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MANUAL DO SISTEMA DE

INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO
(SIEX/UFMG)

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Belo Horizonte
PROEX/UFMG
2009

1
PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL: PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG
Capacitação em gestão universitária: construção do sistema de informação da Exntesão
(SIEX/UFMG)

Coordenação
Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben
Paula Cambraia de Mendonça Vianna

Equipe Técnica
Cláudia Ribeiro de Oliveira
Douglas Naves Coelho
Flávia Reis Vieira
Joaquim Divino de Souza
Marília Barcellos Guimarães
Valeska Cristina Barbosa

Apoio:
Carlos Alfeu Furtado da Fonseca
Diogo Freitas Duarte Magalhães
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Centro de Computação da UFMG

Desenvolvimento do Sistema:
Empresa Rede ADOK de Tecnologia da Informação

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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ....................................................................................... 5

1) O QUE É EXTENSÃO? ................................................................................. 7

2) O SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO DA UFMG (SIEX/UFMG) .......... 9


2.1) O que é o SIEX? .................................................................................. 9
2.2) Histórico .......................................................................................... 9
2.3) O novo SIEX/UFMG ........................................................................... 11

3) CONCEITOS DA EXTENSÃO .................................................................... 12


3.1) Áreas e Linhas de Extensão ............................................................... 12
3.1.1) Áreas de Conhecimento ............................................................. 12
3.1.2) Áreas temáticas ....................................................................... 12
3.1.3) Linhas de Extensão .................................................................. 14
3.2) Ações de Extensão .......................................................................... 22
3.2.1) Programa ............................................................................... 22
3.2.2) Projeto .................................................................................. 22
3.2.3) Curso ..................................................................................... 22
3.2.4) Evento ................................................................................... 24
3.2.5) Prestação de serviços ............................................................ 25
3.3) Publicações e outros Produtos Acadêmicos ....................................... 27
3.4) Relacionamentos entre as Ações de Extensão ................................... 29

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4)PROCESSO DE CADASTRAMENTO NO SIEX – PASSO A PASSO .................... 33
4.1) Programa .......................................................................................... 33
4.1.1) Guia DESCRIÇÃO ....................................................................... 33
4.1.2) Guia EQUIPE ............................................................................ 36
4.1.3) Guia PARCERIAS ....................................................................... 37
4.1.4) Guia ABRANGÊNCIA ................................................................... 38
4.1.5) Guia AÇÕES VINCULADAS ......................................................... 38
4.1.6) Guia RESULTADOS ATINGIDOS ................................................. 38
4.1.7) Guia HISTÓRICO ...................................................................... 39

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4.2) Projeto ................................................................................... 39
4.2.1) Guia DESCRIÇÃO ............................................................ 39
4.2.2) Guia EQUIPE ................................................................... 42
4.2.3) Guia PARCERIAS ............................................................. 43
4.2.4) Guia ABRANGÊNCIA ........................................................ 43
4.2.5) Guia AÇÕES VINCULADAS .............................................. 44
4.2.6) Guia RESULTADOS ATINGIDOS ........................................ 44
4.2.7) Guia HISTÓRICO ............................................................. 44
4.3) Curso ..................................................................................... 45
4.3.1) Guia DESCRIÇÃO ............................................................ 45
4.3.2) Guia EQUIPE .................................................................. 48
4.3.3) Guia PARCERIAS ............................................................. 49
4.3.4) Guia ABRANGÊNCIA ....................................................... 50
4.3.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS ........................................ 50
4.3.6) Guia HISTÓRICO ........................................................... 51
4.4)Evento ...................................................................................... 51
4.4.1) GUIA DESCRIÇÃO .............................................................. 51
4.4.2) Guia EQUIPE ................................................................... 54
4.4.3) Guia PARCERIAS ............................................................. 54
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4.4.4) Guia ABRANGÊNCIA ........................................................ 55


4.4.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS ........................................ 55
4.4.6) Guia HISTÓRICO ............................................................ 56
4.5)Prestação de Serviço ............................................................... 56
4.5.1) Guia DESCRIÇÃO ............................................................. 56
4.5.2) Guia EQUIPE .................................................................... 59
4.5.3) Guia PARCERIAS ........................................................... 60
4.5.4) Guia ABRANGÊNCIA ......................................................... 61
4.5.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS ........................................ 61
4.5.6) Guia HISTÓRICO ............................................................ 63

5) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................... 64

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Esse manual tem como objetivo facilitar e
esclarecer dúvidas no processo de registro das
ações de Extensão no novo Sistema de
Informação da Extensão na UFMG, o SIEX/UFMG.
Ele traz definições de conceitos básicos da
Extensão necessários para o preenchimento
correto dos formulários de registro, além de um
passo a passo para realização dos
cadastramentos, com a definição de cada um dos
campos do sistema.

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6 MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)
1. O QUE É EXTENSÃO?

CONCEITO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

“A Extensão Universitária é o processo educativo, cultural e científico


que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a
relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade.”
(Conceito definido no Plano Nacional de Extensão, de dezembro de 1999)

O Plano Nacional de Extensão define Diretrizes para a Extensão Universitária que devem
estar presentes em todas as ações de Extensão e que podem ser, didaticamente,
expressadas em quatro eixos:
Impacto e transformação: estabelecimento de uma relação entre a Universidade e
outros setores da Sociedade, com vistas a uma atuação transformadora, voltada
para os interesses e necessidades da maioria da população e implementadora de
desenvolvimento regional e de políticas públicas. Essa diretriz consolida a orientação
para cada ação da Extensão Universitária: frente à complexidade e a diversidade da
realidade, é necessário eleger as questões mais prioritárias, com abrangência
suficiente para uma atuação que colabore efetivamente para a mudança social.
Definida a questão, e preciso estudá-la em todos seus detalhes, formular soluções,
declarar o compromisso pessoal e institucional pela mudança, e atuar;

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Interação dialógica: desenvolvimento de relações entre universidade e setores
sociais marcadas pelo diálogo, pela ação de mão-dupla, de troca de saberes, de
superação do discurso da hegemonia acadêmica – que ainda marca uma concepção
ultrapassada de extensão: estender à sociedade o conhecimento acumulado pela
universidade – para uma aliança com movimentos sociais de superação de
desigualdades e de exclusão;

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Interdisciplinaridade: caracterizada pela interação de modelos e conceitos
complementares, de material analítico e de metodologias, buscando consistência
teórica e operacional que estruture o trabalho dos atores do processo social e que
conduza à interinstitucionalidade, construída na interação e inter-relação de
organizações, profissionais e pessoas;
Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão: reafirmando a Extensão como
processo acadêmico – justificando-lhe o adjetivo “universitária” –, em que toda
ação de Extensão deverá estar vinculada ao processo de formação de pessoas e de
geração de conhecimento, tendo o aluno como protagonista de sua formação técnica
para obtenção de competências necessárias à atuação profissional, e de sua
formação cidadã – reconhecer-se agente da garantia de direitos e deveres, assumindo
uma visão transformadora e um compromisso. Na aplicação dessa diretriz abre-se
um capítulo especial, o da participação da Extensão Universitária na flexibilização
da formação discente, contribuindo para a implementação das diretrizes curriculares
nacionais, com reconhecimento de ações de Extensão no processo curricular, com
atribuição de créditos acadêmicos.
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Para a institucionalização da Extensão Universitária é essencial que uma política de


Extensão – que inclua conceito, diretrizes, finalidades ou funções – seja definida em
instâncias institucionais de deliberação superior das IPES (Conselho Universitário, Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão, ou equivalentes) e normalizada em instrumentos legais
(Estatuto, Regimento Geral, Plano de Desenvolvimento Institucional, Resoluções,
Portarias, Editais, entre outros).

Entre os aspectos a serem normalizados podem ser incluídos o processo de aprovação


das ações de Extensão, os programas de bolsa para alunos, as formas de financiamento
da Extensão Universitária, as formas de participação do aluno nas ações de Extensão, o
aproveitamento curricular do aluno pela participação em Projetos, a valorização da
participação do docente nas ações de Extensão, as formas de participação da comunidade
externa no processo decisório da Extensão, as formas de participação de servidores
docentes nas ações de Extensão, as formas de participação de servidores técnico-
administrativos nas ações de Extensão, entre outros.

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2. O SISTEMA DE INFORMAÇÃO
DA EXTENSÃO DA UFMG (SIEX/UFMG)
2.1) O QUE É O SIEX?

O SIEX é o sistema de dados e informação da Extensão da UFMG. Ele é um sistema em


rede que permite o cadastramento, armazenamento e disponibilização dos dados dos
Programas, Projetos, Cursos, Eventos, Prestação de Serviços e Produções da Extensão.
O sistema é alimentado a partir do preenchimento dos formulários por qualquer usuário
previamente cadastrado e aprovado. As consultas a esse banco de dados são abertas a
toda a comunidade, sem a necessidade de cadastro prévio, código ou senha.

2.2) HISTÓRICO

Em 1988, durante a gestão da professora Maria Aparecida Andrés, com a aquisição dos
primeiros microcomputadores pela Pró-Reitoria de Extensão da UFMG (Proex), começou
um histórico de registro das atividades de Extensão na universidade, com a formação de
um banco de dados. Até então, essas atividades eram registradas apenas nos relatórios
Anuais, com circulação apenas na Proex e na Câmara de Extensão, e contemplavam
basicamente os Cursos de Extensão ofertados por algumas unidades. Entretanto, como
o armazenamento dessas primeiras informações em banco de dados era feito no próprio
computador, sem o estabelecimento de uma metodologia de registro e sem

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disponibilização em rede, o arquivamento, a visualização e circulação de dados ficavam
prejudicadas. Diante desse panorama, a Proex convidou um professor e um bolsista da
iniciação científica para desenvolverem um software próprio para a Extensão, que
facilitaria o cadastramento e sistematizaria o armazenamento de informações. Esse
software começou a ser desenvolvido em 1990, na gestão do professor Evandro Lemos
da Cunha, sendo implantado a partir de 1992, após aperfeiçoamentos.

