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LICENCIATURA NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA

Cidade

COTIA 2021
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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 3
1 TEMA 4
2 JUSTIFICATIVA 5
3 PARTICIPANTES 7
4 OBJETIVOS 8
5 PROBLEMATIZAÇÃO 9
6 REFERENCIAL TEÓRICO 10
7 METODOLOGIA 14
8 CRONOGRAMA 15
9 RECURSOS 16
10 AVALIAÇÃO 17
CONSIDERAÇÕES FINAIS 18
REFERÊNCIAS 19

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INTRODUÇÃO

Neste trabalho apresentasse uma metodologia de ensino na disciplina de


história de acordo com as TICs (tecnologias da informação e comunicação) onde
tem o tema: “o uso de imagens para estudo da sociedade feudal com alunos do 6º
ano do ensino fundamental”.
Com base em textos de apoio e orientação, de pesquisa em sites abaixo
identificados tornasse possível a produção deste material referente ao apoio das
aulas de historia para os alunos do ensino básico com ênfase para o sexto ano do
ensino fundamental II.
Tendo em vista o distanciamento temporal entre o contexto em que o aluno
vive e o contexto histórico em que ele esteja estudando, o uso de textos imagéticos
pode ser sim uma boa metodologia a se aplicar em sala de aula,

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1 TEMA

O USO DAS IMAGENS PARA O ESTUDO DA SOCIEDADE FEUDAL COM


ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

O tema escolhido desperta interesse da parte docente por ativar o sentido


lúdico/imaginário dos alunos, para que o professor se sinta mais tranquilo em
transmitir os conhecimentos do conteúdo a ser estudado em sala de aula, ainda
que não tenha disponível, recursos de tecnologias avançadas (Datashow e/ou
outros) na unidade escolar, poderá usar esse projeto com imagens impressas, e
também é interessante pro aluno de sexto ano para que ele consiga com maior
facilidade imaginária através das imagens compreender que o assunto
apresentado na aula, mesmo tendo elevado grau de complexidade poderá ser

melhor entendido pela visualização de imagens.

1 Esse tema estar atrelado na sequencia didática “senhores e servos” de acordo


com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) que tem o objetivo de: (EF06HI16):
Caracterizar e comparar as dinâmicas de abastecimento e as formas de organização
do trabalho e da vida social em diferentes sociedades e períodos, com destaque
para as relações entre senhores e servos.
2 De acordo com o material do site nova escola onde podem ser encontrados
imagens e textos relacionados com as temáticas e sequencias didáticas da BNCC.
(www.novaescola.com.br, acesso em 07/08/2021)
O uso de textos imagéticos é fundamental para o ensino de história uma vez
que se trata de conteúdo em uma realidade distante no tempo e que as gerações
contemporâneas da realidade atual já estão adaptadas a dispositivos áudio/visuais
que certamente terá mais absorção do tema e poderá assim acumular “bagagens”
para a construção do seu conhecimento.
Com os textos expostos em imagens o professor poderá problematizar o tema
e envolver os alunos em debates dentro da sala de aula, ainda que seja de modo
remoto contextualizando o conteúdo e viabilizando possibilidades de os alunos
fazerem pesquisas sobre o tema proposto (em sites e/ou livros) que posam ter

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acesso com a orientação do professor.

