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Universidade Federal do Ceará

Centro de Tecnologia
Departamento de Engenharia Elétrica
Disciplina: Instalações Elétricas Industriais – 2012.2
Professor: Gustavo C. Branco

Unidade I – Elementos de Projeto

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Tópicos a serem abordados

 Introdução
 Normas Recomendadas
 Dados para Elaboração do Projeto
 Concepção do Projeto
 Proteção contra Riscos de Incêndio e Explosão
 Formulação de um Projeto Elétrico
 Roteiro para Elaboração de um Projeto Elétrico
Industrial
 Simbologia

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1. Introdução

Em todo projeto de instalação industrial, é necessário


o conhecimento de dados relativos às condições de
suprimento e das características funcionais da
indústria em geral.

• Planta de situação;
• Planta baixa de arquitetura do prédio;
• Planta baixa do arranjo das máquinas (layout);
• Planta de Detalhes;
- particularidades do projeto de arquitetura que venham a
contribuir na definição do projeto elétrico (vistas e cortes no
galpão industrial, detalhes de colunas e vigas de concreto,
detalhes de montagem de certas máquinas de grandes
dimensões, etc)
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1. Introdução

!!!Obs!!!
- Planos de Expansão
- Detalhes de aumento efetivo da carga a ser adicionada,
localização, etc.

Aspectos a serem considerados:

• Flexibilidade
• Acessibilidade
• Confiabilidade
• Continuidade
Subestação “Econômica”

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2. Normas recomendadas

Resolução ANEEL N° 414 / 2010


- Estabelece de forma atualizada as condições de
Fornecimento de Energia Elétrica
ABNT (www.abnt.org.br)
- NBR 14039 / 2005 (Baseada na IEC 61936-1:2002)
- Instalações elétricas de média tensão de 1,0kV a 36,2kV
Concessionária do Estado (COELCE)
- NT-002/2011 R-03 (10/2011)
- Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Primária de Distribuição
- NT-004/2011 R-05 (04/2011)
- Fornecimento de Energia Elétrica em Alta Tensão -
69 kV
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3. Dados para Elaboração do Projeto

3.1 Condições de Fornecimento (concessionária)

- Garantia de suprimento da carga, dentro de condições


satisfatórias;
- Variação da tensão de suprimento;
- Tensão de fornecimento;
- Tipo de sistema de suprimento: radial, radial com recurso,
etc;
- Capacidade de curto-circuito atual e futuro do sistema;
- Impedância reduzida no ponto de suprimento.

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3. Dados para Elaboração do Projeto

3.2 Características da Carga (responsável pelo projeto


técnico industrial)
a) Motores
- Potência, tensão, corrente, freqüência, número de pólos,
número de fases, ligações possíveis, regime de
funcionamento;
b) Fornos a arco
- Potência do forno, potência de curto-circuito, potência do
transformador do forno, tensão, freqüência, fator de
severidade;
c) Outras cargas
- Máquinas acionadas por sistemas computadorizados,
aparelhos de raio x industrial; (requer estudo especial)
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4. Concepção do Projeto

Metodologia
4.1 - Divisão da Carga em Blocos
- Análise da planta baixa;
- Cada bloco deve corresponder a um quadro de distribuição
terminal com alimentação e proteção individualizados;
(Setores individuais de produção)
- Dependendo da dimensão, dividir em 02 (dois) blocos de
carga; (Verificar Critério da queda de tensão!!!)
- Também podem ser agrupados vários setores num só
bloco, desde que a queda de tensão nos terminais da
mesma seja permissível!!! Ex: agrupamento de máquinas
de baixa potência.

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.2 – Localização dos Quadros de Distribuição de Circuitos


Terminais (CCM e QDL)

- No centro da carga;
- Próximo à linha geral dos dutos de alimentação;
- Afastado da passagem sistemática de funcionários;
- Em ambientes bem iluminados e de fácil acesso;
- Em ambientes não sujeitos a gases corrosivos, inundações,
trepidações, etc;
- Em locais de temperatura adequada;

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.3 – Localização do Quadro de Distribuição Geral (QGF)

- De preferência próximo a subestação ou em área contígua


a esta;
- De uma maneira geral, deve ficar próximo às unidades de
transformação a que está ligado;

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.4 – Localização da Subestação

- É comum o projetista receber as plantas já com a


indicação do local da subestação; (Arranjo arquitetônico)

