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A Educação dos Filhos no Lar

Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou


religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem
(Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden,
que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos
de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o
que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de
costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial,
nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e
também, o que é bom para a família é bom para o mundo.

Tal lar, tal mundo

Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão
operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender
o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o qual
Deus tem para nós na relação de família.

I. O Que é Educação dos Filhos - Provérbios 4:23; 20:11

Educação de almas quer dizer semear e ajudar


a implantação de princípios verdadeiros no coração dos filhos.
A responsabilidade dos pais é de treinar e desenvolver estas verdades continuamente
até que sejam enraizadas no coração do filho
ao ponto que sejam visíveis no comportamento e o raciocínio das ações dos filhos.

Entrando no assunto de educação de filhos devemos entender o que basicamente ela é.


Educação de filhos é educação de almas. O coração da criança é o alvo de educação. Se o
coração de uma criança é treinado, as ações da vida de um adulto serão influenciadas Pelas
ações de uma pessoa se conhece seu coração (Pv. 20:11). Por essa importância dada ao
coração de uma pessoa a educação de filhos deve indicar o treinamento do coração (Pv.
4:23).

Uma observação deve ser dada nesta altura. Quando uma criança faz algo que não é
aceitável pelos pais a tendência é desculpar tal ação pelo ditado, ‘é coisa de criança’, ou ‘é
coisa de jovem’. Uma atitude dessa é nada menos de uma fuga de responsabilidade que os
pais têm em corrigir as ações dos seus filhos. Também tal ditado reflete uma falta de
crença na própria Bíblia que diz que pelas ações da criança se conhece a criança. A
verdade é: as ações tolas vem de uma criança tola. O que é necessário neste caso é uma
correção e não uma desculpa (Pv. 22:15). Tolice deve ser cortado em crianças de qualquer
idade. O que a criança faz indica o que ela é de coração. Educação adequada transformará
tal coração em prudência, auto controle e sabedoria (Pv. 29:15). O que é necessário é
educação, não uma desculpa.

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Seria bom aqui já abordar o assunto do que a educação dos filhos não é. Educando os
filhos não é só o que os pais investem no filho. É muito alem de um ambiente de bem estar
no lar. O desenvolvimento no lar de um lado positivo e construtivo para o filho é
importante mas não é a soma do assunto de educação de filhos. Os pais fornecendo roupa
de bom gosto, comida deliciosa, habitação adequada, escolaridade avançada, proteção
adequada e posição social não deve ser igualada à totalidade na educação de filhos. Todas
essa áreas de uma vida podem ser cultivadas e bem estabelecidas sem ter dado uma
educação propícia ao filho.

A alma do filho deve ser treinada. Ela não é neutra. Ou ela tem Deus como o alvo de
agradar ou ela tem o que não é de Deus como o alvo de agradar e imitar. Não existe outras
opções. “Do coração procedem os maus pensamento, mortes, adultérios, prostituição,
furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” (Mt. 15:19). Mesmo que o atitude que um filho
eventualmente terá de Deus depende de uma decisão final do filho, os pais treinando o
filho de um ponto de vista de temor a Deus e obediência em amor da palavra de Deus
produzirá no filho os fatos necessários para ele fazer a sua própria decisão um dia. Mas até
aquele dia, os pais têm uma responsabilidade de educar a alma do filho no caminho em que
deve andar (Pv. 22:6).

Quando um pai e uma mãe entendem que as ações do filho refletem o estado do coração do
seu filho e não só imaturidade ou fases de crescimento eles têm uma base boa para
enfrentar todos os desafios que vem junto o privilégio de ter o filho.

II. A Autoridade na Educação dos Filhos

Há opiniões diferentes sobre a educação dos filhos. Cada pai e cada mãe têm uma opinião
como a educação deve ser feita, pelo menos por uma fase ou outra na vida do filho.
Geralmente essa opinião é uma reação contra a maneira que eles foram criados ou é uma
opinião baseada num método que eles mesmo têm desenvolvidos. Os ‘profissionais’ têm
opiniões também. Estas opiniões são diversos e até entre elas, há conflitos. A sociedade
dita inferências que podem ou não responder às realidades. Os sentimentos no seio dos pais
podem também indicar um caminho que deve ser escolhido neste desafio de educação dos
filhos. O desafio de educar os filhos e a diversidade de opiniões que mudem com o passar
do tempo são tantas que podemos entender que só tendo a capacidade de trazer filhos ao
mundo não em si capacita para educar os filhos na maneiro coerente.

Na face de tantas duvidas e perguntas deve ser bem expressado que há uma maneira certa e
há maneiras erradas na educação de filhos. Há mesmo um padrão para todos. Há
absolutos. A verdade é que se a educação de filhos é educação de almas então a única
fonte viável de instrução é a Bíblia (Pv. 9:10,11).

A. A Bíblia é Pura e Inteira - Hb 4:12

A Bíblia é de Deus. Sendo de Deus ela é o único livro não adaptado aos opiniões,
pensamentos ou filosofias do homem. A Bíblia mantém-se estável em todas as
épocas. Ela é sempre atual e por isso não é carente em nenhum ponto qualquer para

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ser aplicada em qualquer situação e especialmente nos desafios na educação de
filhos.

B. A Bíblia é Necessária - Mt 4:4

Como pão é necessário para o corpo física, a Palavra de Deus é necessária para a
alma ou espírito do homem. Para as almas dos filhos serem educadas é necessário
alimentação espiritual. As Escrituras Sagradas são esta alimentação espiritual
(João 6:63; Hebreus 4:12, “ e penetra até à divisão da alma e do espírito ... e é
apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”).

Na educação dos filhos é uma pratica boa para os pais levarem os filhos ao
conhecimento do fato que são principias Bíblicos que eles estão baseando as suas
ações para com os filhos. Se os pais, na educação dos filhos, só colocam a sua
própria palavra como a autoridade final de tudo, um dia mais cedo ou mais tarde, os
filhos podem rebelar contra o raciocínio dos pais. Mas se os pais estão treinando os
filhos segundo aos princípios Bíblicos e informando aos filhos que os principias
que os pais estão ensinando são realmente princípios de Deus, a autoridade já é
diferente. Se o filho rebelar contra os princípios Bíblicos ele torna de ser contra
Deus. Então é sábio para os pais serem conhecedores dos ensinamentos da Bíblia,
tê-los em pratica na suas próprias vidas e deixar os filhos saberem que o que eles,
como pais, estão exigindo, Deus está exigindo em primeiro lugar.

Para a alma do filho ser treinada, ela necessita instrução espiritual

C. A Bíblia é Superior - Is 55:8,9

Qualquer sistema de pensamento que não baseia-se na Palavra de Deus é falho (Pv.
28:26). A filosofia do homem eventualmente levará à deificação do homem. Se não
é de Deus não levará a Deus. Lembramos como é o coração do homem (Jr 17:9).

Se a filosofia usada na educação dos filhos não for divina, o filho não terá
orientação adequada para todos as áreas da sua vida. Só quando a criança sabe de
onde veio, para qual razão veio e para onde vai pode realmente ser bem equilibrada.
Só a Bíblia pode dar as respostas competentes para estas perguntas essenciais. A
Bíblia é a revelação adequada de toda a verdade necessária sobre o homem e sobre
Deus. A sabedoria do homem nunca pode levar o homem a Deus nem às verdades
espirituais (I Co 1:21; 2:14). Qualquer pessoa só pode se conhecer e saber a
verdade de Deus através da revelação que Deus deu do homem e de Si mesmo - a
Bíblia.

Naturalmente cada homem tem opiniões baseados nos seus próprios conhecimentos
adquiridos pelo ensino tanto pelo sistema humana quanto pelas suas próprias
experiências. Quando se aprenda o que diz Deus de qualquer assunto, a ação
apropriada será de avaliar as opiniões pessoais com o ensinamento da Palavra de
Deus. Nunca devemos julgar a Palavra de Deus pelos nossos pensamentos, mas o
vice-versa é necessário .

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D. A Bíblia é Divina - II Tm 3:16; II Pd 1:20,21

A Palavra de Deus é de Deus e é para o benefício do homem. Sendo divina, ela tem
o que o homem necessita para orientar em assuntos tanto à vida terrestre quanto à
vida celeste. O que é certo e errado são absolutos. Só Deus pode comunicar com
autoridade nestes assuntos. A Bíblia pode ser consultada nos assuntos morais.

O que é necessário para o homem é aqui na Bíblia (Dt 29:29). A Bíblia não ensina
tudo o que é possível saber mas tudo o que é necessário é abordado. Ela foi escrita
e assim pode ser estudada. Os princípios dela quando são aplicados em pratica com
regularidade e exigência só apontam para sucessos. Sendo divina, a Bíblia é
confiável.

E. A Bíblia é Verdade - Jo 17:17; Js 1:8

Deus não pode mentir (Hb 6:18). Quando os princípios da Bíblia são aplicados
numa maneira certa eles produzem resultados previstos. Ela é fonte de verdades
absolutos. Há conseqüências fixas tanto na observação quanto na negação dos
princípios dela. Se observe os, terão bênçãos (Dt 28:1,2; Jr 15:16). Se não observe
os, não terão bênçãos (Dt 28:15; Josué 1:8). Não precisa meio-termo quando se
fala do que ensina a Bíblia.

III. A Responsabilidade dos Pais

A. Filhos São Dádivas de Deus

A vida humana para Deus é sagrada. A vida humana é diferente da vida animal ou
orgânica (Gn. 2:7). Por ser diferente Deus cobra do homem o seu tratamento para
com seu próximo (veja os exemplos de Caim - Gn. 4:8-12 e a Lei - Êx 21:12-16)
uma coisa que Deus não faz com as outras formas de vida que Ele criou. A vida
humana tem tratamento diferenciado pois é diferente. O homem foi feito na
imagem de Deus e Deus o deu o “fôlego de vida” (Gn. 1:26,27; 2:7), uma alma.

Pelos pais Deus dá vida humana. A parte genética de certo vem dos pais, mas Deus
tem dada a essência da vida, a alma (Gn. 2:7; Jó 33:4; Sl 127:3). Mesmo que os
pais não planejaram ter um filho ou outro, a conseqüência dos fatos é que têm
filhos e estes são criações e dádivas de Deus.

