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Trahentem® Digital

ROPES – Significado de cada Fase


Melhores Práticas na ferramenta digital
www.canvastrahentem.com
DI-ROPES
O que é
• Terceiro Canvas da Metodologia TRAHENTEM®.
• Utilizado para CONSTRUIR MÓDULOS com base em Processos Psicológicos de Aprendizagem.
• Responsável pela EXPORTAÇÃO DO DOCUMENTO DE DI (PLANO DE AULA).

Importante!
• As MELHORES PRÁTICAS no TRAHENTEM® DIGITAL resultam em agilidade e precisão no documento de
DI que será a sua base para a construção de conteúdos.
• Este Canvas deve ser sempre PREENCHIDO NA ORDEM INDICADA para assegurar a qualidade da
construção pois ele está baseado em PROCESSOS PSICOLÓGICOS DE APRENDIZAGEM e ajuda você a
ganhar tempo.
• Quanto mais correto o seu preenchimento, mais fácil será A CONSTRUÇÃO DO GUIA DO FACILITADOR
OS PORQUÊS

• O Design Instrucional tem procurado um MODELO QUE SUSTENTE OS PROCESSOS PSICOLÓGICOS DE


APRENDIZAGEM e aplique os Nove Eventos de Aprendizagem de Robert Gagné (para saber mais leia os
capítulos 3 e 4 do livro Informar não é Treinamento) .

• O modelo ROPES para Design Instrucional é um dos mais simples de entender, já que usa um roteiro
para criar um processo de aprendizagem completo.

• O modelo FUNCIONA COMO UM ROADMAP Assegurando que para cada fase ROPES você busque empregar
métodos instrucionais adequados para cada tipo de conhecimento a ser abordado.
Muitas das soluções de aprendizagem priorizam apenas um dos

OS PORQUÊS
sentidos; com isso, muito do que recebemos não permanece de ma-
neira duradoura. Possuímos duas memórias principais com as quais
trabalhamos para aprender algo, a Memória de Trabalho e a nossa
Memória de Longo Prazo. Quando aprendemos algo e a permanên-
cia deste aprendizado não é apenas momentânea, este aprendizado
é armazenado em nossa Memória de Longo Prazo.
Para ajudar alguém a aprender, é preciso organizar de maneira

• O modelo ROPES combina os princípios da Andragogia com Processos Psicológicos de Aprendizagem


sistemática e intencional o que precisa ser aprendido de modo a fa-
vorecer este processo. A figura a seguir ilustra os principais aspectos
deste processo.

Focar em
Resgatar
aspectos
conhecimentos em
importantes
ocasiões futuras.
Base psicológica do
aprendizado
Mantenha a
atenção
Cap. 3
INTRODUÇÃO

Praticar a Processo de
recuperação pensamento e
MEMÓRIA DE
TRABALHO aprendizagem
gerência
da área
Promover cognitiva
ensaios e Ajuda a usarem os
codificação recursos limitados
(evita sobrecarga
MEMÓRIA DE de informações)
Processar para LONGO PRAZO Ativação do
armazenar na memória conhecimento
de longo prazo prévio

Conectar
informações a
Estoque do modelos mentais
conhecimento e existentes
experiências
O que é um módulo?

Um módulo é um espaço de tempo delimitado, no qual


você vai abordar um conhecimento ou um grupo de
conhecimentos.
Cada módulo deve percorrer todas as fases ROPES.
O Significado de cada fase ROPES
• Review (Revisão) – Nesta etapa você deve estimular a
recuperação do conhecimento prévio para criar o que
recebe o nome de “base lógica”.

• A base lógica faz com que o participantes se vejam em


uma situação real na qual o conhecimento que ele irá
adquirir se mostra relevante, essencial.

Lembre-se, o adulto aprende apenas em duas situações:


• Quando quer aprender.
• Quando precisa aprender.
O Significado de cada fase ROPES
• Overview (Visão geral) – Nesta etapa você mantem a
atenção do participante mostrando para ele os ganhos
que terá com este aprendizado.

• Apresentar o que as pessoas serão capazes de fazer com


este aprendizado, e o benefício que este conhecimento
trará para suas rotinas, é de extrema importância nesta
fase.

