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● Transtorno de Bipolaridade, O que é?

Alguns sintomas da bipolaridade são semelhantes a outras doenças, o que


pode tornar difícil para um médico realizar um diagnóstico. Além disso, muitas
pessoas têm transtorno bipolar juntamente com outra doença, como transtorno
de ansiedade, abuso de substâncias, ou um transtorno alimentar. Pessoas
bipolares também estão em maior risco de doença da tireóide, dores de cabeça
de enxaqueca, doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outras doenças
físicas.
O transtorno bipolar, também conhecido como doença maníaco-depressiva, é
um transtorno cerebral que causa mudanças incomuns no humor, na energia,
nos níveis de atividade e na capacidade de realizar as tarefas do dia-a-dia.
Existem quatro tipos básicos de transtorno bipolar.  Todos eles envolvem
mudanças claras no humor, na energia e nos níveis de atividade. Esses
estados de humor variam de períodos de comportamento extremamente
“ascendente”, exaltado e energizado (conhecido como episódios maníacos) a
períodos muito tristes, “baixos” ou sem esperança (conhecidos como episódios
depressivos). Os períodos maníacos menos severos são conhecidos como
episódios hipomaníacos.
Tipos de Transtorno Bipolar

● Transtorno Bipolar I – definido por episódios maníacos que duram pelo
menos 7 dias, ou por sintomas maníacos que são tão graves que a
pessoa precisa de cuidados hospitalares imediatos.
Geralmente, episódios depressivos ocorrem também, tipicamente
durando pelo menos 2 semanas. Episódios de depressão com
características mistas (com depressão e sintomas maníacos ao mesmo
tempo) também são possíveis.
● Transtorno Bipolar II – definido por um padrão de episódios
depressivos e episódios hipomaníacos, mas não os episódios maníacos
desenvolvidos acima.
● Desordem ciclotímica (também chamada ciclotimia) – definida por
numerosos períodos de sintomas hipomaníacos, bem como inúmeros
períodos de sintomas depressivos de pelo menos 2 anos (1 ano em
crianças e adolescentes). No entanto, os sintomas não atendem aos
requisitos diagnósticos para um episódio hipomaníaco e um episódio
depressivo.
● Outros Transtornos Bipolares e Relacionados Especificados e Não
Especificados – definidos por sintomas de transtorno bipolar que não
correspondem às três categorias listadas acima.
Sinais e sintomas

As pessoas com transtorno bipolar experimentam períodos de intensidade não


usuais, mudanças nos padrões de sono e níveis de atividade e
comportamentos incomuns. Esses períodos distintos são chamados de
“episódios de humor”. Os episódios de humor são drasticamente diferentes dos
modos e comportamentos típicos da pessoa. As mudanças extremas na
energia, na atividade, e no sono vão junto com os episódios do modo.

As pessoas em episódios maníacos ou depressivos podem experimentar os


sinais como:
Maníaco:
● Sentir-se muito eufórico ou exaltado;
● Ter muita energia;
● Aumentar os níveis de atividade;
● Sentir-se "nervoso";
● Ter dificuldade para dormir;
● Tornar-se mais ativo do que o normal;
● Falar muito rápido sobre um monte de coisas diferentes;
● Ser agitado, irritável ou "sensível";
● Sentir que seus pensamentos estão indo muito rápido;
● Achar que eles podem fazer um monte de coisas de uma vez;
● Fazer coisas arriscadas, como gastar muito dinheiro ou ter sexo sem a
devida prevenção;

Episódio Depressivo
● Ter pouca energia;
● Sentir-se muito triste, vazio ou sem esperança;
● Ter níveis de atividade diminuídos;
● Ter dificuldade para dormir, eles podem ter insônia ou hipersonia;
● Sentir que não podem desfrutar de nada;
● Sentir-se preocupado e vazio;
● Ter problemas para se concentrar;
● Esquecer as coisas;
● Ter alterações no apetite;
● Sentir-se cansado ou preguiçoso;
● Pensar em morte ou suicídio;