Deus faz tudo com propósito. As vezes Ele revela este propósito a nós, outras vezes
não (Dt 29:29). Se Deus os deu filhos, e se Deus os fez, Ele os tem dado e os tem
feito com propósitos específicos pois Ele opera tudo “segundo o conselho da sua
vontade” (Ef 1:11).

O fato que os filhos são dádivas de Deus aos pais indica responsabilidade dos pais
para com Deus pelos filhos recebidos. A vida dos filhos que Deus tem dado aos
pais como uma herança implica responsabilidade, pois a vida a Deus é sagrada.

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Abençoado o lar que tem pais que temem a Deus e toma como algo de grande
importância a responsabilidade de treinar os filhos na maneira de agradar Deus.

Abençoado também os filhos que vivem como se tenham responsabilidade para com
Deus de viver como uma dádiva de Deus aos pais.

1. A Verdade da Responsabilidade - Dt 6:6-9; Pv 22:6; Ef 6:4

Há ordem no que Deus faz. Examinando mundo animal, o corpo celeste, o


corpo humano, as leis de Deus e as ações de Deus para com seu povo (Arca
de Noé, Tabernáculo, Igreja) se vê que há gloriosa ordem em tudo que Deus
tem feito. A família não é nada diferente. Há uma hierarquia de comando no
lar que garante paz e ordem no lar (I Co 11:3; Ef 6:1-4). Os pais, depois de
Deus, são os que tenham a primeira responsabilidade no lar (Dt 6:6-9; Ef
6:4). Para entender que Deus cobra dos pais as ações dos filhos vede o
exemplo de Eli (I Sm 2:27-29; 3:13).

Só por terem a responsabilidade não quer dizer que todos os pais sentem
capazes de educar os filhos. Muitos pais já sentem fracassados mesmo antes
de começar, e outros sentem o mesmo depois de começar. Parece que tanto
mais tempo exercitados como pais menos que sente capaz. Talvez por não
terem exemplos adequados ou por sentirem ignorante da maneira certa
muitos já pensem que tem falta de capacidade. Independente dos
sentimentos dos pais, a sua experiência boa ou má ou até a falta dela, o
mandamento dos pais para com os seus filhos é o mesmo. Deus mandou,
então há responsabilidade. A posição dos pais é uma posição que Deus tem
dado. Lembra-se que os filhos vem dEle.

2. Pais Devem Ser Honrados - Êx 20:12; Dt 21:18-21; 27:17; Ef 6:2

Deus quer receber glória em tudo que Ele faz (Jr 9:23,24; Mc 12:30; Ap
5:13). Pais têm responsabilidade no lar, e também os filhos. Aquela posição
que Deus tem dado aos pais deve receber a honra dos filhos. Os pais têm a
responsabilidade de glorificar Deus pela instrução dado aos filhos. Os filhos
têm responsabilidade de glorificar Deus pela honra que dão aos pais. Todos
no lar têm responsabilidade de glorificar Deus (Ef 6:1-4).

Mesmo que os pais não sentem dignos de terem a honra dos filhos, Deus
mande que os filhos honram os pais do mesmo jeito. Deus tem dado esta
posição aos pais e os pais devem cumprir o melhor possível as
responsabilidades da posição. Se os pais não vivem dignamente de
receberem honra, Deus cuidará deles. Os filhos não precisam julgar os pais
dignos antes que dão honra aos pais. Os filhos devem dar honra aos pais
pois é mandamento de Deus que eles a dão. Os filhos que não dão honra aos
pais, Deus também os cuidarão (Pv 30:17). É um favor aos filhos no
desempenhos das suas responsabilidades de honrarem os pais se os pais
ensinem os filhos de honrar eles como pais. Os pais nunca devem permitir

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que os filhos desrespeitem a posição que Deus tem os dado (Mt. 15:4-6).
Também facilita as coisas se os pais vivem dignamente de receberem tal
honra.

Para ver o grau de erro que os filhos que não respeitarem os pais cometem,
devem considerar estas listas de pecados grossos e verão que o pecado de
desobedecer os pais esteja bem no meio: Rm 1:28-32; II Tm 3:1-5. Pela
exanimação destes referencias, não fica consciente que os pais devem ser
honrados?

B. Pais Têm Autoridade

Se Deus fez tudo segundo seu propósito, pode crer que Ele tem planos para
desenrolar tal propósito. Ele nos revelou pela Bíblia os planos quais são
importantes para nós sabermos. A verdade que autoridade existe no mundo não deve
restar nenhuma dúvida qualquer. Agora queremos estudar para saber o que é
autoridade, ver um exemplo convincente de autoridade em ação e entender os
princípios de autoridade.

1. O Que é Autoridade

Autoridade definido é o direito ou poder de se fazer obedecer, de dar ordens,


de tomar decisões, de agir, etc. (Dicionário Aurélio, 1a edição). Mesmo que
há muitos que não usem corretamente a autoridade que Deus tem estipulado
para que os outros usassem, o princípio de autoridade não muda. Há um que
tem domínio, e os outros precisam de o obedecer. Se for de outra maneira,
autoridade seria inexistente.

O exemplo supremo de autoridade é Deus. Deus é a primeira e a última


autoridade (Sl 47:2; 83:18). Só Deus é o “SENHOR, Altíssimo”. Deus pode
ser considerado a autoridade suprema porque:

a) Por Ele ser o criador de tudo já é suficiente razão para Ele ter
autoridade sobre tudo (Rm 11:36; Ap 4:11: 5:13).
b) Por Deus ser o onipotente e sobre tudo no céu e na terra mostra
que tudo e todos devem obedecer a Sua autoridade (Dn 4:34,35).
c) Por Deus ser amor e o ser perfeito mostra que só Ele deve ter
todo o respeito de autoridade (I João 4:8; Rm 2:4; Sal
145:3,17).
d) Por exercitar perfeitamente e com justiça tal autoridade. De Deus
veio a lei e é “Deus que há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo
o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.” (Ec. 12:14;
Ap 20:7-15).

Os pais e os filhos podem aprender muito pela consideração íntima da


autoridade de Deus e como Ele exercita Sua autoridade em todas as
situações.

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Deus sendo a autoridade suprema Ele tem delegado autoridade entre vários
no mundo como aquilo que agradou Ele. As autoridades que Ele estipulou
no mundo (Rm 13;1,2), inclusive no lar (I Co 11:3; Ef 6:1-4), devem ser
vistas como uma extensão da Sua autoridade. Isso, “porque não há potestade
que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus..
Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que
resistem trarão sobre si mesmos a condenarão.” (Rm 13:1,2,7).

Os princípios de autoridade são os caraterísticos ou a natureza dela.


Devemos qualificar qualquer autoridade por estes princípios:

a) Deus é a autoridade suprema (Êx 8:10; 9:14; Rm 11:36).


b) As instituições estabelecidas por Deus, bem como governo,
casamento, família e igreja foram instituídas para o desempenho
ordenado dos propósitos de Deus (Rm 13:1; Ef 1:11; I Co
14:40).
c) Aquele que tem uma posição de autoridade em qualquer
instituição que Deus tem estabelecida só pode exercitar o seu
domínio entre os limites daquela instituição. Por exemplo: um
governo entre os limites do seu país; um pai entre os limites da
sua família, etc. (Ef 6:1, “vossos pais”; 5:24, “seus maridos”).
d) Cada pessoa tem uma autoridade sob Ele, pois Deus é sobre
todos (Jó 34:12,13; Rm 11:36; I Co 11:3).
e) Autoridade tem limites. O governador tem autoridade entre os
seus governados mas não entre os governados por outros
governos (a menos que no evento de auto defesa). O pai tem
autoridade no seu lar mas ele também tem limites. Por exemplo,
o pai não tem autoridade de pedir seu filho roubar nem controlar
os filhos dos outros, a não ser que é para proteger a sua própria
família (Ef 6:1,4).

Há ordem no que Deus tem estabelecido e a capacidade de controlar tudo


resta com Deus. Nenhum homem por mais bom que seja ou por mais
poderoso que seja pode controlar tão justa e bem quanto Deus. Só Deus é
onisciente, onipresente e onipotente (Êx 8:10; 9:14).

2. A Autoridade dos Pais

Agora queremos entender como as verdades de autoridade aprendidas já


podem ser aplicadas no lar. É uma coisa saber o certo, é outra coisa fazer o
certo. Não é abençoado o homem que só olha no espelho, mas aquele que
olha e não esquece os defeitos que viu (Tg 1:23). Só pelo fazer o que se
ouve da Palavra é de edificar algo firme, bem estabelecido e duradouro (Mt.
7:24-27).

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A primeira verdade que queremos entender neste aspecto é que os filhos
têm obrigação de obedecer os pais. Essa ação de obedecer não é opção
dos pais e nem dos filhos (Ef 6:1; Col. 3:20). A palavra obedecer no
grego significa dar ouvidos (como um subordinado, Col. 3:22); ouvir
atentivamente; com implicação de ouvir para fazer o que for pedido, ou
para conformar à autoridade:
 É de obedecer como os ventos e o mar obedecem a palavra de
Jesus (Mt. 8:27),
 os espíritos imundos obedecem a autoridade de Jesus (Mc 1:27),
 como Abraão obedeceu Deus (Hb 11:8) e
 como Sara obedeceu Abraão (I Pe 3:6).
 O pecador obedeça a chamada de Deus pela palavra nesta
maneira (Hb 5:9).
 Negativamente, os crentes não devem obedecer como um
subordinado ou como um servo às concupiscências da carne (Rm
6:12,16).
O que os pais pedem para os filhos fazerem, os filhos devem fazer. É
isso o significado da palavra ‘obedecer’ na relação filho - pai.

A palavra dos pais é lei. Se é os filhos que devem obedecer aos pais
então podemos entender que são os pais que estabelecem os parâmetros
no lar. Enquanto os filhos estão no lar, obediência é necessária . De
outra maneira, autoridade é inexistente. Os pais têm a responsabilidade e
a autoridade de Deus de até forçar a submissão dos filhos fazer o que for
pedido deles. Deus requer dos pais o controle dos filhos:
 castigo por não controlar os filhos mesmo sendo moços - I Sm
3:13;
 rebeldia como resultado de não controlar os filhos - I Rs 1:6;
 a instrução de controlar os filhos - Pv. 23:13, 14.

