Mas foi feito com
carinho para vocês!
Beijos Drynets.
De joelhos ao
pecado.

“Eu vou arder no inferno.” É o


que pensou.
Estou ajoelhada em meu quarto,
braços sob a cama, cabeça baixa, olhos
fechados e um terço nas mãos. Hábito
preto cobrindo meus pés, mangas
cumpridas que cobre todo meus pulsos.
O véu não deixa um único fio de meus
cabelos negros até a cintura aparecer,
ele esconde somente o que tenho por
fora da minha cabeça, mas não o que é
insano em meus pensamentos. Nada é
capaz de tal proeza.
“Que beneficio tem ficar horas
a finco de joelhos em meu quarto, se o
que penso é somente em pecar? E o que
fará de bom às inúmeras contagens nas
pequenas bolinhas do terço enorme, se
enquanto isso meus corpo pede o
pecado promíscuo?” Pensei.
O pecado. A luxúria. Eu os sinto
com tamanha intensidade sem conhecê-
los. Sinto nesse momento, latejar por
toda a parte interna no meio das minhas
pernas.
“Desculpa Deus, vou tentar me
concentrar. Ou será que o senhor tem
algumas respostas? Droga! O senhor já
sabe o que penso então, perdão, vou
conseguir, eu vou conseguir me
concentrar. A madre já vai passar e vou
ter que mentir, mais uma vez.” Pensei.
Eu tenho desejos por duas
pessoas aqui onde vivo por quase treze
anos. Aos dez anos de idade eu estudo,
me alimento, durmo, limpo, ajudo as
crianças, sou secretária do padre King, e
sou uma freira que já fez os seus votos
no “Convento das Camélias.” Hoje aos
vinte e três anos, nada dessa vida faz
sentido para mim. Dois anos depois que
eu já estava morando no convento,
chegou outro padre para ajudar o velho
King. Seu nome é Phellipe. Padre
Phellipe Jordan, ele é o meu pecado
mais profundo, sujo, devasso, quente,
obscuro e desejado. Ele chegou para me
atormentar, para tirar o meu juízo e
deixar-me molhada 24hs por dia.
Pele clara, cabelos pretos, alto,
forte. E isso não é nada comparado aos
olhos. Homens bonitos têm olhos claros.
Não Phellipe, os seus são grandes e
expressivos olhos negros. Tão negros e
brilhantes que chega a ser intimidador.
Lindamente intimidador. Padre Phellipe
veio da Itália muito bem indicado pelo
vaticano. Calado, observador, olha por
baixo dos óculos de leitura quando está
lendo um de seus livros e alguém se
aproxima. O que ele não sabe é que, eu
também o observo, há muitos anos.
Mas... Se fosse só ele a tirar a minha
paz, eu ficaria tranquila. Mas não, tem
“ela” também.
Ela é tentadora, ousada e de
olhos maliciosos, cheirosa, loira de
curvas fartas. Finge rezar o tempo todo,
mas eu sei que “ela”, é como eu, sempre
com os pensamentos vagando entre o
santo e o pecado. Ela não olha para o
padre Phillipe, mas a vejo quando os
seus olhos correm pelos corpos nus das
freiras enquanto tomam banho. Vejo
ensaboar o seu corpo e por milésimos
de segundos, desejo ser o sabonete que
escorre por sua pele. E quando ela passa
as mãos lavando sua linda e loira fenda
pequenina, não é somente lavar, ela se
toca, se insinua, mas ninguém percebe.
Quer dizer, somente eu percebo, me
arrisco a pensar que ela faz porque sabe
que eu a observo. Bethina é o seu nome.
“Bethina, tenho desejos de chupar sua
vagina.”
Droga! Olha eu vagando
novamente para o pecado ridículo e indo
a passos largos para o inferno.
Não sei por que minha mãe me
colocou aqui, era o sonho dela não o
meu. Eu quero prazer, já estou pecando
mesmo, por que não pecar do jeito certo
então?
— Irma Nayara! — Mirthes e
sua pontualidade.
— Sim.
— Terminou suas orações? —
Perguntou.
— Sim, já estou indo para o
confessionário.
— Você é a melhor minha
querida. — Disse ela do lado de fora do
quarto.
— Sua bondade é imensa
querida Mirthes.
— Te espero lá. — Ela se foi.
Coitada, mais ingênua que recém-
nascido.
Levanto-me e olho no espelho,
eu me acho bonita, sou delicada e
agressiva, lábios carnudos e olhar doce,
quando quero claro. Hoje irei me
confessar com o padre King e contarei
sobre os meus tormentos. E hoje eu jogo
as cartas no confessionário. Mentira.
Acho que se um dia o velho King ouvir
tudo o que penso, ele pula de um prédio
com no mínimo cem andares.
Vinte e três anos e virgem? Não,
isso não. Quero sentir tudo aquilo que
recebo escondido pelos pecaminosos
grupos de amigos no meu telefone, que
uso somente para falar com minha
família. “Isso é o que todos pensam”.
No grande corredor com
candelabros e velas, vejo as outras
freiras se aproximando, elas também
estão aqui para se confessar. Ando
vagarosamente e me aproximo da
querida Mirthes.
— Mirthes. — Ela me olha tão
doce.
— Minha querida, gostaria de te
pedir um grande favor. — Disse ela.
— Qualquer coisa senhora.
