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BIOSSENSOR ELETROQUÍMICO BASEADO NA ENZIMA TIROSINASE PARA A

DETERMINAÇÃO DE FENOL EM EFLUENTES


PRIMEIRO SLIDE
Introdução
o Poluentes químicos
 Compostos fenólicos
 Prejudiciais aos seres do reino animal e vegetal;

o Resolução CONAMA nº. 430, publicada em 13 de março de 2011;


o Padronização de lançamento para efluentes industriais o teor de 0,5 mg L –1 de fenóis
totais (substâncias que reagem com 4-aminoantipirina);
o Análises de parâmetros com aplicação de métodos convencionais;
o Desenvolvimento de técnicas sensitivas para monitoramento ambiental em
procedimentos analíticos;

SEGUNDO SLIDE
BIOSSENSORES
o Utilização de materiais nanoestruturados e dispositivos enzimáticos para a
determinação de compostos fenólicos em amostras de águas;
 Nanomateriais: eletrodo de pasta de carbono modificado por
polimerização eletroquímica de zinco, eletrodo de pasta de carbono modificado com n-(4-
hidroxifenil)-3,5-dinitrobenzamida, nanotubos de carbono de paredes múltiplas e óxido de
zinco,12 biossensor baseado na modificação do eletrodo de carbono vítreo com nanotubos
de carbono de paredes múltiplas (NTCPM) e cloreto de 1-butil-3-metilimidazólio dentro de
película de dihexadecilfosfato e enzima tirosinase (Tir)13 e biossensor baseado na
modificação de eletrodo de carbono impresso com nanopartículas de ouro (NpAu) e enzima
Tir.
o Enzima tirosinase (Tir)
Analito de efetividade na determinação e quantificação de compostos fenólicos em
amostras de águas;

TERCEIRO SLIDE
ENZIMA TIR
o Tir é uma monoxigenase pertencente a classe monofenol com estrutura atômica em
cobre.
o Presença universal nos seres vivos do ecossistema terrestre e aquático;
o Participantes de reações biológicas e catalíticas;
o “Língua eletrônica”

QUARTO SLIDE
OBJETIVO
Desenvolvimento de um biossensor eletroquímico baseado na enzima Tir para a
determinação de fenol (FEN) em amostras de efluentes de laboratório;

QUINTO SLIDE
METODOLOGIA
o Todos os reagentes utilizados nos experimentos foram de grau analítico (procedência
Vetec) e as soluções foram preparadas com água de alta pureza;
o Como eletrólito de suporte foi empregado tampão fosfato contendo K 2HPO4 e KH2PO4
ambos 0,1 mol L-1.

o DIRETRIZES
i) Instrumentação;
ii) Caracterização eletroquímica;
iii) Preparação do eletrodo CV/NpAu e NTCPM-FtCo;
iv) Preparação do biossensor CV/NpAu/NTCPM-FtCo/Tir;
v) Procedimento analítico;
vi) Preparação da amostra de efluente de laboratório;

o I) instrumentação
o Medição eletroquímica
o Célula eletroquímica de vidro
o Orifícios para estabilização dos eletrodos e adição de solução de analito;
o Os estudos eletroquímicos foram realizados em potenciostatos/galvonostatos

o Processos analíticos e quantitativos


Pesagem
pH;
Agitação de soluções;
o Processo de homogeneização das soluções em banho ultrassom
o Desareação com N2(g);

Forma que rastreia


Através da da adesão ao método de ligações cruzadas, é feita a imobilização
da enzima tirosinase Tir sobre o carbono vítreo alterado de acordo com a
metodologia aplicada aos processos de eletrodeposição, com nanopartículas de
ouro e nanotubos de carbono de paredes múltiplas em conjunto com a ftalocianina
de cobalto, potencializando a aplicação do dispositivo para análises de fenol sobre
as amostras de efluentes.
RESULTADOS
* Otimização do tempo e do potencial aplicado para eletrodeposição.
* A adição de agentes contribuem para a imobilização da enzima Tir.
* pH 7,0 e concentração de 60 U mL^-1 são os valores otimizados para a
construção do biossensor.
* Na ausência de O2 foi verificada eficiência na imobilização da enzima Tir
* Cinética da transferência de carga reduzida em função da presença da
enzima Tir é menor quando a enzima está imobilizada.
* Através da construção de curvas Analíticas para FEN é possível obter
estatisticamente resultados de que o dispositivo apresenta sensibilidade aceitável
(segundo CONAMA) na detecção de FEN, ainda senso provado que o dispositivo
apresenta excelente precisão, o que por si só viabiliza sua aplicação em amostras
complexas.
* Utilizando o biossensor na determinação de FEN em amostras de águas
naturais é possível mostrar a sua eficiência segundo a tabela 3 do artigo, tal que um
incremento de FEN é sentido pelo dispositivo, o qual apresenta uma resposta
quantitativa. Esses resultados mostram que o mecanismo utilizado (biossensor) é
promissor para aplicação em efluentes.
* Os ensaios de estabilidade do biossensor no intervalo de 10 a 30 dias
mostram que o dispositivo não apresenta perda significativa em sua atividade
enzimática, o que se nota depois de 21 dias em que o mesmo apresenta 97,86% de
sua atividade inicial.
CONCLUSÃO
Em suma, o biossensor eletroquímico utilizando a enzima tirosinase para a
determinação de FEN em amostras de efluentes foi efetivado de acordo com objetivos
vigentes.
Empregando o método de ligações cruzadas, a enzima fora imobilizada sobre o
carbono vítreo modificado com nanopartículas de ouro e nanotubos de carbono de paredes
múltiplas enriquecidos com ftalocianina de cobalto, potencializando a aplicação do dispositivo
para análises de FEN.
Apresentou maior sensibilidade nas condições:
60 U mL–1 da enzima, 3 minutos de incubação, tampão fosfato 0,1 mol L–1, pH 7,0 e
parâmetros da VOQ (f = 10 s-1, a = 30 mV e ΔEs = 1 mV).
Os valores de LD e de LQ calculados foram 4,81 × 10–6 (0,45 mg L–1) e 1,60 × 10–
5 (1,50 mg L–1), respectivamente, estando em conformidade com a legislação vigente

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