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A partir da inclusão do direito à/ao (educação, respeito, saúde, segurança.

Faça a
adequação conforme o tema) no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio do artigo
(coloque artigo que assegura o direito mencionado) — consagrou-se no âmbito jurídico
como um pressuposto humano e imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel,
verifica-se que, na atual política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a/o Tema
viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a/o Arg.2 ameaçam o Estado
Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a/o Tema no Brasil. Acerca disso,
conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a
governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que (aprofundamento da
análise crítica). Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da/do Arg.2 (OBS: faça a retomada do Arg.2 usando sinônimos).
Nesse sentido, de acordo com (Dado estatístico ou outra área do conhecimento). Isso
ocorre porque/ Nessa lógica/Entretanto, (relacione o repertório com o tema e
aprofunde a análise crítica). Dessa feita, enquanto a/o Arg.2 for realidade, esse panorama
negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a/o Tema no


país. Nesse contexto, o Estado (Agente) — principal interventor jurídico (Detalhamento) —
deve combater/promover/administrar (Ação), por intermédio de verbas da União (Meio),
com o intuito de... (Finalidade) . Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério (Agente)
da (Educação, Saúde) faça/atue/crie (Ação), por via de… (Meio), com o objetivo de
atenuar o tema abordado (Finalidade). Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a
teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

INTRODUÇÃO 2:

À luz da Carta Magna de 1988, a/o (educação, respeito, saúde, segurança. Faça a
adequação conforme o tema) é um direito irrevogável de todos. Na atual conjuntura
brasileira, contudo, a afirmação jurídico-formal está em profundo desuso, visto que a/o
Tema impossibilita o pleno êxito da norma mencionada. Em suma, há dois fatores que
sabotam o Estado Democrático: a inércia estatal e a/o Arg.2.

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Exemplos com o modelo:

Alice Bellé

Tema: O impacto da crise econômica na educação brasileira


À luz da Carta Magna de 1988, a educação é um direito irrevogável de todos. Na atual
conjuntura brasileira, contudo, a afirmação jurídico-formal está em profundo desuso, visto
que o impacto da crise econômica na educação brasileira impossibilita o pleno êxito da
norma mencionada. Em suma, há dois fatores que sabotam o Estado Democrático: a inércia
estatal e a carência dos equipamentos necessários para o estudo.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta as consequências da crise


na área educacional no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire:
o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado
o postulado filosófico, já que os escassos investimentos na educação,
impulsionados pela crise econômica, impedem que os cidadãos tenham uma
formação escolar adequada. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das
autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades


sem valores, origina-se da falta das ferramentas tecnológicas indispensáveis à
educação. Nesse sentido, de acordo com o IBGE, 25% dos brasileiros não têm
acesso à internet. Nessa lógica, associando essa informação a existência da atual
crise financeira, fica evidente o trágico fato de que boa parte dos indivíduos na fase
escolar não possuem condições para acessar a internet quanto para ter aparelhos
eletrônicos que possibilitem sua participação nas aulas a distância, método
educacional que prevalece no atual contexto da pandemia de covid-19. Dessa feita,
enquanto a pobreza tecnológica for realidade, esse panorama negativo será
massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar os


impactos da crise econômica na educação do país. Nesse contexto, o Estado —
principal interventor jurídico — deve promover a ampliação dos investimentos
educacionais, por intermédio de verbas da União, com o intuito de melhorar a
qualidade do ensino dentro da sociedade. Somado a isso, afigura-se crucial que o
Ministério da Educação forneça internet e equipamentos tecnológicos aos alunos de
baixa renda, por via de projetos educacionais feitos em parceria com empresas
privadas, com o objetivo de atenuar o tema abordado. Dessa forma, com base na
máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota =960
André Vinícius

Tema: Democratização do acesso ao cinema no Brasil


A partir da inclusão da cultura no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio do
artigo 215 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que o acesso ao cinema restringido, especificamente no Brasil,
viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a concepção capitalista das
empresas de exibição ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a falta de democratização do


acesso à sétima arte no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o
Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o
postulado filosófico, já que a origem de tal problemática surge em virtude da centralização
de salas de cinema nos grandes centros urbanos, o que torna, dessa maneira, que uma
parte da parcela de pessoas que convivem em zonas mais afastadas da região composta
pelas salas de exibição, fiquem desfavorecidas por esse direito previsto na Constituição
Federal de 1988. Por conseguinte, a elitização do cinema servirá de base para nutrir uma
profunda desigualdade social no Brasil. Não é razoável, desse modo, que a discrepância
das autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da visão lucradora que as companhias de exibição possuem. Nesse
sentido, de acordo com o economista liberal Adam Smith, a busca incessante pelo lucro,
sempre advém do indivíduo. Isso ocorre porque o fluxo monetário prevalece em detrimento
da contribuição da formação de indivíduos com bagagem socioculturais fomentada pelo
cinema e, diante disso, as empresas valorizam apenas o lucro, cobrando altos custos nos
ingressos, o que, decerto, priva várias pessoas de baixa renda de acessarem a sétima arte.
Dessa feita, enquanto a intenção capitalista dos donos de salas de cinema for realidade,
esse panorama negativo será massificado

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário democratizar a entrada


ao cinema no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve
combater a descentralização de salas dos grandes centros, por intermédio de verbas da
União, com o intuito de suscitar a presença de mais pessoas do espaço rural no cinema.
Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Educação crie políticas públicas que
orientem os empresários, donos de salas de cinema, a preservarem preços mais acessíveis
à população, bem como desconstruir a concepção capitalista, por via de apoio com o
Estado, com o objetivo de atenuar o tema abordado. Dessa forma, com base na máxima de
Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Ana Clara

Tema: As fake news em torno das vacinas para a COVID-19


Com a Globalização, ocorreram diversas disseminações de distintas culturas pelo
planeta terra, mas esse pressuposto também afetou a internet, dado que a tecnologia
avançou massivamente, o que ficou mais acessível à visualização de notícias,
principalmente, falsas. Nesse raciocínio, as fake news em torno da Covid-19 tendem a
perpetuar, constituindo, então, um desafio a ser mitigado. Com efeito, a falta de
discernimento e a negligência do Estado contribuem para a ampliação do problema.