— Nossa Bethina está com
cólicas e dores nas pernas, você poderia
ser a última a se confessar hoje e ir
fazer uma massagem nela? — Disse
Mirthes sorrindo. É, ou não é, me jogar
para o despenhadeiro do inferno?
— Claro irmã, sei que esses
períodos são difíceis.
— E as suas mãos são magicas
com massagens, só você para acalma-la.
— Com todo prazer senhora. —
Prazer é o que quero sentir. E aquela
diaba loira só vai me deixar mais louca
do que já estou.
Fui o mais rápido possível para
o quarto de Bethina, minhas confissões
eu faço depois, agora é passar pela
prova tentadora de Sodoma e Gomorra.
Paro em frete a porta de seu quarto e
bato.
— Irmã Bethina. — Chamei.
— Entre. — ela tem uma voz tão
rouca. Entrei. — Olá Nayara! — Disse
ela sentada na cama penteando os lindos
fios loiros.
— Olá. — falei quase
entregando o meu nervosismo. — Você
deseja uma massagem? Está com muita
dor?
— Sim, mas ainda não estou com
o meu período, é só o mal-estar da sua
chegada. Mirthes disse que você tem
mãos de fadas.
— Todas gostam quando faço
massagem, você está aqui há pouco e
ainda não tivemos tempo de falar dos
dons uma da outra. — Falei.
— Sim é verdade, mas teremos
pelo que vejo. — sorriu. — Feche a
porta Nayara, com a chave. — disse. —
Vou ficar nua para você. — Diaba loira
dos infernos, não atiça. Fechei a porta
como pediu e de mãos trêmulas.
— Onde você me quer? —
Perguntou ela. Olhei em volta, sei bem
como são os quartos e não tinha nada
específico somente a cama.
— Acho que a cama é a melhor
opção. — Falei. Eu assisti Bethina
levantar-se delicadamente, ela tirou as
mangas de seus ombros, deixando o
habito escorregar pelo seu corpo, nu.
Não consegui, meus olhos percorreram
cada parte de pele clara e pelos loiros.
— Você está nua. — Sussurrei
olhando os lindos e grandes seios com
mamilos bem clarinhos, duros.
— Você não fica nua? —
Perguntou ela.
— Eu uso calcinha. — Sussurrei
mais uma vez e olhei em seus olhos.
— Você parece nervosa. —
Disse ela.
— Eu só costumo ver outras
mulheres nuas, no banho e todas juntas.
— A nudez é algo natural, não
sei por que as pessoas sentem-se
constrangidas com isso. — Disse ela.
— Eu não me sinto, pelo
contrario eu gosto de apreciar corpos
nus. — Ela sorriu.
— Eu sei. Vou deitar de bruços
para você. — ela saiu de dentro da roda
do hábito que ficou em seus pés e
deitou-se na cama, colocou um
travesseiro para apoiar sua cabeça e
empinou a linda bunda, arredondada e
dura para mim. — Tem um óleo corporal
na penteadeira. — Falou. Eu fui até a
pequena penteadeira e peguei o óleo,
subi na cama e me acomodei olhando o
perfeito corpo dela.
— Eu vou começar. — Falei.
— Hum rum. — Disse somente.
Abri a pequena tampa e deixei em cima
da cama, derramei um pouco de óleo do
calcanhar até próximo à linda bunda
suculenta. A diaba abriu um pouco as
pernas para facilitar o meu acesso, e eu
salivei com a visão. Vagina pequena e
delicada, rosada até onde eu pude ver.
Esfreguei um pouco de óleo em minhas
mãos e toquei em sua pele macia. Ela
gemeu. Eu? Perdi-me em agonia
sentindo o quão delicada era a carne da
diaba loira. A rouquidão de seu gemido
atingiu profundamente meus ouvidos
fazendo meu corpo entrar em combustão.
Deslizei minhas mãos devagar de baixo
para cima, sentindo cada pelo subir e a
pele arrepiar, eu desejei ir mais fundo
com minhas mãos, mas me controlei. O
pecado talvez só esteja na minha cabeça
e ela é desconhecedora de meus
sentimentos obscuros para a vida que
temos.
Continuei massageando,
passando de uma perna para outra e seus
gemidos não deixam minha sanidade em
paz, quanto mais eu percorria minhas
mãos por sua pela, mais ela abria as
pernas e eu via outra parte brilhar. Ela
abriu mais e deixou sua linda e rosada
fenda bem diante dos meus olhos. Pelas
coisas que li e os vídeos que assisti,
isso era ser mais prazer do que qualquer
outro nome para a dor, ela estava
babando. Coloquei mais óleo nas mãos e
massageei sua linda bunda, abrindo as
partes com a intensão ingênua de só
fazer um bom trabalho.
— Estou agradando? —
Perguntei.
— Muito. — sussurrou. — Seu
toque... Me... Deixa quente. — Ela não
estava conseguindo deixar a voz sair
livremente.
— Quente?
— Sim, eu vou virar de barriga
para cima. — Disse ela. Bethina virou-
se majestosamente delicada, seduzindo-
me com cada movimento. Eu não a
conheço muito bem, ela costuma ir e vir
do convento por ser uma tradutora de
línguas em várias instituições, e com
isso ocupa muito o seu tempo. Mas
olhando para seu corpo, tentei fazer uma
leitura para saber até onde eu poderia ir.
