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POLÍTICA SOCIAL

Silvia Santiago Martins


As relações entre política
social e cidadania no Brasil
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:

 Apontar o significado de cidadania.


 Explicar como a cidadania contribui para o desenvolvimento das
políticas sociais.
 Identificar como a cidadania possibilita a efetivação das políticas
sociais.

Introdução
Neste capítulo, você vai estudar as relações existentes entre política
social e cidadania no Brasil. Para tanto, será apresentado o conceito de
cidadania, que está diretamente relacionado ao início da vida nas cidades.
No que diz respeito à contribuição da cidadania para o desenvolvimento
das políticas sociais, você vai ver que, sem a cidadania, as políticas sociais
não existiriam, já que elas garantem direitos. É por meio da condição de
cidadão que a efetivação das políticas sociais faz-se necessária, uma vez
que elas garantem as necessidades básicas dos indivíduos, que devem
acessar seus direitos e executar seus deveres para o exercício pleno da
cidadania.

O que é cidadania?
A palavra cidadania vem de civitas, que, do latim, refere-se ao indivíduo
que habita a cidade. Assim, com o início da vida na cidade, em coletividade,
surge a necessidade de os indivíduos exercerem seu papel de cidadãos — com
direitos e deveres (MANZINI-COVRE, 2010).

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A partir desse momento, a vivência na cidade, em coletivo, fez nascer a


necessidade de se estabelecer direitos e deveres de cada um, para a manutenção
da vida e das relações sociais.
É possível observar que, desde a Antiguidade Clássica, lutas sociais ocor-
reram e podem ser correlacionadas com o sentido de cidadania, que conhe-
cemos atualmente. Já, na Grécia Antiga, o conceito de cidadania resumia-se
aos direitos políticos, e, ainda assim, nem todos eram considerados cidadãos
(MANZINI-COVRE, 2010).
Na Roma Antiga, o conceito de cidadania está ligado à classe social à qual
o indivíduo pertencia. Havia três classes sociais: os patrícios, descendentes
dos fundadores; os plebeus, descendentes dos estrangeiros; e os escravos,
prisioneiros das diversas guerras e, também, aqueles que não pagavam seus
débitos. Assim, somente os patrícios eram considerados cidadãos e possuíam
direitos políticos, civis e religiosos (MANZINI-COVRE, 2010).
Já com o monopólio da Igreja Cristã na Idade Média, a ampliação do
conceito de cidadania foi esquecida — destruída quando a Igreja alega ter sido
Deus que designou essas hierarquizações e sucessões hereditárias de Reis e
Rainhas (MANZINI-COVRE, 2010).
Assim, exercer a cidadania significa viver em constante luta por melhorias
na qualidade de vida — individuais e coletivas —, em busca de liberdade,
dignidade e igualdade. Autores, como Rousseau, Montesquieu, Diderot e
Voltaire, já defendiam essa ideia de cidadania, onde existiria um governo
democrático e ampla participação popular, findando os privilégios de classe
e inaugurando os ideais de liberdade e igualdade como direitos fundamentais
dos homens (MANZINI-COVRE, 2010).

Mas, afinal, o que é cidadania?


Cidadania é a prática do indivíduo em exercer seus direitos e deveres, no
âmbito de uma sociedade do Estado. Não se restringe somente ao ato de votar
e ser votado, como pensado por muitos, mas envolve viver em sociedade,
cumprir seus deveres e ter seus direitos garantidos, por meio da justiça social
(PEREIRA, 2011).
A cidadania, pois, deve garantir a plena emancipação dos indivíduos que,
por meio de seus deveres com a sociedade, têm seus direitos inerentes à vida
— como saúde, assistência social, educação, moradia, renda, alimentação,
entre outros garantidos pelas políticas sociais.

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Acesse o link a seguir para assistir a um vídeo sobre o conceito de cidadania.

https://goo.gl/XtjhfB

Tendo em vista que cidadania é sinônimo de garantia de direitos, podemos


considerar que, no Brasil, temos vivenciado uma cidadania relativa, ou regu-
lada — nome proposto pelo sociólogo brasileiro Wanderley Guilherme dos
Santos, na década de 1970, para descrever uma “cidadania restrita e sempre
vigiada pelo Estado”.
A cidadania brasileira, nesse sentido, permanece em uma constante cons-
trução, num movimento de ampliação e encolhimento das políticas sociais,
à medida que, em muitos momentos históricos, inclusive atualmente, muitos
indivíduos não têm o direito de ter suas necessidades básicas garantidas
ou, nem mesmo, o mínimo necessário para sua subsistência e da família
(PEREIRA, 2011).
Em momentos de crise, as políticas sociais sofrem um encolhimento e
focalizam suas ações, violando a condição de cidadãos, à medida que parcelas
significativas da população têm seus direitos violados — direitos estes já
adquiridos, pelo que deveria ser a cidadania, por meio do que chamamos de
Constituição Cidadã: a Constituição Federal de 1988.
É por meio do exercício de cidadania, assumindo o papel de cidadãos, que
se dará a ampliação dos direitos mediante políticas sociais. As ações coletivas,
nesse sentido, são mais eficazes do que as individuais, e o que é conquistado
por meio do coletivo fortalece a cidadania de todos.