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Em dezembro de 1992, foi desenvolvido, pela Comissão Permanente de Pessoal Docente
da UFMG (CPPD), o Sistema de Informações Acadêmicas da CPPD – INA, que incorporou
o Banco de Dados da Proex.

Entre 1993 e 1996, as produções da Extensão foram registradas nesses relatórios anuais
produzidos pelo INA, mas, ao final desse período, foi detectado que muitos dos dados
gerados pelo sistema eram repetidos, pois cada professor participante de uma mesma
ação incluía esta em seu relatório pessoal. Além disso, as informações da Extensão
continuavam não tendo visibilidade e circulação. Assim, em 1997 foi implantado, pela
Proex, um sistema informatizado de dados extensionistas da UFMG, que foi disponibilizado
em rede a passou a se chamar SIEX. Em 1998, o novo sistema foi distribuído para teste
em todos os Centros de Extensão das Unidades Acadêmicas (CENEX) da Universidade.
Nesse mesmo ano, o software SIEX também foi apresentado no Fórum Nacional de Pró-
Reitores de Extensão (Forproex), pelo Pró-Reitor de Extensão da UFMG, professor Edison
Corrêa, sendo distribuído gratuitamente a todas as universidades públicas brasileiras.

Entretanto, mesmo com a difusão do novo SIEX entre várias universidades do país, faltava
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ainda uma consolidação de um modelo e de conceitos que permitissem um intercâmbio


de experiências e uma padronização em nível nacional do registro das ações de Extensão.
Assim, em 2003, depois da definição e revisão de importantes terminologias da Extensão
no Forproex - como Programa, Projeto, entre outros - o SIEX foi adaptado, recebeu o apoio
do Ministério da Educação e passou a ser disponibilizado em rede para todas as
universidades públicas nacionais, tornando-se SIEX Brasil. Nessa época, em torno de 37
Instituições Federais de Ensino Superior aderiram ao SIEX e a UFMG passou a gerenciar o
processo de informações da Extensão no Forproex. Segundo Edison Corrêa, “o sistema
contribuiu para moldar conceitos de Extensão. Seu papel foi principal na sistematização
e institucionalização de políticas e registros das atividades extensionistas no país.”

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2.3) O NOVO SIEX/UFMG

Em 2006, o SIEX Brasil começou a apresentar muitas dificuldades para cumprir o seu
papel em razão da quantidade de demanda e de problemas criados pelo excesso de
informações acumuladas. Tendo em vista esse panorama e o constante crescimento da
Extensão na Universidade, que pode ser percebido, por exemplo, pelo aumento de 38%,
entre 2007 e 2009, no número de Projetos apresentados durante a Semana do
Conhecimento, a UFMG percebeu a necessidade de criar um sistema robusto que se
adequasse a uma realidade múltipla e complexa. Além disso, a UFMG é precursora e
tem se tornado referência para a discussão sobre a criação de indicadores da Extensão.

A criação desses indicadores exigirá da Proex um conjunto de informações auditáveis,


mensuráveis e comparáveis que foi levado em consideração para a proposição de um
novo projeto do SIEX/UFMG. A extração dos dados e as ferramentas de busca nessa nova
proposta foram concebidas para que esse processo seja ágil e confiável. Para isso, era
necessária uma base de dados sólida que registrasse o histórico das ações extensionistas
e que permitisse gerar indicadores, fazer avaliações periódicas e projeções de futuro.

O novo SIEX/UFMG permite o acompanhamento diário das atividades registradas e uma


maior confiabilidade nos dados consolidados. Armazena registros em Pdf das atividades
já registradas com suas alterações realizadas. Este sistema fará o Georreferenciamento
automático da Extensão, construirá os relatórios do INEP, da Avaliação Institucional/
UFMG e da Proplan/UFMG e suas ferramentas de busca permitirão o acesso rápido e
preciso. Além disso, há uma gestão de usuários e, dessa maneira, os Cenex poderão

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acompanhar o andamento das atividades em suas Unidades. Por sua vez, a Proex
acompanhará todo o processo. O usuário externo (não registrado) terá acesso somente
às atividades aprovadas em andamento ou concluídas. O processo de cadastro é agilizado
para que o docente e o técnico tenham mais facilidade para registrar as atividades.

O novo SIEX/UFMG não é mais um sistema de armazenamento de informações. Ele é um


sistema dinâmico, com interface amigável e fácil navegabilidade, que auxiliará na gestão
da Extensão e está alinhado com as reais necessidades apresentadas pela UFMG.

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3. CONCEITOS DA EXTENSÃO

3.1) ÁREAS E LINHAS DE EXTENSÃO

3.1.1) Áreas de Conhecimento

Todas as ações de Extensão Universitária devem ser classificadas em Áreas do


Conhecimento, tendo por base as definidas pelo CNPq. São elas:
- Ciências Exatas e da Terra
- Ciências Biológicas
- Engenharia/ Tecnologia
- Ciências da Saúda
- Ciências Agrárias
- Ciências Sociais
- Ciências Humanas
- Linguística, Letras e Artes
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3.1.2) Áreas temáticas

Todas as ações de Extensão deverão ser classificadas segundo a área temática. Como
grande número delas podem ser relacionadas a mais de uma área devem ser classificadas
em área temática principal (1) e, opcionalmente, em área temática secundária (2).

A classificação por área deve observar o objeto ou assunto que é enfocado na ação.
Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas uma correspondência absoluta com o
objeto da ação, a mais aproximada, tematicamente, deverá ser a escolhida.

A finalidade da classificação é a sistematização, de maneira a favorecer os estudos e


relatórios sobre a produção da Extensão Universitária, segundo agrupamentos temáticos,
bem como a articulação de indivíduos ou grupos que atuam na mesma área temática.

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As áreas temáticas para classificação das ações da Extensão Universitária são:
Comunicação: Comunicação social; mídia comunitária; comunicação escrita e
eletrônica; produção e difusão de material educativo; televisão universitária; rádio
universitária; capacitação e qualificação de recursos humanos e gestores de políticas
públicas de comunicação social; cooperação interinstitucional e cooperação
internacional na área.
Cultura: Desenvolvimento de cultura; cultura, memória e patrimônio; cultura e
memória social; cultura e sociedade; folclore, artesanato e tradições culturais;
produção cultural e artística na área de artes plásticas e artes gráficas; produção
cultural e artística na área de fotografia, cinema e vídeo ; produção cultural e artística
na área de música e dança; produção teatral e circense; rádio universitária;
capacitação de gestores de políticas públicas no setor cultural; cooperação
interinstitucional e cooperação internacional na área; cultura e memória social.
Direitos Humanos e Justiça: Assistência jurídica; capacitação e qualificação de
recursos humanos e de gestores de políticas públicas de direitos humanos;
cooperação interinstitucional e cooperação internacional na área; direitos de grupos
sociais; organizações populares; questão agrária.
Educação: Educação básica; educação e cidadania; educação a distância; educação
continuada; educação de jovens e adultos; educação especial; educação infantil;
ensino fundamental; ensino médio; incentivo à leitura; capacitação e qualificação
de recursos humanos e de gestores de políticas públicas de educação; cooperação
interinstitucional e cooperação internacional na área.
Meio Ambiente: Preservação e sustentabilidade do meio ambiente; meio ambiente
e desenvolvimento sustentável; desenvolvimento regional sustentável; aspectos
do meio ambiente e sustentabilidade do desenvolvimento urbano e do

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desenvolvimento rural; capacitação e qualificação de recursos humanos e gestores
de políticas públicas de meio ambiente; cooperação interinstitucional e cooperação
internacional na área; educação ambiental, gestão de recursos naturais, sistemas
integrados para bacias regionais.
Saúde: Promoção à saúde e qualidade de vida; atenção a grupos de pessoas com
necessidades especiais; atenção integral à mulher; atenção integral à criança;
atenção integral à saúde de adultos; atenção integral à terceira idade; atenção
integral ao jovem e adolescente; capacitação e qualificação de recursos humanos e
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de gestores de políticas públicas de saúde; cooperação interinstitucional e
cooperação internacional na área; desenvolvimento do sistema de saúde; saúde e
segurança no trabalho; esporte, lazer e saúde; hospitais e clínicas universitárias;
novas endemias e epidemias; saúde da família; uso e dependência de drogas.
Tecnologia e Produção: Transferência de tecnologias apropriadas;
empreendedorismo; empresas juniores;inovação tecnológica; polos tecnológicos;
capacitação e qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas
de ciências e tecnologia; cooperação interinstitucional e cooperação internacional
na área; direitos de propriedade e patentes.
Trabalho: Reforma agrária e trabalho rural; trabalho e inclusão social; capacitação
e qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas do trabalho;
cooperação interinstitucional e cooperação internacional na área; educação
profissional; organizações populares para o trabalho; cooperativas populares; questão
agrária; saúde e segurança no trabalho; trabalho infantil; turismo e oportunidades
de trabalho.

3.1.3) Linhas de Extensão


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A denominação Linhas de Extensão substituiu, a partir de 2006, a denominação anterior


Linha Programática; tem especial importância para a nucleação das ações de Extensão –
ou seja, a construção de Programas.

As Linhas de Extensão não são, necessariamente, ligadas a uma área temática, em


especial. Por exemplo, ações relativas à linha de Extensão “Inovação Tecnológica” podem
ser registradas na área temática Saúde, ou Educação, ou Trabalho, ou mesmo Tecnologia,
dependendo do tema em questão. Entretanto, propõe-se que as ações sejam classificadas
em uma única linha programática.

A finalidade da classificação em linhas é a sistematização das ações de maneira a


favorecer os estudos e relatórios sobre a produção da Extensão universitária, segundo
agrupamentos, bem como a articulação de indivíduos ou de grupos que atuam numa
mesma linha.