Seios com mamilos duros, pernas
esfregando uma na outra, boca
entreaberta e mãos segurando o lençol
com força. Eu conheço os meus desejos,
mas os dela “talvez” possam ser iguais
aos meus. Eu vou apertar o gatilho dessa
arma, só assim saberei se irá falhar, ou
explodir em minhas mãos.
Espalho óleo novamente em suas
pernas.
— Abre um pouco mais as
pernas para mim. — Pedi. E minha voz
saiu mais rouca do que pensei que
sairia. Ela gemeu.
Dei atenção para sua coxa
esquerda, mas os meus olhos não saíram
da linda boceta com pelos louros e bem
aparados. Levei minhas mãos mais perto
e encostei meus dedos na linda carne
suculenta.
— Humm. — Ela levantou e
apoiou seus pés no colchão, quase não
acreditei quando vi.
— Está gostando? — Perguntei.
— Muito. — Sussurrou. Toquei
com a palma da minha mão em seus
pelos.
— Posso tocar aqui? — Eu já
estava tocando, não precisava perguntar.
— Sim. — Mas sempre é bom
ouvir uma confirmação. Comecei a fazer
círculos mexendo com seus lindos pelos
e suas pernas ganharam vida e abriram
expondo totalmente a fenda aberta para
mim. Seu corpo estava todo arrepiado,
ela respirou fundo. Olhei novamente
para a linda abertura babada e não
consegui me conter para o que ela estava
me oferecendo, delicadamente toquei
nela com os dedos, abrindo sua carne
molhada e massageei seu clitóris.
— Ohh! — gemeu. — Nayara o
que está fazendo? — Criança, não
pergunte o que você já sabe e quer.
— Dando prazer a você. —
Falei.
— Isso não é certo. — Disse ela.
— Você quer que eu pare?
— Não, não. — Ela sorriu um
pouco.
— Mesmo se você quisesse, eu
não iria fazer. — Entrei no meio de suas
pernas e deitei como as mulheres fazem
nos filmes. Eu sempre desejei sentir o
cheiro e o gosto de uma fenda, elas
fazem parecer deliciosas. Abocanhei
com toda a minha sede a linda e rosada
carne babada.
— Oh! Deus. — Sussurrou.
Limpa, ela tem o sabor limpo e o
perfume perfeito. Jamais imaginei sentir
um delicado sabor salgado e ser tão
bom. Minha língua dança por toda ela,
sentindo cada nervo latejar, é tão lisa e
macia, as dobras me fazem desejar ir
mais fundo dentro delas. Agora entendo
porque os homens chupam com tanto
prazer, tenho uma vagina em minha boca
e não quero deixa-la nunca mais.
— Nayara, não pare.
Com as mãos eu abri sua carne e
coloquei para fora o clitóris inchado e
duro, chupei passando a língua em
circulo nele, ela geme. Eu a devorei com
minha língua e ela involuntariamente
treme o corpo todo, pegou o travesseiro
e abafou os gemidos, e empurrou o
quadril para minha boca, me dando toda
ela, me fazendo devora-la ainda mais.
Bethina abriu as pernas e gemeu
chamando meu nome. Essa diaba loira
infernizou os meus pensamentos por
muito tempo, agora sou eu que vou ficar
em sua pele. Introduzi dois dedos dentro
dela, espasmos acontecem e eu me
delicio em saber que sou eu a fazer isso
com seu corpo. Sinto o clitóris latejar na
minha língua, olho para ela tentando não
gritar, mas foi para isso que ela pediu
para eu vir, agora eu sei.
— Oh! Nayara. — falou abafada
com o travesseiro. Bethina não se
controlou, ela me ajudou em um rápido
vai e vem, e começou a tremer e gemer
mais alto. Meus olhos a fitaram e pude
ver todos os seus pelos arrepiados, os
seios — oh os seios! — são como duas
montanhas duras e esculpidas, seus
mamilos claros — lembro-me de
cantares de Salomão — são como
cachos de uvas, preciso toca-los, sentir
o quão firmes são em minhas mãos.
Segurei firme o seu quadril
forçando-a a ficar parada, impossível,
ela está gostando, ela quer, ela me quer.
Eu sinto todo o tremor chegando, ela
geme e aperta o travesseiro na boca e
então...
— Huuummm! — Bethina dá-me
o que sempre desejei ter. Uma mulher
gozando por eu ser o motivo de seu
prazer. Ela treme na minha boca, ela
geme e é como música entrando em
meus ouvidos. Levanto-me rápido e
pairo em cima dela, olhando cada
abaixar da sua respiração forte. Ela
retira o travesseiro de seu rosto e olha-
me nos olhos.
— Foi a melhor coisa que já
senti na vida. — Disse. Eu abaixei meu
corpo e suguei seus mamilos deliciosos,
lambi toda a pele subindo em seu
pescoço até chegar aos lábios, e a beijei
com toda vontade reprimida que estava
dentro de mim. Seu gosto é doce e
agora, os gemidos saem da minha boca.
— Bethina. — Sussurrei.
— Sim. — Continuei a beija-la.
— Por que estou aqui? —
Perguntei
— Eu não sei. — Disse ela.
— Então eu falo para você. —
chupei seu mamilo direito. — Eu quero
mais e vou me despir, nós faremos
coisas inconfessáveis em um
confessionário, entendeu?
— Sim, entendi. — Levantei-me
novamente ficando de joelhos entre suas
pernas.