Nesse prisma, a causa mais preocupante dessa realidade, típicas de nacionalidades


sem valores, origina-se da escassez de senso crítico de alguns usuários da internet. Nesse
sentido, segundo Aristóteles, o ser humano é um animal racional capaz de desenvolver
virtudes e aptidões. Entretanto, quando uma pessoa abandona a capacidade de pensar
bastante, antes de compartilhar uma informação, torna-se irracional e favorece a
intensificação do problema. Dessa feita, enquanto essa insensatez continuar, esse
panorama negativo será massificado.

Ademais, o descaso das autoridades fomenta a problemática. Acerca disso, conforme


o Iluminista Voltaire: O Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional
tem confrontado o postulado filosófico, já que não desenvolve medidas para acabar com o
grave empecilho, fato esse que deixa a comunidade em profundo desequilíbrio. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que
almeja torna-se nação desenvolvida.

Dessarte, atitudes para a reversão do entrave supracitado são necessárias. Nesse


contexto, as mídias de grande acesso, como as redes sociais e a televisão, devem alertar
sobre as fake news, por intermédio de comerciais e campanhas, com o intuito de deixar o
público informado do assunto. Somado a isso, o Estado precisa promover programas para
combater as notícias falsas, por via de verbas, com o objetivo de atenuar o tema abordado.
Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no
Brasil.

Nota=920
Ana Medeiros

Tema: A importância da prática de atividades físicas para a saúde dos brasileiros


A partir da inclusão do direito à saúde no rol da Constituição Federal de 1988 — por
meio do artigo 196 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia seja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a desvalorização da prática de atividades
físicas viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e o sedentarismo
ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o descuido com a saúde do


brasileiro. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que
substancial parcela da comunidade faz do omissão de atividades físicas um costume, isto
posto, acarreta em consequências maléficas à saúde, tendo em vista que o Governo não
promove políticas públicas eficazes que coíbam a má conduta dos indivíduos que têm
excesso de peso, o que, por conseguinte, deixa a norma constitucional mencionada em
profundo desuso. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em uma país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do comportamento estático do cidadão. Nesse sentido, a Organização
Mundial da Saúde relacionou a vida sedentária como causa para a obesidade, capaz de
gerar falhas na produção de insulina e alta pressão arterial. Entretanto, a sociedade não
considera as informações veiculadas pela OMS, posto que não valoriza o exercício corporal
para cuidar do próprio bem-estar e, além disso, o povo é inconsequente à saúde,
confirmando, assim, malefícios que, talvez, podem ser irreversíveis. Dessa feita, enquanto o
sedentarismo for realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário valorizar a prática de


atividades físicas no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve
promover campanhas nas instituições de ensino sobre a importância do exercício físico na
rotina do brasileiro, por intermédio de verbas da União, com o intuito de rarear o péssimo
comportamento da pessoa que é omissa à atividade corporal. Somado a isso, afigura-se
crucial que o Ministério da Educação combata o sedentarismo, por via de programas que
expliquem e exemplifiquem as consequências dessa doença no corpo do ser humano, com
o objetivo de atenuar os desafios que o tema abordado apresenta. Dessa forma, com base
na máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=1000
Bruna Silva

Tema: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet


À luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1949, a privacidade e a
segurança no âmbito virtual são, em escala internacional, direitos irrevogáveis de todos. Na
atual conjuntura, sobretudo no Brasil, a afirmação desse preceito imperioso está em
profundo desuso, visto que a manipulação do comportamento de usuários na web
impossibilita o pleno êxito da norma mencionada. Em suma, há dois fatores que sabotam os
Direitos Humanos: a inércia estatal e os interesses da dimensão política.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a manipulação comportamental da


população usuária da internet no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista
Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem
confrontado o postulado filosófico, já que substancial parcela da população não possui
conhecimento sobre a coleta de dados — localização, histórico, navegação —, que se
evidenciam por meio de "cookies", por exemplo, o que deixa essa camada do coletivo,
muitas vezes, desprovida das determinações que são impostas para garantir que os seus
dados sejam usados para beneficiar os interesses das empresas nacionais e globais. Isso
pode ser observado, por exemplo, na escassez de verbas que são destinadas pelo Estado à
criação de "bots" no âmbito virtual que possam auxiliar os usuários a navegarem nas redes,
com a intenção de, quem sabe, evitar possíveis propagandas que apresentam uma sátira
ilusória nos artigos publicitários que são recomendados ao internautas. Não é razoável,
desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que almeja
tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do raciocínio de manutenção do poder a determinados grupos sobre
outrem. Nesse sentido, no livro "A Ordem do Discurso", o ativista francês Michel Foucault
disserta sobre a teoria de que existem, na sociedade, poderes invisíveis e transitórios
mediante a veiculação de informações que visam à hegemonia de um grupo. Nessa lógica,
a utilização de dados de usuários da internet torna possível que determinados conteúdos
escolhidos anteriormente cheguem a indivíduos específicos. Por conseguinte, esses
conteúdos (como promoções e notícias) tendem a cuidar dos interesses de indústrias e
esferas políticas, o que torna o poder de escolha da população na internet legítimo e
pertinente à manipulação comportamental do povo. Dessa feita, enquanto os interesses
políticos forem realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, afigura-se crucial que o Estado, principal interventor jurídico, administre


seus investimentos, promovendo conteúdos que visem à informação da população, por via
de verbas da União — bem como em campanha informativas, nas redes sociais e na TV —
com o intuito de prevenir as possíveis consequências do uso de dados na internet. Somado
a isso, a escola deve promover projetos sociais, os quais objetivem à atenuação dos
malefícios causados pelos interesses políticos na esfera virtual. Dessa forma, com base na
máxima de Voltaire, a manipulação comportamental pela sabotagem de dados do povo será
coibida, o que, enfim, garantir-se-á o êxito da DUDH.

