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BLOCO K

Do estoque à logística
reversa

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Pauta:

A. Estrutura do Arquivo do SPED Fiscal


i. Bloco 0
ii. Bloco C
iii. Blocos H, K
B. Movimentação mensal dos estoques
i. Saldos
C. Industrialização Própria
i. Com Ordem de Produção
ii. Sem Ordem de produção
D. Industrialização efetuada em terceiros
i. Controlando os saldos
ii. Controlando os prazos
E. Industrialização efetuada em terceiros SP
i. Controlando os prazos
ii. NF-e Nota Técnica 2015.001 - Somente para
São Paulo

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F. Perdas e Quebras
i. Ajuste Contábil
G. Informações dos Documentos Fiscais
i. Ajuste Fiscal
H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA
i. Desmontagem
ii. Reprocessamento
iii. Correção de apontamento
I. Obrigatoriedade - Prazos
i. Industrias
ii. Equiparados à industrialização
iii. Atacadistas
iv. Bebidas e Cigarros - Especiais
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CRONOLOGIA
LPD – Livro de
Produção Diária Controles
Quantitativos RCPE – P/3
DECRETO-LEI Nº
AJUSTE SINIEF 02/72 Resolução 3884 – 2007/2013
1.831, DE 4/12/39.

RCPE – P/3 SMV – Bebidas 2006/2010 BLOCO K


CONVÊNIO S/Nº, DE 15/12/70 Sicobe 2008 Ato Cotepe 22/13 e 49/14
RECOF-SPED
BIBIDAS - CIGARROS
2015/2016

REGISTRO CONTROLE DA
PRODUÇÃO E DO ESTOQUE – P/3

77 ANOS
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COMPRAS
PCP QUALIDADE ALMOXARIFADO TRIBUTARIO
INDUSTRIAIS

SUB
CONTRATAÇÃO
CONTABILIDADE CUSTOS LOGISTICA FISCAL
PARA
TERCEIROS

VENDAS TRANSPORTES INOVAÇÃO JURIDICO EXPORTAÇÃO

SUB
CADASTRODE
CONTRATAÇÃO
POR
RH
MATERIAIS Financeiro
TERCEIROS

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Estrutura do Arquivo
do SPED Fiscal

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A.Estrutura do Arquivo do SPED Fiscal

i. Bloco 0
ii.Bloco C
iii.Blocos H, K

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Bloco K – RCPE – P/3 Logística
Webinar:
VISÃO DO
ESTOQUE
Estoque
Escriturado - SUB
CONTRATAÇÃO
B.O.M. -
Substituições em 3ºs
Reversa
propriedade
Bloco K
Desmontagem

Reprocessamentos

Correção de
apontamentos da
Produção

Ajustes de Inventário

Consumo De x Para dos Ordem de


INVENTÁRIO Consumo Efetivo
Standard códigos Produção
B. Movimentação mensal dos Estoques

i. Saldos

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Bloco 0 – Identificação do Item (Prods/Serv.)
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Webinar:
Obrig
01 REG Texto fixo contendo "0200" C 004 - O
02 COD_ITEM Código do item C 060 - O
03 DESCR_ITEM Descrição do item C - - O
04 COD_BARRA Representação alfanumérico do código de barra do produto, se houver. C - - OC
05 COD_ANT_ITEM Código anterior do item com relação à última informação apresentada. C 060 - N(
informar
no 0205)
06 UNID_INV Unidade de medida utilizada na quantificação de estoques. C 006 - O
07 TIPO_ITEM Tipo do item – Atividades Industriais, Comerciais e Serviços: N 2 - O
00 – Mercadoria para Revenda;
01 – Matéria-Prima;
02 – Embalagem;
03 – Produto em Processo;
04 – Produto Acabado;
05 – Subproduto;
06 – Produto Intermediário;
07 – Material de Uso e Consumo;
08 – Ativo Imobilizado;
09 – Serviços;
10 – Outros insumos;
99 – Outras
08 COD_NCM Código da Nomenclatura Comum do Mercosul C 008 - OC
09 EX_IPI Código EX, conforme a TIPI C 003 - OC
10 COD_GEN Código do gênero do item, conforme a Tabela 4.2.1. N 002* - OC
11 COD_LST Código do serviço conforme lista do Anexo I da Lei Complementar Federal nº C 005 OC
116/03.