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2 JUSTIFICATIVA

Nesse projeto de ensino em história, que tem o tema “o uso das imagens para
estudo da sociedade feudal com alunos do 6º ano do ensino fundamental” tem por
objetivo despertar o interesse do aluno para a construção do conhecimento ainda
que esse aluno não tenha muita prática/hábito de leitura de textos escritos, então
seria interessante que o professor use a metodologia de textos imagéticos auxiliando
assim o aluno a despertar interesse para determinados conteúdos de tamanha
complexidade como é o estudo de sistemas sociais, políticos, econômicos, de
trabalho e etc.
No caso desse projeto foi escolhido como tema a sociedade feudal por ser um
sistema social que entrelaça vários setores de uma “sociedade” como a política, a
economia, o governo, uso do espaço habitável, o trabalho, o povo como um todo em
um tempo em que as “classes sociais” tinham uma divisão mais explicitas na prática
que nos dias atuais do aluno de 6º ano, podendo assim o professor fazer uma
sequencia didática, porém, os textos imagéticos não podem se tornarem a única via
de abordagens de conteúdos como expressa Bittencuort.
O livro didático tem sido objeto de avaliações contraditórias nos últimos tempos. Existem
professores que abominam os livros escolares, culpando-os pelo estado precário da
educação escolar. Outros docentes calam-se ou se posicionam de forma positiva pelo auxílio
que os livros prestam no dia-a-dia complicado. O livro didático, no entanto, continua sendo o
material didático referencial de professores, pais e alunos que, apesar do preço,
consideram-no como referencial básico para o estudo; e em todo início do ano letivo as
editoras continuam colocando no mercado uma infinidade de obras, diferenciadas em
apud, DIAS et al, p 93
tamanho e qualidade. (BITTENCOURT, 2010, p. 71)
Com o uso dos textos imagéticos o professor mostra um consenso adaptativo
das realidades atuais no contesto social/escolar adaptando se na realidade atual
para continuar a cultura do ensino de história conforme afirma NETO.
Aos professores de História, tanto em seu processo de formação, como apontado por Toledo
e Costa1 (2014, p. 19), como em seu exercício profissional, a adoção dessa perspectiva
possibilitaria refletir historicamente sobre a própria cultura escolar em que estão inseridos,
observando as práticas, os saberes, as representações, os materiais didáticos, os códigos e
sujeitos, colocando-se, portanto, em perspectiva história.(neto p.5 projetar sobre
projetos:currículo e ensino de história)

Nesse ponto é que o professor precisa projetar sobre projetos que já existam
para dar continuidade na cultura de formação, adaptando-se as tecnologias

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contemporâneas, fundamentando o ensino de história de acordo com cada geração


de alunos e de acordo com a percepção cognitiva desses alunos com o intuito de
despertar em cada um o interesse próprio para a construção do conhecimento, com
efeito é possível que através de visualizações de imagens do sistema feudal o aluno
de sexto ano do ensino fundamental possa assimilar e acomodar conhecimentos
sociais, de trabalho e políticos/econômicos em sua memória e assim começar
construir seu conhecimento na perspectiva antropológica sócio cultural.

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3 PARTICIPANTES

Serão particularmente afetados nesse projeto de ensino em história alunos


exclusivos do 6º ano do ensino fundamental, mas essa metodologia poderá ser
aplicada em outras séries do ensino básico e também não será uma exclusividade
da disciplina de história, é que no caso especifico deste trabalho apresenta se
formas de trazer a atenção do aluno de sexto ano à luz do conhecimento no
contexto sociedade feudal através de imagens o professor de história irá propor aos
alunos como aquela sociedade se organizava, nesses moldes o professor ira buscar
na concepção de seus alunos as reflexões para que esses compreendam os
sistemas sociais tanto do passado como também os contemporâneos sem
anacronismo.

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4 OBJETIVOS

Objetivo Geral Em sala de aula mostrar imagens do


Mostrar aos alunos de 6º ano como
feudalismo, fundamentando-se em um
funcionam os sistemas sociais/governos
conteúdo específico o professor
provocará após a explicação da imagem
um debate temático aos seus alunos.
Objetivos Específicos Com textos imagens apresentados aos
Entender a sociedade em seu entorno,
alunos o professor de história
Perceber que a sociedade na qual
apresentará aos alunos do sexto ano do
vivemos ela passa por transformações
ensino fundamental que a sociedade
todo tempo.
feudal tinha um sistema hierarquizado
Ilustrar aos alunos que as forças sociais
como forma de se organizar dentro
como: política, economia, trabalho,
religião, classes sociais (estamentos), daquela contemporaneidade.
etc. tem existência em todos os períodos
históricos.