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As linhas de Extensão são:
Alfabetização, leitura e escrita: Alfabetização e letramento de crianças, jovens e
adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura;
desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão
nos Projetos político-pedagógicos das escolas.
Artes cênicas: Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação,capacitação
e qualificação de pessoas que atuam na área;memória, produção e difusão cultural
e artística.
Artes integradas: Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção
e da prática artística em um único Programa integrado; memória, produção e difusão
cultural e artística.
Artes plásticas: Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação;
formação, memória, produção e difusão cultural e artística.
Artes visuais: Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão
cultural e artística.
Comunicação Estratégica: Elaboração, implementação e avaliação de planos
estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para
organizações de natureza diversa em atividades de publicidade, propaganda e de
relações públicas; suporte de comunicação a programas e projetos de mobilização
social, a organizações governamentais e da sociedade civil.
Desenvolvimento de produtos: Produção de origem animal, vegetal, mineral e
laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e
comercialização de produtos e subprodutos.
Desenvolvimento regional: Elaboração de diagnóstico e de propostas de

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planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração
de planos diretores, a soluções, tratamento de problemas e melhoria da qualidade
de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de
incorporação na implementação das ações; participação em fóruns Desenvolvimento
Local Integrado e Sustentável – DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais,
estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios e associações a.ns;
elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo
como base recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; permacultura;

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definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e
sustentabilidade.
Desenvolvimento rural e questão agrária: Constituição e/ou implementação de
iniciativas de reforma agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de
desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural
sustentável; organização rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades
e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o
desenvolvimento rural; definição de critérios e de políticas de fomento para o meio
rural; avaliação de impactos de políticas de desenvolvimento rural.
Desenvolvimento tecnológico: Processos de investigação e produção de novas
tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive
tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços
tecnológicos; estudos de viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de
tecnologias.
Desenvolvimento urbano: Planejamento, implementação e avaliação de processos e
metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das
comunidades urbanas; urbanismo.
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Direitos individuais e coletivos: Apoio a organizações e ações de memória social,


defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência
jurídica e judiciária, individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica
e jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.
Educação profissional: Formação técnica profissional, visando a valorização,
aperfeiçoamento, promoção do acesso aos direitos trabalhistas e inserção no mercado
de trabalho.
Empreendedorismo: Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras,
incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e
empreendimentos solidários e outras ações voltadas para a identificação,
aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na
criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade.
Emprego e renda: Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho,
emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas

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cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia
solidária, agricultura familiar, dentre outros.
Endemias e epidemias: Planejamento, implementação e avaliação de metodologias
de intervenção e de investigação tendo como tema o perfil epidemiológico de endemias
e epidemias e a transmissão de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.
Espaços de ciência: Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos
em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas,
entre outros; organização desses espaços.
Esporte e lazer: Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências
de lazer para crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão,
participação social e promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos político-
pedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas
no ensino da Educação Física, Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção
e fomento de talentos esportivos.
Estilismo: Estilismo e moda
Fármacos e medicamentos: Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde,
em seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico
laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e
toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.
Formação de professores (formação docente): Formação e valorização de professores,
envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização do trabalho
pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de
direitos trabalhistas e a inclusão no mercado de trabalho formal.
Gestão do trabalho: Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações

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de trabalho urbano e rural (formas associadas de produção, trabalho informal,
incubadora de cooperativas populares, agronegócios, agroindústria, práticas e
produções caseiras, dentre outros).
Gestão informacional: Sistemas de fornecimento e divulgação de informações
econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do
terceiro setor.

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Gestão institucional: Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e
instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e não-
governamentais.
Gestão pública: Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto
dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos
populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação
e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).
Grupos sociais vulneráveis: Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de
diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação,
saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão;
promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de
intervenção.
Infância e adolescência: Processos de atenção (educação, saúde, assistência social,
etc), promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e
erradicação do trabalho infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo
como objeto enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias.
Inovação tecnológica: Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos
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e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes


nas diversas áreas do conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto
ou processo aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação
de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).
Jornalismo: Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e
eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de
mídia.
Jovens e adultos: Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), emancipação
e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos;
desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a juventude e/
ou a idade adulta.
Línguas estrangeiras: Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e
sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de
processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.

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Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem: Metodologias e estratégias
específicas de ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial
e de pedagogia de formação inicial, educação continuada, educação permanente e
formação profissional.
Mídias-artes: Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.
Mídias: Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins, rádio,
televisão, jornal, revistas,internet, etc); promoção do uso didático dos meios de educação
e de ações educativas sobre as mídias.
Música: Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de
pessoas que atuam na área musical; produção e divulgação de informações,
conhecimentos e material didático na área; memória, produção e difusão cultural e
artística.
Organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares: Apoio à formação,
organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s,
OSCIP’s, redes, cooperativas populares, sindicatos, dentre outros.
Patrimônio cultural, histórico, natural e imaterial: Preservação, recuperação,
promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis
e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura,
teatro, dança, artesanato, folclore, manifestações religiosas populares), natural
(natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante
formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas,
centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos;
restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e
promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos religiosos

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


populares; valorização do patrimônio; memória, produção e difusão cultural e artística.
Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais: Processos de
atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão de
pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes,
doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras; promoção, defesa e garantia de
direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo
como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias.

19
Propriedade intelectual e patente: Processos de identificação, regulamentação e
registro de direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente.
Questões ambientais: Implementação e avaliação de processos de educação ambiental
de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de
impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação
de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e
qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.
Recursos hídricos: Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos
recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção
e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês
estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios
municipais de recursos hídricos.
Resíduos sólidos: Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais,
financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e
econômicos, para coletar, segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e
desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos
urbanos, coleta seletiva, instalação de manejo de resíduos sólidos urbanos
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final (aterros sanitários e


controlados), e remediação de resíduos a céu aberto; orientação à organização de
catadores de lixo.
Saúde animal: Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal:
prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em
laboratórios, clínicas e hospitais veterinários universitários.
Saúde da família: Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde
da família.
Saúde e proteção no trabalho: Processos assistenciais, metodologias de intervenção,
ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como
alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde
ocupacional.
Saúde humana: Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização
dos serviços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas
e hospitais universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados

20
de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia,
dentre outras.
Segurança alimentar e nutricional: Incentivo à produção de alimentos básicos,
auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição,
educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa
do consumo alimentar.
Segurança pública e defesa social: Planejamento, implementação e avaliação de
processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de
segurança pública, visando proporcionar soluções e tratamento de problemas
relacionados; orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e social à
população carcerária e seus familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e
trabalho aos apenados e familiares; questão penitenciária; violência; mediação de
conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a testemunhas;
policiamento comunitário.
Tecnologia da informação: Desenvolvimento de competência informacional para
identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar
informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital.

Temas específicos
Desenvolvimento humano: Temas das diversas áreas do conhecimento,
especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra,
da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística, (letras e artes), visando a
reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento humano.
Terceira idade: Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


(educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção,
defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção,
tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.
Turismo: Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer,
de negócios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento
de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção e divulgação
de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais.

21
Uso de drogas e dependência química: Prevenção e limitação da incidência e do
consumo de drogas; tratamento de dependentes; assistência e orientação a usuários
de drogas; recuperação e reintegração social.

3.2) AÇÕES DE EXTENSÃO

As ações de Extensão são classificadas em Programa, Projeto, Curso, Evento e Prestação


de Serviços, e obedecem às seguintes definições:

3.2.1) Programa

“Conjunto articulado de Projetos e outras ações de Extensão (Cursos, Eventos, Prestação


de Serviços), preferencialmente integrando as ações de Extensão, pesquisa e ensino.
Tem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo
comum, sendo executado a médio e longo prazo”.

3.2.2) Projeto
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

“Ação processual e contínua de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico,


com objetivo específico e prazo determinado”.

O Projeto pode ser:


• Vinculado a um Programa (forma preferencial – o Projeto faz parte de uma
nucleação de ações);
• Não-vinculado a Programa (Projeto isolado).

3.2.3) Curso

“Ação pedagógica, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejada e


organizada de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 horas e critérios de
avaliação definidos”.

22
Observações:
• Ações dessa natureza com menos de 8 horas devem ser classificadas como
“Evento”.
• Prestação de serviço realizada como Curso deverá ser registrada como Curso.
• Curso presencial exige a presença do aluno durante toda a oferta da carga horária.
• Curso de extensão a distância é caracterizado pela não-exigência da presença do
aluno durante toda a oferta da carga horária; as atividades presenciais (sessões de
esclarecimento, orientação presencial, avaliação, etc) não devem ultrapassar 20%
da carga horária total.

Classificação dos Cursos de Extensão Universitária e definições:


Categoria I
Presencial: Curso cuja carga horária computada é referente à atividade na presença
de professor/instrutor.
A distância: Curso cuja carga horária computada compreende atividades realizadas
sem presença/supervisão de professor/instrutor (as avaliações podem ser
presenciais).

Categoria II
Até 30 horas
Igual ou superior a 30 horas

Categoria III
Iniciação: Curso que objetiva, principalmente, oferecer noções introdutórias em

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uma área específica do conhecimento.
Atualização: Curso que objetiva, principalmente, atualizar e ampliar conhecimentos,
habilidades ou técnicas em uma área do conhecimento.
Treinamento e qualificação profissional: Curso que objetiva, principalmente, treinar
e capacitar em atividades profissionais específicas.

23
Aperfeiçoamento*: Curso com carga horária mínima de 180h, destinado a
graduados.
Treinamento e Qualificação profissional: Curso que objetiva, principalmente, treinar
e capacitar em atividades profissionais específicas.

3.2.4) Evento

“Ação que implica na apresentação e/ou exibição pública, livre ou com clientela específica,
do conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico e tecnológico
desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Universidade”.