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12 ALIQ_ICMS Alíquota de ICMS aplicável ao item nas operações internas N 006 02 OC
B. Movimentação mensal dos estoques
Bloco K – Registro K200 - ESTOQUE ESCRITURADO

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B. Movimentação mensal dos estoques
Bloco K – Registro K220
Outras Movimentações Internas Entre Mercadorias

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i. Saldos dos estoques
O Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (aplicável também às demais sociedades), elaborado pela Fundação
Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras – FIPECAFI (2.ª edição – 3ª tiragem – 1984 – página 120), assim
aborda esse assunto:
A apuração quantitativa depende da existência de controles analíticos adequados e mantidos em dia
e agregados a um bom sistema de controles internos. Esses aspectos, logicamente, são importantes
não só para fins contábeis, mas, também e principalmente, para fins gerenciais.
Os controles quantitativos e em valor dos estoques devem ser mantidos em consonância com o
fluxo, os custos apurados e a existência física desses mesmos estoques.
Quanto menos eficaz o sistema de controle interno mais importante será a execução de inventários
físicos na data do balanço. Empresas que têm bons controles analíticos de estoques podem adotar
o sistema de contagens rotativas, isto é, contagens feitas durante o exercício, cobrindo durante o
ano todos os itens, numa base planejada de rodízio. Esse tipo de contagem geralmente, procura dar
maior cobertura aos itens mais importantes, que são assim contados mais vezes do que os de menor
relevância. Estando esse sistema bem organizado e já havendo a experiência de que as diferenças
encontradas são costumeiramente pequenas, pode-se evitar a contagem física na data do
balanço.”

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i. Saldos dos estoques
1) O inventariado: Tem origem em contagem física, normalmente realizada à época do Balanço
Patrimonial;

2) O escritural: Decorrente do seguinte cálculo aritmético:

EF = EI + E + P – C – S, onde

“EI” é o estoque inicial do período;


“E” representa as entradas da mercadoria (compras, transferências recebidas, etc.);
“P” é a produção dessa mercadoria, no caso de estabelecimentos industriais que a produzam;
“C” é o consumo dessa mesma mercadoria, caso ela seja consumida numa etapa posterior do
processo produtivo e
“S” as saídas, caso o estabelecimento industrial dê saída à mercadoria em análise.

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i. Saldos dos estoques

 Pelo confronto entre o estoque escriturado e o estoque inventariado;

 Por fato específico que identifique a necessidade de estorno em quantidade

apontada indevidamente em determinado item de movimentação;

 Por fato específico que identifique a falta de apontamento em determinado item

de movimentação;

Fonte: Sefaz-MG

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i. Saldos dos estoques
Art. 194 - Para apuração das operações ou das prestações realizadas pelo sujeito passivo, o
Fisco poderá utilizar quaisquer procedimentos tecnicamente idôneos, tais como:
(...)

II - levantamento quantitativo de mercadorias;


(...)

VI - aplicação de índices técnicos de produtividade no processo de industrialização ou relacionados com


a prestação de serviço;
RICMS/MG

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C. Industrialização Própria
i. Com Ordem de Produção
ii. Sem Ordem de produção

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Operações de Beneficiamento – Remessa/Retorno
BENEFICIAMENTO
Remessa
CFOP 5901/6901

EXECUTOR

Mão-de-obra insumos recebidos


Retorno simbólico Material do executor
aplicada na para industrialização
dos insumos aplicado na prod.
industrialização e não aplicados
CFOP 5902/6902 CFOP 5124/6124 CFOP 5903/6903 CFOP 5124/6124

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i. Com Ordem de Produção

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C. Industrialização Própria
REGISTRO K230: ITENS PRODUZIDOS - Com Ordem de Produção