• Envolver os participantes para que concluam quais


são esses benefícios é mais eficaz que dizer isso a ele.
O Significado de cada fase ROPES
• Presentation (Apresentação) – Nesta etapa você
apresenta o conteúdo para os participantes e isso não
significa palestrar.
• Faça com que eles protagonizem o aprendizado
mesmo quando o conhecimento abordado for
declarativo.
• Dê autonomia para as pessoas assimilarem os
conhecimentos escolhendo métodos interativos,
afinal este é um dos princípios da Andragogia.
O Significado de cada fase ROPES
• Exercise (Exercício) – Nesta etapa você irá ajudar a
promover o ensaio e codificação das novas
informações. Exercitar ajuda os participantes a
armazenar os novos conhecimentos na memória de
longo prazo.

• Exercitar facilita também a recuperação rápida deste


conhecimento no futuro.

• Nesta fase você coloca em prática o princípio da


“Ação”.
O Significado de cada fase ROPES
• Summary (Resumo) – Nesta etapa você irá avaliar a
performance dos participantes e oferecer feedback
confirmativo ou para correção.

• A verificação da performance deve sempre estar


conectada aos objetivos de aprendizagem.

• Utilize esta fase para fazer a ponte entre o que foi


aprendido e sua aplicabilidade.
Melhores
Práticas
Por que usar melhores práticas
• Para proporcionar maior entendimento do
documento de DI por parte de quem valida;
• Para ter precisão quanto aos materiais a serem
desenvolvidos;
• Para ter uma visão geral dos recursos
necessários para a implementação;
• Para reduzir o tempo de construção do Guia do
Facilitador.
Melhores práticas no DI-Empatia
Utilização de cores

• As cores devem ser utilizadas PARA CODIFICAR INFORMAÇÕES.

Excesso de cores sem razão específica dificulta o entendimento.

• Ao sinalizar uma tarefa como GAP de aprendizagem, atribua uma cor

específica para ela. Automaticamente o objetivo de aprendizagem

correspondente assumirá a mesma cor.

• Indique com uma cor diferente (na figura ao lado simbolizada pelo

vermelho) AS QUESTÕES QUE NÃO SERÃO RESOLVIDAS POR

APRENDIZAGEM. No relatório você irá apresentar suas conclusões e

recomendações de solução pelos caminhos mais adequados.


Melhores práticas no DI-Empatia
Quantidade de texto

• Sempre que possível reduza a quantidade de texto

na parte colorida do post-it.

• Utilize o campo de anotações para detalhar a

informação.

• O Campo de comentários e LOG deve ser utilizado

somente para a colaboração e troca entre os

membros de um projeto.
Para se aprofundar
Entre as páginas 58 e 66 você encontra a teoria por trás do modelo e também um
guia que traz:
Cap. 6

• O Significado de cada componente do Canvas.


• Sugestões de perguntas a fazer para preencher os post-its de cada componente
.
• Exemplos de respostas para cada componente.

O EI-Empatia é o Canvas mais colaborativo dos três pois concilia a perspectiva de


quem traz a demanda com a performance esperada e as pessoas que devem
demonstrar esta performance. Na ferramenta digital basta passar o mouse sobre
cada ícone para ter acesso a essas informações.
Melhores práticas no DI-Tarefas
Campo “Em que ambiente”

• Informe constrições e disponibilidades para o design. Por

exemplo: Há internet disponível? Todos podem acessar

vídeos em plataformas que não sejam da empresa?

Quando presencial quais as facilidades da sala?

• Mantenha tarefas e conhecimentos atrelados a elas na

mesma cor. Observe o exemplo ao lado com uma cor em

destaque para ilustrar.


Para se aprofundar
Entre as páginas 65 e 71 você encontra a teoria por trás do modelo e também um
guia que traz:
Cap. 6

• O Significado de cada componente do Canvas.


• Sugestões de perguntas a fazer para preencher os post-its de cada componente
.
• Exemplos de respostas para cada componente.

O DI-Tarefas é o segundo Canvas mais colaborativo dos três pois ajuda o Designer
Instrucional a trabalhar em conjunto com o SME (Subject Matter Expert –
especialista) para a seleção de conteúdos essenciais a serem abordados.
Melhores práticas no DI-ROPES
CÓDIGO DE CORES

• Ao construir um módulo ROPES, utilize para cada um deles a cor

correspondente aos conhecimentos que estão sendo trabalhados. Esta

ação contribui com o entendimento tornando a identificação visual

mais fácil.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
1) Crie um módulo, clicando sobre ele. Surgirá um post-it no campo <Módulo> que deverá ser utilizado para nomear o

mesmo e este nome ajuda a identificar os conhecimentos que serão trabalhados nele. Colocar o horário de início e

término do módulo pode ser útil para você acompanhar a utilização do tempo e definir quanto deste tempo vai

investir em cada uma das atividades sem se exceder.