- A solução ideal seria próxima do centro de carga,


acarretando alimentadores curtos, menores quedas de
tensão → menor seção dos condutores utilizados;

- Em casos de indústrias formadas por duas ou mais


unidades de produção(galpões separados), a localização
ideal da subestação seria no centro da carga;
=> Deve-se analisar os custos das diferentes opções !!!
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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

!!! Em todos os casos é necessário localizar próximo a via


pública a cabine de medição que contém os equipamentos e
instrumentos de medida (propriedade da concessionária)
- Cálculo do baricentro:

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

*** As coordenadas x e y indicam o local adequado da subestação,


relativamente do ponto de vista da Carga
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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

Menor potência Maior custo do


da subestação kVA instalado

Maior
Maior número
quantidade de
de subestações
condutores
unitárias
primários

Menor número Maior


de subestações quantidade de
unitárias condutores
secundários

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.5 – Definição de Sistemas


4.5.1 – Sistema primário de suprimento

a) Sistema Radial Simples (Mais utilizado)

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.5 – Definição de Sistemas


4.5.1 – Sistema primário de suprimento

a) Sistema Radial com recurso

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.5 – Definição de Sistemas


4.5.2 – Sistema primário de distribuição interna

a) Sistema Radial simples

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)

4.5 – Definição de Sistemas


4.5.2 – Sistema primário de distribuição interna

a) Sistema Radial com recurso

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.1 – Circuitos terminais de motores
Def.: Consiste em dois ou três condutores conduzindo
corrente numa dada tensão, desde um dispositivo de
proteção até o ponto de utilização.

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.1 – Circuitos terminais de motores
*** Regras básicas de projeto:

- Conter um dispositivo de seccionamento na sua origem


para fins de manutenção. (Desligar tanto o motor quanto o
seu dispositivo de comando)
- Podem ser utilizados seccionadores, interruptores,
disjuntores, contatores, fusíveis com terminais
apropriados para retirada sob tensão, tomada de
corrente...

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.1 – Circuitos terminais de motores (cont. Regras Básicas)
 Conter um dispositivo de proteção contra curto-circuito
na sua origem;
 Conter um dispositivo de comando capaz de impedir uma
partida automática do motor devido à queda ou falta de
tensão; (ex:. contatores.)
 Conter um dispositivo de acionamento do motor, de
forma a reduzir a queda de tensão na partida a um valor igual
ou inferior a 10%, ou em conformidade com as exigências da
carga;
 De preferência cada motor deve ser alimentado por um
circuito terminal individual;

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.1 – Circuitos terminais de motores (cont. Regras Básicas)
 No caso do Circuito Terminal alimentar mais de um
motor ou outras cargas, os motores devem receber proteção
de sobrecarga individual. Neste caso, a proteção contra
curtos-circuitos deve ser feita por um dispositivo único
localizado no início do CT capaz de proteger os condutores
de menor corrente nominal e que não atue indevidamente
sob qualquer condição de carga nominal do circuito;

 Quanto maior a potência de um motor alimentado por um


CT, é recomendável que cargas de outra natureza sejam
alimentadas por outros circuitos //////////

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.1 – Circuitos terminais de motores (cont. Regras Básicas)
 São consideradas aplicações normais, para a finalidade de
adoção das regras básicas, as definidas a seguir, para
atendimento à NBR5410/2004 (Pág. 154)
- Cargas de natureza industrial ou similar
•Motores de indução de gaiola trifásico, de potência nominal
não superior a 150kW (200cv), com características
normalizadas conforme a NBR 7094;
•Cargas acionadas em regime S1 e com características de
partida conforme a NBR 7094.
- Cargas residenciais e comerciais
•Motores de potência inicial não superior a 1,5kW (2cv)
constituindo parte integrante de aparelhos eletrodomésticos;
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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.2 – Circuitos de distribuição (Alimentadores)
Def.: Condutores que derivam do QGF e alimentam um ou
mais centros de comando (CCM e QDL)
- Devem ser protegidos no ponto de origem por disjuntores
ou fusíveis de capacidade adequada à carga e às correntes
de curto-circuito;
- Devem dispor no ponto de origem de um dispositivo de
seccionamento, dimensionado para suprir a maior
demanda do centro de distribuição e proporcionar
condições satisfatórias de manobra.