— Irmã Nayara, irmã Bethina!
— Droga. — Ouvimos alguém
nos chamar.
— Quem será? — Perguntou ela
assustada.
— Não reconheço a voz.
— Irmã Nayara? — Chamou
novamente.
— Sim. — respondi. Olhei para
ela deitada na cama e sussurrei. —
Vista-se imediatamente.
— Tudo bem. — Saio de cima
dela na cama, eu não tinha retirado o
meu véu e nem o meu habito.
— A irmã Mirthes pediu para
chama-la, está na sua hora de ir ao
encontro de padre King. — Droga.
— Já estou indo. — Gritei.
Bethina já estava vestida e com seu véu,
ela também iria se confessar agora.
— Quanto tempo passamos aqui?
— Perguntou sorrindo.
— Não tenho ideia.
— Acho que precisamos
conversar sobre o que aconteceu. —
Disse ela.
— Sim, e quando fizermos,
estaremos nuas, as duas. — Pisquei para
ela. Abri a porta e lá estava a irmã
Carmelita nos esperando.
— Olá irmã! — Sou boa em
fingir.
— Olá minhas queridas. — disse
ela com inocência na voz. — Melhorou
Bethina?
— Irma, você não sabe o quanto.
Eu imaginei que Nayara fosse boa, mas
ela superou as expectativas. — A diaba
loira também sabe fingir? Olho para ela
que sorri lindamente, nem parecia
aquela que estava derretendo em minha
boca há segundos atrás. Depois de
momentos memoráveis, encontrar e
confessar meus pecados para padre King
seria meu tormento. Mais uma mentira
acumulada. Andamos pelos grandes
corredores do convento até chegar à
paroquia.
— Você Bethina, vai se
confessar depois. Agora a irmã Mirthes
precisa de seus serviços. — disse
Carmelita. — E você Nayara, pode ir
para o confessionário querida. — Falou
sorrindo.
— Obrigada Irmã. — olhei para
Bethina. — Se por ventura você não se
sentir bem novamente, não hesite em me
chamar. — Falei.
— Eu a chamarei mais rápido
que imagina Nayara. — Sua voz estava
rouca e sedutora.
— Até mais. — Falei e fui para
o confessionário pensando em como
Carmelita apareceu na hora mais errada
possível. Ainda estou com meu corpo
tremendo pela adrenalina do inesperado
e excitação interrompida. “Quantas
penitências terei que pagar?” Pensei.
Abri a pequena porta estreita do
confessionário e sentei-me na cadeira, o
outro lado estava vazio, padre King
deve estar tomando seus remédios. Ele
gosta muito quando sou eu a pecadora da
vez para se confessar, sempre deixamos
o lado maçante do confessionário e
falamos sobre notícias do mundo, mais
isso só depois de eu mentir que não
tenho tantos pecados assim. E ele
acredita plenamente.
Abaixo minha cabeça e fecho
meus olhos tentando acalmar o meu
corpo, para conversar com ele. Mas o
meu mundo gira com ouço a voz dele.
— Boa tarde irmã Nayara. — Eu
não tive tempo de processar o que me
aconteceu naquele quarto, e agora isso?
— Padre Phillipe, você me
assustou.
— Desculpe, não tive a intenção.
O velho King está descansando, por isso
sou eu a ouvir você. — Olho através da
tela fina que nos separa e encontro seus
olhos diretamente olhando para os meus.
Ele abaixou a cabeça e falou.
— Pode começar. — Tudo ao
mesmo tempo. Tudo no mesmo dia.
Como controlar essa outra eu que existe
dentro de mim?
— Perdoe-me padre, eu pequei.
— Meus olhos não o deixam. Eu não
posso e não quero deixar de olha-lo. Ele
está vestido com sua batina preta, um
pouco curvado mesmo sentado para não
bater a cabeça no teto da pequena caixa
de confissões.
— Conte-me. — Disse ele. E sua
voz fez formigar o sexo que já está
ardendo entre minhas pernas, pelas
proezas de alguns minutos atrás.
— Você acredita nisso que
estamos fazendo? — Perguntei.
— Não entendi. — Disse ele.
— Eu não acredito no celibato,
padre. Não acredito em horas de rezas
para santos, sendo que tenho Deus por
mim. Isso tudo é uma maquiagem, você
não acha?
— Você está em conflito com o
que você é e o que você gostaria de ser,
irmã? — Perguntou ele.
— Talvez. — respirei fundo para
continuar. — Posso te fazer uma
pergunta?
— Sim.
— Você se sente atraído por
mulheres ou homens? — Ele respirou
forte, cruzou os braços e não abriu os
olhos. Ele não esperava por isso.
— Eu sou um padre Nayara, isso
não é permitido para mim.
— Por isso não acredito no que
vivo aqui dentro. E você não respondeu
a minha pergunta. Mulheres ou homens,
padre Phellipe?
— Mulheres Nayara, eu não faço
parte do time homossexual. — Sua voz
ficou mais rouca.
— Temos algo em comum,
padre. — Falei.
— E o que seria?
— Eu ainda estou com o cheiro
dela nos meus dedos, e o gosto de seu
prazer em minha boca. — Padre
Phellipe prendeu a respiração, notei as
reações em seu corpo mesmo com a
pouca luminosidade do local, ele soltou
devagar o ar dos pulmões e olhou-me
nos olhos.
— O que você disse? —
Perguntou sussurrando.