Classificação (tipos) de Eventos e definições


Congresso: Evento de grandes proporções, de âmbito regional, nacional ou
internacional, em geral com duração de 3 a 7 dias, que reúne participantes de uma
comunidade científica ou profissional ampla. Observação: realizado como um
conjunto de atividades, como mesas redondas, palestras, conferências, apresentação
de trabalhos, cursos, mini-cursos, oficinas/workshops; os cursos incluídos no
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

congresso, com duração igual ou superior a 8 horas devem, também, ser registradas
e certificadas como curso. Incluem-se nessa classificação Eventos de grande porte,
como conferência nacional de..., reunião anual de..., etc.
Seminário e Evento análogo: Evento científico de âmbito menor do que o congresso,
tanto em termos de duração (horas a 1 ou 2 dias), quanto de número de participantes,
cobrindo campos de conhecimento mais especializados. Incluem-se nessa
classificação Eventos de médio porte, como encontro, simpósio, jornada, colóquio,
fórum, reunião, mesa-redonda, etc.
Ciclo de debates: Encontros seqüenciais que visam a discussão de um tema
específico.
Inclui: Ciclo de..., Circuito..., Semana de...
Exposição: Exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc. Em geral é
utilizada para promoção e venda de produtos e serviços. Inclui: feira, salão, mostra,
lançamento.

24
Espetáculo: Demonstração pública de eventos cênicos musicais. Inclui: recital,
concerto, show, apresentação teatral, exibição de cinema e televisão, demonstração
pública de canto, dança e interpretação musical.
Evento esportivo: Inclui: campeonato, torneio, olimpíada, apresentação esportiva.
Festival: Série de ações/eventos ou espetáculos artísticos, culturais ou esportivos,
realizados concomitantemente, em geral em edições periódicas.
Outros: Ação pontual de mobilização que visa a um objetivo definido. Inclui
campanha.

3.2.5) Prestação de serviços

“Realização de trabalho oferecido pela Instituição de Educação Superior ou contratado


por terceiros (comunidade, empresa, órgão público, etc.); a Prestação de serviços se
caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade processo/produto e não resulta na posse
de um bem”.
Observação: quando a Prestação de serviço é oferecida como Curso ou Projeto de Extensão
deve ser registrada como tal (Curso ou Projeto).

Classificação (tipos) de prestações de serviço e definições.

Atendimento ao público em espaços de cultura, ciência e tecnologia


Espaços e Museus Culturais: Atendimento a visitantes em museus e centros de
memória das Instituições de Ensino Superior. No caso, refere-se a espaços ligados à
UFMG.

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Atendimento ao público em espaços culturais das Instituições de Ensino Superior.
No caso, refere-se a espaços ligados à UFMG.
Espaços e Museus de Ciência e Tecnologia: Atendimento ao público em espaços
de ciência e tecnologia das Instituições de Ensino Superior, como observatório
astronômico, estação ecológica, planetário, jardim botânico, setores e laboratórios,
etc. No caso, refere-se a espaços ligados à UFMG.

25
Cineclubes: Atendimento ao público em cineclubes das Instituições de Ensino
Superior. No caso, refere-se a espaços ligados à UFMG.
Outros espaços: Outros atendimentos não incluídos nos itens anteriores.

Serviço eventual
Consultoria: Análise e emissão de pareceres, envolvendo pessoal do quadro, acerca
de situações e/ou temas específicos.
Assessoria: Assistência ou auxílio técnico em um assunto específico, envolvendo
pessoal do quadro, graças a conhecimentos especializados.
Curadoria: Organização e manutenção de acervos e mostras de arte e cultura,
envolvendo pessoal do quadro.
Outros: Incluem-se nessa categoria pesquisa encomendada, restauração de bens
móveis e imóveis e outras prestações de serviço eventuais.

Atividades de propriedade intelectual


Depósito de Patentes e Modelos de Utilidades: Depósitos e registro de patentes,
registro de Marcas e Softwares.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Contratos de Transferência de Tecnologia: Contrato de transferência de direito


sobre tecnologia.
Registro de Direitos Autorais: Exames e laudos técnicos.

Exame e Laudos Técnicos


Laudos Técnicos: Exames, perícias e laudos realizados pelas diversas áreas da
instituição de educação superior que oferece serviço permanente, envolvendo
pessoal do quadro. Inclui: análise de solos, exames agronômicos e botânicos, análise
farmacológica, qualidades de produtos, laudos médicos, psicológicos, antropológicos,
perícia ambiental, dentre outros.

Atendimento Jurídico e Judicial


Atendimento Jurídico e Judicial: Atendimentos a pessoas em orientação ou
encaminhamento de questões jurídicas ou judiciais.

26
Atendimento em Saúde Humana
Consultas Ambulatoriais: Consulta ambulatorial ou domiciliar programada, prestada
por profissionais da área da saúde.
Consultas de Emergência e Urgência: Consulta em situação que exige pronto
atendimento (emergências e urgências).
Internações: Atendimento a pacientes internados.
Cirurgias: Intervenções cirúrgicas (hospitalares e ambulatoriais).
Exames Laboratoriais: Exames de patologia clínica e anátomo-patologia.
Exames Secundários/Complementares: Radiologia, ultra-sonografia e outros
exames por imagem, provas funcionais, endoscopia, etc.
Outros Atendimentos: Atendimentos não incluídos nos intens anteriores.

Atendimento em Saúde Animal


Atendimentos veterinários ambulatoriais: Atendimento ambulatorial a animais.
Internações veterinárias: Assistência veterinária a animais internados.
Cirurgias veterinárias: Intervenções cirúrgicas em animais (hospitalares e
ambulatoriais).
Exames laboratoriais e secundários/complementares em veterinária: Exames
de patologia clínica e anátomo-patologia; radiologia, ultra-sonografia e outros
exames por imagem, provas funcionais, endoscopia, etc.
Outros Atendimentos veterinários: Atendimentos não incluídos nos intens
anteriores.

3.3) PUBLICAÇÕES E OUTROS PRODUTOS ACADÊMICOS

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“Caracterizam-se como a produção de publicações e produtos acadêmicos decorrentes
das ações de Extensão, para difusão e divulgação cultural, científica ou tecnológica”.

Embora não sejam consideradas como ações de extensão – na realidade, o processo de


sua produção é parte da implementação da ação de extensão, gerando-as como resultado
– as publicações e outros produtos acadêmicos de extensão devem ser registradas e
relatadas. Uma das dificuldades de identificação da origem em ações de Extensão é que
elas são, geralmente, incluídas como produção científica, nos sistemas de registro em
uso nas universidades e agências.
27
Classificação de publicações e outros produtos acadêmicos de Extensão Universitária
Livro: Produção efetivada (não incluir no prelo); inclui traduções de livro.
Anais: Anais de eventos científicos publicados.
Capítulo de livro: Produção efetivada (não incluir no prelo); inclui composições e
arranjos editados e divulgados.
Artigo: Inclui artigos em periódicos nacionais e estrangeiros e trabalhos completos
em congressos publicados em anais.
Comunicação: Inclui comunicações e resumos publicados em anais de eventos
científicos.
Manual: Inclui cartilhas, livrete ou libreto, fascículos, cadernos.
Jornal: Periódico de divulgação de notícias, entrevistas, comentários e informações.
Inclui boletim periódico.
Revista: Revistas e outros periódicos semelhantes editados.
Relatório Técnico: Textos completos voltados para divulgação restrita: publicações
ou relatórios de produção, relatório de tecnologias e de metodologias de extensão,
teses e dissertações de docentes, memoriais de concursos, relatórios técnicos.
Produto audiovisual – filme: Filmes produzidos pelas IES. No caso, refere-se a
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

produções ligadas à UFMG.


Produto audiovisual – vídeo: Vídeos produzidos pelas IES. No caso, refere-se a
produções ligadas à UFMG.
Produto audiovisual – CD’s: CD’s produzidos pelas IES. No caso, refere-se a
produções ligadas à UFMG.
Produto audiovisual – DVD: DVD’s criados pelas IES. No caso, refere-se a produções
ligadas à UFMG.
Produto audiovisual – outros: Outros produtos audiovisuais não classificados nos
itens anteriores. Inclui: fitas cassetes, discos, etc.
Programa de Rádio: Programas produzidos com caráter de difusão em Rádio.
Programa de TV: Programas produzidos com caráter de difusão em TV.
Aplicativo para computador: Softwares produzidos pelas IES. No caso, refere-se a
produções ligadas à UFMG.
Jogo educativo: Jogos educativos criados ou produzidos pelas IES. No caso, refere-
se a produções ligadas à UFMG.

28
Produto artístico: Inclui: partituras, arranjos musicais, gravuras, textos teatrais,
entre outros.
Site: Sítio virtual. Conjunto de páginas virtualmente localizadas em algum portal da
Word Wide Web, a rede mundial de computadores.
Trabalho de extensão apresentado na Semana do Conhecimento e Cultura da
UFMG: Inclui pôsteres e apresentações.
Outros: Outras publicações e produtos acadêmicos não classificados nos itens
anteriores.

3.4) RELACIONAMENTOS ENTRE AS AÇÕES DE EXTENSÃO

A sistematização das ações de Extensão em Programas constitui-se em uma das melhores


soluções para o cumprimento das diretrizes de impacto, interação social dialógica e
construção de parcerias, interdisciplinaridade e integração ensino/pesquisa/extensão.
Algumas estratégias podem ser implementadas:
1. Identificação de Projetos que atuam em uma mesma Linha de Extensão. As etapas
para a construção de Programa passam pela identificação desses Projetos,
aproximação dos atores, setores e instituições – incluindo equipes, departamentos
e unidades acadêmicas –, articulação e integração dos mesmos, sob a forma de
reuniões de ‘conciliação’ ou seminários temáticos,estabelecimento de mecanismos
de gestão, etc. Algumas vezes, pela dimensão do trabalho já assumido, ou pela
dificuldade de articular grupos e propostas, uma linha de extensão comporta dois
ou mais Programas.

