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Português com Lógica

Português com Lógica

REDAÇÃO
PERFEITA
CEBRASPE | FUNPAR
PROFESSORA ADRIANA FIGUEIREDO

PROFESSOR RODOLFO GRACIOLI

Para Concursos Públicos


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REDAÇÃO PERFEITA
CEBRASPE | FUNPAR
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ORGANIZAÇÃO DA REDAÇÃO

MÉTODO REDAÇÃO LÓGICA ® - PRODUÇÃO DE REDAÇÃO


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TEMAS DE REDAÇÃO
CEBRASPE 2019/2020
CESPE - 2019 - TJ-PR - Técnico Judiciário

Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às
fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das
manifestações culturais. § 1.º O Estado protegerá as manifestações das culturas
populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo
civilizatório nacional. Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília
- DF: Senado Federal, 1988.

Os direitos culturais protegem o potencial que cada pessoa possui — individualmente,


em comunidade com outros e como grupo de pessoas — para desenvolver e expressar
sua humanidade e visão de mundo, os significados que atribui a sua experiência e a
maneira como o faz. Os direitos culturais podem ser considerados como algo que protege
o acesso ao patrimônio e aos recursos culturais que permitem a ocorrência desses
processos de identificação e de desenvolvimento. Entrevista com Farida Shaheed, da
ONU. In: Revista Observatório Itaú Cultural, n.º 11, jan.-abr./2011 (com adaptações).

Integrar os direitos culturais ao rol de direitos humanos — ou seja, considerá-los direitos


inerentes ao ser humano — traz consequências importantes ao tratamento desses
direitos, que não podem, por exemplo, sofrer nenhum tipo de distinção de raça, cor, sexo,
língua, religião, opinião política, origem social ou nacional ou condição de nascimento ou
riqueza. Tais direitos incorporam, ainda, outras características dos direitos humanos: são
fundados no respeito pela dignidade e no valor de cada pessoa; são universais, ou seja,
são aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas; são inalienáveis,
de modo que ninguém pode ser privado de seus direitos humanos (apesar de eles
poderem ser limitados em situações específicas); são indivisíveis, inter-relacionados e
interdependentes, já que não é suficiente respeitar apenas parte dos direitos humanos;
e devem ser vistos como de igual importância entre si. Nicolas Allen. Os direitos
culturais como direitos humanos: breve sistematização de tratados internacionais.
Internet: (com adaptações).

Considerando que os fragmentos de textos apresentados anteriormente têm caráter


unicamente motivador, redija um texto dissertativo abordando:

1. a importância da cultura para a formação integral do ser humano; [valor: 14,00


pontos]
2. a relação entre cultura e cidadania; [valor: 12,00 pontos]
3. o dever do Estado de garantir o acesso à cultura bem como incentivar a
difusão e preservação das manifestações culturais. [valor: 12,00 pontos]
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CESPE / CEBRASPE - 2020 - MPE-CE - Analista Ministerial - Ciências Contábeis

A remição de pena, ou seja, o direito do condenado de abreviar o tempo imposto em


sua sentença penal, pode ocorrer mediante trabalho, estudo e, de forma mais recente,
pela leitura, conforme disciplinado pela Recomendação n.º 44/2013 do CNJ. A remição
de pena, prevista na Lei de Execução Penal, está relacionada ao direito constitucional
de individualização da pena. Dessa forma, as penas devem ser justas e proporcionais,
além de particularizadas, levando-se em conta a aptidão à ressocialização demonstrada
pelo apenado por meio do estudo ou do trabalho.
A possibilidade de remir a pena por meio da leitura já é realidade em diversos presídios
do país. De acordo com a Recomendação n.º 44/2013 do CNJ, deve ser estimulada a
remição pela leitura como forma de atividade complementar, especialmente para
apenados aos quais não sejam assegurados os direitos ao trabalho, à educação e à
qualificação profissional. Para isso, há necessidade de elaboração de um projeto pela
autoridade penitenciária estadual ou federal com vistas à remição pela leitura,
assegurando-se, entre outros critérios, a participação voluntária do preso e a existência
de um acervo de livros dentro da unidade penitenciária. Segundo a norma, o preso deve
ter o prazo de 21 a 30 dias para a leitura de uma obra, apresentando, ao final do período,
uma resenha a respeito do assunto, que deverá ser avaliada pela comissão organizadora
do projeto. Cada obra lida possibilita a remição de quatro dias de pena, com o limite de
doze obras por ano, ou seja, no máximo 48 dias de remição por leitura a cada doze
meses. Internet: <www.cnj.jus.br> (com adaptações).