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5 PROBLEMATIZAÇÃO

Em uma escola onde os alunos dos anos finais do ensino fundamental em sua
maioria tem dificuldade de leitura de textos escritos, esse alunos também tem
impedimentos cognitivos para entender o que o autor quer passar no texto, ficando
assim desinteressados no assunto da matéria de história uma vez que nessa
disciplina alguns temas possam ter textos escritos um pouco mais
longos/complexos.
Os alunos começam achar isso cansativo, e logo perdem o interesse pela
disciplina de história dizendo: “mas como que eu vou saber disso se eu nem havia
nascido quando isso aconteceu”, se o professor de historia for ler o texto do
conteúdo aplicado na integra alguns alunos diram: “ isso já esta me dando sono”, e
também o tempo de aula pode não ser favorável a essa metodologia que pode ser
exaustiva para ambos envolvidos (professor e alunos) e com isso a aula de história
poderá fica monótona e sem sentido e sem objetivo.
Com a metodologia de textos imagéticos o professor de história poderá
formular uma sala de aula com narrativas sobre a imagem apresentada,
problematizar e debater com os alunos em um tempo quase que instantâneo, se for
para exibir um filme (se a escola possuir recursos) a aula de história poderá ficar
mas atraente, se for slides (se a escolar possuir Datashow) o professor apresenta a
tela e comenta, provocando uma contextualização com os alunos, no caso da escola
não possuir tecnologias mais avançadas de apresentação de imagens, ainda o
professor de história pode apresentar em um notebook particular (próprio) imagens
relacionadas de determinado período da história, ou ainda que não tenha o notebook
e/ou não tenha habilidades com slides, poderá o professor usar imagens impressas
em papel e mostradas aos alunos conduzindo-os assim à construção do
conhecimento.

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6 REFERENCIAL TEÓRICO

Em geral uma imagem tem vários significados, cada individuo observador tem
uma leitura da imagem à sua ótica, mas na sala de aula o professor de história ira
aplicar teorias históricas associadas ao contexto da representação imagética, por
exemplo: quando se apresenta uma imagem de uma ampulheta é normal que os
alunos a primeira vista achem curioso ou simplesmente digam que é um objeto
antigo, ou um aparelho de ciências antigas, mas o professor de história ao
apresentar uma imagem de uma ampulheta consegue direcionar a aula para um
contexto histórico onde explica que aquele objeto já foi muito importante para
determinada contemporaneidade antropológica da história, e levando a atenção dos
alunos para a imagem arquiteta a construção do conhecimento.
A leitura do contexto pode ser feita através de fontes não escritas como
admite Paulo Freire quando fala da leitura de mundo em seu livro “a importância do
ato de ler”
Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo
em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri
enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão
critica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da
linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do
mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da
continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A
compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das
relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu
me senti levado - e até gostosamente - a "reler" momentos fundamentais de minha prática,
guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha
adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão critica da importância do ato de ler
se veio em mim constituindo. Paulo Freire 1989.

Nesses temos entendesse que o aluno precisa ler, reler, interpretar para que
entenda o mundo a sua volta, e nessa vivencia o professor facilitador da
aprendizagem contempla seu aluno com textos imagéticos para que o aluno não se
fadigue com textos escritos que para muitos se torna enfadonho a leitura e o
entendimento.
Para que o professor se apoie e se desenvolva é preciso que se apoie em
estruturas que já existam (como as fontes de conhecimentos teóricos) e na
atualidade com tanta tecnologia se torna quase que instantâneo o uso de imagens

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pra quase tudo na vida das pessoas, seja na arte, na rua com anúncios de
publicidade, nas tão indispensáveis selfs, nesse contexto o professor precisa
projetar sobre um projeto que já esta na moda para que sua aula se insira no
contexto de seus alunos e ele (o professor) consiga êxito de mediar o
ensino/aprendizagem dando aos seus alunos possibilidades de construírem assim
seu conhecimento dentro do sentido histórico para compreenderem a sociedade em
que estão inseridos projetando que esses alunos ao entenderem o passado
consigam ter interesse de transformação de uma nova sociedade.
Não se projeta nunca para, mas sempre contra alguém ou alguma coisa: contra a
especulação imobiliária e as leis ou as autoridades que a protegem, contra a exploração do
homem pelo homem, contra a mecanização da existência, contra a inércia do hábito e do
costume, contra os tabus e a superstição, contra a agressão dos violentos, contra a
adversidade das forças naturais; sobretudo, projeta-se contra a resignação ao imprevisível,
ao acaso, à desordem, aos golpes cegos dos acontecimentos, ao destino. Projeta-se contra a
pressão de um passado imodificável, para que sua força seja impulso e não peso, senso de
responsabilidade e não complexo de culpa. Projeta-se contra algo que é, para que mude; não
se pode projetar para algo que não é; não se projeta para aquilo que será depois da
revolução, mas para a revolução, portanto contra todo tipo e modo de conservadorismo
(ARGAN, 2004, p. 53). Apud neto.