Isso não quer dizer que os pais não podem errar nem que o pais podem
ultrapassar os limites da sua autoridade. Os princípios de autoridade já
estudados continuem em efeito neste relacionamento, e em verdade, em
todos os relacionamentos que tem autoridade envolvida. Se tem
autoridade, a natureza ou os caraterísticos dela fiquem em evidência. Em
conclusão entendemos que no lar são os pais que estabelecem os limites
para os filhos e que os filhos têm a obrigação de submeterem-se à essa
autoridade. Por isso, os pais não devem procurar ser o “amigão” ou “o
irmão maior” dos filhos. Devem ser os pais - a autoridade para ser
obedecida, os líderes. Se os pais são pais verdadeiros e dão liderança,
quando os filhos são mais velhos, serão amigos dos pais.

OBS. Nenhuma outra instituição estabelecido por Deus tem a mesma


autoridade sobre os filhos. Os filhos devem honrar (decidir dar estimação)
às outras autoridades, mas não devem obedecer com a mesma submissão
(ser obrigatório, mesmo sem gostar de dar) tanto quanto aos seus pais. É
certo que devemos sujeitar nos às autoridades civis (Rm 13:1; Tt 3:1) mas

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uma outra palavra grega é usada para essa subordinação. Essa outra palavra
grega dá o entender que a vontade é exercitada nesse caso. Uma ação da
vontade é evidente sem ter a absoluta obrigação de fazer algo. Essa palavra
é usada para:
 os mais jovens se sujeitarem aos mais velhos (I Pd 5:5),
 as esposas aos maridos (Ef 5:22; Col. 3:18),
 todos os crentes um ao outro (I Pd 5:5),
 servos aos mestres (I Pd 2:18)
 a igreja a Cristo (Ef 5:24) ,
 Cristo ao Pai (I Co 15:28) e
 Cristo a José e Maria (Lc 2:51).

Nestes casos vejamos a ação da vontade dirigindo tais ações. É uma


obediência escolhida, desejada em amor com respeito à posição da pessoa
que está fazendo o pedido. Mas a palavra usado para aquele relacionamento
de pai - filho é aquela com o significado que os filhos devem obedecer
mesmo que não querem. É uma obediência absoluta, mesmo sem o
exercício da vontade nem necessariamente por amor à pessoa que está
fazendo o pedido. Então é evidente que as outras instituições (governo,
escola, igreja, etc.) têm uma autoridade sobre os filhos e os filhos têm uma
responsabilidade para com as outras instituições de obedece-las mas não é
aquela mesma responsabilidade de obedecer que os filhos devem ter para
com os pais nem é a mesma autoridade que os pais exercitem sobre os
filhos.

3. A Posição do Governo no Lar

Será que podemos achar na Bíblia a indicação da pratica tão popular no


mundo hoje que se os pais errem no seu desempenho como pais, o governo
tem o direito e responsabilidade de tomar o lugar dos pais no lar?

Estudando Mt. 15:4; Êx 21:15,17; Dt 27:16; Prov. 30:17 podemos


aprender que são os pais que o governo deve apoiar. A posição de
autoridade dos pais deve ser reforçada pelas ações do governo. O governo
deve restaurar a autoridade dos pais e não substitui-la. O governo deve ver
que os filhos obedecem os pais em vez de verificar que os pais cuidam bem
dos filhos.

Se o governo quer ser Bíblico, que ele apoie os pais e ajude eles na
disciplina dos filhos. De outra maneira é interferência.

4. A Benção dos Filhos que Obedecem os Pais

Quando os pais obedecem a Palavra de Deus e sejam a autoridade devida no


lar respeitando os princípios de autoridade; e quando a autoridade do lar for
respeitada pelos filhos, há grande recompensa. Essa recompensa será nas
esferas pessoais, sociais, escolares e eclesiásticas. Como é o lar, tal é o

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mundo. Se o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada
ser humano for estabelecido com respeito à autoridade, então a humanidade
recolhera ordem e bênçãos divinas (Ef 6:2,3; Êx 20:12; Pv. 3:1,2).

Quando os pais requerem que os filhos obedecem eles e quando os filhos


obedecem com respeito aos pais, Deus os abençoa grandemente. No mundo
há grande número de influências contrárias à boa formação de caráter e
virtude nos filhos. Também existe a destruição geral no mundo por causa de
pecado. Da mesma forma pode ter a amaldiçôo particular sobre a terra, um
país, cidade ou família por causa de pecado. Mas quando há obediência na
parte dos filhos, e além disso, na parte dos filhos para com os pais, uma
proteção está armada sobre tais filhos. Funciona como um guarda-chuva
resguardando os que estão embaixo dele dos elementos diversos da
natureza. Deus proteja os filhos que obedecem os pais desta maneira dando:
 favor especial (Jr 35:14-19),
 glória particular (Jo 17:4; Fl. 2:8-11),
 bênçãos reservadas (Pv. 3:13-18) e
 oportunidades exclusivas (Êx 20:12; Ef 6:1-3).

Os dias longos pode referir ao fato que tais filhos em geral não seriam
atingidos com os desastres naturais para morrerem cedo na vida. Também
refere às oportunidades para se enriquecerem pois tanto mais dias que tem,
mais oportunidades para ter êxito nos negócios). Se os pais forem
obedientes a Deus, os filhos saberão o caminho que devem andar (Dt 6:6-9)
e tais filhos, andando naqueles caminhos, terão grande recompensas.
Contrariamente, os filhos que não obedecem os pais terão nada menos que a
destruição normal do pecado e mais a maldição de Deus sobre eles (Dt
21:18-21; Pv. 20:20; 30:17). Por exemplo ver os casos de Caim (Gn. 4),
Cão (Gn. 9:20-27) e de Absalão (II Sm 18:9) e considerar as listas de
pecados abomináveis de Rm 1:29-32 e II Tm 3:1-5.

C. A Importância de Autoridade

A autoridade não é só uma verdade e boa para ser aplicada no lar. Ela também tem
influencias aonde é que ela é exercitada com o equilíbrio Bíblico.

1. É Direito

Devemos lembrar que Deus tem dado a autoridade aos pais. Os pais não
inventaram o sistema, é divina. A posição de ser pai traz junto a
responsabilidade de autoridade divina. Os pais realmente são agentes de
Deus desta responsabilidade divina no lar. O lar é administrado pelos pais e
devem influenciar tudo no lar. A musica, filmes e atividades no lar é da
responsabilidade dos pais. A cabeça do lar deve tomar as decisões no lar. Os
amigos com quem anda os filhos devem passar pela aprovação dos pais. A
influência da educação escolar deve também ter o aval dos pais. Se a
educação não for em conformidade dos princípios morais dos pais uma

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mudança deve ser feito pois quem é responsável em primeiro lugar são os
pais, um direito divino. Os pais que não exercitam devidamente a sua
posição de responsabilidade como agentes de Deus no lar, não podem
desculpar essa falta no pastor, a igreja, a escola ou a sociedade. Deus deu os
o direito de ensinar autoridade no lar e são eles que precisam levar qualquer
culpa pela falta da pratica de serem os representantes de Deus no lar (I Sm
3:13).

2. É Liderança

A maneira que os pais cuidam da autoridade no lar dá um exemplo para os


filhos seguirem quando terão filhos. É fato que os filhos precisam de um
exemplo; alguém que eles podem respeitar e seguir. Se não for achado no lar
será achado fora do lar. A autoridade firme no lar exercitada pelos pais em
amor supre esta necessidade dos filhos em terem este exemplo e dá lhes um
modelo oficial para servir de padrão para as suas vidas. Ai dos pais que não
dão um exemplo bíblico para os seus filhos (Lc 17:1,2; Pv. 13:13).

3. É Influência

A autoridade no lar refletirá nos atitudes dos filhos sobre autoridade em


qualquer lugar:
 no governo (Rm 13:1-7),
 trabalho (Ef 6:5-9),
 lar (Ef 5:22-24; 6:1-4)
 na escola e igreja (Ef 1:21-23).

Se os filhos vêem os pais como pessoas justas no exercício da autoridade eles terão uma
confiança que as que têm autoridade em outros lugares também serão justas. Se os pais
corrigem pelos erros, vão crer que as autoridades na escola, governo, etc., também
corrigirão pelos erros cometidos. Os pais que vêem a sua posição como dada por Deus e
entendem que a sua autoridade foi dada por Deus para ser usada para a glória de Deus
apontarão repetidas vezes à pessoa de Deus como a razão das suas ações. Isso acostumaria
os filhos à idéia do direito e autoridade divina sobre as suas vidas (Pv. 22:6).
Contrariamente se os pais dão um exemplo de displicência na formação deste atitude sobre
autoridade, os filhos também terão a mesma falha nas suas personalidades e vão esperar
que os outros em posições de autoridade sejam tão preguiçosos quanto a seus pais neste
respeito. Seria interessante ver quantos reis seguiram o exemplo dos pais nos livros de I e
II Rs (por exemplo: I Rs 15:3, 11, 26). Os pais que não vivem a Palavra de Deus não têm
muito de Deus para passar para os filhos. Que os pais serão testemunhas, boas ou más, é
evidente (II Co 3:3).

4. É Simbólica

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A autoridade, sendo designada por Deus, como todas as obras de Deus
também mostra os aspectos do Divino na sua autoridade, proteção, amor,
sabedoria, justiça e firmeza (Rm 11:33-36). Quando a autoridade é
mostrada fielmente no lar os filhos podem até adaptar bem à aceitação da
posição da autoridade de Deus como Salvador nas suas vidas
eventualmente. A autoridade bem exercitada com prudência e justiça levará
para a glória de Deus pois autoridade é obra de Deus e mostrará a sua glória
tanto quanto qualquer outra parte da sua obra (Sl 19:1-3; Ap 4:11).

IV. A Natureza dos Filhos

O que os filhos são por dentro é de extrema importância. Por isso educação de filhos tem
por objetivo treinar o coração do filho. Educação de filhos e treinamento de almas. Os
filhos só podem reagirem ao que são por dentro. Qualquer educação deve levar em conta a
natureza do sujeito que está sendo educado. A falta de considerar isso trará decepção tanto
para o educador quanto frustração ao que recebe a educação.

Por que uma criança precisa ser educada? O que é que dificulta a educação dos filhos? Por
que os filhos precisam autoridade dos pais? Quais são os objetivos que os pais devem ter
para educar bem os seus filhos? Cada filho é igual? As necessidades dos filhos modificam
com a idade?