Às vezes, um episódio de humor inclui uma junção de sintomas maníacos e


depressivos. Isso é chamado de episódio com características misturadas.
Pessoas experimentando um episódio com características combinadas
podem se sentir muito tristes, vazias ou sem esperança, ao mesmo tempo
em que se sentem extremamente energizadas.
A bipolaridade pode estar atual mesmo quando as oscilações de humor são
menos extremas. Por exemplo, algumas pessoas com transtorno bipolar
experimentam hipomania, uma forma menos grave de mania. Durante um
episódio hipomaníaco, um indivíduo pode se sentir muito bem, ser
altamente produtivo e funcionar bem. A pessoa pode não sentir que algo
está errado, mas a família e os amigos podem reconhecer as mudanças de
humor e / ou mudanças nos níveis de atividade como possível transtorno
bipolar. Sem tratamento adequado, as pessoas com hipomania podem
desenvolver mania severa ou depressão.
Diagnóstico

Um bom diagnóstico e tratamento ajudam as pessoas com transtorno bipolar a


levar vidas saudáveis ​e produtivas. Falar com um psiquiatra ou um psicólogo é
o primeiro passo para qualquer pessoa que desconfie de um quadro de
transtorno bipolar. Um psiquiatra pode completar um exame físico para
descartar outras condições. Se os problemas não são causados ​por outras
doenças, o médico pode realizar uma avaliação de saúde mental ou fornecer
uma referência a um psiquiatra ou psicólogo, que tenham experiência em
diagnosticar e tratar o transtorno bipolar.

Estrutura e funcionamento do cérebro


Alguns estudos mostram como o cérebro de pessoas com transtorno bipolar
pode diferir do cérebro de pessoas saudáveis ​ou pessoas com outros
transtornos mentais. Aprender mais sobre essas diferenças, juntamente com
novas informações de estudos genéticos, ajuda os cientistas a entender melhor
o transtorno bipolar e prever que tipos de tratamento funcionará de forma mais
eficaz.

Tratamentos e Terapias

O tratamento adequado pode ajudar muitas pessoas – mesmo aquelas com as


formas mais graves de bipolaridade – a obter um melhor controle de suas
mudanças de humor e outros sintomas bipolares. Um plano de tratamento
eficaz geralmente inclui uma combinação de medicação e psicoterapia. O
transtorno bipolar é uma doença vitalícia. Episódios de mania e depressão
costumam voltar ao longo do tempo. Entre os episódios, muitas pessoas com
transtorno bipolar podem se ver livres de mudanças de humor, mas algumas
pessoas podem ter sintomas persistentes. A longo prazo, o tratamento
contínuo ajuda a controlar estes sintomas.

Medicamentos

Diferentes tipos de medicamentos podem ajudar a controlar os sintomas do


transtorno bipolar. Um indivíduo pode precisar tentar vários medicamentos
diferentes antes de encontrar aqueles que funcionam melhor.

Os medicamentos geralmente usados ​para tratar o distúrbio bipolar incluem:


● Estabilizadores de humor
● Antipsicóticos atípicos
● Antidepressivos

Qualquer pessoa que tome um medicamento deve:

● Ter uma prescrição médica e ter a devida orientação de seu psiquiatra. É


importante compreender todos os riscos e benefícios da medicação.
● Informar qualquer preocupação sobre efeitos colaterais para um médico
imediatamente. O médico pode precisar alterar a dose ou tentar um
medicamento diferente.
● Evitar parar a medicação comunicar previamente seu médico. De
repente parar um medicamento pode levar a um efeito “rebote” ou piora
dos sintomas do transtorno bipolar. Outros efeitos de retirada
desconfortáveis ​ou potencialmente perigosos também são possíveis.

Psicoterapia

Quando feito em combinação com medicação, psicoterapia pode ser um


tratamento muito eficaz para o transtorno bipolar. Ela pode fornecer apoio,
educação e orientação para pessoas com o transtorno e suas famílias. Alguns
tratamentos de psicoterapia utilizados incluem:

● Terapia cognitivo-comportamental (TCC)


● Terapia focada na família
● Terapia de ritmos interpessoais e sociais
● Psicoeducação

Depoimento de pessoa com Transtorno de Bipolaridade

● Entrevistado: Não identificado.


● Qual doença?: Bipolaridade.
● Quanto tempo tem?: Há quase 36 anos.
● Quando descobriu?: Há 6 anos atrás.
● Como descobriu?: “Comecei com 36 anos tendo depressão, há 6 anos a
psicóloga descobriu que sou bipolar”
● Qual seu tratamento?: “Faço terapia com a psicóloga e
acompanhamento semanal com o psiquiatra”
● Usa algum tipo de remédio?: “Tomo Alprazolam (1mg), Quetiapina de
(100 mg) e Depakote (500 mg) 1 a tarde e 2 a noite. Os outros são a
noite também”
● Como é ter isso?: “Tem dia que fico triste, tenho muita tremedeira e
muita ansiedade. Quando falece alguém da família fico mais de um mês
sem dormir, mesmo aumentando os remédios o coração continua
agitado.”
● Quais os principais problemas que você enfrenta?: “Coração acelerado,
insônia e tremores pelo corpo”

● Depressão, O que é?