— Que eu estou com o cheiro do
sexo dela grudado, impregnado, fixado
em meus dedos, mas também estou
ardendo entre minhas pernas, louca para
sentir entrar em mim o sexo masculino,
pela primeira vez. — Seus olhos
faíscam, eu sempre soube que por trás
da escuridão deles, havia algo que
brilhava.
— Isso é grave irmã. — Sua voz
saiu apertada da garganta, ele abaixou
os braços colocando em seu colo.
— Não, isso não é grave e você
sabe. O que você está ouvindo aqui
jamais poderá ser dito em voz alta para
outras pessoas. Mas isso é o que sinto e
não tenho culpa por ter o desejo de ser
possuída por um homem. Eu tomo
contraceptivo há anos, porque desejo
receber dentro de mim o sémen de um
homem. — Minhas pernas batem uma na
outra, sinto meus olhos pesados e seios
inchados. Meu clitóris lateja com a dor
e desejo, e pela intensidade a qual me
olha agora.
— Você precisa controlar isso
que sente. — Disse ele.
— Você consegue? — Perguntei.
— Eu não estou em questão aqui.
— O que você faz para se dar
prazer, padre Phellipe? Você é jovem
demais, lindo, forte, com fogo nos olhos
assim como eu.
— Você é ousada Nayara.
— Desculpe. Só é difícil
controlar quando estou toda babada
como agora.
— Eu sei que às vezes é
insuportável. — Disse ele.
— Então você também sofre. —
Falei.
— Eu não estou em condições de
ouvir mais nada irmã. Acho melhor
deixarmos essa conversa para outro dia.
— Falou e cobriu com as mãos o seu
membro. A batina não me deixa ver
nada, mas sei que ele ficou
desconfortável com sua ereção.
— Você quer que eu saia? —
Perguntei.
— Sim, mas vá pelo corredor
das esculturas. — Disse ele.
— Por quê?
— Apenas vá Nayara. — Foi
uma ordem. Ele levantou-se e saiu. “O
que tem no corredor das esculturas?”
Saio e vou direto para o
corredor que falou, estava escudo
demais, quase não passamos por aqui
por ser reservado aos padres. Ouço
somente o barulho dos meus passos, fixo
meus olhos em algum ponto, mas não
consigo ver nada. Até que sou puxada
bruscamente e empurrada para outro
pequeno corredor que eu nem sabia que
existia. Ouço uma porta fechar atrás de
mim, ele me segura contra a parede
pairando como ave de rapina. Dois
candelabros estão acesos, e com a ajuda
das velas eu posso ver os seus olhos.
— Padre Phellipe. — Sussurrei.
Não disse nada, abaixou e passou o
nariz cheirando meu pescoço subindo
para minha boca.
— Você cheira a sexo feminino.
Você chupou uma mulher hoje? — Falou
rouco.
— Sim. — Suas mãos deixaram
meus braços e percorreram meu corpo
até chegar a minhas coxas. Ele levantou
o meu hábito olhando para mim. Então
eu senti seus dedos irem direto para
minha vagina molhada.
— Hummm. — Minha
respiração ficou acelerada, sentir os
longos dedos passando entre minhas
dobras, era mais erótico do que imaginei
ser.
— Você não estava mentindo.
Está babada de desejo. — ele fechou os
olhos enquanto percorria com os dedos
em minha entrada. — Eu vou realizar
todos os seus desejos. Eu segurei o
máximo que consegui por todos esses
anos, para não me aproximar de você.
Ou você acha que eu nuca a tinha
percebido Nayara? Acha mesmo que não
notei o quão linda você é? — sussurrou.
— Mas tudo vai acontecer como eu
desejo e exijo. — não tive tempo para
responder, Phellipe segurou fortes meus
cabelos na nuca, mesmo com o véu ele
conseguiu me prender em suas mãos. —
Vamos e calada. — Outra ordem. Eu fiz.
Andamos mais fundo em outro corredor
e descemos alguns degraus. Estava
escuro e ele acendeu mais um
candelabro que estava na parede.
Paramos em frente a uma porta grossa de
madeira, ele abriu e me empurrou para
entrar. Um quarto normal, até eu notar as
correntes presas ao chão, e um cavalete
acolchoado que parecia de exercícios
olímpicos no meio do quarto. Ele puxou
mais forte meus cabelos e me levou até
ele.
— Você vai ficar em silêncio,
entendeu?
— Sim. — sua voz era puro
comando. — Monta nesse cavalete e
deite-se com seu estômago para baixo.
— ele soltou meu cabelo e eu passei
uma perna para o outro lado do cavalete,
tentei me equilibrar e deitei como ele
me pediu. — Venha mais para ponta
deixando todo seu quadril para fora
dele. — eu fiz, e senti a minha bunda
encostar-se a seu quadril. — Isso
querida, boa menina. — Phellipe andou
até a minha cabeça e acariciou por cima
do véu como se eu fosse um animalzinho
de estimação. Eu gostei. — Você vai
viver uma experiência incrível hoje,
Nayara. Amanhã você não vai conseguir
sentar-se sem sentir dor entre as pernas,
porque eu vou fode-la com tanta força,
somente pela ousadia em aflorar em
mim, o monstro que eu deixo
aprisionado. Entendeu?
— Sim. — Não me importo e
tudo o que quero é sentir-me como as
outras mulheres sentem quando são
fodidas.