De acordo com ARGAN, 2004, e neto, o professor (de história nesse caso)
precisa se projetar para que por meio de alguma via de acesso ao conhecimento o
aluno de ensino básico (sexto ano do ensino fundamental) consiga chegar a luz do
conhecimento ainda que esse aluno não der muita importância ao estudo e seja
contra as teorias aplicadas, é necessário que o professor projete um método de
ensino/aprendizagem contra a falta de interesse do aluno desmotivado para ajudar o
aluno a construir seu conhecimento, sendo assim o método de textos imagéticos
pode ser um projeto que pode dar resultados positivos tanto para o professor quanto
para o aluno de sexto ano do ensino fundamental.
Se o professor de história em sua formação adquiriu conhecimentos
específicos na disciplina, terá facilidade de atrair a atenção do aluno por via de
alguma metodologia de ensino/aprendizagem ainda essa seja a apresentação de
textos imagéticos (imagens, vídeos/documentários, slides, etc.), no intuito de que
seus alunos construam seu conhecimento na disciplina de história e despertem o

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conhecimento sócio antropológico em sua consciência formando assim o saber


histórico.
No clássico livro Apologia da História ou O Ofício do Historiador, lemos que para Marc Bloch
(2001, p. 47) a História é “um esforço para o conhecer melhor: por conseguinte, uma coisa
em movimento” e, ainda, que “o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que
incessantemente se transforma e aperfeiçoa” (BLOCH, 2001, p. 75). Apud Neto.

Se referenciando por essas assertivas pode se afirmar que o saber histórico


pode ser caracterizado como uma ideologia criativa de quem busca esse
conhecimento uma vez que o conhecimento estar sempre em movimento e
transformação, aqui entendesse que o conhecimento histórico não sendo estático
ele pode se diferenciar em cada contexto social, de acordo com as tecnologias de
cada contemporaneidade aplicasse metodologias diferentes para a transmissão
desse saber histórico.
Dentro do contexto atual da educação é fundamental que o professor
“transporte” o aluno a uma dimensão de ensino aprendizagem onde juntos consigam
alcançar a construção de uma nova escola (um novo saber-aprender).
Por sua vez, ressaltamos que, para nós, a reinvenção da escola pressupõe, entre outros
aspectos, colocar em debate o modo de viver o currículo e/ou a prática educativa, refletindo e
discutindo, portanto, o que entendemos são os seus modos de organizar tempos e espaços,
relações, papéis de seus diferentes sujeitos e atores, saberes e conhecimentos, métodos,
técnicas e recursos, linguagens, planejamento e avaliação. E, embora reconheçamos que não
é suficiente promover transformações de caráter teórico-metodológico para mudar a escola,
consideramos que esse é um aspecto significativo para construir uma outra escola e,
portanto, uma outra educação, desde que tais mudanças sejam contextualizadas histórica e
culturalmente e estejam orientadas por princípios claramente formulados e que expressem
respostas às questões: que educação queremos construir? Que sujeitos/atores desejamos
ajudar a formar? Ou, em outras palavras, que prática escolar desejamos realizar a serviço de
quem e do quê? (CANDU, et al).

Para que o professor de história seja uma parte fundamental da cultural


escolar e ao mesmo tempo um agente da nova escola, e um contribuinte da nova
educação é fundamental que o professor de história embasado com o contexto e as
metodologias curriculares construa projetos de ensino aprendizagem que tenha a
clareza de transformar a educação e principalmente o pensamento social de seus
alunos que esses serão sem dúvidas a sociedade do futuro, é importante que o
professor de história desperte o interesse do aluno pela pesquisa para assim esse
construir seu conhecimento.