2) Faça os vínculos. É neste post-it que você vai vincular os conhecimentos que

serão abordados neste intervalo de tempo. Esta ação é muito importante para

que a exportação do seu documento de DI esteja correta.


Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência

3) Defina o objetivo do módulo.

Defina um objetivo específico para

este módulo, ou seja, para este

espaço de tempo no qual você

abordará o(s) conhecimento(s).

Este objetivo vai ajudar você a manter o foco no que as pessoas farão com este conhecimento. Nos casos em que você estiver

trabalhando com todos os conhecimentos de uma tarefa ou até mesmo com o conhecimento mais importante para execução

de uma tarefa o objetivo do módulo poderá ser exatamente o mesmo que você utilizou no objetivo de aprendizagem do DI-
Empatia.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
3) Determine o tempo. A partir da profundidade do

objetivo de aprendizagem do módulo você deverá

definir quanto tempo é necessário para que os

participantes consigam fazer o que foi proposto neste

objetivo.

Importante: O tempo deve ser sempre informado em minutos, e em números. A partir dessa informação o Trahentem® distribui o

tempo em cada uma das fases informando para você qual o tempo recomendado para cada uma.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
4) Para cada fase ROPES escolha métodos adequados para cada tipo de conhecimento. Neste Canvas a ordem de preenchimento importa pois

as fases ROPES estão baseadas em processos psicológicos de aprendizagem e também são equivalentes ao fluxo apresentado por Harold

Stolovitch em seu livro livro “Informar não é Treinamento”.


Ao clicar para selecionar uma

metodologia você tem um banco com

opções para escolha. Se o que você quer

não está no banco, basta incluir.

Lembre-se que ao fazer isso o banco de

metodologias cresce e seus colegas,

que fazem parte da mesma “família”,

terão acesso facilitando ainda mais o

trabalho de todos.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
Você notou que os post-its criados nas fases ROPES são diferentes. Confira abaixo o passo a passo que vai facilitar seu trabalho:

• Clique para selecionar uma metodologia.

• Selecione o método, ou inclua um novo, e salve.

• Escreva na parte colorida do post-it como a metodologia será utilizada.

• Descreva no campo de anotações como será a facilitação deste método

incluindo um breve resumo das ações do facilitador.

• Verifique o tempo recomendado e defina o tempo procurando se encaixar na

recomendação técnica.

• Salve.

Essas ações farão com que seu documento de DI (plano de aula) fique completo.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
5) Defina o layout da sala ou mídia de entrega em função dos métodos que você escolheu para cada fase ROPES.
Melhores práticas no DI-ROPES – Melhor sequência
6) Adicione um post-it para cada recurso necessário para a condução dos métodos de cada fase ROPES e vincule o recurso ao(s)

método(s).

Esta ação irá facilitar a criação dos seus materiais didáticos, a diagramação de slides e também as compras de materiais necessários.
Melhores práticas no DI-ROPES – Documento de DI
7) Exporte o seu documento de DI

• Escolha a opção <Exportar Documento de DI> para obter uma versão

resumida (só com o texto da parte colorida dos post-its impressa).

• Escolha a opção <Exportar Documento de DI com anotações para a

versão completa onde aparece a parte colorida do post-it e também

o campo de anotações.
Documento de DI Exportado
• Utilize o Documento de DI exportado

com anotações para a construção

dos materiais.
Para se aprofundar
Entre as páginas 71 e 83 você encontra a teoria por trás do modelo e
também um guia que traz:
Cap. 6

• Significado de cada fase.


• Algumas opções de atividades que podem ser utilizadas em cada
fase.
• Percentual do tempo total do módulo a ser investido em cada fase.

O DI-ROPES é o Canvas menos colaborativo dos três pois o Designer é o


especialista na construção da solução. O Documento de DI, exportado a
partir dele é o documento que deverá ser utilizado para validação.

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