— Estique os braços para frente.
— falou. Eu fiz. O barulho das correntes
me assustou e eu olhei para ele. Phellipe
prendeu meus pulsos e mesmo que eu
quisesse, não podia mais sair daquela
posição. — Levante um pouco a cabeça.
— levantei. — Abra a boca. — abri.
Ele colocou uma mordaça na minha boca
que eu não a tinha visto ali. Ele sorriu
com meu olhar assustado. — Não fique
com medo. — disse apenas. Amarrou a
coisa na minha cabeça e saiu do meu
campo de visão. Eu o senti atrás de mim,
então ele levantou meu hábito
descobrindo toda minha bunda. — Linda
como eu sempre imaginei. — e desferiu
um tapa forte na minha pele. Eu gemi. —
Silêncio. — Phellipe rasgou minha
calcinha e jogou no chão. — Senhor, que
linda você é. — sua voz estava mais
rouca do que o normal. A posição era
favorável para ele, meu quadril estava
todo para o lado de fora do cavalete. —
Eu vou chupar você. — Ao ouvir isso
meu corpo entrou em combustão. Fechei
os olhos e esperei o que quer que ele
queira fazer comigo. Eu não podia vê-lo,
mas podia senti-lo. Ele abaixou-se e
meu mundo girou mais uma vez ao sentir
a língua quente lamber do meu ânus até
meu clitóris.
— Humhum. — Eu esperei por
isso desde minha adolescência. Ele
chupou, lambeu, babou e gemeu sentindo
meu sexo em sua boca. Meu corpo
começou a tremer e o que parecia andar
dentro de mim, ficou dolorido e intenso
no meu clitóris. Phellipe trabalhou sua
língua chupando o meu ponto do prazer.
— Humhumhum. — Eu quero gritar, mas
sei que não posso. Nada no mundo pode
interromper esse momento. Sinto todos
os meus nervos se repuxarem, se
esticarem, ele chupa como cão feroz, e
aquilo que estava prezo dentro de mim,
explodiu em sua boca gulosa. —
Ahhahahahah. — Gemi abafado com a
mordaça.
— Isso Nayara, goza para mim.
— Ele desfere outro tapa forte e foi
como apertar o gatilho, gozei novamente
enquanto ele abocanha tudo o que
consegue.
— Gosta de apanhar? Bom
saber. — Dolorida, é como estou, meu
sexo lateja e eu não consigo me mexer,
minhas pernas penduradas tremem e
então, sinto minha pele arder pela
chicotada que recebo. O grito sai da
minha boca abafado.
— Calada. — Eu me calo, e ele
bate novamente. Eu gosto. Uma
chicotada e ele passou a língua em cima
de onde estava ardendo. Outra, mais
outra, e mais outra. Ele geme, ele grita
abafando o quanto consegue. Levanto um
pouco a minha cabeça, e vejo o que eu
não tinha prestado atenção quando
entrei. Um grande espelho na lateral do
quarto, e quando olho para o que ele
reflete e me sinto a mulher mais
desejada do mundo. Ele já estava nu
com o pau ereto como rocha. Lindo,
gemendo de prazer por me ver arder em
sua frente. Eu o vejo ajoelhar e então,
sinto sua boca devorar meu sexo, ouço
seus gemidos e nunca imaginei sentir
tanto prazer em um único dia.
— Não posso esperar mais. —
disse ele levantando-se. — Vou fode-la
agora.
Ele segura o mastro firme, eu o
vejo e sinto passar o seu cumprimento
subindo e descendo na minha entrada.
Meu coração dispara, sou virgem e ele é
muito, muito grande. Phellipe se
posiciona e eu fecho meus olhos
apoiando minha testa no cavalete. Ele
encosta a cabeça na entrada e empurra,
tira, empurra, tira e então, empurra de
uma vez só, entrando até o fundo.
— Ohhrhrrhhhhh. — Ele geme,
eu grito. Dor, ele entrou tão forte que
sinto muita dor. — Você está muito
molhada Nayara, deliciosa. — Disse
rouco. Minha respiração volta aos
poucos, eu não posso falar que estou
sentindo dor com a mordaça na boca,
mas ele continua a empurrar até o fundo.
Eu sinto toda a sua extensão enorme e
grossa, me abrir inteira, batendo para
fora de mim e possuindo o que guardei
até hoje, meu hímen. Seus gemidos são
afrodisíacos, ele bate forte tão
desesperado que meu corpo balança
todo em cima do cavalete, a dor não
existe mais, e então eu começo a
conhecer o que é sexo de verdade. Bate,
bate, bate até o fundo e eu sinto tudo
mexer, meu clitóris dolorido por
liberação, espasmos fortes começam a
apertas o meu ventre, eu gemo alto
desejando gritar, minhas mãos presas e
não gosto de não poder toca-lo, olho
para o espelho e o vejo feroz em seu
trabalho de me foder, ele olha para o
próprio pau entrar e sair de mim, me
fodendo como uma cadela, como seu
animalzinho de estimação. Eu gosto e
quero mais e mais, minha carne aperta
seu membro e ele grita de prazer
esquecendo-se completamente do
silêncio necessário. Eu sou tão desejosa
dele que meu corpo arma a explosão do
prazer, eu sinto andar dentro de mim e
chegar à minha entrada, fecho meus
olhos, sinto minha carne arder, sinto
suas mãos me bater, sinto meus seios
duros e então...