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou projeto de lei que altera o art. 4.º da Lei n.º
15.718/2014, elaborada conforme recomendação do CNJ. O projeto de lei torna
expressa a possibilidade da leitura de livros religiosos proporcionarem a remição da pena
em execução penal. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP),
atualmente, no projeto Livro Aberto, são 5.100 detentos que leem mensalmente em 17
unidades prisionais do Ceará. O preso escolhe, a cada mês, uma obra literária dentre os
títulos selecionados para a leitura, o que agora poderá incluir livros religiosos. Em
seguida, o apenado redigirá relatório de leitura ou resenha — a ser elaborados de forma
individual, presencial e em local adequado —, devendo atingir nota igual ou superior a
6,0 para ser aprovado pela Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC).
Depois, isso é levado para a vara judicial, para ser avaliada a redução da pena. Internet:
<www.ceara.gov.br> ( com adaptações).

É indiscutível que a obra literária tem o poder de reorganizar a nossa visão de mundo,
nossa mente e nossos sentimentos, tocando nosso espírito por meio das palavras, que
não são apenas a forte presença do nosso código; elas comunicam sempre alguma coisa
que nos toca, porque obedece a certa ordem. O caos originário dá lugar à ordem e, por
conseguinte, a mensagem pode atuar. Uma boa notícia é que toda obra literária
pressupõe essa superação do caos, determinada por um arranjo especial das palavras,
fazendo uma proposta de sentido.
Maria Luzineide P. da C. Ribeiro e Maria do Rosário C. Rocha. Olhando pelo
avesso: reflexões sobre a remição de pena pela leitura e a escolarização nas
prisões brasileiras. In: Fernanda Marsaro dos Santos et al. (Org.). Educação nas
prisões. 1.ª ed. Jundiaí: Paco, 2019, p. 203 (com adaptações).
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A leitura é um poderoso instrumento de ascensão social, de amadurecimento do ser


em relação à sua função dentro de uma complexa sociedade, de absorção da sua cultura
ao redor (...) é uma atividade essencial a qualquer área do conhecimento e mais
essencial ainda à própria vida do ser humano.
Fernanda M. dos Santos, Gesuína de F. E. Leclerc e Luciano C. Barbosa. Leitura
que liberta: uma experiência para remição de pena no Distrito Federal. In: Fernanda
Marsaro dos Santos et al. (Org.). Educação nas prisões. 1.ª ed. Jundiaí: Paco, 2019,
p. 21.

Considerando que os textos anteriormente apresentados têm caráter unicamente


motivador, redija um texto dissertativo abordando os seguintes aspectos acerca
da remição de pena pela leitura.

1. A remição de pena pela leitura como forma de ressocialização. [valor: 9,50


pontos]

2. A importância da leitura como forma de reorganização da visão de mundo do


detento. [valor: 9,50 pontos]

3. Possibilidades e desafios da implementação de projetos de leitura no sistema


prisional brasileiro. [valor: 9,50 pontos]
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ANÁLISE DE REDAÇÃO
CEBRASPE – TJ-PA 2020
CEBRASPE – TJPA – Aplicação: 2020

PROVA DISCURSIVA
• Nesta prova, faça o que se pede, usando, caso deseje, o espaço para rascunho indicado no presente caderno. Em seguida,
transcreva o texto para a FOLHA DE TEXTO DEFINITIVO DA PROVA DISCURSIVA, no local apropriado, pois não será avaliado
fragmento de texto escrito em local indevido.
• Qualquer fragmento de texto além da extensão máxima de linhas disponibilizadas será desconsiderado.
• Na Folha de Texto Definitivo, a presença de qualquer marca identificadora no espaço destinado à transcrição do texto definitivo
acarretará a anulação da sua prova discursiva.
• Ao domínio do conteúdo serão atribuídos até 30,00 pontos, dos quais até 1,50 ponto será atribuído ao quesito apresentação
(legibilidade, respeito às margens e indicação de parágrafos) e estrutura textual (organização das ideias em texto estruturado).

O que o seu computador ou celular diz sobre você? Mesmo que a gente não perceba, o
uso da Internet deixa pegadas e rastros no mundo virtual. Quando você acessa
plataformas de jogos online, interage em redes sociais, usa aplicativos, compra em uma
loja virtual, lê notícias ou se cadastra em um sistema, alguma empresa pode ter acesso
a um dado seu. Quase todo clique ou movimento é passível de rastreamento. A maioria
dos websites possuem cookies, pequenos arquivos que armazenam nossa informação
cada vez que acessamos um site pela primeira vez — descarregados em nosso aparelho
incluem rastreadores que servem para configurar um perfil nosso em função das buscas
que fazemos. Já os aplicativos possuem opções de cadastro com redes sociais, que
possuem dados pessoais armazenados. O mundo digital criou novas formas de
comunicação e interação. Mas você tem cuidado com seus dados pessoais e costuma
ler as políticas de privacidade das páginas e aplicativos que utiliza?