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C. Industrialização Própria
REGISTRO K230: ITENS PRODUZIDOS - Sem Ordem de produção

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i. Sem Ordem de Produção

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i. Sem Ordem de Produção

Entendendo
o conceito de
Make-to-
order /make-
to stock

Fonte: Professor Dr. Christoph Roser


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i. Sem Ordem de Produção
Bloco K – Registro K230 -
Itens Produzidos

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D. Industrialização efetuada em
terceiros
i. Controlando os saldos
ii.Controlando os prazos

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D. Industrialização efetuada em terceiros
i. Controlando os SALDOS

NF 1700 SALDO NF 1730 SALDO Material Retornado


ITEM 1 10 05 ITEM 1 9 9 ITEM 1 5 NF1700 OP 1
ITEM 2 30 30 ITEM 2 9 9 ITEM 3 8 NF 1700 OP 4
ITEM 3 15 7 ITEM 3 10 10 ITEM 4 10 NF1730 OP 3
ITEM 4 8 8 ITEM 4 20 10

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D. Industrialização efetuada em terceiros
i. Controlando os PRAZOS

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E. Industrialização efetuada em
terceiros
i. Controlando os saldos
ii.Controlando os prazos

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
Controlando os prazos com saldos

NF 1700 SALDO NF 1730 SALDO Material Retornado


ITEM 1 10 05 ITEM 1 9 9 ITEM 1 5 NF1700 OP 1
ITEM 2 30 30 ITEM 2 9 9 ITEM 3 8 NF 1700 OP 4
ITEM 3 15 7 ITEM 3 10 10 ITEM 4 10 NF1730 OP 3
ITEM 4 8 8 ITEM 4 20 10

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
i. Controlando os Prazos e Saldos
ii. NF-e Nota Técnica 2015.001 - Somente para São Paulo
NFe
Item qtde

Item 1 Pedido de Pedido de


10
Prorrogação 1º prazo Prorrogação 2º prazo
Item 2 5
tpEvento - 111500 tpEvento - 111501
Item 3 6 Item qtde Item qtde

Item 4 11 Item 12
Item 10 3 Item 2 1

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
i. Controlando os prazos e Saldos
ii. NF-e Nota Técnica 2015.001 - Somente para São Paulo
NFe
Item qtde
Pedido de
Item 1 10 Prorrogação 1º prazo
tpEvento - 111500
Item 2 5
Item qtde
Item 3 6 Item 1 10
Item 4 11 Item 2 8

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
i. Controlando os prazos e Saldos
ii. NF-e Nota Técnica 2015.001 - Somente para São Paulo

Pedido de
Prorrogação 1º prazo
tpEvento - 111500
Item status justificativa
Item 1 10 autorizada pelo fisco
Item 2 8 Item 2 Quant// inconsistente c/ o item
3

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
Manifestação do Beneficiador - Obrigatoriedade

§ 2º - Para a prorrogação de prazo de que trata o “caput”,


exigir-se-á a manifestação do destinatário das Notas Fiscais
Eletrônicas de remessa para industrialização, prevista no inciso
II do artigo 30 da Portaria CAT-162/08, de 29-12-2008

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E. Industrialização efetuada em terceiros EM SP
Dos prazos

• Prazos para entrada em vigência da Nota Técnica:

• Ambiente de Homologação
(ambiente de testes das empresas): 26/10/2015;
• Ambiente de Produção: 30/11/2015;

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F. Perdas e Quebras

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F. Perdas e Quebras
i. Ajuste Contábil
Prof. Eliseu Martins assim se refere sobre as perdas:

Precisamos aqui, primeiramente diferenciar Perdas Normais de Perdas Anormais. As Perdas Normais são
inerentes ao próprio processo de fabricação; são previsíveis e já fazem parte da expectativa da empresa,
constituindo-se num sacrifício que ela sabe que precisa suportar para obter o produto. As perdas
anormais ocorrem de forma involuntária e não representam sacrifício premeditado. (...)
As Perdas Normais podem ocorrer por problemas de corte, tratamento térmico, reações químicas,
evaporação etc., e, por serem inerentes à tecnologia da produção, fazem parte do custo do produto
elaborado. (...)
Por sua vez, as Perdas Anormais não sofrem o mesmo tratamento; por serem aleatórias e involuntárias,
deixam de fazer parte do Custo de Produção e são tratadas como Perdas do período, indo diretamente
para o Resultado. (...)[1]