— Ahahahah. — Eu gozo
banhando seu pau com minha baba, meu
corpo entra em verdadeiro combate de
tremores, meu quadril sobe e desce no
seu pau, então eu o ouço e sinto despejar
dentro de mim, o orgasmo que pedi no
confessionário.
— Ohohohoh sua cadela gostosa.
— ele bate até o fundo e tira rápido, eu
o procuro no espelho e o vejo abaixar na
minha frente. Ele tira as correntes dos
meus pulsos, a mordaça da minha boca,
levanta-me rápido e brusco, joga-me na
cama como uma boneca de pano, tira
habilmente meu hábito, deixando-me
com o véu. — Freirinha safada, temos o
convento inteiro para foder. Vou te
possuir em cada canto desse lugar, e
nunca mais você vai desejar chupar uma
boceta. — Ele pegou o pau sujo de
sangue, olhando para ele sorrindo como
se fosse o maior dos tesouros. — Vem
limpar o teu sangue do meu pau com a
sua boca, Nayara. — ele ajudou-me a
levantar e tirou meu véu. — Seu cabelo
é perfeito. — eu não tive tempo de
agradecer. Phellipe segurou forte e
colocou seu pau enorme na minha boca,
chupei com toda fome que eu tinha em
fazer. Meu gosto estava nele, quase não
consegui leva-lo até o fim, é muito
grande. — Você é ótima. — disse ele.
— Deite-se Nayara, quero esfolar meu
pau em você até o dia amanhecer.
E foi assim que aconteceu,
Phellipe me fodeu a noite inteira. Era
madrugada quando deixei o seu quarto
sorrateiramente para não acorda-lo.
Quando entrei no meu quarto e fechei a
porta, não me senti como das outras
vezes, estou liberta. Mesmo com todas
as consequências que sofrerei ao
amanhecer do dia, todas as perguntas
que sei que vou ter que responder, eu
estou feliz. E posso garantir, com todas
as promessas de Phellipe, o convento
das Camélias nunca mais será o mesmo.
Terei que viver na linha tênue do inferno
com o céu.
O dia amanheceu e ouço bater na
porta do meu quarto, não reconheço a
voz. Meu corpo está dolorido, meu sexo
ferido por dentro e por fora, ele me teve
por horas a finco e não me deixou
descansar. Ouço mais uma vez o meu
nome com o som abafado, estou com o
travesseiro cobrindo meus ouvidos, tiro
e espero e então, lá está ela me
chamando novamente.
— Nayara! — É ela, minha
safada freirinha Bethina.
— Entre. — Falei e sentei-me na
cama. Bethina abriu a porta devagar e
olhou pelo quarto até me encontrar.
— Oi. — disse ela. — Você está
bem? — Ela me olhou com espanto. Eu
ainda não me vi no espelho e pela cara
que ela fez, não devo estar agradável
aos olhos.
— Eu estou ótima, por quê?
— O seu rosto está vermelho,
parece que levou tapas. — Ela fechou a
porta e se aproximou olhando fixamente
para mim.
— Eu levei mais que alguns
tapas ontem, Bethina. — ela sentou-se
ao meu lado. — Como?
— Estive com um homem. —
Bethina me olhou assustada. — O dia
ontem, jamais vou me esquecer na vida.
Eu a tive em meus dedos, e fui tomada
bruscamente pelo homem que sempre
desejei. É quase como um sonho
realizado.
— Você... Homem? —
Sussurrou.
— Sim. Veja como estou. —
Deito-me na cama e levanto até meu
ventre o meu vestido de dormir. Meu
sexo nu a deixa salivando, eu a vejo
passar a língua entre os lábios. Abro
minhas pernas deixando Bethina ter total
visão da minha carne machucada.
— Nayara! — Sussurrou
pesadamente.
— Sim querida, estou
deliciosamente machucada e marcada
pela força dele. — Toco-me e abro
minhas dobras para ela ver melhor.
— Você gostou? — Perguntou.
— Muito, tanto que estou
ardendo agora, só em lembrar-me de
você e dele. — Ela me olha nos olhos
muito sedenta de mim.
— Posso senti-la? — Somos
iguais, não nascemos para a vida que
tempos.
— Vem. — Eu abri mais as
pernas para ela, deitou-se de barriga
para baixo e colocou a cabeça entre
minhas pernas. Ouvi o puxar de sua
respiração sentindo o meu cheiro e
então, logo fechei meus olhos com o
toque quente e possessivo de sua boca
voraz. Bethina trabalhou sua língua em
todo meu sexo dando-me prazer, senti
tudo repuxar dentro de mim até chegar a
minha liberação, ela gemendo mais que
eu por sentir o meu gosto e beber do
meu líquido.
— Você é deliciosa Nayara. —
Disse beijando meus curtos pelos
pubianos que estavam nascendo. Então
eu tive uma ideia perfeita. Eu a quero, e
quero o padre Phellipe, e disso eu não
abro mão.
— Vamos fazer uma visita,
Bethina. — ela olha-me sem entender.
— Vou me lavar e sairemos em seguida.
— levantei as pressas com o que estava
passando na minha cabeça. Nunca tomei
um banho tão rápido e me vesti mais
rápido ainda. Olho-me no espelho e
vejo-me vestida como uma recatada
freira, inocente. Mas os rastros de
pecado estão por onde piso com os meus
pés, e isso me faz arder em chamas. —
Vamos. — eu a chamei. — Teremos uma
manhã inesquecível.