A. A origem da natureza dos filhos

1. Considere a criação original de Deus.

Quando Deus criou o mundo é evidente que Ele criou os animais e o homem já
com a vida madura. Deus criou Adão já homem, maduro. Por isso ele foi dado
as responsabilidade de lavrar e guardar o jardim do Éden (Gn. 2:7,15). Eva foi
criada em forma de mulher já crescida para ser a ajudadora idônea para o
homem (Gn. 2:18-25), de outra maneira ela não seria tal ajudadora idônea para
ele. Por Deus criar a vida adulta primeiro podemos entender então que as
crianças precisam de serem cuidados pelos adultos. Deus criou o homem já
maduro para não ser desamparado e para amparar o fruto da relação de homem
e mulher no lar. Crianças são imaturas e precisam de aprender para poderem
viver bem no mundo adulto. Jesus, como criança, submeteu-se aos que
representaram a autoridade no seu lar e precisava crescer tanto em sabedoria
quanto estatura (Lc 2:51,52; Hb 5:8).

2. O homem tem uma natureza pecaminosa (Gn. 5:3; Rm 5:12, 18).

O Adão perdeu a sua inocência e desde então todos que nascem já nascem com
a natureza pecaminosa. Por isso as crianças já falam mentiras desde que
nasceram (Sl 51:5; 58:3). As mentiras das crianças só têm um objetivo:
engrandecer a si mesmo! Os filhos nossos têm o mesmo problema que nós
temos: auto suficiência e egoísmo terrível! Satanás, que é o pai da mentira (Jo

12
8:44), iniciou pecado com este problema de egoísmo (Ez 28:17; Is 14:13,14) e
este era o problema de Adão (Gn. 3:6) e é também o de todos que já nasceram
desde então (Rm 5:12). Quando os adultos querem desculpar o que uma criança
diz ou faz pelo ditado “É coisa de criança” eles estão dizendo uma verdade.
Educação dos filhos conforme a Palavra de Deus determinará se tal criança
continuará fazendo coisas de criança para sempre pelo tempo da sua mocidade e
até adulto ou aprenderá deixar as coisas de criança e viver com o alvo certo na
vida. Se deixar a tolice do pecado agir, por mais engraçadinho que parece no
momento, ela tentará de dobrar todo mundo ao seu redor para lhe servirem tanto
quanto Satanás designo no seu coração fazer Deus ser seu servo (Mt. 3:9).

3. Os filhos que não têm educação moral baseada em autoridade serão sempre
controlados pela natureza pecaminosa: ou a deles mesmo, ou a de outros.

Os filhos precisam aprender auto controle. Pecadores não querem Deus nem o
seu controle. Pecadores naturalmente não aprenderão de amar o próximo como
a si mesmo. Autoridade dos pais repreenderia esta tolice de pecado para que os
filhos tenham esperança (Pv. 29:15; I Sm 3:13). Os pais qualificados melhor
para ensinar os filhos de terem auto controle são os pais que já aprenderam a
submeterem se à Palavra de Deus e viver por ela. Os pais que ensinam os filhos
de controlarem a natureza pecaminosa ensinem os filhos de não ser escravos do
pecado (Rm 6:16). Não ensinar os filhos dizer não à sua própria natureza
pecaminosa é crueldade à criança e tais pais são culpados de mal tratarem os
seus filhos (I Sm 3:13; Ez 33:3-6).

É CRUELDADE NÃO EDUCAR A CRIANÇA

B. O Propósito Certo na Educação da Natureza dos Filhos

Não há todos os pais que tenham alvos já determinados para seus filhos. Alguns
têm objetivos mesmo gerais (saúde, boas maneiras, aceitação social) e alguns ficam
satisfeitos com talvez um só (emprego bom, casar bem, alegria). Só se tenhamos
objetivos podemos programar o necessário para atingi-los e só assim teremos uma
esperança maior de obtê-los. Quais são alguns desígnios principais que alguns pais
têm para seus filhos?

1. Capacidades Especiais.

Para alguns pais sucesso é obtido só se os filhos sabem cantar, dançar, se


defender com as artes marciais (judô, caratê, etc.), falar em varias línguas, ser
craques em algum esporte, ter sagacidade com negócios financeiras, etc., ou
uma variedades de todas estas. Para estes pais é necessário considerar se o
número de atividades oferecidos para os filhos é a medida verdadeira de ser um
bom pai. Também os filhos precisam analisar se é o número de capacidades
desenvolvidas que é a medida verdadeira de uma boa cidadão. O fazer muitas
atividades ou o ter muitas capacidades faz que a Bíblia seja melhor obedecida?
Virtudes Bíblicas, respeito para autoridade ou amizades de alta qualidades estão

13
formadas pelas atividades para quais os pais levam os filhos e pelas capacidades
quais os filhos desenvolvem? O Apostolo Paulo falou mais línguas que os
outros (I Co 14:18) e tinha o talento de eloquência (I Co 9:19-23) mas isso não
fez ele ser o servo de Deus que era (I Co 2:1-5;15:10).

2. Ajustamento Psicológico.

Para outros pais o sucesso na educação de filhos é determinado pelo identidade


que o filho tem de si. Nestes filhos estão encorajados a terem auto estima alta,
de ser um líder potencial e de ter atitudes positivos, de confiança e de ter uma
firme disposição. Reboão tratou firme com a decisões (II Cr 10:6-11) mas isso
não fez que ele fosse virtuoso. Quais passagens da Escritura Divina apontam
estes pais de esforça-lhes aos estes objetivos? Já notou que os filhos que estão
animados de tem auto estima bem alto não têm tanto respeito para os outros? Os
que estão guiados para serem lideres têm problemas de submeterem à
autoridade? Os que estão treinados a serem firmes, positivos e bem confiantes
tem problema de honestidade simples e respeito normal pelo próximo? Rm
12:17-21; Lc 6:27-36

3. Salvação ou Religião.

Este objetivo parece o melhor de todos pois é para produzir filhos de Deus de
todos os nossos filhos. Os pais que têm este desígnio para com seus filhos usam
de tudo para que os filhos chegam a orar a Deus procurar a salvação. Eles
manipulam os filhos de orarem uma oração padrão de aceitação, coloquem eles
em os programas vários da igreja ou estimulam os de ter amizades com crentes
exemplares na sociedade para que caraterísticos do bom exemplo tornam de ser
parte da personalidade do filho. Em tudo disso, os pais devem ter muito
cuidado. A certeza da salvação de uma alma é realmente só entre aquela alma e
Deus. Os pais que querem forçar os filhos agirem como crentes para crer que
tais filhos são crentes verdadeiros podem até condenar os mesmos filhos para a
condenação eterna. Também, mesmo que os filhos são crentes eles precisam
pais que treinam e orientem para a vida do mesmo jeito dos filhos descrentes.
Pode ser entendido que não é errado para os pais preocuparem para a salvação
dos filhos ou de estimularem os de ter bons amigos que tenham vidas
exemplares mas não existe na Bíblia o mandamento que obriga os pais trazer os
filhos a orarem uma oração modelo para a salvação. Os fariseus tinham
educação religiosa desde criança e mesmo que sabiam instruir o povo bem as
suas vidas não eram exemplares (Mt. 15:8; 23:3, 25-28). O que os filhos
precisam é mais que uma decisão espiritual. Precisam ser criados “na doutrina e
admoestação do Senhor”, Ef 6:4.

4. Comportamento Aceitável.

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Há os pais que não estão bem interessados nas capacidades que os filhos podem
desenvolver ou o que os filhos mesmos pensem de si ou mesmo o estado de
suas almas diante de Deus a menos que os filhos são bem comportados. Seja
qual localidade que for, os filhos precisam ser bem comportados pois
contrariamente, os pais morrem de vergonha. Este objetivo leva os filhos a
servir só na aparência como para agradar aos homens uma caraterístico que a
Bíblia não ensina (Ef 6:6; Cl. 3:22). Boas maneiras devem ser incentivados
para amar o próximo, Fl. 2:3,4.

5. Educação Superior.

Muitos os pais que acham que educação traz sucesso. Estes pais incentivem os
filhos de estudarem bem de dia e de noite e fazer cursinhos suplementares nas
horas vagas. Os pais louvam com prêmios caros todas os sucessos que os filhos
conseguem e lamentem quando os objetivos não são alcançados. Educação pode
ajudar muitos nas suas situações, mas como um objetivo principal para a
educação dos filhos é bom lembrar que há muitos filhos bem formados e bem
empregados que tenham lares despedaçados e imundos. O Apostolo Paulo era
bem formado (At 22:3) mas isso não levou ele para ser virtuoso diante de Deus.
Um objetivo melhor seria de incentivar os filhos de usar todas as suas
capacidades para a glória de Deus (I Co 1:31; 10:31)

6. Controle Absoluto.

Alguns pais acham que só controle dos pais sobre os filhos é o que importa. Se
os filhos sabem obedecer sem piscar o olho, então um cidadão exemplar foi
formado e os pais têm tido sucesso absoluto com os filhos. O problema com
este alvo é que tais pais geralmente treinem os filhos a obedecerem só o que os
pais acham convenientes dependendo de cada situação que estão e não
conforme princípios básicos de amor e respeito pelo próximo em qualquer
situação. Seria bom para os pais lembrarem que só tendo controle os filhos não
desenvolvem virtudes, caráter ou amor.

7. Glorificar Deus. (Jr 9:23,24)

Há pais que querem educar os filhos para que as ações deles agradam o seu
Criador e que viverem conforme os princípios da Bíblia. Estes pais, mesmo
tendo limitações financeiras, posições na baixa sociedade ou mesmo tendo falta
de exemplo nos seus próprios lares ensinem princípios que influem a sociedade
para o bem, estabelecem alicerces firmes para a vida inteira dos filhos, abrem
espaço para as bênçãos de Deus e tornem exemplos de qualidades virtuosas. É
isso que a Bíblia pede dos pais (Ml. 2:15; Dt. 6:4-9; Ec 12:13; Ef 6:4; Js 1:8).
Cultos domésticos ajudam na realização deste objetivo se os cultos tem o alvo
de agradar e conhecer Deus em vez de ser só um ritual formal (Jr 9:23,24).