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2. A partir de linhas consideradas prioritárias, institucional e socialmente, ou pela
demanda de políticas públicas, a implementação de Programa, ou Programas, podem
ser desencadeada por meio de uma chamada à apresentação de Projetos, que vai
reunir antigas e novas ações de Extensão, agora estruturadas como o Programa
desejado.

29
Em ambas as situações, a indução institucional deverá estar presente, como apoio
financeiro seletivo, alocação de bolsistas de extensão, o direcionamento a editais públicos
em que estejam definidas diretrizes de acordo com a política de extensão.

Os Programas estruturados, por seus Projetos, vão oferecendo outras ações de Extensão
relacionadas à Linha de Extensão à qual atende o Programa, como Cursos, Eventos,
Prestação de serviços e elaboração e publicação/difusão de produtos acadêmicos. Muitas
dessas ações – desenvolvidas em parceria pelos Projetos e seus participantes – tem
forte ação consolidadora do Programa.

O esquema geral (Figura 1) e o exemplo (Figura 2) ilustram essas estratégias. No exemplo


da Figura 2, três Projetos – Envelhecer com Segurança e Cultura, Contando Contos e
Saberes e Fazeres – são vinculados a um Programa – Universidade da Terceira Idade – e
desenvolvem, além de suas atividades próprias, outras ações, algumas em parceria. O
Programa está registrado na área temática Direitos Humanos e Justiça e, secundariamente,
à área Educação. Vincula-se à linha de extensão Terceira Idade.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Dois Projetos, em parceria, oferecem um Curso – Preparação de Cuidadores de Idosos. O


outro Projeto oferece um outro Curso – Psicologia da Terceira Idade – e faz uma consultoria
– Organização e Gestão – para uma ONG. Um Evento e uma cartilha são produzidos pelos
Projetos, em conjunto.

30
LINHA DE EXTENSÃO

Área temática Área temática


(1) principal (2) secundária

Programa

Evento Projeto de Extensão Curso

Produção e Publicação Prestação de Serviço

Figura 1: Esquema geral de relacionamento entre ações de Extensão.

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31
LINHA DE EXTENSÃO
Terceira Idade

Área temática (1) Área temática (2)


Principal: Direitos Humanos e Secundária: Saúde
Justiça

Programa
Universidade da Terceira Idade

PUBLICAÇÃO: Cartilha PROJETO: Envelhecer


Expressão Corporal com Segurança
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

EVENTO: Dia do Idoso

PROJETO: Contato
CURSO: Preparação de Contos
Cuidadores

PROJETO: Saberes
e Fazeres
PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS:

Parcerias para elaboração e


implementação da ação - - -
CURSO: Psicologia da
Vinculação -------->
Terceira Idade

Figura 2: Exemplo de parcerias e vinculações entre ações de Extensão.

32
4. PROCESSO DE CADASTRAMENTO NO
SIEX – PASSO A PASSO
Seguem abaixo descrições e explicações de todos os campos que compõem as páginas
de registro do SIEX, para facilitar o processo de cadastramento e esclarecer possíveis
dúvidas sobre o preenchimento de cada espaço.

Obs: Todos os campos do SIEX que possuem um asterisco são campos obrigatórios. Caso
eles não sejam preenchidos, o registro da ação não será realizado.

4.1) PROGRAMA

4.1.1) Guia DESCRIÇÃO

Título: Determinar um título para a ação de Extensão.


Data de início: data em que se iniciou ou se iniciará a ação de Extensão. Considerar
no preenchimento deste campo as atividades de planejamento da ação.
Previsão de término: Data estipulada para o encerramento das atividades desta
ação. Caso a ação não tenha uma data certa para seu encerramento, determinar
uma data aproximada, pois este campo não pode ficar sem preenchimento.
Data de aprovação pelo órgão competente: Data em que a ação de extensão foi
aprovada pelo órgão competente.

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Órgão competente: Seleciona a instância de aprovação da ação de Extensão.

Caracterização
Ano da primeira apresentação: Ano em que a ação foi apresentada à aprovação
por órgão competente e desenvolvida pela primeira vez.Inserir somente o ano.
Unidade: Seleciona a unidade à qual está vinculada a ação de extensão.
Departamento: Seleciona o departamento ao qual está vinculado a ação de extensão.
Principal Área Temática de Extensão: selecionar observando o Item 3.1.2.

33
Área Temática de Extensão afim: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Linha de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.3.
Grande área do conhecimento: Selecionar observando o Item 3.1.1.
Quantidades de bolsas de Extensão vigentes: Indicar o número de bolsas de
Extensão disponibilizadas para esta ação.
Palavras Chave: Inserir palavras que sintetizem a temática da ação para posterior
indexação à pesquisa.

Descrição
Apresentação e justificativa: Em apresentação, explicitar a proposta do Programa;
os Projetos e outras ações de Extensão - Cursos, Eventos, Prestação de serviços -
bem como atividades de ensino e pesquisa que o integram; o estágio em que o
Programa se encontra; principal(s) ação(s) já executada(s); a integração do Programa
e respectivos Projetos com os planos de trabalho da(s) Unidade(s) envolvida(s),
destacando a sua relevância, tanto na perspectiva acadêmica quanto na social; a
abrangência de sua atuação; os resultados esperados. Já em justificativa, apresentar
informações sobre a realidade social que indicam a necessidade de intervenção e a
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

importância da realização do Programa, ressaltando as possibilidades de maior


impacto nessa realidade, em função da articulação das diversas ações em um
Programa. Explicitar os fundamentos teóricos que norteiam a proposta. Para os
Programas que já vinham sendo desenvolvidos em anos anteriores, apresentar as
outras ações de Extensão, ensino e pesquisa que foram desenvolvidas de forma
articulada ao Programa, os principais resultados já alcançados em função das ações
implementadas e a justificativa da necessidade de sua continuidade. No caso de
solicitação de bolsas de extensão, justificar sua necessidade.
Objetivos gerais: Apresentar o objetivo a ser alcançado pelo Programa no que se
refere ao objeto/tema da ação.
Objetivos específicos: Relacionar os principais objetivos que orientam as ações
dos Projetos que integram o Programa, incluindo os objetivos em relação à formação
acadêmica e cidadã dos alunos participantes.
Metodologia: Descrever a proposta de execução do Programa, considerando as
estratégias metodológicas que possibilitam a articulação das várias ações de

34
Extensão que o integram, bem como das atividades de pesquisa e ensino previstas,
visando ao atendimento dos objetivos propostos; princípios e diretrizes gerais
adotados para a operacionalização do Programa, na perspectiva de concretização
das diretrizes da extensão; outras ações de Extensão (Cursos, Eventos, Prestação
de serviços), publicações e outros produtos acadêmicos previstos; outros aspectos
considerados relevantes.
Forma de avaliação da ação de Extensão: Apresentar os indicadores que serão
utilizados na análise e avaliação do Programa, que permitirão acompanhar e comparar
o seu desenvolvimento e seus resultados. Explicitar quais serão as fontes de
informação, os instrumentos, a periodicidade e a metodologia, bem como quem
participará dessa avaliação.
Site: Campo para o registro de endereço tipo website com maiores informações
sobre a ação de Extensão.
Origem do público alvo: Selecionar de acordo com o público beneficiado pela ação:
interno, comunidade acadêmica; externo, pessoas ou segmentos sociais não
pertencentes a comunidade acadêmica; interno / externo, ambos os grupos.
Caracterização do público alvo: Descrição do segmento social a ser beneficiado
ou trabalhado pela ação de extensão. Localização, composição etc.
Captação por edital de fomento: Indicar se a ação de extensão é contemplada por
financiamento através de editais públicos.
Articulado com política pública: Indicar se ação é articulada com política pública
induzida por órgão governamental da esfera federal, estadual ou municipal.

Estudantes membros da equipe

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Plano de atividades previstas: inclui estudo; participação em reuniões,
oportunidades de trocas de experiências; Eventos e outras atividades gerais previstas
para todos os alunos; estratégias de articulação ou integração dos alunos dos/nos
vários Projetos que compõem o Programa; sua participação na organização e
avaliação do Programa; participação na elaboração e divulgação da produção
acadêmica decorrente das ações do Programa. No caso de vinculação de aluno
diretamente ao Programa, explicitar as atividades previstas para sua atuação.

35
Plano de acompanhamento e orientação: Realizado pelo coordenador do Programa,
das atividades desenvolvidas coletivamente pelos alunos, visando uma maior
articulação entre os Projetos e outras ações previstas, explicitando tanto as
estratégias de orientação (reuniões, discussões, acompanhamento e reflexão sobre
a prática, indicações de leitura, etc.) como as estratégias previstas para a
integralização curricular dessas atividades. No caso de vinculação de aluno
diretamente ao Programa, explicitar o plano de acompanhamento e orientação deste.
Processo de avaliação: Explicitar as estratégias previstas para a avaliação de todos
os alunos envolvidos no Programa pelo coordenador geral junto aos coordenadores
de Projetos e/ou docentes-tutores; instrumentos a serem utilizados, periodicidade,
outros sujeitos envolvidos nesse processo.

Informações específicas
Infra-estrutura física: Descrição do local onde são realizadas as atividades ou que
se presta de suporte à ação.
Vinculo com Ensino: Indicar se a ação proporciona atividades de docência e/ou
aprendizado aos estudantes participantes.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Vinculo com Pesquisa: Indicar se as atividades inerentes a ação propiciam o


desenvolvimento científico.
Público estimado: Expectativa de público a ser beneficiado pelas atividades desta
ação de Extensão.

Informações adicionais
Informações adicionais: Inserir neste campo outras informações que julgar
relevante.

4.1.2) Guia EQUIPE

Equipe de trabalho
Categoria: - Indicar se o membro integrante da equipe de trabalho é um docente,
técnico-administrativo, estudante de graduação, estudante de pós graduação ou
uma pessoa externa à comunidade acadêmica.