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.3 – Recomendações gerais sobre o projeto de Circuitos
Terminais e de Distribuição
A menor seção transversal de um condutor para circuitos
terminais de motor e de tomadas é de 2,5mm2
 A menor seção transversal de um condutor para circuitos
terminais de iluminação ou de alimentação de outras cargas é
de 1,5mm2
 Não devem ser utilizados condutores com seção superior a
2,5mm2 em circuitos terminais de iluminação e tomadas de
uso geral;
 Deve-se prever, se possível, uma capacidade reserva nos
circuitos de distribuição que vise ao aparecimento de futuras
cargas na instalação; (sem condutores, folga nos dutos,
quadros)
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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.3 – Recomendações gerais sobre o projeto de Circuitos
Terminais e de Distribuição
 Devem-se dimensionar os circuitos de distribuição
distintos para luz e força;
 Deve-se dimensionar um circuito de distribuição distinto
para cada carga com capacidade superior a 10A (Circuito
individual, ex: chuveiro elétrico, ar-condicionado, etc)
 As cargas devem ser uniformemente possível entre as
fases;
 A iluminação, de preferência deve ser dividida em vários
circuitos terminais;
 O comprimento dos circuitos parciais para iluminação
deve ser limitado em 30m. Podem ser admitidos
comprimentos superiores desde que a queda de tensão seja
compatível com a NBR 5410/2004.
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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.3 – Sistema secundário de distribuição
4.5.3.4 – Constituição dos Circuitos Terminais e de Distribuição
São constituídos de:
a) Condutores isolados, cabos unipolares e multipolares;
b) Condutos: eletrodutos, bandejas, prateleiras, escada para
cabos, etc.

Obs(1) : A aplicação de quaisquer condutos deve ser


acompanhado de uma análise dos meios ambientes nos
quais serão instalados;
Obs(2) : O dimensionamento de condutos deve ser feita de
acordo com a NBR 5410/2004.

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.4 – Considerações gerais sobre os quadros de distribuição
*** Devem ser construídos de modo a satisfazer as condições do
ambiente em que serão instalados (bom acabamento, rididez
mecânica e disposição apropriada nos equipamentos e instrumentos)
Grau de proteção IP-40  Execução normal
Grau de proteção IP-54  Execução em Atmosfera poluída
*** As principais características são:
Tensão nominal, corrente nominal, resistência mecânica aos
esforços de curto circuito, grau de proteção, acabamento, etc.

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4. Concepção do Projeto – Metodologia (Continuação)
4.5 – Definição de Sistemas
4.5.4 – Considerações gerais sobre os quadros de distribuição
**** Deve-se prever circuito de reserva nos QD’s, de acordo com os
critérios determinados pela NBR 5410/2004
* Quadros de distribuição com até 6 circuitos: espaços para no
mínimo dois circuitos de reserva;
** Quadros de distribuição contendo 7 a 12 circuitos: espaços para
no mínimo três circuitos de reserva;

*** Quadros de distribuição contendo 13 a 30 circuitos: espaços


para no mínimo quatro circuitos de reserva;

Obs: Acima de 30 circuitos, adotar no mínimo 15% dos circuitos


existentes.

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7. Proteção contra Riscos de Incêndio e Explosão

 Todas as indústrias em geral estão permanentemente sujeitas a


riscos de incêndio e, dependendo do produto que fabricam, são
bastante vulneráveis a explosões normalmente seguidas de incêndio;
MTE  NR 10 (Segurança em Instalações e serviços em
Eletricidade);

“...estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a


implementação de medidas de controle e sistemas preventivos,
de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores
que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas
e serviços com eletricidade...”

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7. Proteção contra Riscos de Incêndio e Explosão

 Todas as empresas estão obrigadas a manter diagramas unifilares


das instalações elétricas com as especificações do sistema de
aterramento;
 O Prontuário de instalações elétricas deve ser organizado pelo
empregador ou por pessoa formalmente designada pela empresa e
deve permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas
instalações e serviços em eletricidade...

 É obrigatório que os projetos de quadros, instalações e redes


elétricas especifiquem dispositivos de desligamento, de forma a
poderem ser travados e sinalizados...

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7. Proteção contra Riscos de Incêndio e Explosão

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7. Proteção contra Riscos de Incêndio e Explosão

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8. Formulação de um Projeto Elétrico

!!! Planejamento !!!