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Dentro da atualidade o professor de história poderá criar projetos de ensino


aprendizagem por meio das “TICs”(tecnologias da informação e comunicação)
levando assim o aluno de sexto ano do ensino fundamental a se posicionar dentro
de um contexto de sua geração e assim despertar o interesse pelo saber histórico,
participando ativamente e contribuindo para a construção da nova escola e também
da nova educação.
Conduzindo o aluno a ser protagonista de sua aprendizagem, e se
transformar em um ser autônomo buscando através da pesquisa fortalecer sua
intelectualidade ao se posicionar no contexto das diferentes participações sociais,
seja políticos, econômicos, de trabalhos, religiosos, etc.
Promover uma educação para o reconhecimento do ‘outro’, para o diálogo entre diferentes
grupos sociais e culturais. Uma educação para a negociação cultural, que enfrenta os
conflitos provocados pela assimetria de poder entre os diferentes grupos socioculturais em
nossa sociedade, e é capaz de favorecer a construção de um projeto comum, pelo qual as
diferenças são dialeticamente integradas (Candau, 2009, p. 59).

O professor facilitador da aprendizagem promovendo uma mediação entre o


ensino aprendizagem e aluno, transmite uma reflexão aos seus alunos onde esses
se embasam em reconhecer que vivemos em sociedades e somos seres com
culturas (costumes) diferenciadas uns dos outros, logo temos que ser sociáveis com
os demais e nesses moldes a educação se encarrega de formar seres capazes de
transformar a sociedade através de praticas dos próprios seres nela integrados.

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7 METODOLOGIA

Para a realização desse projeto é necessário que o professor de história tenha


acesso a fontes textuais para que faça a estruturação teórica do planejamento das
aulas e também de imagens para demonstração na parte prática que ao apresentar
a imagem direcione a atenção dos alunos em sala de aula para o contexto histórico
que se deseja aplicar, nesse caso em especifico aprender sobre o sistema feudal
através de analises de imagens.
O professor pode acessar sites que contemplem esse conteúdo e forneçam
imagens para apresentar em sala de aula e direcionar seus alunos ao debate dentro
do conteúdo apresentado, com uma ou mais imagens seja impressa em papel sulfite
ou apresentando no notebook/tv, Datashow, dependo dos recursos que possuir em
cada realidade escolar.
Sites de apoio que pode ser usado é:
https://cursos.novaescola.org.br/cursos. Nesse site é encontrado muitos temas de
aulas de história com textos escritos e imagens que o professor terá embasamento
para projetar aulas com clareza para seus alunos.

https://pt.slideshare.net. Acessando esse site podemos estudar vários temas que


são também representados em slides de fácil interpretação, e são apresentados em
série com uma sequencia didática que é bem fácil de entender.
E não podemos nos esquecer do próprio material didático fornecido pelos
diferentes sistemas de ensino (estadual, municipal e/ou particular) que permite ao
professor um planejamento estruturado no currículo aplicado em cada sistema.

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8 CRONOGRAMA

Etapas do Projeto Período

1. Planejamento O professor poderá fazer esse


O professor escolhe o tema da aula de planejamento uma vez na semana e
acordo com o currículo e o planejamento aplicar em sala durante as aulas.
pedagógico, elabora um plano de aula à
sua maneira sobre o tema, preparando
imagens relacionadas aos tópicos do
conteúdo a ser aplicado em sala.

2. Execução Esse tema sobre a sociedade feudal


Em sala de aula o professor começa a europeia de acordo com a BNCC (base
aula falando sobre o tema e passa nacional comum curricular) deve ser
referências de fontes onde pode ser aplicado e cinco aulas.
encontrado esse conteúdo, porque é
importante estudar esse tema no curso
em que esses alunos estão (6º ano
ensino fundamental II) e a cada tópico
ao invés de escrever todo o conteúdo
em lousa apresenta uma imagem e faz
uma explicação sobre aquele tópico.

3. Avaliação Em uma aula previamente agendada o


Quando os alunos se familiarizar com professor deve apresentar uma imagem
assunto o professor pode apresentar e assim aplicar critérios avaliativos de
uma imagem e fazer um questionário acordo com o currículo do sistema
escrito em que cada aluno possa escolar.
responder as questões observando a
imagem exposta, o professor recolhe as

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folhas e pontuará cada aluno conforme


seus acertos.