36
Nome: Inserir o nome da pessoa desejada e, ao identificá-lo na listagem, selecioná-
lo clicando sobre a lista. Os nomes na lista serão correspondentes a categoria
selecionada anteriormente.
Forma de participação: Apontar se a participação do membro da equipe de trabalho
é através da co-coordenação da ação, se é um participante com bolsa de Extensão
ou participante sem bolsa de Extensão.
Email: Indicar um endereço de email alternativo para o integrante da equipe.
Telefone: Indicar um telefone alternativo para o integrante da equipe.
Nota: Caso o membro integrante seja uma pessoa externa a comunidade acadêmica,
o preenchimento do nome será feito somente através da caixa de texto. Será
necessário também indicar a caracterização da instituição de origem deste membro
através da caixa de seleção “instituição de origem” assim como designar o nome
desta instituição na caixa denominada “nome da instituição de origem” O
preenchimento do campo email e telefone para o membro externo é obrigatório.

4.1.3) Guia PARCERIAS

Instituições parceiras
CNPJ: Inserir o número CNPJ da instituição parceira.
Nome do Parceiro: Inserir o nome da instituição parceira da ação de Extensão.
Caracterização: Identificar a instituição parceira como administração pública direta,
administração pública indireta, privada com fins lucrativos, privada sem fins
lucrativos, ONGS/OSCIPS, universidade pública, universidade privada, sociedades
científicas ou outras.

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Nota: Entende-se por administração pública direta os órgãos ligados diretamente
ao poder central, federal, estadual ou municipal. São os próprios organismos
dirigentes, seus ministérios e secretarias e; por administração pública indireta, as
entidades com personalidade jurídica própria, que foram criadas para realizar
atividades de Governo de forma descentralizada. São exemplos as Autarquias,
Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.

37
Forma parceria: Informar se a parceria ocorre através de Assessoria e/ou consultoria,
apoio logístico, financiamento (é necessário discriminar o valor), recursos humanos,
equipamentos e/ou recursos materiais ou outras formas de parcerias.

4.1.4) Guia ABRANGÊNCIA

Abrangência da ação de Extensão


Identificação do local: nomear a localidade onde as atividades ligadas a ação de
extensão são realizadas.
Estado: selecionar o estado da federação onde as atividades ligadas a ação de
extensão são realizadas.
Município: selecionar o município onde as atividades ligadas a ação de extensão
são realizadas. Pressionando a tecla CTRL ou SHIFT, é possível selecionar vários
municípios. Contudo, ao utilizar este dispositivo, não será possível inserir o CEP ou
o endereço da localidade onde ocorre a ação.
CEP: indicar o CEP da localidade onde as atividades ligadas a ação de extensão são
realizadas.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Endereço: Indicar o endereço da localidade onde as atividades ligadas a ação de


extensão são realizadas.

4.1.5) Guia AÇÕES VINCULADAS

Exibe as ações de Extensão vinculadas a este Programa.

4.1.6) Guia RESULTADOS ATINGIDOS

Resultados Gerais
Novo resultado: Inserir neste campo resultados atingidos pela ação de Extensão
que não se enquadrem na categoria “produções”

38
Produções
Tipo: Selecionar observando o item 3.3.
Título: Determinar um título para o produto.
Identificação / referência: Identificar as produções de acordo com as normas da
ABNT.

4.1.7) Guia HISTÓRICO

Exibe as alterações do escopo (revisões) da ação de Extensão no formato PDF.

4.2) PROJETO

4.2.1) Guia DESCRIÇÃO

Título: Determinar um título da ação de Extensão.


Data de início: Data em que se iniciou ou se iniciará a ação de Extensão. Considerar
no preenchimento deste campo as atividades de planejamento da ação.
Previsão de término: Data estipulada para o encerramento das atividades desta
ação. Caso a ação não tenha uma data certa para seu encerramento, determinar
uma data aproximada, pois este campo não pode ficar sem preenchimento.
Data de aprovação pelo órgão competente: Data em que a ação de Extensão foi
aprovada pelo órgão competente.
Órgão competente: Seleciona a instância de aprovação da ação de Extensão.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Caracterização
Ano da primeira apresentação: ano em que a ação foi apresentada à aprovação
por órgão competente e desenvolvida pela primeira vez. Inserir somente o ano.
Unidade: Seleciona a unidade à qual está vinculada a ação de extensão.
Departamento: Seleciona o departamento ao qual está vinculado a ação de extensão.
Programa Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Programa,
selecioná-lo neste campo.

39
Principal Área Temática de Extensão: Selecionar observando o item 3.1.2.
Área Temática de Extensão afim: Selecionar observando o item 3.1.2.
Linha de Extensão: Selecionar observando o item 3.1.3.
Grande área do conhecimento: Selecionar observando o item 3.1.1.
Quantidades de bolsas de Extensão vigentes: Indicar o número de bolsas de
Extensão disponibilizadas para esta ação.
Palavras Chave: Inserir palavras que sintetizem a temática da ação para posterior
indexação à pesquisa.

Descrição
Apresentação e justificativa: Em apresentação, explicitar a proposta do Projeto,
caracterizando a integração da atividade com os planos de trabalho da Unidade e
destacando a sua relevância, tanto na perspectiva acadêmica quanto social; informar
se se trata de Projeto novo ou se já vinha sendo desenvolvido no ano anterior;
explicitar sobre as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa relacionadas ao
Projeto, a abrangência de sua atuação, os resultados esperados. Em justificativa,
apresentar informações sobre a realidade social que indicam a necessidade de
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

intervenção e a importância da realização do Projeto. Explicitar os fundamentos


teóricos que norteiam a proposta. Para os Projetos que já vinham sendo desenvolvidos
em anos anteriores, apresentar as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa que
foram desenvolvidas de forma articulada ao Projeto, os principais resultados já
alcançados e a justificativa da necessidade de sua continuidade. No caso de
solicitação de bolsas de extensão, justificar sua necessidade.
Objetivos gerais: Apresentar o objetivo a ser alcançado pelo Projeto no que se
refere ao objeto/tema da ação.
Objetivos específicos: Relacionar os objetivos que contribuem para o alcance do
objetivo geral, incluindo os objetivos em relação à formação acadêmica e cidadã
dos alunos participantes.
Metodologia: Descrever a proposta de execução do Projeto, detalhando: a linha
metodológica a ser adotada e seus pressupostos; as atividades que compõem o
Projeto e suas dinâmicas; os recursos, tecnologias e instrumentos a serem utilizados;
as articulações previstas; bem como outras informações consideradas relevantes.

40
Nessa descrição, explicitar as orientações metodológicas que visam possibilitar a
concretização das diretrizes de extensão.
Forma de avaliação da ação de Extensão: Apresentar os indicadores que serão
utilizados na análise e avaliação do Projeto, que permitirão acompanhar e comparar
seu desenvolvimento e seus resultados. Explicitar quais serão as fontes de
informação, os instrumentos, a periodicidade e a metodologia, bem como quem
participará dessa avaliação.
Site: Campo para o registro de endereço tipo website com maiores informações
sobre a ação de extensão.
Origem do público alvo: Selecionar de acordo com o público beneficiado pela ação:
interno, comunidade acadêmica; externo, pessoas ou segmentos sociais não
pertencentes a comunidade acadêmica; interno / externo, ambos os grupos.
Caracterização do público alvo: Descrição do segmento social a ser beneficiado
ou trabalhado pela ação de extensão. Localização, composição etc.
Captação por edital de fomento: Indicar se a ação de Extensão é contemplada por
financiamento através de editais públicos.
Articulado com políticas públicas: Indicar se ação é articulada com política pública
induzida por órgão governamental da esfera federal, estadual ou municipal.

Estudantes membros da equipe


Plano de atividades previstas: Incluindo estudos; sua participação na organização,
implementação e avaliação do Projeto; participação em Eventos e na elaboração e
divulgação da produção acadêmica decorrente das ações do Projeto.
Plano de acompanhamento e orientação: Pelo docente-tutor, das atividades

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


desenvolvidas pelos alunos, explicitando tanto as estratégias de orientação
(reuniões, discussões, acompanhamento e reflexão sobre a prática, indicações de
leitura, etc.) como as estratégias previstas para a integralização curricular dessas
atividades.
Processo de avaliação: Explicitar as estratégias previstas para a avaliação dos
alunos envolvidos no Projeto, pelo coordenador e/ou docente-tutor; instrumentos a
serem utilizados, periodicidade, outros sujeitos envolvidos nesse processo.

41
Informações específicas
Infra-estrutura física: Descrição do local onde são realizadas as atividades ou que
se presta de suporte a ação.
Vínculo com Ensino: Indicar se a ação proporciona atividades de docência e/ou
aprendizado aos estudantes participantes.
Vínculo com Pesquisa: Indicar se as atividades inerentes a ação propiciam o
desenvolvimento científico.
Público estimado: Expectativa de público a ser beneficiado pelas atividades desta
ação de Extensão.

Informações adicionais
Informações adicionais: Inserir neste campo outras informações que julgar relevante.

4.2.2) Guia EQUIPE

Equipe de trabalho
Categoria: Indicar se o membro integrante da equipe de trabalho é um docente,
técnico-administrativo, estudante de graduação, estudante de pós graduação ou
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

uma pessoa externa à comunidade acadêmica.