8.1 – Fatores de Projeto;

 Objetivo: Visam a economicidade do empreendimento;

 Fator de Demanda
 Fator de Carga
 Fator de Perda
 Fator de Simultaneidade
 Fator de Utilização

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;

8.1.1 Fator de demanda:


 É a relação entre a demanda máxima do sistema (Dmáx) e a
carga total conectada (Pinst) a ele durante um intervalo de tempo
considerado.
Dmax Dmax - Demanda máxima da instalação , em kW ou kVA;
Fd  Pinst - potência da carga conectada, em kW ou kVA;
Pinst
Tabela: Fatores de Demanda
Número de motores Fator de Demanda
em Operação (%)
1 -10 70 - 80
11 -20 60 - 70
21 -50 55 - 60
51 -100 50 - 60
Acima
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;
Ex: Fator de Demanda Potência instalada
112, 75 187kW
Fd   0, 60
187

112, 75kW Demanda

120

110

100

90

80
Demanda (kW)

70

60

50

40

30

20

10

0
0

5
:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4
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20

20

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23

23

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02

02

03

04

05

05

06

07

08

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Horas
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;

8.1.2 Fator de Carga:


 É a relação entre a demanda média (Dméd), durante um
determinado intervalo de tempo, e a demanda máxima registrada no
mesmo período (Dmáx).

D Dmed - Demanda média do período, calculada através da


Fcd  med integração da curva de carga, em kW ou kVA;
Dmax
Dmax - Demanda máxima da instalação para o mesmo
período, em kW ou kVA;

Quanto  o período de  O Fator de Carga


Tempo de medição

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;
Ex: Fator de Carga Demanda Média
79,95 79,95kW
Fcd   0, 71
112, 75
Demanda

120

110

100 79,95kW
90

80
Demanda (kW)

70

60

50

40

30

20

10

0
0

5
:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4
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23

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01

02

02

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05

05

06

07

08

08
Horas
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto; (8.1.2 - Fator de Carga)

 Otimização dos Investimentos


da Instalação Elétrica

 Aproveitamento racional e
Quanto  o Fator de aumento da vida útil da
Carga instalação, incluindo os motores e
equipamentos

 Redução do Valor da demanda


de Pico

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto; (8.1.2 - Fator de Carga)

Economia de Energia

Aumento do Fator de Carga

Conservação do consumo e Conservar a demanda e aumentar


redução da demanda o consumo

- Deslocamento da operação de - Caso em que é necessária


certas máquinas para outros implementar uma expansão e a
intervalos de tempo de baixo mesma esteja limitada pelo
consumo na curva de carga da dimensionamento de certas
instalação partes da instalação.

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto; (8.1.2 - Fator de Carga)

Outras práticas adotadas :

 Controle Automático da Demanda (Segregar Cargas; Ex: Sistema


de ar condicionado, estufas, fornos de alta temperatura, câmaras
frigoríficas, etc)

Reprogramar a Operação das Cargas


(Estabelecer horários de operação de
certas máquinas de grande porte ou mesmo
de produção e/ou redistribuir o
funcionamento em períodos de menor
consumo de energia elétrica)
Controlador de Demanda
HX-600 (Schneider)
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;

8.1.4 Fator de Simultaneidade:


 É a relação entre a demanda máxima do grupo de aparelhos
pela soma das demandas individuais dos aparelhos do mesmo grupo
num intervalo de tempo considerado.

... “Resulta da coincidência das demandas máximas de alguns


aparelhos do grupo de carga, devido à natureza de sua operação”...

... “Seu inverso é chamado Fator de Diversidade”...

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto; 8.1.4 Fator de Simultaneidade

OBS:
(1)A aplicação do fator de simultaneidade em instalações
industriais deve ser precedida de um estudo minucioso, a fim de
evitar subdimensionamento dos circuitos e equipamentos;

(2) A taxa
de variação do decréscimo do fator de simultaneidade,
em geral, depende da heterogeneidade da carga;
(3)
O Fator de simultaneidade é sempre inferior à unidade,
enquanto o fator de diversidade, considerado o inverso deste, é
sempre superior a 1.

