Você está na página 1de 7

Questão 11. Comportamento: pensamento e padronização.

Observe a ilustração a seguir.

Disponível em <https://br.pinterest.com/pin/340514421817058668/>. Acesso em 30 jul. 2018.

O objetivo da ilustração é:
A. enaltecer o papel das novas tecnologias no desenvolvimento do pensamento autônomo.
B. mostrar que o homem depende da agricultura, pois todas as riquezas são decorrentes dela.
C. criticar a homogeneização do pensamento e do comportamento.
D. criticar as sociedades agrárias, que não têm acesso às tecnologias de comunicação.
E. denunciar o trabalho escravo, especialmente nas lavouras.

Justificativa.

Questão 12. Relações humanas: empatia.


Analise o texto e a charge a seguir.
Já se sabe que problemas psicológicos atingem grande parte da população ativa: a pressa para fazer
mais em menos tempo, a urgência para terminar e entregar as tarefas, a pressão por
resultados, a ansiedade, a auto cobrança para ser o melhor profissional, além dos problemas
externos à empresa, que também podem influenciar negativamente o rendimento do
colaborador.
Por esse motivo, líderes e empresas precisam prestar muita atenção ao que acontece com os
seus colaboradores, pregar valores positivos entre eles, compreender suas dificuldades
circunstanciais e oferecer-lhes apoio e respeito.
As relações dentro de uma empresa não precisam ser baseadas apenas em competitividade.
Com a empatia, é possível construir, no ambiente de trabalho, laços de convivência
preponderantemente respeitosos.
Disponível em <http://oreporterregional.com.br/noticia/809/empatia>. Acesso em 26 set. 2018 (com adaptações).
Disponível em <http://b2midia.com.br/new/wp-content/uploads/2017/01/empatia2.jpg>. Acesso em 08 mai. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas.


I. De acordo com o texto, é possível criar uma interação pessoal mais positiva entre líderes e
colaboradores, além de laços de convivência mais respeitosos no ambiente corporativo.
II. A charge direciona seu foco para o exercício de se colocar no lugar de outra pessoa, para o
exercício da empatia.
III. Os elementos visuais da charge remetem a um ambiente sincero e natural, mas carregado de
sentimentos como o egocentrismo e o individualismo.
IV. A charge e o texto denunciam a agressividade à qual os colaboradores estão sendo
submetidos no ambiente corporativo.
É correto o que se afirma em:
A. I, II III e IV B. I, II e III C. II, III e IV D. I e II E. I, II e IV

Justificativa.

Questão 13. Comportamento: comentários em redes sociais.


Leia a charge e o texto a seguir.

Disponível em <https://br.pinterest.com/pin/491596115554673681/>. Acesso em 20 set. 2018.

Gente que comenta sem ler


Reflexões sobre uma epidemia digital
Danilo Venticinque
Clique em qualquer notícia de um grande portal, vá à seção de comentários e faça sua aposta:
quantas pessoas realmente leram todo o texto antes de comentar? Quando comecei no
jornalismo, ingênuo, acreditava que todos liam tudo. Os anos me tornaram cético. Hoje, tenho
certeza de que o número é próximo de zero. Na internet, quase todos nós lemos muito mal.
Num universo de leitura fragmentada, os comentaristas conseguem se destacar negativamente.
Ao contrário dos outros maus leitores, que prestam conta apenas às suas consciências, quem
comenta deixa registrada, definitivamente, a sua falta de atenção. Só não morrem de vergonha
disso porque sabem que ninguém notará suas falhas. Afinal, se quase ninguém lê as notícias, é
seguro apostar que mesmo o mais absurdo dos comentários passará despercebido por todos.
Exceto, é claro, por outros comentaristas.
Quanto maior a audiência de uma notícia, maior a chance de a caixa de comentários se
transformar numa sala de bate-papo delirante, sem nenhuma relação com o assunto original.
Não importa se o texto é sobre a Petrobras, sobre novas marcas de esmalte ou sobre o álbum
da Copa: sempre haverá uma desculpa para transformá-lo em palco para brigas políticas.
Quando a vontade de expressar uma opinião é irresistível, a lógica é o que menos importa.
(...)
Sempre há um ou outro justiceiro que gasta seu tempo apontando incoerências nos comentários
alheios. São criaturas exóticas: leem não só os textos, como também os comentários - e ainda
se dão ao trabalho de notar quando não há qualquer relação entre uma coisa e outra. Os
esforços desses bravos heróis são em vão: a horda de comentaristas enfurecidos imediatamente
os descartará como lacaios de algum partido político ou, pior ainda, metidos a intelectuais. Bem
feito. Quem mandou gastar seu tempo lendo um texto na internet?
Comentários em redes sociais são ainda piores. Lá, não é necessário nem mesmo clicar na
notícia para palpitar sobre ela. Basta ler o título do post que um amigo compartilhou e o campo
de comentários estará logo abaixo, com todos os seus encantos.
(...)
No último primeiro de abril, o site da National Public Radio (NPR) aplicou uma pegadinha
impiedosa em seus leitores: publicou, no Facebook, um texto com o título "Por que a América não
lê". Centenas de pessoas comentaram o assunto. Algumas discordavam, indignadas. Outras
concordavam e discorriam longamente sobre as causas desse fenômeno. O texto da notícia, que
ninguém leu, explicava a piada e dizia algo como "os americanos leem, mas temos a impressão
de que eles só olham o título antes de comentar". Eu não saberia dizer precisamente o que
estava escrito lá: confesso que não li o texto da NPR. Vi o link no Facebook de um ou dois
amigos e decidi comentar sobre o assunto mesmo assim.
Por muito tempo, acreditei que a multidão que comenta sem ler era a escória da internet. Que o
mundo seria melhor se lêssemos todos os textos antes de palpitar sobre eles. Eu estava errado. Hoje
penso exatamente o contrário. A enorme maioria dos textos que circulam pela internet é inútil.
Os comentaristas ensandecidos simplesmente decidiram parar de perder tempo com esse tipo
de bobagem. São seres mais evoluídos do que nós. Basta aplicarem em algo útil todas as horas
de leitura superficial que economizam e logo dominarão o mundo.
Saber comentar sem ler é uma habilidade indispensável para ser bem sucedido no mundo digital. Se
você ainda não aderiu, pare de ler agora e junte-se a nós. Seja bem-vindo ao futuro.
O próximo passo rumo à iluminação digital é aprender a não ler e não comentar.
As discussões na internet, convenhamos, nunca mudaram a opinião de ninguém. Nos meus anos
menos esclarecidos, li muitos debates em seções de comentários. Nunca vi um crítico do
governo terminar uma discussão com "pensando bem, acho que a culpa não é da Dilma". Ou
um ativista, após longas réplicas e tréplicas, decidir dar o braço a torcer: "diante de todos os
argumentos aqui expostos, cheguei à conclusão de que #vaitercopa". As discussões virtuais são
tão dispensáveis quanto as notícias que as antecedem. Abençoado seja quem guarda sua
opinião para si e cultiva o silêncio digital. É o que vou fazer agora. Até a próxima semana.
Disponível em <https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/gente-que-bcomenta-sem-lerb.html>. Acesso em 20 set. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir.