Depressão é basicamente o transtorno de humor ou transtorno de afetividade,


os dois se referem a mesma doença, depressão é caracterizada por uma
tristeza intensa com enorme duração, perda de interesse, ausência de ânimo e
oscilações de humor.
Tabus sobre a depressão

A verdade é que depressão está facilmente associada a jovens e adolescente,


mas nem sempre é assim, essa doença impacta de idosos a crianças. Muitas
pessoas tratam como besteira, porém nunca é besteira, sempre que alguém
nos relatar problemas devemos ajudá-los e conforta-los, não os julgar, pois o
problema não é nosso, não sabemos a forma onde isso impacta a vida da
pessoa. Existem até mesmo brincadeiras inadmissíveis sobre depressão ser
“uma doença do século”, o que é algo totalmente ignorante pois não precisa ser
formado no assunto para saber que agora as pessoas só tem mais abertura
para falar sobre isso, com qualquer pesquisa rápida pode se descobrir que o
termo depressão surgiu em 1680 para explicar um estado de desanimo e
tristeza.

Depressão atinge População

Hoje em dia no Brasil, cerca de 5,8% da população sofre com depressão, o que
está bem acima da média global, que é de 4,4%. Ou seja quase 12 milhões de
brasileiros sofrem com a doença, fazendo assim o país estar no topo do
ranking no número de casos da América Latina, segundo a OMS.
Causas:

Existem diversas causas para a depressão, na verdade a depressão já se vem


de um multifatorial, algumas causas são fatores genéticos, causas orgânicas e
psicológicas. Ao contrário do que todos pensam, os fatores psicológicos e
sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão, por culpa
do psicológico das pessoas ficar totalmente abalado, acaba afetando sua vida
social.
Fatores de ricos:

Os fatores de risco não significam sempre que uma pessoa que passe por
certas situações irá necessariamente ter depressão. Mas fatores que podem
colaborar para o diagnóstico de depressão são:
• Experiências estressantes.
• Medicações específicas, como a Isotretinoína, o antiviral interferon
alfa e corticoides.
• Trauma ou abuso na infância.
• Morte ou perda de alguém importante.
• Abusos físicos, sexual ou emocional.
• Abuso de álcool ou drogas.
• Problemas de saúde.
• Dores crônicas.
• Deficiência de neurotransmissores.
• Alterações na estrutura do cérebro.
• Doenças cerebrais.
• Distúrbios do sono.
• Baixa autoestima
• Autocritica
• Familiares com doença mental.
Se você já passou por algum desses fatores de risco,
na sua vida terá uma chance maior de sofrer de depressão, PORÉM NÃO
NECESSARIAMENTE

Diagnóstico

O diagnóstico dificilmente é simples de ser realizado. Portanto, se você tiver


dúvida a respeito da sua condição é sempre importante procurar por um
profissional especializado para ser avaliado e orientado da melhor maneira
possível.
Diferença entre Depressão e Ansiedade

A Ansiedade é uma sensação desagradável, inquietação, sensação de pressa,


incapacidade e urgência; já a depressão, por outro lado, é uma doença do
organismo, comprometendo o físico, o humor e o pensamento. A ansiedade
pode ser um distúrbio quando ocorre em momentos que não se justificam essa
dor ou quando é tão intensa e duradoura que acaba interferindo com a vida da
pessoa, a depressão entre tanto, muda a sua forma de ver e sentir a realidade,
modifica as suas emoções, a sua disposição, sua alimentação, seu sono e até
mesmo sua autoestima.
.

Sintomas

A depressão grave pode causar diversos sintomas, alguns podem ser


permanentes e outros ir e vir, assim afetando o humor ou até mesmo o corpo
das pessoas, esses sintomas funcionam de maneiras diferentes entre crianças,
mulheres e homens.