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto; 8.1.4 Fator de Simultaneidade

Tabela: Fatores de Simultaneidade (Fonte: NT-002/2010)

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.1 – Fatores de Projeto;

8.1.5 Fator de Utilização:


 É o fator pelo qual deve ser multiplicada a potência nominal
do aparelho para se obter a potência média absorvida pelo mesmo,
nas condições de utilização.
Tabela: Fatores de Utilização – FU (Fonte: NT-002/2010)

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8. Formulação de um Projeto Elétrico

8.2 Determinação da Demanda de Potência:


 Cabe ao projetista a decisão sobre a previsão da demanda da
instalação, a qual deve ser tomada em função das Características de
Carga e do tipo de Operação da Indústria.
//// A carga prevista num determinado projeto deve resultar da
composição das cargas dos setores industriais e das instalações
administrativas. ///
* Considerar a carga de qualquer equipamento de utilização como a
potência declarada pelo fabricante ou Calculada, expressa em VA, ou
multiplicando o resultado anterior pelo Fator de Potência quando se
conhecer, sendo neste caso a potência dada em W;
** No caso de motores, deve-se considerar o rendimento do aparelho
para se obter a potência absorvida;
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

Ambientes Industriais (Considerações de Projeto)


O número de tomadas é função de cada tipo de setor !!!

 Após do conhecimento da Carga a ser instalada, calcular a demanda


resultante prévia, aplicando os fatores de demanda indicados ///

Determinação da Demanda

a) Demanda dos aparelhos (Potência Nominal x Fator de utilização)

!!! OBS !!! Condutores dos circuitos TERMINAIS devem ser


dimensionados para a Carga Nominais dos aparelhos !!!

b) Demanda dos quadros de distribuição parciais (Somatório das


demandas individuais dos aparelhos x Fator de Simultaneidade)
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

Ambientes Industriais (Considerações de Projeto cont.)

!!! OBS !!! No projeto de iluminação à descarga utilizando reator com


alto fator de potência, é conveniente admitir um fator de multiplicação
sobre a potência nominal das lâmpadas, a fim de compensar as perdas
próprias do reator e as corrente harmônicas resultantes !!! (~1,8)

c) Demanda do quadro de distribuição geral (QGF)

 É obtida somando-se as demandas concentradas nos Quadros de


distribuição e aplicando o fator de simultaneidade adequado...

 Adotar o valor unitário quando não for conhecido este valor !!!

 Planos de expansão, a fim de prever a carga futura.

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

Tabela: Fatores de Demanda para Iluminação e Tomadas (Fonte: NT-002/2010)

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

a.1) Motores Elétricos


* Cálculo da potência no eixo do motor

Pn - potência nominal do motor, em cv;


Peim  Pn  Fum Fum - fator de utilização do motor;
Peim - potência no eixo do motor, em cv.

* Demanda solicitada da rede de energia


Peim  0, 736 Fp - fator de potência do motor;
Dm  (kVA)  - rendimento do motor.
  Fp

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

a.2) Demanda dos Motores


* Cálculo da demanda ativa (kW)

N m  Peim  Fu  0, 736
Dm   Fs (kW )

N m - quantidade de motores;
Peim - potência no nominal do motor, em cv;
Fu - fator de utilização;
Fs - fator de simultaneidade;
 - rendimento;
* Cálculo da demanda aparente (kVA)
N m  Peim  Fu  0, 736
Dm   Fs (kVA)
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  Fp
8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

b) Iluminação
A demanda pode ser determinada pela expressão

- quantidade de cada tipo de lâmpadas;


 Pr  Nl
 Nl   Pl  F  Pl - potência nominal de cada tipo de lâmpada;

Dil   p  (kVA) Pr - perdas nos reatores;


Fp - Fator de potência dos reatores.
1000

Cálculo da demanda ativa (kW)

Dila 
 N P  P 
l l
(kW )
r

1000

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.2 – Determinação da Demanda de Potência

c) Outras Cargas
A demanda deve ser calculada considerando as particularidades das
referidas cargas, tais como fornos a arco, máquinas de solda, etc.

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8. Formulação de um Projeto Elétrico

8.3 Formação das Curvas de Carga

Apesar da determinação correta dos pontos da curva de carga de


uma planta industrial somente ser possível durante seu
funcionamento em regime, deve-se através da informação do ciclo
de operação dos diferentes setores da produção, idealizar
aproximadamente a conformação da curva de demanda da carga em
relação ao tempo; (Previsão da Curva de demanda)

*** Desta forma, pode-se manter controlado o valor da demanda de


pico, a fim de diminuir os custos operacionais da empresa.

