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ATIVIDADE COMPLEMENTAR DA PRIMEIRA AVALIAÇÃO DE GESTÃO DA DISTRITBUIÇÃO

ALUNO: AFONSO HENRIQUE ISAIAS DA SILVA MATRÍCULA: 2021125084


TURMA: LOG1N LOGÍSTICA

WMS: O sistema de WMS em uma empresa é capaz de proporcionar um ganho de agilidade


nas operações logísticas, que consequentemente reflete em melhor atendimento e
ganho financeiro.

Antigamente, o consumidor aceitava esperar seanas para receber o seu produto, mas
atualmente ele está mais exigente.

È justamente por conta da necessidade de melorias neste setor que surge o Warehouse
Management System (WMS) Sistema de Gerenciamento de Armazém.

Na logística isso é um sistema que se integra a cadea de suprimentos (Supply Chain


management, ou SCM), e seu principal objetivo é o gerencianto e a automação de
todos os processos logísticos que ocorrem em um armazém ou centro de distribuição.

Com o uso desse sistema, o controle que antes era feito por diferentes fucionários
em cada uma das etapas, agora fica a encargo do software que assume total controle
do estoque, desde o momento da chegada de um produto, até a etapa de expedição.

Na prática, esse sistema conecta todo um banco de dados onde são registrados toda e
qualquer movimentação, que ocorre dentro do armazém por meio de codigos de barras
(QR codes) ou sensores automáticos.
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CROSS DOCKING

O Cross Docking, é um sistema de distribuição no qual o produto que foi omprado


pelo cliente é despachado para um centro de distribuição. Nesse centro de
distribuição/armazém a mercadoria é expedida para o consumidor final de forma
mediata, ou seja,
acontece uma redistribuição rápida.

Isso se tornou uma estratégia revolucionária que modifica os conceitos tradicionais


de armazenamento, propondo a redução máxima ou mesmo, a eliminação do estoque dos
itens comercializados pela empresa, essa estratégia também afeta a forma de gerir o
transporte.

Acontece a redução de custs com estoque poruq nao haverá necessidade de um espaço
para guardar os itens.

Mais agilidade nas entregas das mercadorias ao cliente final.

Integração de parceiros. ajuda a harmonizar todos os parceitos da operação


permitindo que o gerencimanento dos materiais supra a demanda reduzindo tambem a
papelaria.

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TRANSIT POINT
O Transit Point é uma operação feita de forma a atender uma determinada área de
mercado que fica distante dos armazéns centrais e funciona como uma instalação de
passagem. Neste espaço chegam os carregamentos consolidados e os produtos que estão
destinados para entregas locais a clientes individuais, também chamadas de
estruturas diretas tradicionais.
A existência desse sistema exige um volume suficiente para possibilitar o
transporte de cargas consolidadas com uma frequência regular. Também demanda
entrega programada. A partir desta alternativa, determinadas regiões geográfica são
atendidas em dias da semana pré-fixados, com isso há uma acentuada redução de
flexibilidade de atendimento

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ERP vem de uma sigla em inglês, que significa Enterprise Resource Planning,
Planejamento dos Recursos da Empresa. Dentro de uma organização, o ERP Enterprise
Resource Planning é um Sistema de Gestão Empresarial, que auxilia nos processos
internos, automatizando operações manuais e transformando-as em processos de
software, garantindo a guarda das informações em seu banco de dados.

O ERP funciona como um software de gestão para unificar informações e facilitar o


fluxo de trabalho entre as áreas. Levando em consideração que cada departamento
necessita de uma ferramenta própria para poder gerar seus relatórios e executar
tarefas rotineiras, o ERP passa a ter um papel fundamental, funcionando como um
centralizador do fluxo de trabalho, alinhando a comunicação de todas as áreas e
facilitando a tomada de decisão.

Desta forma, ao invés de cada área possuir um software isolado, o ERP concentra
todas as informações de forma integrada e inteligente, dando à empresa autonomia na
execução de tarefas rotineiras e tornando a comunicação interligada. Imagine que,
por exemplo, o departamento que trata das finanças, pode saber em tempo real o
status de seus ganhos e destinar o dinheiro de maneira assertiva, tendo controle
total do fluxo de caixa, então com o ERP é possível ter essa visão de forma rápida
e facilitada.

Todos os exemplos acima são ações rotineiras dentro de uma organização que podem
facilmente se tornar árduas e com inúmeras falhas, tanto em relação a ruídos de
comunicação que dificultam o fluxo de trabalho diário, como erros de contagem de
caixa, cálculos de obrigações fiscais, estoque e folhas de pagamento. A
implementação de uma ferramenta integrada é garantia de informações assertivas e
sólidas para a empresa.