É importante observar que a condição de cidadão e o exercício da cidadania estarão


condicionados aos direitos sociais garantidos por meio das políticas sociais, sejam estas
de saúde, educação, assistência social, emprego, dentre outras, ao longo da vida dos
indivíduos e de suas famílias.

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O desenvolvimento das políticas sociais


a partir da concepção de cidadania
Tendo em vista o conceito de cidadania, que é a prática do indivíduo em exercer
seus direitos e deveres, no âmbito de uma sociedade, e tendo seus direitos
inerentes à vida garantidos mediante políticas sociais, o desenvolvimento das
políticas sociais está diretamente relacionado à concepção de cidadania, com
cidadãos portadores de direitos e deveres.
Sendo assim, a conquista da cidadania perpassa a efetivação dos direitos
sociais, políticos e civis, dentro de uma perspectiva de universalização dos
direitos, por meio das políticas sociais (PIANA, 2009).
Nesse sentido, o desenvolvimento das políticas sociais, pautada numa
concepção de cidadania, vai contra o discurso capitalista, que (des)respon-
sabiliza o Estado das responsabilidades sociais e faz das políticas sociais
uma política para a classe social menos favorecida — a dos “pobres mais
pobres” —, transformando-as em medidas compensatórias, paliativas e
focalizadas, e não em políticas de direito com vistas à emancipação dos
indivíduos (PIANA, 2009).
É possível afirmar, então, que, a partir do momento em que os indivíduos
reconheceram-se como cidadãos pertencentes a um grupo social e ansiando
pela sua condição de cidadania, passaram a enfrentar, sobretudo em coletivo,
a forma de organização e produção da sociedade, sendo que os padrões de
proteção social e as políticas sociais são as respostas para esses enfrentamentos.
A partir do século XIX, o cenário político mundial, sobretudo no con-
texto europeu, iniciou um movimento e reconhecimento dos direitos civis
relacionados à propriedade privada. O Estado deveria proteger o direito à
vida, à liberdade e aos direitos de segurança e propriedade (BEHRING;
BOSCHETTI, 2007).
Contudo, o Estado era repressor, e os trabalhadores eram explorados.
Foram as mobilizações e a organização da classe trabalhadora (operária),
reivindicando sua cidadania, numa perspectiva de emancipação humana e na
socialização da riqueza socialmente produzida, que os cidadãos conseguiram
assegurar importantes conquistas no que diz respeito aos direitos (BEHRING;
BOSCHETTI, 2007).

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Confome apontam Behring e Boschetti:

O surgimento das políticas sociais foi gradual e diferenciado entre os países,


dependendo dos movimentos de organização e pressão da classe trabalhadora,
do grau de desenvolvimento das forças das forças produtivas, e das correlações
e composições de força no âmbito do Estado. Os autores são unânimes em situar
o final do século XIX como período em que o Estado capitalista passa a assumir
e a realizar ações sociais de forma mais ampla, planejada, sistematizada e com
caráter de obrigatoriedade (BEHRING; BOSCHETTI, 2007, p. 64).

Já no contexto brasileiro, por suas particularidades históricas de coloniza-


ção, dependência, escravatura e posterior independência, o desenvolvimento
das políticas sociais deu-se de forma diferente, e ainda encontra-se em cons-
trução, assim como a nossa cidadania, enquanto cidadãos brasileiros.
Assim, de maneira geral, as condições de trabalho e vida dos cidadãos têm
forte relação com o surgimento das primeiras iniciativas de proteção social e
políticas sociais, já que estas têm correlação direta com a luta de classes, ou
seja, relação capitalismo versus trabalhador.
Sendo a cidadania o direito de se ter direitos, para os cidadãos, as políticas
sociais são a forma de garanti-la. Para o sistema capitalista, as políticas sociais
são uma forma de amenizar os enfrentamentos da classe trabalhadora e dar
conta, ao menos, dos mínimos sociais.
No Brasil, a partir das décadas de 20 e 30, surgiram as primeiras medidas
de proteção social, e as políticas sociais fragilmente começam a ser desenhadas.
É importante ressaltar algumas das políticas sociais que marcam o período,
por ordem cronológica, quase sempre em resposta às lutas coletivas pelos
direitos sociais. São elas:

 1923 – Lei Eloy Chaves, que cria as Caixas de Aposentadorias e Pensões


(CAP), para os trabalhadores ferroviários
 1933 – Criação dos Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs)
 1942 – Criação da Legião Brasileira de Assistência (LBA), destinada
ao atendimento de pessoas pobres, com apoio à maternidade e infância
 1943 – Promulgação das Consolidações das Leis Trabalhistas (CLT)
 1960 – Aprovação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS)
 1966 – Criação do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)
 1988 – Promulgação da Constituição Federal do Brasil, a chamada
Constituição Cidadã

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Para compreender melhor o início dos movimentos de luta de classes, segue uma
sugestão de filmografia:

Título original: Rosa Luxemburg


Título no Brasil: Rosa Luxemburgo
Direção: Margarethe von Trotta
Gênero: Drama/História
Ano de lançamento: 1986
Duração: 122 min
País: Checoslováquia/Alemanha

Sinopse
Nascida na Polônia, a doutora em Ciências Econômicas, Rosa Luxemburgo, torna-se
uma das grandes líderes do movimento operário revolucionário alemão, aderindo ao
Partido Social-Democrata alemão em 1898 e, em 1914, rompendo violentamente com
essa agremiação. Rosa — a Vermelha, como era conhecida —, visceralmente interna-
cionalista e antibelicista, condena como uma traição o apoio dos social-democratas
à deflagração da Primeira Guerra Mundial. Ao lado de Léo Jogiches, seu amante, e
do revolucionário Karl Liebknecht, junto do qual fundou a Liga Spartakus — embrião
do futuro Partido Comunista Alemão —, a militante embrenha-se cada vez mais no
movimento de massas, passando longos períodos na prisão.

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Efetivação das políticas sociais:


garantia de cidadania
A noção de cidadania permeia a garantia de direitos políticos, civis e sociais.
Não é à toa que a Constituição Federal de 1988 foi chamada de Constituição
Cidadã, já que foi um marco nos direitos políticos, civis e sociais dos cidadãos
brasileiros, após duas décadas de Ditadura Militar e muita repressão. Com
ela, a concepção de cidadania e as políticas sociais, ao menos na lei, foram
ampliadas.
Assim, os direitos sociais expressos na Constituição visavam a ajustar as
desigualdades existentes, à medida que afirma que a sua natureza jurídica é
o direito à igualdade, logo que todos os cidadãos são iguais e têm os mesmos
direitos e a mesma condição de cidadania (ZANETTI, 2011).
É justamente por meio das políticas sociais que nos aproximamos do
princípio de igualdade, dignidade e cidadania, tendo em vista que podemos,
a partir da garantia de nossos direitos, viver com dignidade e nossas neces-
sidades básicas garantidas.
Obviamente, a Constituição Federal de 1988 trouxe inúmeros e importantes
avanços no que diz respeito aos direitos sociais, sobretudo aos mais pobres e
vulneráveis (ABREU, 2011).

A Constituição de 1988 tentou dar conta das profundas mudanças ocorridas em


nosso país na economia, nas relações de poder e nas relações sociais globais,
nos últimos 20 anos, introduzindo temas, redefinindo papéis, incorporando às
instituições sociais segmentos historicamente marginalizados, sem, no entanto,
alterar substantivamente as relações sociais vigentes (NEVES, 1999, p. 99).

Assim, as políticas sociais não devem focalizar o mínimo existencial


como preservação somente da própria vida humana, mas, sim, a se atingir um
mínimo desejável para uma vivência digna dentro da construção da cidadania.
A Constituição Federal de 1988 inaugurou o que chamamos de Seguridade
Social Brasileira, formada pelo tripé: “saúde, assistência social e Previdência
Social.

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É importante ter conhecimento sobre o conteúdo da


Constituição Federal do Brasil de 1988 e atentar-se es-
pecificamente ao Título VIII, da Ordem Social, Artigo 193
ao Artigo 232.
Para mais informações sobre a Constituição Federal de
1988, acesse o link ou código a seguir.

https://goo.gl/zaRrL

Nesse sentido, podemos entender que a satisfação das necessidades sociais


básicas dos cidadãos deve ser por meio da Seguridade Social, sendo que, nesta,
a saúde é considerada um direito universal, a assistência social para quem dela
necessitar e a Previdência Social sendo a única possível de acessar por meio
de prévia contribuição.
Conforme aponta Pereira (2006):

Reconhecer, portanto, a existência de necessidades humanas como neces-


sidades sociais, com valores, finalidades e sujeitos definidos, tem sido um
grande passo para a construção da cidadania, pois isso equivale reconhecer a
existência de uma força desencadeadora de conquistas sociais e políticas (p. 68).

Nessa linha, as políticas sociais atuam diretamente no processo de eman-


cipação do cidadão e conquista da cidadania. Atuam numa perspectiva de
inclusão e reparação das desigualdades sociais, que perpassam os momentos
históricos de nossa sociedade, à medida que permitem o acesso aos direitos
básicos dos indivíduos, como saúde, moradia, trabalho e qualificação profis-
sional, alimentação, entre outros.