Nota=1000
Diego Oliveira

Tema: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira


A partir da inclusão do respeito no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio do
artigo 5° — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que o estigma associado às doenças mentais no Brasil viola o
princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a falta de debate ameaçam o Estado
Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o preconceito em relação às


psicopatologias na sociedade brasileira. Acerca disso, conforme o escritor iluminista
Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem
confrontado o postulado filosófico, posto que a ineficiência do poder público contribui
massivamente para o descaso com indivíduos com psicoses, o que favorece a permanência
do infortúnio no Brasil. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da escassez de diálogo. Nesse sentido, Michel Foucault afirma, em seus
estudos acerca das palavras proibidas, que a sociedade tende a considerar com tabus
assuntos que causam desconforto. Nessa lógica, é de suma importância que a coletividade
busque debater a respeito do preconceito em relação às doenças mentais, visto que sem
uma conversação adequada, é dificultada a resolução do problema. Dessa feita, enquanto a
ausência de conversa entre os indivíduos for realidade, esse panorama negativo será
massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar o estigma


presente no país no que diz respeito às doenças mentais. Nesse contexto, o Estado —
principal interventor jurídico — deve promover rodas de conversa nas escolas, por
intermédio de verbas da União, com o intuito de construir uma coletividade com mais
compreensão no que tange ao preconceito associado às doenças psicossomáticas.
Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Cidadania atue no combate ao
estigma existente, por meio de campanhas publicitárias que propaguem informações sobre
os distúrbios mentais, com o objetivo de atenuar o tema abordado. Dessa forma, com base
na máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Dorothy Oliveira

Tema: A persistência da violência doméstica na sociedade brasileira


A partir da inclusão da segurança no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio
do artigo 144 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa e difícil, visto que o aumento de casos de violência
doméstica viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a banalização do
assunto ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a violência contra mulheres no


Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que esse
tipo de violência ainda se faz presente na atual sociedade, uma vez essa opressão é
praticada devido a costumes ainda implantados na cultura, como a imagem da mulher
sendo submissa e frágil aos olhos dos homens, tendo em vista que o Governo não executa
leis eficazes com o papel de abster qualquer indivíduo que venha a cometer essa prática.
Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país
que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da forma como a atual população tem tornado banal a violência contra as
mulheres na sociedade. Esse quadro prejudicial pode, por exemplo, ser observado no caso
do Dj Ivis, indivíduo que ficou famoso por suas músicas, que foi acusado por sua atual
esposa, Pamella Holanda, com vídeos que comprovam a prática de violência doméstica a
moça, e logo após a exposição dos vídeos, Ivis já ganhou mais de 235 mil seguidores em
suas redes sociais. Isso, sobretudo, mostra o quão depreciativo é o Brasil, dado que, com o
aumento de seguidores do Dj, é fácil perceber que sociedade dedica-se ao patriarcalismo, o
que acarreta na consequência mais hedionda da comunidade hodierna: a praga do
machismo. Em consequência, é notório como as mulheres estão sendo submetidas a essa
ocorrência e a sociedade permanece por defender e dar mais visibilidade ao agressor do
que a própria vítima. Dessa feita, enquanto agressão contra mulheres for realidade, esse
panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar o alto número


de violência doméstica no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico —
deve combater a agressão, através de ações policiais, que irão buscar e privar o agressor
da liberdade, por intermédio de verbas da União, com o intuito de extinguir qualquer tipo de
violência contra mulheres. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Saúde
proteja e cuide da saúde mental das vítimas de agressão, por via de um projeto social que
dará oportunidade às vítimas terem acesso a um psicólogo e atendimento médico de
qualidade, com o objetivo de atenuar o trauma dessa violência. Dessa forma, com base na
máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Emanuelly da Costa

A partir da inclusão do direito à segurança no rol da Constituição Federal de 1988 —


por meio do artigo 144 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que os desafios no combate ao abuso sexual
violam o princípio. Com efeito, a inércia estatal e o descaso escolar ameaçam o Estado
Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o abuso sexual no Brasil. Acerca
disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a
governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que mesmo com as leis
implantadas, as crianças estão sujeitas a esses crimes dentro e fora de suas casas, dado
que a falta de atuação do Corpo Policial nas investigações e na prisão de tais aliciadores
colabora para o aumento do abuso sexual infantil. Não é razoável, desse modo, que a
discrepância das autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação
desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da negligência educacional. Nesse sentido, de acordo com a citação ‘’o
homem é lobo do homem’’, de Thomas Hobbes, o indivíduo é ruim por naturalidade, o que
pode ser notado na exploração sexual das crianças, afirmando essa frase. Isso ocorre
porque a omissão das escolas nos assuntos referentes ao abuso de menores e suas
consequências para a vida e saúde da criança é um fator preocupante. Dessa feita,
enquanto carestia educacional for realidade, esse panorama negativo será massificado.

Nesse contexto, o Estado— principal interventor jurídico— deve promover leis mais
severas e eficientes, por intermédio de verbas da União, com o intuito de prevenir o contato
sexual de adultos com as crianças. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da
Educação providencie projetos, por via de palestras e debates , com o objetivo de atenuar
os desafios que o tema abordado expõe. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a
teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=920
Esther Coutinho

Tema: A violência contra o professor nas escolas brasileiras.


A partir da inclusão do direito à segurança no rol da Constituição Federal de 1988, por
meio do artigo 6°, consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a violência contra o professor contribui para
que o princípio de isonomia seja violado. Com efeito, a inércia estatal e a deseducação
parental contribuem para a problemática.