OBS. Os pais devem saber que a Bíblia avisem os de não seguir a cultura vigente
mais que a Palavra de Deus (Nm. 33:50-56). A filosofia humana muda de geração

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de geração com cada uma achando que é melhor do que a outra. É a Palavra de
Deus que permanece para sempre (I Pe 1:24,25) e a vida estabelecida nEla é
prudente, instruída, sábia (Pv. 1:1-7).

C. As Fases de Desenvolvimento da Natureza dos Filhos

Quando pensamos das fases de desenvolvimento da natureza dos filhos podemos


pensar também o que é o que desenvolve quando um filho cresça. Os filhos não só
têm uma natureza que transforma de idade em idade mas o que é que os filhos
realmente são desenvolve também. Quais são as partes separadas de uma “pessoa
total”?

Lucas 2:52, “E crescia Jesus em sabedoria e em estatura, e em graça para com


Deus e os homens.”
I Tessalonicenses 5:23, “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o
vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis
para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Resumindo podemos entender que somos feitos das seguintes partes:

 Física - o corpo (Gn. 2:7, 22); alimentação, habitação; atividades físicas,


capacidades físicas
 Mental - a mente; espírito do homem (I Co 2:11), curiosidade,
aprendizagem, observação, criatividade, criticismo, auto controle, raciocínio,
julgamento dos fatos
 Emocional - os sentimentos; expressão, humor, aventura, sonhos ·
 Social - interação um com os outros; amigos, aceitação, identificação
 Espiritual - intimidade com Deus; alma (Gn. 1:27; 2:7), conhecer a
verdade, sabedoria, morais, consciência (Pv. 20:27; Rm 2:14,15)

O desenvolvimento equilibrado de todas estas áreas é importante para termos filhos


bem ajustados e prontos para resolverem a razão de existirem no mundo: de
glorificar Deus (Ec. 12:13; Jr 9:23,24). Cabe aos pais de educarem os filhos para
serem bem prontos para este objetivo. As fases de desenvolvimento de cada um de
nós pode ser separadas nas seguintes maneiras (UNDERSTANDING PEOPLE,
Omar Burbaker, M. A.Robert E. Clark, Ed. D.; Evangelical Teacher Training
Association, Box 327, Wheaton, IL 60187, 1972):

1. Nenê, ou criancinha. Abrange desde a conceição até a idade de três ou


quatro anos.
2. Criança. Abrange a idade de três ou quatro anos até a idade de doze ou
treze anos.
3. Jovem. Abrange a idade de doze ou treze anos até dezenove ou vinte anos.
4. Adulto. Abrange a idade de dezenove ou vinte anos para cima

Entendendo as caraterísticos de cada fase de desenvolvimento podemos educar os


filhos conforme a necessidade de cada fase. Não devemos tratar um nenê como um

16
jovem, nem vice-versa. As capacidade de receberem a instrução e a maneira que a
instrução é dada varia de fase em fase. Pelo estudo das fases diferentes de pessoas
vamos concluir que há uma necessidade fundamental que os filhos tenham respeito
à autoridade para terem uma educação boa e completa. Para ter uma pessoa bem
formada e ajustada como um adulto que prática autocontrole é necessário que
controle externo seja usado quando criança e isso por causa da natureza pecaminosa
dos filhos. É necessário educar os filhos ativamente. Contrariamente serão mal
educados.

1. Nenê, ou Criancinha - Mt 11:25

 Físico - cresce rápido, ativo; precisa experimentar o mundo ao redor para


fazer parte dele
 Mental - Descobridor; aprende do que se vê e experimenta ao seu redor
 Emocional - Sensível; pode aprender um pouco sobre comportamento
aceitável ou inaceitável
 Social - Mundo pequeno; gosta do que é conhecido (família) · Espiritual -
Dependente; imita o que vê os outros fazendo e assim aprenda hábitos para
sua vida

2. Criança - II Tm 1:5; 3:15; Lc 18:15-17

 Físico - Ativo; mais e mais gosta de brincar. O mundo é um ‘playground’;


imita ações dos outros; disciplina corporal pode ser administrada com
firmeza e amor, Pv 13:24
 Mental - Curioso e observador; problemas resolvidos mais e mais pela
razão; começa de se realizar; imaginação desenvolve; raciocínio desenvolve
para entender o bem do mal; aceita instrução; memória desenvolvendo;
gosta de ler e investigar; Fl. 4:8
 Emocional - Formativo mas inseguro; pode ter melhor autocontrole mas
mesmo assim é muito expressivo; impaciente; esconde sentimentos
verdadeiros; responde à correção e instrução
 Social - Conformador, gosta de estar com grupos e ser mais independente
dos pais; capacidades de interação desenvolve (gosta de clubes), identifica
com modelos de comportamento; Tg 1:22
 Espiritual - Pode Crer; começa de adorar Deus por si só; pode expressar
gratidão, amor, reverência, perdão; pode aprender fatos de Deus, Bíblia,
conceitos abstratos e discernir se é verdade ou não; I Ts 5:21

3. Jovem - Ec 12:1

 Físico - Mudanças rápidas (peso, altura, puberdade), Sl 147:10,11


 Mental - Juiz crítico e vivo; quer ver provas para seu raciocínio mais
profundo; mais capacidades para o abstrato; imaginação criativa e prática;
sonhador; precisa aprender autocontrole de corpo e mente para aproveitar da
sua escolaridade; Pv 1:4; Js 1:7,8; Pv 8:13; 9:10 ·
 Emocional - Flutua; emoção paralelo as mudanças físicos; II Tm 2:20,21

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 Social - Companheiro mas independente; mais opinado; II Tm 2:22; Ec.
11:9
 Espiritual - Transformações; envolvimento na crença é muito pessoal; tem
menos dependência moral; satisfação em servir a verdade; pode entender e
obter a sabedoria de Tg 3:17; Sal 119:9; II Tm 2:15

4. Adulto - I Co 10:31

 Físico - Crescido e desenvolvido; usa energia para se estabelecer e capacitar


para os desafios da carreira e família; o adulto mais velho aumenta pesos de
um corpo em declive junto com responsabilidade pesadas de uma carreira,
Sl 90:10, 12
 Mental - Capacidade total; razão, mais definida, acompanha as convicções
morais e espirituais; juízo é firme e experimentado com mais e mais idade e
assim importante para aconselhar os menos velhos; II Tm 1:7
 Emocional - Moderação; reconhece o equilíbrio entre os sonhos e a
realidade; satisfação com amadurecimento emocional bem controlado; Gl
5:22; tem ajustamentos para fazer com as mudanças que pode vir no
termino da vida dos que são amados.
 Social - Centrado no lar e com amigos seletos; o novo adulto sofre com
estresse forte se não tiver morais e amigos bons já feitos anteriormente;
materialismo pode ser uma tentação, Lc 12:15; o adulto mais maduro gosta
de fazer parte de organizações
 Espiritual - Alicerces Firmados; reavalia pensamentos e convicções
religiosos para depois servir como exemplo; Mt.. 6:33; pode influenciar os
mais jovens com a sabedoria e experiência ganha na vida; tempo para testar
o que aprendeu antes sobre Cristo e a Palavra de Deus, Fl. 3:13,14; Tt
2:13-15.

V. Educando os Filhos - Os Métodos

NÃO É POSSÍVEL DESOBEDECER A DEUS PARA A GLÓRIA DE DEUS

Temos já organizados os pensamentos sobre a educação dos filhos ao ponto de


entendermos o que é a educação dos filhos (educação de almas), o assunto da necessidade
de autoridade na educação dos filhos, a responsabilidade dos pais nesta educação e a
própria natureza dos filhos que precisam receber tal educação.

Agora precisamos de ver os métodos que a Bíblia ensina para que a educação dos filhos
seja aplicada. Precisamos mais do que teoria, precisamos a prática. No assunto de
obediência aos mandamentos de Deus, o método que empregamos é de sumo importância.

Métodos têm importância.

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Não é só a intenção que vale. A maneira que atualmente fazemos o que Deus diz é
de tanta importância quanta a nossa intenção:
 Por exemplo disso só precisamos examinar a vida de Caim. Ele deu um
sacrifício tanto quanto o seu irmão Abel. Mas, por causa do método sendo
errado, Deus não atentou para a sua oferta (Gn. 4:1-7).
 Imagina também o problema que Noé teria se usasse a madeira jacarandá
em vez da madeira de gofer como Deus mandou. E se usou outra substância
em vez de betume, ou colocou o betume só num lado e não tanto o lado de
fora quanto o lado de dentro (Gn. 6:13-16). Se foi como Deus tratou de
Caim, a obra de Noé não seria aceita.
 Também no caso de Uzá entendemos que o método usado para servir Deus
tinha muito mais importância que a sua intenção, mesmo em dia de festa ao
Senhor (II Sm 6:4-7;
 vede também Saul e os Amalequitas - I Sm 15.
 Sara achava que a obra de Deus em dar um filho a eles não dependia de
métodos e surgeriu algo que Deus não aprovou. No fim, por causa de não
atentar pelos métodos divinos nos mandamentos divinos, temos Ismael,
mesmo hoje, habitando diante da face de todos os seus irmãos com a sua
mão contra todos e todos contra ele (Gn. 16).
 No Novo Testamento temos a mesma verdade. Jesus explicou que o amor a
Deus é relacionado com o nosso fazer (Jo 14:15,23).

Não há maneira honrosa de desobedecer o mandamento de Deus. Usando os métodos dos


homens para substituir, melhorar, ou mudar o que Deus mandou fazer, para Deus é
abominação (Mc 7:6,7; Rm 10:1-3). Jesus é o nosso exemplo em obediência pois Ele fez
todo o que foi dado a fazer e fez na maneira que agradou o Seu eterno Pai e assim Ele
glorificou a Deus (Jo 17:4; Fl. 2:8).

Também há métodos que parecem funcionar mas os resultados são pior que a
própria correção. Há os que conseguem resultados no controle dos filhos pelo
espancamento ou a privação de comida, atenção ou até das necessidades básicas de
amor mas os efeitos secundários, muitas vezes nas emoções dos filhos, fiquem
danificados pelo resto das suas vidas.

A. Métodos Não Bíblicos

Há inúmeros métodos não Bíblicos de educar os filhos. Quando há intenção de não


usar o método de Deus, todo mundo tem uma idéia melhor que o outro. Mas todos
os métodos não Bíblicos têm a mesma base: a mente humana, as emoções humanas
e a sociedade humana. Se o coração do homem é pecaminoso (Jr 17:9) os métodos
que originem dele serão pecaminosos do mesmo jeito.