Carolina Cunha. Proteção de dados — a questão da privacidade dos


cidadãos na Internet. Internet: <vestibular.uol.com.br> (com adaptações).

O uso legal da Internet traz consigo a preocupação à obediência dos princípios básicos
e interesses do consumidor, do cidadão, das empresas e do poder público, como a livre
concorrência, a liberdade de expressão e a proteção da privacidade. O uso da Internet é
considerado essencial ao exercício da cidadania e as leis são de obediência obrigatória
por todos os usuários, inclusive por aqueles que a utilizam para a efetivação de seus
interesses, sejam eles pessoais, sociais ou comerciais. Dessa forma, estejamos sempre
conscientes: o mau uso da Internet, o desconhecimento das legislações específicas e o
fato de permanecer alheio a tudo isso é estar evidentemente exposto aos prejuízos que
podem advir do meio informático.
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Lauren J.L. Teixeira Alves. O uso da Internet e a proteção dos dados pessoais. Internet:
<laurenfernandes.jusbrasil.com.br> (com adaptações).

Considerando que os textos anteriormente apresentados têm caráter unicamente


motivador, redija um texto dissertativo acerca do seguinte tema.

A SEGURANÇA DOS USUÁRIOS DA INTERNET DEPENDE TANTO DA


LEGISLAÇÃO QUANTO DO CUIDADO INDIVIDUAL

Ao elaborar seu texto, aborde os seguintes aspectos:

1. o contexto atual de uso cotidiano da Internet por milhões de usuários e de exposição


de dados na rede; [valor: 11,50 pontos]

2. a necessidade de legislação relacionada à privacidade na Internet; [valor: 8,50 pontos]

3. a necessidade de os cidadãos usarem de modo consciente e seguro a Internet. [valor:


8,50 pontos]
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CEBRASPE – TJ-PA 2020

No contexto atual, o uso da Internet tem sido um


importante instrumento que possibilita a comunicação e a
conexão entre diferentes pessoas em nível global, sendo o
ambiente virtual promotor de transformações individuais e
coletivas através da propagação de ideias com viés político e
ideológico que buscam acalentar demandas sociais e quebrar
o distanciamento entre as pessoas. Porém, mesmo a Internet
sendo uma ferramenta de interação social e de facilitação
da vida humana, é necessário que exista uma interação
conjunta de Poder público e de usuários de Internet para
inibir o uso abusivo da rede mundial de computadores e a
prática de crimes que transgridam a intimidade e a
dignidade de usuários do ambiente virtual.
Nesse sentido, um primeiro ponto a ser tratado na
temática de uso adequado da Internet é a responsabilidade
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do Estado de promover a defesa de dados e direitos dos


usuários expostos no ambiente virtual, pois apesar de já
existirem leis de controle da política de privacidade dos dados
e de inibição de crimes virtuais, ainda há a necessidade do
poder público criar leis mais rigorosas de controle do uso de
dados na Internet e a criação de órgãos especializados para o
combate e a investigação de crimes virtuais.
Um exemplo de atuação do poder público no combate a
crimes virtuais foi o caso da atriz Carolina Dickman que teve
fotos íntimas divulgadas na Internet e dada a repercussão do
caso, tal situação fez com que segmentos do poder público
atentassem sobre a importância de se ter mudanças
legislativas para proteção de direitos e dados de usuários da
Internet e para a efetivação da punição e investigação de
crimes virtuais.
No que diz respeito ao uso consciente e seguro da Internet,
faz-se necessário que os usuários tenham cautela e
sensibilidade no ambiente virtual, adotando, tais usuários
medidas como não expor opiniões polêmicas que incitem o ódio
(ponderação entre liberdade de expressão e a dignidade do
outro), usar antivírus atualizado para proteção contra
invasão a computadores pessoais, evitar passar dados pessoais
em sites inseguros, usar senhas fortes etc.
Por fim, faz-se necessário reafirmar que a internet é um
importante instrumento de conexão humana e que possibilita
a transmissão de ideias e o engajamento político e ideológico
a diversas demandas sociais, porém, tal instrumento,
comunicação e propagação de ideias deve ser usado de
maneira ponderada e cautelosa através da criação de
mecanismos pelo poder público em diálogo com a sociedade
usuária da Internet, que combatam os malefícios e crimes de
ambiente virtual e que promovam a proteção de direitos
fundamentais dos usuários.
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TEMA INÉDITO
ESTILO CEBRASPE
Professor Rodolfo Gracioli

Texto I

“A garantia de uma boa educação é uma forma de ressocializar as pessoas condenadas à prisão.
Ela possibilita que, ao retornar à sociedade após quitar sua dívida com a justiça, os ex-
presidiários tenham outras opções que não o regresso à criminalidade. Uma boa formação
profissional e educacional proporciona melhores alternativas de inserção social e de
remuneração, prevenindo a reincidência. Além disso, a educação diminui significativamente a
ocorrência de rebeliões dentro dos presídios, promovendo atividades de interação e reflexão que
oferecem melhores perspectivas acerca do futuro. A adesão dos presos a uma modalidade de
educação é ainda uma forma de reduzir o tempo da pena cumprida e, por consequência, uma
maneira de diminuir a superlotação dos presídios”
(https://www.politize.com.br/educacao-nas-prisoes/) – Acesso em 26 mai. de 2020.