As políticas sociais governamentais são entendidas como um movimento


[...] resultante do confronto de interesses contraditórios e também enquanto
mecanismos de enfrentamento da questão social, resultantes do agravamento
da crise sócio-econômica, das desigualdades sociais, da concentração de renda
e da pauperização da população (SOUZA et al., 2013).

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Embora as conquistas já tenham sido inúmeras, vivemos em tempos de


encolhimento de direitos, onde o Estado é máximo para o capital e mínimo
para o social. O momento exige que o conceito de cidadania seja resgatado
e que cada cidadão atue numa perspectiva de enfretamento à redução dos
direitos já assegurados.
Para Afonso (2016), a Seguridade Social é instrumento de inclusão social,
já que propicia a inserção e reinserção no mundo do trabalho, a interação
social, promovendo a cidadania consciente. Assim, é instrumento de efetivação
dos direitos fundamentais, já que garante aos cidadãos o mínimo para sua
subsistência, sendo possível manter a dignidade humana.
Cabe ao Estado garantir a proteção social como política pública de ci-
dadania e de direitos, excluindo as formas de políticas sociais focalizadas e
assistencialistas, que somente reafirmam e mantêm a condição de desigualdade
entre os cidadãos.

As Diretas Já é um dos maiores exemplos que temos no que diz respeito à cidadania,
pois foi um movimento civil de reivindicação por eleições presidenciais diretas no Brasil,
nos anos de 1983 e 1984. As manifestações populares foram duramente reprimidas
neste período, ocorrendo o aumento da censura, com violência policial e prisões.
Contudo, o movimento pelas Diretas Já teve grande importância na redemocratização
do país e abertura política, sendo que culminou com a volta do poder civil, em 1985,
na aprovação de uma nova Constituição Federal de 1988 e realização das eleições
diretas para Presidente da República, em 1989.

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ABREU, L. R. Políticas públicas: atuações estatais essenciais à efetivação da cidadania


plena. Âmbito Jurídico, Rio Grande, ano XIV, n. 89, jun. 2011. Disponível em: <http://www.
ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9650&revista_
caderno=9>. Acesso em: 27 mar. 2018.
AFONSO, J. Seguridade social: políticas públicas de direito à cidadania. Brasil 247,
[s.l.], 20 set. 2016. Disponível em: <https://www.brasil247.com/pt/colunistas/jacya-
fonso/256200/Seguridade-Social-Políticas-Públicas-de-Direito-à-Cidadania.htm>.
Acesso em: 12 fev. 2018.
BEHRING, E. R.; BOSCHETTI, I. Política social: fundamentos e história. 3. ed., São Paulo:
Cortez, 2007. 211 p. (Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social, 2).
MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 2010. 106 p.
(Coleção Primeiros Passos, 250).
NEVES, L. M. W. Educação e política no Brasil de hoje. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1999.
PEREIRA, P. A. P. Necessidades humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais. 6. ed.
São Paulo: Cortez, 2011.
PEREIRA, P. A. P. Políticas públicas e necessidades humanas com enfoque no gênero.
Sociedade em Debate, Pelotas, v. 12, n. 1, p. 67-86, 2006. Disponível em: <http://www.
rle.ucpel.tche.br/index.php/rsd/article/view/437>. Acesso em: 27 mar. 2018.
PIANA, M. C. A construção do perfil do assistente social no cenário educacional. São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2009. 233 p. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/vwc8g/
pdf/piana-9788579830389.pdf>. Acesso em: 27 mar. 2018.
SOUSA, M. M. F. et al. A assistência social como política pública de direito: avanços
e desafios na efetivação dos direitos social. In: JORNADA INTERNACIONAL DE PO-
LÍTICAS PÚBLICAS, 6., 2013, São Luís. Anais... São Luís: UFMA, 2013. Disponível em:
<http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2013/JornadaEixo2013/anais-eixo8-
-direitosepoliticaspublicas/aassistenciasocialcomopoliticapublicadedireito.pdf>.
Acesso em: 13 fev. 2018.
ZANETTI, T. M. A efetivação dos direitos sociais através das políticas públicas. E-Gov:
portal de e-governo, inclusão digital e sociedade do conhecimento, Florianópolis,
23 nov. 2011. Disponível em: <http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/efetivação-
-dos-direitos-sociais-através-das-politicas-públicas>. Acesso em: 13 fev. 2018.

Leituras recomendadas
CIDADANIA regulada. Dicionário Informal, [s.l.], 4 jul. 2013. Disponível em: <http://
www.dicionarioinformal.com.br/cidadania+regulada/>. Acesso em: 12 fev. 2018.
MARSHALL, T. H. Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

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