1. Do Meu Pai –

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Muitos pais na hora de educar os filhos dependem no que os pais fizeram. A
gritaria, manipulação, espancamento, etc., que os pais expressam diante dos
filhos na hora de disciplinar é desculpado pela razão, “Meus pais fizeram a
mesma”. Se os pais fizeram bem, ótimo, se não, o erro deles espalha por mais
uma geração. O raciocínio certo dever refletir na seguinte maneira, “Meus pais
disciplinaram segundo a Bíblia?”.

2. Por trocas –

Os pais espertos usam idéias espertas. Aqui vem os contratos entre os pais e os
filhos. Contratos que requerem obediência são feitos verbalmente ou até por
escrito que tem galardões como prêmios de cumprir os contratos. Faça um
acordo e eu dou recompensa. Inconscientemente os pais estão ensinando as
crianças de ser ainda mais egoístas do que o normal. Elas aprendem de agir
certo só por interesse próprio em vez de fazer o certo por que é certo de fazer o
certo. Vêem tudo pelos pensamento de só fazer algo se a recompensa para si é
satisfatória. Em realidade, querendo crer ou não, o trabalho bem feito é a sua
própria recompensa.

3. Emocionalismo –

Nesse método, os pais entrem na emoção para conseguiram um comportamento


dos filhos mais adequado. Os pais mostram tristeza profunda se algo não for
feito de acordo dos seus desejos, ou estimulam o terror no coração dos filhos,
provocam vergonha exagerada aos filhos, ou até fazem o oposto: isolam o filho
com silencio total. O erro aqui é que não há dialogo com a criança para saber
onde seu comportamento foi não aceitável. A maneira para consertar o erro
nunca é apresentada para que a padrão de comportamento se corrige.
Geralmente um círculo vicioso se repita cada vez que a criança erra com os pais
ficando mais e mais distantes dos filhos.

4. Punitivo –

Se fez errado, pronto, o castigo é isso ou aquilo. Gritaria horrenda,


espancamento, privação de privilegies (assistir TV, jantar, brincar, sair do
quarto, etc.) são decretados na hora sem mais sem menos. Esse método é muito
popular e tem várias maneiras de ser feita em cada família. Por que esse método
é tão popular? A razão é porque esse método não requer nenhum papo dos pais
com os filhos, nem paciência, nem tempo para instrução construtiva. O
problema desse método como muitos dos outros é que é administrado com raiva
na maior parte das vezes. O problema principal não é conhecido, nem tratado
para o corrigir.

5. Miscelânea –

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Este método é reservado para os pais criativos. Um pouco de cada método é
usado quando é conveniente. Se o vizinho sugere um método, esse é adaptado
sem maiores explicações. Se um programa da TV apresenta um mestre de
educação de filhos, estes métodos são adotados já e usados até outra maneira é
apresentado. Cada mês é uma maneira assim deixado as crianças sem saber o
que devem esperar. Ninguém aprenda consistência e insegurança domina.

B. O Resultado de Métodos Não Bíblicos

Todos os métodos não Bíblicos tratam só o comportamento. Nunca é focalizada a


atenção dos pais aos filhos, de maneira correta, a educação do coração da criança.
Quando uma criança não é corrigida ou educada conforme a Bíblia ela sofre no
caráter numa maneira ou outra. Mesmo que a criança não revela exteriormente os
efeitos de ser criada sem principiais Bíblicos, os efeitos existem ou no seu coração
ou num lugar n sua consciência.

Quais são alguns resultados dos métodos não Bíblicos?

1. Um dos primeiros resultados é que a criança não aprenda qual é o erro, porquê
errou e como deve consertar o erro feito. Se o coração não for educado
Biblicamente, o propósito de correção nunca será atingido. Lembra-se que
educação de filhos é educação de almas.

2. A Bíblia foi inspirada pelo Criador e assim é o melhor manual de vida. Quando
a Bíblia não é usada as necessidades dos filhos não serão supridas
adequadamente. As necessidades maiores do filho são ignoradas se o coração
não é o alvo da correção. Crianças que estão treinados com métodos não
Bíblicos são criadas a serem ignorantes do porquê do seu próprio
comportamento e como controlá-lo.

3. Métodos não Bíblicos manipulam o coração da criança a ser mais manhoso,


enganoso, sofredor, etc. A correção verdadeira estimulará o coração da criança
para sabedoria, virtudes de responsabilidade e auto controle. Nada disso é
atingido com métodos não Bíblicos pois o coração da criança está sendo
estimulado para egoísmo ou para obedecer só por interesse na maior parte dos
métodos não Bíblicos.

4. A criança que está sujeita aos métodos não Bíblicos torna mais e mais distante
dos pais. Os pais não são exemplares para seguir quando os filhos estão
pequenos, nem são vistos pelos filhos como sujeitos com quais os filhos
crescidos desejam conversar.

C. Os Métodos Bíblicos - Pv 23:13-19; II Tm 3:16

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Há duas maneiras de educação de filhos que a Bíblia expressa e as duas cooperam
juntas. Um método é comunicação para entender o erro, e a outra é o uso de
disciplina para corrigir o erro. Os dois métodos não devem ser vistos como opções
mas usados juntos. Um sem o outro resultará em educação desequilibrada.

1. Comunicação - Falando e Escutando - Dt. 6:5-9

Temos estudado O Que Diz a Bíblia Sobre a Comunicação no Lar mas


podemos adicionar uns pontos sobre a sua relação com a educação de filhos.
Seria bom lembrar que toda e qualquer comunicação no lar tem o objetivo
de glorificar Deus. Quando se trata da educação de filhos, um objetivo de
comunicação com os filhos deve ser o entendimento do coração. Educação
dos filhos no lar é educação de almas. Então nada melhor de conhecer bem
o coração do seu filho. Nada melhor para entender o coração do filho do que
boa e constante comunicação. Quando os pais entendem porquê os filhos
estão agindo de uma maneira ou outra, o processo de educação está
melhorado. Entendendo o porquê é de entender o coração do filho. Se a
educação não visa o entendimento do coração dos filhos a educação
aprimorara só o comportamento do filho. Temos já estudado o fim terrível de
visar só comportamento de filhos como o objetivo maior na educação de
filhos. Sabe também que educação errada de filhos não só afeita o
relacionamento de pai com o filho mas resultaria em filhos que não sabem
se entender ou se expressar também. Educação deve visar o
desenvolvimento de sabedoria no filho e isso vem pela educação da alma.
Comunicação no lar é de suma importância tanto para o relacionamento de
marido - esposa como no relacionamento pais - filhos. Comunicação pode
ser definida com a capacidade de expressar em maneiras Bíblicas o que se
tem no seu coração e entendendo completamente o que um outro pensa e
sente.

Comunicação com os filhos leva tempo e flexibilidade sábia. Leva tempo


pois troca de pensamentos não é sempre rápido e demora as vezes para
realmente entender o que o outro está comunicando. Precisa flexibilidade
pois cada vez que se conversa é uma necessidade que precisa ser
comunicada.

a. Versículos para contemplar sobre a comunicação


 Cl 4:6 - exortação
 Tg 3:1-12,17 - os perigos de uma língua não controlada
 Tt 2:8 - a importância de conversa sadia
 I Tm 4:12 Dt 32:1-4 a beleza de palavras boas

b. Maneiras de comunicar

22
Há maneiras diferentes de comunicar com os filhos e com os outros
que a Bíblia mostra por exemplos. As maneiras diferentes de se
comunicar seria as maneiras seguintes:

* Reanimação - Pv 27:17; Nm 14:7-9; Hb 10:24; 12:12


* Reprovação - II Sm 12:7-14; At 5:3,4,8-10
* Imploração - Pv 23:26; 4:14-19; Nm 14:7-9
* Instrução - Sl 119:98-100,104; Pv 1:1-6; 23:13-19; II Tm 3:16
* Aviso - mostrar o fim de uma ação - Pv 12:24; 13:18; 15:1;16:18;
19:15

O tipo de comunicação que usamos na educação dos filhos é de suma


importância. Há vez que instrução é necessária, outra vez é o chamar a
atenção do filho ao problema que é necessário. As vezes o filho precisa ser
avisado do mal que está na sua frente e outra ocasião o filho precisa só uma
opinião. Há tempo para reanimar o espírito do filho e outra hora é tempo
para ensinar ou mostrar o fim de uma ação ou outra.

Para ajudar com a comunicação com seu filho essas perguntas podem servir
como um ponto de partida.

1. O que era a tentação que levou para o erro?


2. Qual seria uma resposta Bíblica diante tal tentação?
3. Qual era o erro da sua resposta que resultou no comportamento
errado?

c. Os benefícios de comunicação com sabedoria:

As bênçãos do uso de comunicação no lar podem ser entendidas


quando se vê que o lar é o alicerce da sociedade. Um bom habito
aprendido no lar é um bom habito praticado na sociedade. Em quais
áreas uma comunicação boa pode ajudar a sociedade?

O relacionamento familiar é o primeiro lugar que a comunicação


mostra as suas belezas. Quando os filhos estão pequenos, o que rege
mais no lar é a força física. Tanto mais velho o filho, menos força
física é possível de ser exercitada e mais que a comunicação tem
influencia até o ponto que a força física não é mais necessária. Se
não tiver comunicação e nem pode a força física ser usada não terão
os pais influencia com seus filhos para que os filhos aprendam a
sabedoria. Mas tanto mais comunicação que é existente no lar, tanto
mais influencia tem os pais com os filhos. Tanto mais influencia que
os pais têm com seus filhos, melhor que o filho desenvolve. Um
relacionamento familiar que é baseado em boa comunicação Bíblica
tende a tornar o relacionamento mais e mais agradável pelo passar
dos anos. Conversa honesta quando o filho é pequeno garante
conversa boa e continua na adolescência e pelo resto da vida.

23
Também, se o filho está tendo um bom relacionamento no lar, os
mau elementos e influencias danosas que existem na sociedade não
terão nenhum ponto atrativo sobre ele. Ele pode raciocinar com
clareza e determinar o mal que cada amizade não bíblica terá na sua
vida.