I. A charge apresenta um posicionamento oposto ao do artigo, uma vez que ela critica o ato de
comentar sem ler e o autor do texto afirma que “comentar sem ler é uma habilidade
indispensável para ser bem sucedido no mundo digital”.
II. A charge faz referência aos conhecidos macacos (“não vejo”, “não falo”, “não ouço”) e, ao
modificar as características deles, elogia aquele que, em vez de ficar mudo, manifesta-se nas
redes sociais.
III. De acordo com o artigo, o número de pessoas que comentam textos sem ler não é
minoritário.
É correto o que se afirma somente em:
A. I e II B. II e III C. I e III D. I E. III

Justificativa.

Questão 14. Sociedade brasileira: desigualdades.


Leia a charge a seguir.

Disponível em <https://www.facebook.com/photo.php?fbid=218228768604968&set=a.122730144821498.1073741829.100012535396791&type=3&theater>.
Acesso em 25 jul. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
I. A charge, ao ilustrar o mapa do Brasil rachado, propõe o separatismo das regiões do país
como possível solução para os problemas que atingem a nação.
II. A charge apresenta o Brasil como um país separado pelas desigualdades sociais.
III. A charge tem por objetivo mostrar que o país está em um buraco e que a crise que vivemos
afeta igualmente ricos e pobres.
É correto o que se afirma somente em:
A. I. B. II. C. III. D. II e III. E. I e II.

Justificativa.

Questão 15. População brasileira: crescimento do número de idosos.


Leia a charge e o texto com dados do IBGE, de 26.04.2018.

Disponível em <http://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/politicas-publicas-nao-acompanham-o-envelhecimento-da-populacao-brasileira/>. Acesso em


29 jul. 2018.
Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017
A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8
milhões de idosos desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios,
divulgada hoje pelo IBGE.
Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos idosos em
cinco anos correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se tornado
cada vez mais representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse grupo, com
16,9 milhões (56% dos idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44% do grupo).
“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento da
população nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela melhoria nas
condições de saúde quanto da redução da taxa de fecundidade, pois o número médio de filhos
por mulher vem caindo. Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui demorou até mais
que no resto do mundo para acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia
Vieira.
Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo
os estados com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambos com
18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o
estado com menor percentual de idosos, com apenas 7,2% da população.
Disponível em <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/20980-numero-de-idosos-cresce-18-em-5-anos-e-
ultrapassa-30-milhoes-em-2017.html>. Acesso em 29 jul. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas:
I. A charge mostra um cenário promissor em termos de ocupação para a
população, que, conforme os dados do IBGE, está envelhecendo.
II. De acordo com o texto, os idosos representam 18% da população
brasileira.
III. O texto afirma que a melhoria nas condições de saúde da população é
um dos fatores responsáveis pelo aumento da expectativa de vida e,
portanto, pelo envelhecimento populacional.
É correto o que se afirma em:
A. I e III B. II C. III D. II e III E. I, II e III

Justificativa.

Você também pode gostar