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8.3 – Determinação das Curvas de Carga

Determinação da Curva de Carga Experimental


Demanda

120

110

100

90

80
Demanda (kW)

70

60

50

40

30

20

10

0
0

5
:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4

:3

:1

:0

:4
08

08

09

10

11

11

12

13

14

14

15

16

17

17

18

19

20

20

21

22

23

23

00

01

02

02

03

04

05

05

06

07

08

08
Horas

*** Equipamentos utilizados:


- SAGA 1000 (Landys Gyr); MAR-715 (Megabrás),
RE 6000 (Embrasul); Fluke 430 (Fluke)
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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.3 – Determinação das Curvas de Carga

Fotos de Equipamentos Utilizados

Fluke 430 (Fluke) Fluke 43B (Fluke)


RE 6000 (Embrasul);

SAGA 1000
(Landys Gyr);

MAR-715 (Megabrás)
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8.4 – Determinação da Tarifa Média de uma Instalação Industrial


(Resolução N° 414 de 2010 da ANEEL)

 Quatro tipos de Horário são definidos no intervalo de


1(um) ano:

a) Horário de ponta de carga;


b) Horário fora de ponta de carga;
c) Período Úmido
d) Período Seco

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

a) Horário de Ponta de Carga


# Def.: Corresponde ao intervalo de três horas consecutivas, situado
no período compreendido entre 17 e 22 horas de cada dia, exceto
sábados, domingos e feriados nacionais, definido seguindo as
características de Carga do Sistema Elétrico da Concessionária

b) Horário fora de Ponta de Carga


# Def.: É formado pelas 21 horas restantes de cada dia definido
anteriormente, bem como pelas 24 horas dos sábados, domingos e
feriados nacionais.

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

c) Período Úmido
# Def.: É o período que abrange as leituras de consumo e demanda
extraídos entre o primeiro dia do mês de dezembro até o dia 30 de
abril, totalizando cinco meses do ano.

d) Período Seco
# Def.: É o período que abrange as leituras de consumo e demanda
extraídos entre o primeiro dia do mês de maio até o dia 30 de
novembro, totalizando sete meses do ano.

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

Estrutura Tarifária Vigente (Grupo A – Tensão  2,3kV)


Divide-se em 4(quatro) Modalidades: Convencional, AZUL, VERDE
e de Ultrapassagem.

a) Tarifa Convencional

# Def.: É a modalidade estruturada para aplicação de preços


diferenciados para a demanda e para o consumo, de acordo com a
tensão de fornecimento e demais características do consumidor, como
residencial, rural, etc.

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

a) Tarifa Convencional
 Demanda
- Um preço único para o horário de ponta e fora de ponta de carga do
sistema elétrico da concessionária.
- O Valor da Demanda Faturada é o maior entre os valores:
* Demanda Contratada;
** Demanda Medida;
*** 10% da maior demanda medida em qualquer dos 11 ciclos
completos de faturamento anteriores, quando se tratar de unidade
consumidora rural ou sazonal faturada na estrutura tarifária
convencional.

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

a) Tarifa Convencional
 Consumo
- Um preço único para o horário de ponta e fora de ponta de carga.

 Tarifação
A TARIFA média pode ser calculada a partir da equação abaixo:

TC - tarifa de consumo de energia elétrica


TD (R$/kWh);
Pme   TC TD - tarifa de demanda de energia elétrica
Fcm  730 (R$/kWh);

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8. Formulação de um Projeto Elétrico
8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

b) Tarifação Horo – Sazonal


b.1) TARIFA AZUL

É a modalidade estruturada para aplicação de preços diferenciados de


demanda e consumo de energia elétrica de acordo com as horas de
utilização do dia e os períodos do ano;

 Demanda
- Um preço para o horário de ponta de carga do sistema elétrico da
concessionária.
- Um preço para o horário fora de ponta de carga do sistema elétrico
da concessionária
!!!OBS!!! O valor da demanda faturada nos horários de ponta e fora
de ponta é o maior entre os valores: Demanda Contratada(kW) e
Demanda Registrada(medida)(kW).
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b) Tarifação Horo – Sazonal (b.1 AZUL)

 Consumo
- Um preço para o horário de ponta de carga em período úmido;
- Um preço para o horário fora de ponta de carga em período úmido;
- Um preço para o horário de ponta de carga em período seco;
- Um preço para o horário fora de ponta de carga em período seco;

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b) Tarifação Horo – Sazonal


b.2) TARIFA VERDE

É a modalidade estruturada para aplicação de preços diferenciados de


demanda e consumo, de acordo com tensão de fornecimento e demais
características do consumidor, como residencial, rural, etc.