9 RECURSOS
Os recursos necessários para esse projeto não requer uma gama muito
grande e cara de recursos.
Recursos humanos: o professor, o coordenador/diretor/pedagogo da unidade
escolar,(esses tem que saber do projeto), precisa estar por dentro nos detalhes
desse projeto para que oriente o professor se ele pode/deve ou não aplicar essa
forma de ensino e aprendizagem, em sala de aula aos seus alunos.
Recursos materiais: o professor deve organizar para esse projeto as fontes de
onde ele irá retirar esse conteúdo, tais como apostilas, livros didáticos, sites, etc.
preparar os textos escritos e imagético que pode ser: através de slides, que
apresentará no Datashow, ou notebook, ou ainda pode apresentar em tv (no caso de
filmes/vídeos e documentários), pode ser imagens impressas e expostas na lousa,
se não houver outros recursos na escola.
Independente dos recursos humanos e materiais de apoio as aulas devem ser
totalmente voltadas à mediação do conhecimento do aluno para que esse busque a
construção do conhecimento.

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10 AVALIAÇÃO

Ao aplicar o tema o professor irá dividir em tópicos/subtítulos para facilitar o


entendimento do conteúdo por partes dos poucos seguirá apresentando uma
imagem de cada vez e deixando os alunos se envolverem com a ilustração, ao
mesmo tempo que problematizará verbalmente e logo explica para que o interesse
dos alunos não se disperse dessa forma o professor apresenta todos os textos
imagéticos em aulas nas quais fez esse planejamento, por exemplo: se o professor
planejar cinco aulas para o tema proposto na sexta aula deixará avisado que será
aplicado uma avaliação aos alunos e pede para que eles estudem sobre o tema, na
aula da avaliação apresentará uma imagem e aplicará as questões da prova a cada
aluno, recolherá no final e analisa os erros e acertos de cada alunos pontuando cada
um conforme seus acertos.
Ainda poderá o professor de história combinar com seus alunos para uma
possibilidade de avaliação verbal em formato de “quis” ou até mesmo em forma de
debate dentro do conteúdo proposto e assim o professor pontuar os alunos nos
critérios apontados no currículo do sistema de ensino ao qual estão inseridos.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

No trabalho aqui apresentado sob o tema: “o uso de imagens para estudo da


sociedade feudal com alunos do 6º ano do ensino fundamental” é uma abordagem
bastante interessante levando em consideração em que o aluno de sexto ainda não
estar acostumado com a diversidade quanto ao número de disciplinas no nível II do
ensino fundamental e que o conceito feudalismo ainda seja complexo demais para
sua percepção cognitiva, provavelmente através da leitura de imagens esses alunos
se identificarão com o conteúdo de maneira mais tranquila assim estabelecendo
afinidades com conteúdos históricos de distanciamentos épicos.
Temos muitas opções para trabalhar nessa metodologia, mas para que
aconteça de forma produtiva é esperado que o professor de história tenha uma
dedicação muito grande e um cuidado imenso para manter o foco aluno no conteúdo
aplicado nos textos imagéticos e conduzir o aluno à construção do conhecimento
dando lhe autonomia de aprendizagem sem deixar que ele se perca do foco de
ensino.

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da educação. Base Nacional Comum Curricular/ciências


humanas e sociais aplicadas. 2018.

CANDAUI, Vera Maria Ferrão. KOFFI, Adélia Maria Nehme Simão e. A Didática
Hoje: reinventando caminhos Educação & Realidade, Porto Alegre, 2015.

DIAZ, Natália Germano Gejão. MOREIRA, Thamires Regina Sarti Ribeiro.


GAVIÃO, Fábio Pires. ZUCCHI, Bianca Barbagallo. metodologia do ensino de
história, Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2019.

FREIRE, Paulo, a importância do ato de ler, São Paulo,1989

NETO, Antônio Simplício de Almeida, Projetar sobre projetos: currículo e ensino


de História Educar em Revista, Curitiba, 2020.

www.novaescola.com.br, feudalismo na idade média, acesso em 07/08/2021


www.slideshare.com,br, feudalismo na idade média, acesso em 07/08/2021

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