Os homens podem apresentar sintomas relacionados a:

• Humor como: raiva, agressividade, irritabilidade, ansiedade e


inquietação.
• Bem-estar emocional, como: se sentir vazio, triste e sem
esperanças.
• Comportamento, como: perda de interesse, não sentir mais prazer
nas atividades favoritas, sentir-se cansado com facilidade, ter
pensamentos suicidas, alcoolismo excessivo, uso de drogas e
participação em atividades de alto risco para sua vida.
• Interesse sexual, como: redução do desejo sexual em seu
parceiro(a) , falta de desempenho sexual.
• Habilidades cognitivas, como: incapacidade de concentração,
dificuldade para terminar tarefas e respostas atrasadas durante
suas conversas.
• Padrões de sono, como: insônia, sono agitado, sonolência
excessiva e não ser capaz de dormir a noite toda.
• Bem-estar físico, como: fadiga, dores, dores de cabeça e
problemas digestivos.

As mulheres podem apresentar sintomas relacionados a:

• Humor, como irritabilidade


• Bem-estar emocional, como: sentir-se triste ou vazio e ansioso ou
sem esperança.
• Comportamento, como: perda de interesse em atividades,
afastamento de compromissos sociais e pensamentos suicidas.
• Habilidades cognitivas, como: pensar ou falar mais devagar.
• Padrões de sono, como: dificuldade em dormir durante a noite,
acordar cedo e dormir muito.
• bem-estar físico, como diminuição de energia, maior fadiga,
alterações no apetite, mudança de peso, dores, dores de cabeça
e aumento de cãibras.

As crianças podem apresentar sintomas relacionados a:

• Humor, como: irritabilidade, raiva, alterações de humor e choro


• Bem-estar emocional, como: sentimentos de incompetência ou
desespero, choro e tristeza intensa.
• Comportamento, como: ter problemas na escola ou recusar-se a ir
à escola, evitar amigos ou irmãos e pensamentos de morte ou
suicídio
• Habilidades cognitivas, como: dificuldade de concentração,
declínio no desempenho escolar e mudanças nas notas
• Padrões de sono, como: dificuldade em dormir ou dormir muito
• Bem-estar físico, como: perda de energia, problemas digestivos,
alterações no apetite e perda ou ganho de peso

Ansiedade, O que é?

A ansiedade é uma emoção, que causa sensações ruins como preocupação


intensa, frequência cardíaca elevada, sudorese, entre outros. A repetição
frequente dessa emoção, pode ser classificada como patologia, e então, vira
um transtorno mental. No mundo acadêmico, o Transtorno de Ansiedade
Generalizada é extremamente preocupante, pois a cada dia que passa os
números de casos aumentam, e os estudantes se sentem cada vez mais
desmotivados.

(Fontes retiradas de entrevistas e estudos)


Sinais e Sintomas:
Pessoas que lidam com o transtorno no dia a dia, podem apresentar
procrastinação frequente, angústia, e quando algo não segue o planejado,
ataques de pânico e crises.
Porém existem 3 tipos de ansiedade; realística, neurótica, e moral.
Realista: De acordo com Edmund Freud, é caracterizada como medo de algo
do mundo externo (como uma punição da mãe).
Já a moral, medo de ser punido por algo que você quer fazer.
E por fim, temos a neurótica, que é a ansiedade caracterizada por algo que
não se sabe o que é, como se fosse um sentimento, mas sem razão aparente
para ocorrer.
Fontes retiradas de: psicologiamsn.com

Existem também, níveis de ansiedade, eles são; leve, moderado e grave.


Na ansiedade mais grave, a pessoa em grande parte das vezes é obrigada a
ter que conviver com crises frequentes, fobia social, tristeza repentina, medo de
pessoas, problemas de confiança e entre outros.
Preocupações e medos excessivos
Visão irreal de problemas
Inquietação ou sensação de estar sempre “nervoso”
Irritabilidade
Tensão muscular
Dores de cabeça
Sudorese
Dificuldade em manter a concentração
Náuseas ou queimação no estômago
Necessidade de ir ao banheiro com freqüência
Fadiga e sensação de cansaço constante
Dificuldade para dormir ou manter-se acordado
Surgimento de tremores e espasmos
Ficar facilmente assustado
A ansiedade moderada, assim como a grave, pode ser classificada como um
transtorno, ou seja, exige tratamento específico pois os sintomas são mais
severos.