Nesse prisma, o descaso das autoridades catalisa a violência no ambiente escolar no


Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo.Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, posto que
revela-se apoiador de uma cultura de desvalorização do professor — e tal atitude é
reforçada pelo baixo investimento na formação do profissional. Destarte, se o Estado se
omite em proteger legalmente o corpo docente, é inegável que os alunos terão liberdade
para agredir moral e fisicamente os professores. Não é razoável, desse modo, que a
discrepância das autoridades permaneça em um país que almeje tornar-se desenvolvido.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da ausência de promoção da educação dos genitores. Nesse sentido,
Coelho Neto, escritor brasileiro, afirma que “é na educação dos filhos que se revela a
virtude dos pais”. Isso ocorre porque os pais são responsáveis em ensinar e preparar os
filhos ao mundo, entretanto, verifica-se crescentemente pais abusivos — e esse fato resulta
em crianças e adolescentes violentos — visto que não possui um exemplo de estabilidade
em sua moradia. Dessa feita, enquanto a população infanto-juvenil não receber uma
educação digna, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a violência


contra o professor. Nesse contexto, o Estado, principal interventor jurídico, deve promover
uma fiscalização da lei relacionada a violência ao corpo docente, por intermédio de verbas
da União, com o intuito de proteger os profissionais em serviço. Somado a isso, afigura-se
crucial que o Ministério da Educação crie uma campanha sobre a importância de enaltecer
o pedagogo, por via de vídeos que orientem os alunos como comportar-se em ambiente
escolar, com o objetivo de atenuar o tema abordado. Dessa forma, com base na máxima de
Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Fagner Garcia

Tema: Desafios na formação educacional de surdos no Brasil


A partir do abarcamento da educação no rol da Carta Magna de 1988, por meio do
artigo 6°, consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que a formação educacional de surdos possui entraves, o que
deturpa o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a marginalização imposta
pela sociedade ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades catalisa a escassa preparação educativa


de surdos no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu
para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico,
já que a pouca abrangência da língua de sinais entre os mais diversos setores do território
torna esse método um ambiente inóspito aos deficientes auditivos. Em consequência,
quando a sociedade se fecha à comunicação de sinais (justificada pela ignorância) aqueles
que dependem dessa linguagem têm dificuldades de obter educação de qualidade e ficam,
muitas vezes, à margem das demais interações sociais. Não é razoável, desse modo, que a
discrepância das autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação
desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da cultura segregacionista. Nesse sentido, o renomado geógrafo Milton
Santos afirmou que uma comunidade alienada é aquela que enxerga o que separa, mas
não o que une os seus alunos. Essa tese se evidencia na exclusão de surdos em todos os
níveis de ensino, dada a relevância de que a maioria das escolas brasileiras não incluem
essa parcela do corpo social em suas respectivas instituições de ensino, o que estimula a
diferença e o preconceito. Apesar da legislação garantir o ensino incluso, a maioria das
instituições brasileiras não possuem estruturas para atender aos deficientes auditivos,
principalmente por conta da falta de profissionais qualificados. Isso acontece porque a
pouca inclusão dos jovens deficientes e não-deficientes valoriza a diferença entre eles,
gerando discriminação e uma comunidade dividida, como abordou Milton Santos. Dessa
feita, enquanto o segregacionismo for realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, o Estado deve fazer uma reforma curricular, que contemple o ensino de
LIBRAS como obrigatório em todas as escolas, por intermédio de verbas da União, assim
como na promoção de consultas na internet para a determinação da carga-horária, para que
o surdo seja integrado aos diversos meios sociais (como o educacional). Somado a isso,
afigura-se crucial que o Ministério da Educação providencie profissionais capacitados —
além, é claro, de difundir campanhas que abordem os impactos nocivos do preconceito
sobre o surdo — que possam lidar com os alunos deficientes, por via de programas de
preparação técnica oferecidos pelo SESI e pelo SENAI. Essa medida — além de atenuar a
rotulação inserida pelo tecido social à comunidade surda — terá o objetivo de tornar as
escolas mais inclusivas. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, o ensino
educacional tornar-se-á mais unido, garantindo êxito à teoria constitucional.

Correção =1000
Gabi Gonçalves

Tema: A persistência da violência doméstica na sociedade brasileira


A partir da inclusão da segurança da mulher no rol da Constituição Federal de 1988
— por meio do artigo 226 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto
humano e imperioso. Embora essa ideia seja nítida no papel, verifica-se que, na atual
política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a persistência da violência
doméstica viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e contexto histórico
ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a crueldade contra as mulheres no


Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que a
segurança feminina não é eficiente na nação brasileira, tendo em vista os altos números de
violência doméstica, o que, por conseguinte, deixa a classe feminina à mercê da sociedade.
Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país
que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do histórico pensamento machista e impositor masculino. Nesse sentido,
de acordo com um levantamento divulgado pelo Datafolha em junho de 2021, uma em cada
quatro mulheres já foram vítimas de algum tipo de agressão. Isso ocorre porque desde os
primórdios, os homens são vistos como superiores e com certo poder sobre o sexo
feminino, já que a violência de gênero — não só enquanto ato físico, mas simbólico de
desvalorização e subjugação social da mulher — é um fenômeno tão antigo quanto a
própria humanidade. Dessa feita, enquanto o legado passado for realidade, esse panorama
negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a violência


doméstica no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve
promover novas leis mais severas, por intermédio de verbas da União, com o intuito de
minimizar os casos de agressão contra a mulher na sociedade brasileira. Somado a isso,
afigura-se crucial que o Ministério da Educação crie projetos educacionais para as crianças
e os jovens, por via de palestras informativas, com o objetivo de atenuar a antiga forma de
pensar a respeito do gênero feminino. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a
teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
José Almeida