Texto II

“A educação no sistema penitenciário é iniciada a partir da década de 1950. Até o princípio do


Século XIX, a prisão era utilizada unicamente como um local de contenção de pessoas – uma
detenção. Não havia proposta de requalificar os presos. Esta proposta veio a surgir somente
quando se desenvolveu dentro das prisões os programas de tratamento. Antes disso, não havia
qualquer forma de trabalho, ensino religioso ou laico. O nível educacional geralmente baixo das
pessoas que entram no sistema carcerário reduz seus atrativos para o mercado de trabalho. Isso
sugere que programas educacionais podem ser um caminho importante para preparar os
detentos para um retorno bem-sucedido à sociedade”.
(https://jus.com.br/artigos/74918/a-relevancia-da-educacao-prisional-como-instrumento-de-
ressocializacao) – Acesso em 26 de mai. de 2020

Texto III

“Apesar da Lei de Execução Penal (nº 7.210/1984) prever o direito à educação escolar no sistema
carcerário, baixa parcela dos presos têm acesso a atividades educativas. Também a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (LDB) estabelece que toda a população brasileira tem direito ao
ensino gratuito, sendo assegurado inclusive aos que não tiveram acesso na idade adequada ou
estejam em privação de liberdade. Para além do pouco acesso à educação, a população prisional
enfrenta ainda uma série de questões, como as graves e constantes violações de direitos,
expressas em violências físicas, morais e nas condições dos presídios”.
(https://educacaointegral.org.br/reportagens/educacao-prisional/) – Acesso em 26 de maio 2020.
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A importância da educação no sistema prisional: mecanismo para impulsionar o


processo de ressocialização e a facilitar a inserção dos egressos no mercado de
trabalho

1. O contexto atual do sistema prisional na perspectiva da infraestrutura e os impactos


para a ressocialização.

2. A necessidade de ampliar a educação prisional e a relevância de tal mecanismo para


o reposicionamento do egresso do sistema na sociedade.

3. Ações de estímulo ao processo de ampliação da educação prisional no âmbito da


legislação.
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TEMA INÉDITO
ESTILO FUNPAR / UFPR
Professor Rodolfo Gracioli

Texto I

“Com a entrada em vigor do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990),


que em 2020 completa 30 anos, meninos e meninas passaram a ser vistos sob nova
perspectiva, como “sujeitos de direitos”, e a preocupação da lei passou a ser a
proteção integral de todas as pessoas com idade entre zero e 18 anos. Entretanto, a
simples vigência do ECA não garantiu que todas as suas previsões fossem
cumpridas. Avanços ocorreram de modo gradativo e contínuo, mas, ainda hoje,
parte do Estatuto ainda não é aplicada”.
(http://www.crianca.mppr.mp.br/2020/01/22277,37/) – Acesso em 26 de mai. de
2020.

Texto II

( https://omundoeumaescola.wordpress.com/tag/educacao-em-casa/) – Acesso
em 26 de mai. de 2020.

Texto III

“Ainda precisamos garantir que as promessas previstas pelo Estatuto saiam do


papel e tornem-se realidade para todas as crianças e adolescentes, a partir de
políticas públicas fortes e bem estruturadas para os atendimentos necessários.
Também é preciso avançar nas estratégias de prevenção das violências e violações
dos direitos de meninos e meninas com a organização de redes de proteção bem
estruturadas e projetos voltados tanto para as vítimas quanto para o trabalho com as
famílias, tornando-as efetivamente espaços de proteção e de promoção pessoal.”
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(Luciana Linero, promotora de Justiça que integra a equipe do Caop da Criança e


do Adolescente e da Educação)
(http://www.crianca.mppr.mp.br/2020/01/22277,37/) – Acesso em 26 de mai. de
2020.

Os 30 anos do Estatuto da Criança e do adolescente e os múltiplos desafios


enfrentados na contemporaneidade

• Contextualizar a problemática apresentada


• Destacar os principais pontos de argumentação em comum dos
textos.
• Assumir um ponto de vista acerca dos desdobramentos desse tema
• Apresentar uma intervenção para a proposta
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ANOTAÇÕES
Português com Lógica 19
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Capítulo 25
(5ª edição)

www.adrianafigueiredocursos.com.br

Professora Adriana Figueiredo

Professora Adriana Figueiredo

professoraadrianafigueiredo