Nome: inserir o nome da pessoa desejada e, ao identificá-lo na listagem, selecioná-
lo clicando sobre a lista. Os nomes na lista serão correspondentes a categoria
selecionada anteriormente.
Forma de participação: Apontar se a participação do membro da equipe de trabalho
é através da co-coordenação da ação, se é um participante com bolsa de Extensão
ou participante sem bolsa de Extensão.
Email: Indicar um endereço de email alternativo para o integrante da equipe.
Telefone: Indicar um telefone alternativo para o integrante da equipe.
Nota: Caso o membro integrante seja uma pessoa externa a comunidade acadêmica,
o preenchimento do nome será feito somente através da caixa de texto. Será
necessário também indicar a caracterização da instituição de origem deste membro
através da caixa de seleção “instituição de origem” assim como designar o nome
desta instituição na caixa denominada “nome da instituição de origem” O
preenchimento do campo email e telefone para o membro externo é obrigatório.
42
4.2.3) Guia PARCERIAS

Instituições parceiras
CNPJ: Inserir o número CNPJ da instituição parceira.
Nome do Parceiro: Inserir o nome da instituição parceira da ação de Extensão.
Caracterização: Identificar a instituição parceira como administração pública direta,
administração pública indireta, privada com fins lucrativos, privada sem fins
lucrativos, ONGS/OSCIPS, universidade pública, universidade privada, sociedades
científicas ou outras.
Nota: Entende-se por administração pública direta os órgãos ligados diretamente
ao poder central, federal, estadual ou municipal. São os próprios organismos
dirigentes, seus ministérios e secretarias e; por administração pública indireta, as
entidades com personalidade jurídica própria, que foram criadas para realizar
atividades de Governo de forma descentralizada. São exemplos as Autarquias,
Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.
Forma de parceria: Informar se a parceria ocorre através de assessoria e/ou
consultoria, apoio logístico, financiamento (é necessário discriminar o valor), recursos
humanos, equipamentos e/ou recursos materiais ou outras formas de parcerias.

4.2.4) Guia ABRANGÊNCIA

Abrangência da ação de Extensão


Identificação do local: Nomear a localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Estado: Selecionar o estado da federação onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Município: Selecionar o município onde as atividades ligadas a ação de Extensão
são realizadas. Pressionando a tecla CTRL ou SHIFT, é possível selecionar vários
municípios. Contudo, ao utilizar este dispositivo, não será possível inserir o CEP ou
o endereço da localidade onde ocorre a ação.
CEP: Indica o CEP da localidade onde as atividades relacionadas a ação de Extensão
são realizadas.

43
Endereço: Indicar o endereço da localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

4.2.5) Guia AÇÕES VINCULADAS

Exibe as ações de Extensão vinculadas a este Projeto.

4.2.6) Guia RESULTADOS ATINGIDOS

Resultados Específicos
Público atingido: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao público
efetivamente beneficiado pelas atividades da ação de Extensão.

Resultados Gerais
Novo resultado: Inserir neste campo resultados atingidos pela ação de Extensão
que não se enquadrem na categoria “produções”.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Produções
Tipo: Selecionar observando o item 3.3.
Título: Determinar um título para o produto.
Identificação / referência: Identificar as produções de acordo com as normas da
ABNT.

4.2.7) Guia HISTÓRICO

Exibe as alterações do escopo (revisões) da ação de Extensão no formato PDF.

44
4.3) CURSO

4.3.1) Guia DESCRIÇÃO

Título: Determinar um título para a ação de Extensão.


Data de início: Data em que se iniciou ou se iniciará a ação de Extensão. Considerar
no preenchimento deste campo as atividades de planejamento da ação.
Previsão de término: Data estipulada para o encerramento das atividades desta
ação. Caso a ação não tenha uma data certa para seu encerramento, determinar
uma data aproximada, pois este campo não pode ficar sem preenchimento.
Data de aprovação pelo órgão competente: Data em que a ação de Extensão foi
aprovada pelo órgão competente.
Órgão competente: Seleciona a instância de aprovação da ação de Extensão.

Caracterização
Ano da primeira apresentação: Ano em que a ação foi apresentada à aprovação
por órgão competente e desenvolvida pela primeira vez. Inserir somente o ano.
Unidade: Seleciona a unidade à qual está vinculada a ação de extensão.
Departamento: Seleciona o departamento ao qual está vinculado a ação de extensão.
Caracterização: Indicar se o curso é de aperfeiçoamento, atualização, iniciação ou
de treinamento e qualificação profissional, observando a conceituação exposta no
item 3.2.3.
Subcaracterização: Indicar se o curso é Presencial ou à distância, conforme
estabelecido no item 3.2.3.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Programa Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Programa,
selecioná-lo neste campo.
Projeto Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Projeto, selecioná-
lo neste campo.
Principal Área Temática de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Área Temática de Extensão afim: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Linha de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.3.
Grande área do conhecimento: Selecionar observando o Item 3.1.1

45
Quantidades de bolsas de Extensão vigentes: Indicar o número de bolsas de
Extensão disponibilizadas para esta ação.
Palavras Chave: Inserir palavras que sintetizem a temática da ação para posterior
indexação à pesquisa.

Descrição
Apresentação e justificativa: Em apresentação, explicitar a proposta do Curso,
caracterizando a integração da atividade com os planos de trabalho da Unidade e
destacando a sua relevância, tanto na perspectiva acadêmica quanto social; informar
se se trata de Curso novo ou se já vinha sendo desenvolvido no ano anterior; explicitar
sobre as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa relacionadas ao Curso, a
abrangência de sua atuação, os resultados esperados. Em justificativa, apresentar
informações sobre a realidade social que indicam a necessidade de intervenção e a
importância da realização do Curso. Explicitar os fundamentos teóricos que norteiam
a proposta. Para os Cursos que já vinham sendo desenvolvidos no ano anterior,
apresentar as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa que foram desenvolvidas
de forma articulada ao Curso, os principais resultados já alcançados e a justificativa
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

da necessidade de sua continuidade. No caso de solicitação de bolsas de extensão,


justificar sua necessidade.
Objetivos gerais: Apresentar o objetivo a ser alcançado pelo Curso no que se refere
ao objeto/tema da ação.
Objetivos específicos: Relacionar os objetivos que contribuem para o alcance do
objetivo geral, incluindo os objetivos em relação à formação acadêmica e cidadã
dos alunos participantes.
Metodologia: Descrever a proposta de execução do Curso, detalhando: a linha
metodológica a ser adotada e seus pressupostos; as atividades que compõem o
Curso e suas dinâmicas; os recursos, tecnologias e instrumentos a serem utilizados;
as articulações previstas; bem como outras informações consideradas relevantes.
Nessa descrição, explicitar as orientações metodológicas que visam possibilitar a
concretização das diretrizes de extensão.
Forma de avaliação da ação de Extensão: Apresentar os indicadores que serão
utilizados na análise e avaliação do Curso, que permitirão acompanhar e comparar

46
seu desenvolvimento e seus resultados. Explicitar quais serão as fontes de
informação, os instrumentos, a periodicidade e a metodologia, bem como quem
participará dessa avaliação.
Site: Campo para o registro de endereço tipo website com maiores informações
sobre a ação de Extensão.
Origem do público alvo: Selecionar de acordo com o público beneficiado pela ação:
interno, comunidade acadêmica; externo, pessoas ou segmentos sociais não
pertencentes a comunidade acadêmica; interno / externo, ambos os grupos.
Caracterização do público alvo: Descrição do segmento social a ser beneficiado
ou trabalhado pela ação de Extensão. Localização, composição etc.
Captação por edital de fomento: Indicar se a ação de Extensão é contemplada por
financiamento através de editais públicos.
Articulado com política pública: Indicar se ação é articulada com política pública
induzida por órgão governamental da esfera federal, estadual ou municipal.

Estudantes membros da equipe


Plano de atividades previstas: Incluindo estudos; sua participação na organização,
implementação e avaliação do Curso; participação em Eventos e na elaboração e
divulgação da produção acadêmica decorrente das ações do Curso.
Plano de acompanhamento e orientação: Pelo docente-tutor, das atividades
desenvolvidas pelos alunos, explicitando tanto as estratégias de orientação
(reuniões, discussões, acompanhamento e reflexão sobre a prática, indicações de
leitura, etc.) como as estratégias previstas para a integralização curricular dessas
atividades.
Processo de avaliação: Explicitar as estratégias previstas para a avaliação dos

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


alunos envolvidos no Curso, pelo coordenador e/ou docente-tutor; instrumentos a
serem utilizados, periodicidade, outros sujeitos envolvidos nesse processo.

Informações específicas
Estrutura curricular: Disciplina ou módulo, carga horária, docente, ementa e
bibliografia.
Infra-estrutura física: Descrição do local onde se desenrola a ação ou que se presta
de suporte a ação.
47
Forma de avaliação do aluno no Curso: Descrever se os alunos serão avaliados.
Em caso positivo, identificar através de quais métodos e metodologias. A única
exceção nesse caso se refere aos Cursos de aperfeiçoamento, que possuem normas
específicas que podem ser visualizadas no site da Proex (www.ufmg.br/proex/
formulariosdb.php).
Início / término das inscrições: inserir as datas de início e termino das inscrições
para o Curso.
Local da Inscrição: Local onde será realizada as inscrições para o Curso.
Gratuito para o público: Indicar se o Curso ofertado é gratuito.
Público estimado / vagas: Número de vagas ofertadas para este Curso.
Carga horária: Carga horária estipulada para o Curso. Observar o disposto no item
3.2.3.

Informações adicionais
Informações adicionais: inserir neste campo outras informações que julgar relevante.

4.3.2) Guia EQUIPE


MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Equipe de trabalho
Categoria: Indicar se o membro integrante da equipe de trabalho é um docente,
técnico-administrativo, estudante de graduação, estudante de pós graduação ou
uma pessoa externa à comunidade acadêmica.
Nome: Inserir o nome da pessoa desejada e, ao identificá-lo na listagem, selecioná-
lo clicando sobre a lista. Os nomes na lista serão correspondentes a categoria
selecionada anteriormente.
Forma de participação: Apontar se a participação do membro da equipe de trabalho
é através da co-coordenação da ação, se é um participante com bolsa de Extensão
ou participante sem bolsa de Extensão.
Email: Indicar um endereço de email alternativo para o integrante da equipe.
Telefone: Indicar um telefone alternativo para o integrante da equipe.
Nota: Caso o membro integrante seja uma pessoa externa a comunidade acadêmica,
o preenchimento do nome será feito somente através da caixa de texto. Será

48
necessário também indicar a caracterização da instituição de origem deste membro
através da caixa de seleção “instituição de origem” assim como designar o nome
desta instituição na caixa denominada “nome da instituição de origem” O
preenchimento do campo email e telefone para o membro externo é obrigatório.