Tema: Desafios no combate à violência urbana no Brasil (Redação feita em um


asimulado)
À luz da Carta Magna de 1988, a segurança pública é um direito irrevogável de todos.
Na atual conjuntura brasileira, contudo, a afirmação jurídico-formal está em profundo
desuso, visto que a iminente violência urbana impossibilita o êxito da norma mencionada.
Em suma, há dois fatores que sabotam o Estado Democrático: a inércia estatal e a lenta
mudança de pensamento do povo.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a opressão no Brasil. Acerca


disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a
governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que não há policiais
qualificados e competentes para lidar e identificar os cidadãos que cometem pequenos e
grandes delitos no país, pois as políticas públicas, que eram para serem eficazes, não
garantem o acesso à segurança de qualidade e, por outro lado, o Governo deve mudar a
estrutura cooperativista da polícia para facilitar o raciocínio lógico destes agentes, com o fito
de, quem sabe, diminuir as façanhas que mancham a Bandeira Nacional — cujo lema é
este: "Ordem e Progresso". Não é razoável, desse modo, que a discrepância das
autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da escassez de noção social. Nesse sentido, de acordo com o empirista
John Locke, em sua teoria da Tábula Rasa, o indivíduo nasce como uma folha em branco, e
esta é preenchida por intermédio de influências e de experiências. Nessa lógica, é possível
depreender que a ínfima alteração na concepção social se encaixa na tese do filósofo,
tendo em vista que se um indivíduo nasce em uma comunidade ilícita, na qual os membros
gozam da opressão nas ruas, tende a dotar o mesmo comportamento, já que está intrínseco
no país, o que configura-se grave problema que demanda resolução imediata. Desse modo,
enquanto a falta de mudança se mantiver, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a


impetuosidade no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve,
na figura da Polícia Civil, combater a violência urbana, além de promover projetos que
elucidem a importância da educação e do respeito na comunidade, a fim de que os
cidadãos cresçam com o discernimento crítico voltado a atitudes hediondas. Isso será feito
por via de políticas educativas, uma vez que a educação serve de base para garantir o
desenvolvimento de um país e, paralelamente, pode libertar o sujeito da situação que
encontra-se, neste caso: a violência. Com isso, dando ênfase à máxima de Voltaire, a folha
em branco será preenchida com boas influências. Dessa forma, a democracia brasileira
avançará, garantido vigor à teoria constitucional brasileira.

Correção 1=1000

Correção 2=1000
Kailane Rodrigues

Tema: Democratização do acesso ao esporte no Brasil


A partir da inclusão do Direito ao exercício no rol da Constituição Federal de 1988 —
por meio do artigo 217 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que ainda há desafios para a democratização
do acesso ao esporte no país, violando o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal
e a falha instrutiva ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades catalisa a falta de democratização do


acesso ao esporte no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado
surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado
filosófico, já que não investe na saúde da população que é constantemente privada da
prática de exercícios que contribuíram para uma melhor qualidade de vida, deixando de
cumprir sua obrigação. Posto isso, faltam verbas para academias ao ar livre que
conseguiriam atender um público maior, além da contratação de profissionais para auxílio,
assim não só os mais jovens como os de terceira idade poderiam buscar bem-estar na
educação física. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do erro educacional. Nesse sentido, conforme o jornal O Globo, seis em
cada dez unidades públicas de educação básica do país não contam com quadras
esportivas. Isso ocorre porque as escolas se preocupam em repassar conteúdos somente
teóricos, dessa forma ao abordar sobre saúde é optado ensinar a teoria, e não como se
prevenir a partir do esporte de doenças como a obesidade e a diabete, que estão presentes
de forma exorbitante na sociedade, como não obtiveram conhecimentos de maneira clara
por meio do ensino, essas enfermidades se tornam comuns prejudicando a vida de milhares
de pessoas, com isso falta posicionamento dos colégios para que essa realidade mude.
Dessa feita, enquanto a falha didática for realidade, esse panorama negativo será
massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário popularizar o acesso ao


esporte no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve promover
projetos para a criação de academias públicas nas cidades, por intermédio de verbas da
União, com o intuito de tornar público o acesso à prática de exercícios que contribuirão para
uma melhor qualidade de vida. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da
Educação atue nas escolas por via de palestras e construção de quadras esportivas, com o
objetivo de atenuar os desafios que o tema abordado apresenta. Dessa forma, com base na
máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Luis Fernando

Tema: A persistência da violência contra mulher na sociedade brasileira


A partir da inclusão da segurança no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio
do artigo 5 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que a persistência da violência contra a mulher viola o
princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e o fruto da herança social conservadora
ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades catalisa a violência contra a mulher no


Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que se
observa em diversas partes do país, é a gritante diferença entre os salários de homens e
mulheres, principalmente se estas foram negras. Esse fato causa extrema decepção e
constrangimento a elas, as quais sentem-se inseguras e sem ter a quem recorrer. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que
almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do conservadorismo do pensamento da população brasileira. Nesse
sentido, são constantes as notícias sobre o assédio sexual sofrido por mulheres em
espaços públicos, como no metrô e onibus. Essas ações e a pequena reação a fim de
acabar com o problema sofrido pela mulher demonstram a normalidade da postura machista
da sociedade e a permissão velada para o seu acontecimento. Esses constantes casos são
frutos do pensamento machista que domina a sociedade e descende diretamente do
paternalismo em que cresceu a nação. Dessa feita, enquanto a postura machista da
sociedade for realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar persistência


da violência contra a mulher no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor
jurídico — deve aplicar corretamente a lei, por intermédio de verbas da União, com o intuito
de acolher e atender a vítima e punindo o violentador. Somado a isso, afigura-se crucial
que o Ministério da Educação crie movimentos feministas que protegem as mulheres e
defendem os seus direitos, com o objetivo de promover a conscientização nas escolas
sobre a igualdade de gênero e sobre a violência contra a mulher.