E a ansiedade leve é aquela considerada normal, ou seja, que todas as


pessoas têm no curso de suas vidas. É ativada quando ocorre uma situação
que gera tensão, insegurança ou medo.
Os sintomas da ansiedade leve podem aparecer de maneira tanto física quanto
psicológica.
Sinais físicos: respiração ofegante, roer unhas, dor de barriga, tensão
muscular, dificuldade para dormir.
Sinais psicológicos: preocupação e medo constantes, irritabilidade, dificuldade
para se concentrar, nervosismo e agitação.
Possíveis Causas:
Não há uma causa específica, porém, o transtorno pode ser desencadeado por
traumas, doenças físicas, estresse, depressão, e até mesmo genética.
O tratamento envolve remédios, terapia e outros métodos.
Fontes retiradas de: boaconsulta.com

Em uma pesquisa feita, pessoas que responderam ter “ansiedade” (sendo elas
diagnosticadas por um profissional), cerca de 78% disseram que foi causada
por algum trauma, relacionamento abusivo (seja ele familiar ou não), ou por
situações como excesso de afazeres pendentes.

Muitas pessoas, inclusive famosos, convivem com a ansiedade no seu dia a


dia, por conta da pressão, agendas lotadas, e pouco sono. Muitos deles falam
que já dormem pensando no dia de amanhã, e trabalham demais para ter paz
uma vez no mês. Isso se torna preocupante, pois o número de diagnósticos vai
aumentando cada vez mais. Somente no Brasil, cerca de 19 milhões de
pessoas têm a doença, sendo o país que mais tem pessoas com ansiedade no
mundo inteiro. Segundo a OMS, pessoas entre 45 e 49 anos são as mais
afetadas pela doença.
Fontes: g1.globo.com
Uma curiosidade, é que ansiedade pode causar vômitos, tontura, dor de
cabeça, e até mesmo infartos! E mesmo com tudo isso, muitas pessoas
pensam que é “brincadeira” ou até mesmo “frescura”. Hoje em dia a
desinformação sobre esse tipo de transtorno, é uma das maiores causas para
as pessoas ignorarem e não procurarem ajuda.
Fontes: doctoralia.com.br
Como Controlar / Medicação

Existem remédios que podem controlar a ansiedade, mas eles são prescritos
por profissionais que são habilitados para poder escolher o melhor
medicamento para a pessoa poder fazer o seu tratamento. Há também,
brinquedos de apertar, arrastar, jogos, e tudo isso para a pessoa evitar hábitos
como: morder os lábios, roer as unhas, e se arranhar.
É muito importante se atentar aos sinais, para poder diagnosticar o mais rápido
possível. Lembrando que ansiedade não tem cura, pode durar por meses,
anos, ou a vida inteira, tudo depende de como a pessoa é.
Cada organismo reage de uma forma, e, por isso, existem níveis diferentes do
transtorno.
Por isso, se você tem um amigo, e suspeita que ele tenha o Transtorno de
Ansiedade, não esqueça de aconselhá-lo a procurar tratamento o mais rápido
possível, pois isso pode além de danificar a saúde mental, pode também
prejudicar a saúde física.
Para conseguirmos evitar que os números de pessoas com a doença cresçam,
precisamos pensar mais no próximo, e no que ele está sentindo, afinal, somos
todos seres humanos, e temos sentimentos. Evitar o estresse e a fadiga, e
ajudar mais uns aos outros sem julgar, também são ótimos jeitos de combater
esse problema.
Existem até alguns projetos feitos por pessoas fora de organizações
governamentais, que pagam por todo o tratamento, sem custo, para pessoas
que têm problemas mentais, ou transtornos.
Vale a pena se informar sobre, pois é muito importante e útil. Todas as pessoas
deveriam ser dignas de poder ter tratamento psicológico!
Métodos para Controlar
Quando estiver em uma crise, a primeira coisa que você precisa fazer, é
respirar bem fundo, e tentar se acalmar o máximo que der. Caso você tenha
amigos e parentes ou alguém próximo, peça a pessoa para você poder
desabafar, e poder colocar tudo que você sente para fora.
O que NÃO falar quando alguém está tendo uma crise de Ansiedade:
“Pare de frescura!”
“Só tem ansiedade quem tem mente vazia”
“Isso não é doença, você só está triste”
“Não fiz nada para você estar desse jeito comigo!”
“Se controla, para de frescura!”
Fontes:
https://blog.psicologiaviva.com.br/o-que-e-depressao/
https://www.psicologiapompeia.com.br/depressao-na-antiguidade/
https://www.minhavida.com.br/saude/temas/depressao
https://www.healthline.com/health/depression#test
https://www.vittude.com/blog/depressao/
https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/com-mais-de-12-milh%C3%B5es-de-
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https://www.vittude.com

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