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EDI

EDI é uma sigla que significa Electronic Data Interchange, ou em português,


Intercâmbio Eletrônico de Dados.

Ou seja, trata-se de um processo para troca de informações entre dois sistemas.


Assim, no segmento de transportes, a troca de dados é realizada entre sistemas de
embarcadores, transportadoras e os demais envolvidos na operação de transporte
(contadores, seguradoras etc).

Informações Trocadas no EDI.


Aliás, aqui estão algumas das informações geralmente trocadas entre esses dois
players da gestão logística:

Notas Fiscais;
Conhecimentos Eletrônicos;
Ocorrências de entrega;
Informações sobre a fatura.

Por que usar?


Porque o objetivo dessa troca eletrônica de dados é permitir que qualquer arquivo
seja facilmente aberto pelos sistemas do transportador, do embarcador e de todos os
envolvidos na operação de transporte.

Além disso, evita a redigitação e acelera o acesso à informação. Por isso, utilizar
do EDI é bom para a gestão da transportadora e também do embarcador.

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SET-UP

O que é set-up é o tempo entre a paralisação na produção de uma máquina, troca de


um componente e volta à operação.

Esse tempo ocorre durante vários estágios da produção, para aperfeiçoar a produção
aumentando os lucros, por isso mesmo é muito importante que seja feito sempre que
necessário.

Ele é contado desde a saída da última peça do equipamento antes do setup, até a
saída da primeira peça depois do setup.

Quando fazer o tempo de setup?


Esse tempo em que a máquina fica parada para fazer o setup, não é tempo perdido, é
um investimento que deve ser feito regularmente par evitar danos ou desgastes
desnecessários no equipamento.

Quando o equipamento produz um único tipo de produto, esse tempo de setup é


basicamente para corrigir defeitos, limpeza ou manutenção básica.

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Merge in Transit – que na verdade é uma extensão do Crossdocking

No processo de logística existe mais um tipo de sistema de distribuição. Entre eles


está o Merge in Transit, que nada mais é do que uma extensão do Crossdocking,
aliado a um outro sistema, que inclusive abordei há pouco tempo neste blog, que é o
Just in Time.

Uma empresa escolhe trabalhar com Merge in Transit quando ela distribui produtos a
seus clientes, que têm um valor agregado elevado, onde seus componentes são
produzidos em locais diferentes uns dos outros. Neste caso, estes componentes
passam a ser armazenados em estoques centrais e distribuídos aos clientes, de
acordo com a sua disponibilidade em estoque.

Trata-se de um sistema que pode apresentar um alto custo de execução, pois o


estoque pode acabar não girando, ficando obsoleto, devido ao alto índice de
perecibilidade dos componentes de alta tecnologia.

Outra característica deste sistema é que ele busca coordenar o fluxo de seus
componentes, de uma maneira que haja um gerenciamento verdadeiramente eficiente do
processo produtivo. Para isso, ele procura consolidar a produção e o transporte dos
produtos em instalações que fiquem em locais próximos aos seus mercados
consumidores, facilitando, assim, o acesso destes, no momento de atender suas
necessidades.

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RFID
Muitas empresas vêm apostando na tecnologia RFID na logística para organizar melhor
as operações e torná-las mais ágeis e eficientes. Quer saber mais? Neste artigo
reunimos algumas informações sobre a tecnologia, suas vantagens e desvantagens.

RFID é a sigla em inglês para Radio Frequency Identification ou Identificação por


Radiofrequência, um método de identificação automática via ondas eletromagnéticas
ou sinais de rádio que captura dados. Para funcionar, necessita de etiquetas com
microchips para armazenar informações, protegidos por um transponder (tag) de
material plástico ou silicone, e de leitores para a captura dos dados codificados
pelas etiquetas.

Essas etiquetas podem ser colocadas em embalagens, produtos ou equipamentos. O


leitor identifica a etiqueta e armazena a informação. Para ajudar, antenas são
colocadas em pontos estratégicos e um sistema de gestão gerencia os dados.

O RFID na logística é uma alternativa ao código de barras e contribui com toda a


cadeia de suprimentos, pois agiliza o trabalho de controle de estoque e o processo
de expedição, integrando-se com outras ferramentas para documentar entradas e
saídas de mercadorias. Ao identificar e rastrear os produtos, melhora a
produtividade, reduz os custos com a distribuição e colabora para um bom
atendimento ao cliente.

A leitura, com o uso do RFID na logística, não precisa ser estática e em linha
reta, como no código de barras. A distância de captura é superior à da leitora
óptica, e assim é gravado um código único e inalterável para cada produto. Conforme
o ambiente, a tecnologia alcança alturas superiores a 10 metros.

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