Nota=960
Luísa Cavalcante

Tema: A questão do índio no Brasil contemporâneo

À luz da Carta Magna de 1988, o respeito é um direito irrevogável de todos. Na atual


conjuntura brasileira, contudo, a afirmação jurídico-formal está em profundo desuso, visto
que a nefasta falta de reconhecimento à comunidade primitiva impossibilita o pleno êxito da
norma mencionada. Em suma, há dois fatores que sabotam o Estado Democrático: a inércia
estatal e a marginalização coletiva.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta os desafios para considerar os


índios no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para
servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que
essa valorização negativa ocorre, sobretudo, devido aos ínfimos investimentos
governamentais, bem como na demarcação das terras indígenas, na capacitação de
multiprofissional para atender às necessidades dos primitivos e em promover medidas
protetivas à comunidade nativa, bem como não há políticas públicas eficazes que realmente
amenizem essa questão conflituosa, o que deixa os primitivos à mercê da sociedade. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que
almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa triste realidade, típica de nacionalidades


sem valores, origina-se
da intolerância sobre os autóctones. Nesse sentido, de acordo com o filósofo iluminista
John Locke , na teoria sobre a tábula rasa, o indivíduo nasce como uma folha em branco, e
esta é preenchida mediante influências e experiências. Nessa lógica, é possível depreender
que a lenta mudança do pensamento coletivo se encaixa na tese do pensador, uma vez
que, se uma criança cresce em uma comunidade injusta e opressora com os indígenas, a
tendência é adquirir esse comportamento também, já que está intrínseco no país, o que,
então, fere a dignidade dessa parcela do corpo social. Dessa feita, enquanto a falta de
noção do povo for realidade,, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses negativos acontecimentos, é indispensável valorizar a


cultura primitiva. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve demarcar
o território nativo, por meio de verbas da União, com o intuito de engrandecer a sapiência
indígena. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Educação — responsável
por desenvolver as habilidades e as competências da população — reforce, nas instituições
escolares, a biografia da população autóctone, por intermédio da disciplina de História, cuja
efetivação dar-se-á em parceria à comunidade externa, com o objetivo de trazer mais
conhecimento sobre a história do país. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a
teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=1000.
Marcos Gabriel

Tema: Desafios na formação educacional de surdos no Brasil


A partir da inclusão do direito à educação no rol da Constituição Federal de 1988 —
por meio do artigo 205 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que os desafios para a formação de surdos
violam o princípio da isonomia. Com efeito, a negligência estatal e a inércia escolar
ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o quão desafiador é a educação


de deficientes auditivos no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o
Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o
postulado filosófico, já que a realidade não condiz com o pensamento de tal, devido à falta
de investimentos em meios de acessibilidade, a fim de garantir o que está presente na
Constituição. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça
em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da falta de profissionais capacitados nas escolas, fonoaudiólogos e
professores formados em libras, tanto particulares como públicas. Nesse sentido, sabe-se
que o número de instituições com a capacidade de ensino para alunos com algum tipo de
deficiência não supre com a demanda, por exemplo o INES (Instituto Nacional de Educação
de Surdos) no qual oferece educação específica aos estudantes surdos, porém, é restrito à
região metropolitana do estado do Rio de Janeiro. Dessa feita, enquanto esse desafio for
realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar os entraves


na formação educacional de surdos no país. Nesse contexto, o Estado — principal
interventor jurídico — deve promover investimentos na área educacional, por intermédio de
verbas da União, com o intuito de implementar o ensino de libras nas escolas, assim
cumprindo o que está presente na Constituição. Somado a isso, afigura-se crucial que o
Ministério da Educação, faça mudanças na atual BNCC, com o objetivo de atenuar a
problemática. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria constitucional
ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Marcos Montagounian

Tema: O agravamento da fome extrema no Brasil no atual


A partir da inclusão do direito à alimentação no rol da Constituição Federal de 1988 —
por meio do artigo 6⁰ — consagrou-se no âmbito jurídico um pressuposto humano e
imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política
brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que o agravamento da fome extrema viola o
princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a desigualdade de renda ameaçam o
Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o recrudescimento da fome no


território verde-amarelo. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado
surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado
filosófico, posto que a indiligência do Poder Maior é falha em assegurar a distribuição
correta dos alimentos e a falta de infraestrutura pública. Sendo assim, a ONU estima que,
em 2021, foram 931 milhões de toneladas de alimentos desperdiçados, isso se dá, muitas
vezes, pela perda dos mantimentos, causados pela carência de condições indispensáveis
de uma organização, como o armazenamento e o transporte inadequado do alimento. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da desproporcionalidade de renda. Nesse sentido, para o sociólogo Karl
Marx, a desigualdade social é um fenômeno causado pela divisão de classes, a qual
delimita quem domina e quem é dominado na sociedade. Nesse quadrante, essa divisão
tem implicações reversas para o corpo social, por exemplo, no Brasil, existe certo "
apartheid cultural", responsável por elitizar a classe dominante brasileira, enquanto as
classes menos abastadas ficam à mercê da crise econômica e a vulnerabilidade social,
ocasionando o aumento do desequilíbrio alimentar grave e a negação do direito à
alimentação que enaltece a integridade humana. Dessa forma, medidas devem ser tomadas
para reduzir a pobreza e a desigualdade de capital financeiro. Dessa feita, enquanto esse
revés for realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar o aumento


da fome grave na sociedade contemporânea. Nesse contexto, o Estado — principal
interventor jurídico — deve criar campanhas de arrecadação financeira à populações
carentes e vulneráveis à fome, por intermédio de verbas da União, como o Bolsa Família e
o Auxílio Emergencial, com o intuito de diminuir o cenário de desigualdade socioeconômica
e alimentar. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Educação, junto à mídia,
deve criar projetos de cunho educacional, como desenhos animados, promovendo o
consumo sustentável e a distribuição correta dos alimentos, com o objetivo de reduzir a
marginalização da fome e a conscientização da população brasileira.Dessa forma, com
base na máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no cenário atual.

Nota=960
Maria Kaelane

Tema: A importância da prática de atividades físicas para a saúde do brasileiro


A partir da inclusão do direito à educação e à saúde no rol da Constituição Federal de
1988 — por meio do artigo 6° — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto
humano e imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual
política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a ausência da prática de atividades
físicas para a homeostase dos brasileiros viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia
estatal e a negligência de centros educativos ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades catalisa a exiguidade de exercícios físicos


no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o
povo. Todavia, a governança nacional confronta o postulado filosófico, já que não assegura
de forma efetiva a consumação deferida na Carta Magna de 1988, ocasionando negligência
na vida dos brasileiros e pressuposto a isto, o anabolismo na saúde pública. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que
almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da carência de incentivo educacional. Nesse sentido, de acordo com o
filósofo contratualista John Locke, ao nascer, a consciência humana está desprovida de
todo e qualquer conhecimento, sendo ela comparada a uma ‘folha em branco’, que ao longo
da vida seria preenchida por experiências. Nessa lógica, se as escolas e os demais centros
educadores não implementam a rotina de esportes e atividades corpóreas desde o ingresso
na vida acadêmica de um indivíduo, este não possuirá experiências estimulantes para o
desenvolvimento do comportamento esportivo e físico em sua vida. Dessa feita, enquanto a
abstenção educacional perante o imbróglio for realidade, esse panorama negativo será
massificado.

Destarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a ausência de


atividades físicas no país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico e
representante democrático — deve promover a construção de novos centros esportivos, por
intermédio de verbas da União, com o intuito de incentivar a realização de práticas físicas
pela sociedade civil. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da Educação em
parceria com o Ministério da Saúde atue na realização de palestras com profissionais da
área — como nutricionistas e graduados em educação física — através de escolas e
centros de saúde, com o objetivo de atenuar o tema abordado. Dessa forma, com base na
máxima de Voltaire, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Natalia Bessa

Tema: As fake news em torno das vacinas para a COVID–19


A partir da inclusão do direito à saúde e à liberdade de expressão no rol da
Constituição Federal de 1988 consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto
humano e imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual
política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que as notícias falsas em torno da
vacinação contra Covid-19 violam o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a
falta de conhecimento ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta o avanço das fake news em torno
da imunização contra o novo coronavírus no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor
iluminista Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem
confrontado o postulado filosófico, já que a carência de investimentos em programas que
possam findar a propagação de falsas notícias, deriva da ineficácia do Poder Público, no
que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências, tendo em vista que
devido à baixa de atuação das autoridades, os tratamentos precários e a omissão de
informações sobre esse fato social grave, deixam a norma constitucional mencionada em
profundo desuso. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do despreparo intelectual. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer
defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a
respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à
informação séria sobre a vacinação para Covid-19, sua visão será limitada, posto que não
buscam conhecimentos para se aprofundarem a respeito da eficácia das vacinas, e seus
benefícios para sociedade. Dessa feita, enquanto a omissão de conhecimentos for
realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar a repercussão


das fake news em torno das vacinas para Covid-19. Nesse contexto, o Estado — principal
interventor jurídico — deve promover campanhas nas instituições de ensino sobre a
importância da vacinação, por intermédio de verbas da União, com o intuito de minimizar a
propagação das notícias falsas. Somado a isso, afigura-se crucial que o Ministério da
Educação combata a falta de conhecimento, por via de programas que forneçam o saber
sobre a importância da vacinação em massa, com o objetivo de atenuar os desafios que o
tema abordado apresenta. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria
constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=960
Paulo Fernando

Tema: Desafios no incentivo à educação na sociedade brasileira


A partir da inclusão da educação no rol da constituição Federal de 1988, mediante o
Artigo 205°, consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que a falta de incentivo na educação viola o princípio da
isonomia. Com efeito, a inércia estatal e o analfabetismo ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descanso das autoridades fomenta a educação no Brasil. Acerca


disso, conforme o escritor iluminista voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a
governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que a falta de incentivo no
ramo da educação é uma realidade no país, uma vez que são poucas políticas públicas que
possibilitem as pessoas terem um contato mais profundo com educação. Dessa forma, é
fundamental que a sociedade realize manifestações, a fim de mudar essa situação no país.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do analfabetismo. Nesse sentido, ao analisar estudos feitos pela
universidade de Harvard, nos Estados Unidos, verifica-se que a taxa de analfabetismo no
Brasil cresceu em torno de 48%, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste , tendo em vista
que são as regiões menos privilegiadas, em termos de educação, na qual a ausência de
livros é frequente, além de várias instituições de ensino não terem uma estrutura adequada.
Nessa lógica, observa-se que os problemas relacionados à educação cresceram de forma
espontânea nesses últimos anos em detrimento desses problemas. Logo, é necessário a
implementação de medidas, com a finalidade de resolver essa questão no país.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar o


analfabetismo no Brasil. Nesse contexto, o Estado, principal interventor jurídico, por
intermédio de verbas da União, deve promover investimentos em políticas públicas, com
intuito de melhorar a estrutura de várias escolas no Brasil, como por exemplo, a criação de
bibliotecas que possibilite o aluno a ter o contato desde cedo com o livro. Desse modo, com
base nisso, a teoria constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=920
Paulo Henrique

Tema: A importância do respeito à diversidade de gênero no Brasil


A partir da inclusão de uma comunidade livre, justa e solidária no rol da Constituição
Federal de 1988 — por meio do artigo 3° — consagrou-se no âmbito jurídico como um
pressuposto humano e imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que,
na atual política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que o desrespeito à diversidade
de gênero viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia estatal e a segregação
coletiva ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta a ínfima empatia com a


diversidade sexual no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado
surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado
filosófico, já que o Código Penal brasileiro tem sido ineficiente no que concerne à proteção
das expressões de gêneros, o que estimula casos de homofobia na sociedade. Como
consequência, quando são vítimas de violência, travestis, transgêneros, drag queens
sentem-se oprimidas, dado que o comportamento abusivo dos membros está materializado
na comunidade, ferindo, desta maneira, o dignidade dessa parcela do corpo social. Não é
razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades permaneça em um país que
almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do preconceito à liberdade de gênero, o que impulsiona o machismo na
sociedade. Nesse sentido, em 1916, foi promulgado o primeiro Código Civil brasileiro, que
colocava a figura masculina em posição de superioridade. Esse machismo institucionalizado
ainda persiste como uma das principais causas para a intolerância de gênero no Brasil e
motiva atos de homofobia, praticados sobretudo por homens, segundo pesquisa do IBGE
em 2015. Nessa lógica, a violência de gênero é mais praticada por homens justamente
porque há legitimação cultural — e estatal – para a superioridade masculina. Em
consequência, o generocentrismo tende a perdurar no Brasil , obrigando a classe em
questão a conviver diariamente com um dos piores problemas para a contemporaneidade: a
homofobia. Dessa feita, enquanto a falta de respeito com a diversidade de gênero for
realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário isto: que o Estado —


principal interventor jurídico — promova uma rede de apoio à comunidade de gênero
diferente, além de refutar, em médio e longo prazo, as atitudes homofóbicas que assolam o
país. Isso será feito por intermédio de verbas da União, tal como na punição severa aos
sujeitos que praticam o machismo a outrem, com o intuito de com o objetivo de atenuar o
tema abordado. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria constitucional
ganhará vigor no Brasil.