 Demanda
- Um preço único para o horário de ponta e fora de ponta de carga do
sistema elétrico da concessionária.
!!!OBS!!! O valor da demanda faturada é o maior entre os valores:
Demanda Contratada(kW) e Demanda Registrada(medida)(kW).

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b) Tarifação Horo – Sazonal (b.2 VERDE)

 Consumo
- Um preço para o horário de ponta de carga em período úmido;
- Um preço para o horário fora de ponta de carga em período úmido;
- Um preço para o horário de ponta de carga em período seco;
- Um preço para o horário fora de ponta de carga em período seco;

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c) Tarifa de Ultrapassagem
É a tarifa diferenciada a ser aplicada à parcela de demanda que
superar as respectivas demandas contratadas em cada segmento
horo-sazonal para a tarifa AZUL, ou demanda única contratada para a
tarifa VERDE.

 TARIFA AZUL
- Tolerância de 5%;

 TARIFA VERDE
- Tolerância de 5%;

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d) Resumo para tarifação de demanda ativa (kW)


* Considerando a Demanda Medida (Dmed):
 Se a Dcont < Dmed ≤ 1,05 . Dcont
- Será faturado a Dmed (tarifa de demanda normal)

 Se a Dmed ≤ Dcont
- Será faturado a Dcont (tarifa de demanda normal)

 Se a Dmed > Dcont


- Será faturado a Dmed (tarifa de demanda normal)
- Será faturado a (Dmed - Dcont) (tarifa de demanda de
ultrapassagem)
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Outras considerações da Resolução N° 414/2010 (ANEEL)


 Art. 57. As unidades consumidoras, atendidas pelo Sistema
Interligado Nacional - SIN, devem ser enquadradas conforme os
seguintes critérios:

 Tensão de Fornecimento 69kV e qualquer demanda contratada:


TARIFA AZUL;
 Tensão de Fornecimento 69kV e demanda contratada 300kW:
TARIFAS AZUL OU VERDE;
 Tensão de Fornecimento 69kV e demanda contratada  300kW:
TARIFAS AZUL, VERDE OU CONVENCIONAL;

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Considerações para escolha da TARIFA adequada:


 Em instalações com Fator de Carga 
RECOMENDA-SE TARIFA AZUL;

 Em instalações com Fator de Carga na ponta  0,60


RECOMENDA-SE TARIFA VERDE;

 Em instalações com que não operam no horário de ponta de Carga


RECOMENDA-SE TARIFAS AZUL OU VERDE;

 Em instalações que não operam no horário de ponta de Carga , mas


que esporadicamente necessitam avançar a sua operação no horário de
ponta
RECOMENDA-SE TARIFA VERDE;
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Considerações para escolha da TARIFA adequada:


 Em instalações industriais de pequeno porte
RECOMENDA-SE TARIFA CONVENCIONAL;

CONTRATO ÓTIMO

Contrato Ótimo: Demanda Faturada = Demanda Registrada.

Problemas:

DF = DC (pagando indevido)

DF > DC (ultrapassagem de demanda)

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial

Considerações para escolha da TARIFA adequada:

FCp= 65% E CP/CT= 9%

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial
Quadro tarifário da COELCE(AGO/2011):
Horosazonal Azul

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8.4 – Determinação da tarifa média de uma Instalação Industrial
Quadro tarifário da COELCE(AGO/2011):
Horosazonal Verde

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9. Roteiro para Elaboração de um Projeto Elétrico Industrial

Planejamento Determinação dos Valores de


Partida dos Motores

Projeto Luminotécnico Determinação dos dispositivos


de Proteção e Comando

Determinação dos Condutores


Cálculo da Malha de Terra

Determinação e Correção do
Fator de Potência Diagrama Unifililar

Determinação das Correntes de Memorial Descritivo


Curto Circuito

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10. Simbologia

 NBR 5444 (ABNT)

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Referências Bibliográficas

Básicas
[1] MAMEDE, João. Instalações Elétricas Industriais, 8a ed., LTC, 2010.
ISBN: 8521615205.
[2] COELCE. NT 002. Fortaleza: Coelce, 2011.
[3] MAMEDE, João. Manual de Equipamentos Elétricos, 3a ed., LTC, 2005.
ISBN: 8521614365.

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