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F. Perdas e Quebras
i. Ajuste Contábil

Para efeitos tributários, considera-se, como dito, sucata, apara, resíduo ou fragmento a mercadoria ou
parcela dela que não se preste para a mesma finalidade para a qual foi produzida, nos termos do disposto
no art. 219 da Parte 1 do Anexo IX do RICMS/2002( RS)
Por outro lado, entende-se por “subproduto” o fruto da transformação promovida em uma ou mais
matérias-primas, a partir das quais é obtido, junto com o produto final desejado, resultante dessa
transformação, um novo produto, vale dizer, uma espécie nova que não se prestou ainda para qualquer
finalidade.( SEFAZ-RS)

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F. Perdas e Quebras
DECRETO Nº 61.720, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2015 (DOE 18-12-2015)-SEFAZ-SP

II – para a perda do processo industrial, assim entendida a redução quantitativa de estoque de


matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem que, por motivo de
deterioração ou defeito de fabricação, tornaram-se inúteis para utilização produtiva, ou que
foram inutilizadas acidentalmente no processo produtivo, fica estabelecido o percentual
máximo de tolerância de 1% (um por cento).”

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F. Perdas e Quebras
O artigo 21, inciso II, da Lei Complementar nº 87/1996 destaca o estorno do crédito do ICMS :

“ Art. 21. O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado
sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento:
I - for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta, sendo esta
circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço;
II - for integrada ou consumida em processo de industrialização, quando a saída do produto
resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto;
III - vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento;
IV - vier a perecer, deteriorar-se ou extraviar-se.”

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F. Perdas e Quebras
Art. 291. Integrará também o custo o valor (Lei nº 4.506, de 1964, art. 46, incisos V e VI):

I - das quebras e perdas razoáveis, de acordo com a natureza do bem e da atividade, ocorridas na
fabricação, no transporte e manuseio;
II - das quebras ou perdas de estoque por deterioração, obsolescência ou pela ocorrência de riscos não
cobertos por seguros, desde que comprovadas:
a) por laudo ou certificado de autoridade sanitária ou de segurança, que especifique e identifique as
quantidades destruídas ou inutilizadas e as razões da providência;
b) por certificado de autoridade competente, nos casos de incêndios, inundações ou outros eventos
semelhantes;
c) mediante laudo de autoridade fiscal chamada a certificar a destruição de bens obsoletos, invendáveis
ou danificados, quando não houver valor residual apurável. ( RIR/99)

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F. Perdas e Quebras
Decisão da Superintendência Regional da Receita Federal da 6ª
Região Fiscal – Estado de Minas Gerais (Decisão nº 275/1998 –
DOU de 31/12/1998) que diz o seguinte :

“ entende-se por razoável aquilo que está conforme a razão,


valendo a adoção de uma média levantada entre empresas que
operam no mesmo ramo.”

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F. Perdas e Quebras
Aliás, é salutar a conclusão do Parecer 796/2003 – GOT , que serviu de fundamento à manifestação do
Fisco. Conclui o citado Parecer que :

“a legislação tributária estadual não prevê nenhum índice a ser aplicado para apurar a perda de peso da
soja depositada em armazém geral situado no Estado de Goiás, o que não implica dizer que a fiscalização
estadual não deve admitir a “quebra técnica”, ficando, no entanto, a cargo do armazém geral a
comprovação da sua ocorrência;”

Também em sua conclusão, o referido Parecer traz o seguinte ponto de vista sobre a aplicação do índice
de perda de 0,15% ao mês :

“o percentual de até 0,15% ao mês, aceito pela Secretaria da Fazenda do Estado do Paraná, a título de
“quebra técnica”, não pode ser adotado para ser aplicado aos estoques de soja depositadas em armazém
geral situado no Estado de Goiás, tendo em vista as diferenças climáticas entre as duas regiões, devendo,
a perda de peso, ser comprovada pelo próprio armazém geral.”