Saímos do meu quarto e por
sorte não nos esbarramos com ninguém,
fomos direto para o corredor das artes e
lá entramos nos cômodos que ele me
levara ontem. A porta do quarto estava
fechada, eu a empurrei devagar e abri,
entramos em silêncio e então, vi o
cavalete onde fui possuída por ele.
Phellipe ainda dormia na grande cama
de madeira, nu. Bethina ficou olhando
para todo ele deitado de bruços,
deixando as lindas costas largas à
mostra.
— Tire a roupa, Bethina. —
sussurrei. Ela me olhou e começou a
fazer o que lhe mandei logo em seguida,
ficou nua e só deixou o véu em seus
cabelos. — Deite-se devagar na cama e
abre as pernas para mim. — ela fez.
Bethina cuidadosamente deitou-se ao
lado do homem com sono pesado, abriu
as pernas e me olhou. — Vamos nos
deleitar com ele, você vai gostar. —
Falei. Eu me acomodei entre suas pernas
e abocanhei seu sexo, ela gemeu e
tremeu. Suguei toda a baba que já estava
nela e gemi sentindo o gosto delicioso.
Bethina começou a torcer em cima da
cama, gemendo e sentindo-me com meus
dedos dentro dela, e então, ele acordou.
— O que vocês estão fazendo?
— Perguntou Phellipe sentando-se na
cama. E o olhei e sorri para ele.
Levantei-me e sentei ao lado de Bethina,
segurando suas pernas abertas.
— Eu lhe ofereço Bethina, padre
Phellipe. Sinta-se a vontade para nos
possuir o quanto queira.
— Nayara, você não podia ter
feito isso. — Disse ele, olhando para o
sexo dela.
— Eu o desejo, e a ela também.
Podemos entrar em um acordo muito
agradável, você não acha? — falei. —
Eu já a deixei pronta para você, venha e
toma-lhe seu sexo, como fez comigo,
bruto, forte e insaciável.
— Você quer me enlouquecer?
— Perguntou.
— Não padre, quero dar-lhe
prazer e receber. — Rápido, eu levantei
e tirei todo meu hábito, deixando o véu
como ele gosta, sentei-me novamente e
segurei as pernas da diaba loira. —
Somos suas Phellipe, deleite-se em
nossos corpos.
— Coloque-a de quatro para
mim. — Disse rouco de desejo. Eu fiz.
Coloquei Bethina toda empinada para
ele, de quatro. Entrei debaixo dela
dando-lhe total acesso para meu sexo em
sua boca, Phellipe tirou o lençol que
estava enrolado em suas pernas, e
aproximou-se de Bethina. Eu tive a mais
linda visão do mundo, o sexo de Bethina
e o grande mastro de padre Phellipe,
subindo e descendo nas dobras dela, de
repente, ele entrou de uma vez, ela
gritou.
— Silêncio. — Disse ele, ela
fez. Concentrou-se em me chupar toda,
devorando meu sexo com sua boca ávida
enquanto ele metia com muita força,
fazendo-a balançar toda na cama. E para
realizar o que sempre desejei, abocanhei
o clitóris dela enquanto ele a empalava
fundo e forte, ela treme de prazer e me
chupa como se o mundo fosse acabar,
nós três, aqui ou em qualquer lugar,
somos uma combinação perfeita. Não
demorou muito eu bebi todo o prazer
derramado por Phellipe dentro dela,
escorrendo de sua fenda, lambi e engoli
tudo, mas ele não parou de penetra-la,
continuou até que ela gritasse liberando
tudo o que estava preso. Ele a jogou
para o lado na cama e pulou em cima de
mim, e penetrou-me com força. — Você
é uma diaba, Nayara. — Sua voz estava
rouca com o desejo, Bethina que estava
deitada tomando suas respirações,
olhou-me e sorriu, logo veio chupar os
meus seios. Ele e ela me possuindo,
luxuria, pecado, desejo, sexo,
compartilhar. Foi para isso que nasci, e
com isso vou viver.
A minha liberação foi
escandalosa, múltiplos orgasmos,
bruscamente fodida por ele,
deliciosamente fodida pelos meus
maiores desejos. E assim, deu-se início
ao nosso dia.
Que horas acabou? Não sei,
ainda estou aqui, na cama, deitada, nua,
cheia de esperma em meu corpo. Ela?
Está ao meu lado, dormindo. Ele? Está
em pé, olhando para mim.
— Vamos sair desse convento,
Nayara. E eu vou me casar com você. Só
terá que me prometer uma coisa.
— E o que seria? — Perguntei.
— Prometa-me, sempre ser quem
você é. Não se esconda jamais. E o mais
importante, seja leal a mim, que serei a
você.
— Tem minha palavra Phellipe.
— Ótimo freirinha, agora abre
mais essas pernas.
— Eu estou cansada. — Falei
quase dormindo.
— Então durma, isso não me
impedirá de possuir você, em nenhum
momento.
Eu fiquei em silêncio e fechei
meus olhos. Senti suas mãos em minhas
pernas abrindo-as, e seu sexo entrando
no meu, ele batendo fundo, e eu,
adormeci com ele dentro de mim,
possuindo-me, marcando-me como sua
propriedade.

Fim.
Adriana Arebas-
Março/2016

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