O próprio filho, como uma parte íntegra da sociedade, beneficia de


comunicação sadia no lar. Ele aprenda de escutar e raciocinar para
entender que os outros têm para dizerem. Ele torna de ser muito
além de só alguém presente no lar, ele torna de ser um participante
da vida do lar. Ele sabe ouvir, aconselhar e reprovar os outros pelo
conforto, reprovação ou aconselhamento que ele tem recebido dos
próprios pais. Também ele aprenda não só como os outros pensam e
raciocinam mas ele aprende de se entender. A comunicação que visa
revelar os pontos deficientes de uma personalidade e que fornece
sugestões Bíblicas para melhorar os pontos deficientes só tem para
fazer progredir o auto conhecimento do filho assim exercitado. É
fácil imaginar qual proveito tem a sociedade de tais filhos presentes
nos lares.

A sociedade beneficia da comunicação Bíblica no lar pois mais cedo


ou mais tarde, os filhos tornam de ser os participantes ativos na
sociedade. O que ocupa o berço e o grupo escolar hoje são os
empregados ou empregadores; cidadãos ou governantes; professores
sou alunos; comerciante ou consumidor; integrantes de lares, da
sociedade amanhã. O que os filhos aprendem no lar que é saudável e
sábio, levem eles para aonde eles vão na vida e assim a sociedade
recolhe os frutos de prudência, sabedoria e os virtudes morais que
foram plantados e amadurecidos no lar.

2. A Vara - Correção prática - Hb 12:5-8

A comunicação em si não pode ser separada da vara. A comunicação explica


o porquê a vara precisa ser usada e a vara reforça a necessidade de dar
atenção à comunicação. Quando um destes métodos Bíblicos é separado do
outro uma educação desequilibrada é o resultado. Mesmo que a
comunicação toma tempo, processos mentais e angustia de espírito, o
método de comunicação é o método mais fácil dos dois. Todavia é o uso da
vara que faz que o filho queira ouvir e prestar atenção à comunicação.

As opiniões da sociedade sobre o uso da vara podem ser diferentes da


instrução Bíblica. Todavia, a educação Bíblica do lar não tem a sua origem
nas opiniões da sociedade e as necessidades básicas dos filhos e os
princípios Bíblicos não mudam com os tempos. Se a voz da sociedade for o
mais importante que a verdade absoluta da Palavra de Deus a sociedade
ficaria numa confusão total pois cada geração desenvolve uma filosofia
própria sobre o assunto. Até no decorrer de uma mesma geração, pode

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surgir muito mais do que uma filosofia popular para a educação de filhos no
lar. Hoje a sociedade é sensível às necessidades de crianças e à realidade de
crueldade praticada contra elas. A atitude hoje dita que qualquer trato seja
verbal, mental ou física, que estimula a criança a chorar ou para ser menos
do que completamente feliz é diabólico. Se a historia for estudada seria
entendido que o que a sociedade desenvolve repete os mesmos erros de
Adão e Eva. Por não crêem no que disse Deus, fizeram o que era certo nos
próprios olhos e assim resultou em medo, vergonha e morte para toda a
sociedade. O coração do homem é enganoso (Jr 17:9). Se a sociedade, o
coração do homem, for a fonte de instrução na educação de filhos no lar, só
confusão resultará. Não é isto evidente já na nossa sociedade suficientemente
para nos indicar a necessidade de olhar à uma outra fonte além da esperteza
da sociedade em geral? A Bíblia nos dá essa instrução e exemplo no próprio
Deus (Hb 12:5-8).

Devemos entender que toda e qualquer correção corporal não é abusiva. O


uso da vara não é sinônimo com maus tratos. Por causa de excessos em uma
minoria de casos, o principio é julgado como perigoso. Imagina se a mesma
lógica que a sociedade usa com o uso da vara na educação de filhos no lar
fosse usada com o uso de facas na cozinha. Por ter uma faca na cozinha, e
por causa de facas serem usadas muitas vezes em crimes, o uso de uma faca
na cozinha é um crime, e quem usa uma faca por qualquer razão é um
criminal.

A verdade, pela natureza dela, é fixa, sólida e segura. Quem tem a verdade
absoluta como alicerce tem estabilidade. A verdade oferece garantias
estáveis pois ela é imutável. É de suma importância que o que diz a Palavra
de Deus sobre o assunto do uso da vara seja avaliado para que tenha uma
educação de filhos no lar bem ordenada.

a. A Necessidade da Criança Indica o Uso da Vara - Sl 51:5; 58:3; Rm


5:12

É necessário lembrar que o ser humano já nasce com uma natureza


pecaminosa. Por isso nenhuma criança, porém, é neutra. Toda
criança age segundo o que há no coração (Mt 12:34). Por causa da
criança tendo uma natureza pecaminosa o que ela precisa
principalmente não é só direção ou informação. O problema principal
do ser humano não é a falta de uma oportunidade, higiene, modelos
virtuosos, escolaridade ou consultas psicológicas. O problema
principal de toda criança é que é uma pecadora (Rm 3:23). Pela
razão da criança ser uma pecadora é um fato que se ela for deixada a
si, só trará vergonha para aquele que a trouxe no mundo (Pv 29:15).
É ingenuidade pensar que uma criança, deixada à sua natureza
desejará a submeter-se à autoridade no lar, escola ou na sociedade.
Os desejos e paixões naturais de qualquer criança nunca levarão ela
a crucificar o seu “eu quero” para o bem de outrem. A natureza

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pecaminosa leva todos os pecadores sempre a querer satisfazer a si
em primeiro lugar.

Por ter a criança uma natureza pecaminosa um controle de fora é


necessário para ser aplicado que é eficaz a estimular a criança pensar
diferente do que dita a sua natureza. Podemos crer que o que Deus
estipula para este controle, que é a o uso da vara em junção com a
comunicação, é um controle e estimulante perfeito e bem eficaz para
ajudar transformar uma vida de tolice para descanso de alma.
Veremos seguinte a função da vara.

b. Os Benefícios da Vara - Hb 12:5-11

Deus tem instituído correção corporal não só para contrabalançar a


tolice da natureza pecaminosa mas para transformar o correção num
coração sábio (Pv. 22:15). Se vamos educar os filhos conforme o que
diz a Bíblia o uso da vara vai ser usada, e isso desde cedo (Pv.
13:24).

Os exemplos de Deus mostra que só a correção produz os frutos


pacíficos de justiça (Hb 12:11). Manipulação, emocionalismo,
punição ou outros métodos não Bíblicos só produzem agudeza ou
sutileza ainda pior de espirito na criança exercitada por eles.
 O uso da vara produz sabedoria (Pv 29:15) ao ponto de até
salvar a alma (Pv. 23:14).
 A vara comunica amor (Pv 13:24) sem nenhuma
possibilidade de machucar a criança psicologicamente.

Para entender que o uso da vara não é crueldade pode contemplar o


fato que uma criança que é disciplinada com o uso da vara junto com
a comunicação desenvolve sabedoria e um estilo de vida que trará
descanso para os que a educam (Pv. 23:13). Crueldade nunca
produzirá tais frutos.

c. A Natureza Correta da Vara

O uso da vara mostra fé na parte dos pais. O uso da vara não é uma
invenção da natureza pecaminosa dos pais. Vem de Deus. Se os pais
aplicam os que a Bíblia estipula é só porque os pais estão crendo na
Palavra de Deus e obedecendo ela. Os pais usa a vara pela fé sem ver
os efeitos positivos da correção corporal. Pelas obras dos pais, a fé é
manifestada (Tg 2:20,22).

O uso da vara mostra o amor que os pais têm para com o filho (Pv.
13:24; Hb 12:5,6). Quando os pais usam a vara eles não estão
desesperados e sentem que não têm outra opção. Eles usam a vara
por que têm esperança que a vara trará bênçãos para o filho. O filho,

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pelo tolice do pecado, tem se distanciado dos seus pais,
desrespeitado a sua autoridade, quebrado as regras que eram para ser
para a sua própria segurança e bem. A correção que é eficaz e
instituída por Deus traz o filho de volta ao conhecimento do amor dos
pais, ao bem relacionamento com os pais e de volta ao lugar que é
seguro.

O uso da vara é uma atividade física (Pv 23:13, “fustigares com a


vara”. Fustigar significa de bater com vara; vergastar, acoitar
(Dicionário Eletrónico Aurélio). O uso da vara não é um escape
emocional ou uma maneira dar expressão à frustração ou ira. É
puramente uma atividade de correção mas física Por ser física e
controlada pelos que amam o filho (propriamente serão os pais) a
emoção psicológica não é exercitada. Por ser física a correção
dificilmente torna de ser emocional pois ameaças emocionais,
espirituais, psicológicas ou até outras formas de corrigir fisicamente
estão dispensadas junto com todos os outros métodos não Bíblicos
quando o uso ordenado da vara é aceita como a forma correta de
correção.

d. A Natureza Errada da Vara

Para ter uma certeza que este assunto é bem claro queremos entender
que há atitudes sobre a vara existentes no mundo que não são
atitudes Bíblicos. Deve ser bem entendido que o que o homem
inventa ou opina raramente é o que a Bíblia ensina.

A correção com a vara não é o direito de mostrar a ira sem controle.


Tiago 1:20 diz que “a ira do homem não opera a justiça de Deus.”
E por isso a ira pecaminosa não é uma forma aceitável de corrigir
um filho, com ou sem a vara.

A correção corporal que a Bíblia ensina não é o direito de bater no


filho qualquer hora por qualquer coisa. A vara, para ser usada
Biblicamente, é para ser usada só na hora de disciplina e isso para
corrigir um erro. O uso indeterminado da vara provocaria o filho à
ira e semearia confusão algo que a Bíblia manda que os pais não
fazem (Ef 6:4).

A correção Bíblica com o uso da vara não é só punitiva. O objetivo


do uso da vara não é de causar dor, nem é uma maneira aceitável ter
vingança. O uso da vara causa dor e é em resposta ao erro praticado
pelo filho mas punição não é o porquê da vara. O objetivo correta é
correção.

e. Atitudes Contra o Uso da Vara

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Por Deus criar o homem com caraterísticos de raciocínio o homem
tem opinião sobre tudo. Por ter o homem caído no pecado, o
raciocínio humano é contaminado (Jr 17:9; I Co 2:14). Por causa do
fato do homem ser um pecador ele não abraça o que é de Deus
facilmente. Por isso o homem tem atitudes contra o uso da vara.