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G. Informações dos Documentos Fiscais

i. Ajuste Fiscal
AJUSTES DE
INVENTÁRIO
CFOP 5927

Perecer/Deteriorar

CFOP 5927

Fim alheio à Utilizada ou


Roubo/furto/extravio consumida no
atividade fim estabelecimento
CFOP 5927 CFOP 5927 CFOP 5927

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H. Ato COTEPE 07/2016 –
LOGISTICA REVERSA

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA

LEITE, Paulo Roberto - 2003

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA

DESMONTAGEM

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA
i. Desmontagem REGISTRO K210: DESMONTAGEM
DE MERCADORIAS - ITEM DE ORIGEM
REGISTRO K210: DESMONTAGEM DE MERCADORIAS - ITEM DE ORIGEM
Nº Campo Descrição Ti p o Ta m Dec
1 REG Texto contendo "K210" C 4 -
2 DT_INI_OS Data de início da ordem de serviço N 008* -
3 DT_FIN_OS Data de conclusão da ordem de serviço N 008* -
Código de identificação
4 COD_DOC_OS C 30 -
da ordem de serviço
Código do item de origem
5 COD_ITEM_ORI C 60 -
(campo 02 do Registro 0200)
6 QTD_ORI Quantidade de origem - saída do estoque N 3
Quando houver identificação da ordem de serviço, a chave deste registro são os campos: COD_DOC_OS e COD_ITEM_ORI.
Nos casos em que a ordem de serviço não for identificada, o campo chave passa a ser COD_ITEM_ORI.

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A.Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA
REGISTRO K215: DESMONTAGEM
i. Desmontagem DE MERCADORIAS - ITENS DE DESTINO

REGISTRO K215: DESMONTAGEM DE MERCADORIAS - ITENS DE DESTINO


Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec
1 REG Texto fixo contendo "K215" C 4 -
Código do item Nº de destino
2 COD_ITEM_DES C 60 -
(campo 02 do Registro 0200)
Quantidade de destino –
3 QTD_DES N - 3
entrada em estoque

* Campo 02 (COD_ITEM_DES): Validação:


o código informado deve ser diferente do campo COD_ITEM_ORI do Registro K210;
o código do item de destino deverá existir no campo COD_ITEM do Registro 0200.

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A.Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA

II. REPROCESSAMENTO

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA
REGISTRO K260: REPROCESSAMENTO/REPARO DE PRODUTO/INSUMO
REGISTRO K260: REPROCESSAMENTO/REPARO DE PRODUTO/INSUMO
Nº Campo Descrição Ti p o Ta m Dec
1 REG Texto fixo contendo K260" C 4 -
Código de identificação da ordem de produção, no
2 COD_OP_OS C 30 -
reprocessamento, ou da ordem de serviço, no reparo
Código do produto/insumo a ser reprocessado/reparado
3 COD_ITEM C 60 -
ou já reprocessado/reparado (campo 02 do Registro 0200)
4 DT_SAÍDA Data de saída do estoque N 008* -
5 QTD_SAÍDA Quantidade de saída do estoque N - 3
6 DT_RET Data de retorno ao estoque (entrada) N 008* -
7 QTD_RET Quantidade de retorno ao estoque (entrada) N - 3
Campo 03 (COD_ITEM): Validação: o código do produto/insumo a ser reprocessado ou já processado deverá
existir no campo COD_ITEM do Registro 0200.

