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Eletrônica de Potência

Característica do Diodo Circuito de Segunda Ordem (RLC)


Diodo: Interruptor está tico nã o controlado É definido suas propriedades:
unidirecional de corrente, cujo os estados de conduçã o • Fator de Amortecimento:
sã o determinados pelas tensõ es e correntes em um
circuito.
Podem ser classificados de 3 maneiras:
1. Diodos genéricos; • Frequência Ressonante:
2. Diodos de recuperaçã o rá pida;
3. Diodos Schottky; (Nã o há junçã o Física)

Porlarização:
1. p > n → Positiva A soluçã o para corrente alternada dependerá
2. n > p → Negativa destes valores, assim, teremos:
1. a = w0 → criticamente amortecido
Curva característica v-i de um diodo: 2. a > w0 → sobreamortecido
3. a < w0 → subamortecido;

1) Caso 1: A corrente será da forma

2) Caso 2: A corrente será da forma

3) Caso 3: As raízes serã o:

Esta curva característica é expressa pela


equação do diodo Schockley, dada por: Em que wr é a frequência ressonante amortecida:

• Id → Corrente no diodo; Assim, a soluçã o toma a forma:


• Is → Corrente de fuga;
• Vd → Tensã o do diodo;
• n → coeficiente de emissã o ou fator de
idealidade

VT é chamada tensã o térmica, dada por:

• Carga do elétron;
• Temperatura absoluta em Kelvin;
• Constante de Boltzmann.

Polarização Direta: VD > 0;

Polarização Reversa: VD < 0;


Retificadores
Um retificador é um circuito que converte um
sinal CA em um sinal unidirecional. Os diodos sã o
extensivamente utilizados em retificadores.

Performance de um Retificador

Eficiência (Razã o de retificaçã o), é definida como: Vrms =

A tensã o de saída pode ser considerada


composta de dois componentes: O valor CC e o
componente CA (ripple); Trifásico

Valor eficaz do componente CA é:


Vrms =
Vmédio =
Correntes Eficazes, no
Tensão Média na Carga diodo e no transformador:
Má xima corrente:

Fator de Forma: Fator de Ondulação:

Meia Onda

Carga puramente resistiva:

Vrms=

Carga RL:

Beta é o ângulo de condução após o PI

Onda Completa
Conversores CC-CA FOWARD
BUCK Derivado do conversor Buck, com adiçã o do
Em um a tensã o média de saída é menor que a transformador e de outro diodo no circuito de saída.
tensã o de entrada. Ou seja, chopper abaixador. Existe uma pequena energia magnetizante que
circula pelo nú cleo, que deve ser retirada a cada ciclo.
Por isso a necessidade de um enrolamento auxiliar no
transformador.
Porém, o transistor T2 e os diodos D1 e D4
fazem com que nã o seja necessá ria a implementaçã o
de um enrolamento de desmagnetizaçã o, pois o
pró prio enrolamento do primá rio do transformador
realiza essa tarefa.
Vo = d. Vi
Io = d. Ii
Vrms = Vo . sqrt(d)

d = Ton/T → É o dutycycle

BOOST
A tensã o pode variar da fonte de tensã o de Push-Pull
entrada ou seu multiplo. O conversor push-pull é um arranjo de dois
conversores forward, trabalhando em contrafase.
Quando T1 conduz, aparecem tensõ es nos
secundá rios. D2 conduz simultaneamente, mantendo
nulo o fluxo no transformador (desconsiderando a
componente associada à magnetizaçã o).
No intervalo entre as conduçõ es dos
transistores, os diodos D3 e D4 conduzem
Vo = Vi . (1 / 1 – d) simultaneamente.
No instante em que T1 é desligado,
BUCK-BOOST - (Cúk) continuidade do fluxo é garantida pela conduçã o de
Combinaçã o dos dois tipos de conversores. ambos os diodos, impondo tensã o nula no
enrolamento de saída. Os diodos atuam, assim, como
diodos de livre-circulaçã o (free-wheeling).
O ciclo de trabalho deve ser menor que 0,5 de
modo a evitar a conduçã o simultâ nea dos transistores

Vo = Vi . (d / 1 – d)

Se d > 0.5, a tensã o de saída será maior do que a de


entrada e o circuito operará no modo step-up.

Se d < 0.5, a tensã o de saída será menor do que a


tensã o de entrada e o circuito atuará no modo step-
down.

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