Uma das atitudes mais citadas é que um pai ou uma mãe não pode
usar a vara porque ama o seu filho demais. É fato que o uso da vara
é difícil. É difícil controlar as emoções e obedecer Deus no que trará
lagrimas para o filho. Mas quem os pais estão dizendo que amam
demais não é filho. Quem é que beneficia temporariamente dos
efeitos por não aplicar a correção? São os pais. O filho não tem
beneficio positivo por não receber os frutos positivos da vara. O filho
continua distanciado dos pais, continua não sentindo o amor pelos
dos pais, não vê um exemplo de fé na Palavra de Deus pelos pais e é
vitima de métodos não Bíblicos para a sua correção. Os pais que não
usam a vara não precisam gastar o tempo necessário para usar a vara,
exercitar a fé na Palavra de Deus e eles economizem o trabalho das
suas próprias almas em ver os filhos chorarem. Quem os pais amam
demais por não usar a vara são eles mesmos e não os filhos (Pv.
13:24; Hb 12:6; Ap 3:19).

Uma outra atitude para não obedecer a Deus no uso da vara é que os
pais têm medo de machucar. Para isso é só determinar qual é a
maneira correta e julgar acima disso. Pela Bíblia podemos ser
tranqüilos pois ela afirma que os exercitados pelo uso da vara
experimentarão os frutos pacíficos da justiça (Hb. 12:11) e nunca
precisam de ter o medo que de morrer pelo uso da vara (Pv 23:13).

Uma outra atitude citada para não usar a vara é o medo de criar
rebelião no coração do filho. Para entender bem a rebelião (ou
qualquer outra tolice) devemos perceber de onde ela vem. A Bíblia
diz que a tolice vem de um coração não corrigido (Pv 22:15). A vara
afugenta a tolice e dá sabedoria ao coração, nunca o contrário (Pv
29:15).

Uma atitude que parece mais correta nos olhos do homem e pelos
pais que ‘testaram’ o uso da vara é que ela não funciona. A falta da
eficácia da vara não é a culpa da vara em si mas sim na falta de
aplicar a vara corretamente. Ou os pais tem sido inconsistente no uso
dela, ou não têm usado a vara com a força necessária para penetrar a
roupa externa. Pode ser que a vara tem sido usada com raiva
também. Ou a Bíblia é verdadeira quando ela afirma que a vara
afugentará a tolice do coração do filho (Pv 22:15) ou ela é mentirosa.
Se é verdadeira, a falta está em quem usa a vara e não nas instruções
Bíblicas sobre o uso dela. A última atitude que é contra a lei é a

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única que parece que tem base boa. Em verdade qualquer excesso é
contra a lei. O uso controlado e adequado da vara não é contra
qualquer lei. É verdade que a opinião publica acha que não é
possível usar a vara sem mal tratar o filho, mas os que usam ela de
acordo com a Bíblia já sabem diferente. Sabem que a disciplina
aplicada no lugar certo na maneira certa não traz problema a
ninguém e sim produzem frutos pacíficos que é descanso à alma.
Todavia, para não atrair atenção não favorável quando essa forma de
correção for usada seria melhor usar num lugar privativo e sempre
com calma. Manejando bem a Palavra de Deus não traz ninguém a
sentir a vergonha (II Tm 2:15; Tt 2:7,8).

f. O Uso Acadêmico de Correção com a Vara

 I Co 14:40, “Mas, faça-se tudo decentemente e com ordem.”


 Cl 3:17, “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo
em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus pai.”

Quando uma criança tem manifestada que não respeita as palavras de


autoridade, ou em atitude ou em ação, nenhuma quantidade de palavras
trará respeito para o seu devido lugar. É hora de aplicar a vara. Não é a
hora de avisar, ameaçar ou de manipular as emoções. Rebelião é
presente e todos os frutos amargos de tal atitude virão para o filho se
medidas de correção não venham. É hora de afugentar a estultícia do
coração da criança (Pv 22:15); de livrar a sua alma do inferno (Pv
23:14); de dar sabedoria (Pv 29:15) de mostrar o seu amor como o
Senhor mostra o Seu amor (Pv 13:24; Hb 12:6,7; II Sm 7:14). Nenhum
destes frutos virão sem o uso correto da vara.

Primeiro, procure um lugar de privacidade onde a criança e o pai ou a


mãe podem dialogar e administrar a vara sozinhos. O propósito da
correção não é de humilhar a criança na frente da família ou dos seus
amigos. A dignidade da criança pode ser preservada se a disciplina
corporal é administrada corretamente num lugar que não é público.

Em segundo lugar, comunicação com a criança é necessária. É


necessário que a criança entenda antes da aplicação da correção
exatamente o que foi o erro. Específicos exemplos do que a criança fez
de errado devem ser conversados até a criança reconheça o porquê da
correção. Que tudo fica bem esclarecido e explicado faz que a correção
seja para ações especificas e não para atitudes em geral (crianças com
mais idade pode entender generalidades, mas crianças pequenas
precisam exemplo específicos). A comunicação deve incluir a razão
exata porque a correção está sendo aplicada. Pode ser explicado assim:
‘O erro (nomear o erro) foi feito e a Bíblia ensina que o fruto deste erro
é destruição. A Bíblia manda que os pais corrigem a rebelião no filho
para que ela seja submissa.’. Durante o tempo da conversa seria até

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recomendável dizer exatamente quantas vezes o pai, ou a mãe vão
aplicar a vara naquela instancia.

Em terceiro lugar, preparação do lugar e a aplicação da vara. A vara


deve ser aplicada no lugar apropriado da criança. Nos ombros ou nas
pernas, nos braços ou num outro lugar não são lugares apropriados. O
lugar apropriado é o lugar mais almofadado no corpo: o assento. Tirando
qualquer roupa deste lugar é recomendável. A preparação do lugar e a
colocação da criança sobre os joelhos de quem está administrando a
correção e a aplicação da vara não leva muito tempo.

Em quatro lugar, a comunicação com a criança é tido outra vez.


Afirmação do seu amor pela criança pode ser comunicada agora e a
transmissão da idéia de bater a criança com a vara não é gostoso para os
pais. A comunicação da esperança que tal ato não precisa ser repetida
logo pode ser expressada agora também. Restauração de relacionamento
é um objetivo da correção e nunca a vingança por atos feitos.

Por último, uma avaliação deve ser feito pelo administrador da


correção. A Bíblia promete a produção de frutos pacíficos nos que estão
exercitados suficientemente com a vara (Hb 12:11). Se a criança tem
estes frutos (submissão, tristeza pelo mal feito, etc.), a avaliação é
positiva e o tempo da correção termina. Porém, se ainda existe atitudes
de raiva, rancor, mal gosto ou rebelião, a avaliação é negativa e o tempo
da correção ainda não terminou. Quem está aplicando a correção deve
avaliar se a vara está sendo usada adequadamente e se a sua própria
atitude está em ordem. Se forem feitos erros, devem ser corrigidos
naquela hora. Se o administrador errou e bateu em ira, perdão deve ser
procurado. A avaliação deve examinar a atitude do corrigido também. É
possível que a correção tem que continuar a partir do segundo passo e
seguir outra vez pelo terceiro e quatro passos até que tenha os frutos
pacíficos de justiça e de sabedoria em evidencia. Se a sabedoria não foi
ensinada, a correção não foi completa. A continuação da correção até
que tenha o objetivo da correção (correção de atitude e de ações) mostra
que não é a sua ira que está precisando ser apaziguada mas sim, o erro
da falta de submissão e respeito à autoridade da criança.

Para finalizar o tempo da correção, oração é recomendável entre os


participantes. O princípios Bíblicos de correção para desobediência,
perdão divina e salvação em Cristo podem ser relembrados em oração.

Lembra durante a administração acadêmico da vara que os métodos de


correção Bíblica incluem tanto comunicação quanto a vara.

VI. Os Filhos Problemáticos

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Eclesiastes 10:10, “Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve
redobrar a força; mas a sabedoria é excelente para dirigir.”

Há muitos os casos quando os pais aprendem o que a Bíblia ensina sobre a educação dos
filhos depois que os filhos crescem além da idade melhor para corrigir. De certo estes pais
têm educado os seus filhos, só não conforme os princípios Bíblicos. Os hábitos formados
só podem ser modelados com paciência mas há esperança se a sabedoria Bíblica for usada.

Um entendimento claro do erro deve ser entendido pelos pais. Os pais devem saber
exatamente onde e na qual medida foi a omissão de aplicar os princípios Bíblicos por eles.

Sabendo estes fatos é necessário deixar os filhos a par dos erros que os pais deixaram
acontecer pela ignorância do que é certo. Os filhos podem ser contados os pontos
específicos que os pais erraram e como os filhos foram privados de aspectos positivos nas
suas vidas pelos erros dos pais. A maneira que os filhos podiam ser ajudados se a
submissão à autoridade fosse estipulada como regra quando eles eram crianças deve ser
revelado.

A procura de perdão dos filhos pela omissão dos pais deve ser estimulada.

“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confesse e


deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13

Para não continuar no erro mudanças por necessidade virão acontecer no lar. Tudo deve ser
elaborado: Quais mudanças devem acontecer, qual comportamento é aceitável e qual que
não é aceitável, quais atitudes devem ser modificadas, etc. Explicações claras e bem
objetivas devem ser feitas.

Uma determinação de como o comportamento não aceitável vai ser tratado no futuro
precisa ser decidido junto com os filhos. Entendimento entre todas as partes é primordial.

Consistência na conduta dos pais é necessária pois são os pais que estão se corrigindo
também. Os pais precisam andar segundo princípios novos tanto quanto os filhos. Se o
objetivo é só mudar os filhos, é melhor nem começar mudar os hábitos deles. Mas se há
um sincero arrependimento entre os pais para com Deus e uma tentativa honesta de corrigir
o erro, os filhos identificarão com essa atitude e com tempo serão salvos dos erros do
passado.

Paciência é a palavra chave. É difícil para uma família mudar hábitos. Terá uma batalha
entre a colocação dos princípios divinos em primeiro lugar e a manutenção dos princípios
humanos. Oração e sabedoria divina é necessária. A leitura e estudo da Palavra de Deus
junto com a família deve ser instituído pois ajudará muito na transformação de atos de
loucura para atos de sabedoria. Um relacionamento com Deus pode ser cultivado entre
todos no lar e com tempo, de pouco em pouco, a modificação será feita.
Preparado pelo: Pastor Calvin G. Gardner

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