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA
REGISTRO K265: REPROCESSAMENTO/REPARO - MERCADORIAS CONSUMIDAS
E/OU RETORNADAS
Nº Campo Descrição Ti p o Ta m Dec

1 REG Texto fixo contendo "K265" C 4 -


Código da
Código da mercadoria
mercadoria
2 COD_ITEM (campo 02
02 do
do Registro C 60 -
(campo Registro0200)
0200)
3 QTD_CONS Quantidade consumida - saída do estoque N - 3
Quantidade retornada –
4 QTD_RET N - 3
entrada em estoque

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H. Ato COTEPE 07/2016 - LOGISTICA REVERSA

o código da mercadoria deverá existir no campo COD_ITEM do Registro 0200;

o código da mercadoria deve ser diferente do código do produto/insumo reprocessado/


reparado (COD_ITEM do Registro K260);

o tipo da mercadoria (campo TIPO_ITEM do Registro 0200) deve ser igual a 00, 01, 02, 03, 04,
05 ou 10.

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iii. Correção de
apontamento

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec


1 REG Texto fixo contendo "K270" C 4 -

2 DT_INI_AP Data inicial do período de apuração em que ocorreu o apontamento que está sendo corrigido N 008* -

3 DT_FIN_AP Data final do período de apuração em que ocorreu o apontamento que está sendo corrigido N 008* -

4 COD_OP_OS Código de identificação da ordem de produção ou da ordem de serviço que está sendo corrigida C 30 -

5 COD_ITEM Código da mercadoria que está sendo corrigido (campo 02 do Registro 0200) C 60 -

6 QTD_COR_POS Quantidade de correção positiva de apontamento ocorrido em período de apuração anterior N - 3

7 QTD_COR_NEG Quantidade de correção negativa de apontamento ocorrido em período de apuração anterior N - 3

1 - correção de apontamento de produção e/ou consumo relativo aos Registros K230/K235;

2 - correção de apontamento de produção e/ou consumo relativo aos Registros K250/K255;

8 ORIGEM 3 - correção de apontamento de desmontagem e/ou consumo relativo aos Registros K210/K215; C - 1
4 - correção de apontamento de reprocessamento/reparo e/ou consumo relativo aos Registros
K260/K265;
5 - correção de apontamento de movimentação interna relativo ao Registro K220.

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

1 - correção de
apontamento
de produção
e/ou consumo
relativo aos
Registros
K230/K235;

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

2 - correção de
apontamento de
produção e/ou
consumo
relativo aos
Registros
K250/K255;

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

3 - correção de
apontamento de
desmontagem
e/ou consumo
relativo aos
Registros
K210/K215;

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

4 - correção de
apontamento de
reprocessament
o/reparo e/ou
consumo
relativo aos
Registros
K260/K265;

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REGISTRO K270: CORREÇÃO DE APONTAMENTO DOS REGISTROS K210, K220, K230, K250 E K260

5 - correção de
apontamento de
movimentação
interna relativo
ao Registro K220.

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REGISTRO K275: CORREÇÃO DE APONTAMENTO E RETORNO DE INSUMOS DOS REGISTROS
K215, K220, K235, K255 E K265.

Nº Campo Descrição Tipo Ta m Dec


1 REG Texto fixo contendo "K275" C 4 -
2 COD_ITEM Código da mercadoria (campo 02 do Registro 0200) C 60 -
Quantidade de correção positiva de apontamento
N - 3
3 QTD_COR_POS ocorrido em período de apuração anterior
Quantidade de correção negativa de apontamento ocorrido
N - 3
4 QTD_COR_NEG em período de apuração anterior
Código do insumo que foi substituído, caso ocorra a
5 COD_INS_SUBST C 60 -
substituição, relativo aos Registros K235/K255.

A Comprovação das Correções Negativas/Positivas devem ser lastreadas


pelas ordens de produção e pelos relatórios de apontamentos da
produção/consumo.

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REGISTRO K280: CORREÇÃO DE APONTAMENTO - ESTOQUE ESCRITURADO

Nº Campo Descrição Tipo Ta m Dec


1 REG Texto fixo contendo "K280" C 004 - -
Data do estoque final escriturado que
2 DT_EST N 008* -
está sendo corrigido
3 COD_ITEM Código do item (campo 02 do Registro 0200) C 60 -
Quantidade de correção positiva de
4 QTD_COR_POS apontamento ocorrido em N - 3
período de apuração anterior

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AJUSTES NEGATIVOS E AJUSTES POSITIVOS
“Não faz sentido erros de apontamento em todos os períodos, de
forma sistemática, em quantidades significativas e arredondadas.