Nota=1000
Rhuan Takashi

Tema: Democratização do acesso à cultura no Brasil


A partir da inclusão da cultura no rol da Constituição Federal de 1988 — por meio do
artigo 215 — consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto humano e imperioso.
Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual política brasileira, sua
aplicação é conflituosa, visto que o acesso desigual à cultura viola o princípio da isonomia.
Com efeito, a inércia estatal e a estratificação social ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta uma obstrução da massificação


cultural às gerações seguintes no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista
Voltaire: o Estado surgiu para servir o povo. Todavia, a governança nacional tem
confrontado o postulado filosófico, já que a partícula populacional está estruturando ações
individualistas, corroborando para a desmassificação dessa premissa, que gera a
estimulação do Poder Público em descumprir sua função social, visto que difundir meios
capazes de promover o amplo acesso à cultura a todos os brasileiros, isto é, garantir o
primeiro passo para a evolução de uma sociedade tupiniquim. Não é razoável, desse modo,
que a discrepância das autoridades permaneça em um país que almeja tornar-se nação
desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se da disparidade socioespacial. Nesse sentido, para o ilustre filósofo Karl
Marx: a desigualdade social era um fenômeno causado pela divisão de classes e por terem,
nessas divisões, classes dominantes, estas se utilizam da miséria gerada pela desigualdade
social como instrumento de manter o domínio estabelecido sobre as classes dominadas,
numa espécie de ciclo. Nessa lógica, percebe-se que o conceito Marxista se enquadra no
cenário vigente, ou seja, substancial parcela da população sendo usufruída pela elite,
surgindo então a "elitização", que torna algo acessível a todos, a qual deixa restritamente
para a minoria, fazendo com que gere congestionamento no corpo social, o que, então,
intensifica os obstáculos para conversão desse panorama. Dessa feita, enquanto a
discrepância social for realidade, esse campo negativo será massificado.

Destarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário amenizar as desavenças


de propagar conhecimentos cruciais no país. Nesse contexto, o Estado — principal
interventor jurídico — deve promover a criação de políticas públicas gerando uma maior
representatividade nos meios culturais — por intermédio de verbas da União, com o intuito
de disseminar a importância desse meio cognitivo para o desenvolvimento social. Somando
a isso, afigura-se crucial que o Ministério do Turismo realize a criação de espaços públicos
que incentivem a leitura, o teatro e outros meios que permeiam as raízes do Brasil, por via
de subsídios governamentais, com o objetivo de atenuar os desafios que o tema abordado
apresenta. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria Constitucional ganhará
vigor no Brasil.

Nota=960
Vitória Araújo

Tema: Desafios da ciência no Brasil do século XXI


A partir da inclusão do desenvolvimento nacional no rol da Constituição Federal de
1988 — por meio do artigo 3°— consagrou-se no âmbito jurídico como um pressuposto
humano e imperioso. Embora essa ideia esteja nítida no papel, verifica-se que, na atual
política brasileira, sua aplicação é conflituosa, visto que a ciência brasileira apresenta
desafios para ser reverberada, o que viola o princípio da isonomia. Com efeito, a inércia
estatal e a carência de abordagem ameaçam o Estado Democrático.

Nesse prisma, o descaso das autoridades fomenta os entraves para consolidar a


ciência no Brasil. Acerca disso, conforme o escritor iluminista Voltaire: o Estado surgiu para
servir o povo. Todavia, a governança nacional tem confrontado o postulado filosófico, já que
é notória a falta de políticas públicas eficazes voltadas ao desenvolvimento científico e o
baixo incentivo, por parte das autoridades, às pesquisas que possam realmente difundir os
benefícios desse mecanismo, o qual, sem dúvidas, serve de base para o desenvolvimento
da comunidade. Não é razoável, desse modo, que a discrepância das autoridades
permaneça em um país que almeja tornar-se nação desenvolvida.

Ademais, a causa mais preocupante dessa realidade, típica de nacionalidades sem


valores, origina-se do baixo fomento à pesquisa, e isso dificulta os estudos na área da
saúde. Nesse sentido, os laboratórios de biomedicina são responsáveis por atenuar os vírus
a fim de desenvolver vacinas. Esse processo consiste em introduzir no organismo partículas
virais com baixo potencial patogênico, de modo que o sistema imunológico produza células
de memória — linfócitos T — que potencializam a resposta do antígeno. No entanto, o
funcionamento deficitário dos laboratórios, em virtude do investimento reduzido, não permite
a pesquisa necessária para o desenvolvimento satisfatório de vacinas, o que se mostra
grave problema para o país. Dessa feita, enquanto a falta de informações sobre o tema for
realidade, esse panorama negativo será massificado.

Dessarte, em virtude desses nocivos episódios, é necessário enaltecer a ciência no


país. Nesse contexto, o Estado — principal interventor jurídico — deve administrar seus
quantitativos para valorizar matéria-prima, por intermédio de verbas da União, com o intuito
de coibir os desafios que o método científico tem apresentado . Somado a isso, afigura-se
crucial que o Ministério da Educação crie, nas instituições escolares, um Plano de incentivo
à propagação científica, por via de projetos sociais que abordem a importância do assunto
em questão, com o objetivo de informar o país sobre o impacto basilar que a ciência pode
oferecer ao território tupiniquim. Dessa forma, com base na máxima de Voltaire, a teoria
constitucional ganhará vigor no Brasil.

Nota=1000

@Dissertação Nota Máxima

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