Importante ressaltar que todos os mencionados “acertos” foram


feitos, exclusivamente, nos produtos em processo (fases
intermediárias do processo produtivo), fato que indica que os
acertos de estoque ocorreram em função da produção acabada
declarada, uma vez que nos produtos acabados não existiram
ajustes” Fonte Sefaz-MG
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AJUSTES NEGATIVOS E AJUSTES POSITIVOS

“Qual é a fonte que a impugnante utilizou para constatar a


necessidade de acertos de estoque – positivos e negativos?
Qual é a fonte das informações de produção e consumo constantes
nesse demonstrativo? É o relatório de Produção, emitido pela
Departamento da Produção? O Departamento da Produção erra o
apontamento de forma sistemática? Caso isso acontecesse, esse
Departamento estaria incompatível com o padrão de qualidade da
empresa autuada?”Fonte: Sefaz-MG

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REGISTRO K280: CORREÇÃO DE APONTAMENTO
- ESTOQUE ESCRITURADO
L
A
S
T
R
O

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AJUSTES DE INVENTÁRIO
AJUSTES DE
INVENTÁRIO
CFOP 5927

Perecer/Deteriorar

CFOP 5927

Fim alheio à Utilizada ou


Roubo/furto/extravio consumida no
atividade fim estabelecimento
CFOP 5927 CFOP 5927 CFOP 5927
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Obrigatoriedade - Prazos

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F.Obrigatoriedade - Prazos
i. Industrias
ii. Equiparados à industrialização
iii.Atacadistas
iv.Bebidas e Cigarros - Especiais

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OBRIGATORIEDADE
INICIO

• Os fabricantes de bebidas com o CNAE 11 excetuando-se aqueles que


fabricam exclusivamente águas envasadas (Classe CNAE 1121-6) 1º de
dez/2016
• Os fabricantes de produtos do fumo (Grupo CNAE 122).

Faturamento anual igual ou


• Industrias CNAE divisões 10 a 32 1º de jan/2017
superior a R$300.000.000,00
• Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle
1º de jan/2017
Informatizado (Recof) Qualquer faturamento
Faturamento anual igual ou
• Industrias CNAE divisões 10 a 32 1º de jan/2018
superior a R$ 78.000.000,00;

• Demais estabelecimentos industriais


• Os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 1º de jan/2019 ------------------------------------
• Os estabelecimentos equiparados Industrial

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AJUSTE SINIEF 1, DE 14 DE JANEIRO DE 2016
Altera o Ajuste SINIEF 02/09, que dispõe sobre a Escrituração Fiscal Digital - EFD.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil, na 158ª reunião
ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, realizada em Florianópolis, SC, no dia 2 de outubro de
2015, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966),
resolvem celebrar o seguinte
AJUSTE
...........................................................................................................................................
“§ 8º Para fins do Bloco K da EFD, estabelecimento industrial é aquele que possui qualquer dos
processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e
cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou
isento.

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AJUSTE SINIEF 1, DE 14 DE JANEIRO DE 2016
Altera o Ajuste SINIEF 02/09, que dispõe sobre a Escrituração Fiscal Digital - EFD.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil, na 158ª reunião ordinária do Conselho
Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, realizada em Florianópolis, SC, no dia 2 de outubro de 2015, tendo em vista o disposto no art. 199 do
Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte
AJUSTE
......................................................................................................................................................

§ 9º Para fins de se estabelecer o faturamento referido no § 7º, deverá ser observado o seguinte:

I - considera-se faturamento a receita bruta de venda de mercadorias de todos os estabelecimentos da


empresa no território nacional, industriais ou não, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de
vendas e os descontos incondicionais concedidos;

II - o exercício de referência do faturamento deverá ser o segundo exercício anterior ao início de vigência
da obrigação.”.
Cláusula terceira Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de
novembro de 2015.

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OBRIGADO!

Jorge Campos
Jorge.campos@spedbrasil.com.br
Jorge.campos@geifs.com.br

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