4.3.3) Guia PARCERIAS

Instituições parceiras
CNPJ: Inserir o número CNPJ da instituição parceira.
Nome do Parceiro: Inserir o nome da instituição parceira da ação de Extensão.
Caracterização: Identificar a instituição parceira como administração pública direta,
administração pública indireta, privada com fins lucrativos, privada sem fins
lucrativos, ONGS/OSCIPS, universidade pública, universidade privada, sociedades
científicas ou outras.
Nota: Entende-se por administração pública direta os órgãos ligados diretamente
ao poder central, federal, estadual ou municipal. São os próprios organismos
dirigentes, seus ministérios e secretarias e; por administração pública indireta, as
entidades com personalidade jurídica própria, que foram criadas para realizar
atividades de Governo de forma descentralizada. São exemplos as Autarquias,
Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.
Forma de parceria: Informar se a parceria ocorre através de assessoria e/ou
consultoria, apoio logístico, financiamento (é necessário discriminar o valor), recursos
humanos, equipamentos e/ou recursos materiais ou outras formas de parcerias.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


4.3.4) Guia ABRANGÊNCIA

Abrangência da ação de Extensão


Identificação do local: Nomear a localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Estado: Selecionar o estado da federação onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

49
Município: Selecionar o município onde as atividades ligadas a ação de Extensão
são realizadas. Pressionando a tecla CTRL ou SHIFT, é possível selecionar vários
municípios. Contudo, ao utilizar este dispositivo, não será possível inserir o CEP ou
o endereço da localidade onde ocorre a ação.
CEP: Indicar o CEP da localidade onde as atividades ligadas a ação de Extensão são
realizadas.
Endereço: Indicar o endereço da localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

4.3.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS

Resultados Específicos
Número de matriculas: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao
número de matriculas recebidas para o Curso.
Número de estudantes concluintes: Adiciona ou subtrai um determinado valor
referente ao número de estudantes que concluíram o Curso obtendo os requisitos
mínimos de freqüência e avaliação.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Resultados Gerais
Novo resultado: Inserir neste campo resultados atingidos pela ação de extensão
que não se enquadrem na categoria “produções”.

Produções
Tipo: Selecionar observando o item 3.3.
Título: Determinar um título para o produto.
Identificação / referência: Identificar as produções de acordo com as normas da
ABNT.

4.3.6) Guia HISTÓRICO

Exibe as alterações do escopo (revisões) da ação de Extensão no formato PDF.

50
4.4) EVENTO

4.4.1) Guia DESCRIÇÃO

Título: Determinar um título para a ação de Extensão.


Data de início: Data em que se iniciou ou se iniciará a ação de Extensão. Considerar
no preenchimento deste campo as atividades de planejamento da ação.
Previsão de término: Data estipulada para o encerramento das atividades desta
ação. Caso a ação não tenha uma data certa para seu encerramento, determinar
uma data aproximada, pois este campo não pode ficar sem preenchimento.
Data de aprovação pelo órgão competente: Data em que a ação de Extensão foi
aprovada pelo órgão competente.
Órgão competente: Seleciona a instância de aprovação da ação de Extensão.

Caracterização
Ano da primeira apresentação: Ano em que a ação foi apresentada à aprovação
por órgão competente e desenvolvida pela primeira vez. Inserir somente o ano.
Unidade: Seleciona a unidade à qual está vinculada a ação de extensão.
Departamento: Seleciona o departamento ao qual está vinculado a ação de extensão.
Caracterização: Indicar se o Evento é um congresso, seminário, ciclo de debates,
exposição, espetáculo, evento esportivo, festival ou alguma outra forma de evento,
conforme o item3.2.4.
Programa Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Programa,
selecioná-lo neste campo.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Projeto Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Projeto, selecioná-
lo neste campo.
Principal Área Temática de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Área Temática de Extensão afim: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Linha de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.3.
Grande área do conhecimento: Selecionar observando o Item 3.1.1.
Quantidades de bolsas de Extensão vigentes: Indicar o número de bolsas de
Extensão disponibilizadas para esta ação.

51
Palavras Chave: Inserir palavras que sintetizem a temática da ação para posterior
indexação à pesquisa.

Descrição
Apresentação e justificativa: Em apresentação, explicitar a proposta do Evento,
caracterizando a integração da atividade com os planos de trabalho da Unidade e
destacando a sua relevância, tanto na perspectiva acadêmica quanto social; informar
se se trata de Evento novo ou se já vinha sendo desenvolvido no ano anterior;
explicitar sobre as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa relacionadas ao
Evento, a abrangência de sua atuação, os resultados esperados. Em justificativa,
apresentar informações sobre a realidade social que indicam a necessidade de
intervenção e a importância da realização do Evento. Explicitar os fundamentos
teóricos que norteiam a proposta. Para os Eventos que já vinham sendo desenvolvidos
no ano anterior, apresentar as outras ações de Extensão, ensino e pesquisa que
foram desenvolvidas de forma articulada ao Evento, os principais resultados já
alcançados e a justificativa da necessidade de sua continuidade. No caso de
solicitação de bolsas de extensão, justificar sua necessidade.
Objetivos gerais: Apresentar o objetivo a ser alcançado pelo Evento no que se
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

refere ao objeto/tema da ação.


Objetivos específicos: Relacionar os objetivos que contribuem para o alcance do
objetivo geral, incluindo os objetivos em relação à formação acadêmica e cidadã
dos alunos participantes.
Metodologia: Descrever a proposta de execução do Evento, detalhando: a linha
metodológica a ser adotada e seus pressupostos; as atividades que compõem o
Evento e suas dinâmicas; os recursos, tecnologias e instrumentos a serem utilizados;
as articulações previstas; bem como outras informações consideradas relevantes.
Nessa descrição, explicitar as orientações metodológicas que visam possibilitar a
concretização das diretrizes de extensão.
Forma de avaliação da ação de Extensão: Apresentar os indicadores que serão
utilizados na análise e avaliação do Evento, que permitirão acompanhar e comparar
seu desenvolvimento e seus resultados. Explicitar quais serão as fontes de
informação, os instrumentos, a periodicidade e a metodologia, bem como quem
participará dessa avaliação.
52
Site: Campo para o registro de endereço tipo website com maiores informações
sobre a ação de extensão.
Origem do público alvo: Selecionar de acordo com o público beneficiado pela ação:
interno, comunidade acadêmica; externo, pessoas ou segmentos sociais não
pertencentes a comunidade acadêmica; interno / externo, ambos os grupos.
Caracterização do público alvo: Descrição do segmento social a ser beneficiado
ou trabalhado pela ação de Extensão. Localização, composição etc.
Captação por edital de fomento: Indicar se a ação de Extensão é contemplada por
financiamento através de editais públicos.
Articulado com política pública: Indicar se ação é articulada com política pública
induzida por órgão governamental da esfera federal, estadual ou municipal.

Estudantes membros da equipe


Plano de atividades previstas: Incluindo estudos; sua participação na organização,
implementação e avaliação do Evento; na elaboração e divulgação da produção
acadêmica decorrente das ações do Evento.
Plano de acompanhamento e orientação: Pelo docente-tutor, das atividades
desenvolvidas pelos alunos, explicitando tanto as estratégias de orientação
(reuniões, discussões, acompanhamento e reflexão sobre a prática, indicações de
leitura, etc.) como as estratégias previstas para a integralização curricular dessas
atividades.
Processo de avaliação: Explicitar as estratégias previstas para a avaliação dos
alunos envolvidos no Evento, pelo coordenador e/ou docente-tutor; instrumentos a
serem utilizados, periodicidade, outros sujeitos envolvidos nesse processo.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


Informações específicas
Infra-estrutura física: Descrição do local onde é realizada as atividades ou que se
presta de suporte a ação.
Início / término das inscrições: Inserir as datas de início e termino das inscrições
para o Evento.
Local da Inscrição: Local onde será realizada as inscrições para o Evento.
Gratuito para o público: Indicar se a participação no evento é gratuita.
Público estimando / vagas: Expectativa de público para o Evento.
53
Informações adicionais
Informações adicionais: Inserir neste campo outras informações que julgar relevante.

4.4.2) Guia EQUIPE

Equipe de trabalho
Categoria: Indicar se o membro integrante da equipe de trabalho é um docente,
técnico-administrativo, estudante de graduação, estudante de pós graduação ou
uma pessoa externa à comunidade acadêmica.
Nome: Inserir o nome da pessoa desejada e, ao identificá-lo na listagem, selecioná-
lo clicando sobre a lista. Os nomes na lista serão correspondentes a categoria
selecionada anteriormente.
Forma de participação: Apontar se a participação do membro da equipe de trabalho
é através da co-coordenação da ação, se é um participante com bolsa de Extensão
ou participante sem bolsa de Extensão.
Email: Indicar um endereço de email alternativo para o integrante da equipe.
Telefone: Indicar um telefone alternativo para o integrante da equipe.
Nota: Caso o membro integrante seja uma pessoa externa a comunidade acadêmica,
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

o preenchimento do nome será feito somente através da caixa de texto. Será


necessário também indicar a caracterização da instituição de origem deste membro
através da caixa de seleção “instituição de origem” assim como designar o nome
desta instituição na caixa denominada “nome da instituição de origem” O
preenchimento do campo email e telefone para o membro externo é obrigatório.

4.4.3) Guia PARCERIAS

Instituições parceiras
CNPJ: Inserir o número CNPJ da instituição parceira.
Nome do Parceiro: Inserir o nome da instituição parceira da ação de Extensão.
Caracterização: Identificar a instituição parceira como administração pública direta,
administração pública indireta, privada com fins lucrativos, privada sem fins
lucrativos, ONGS/OSCIPS, universidade pública, universidade privada, sociedades
científicas ou outras.
54
Nota: Entende-se por administração pública direta os órgãos ligados diretamente
ao poder central, federal, estadual ou municipal. São os próprios organismos
dirigentes, seus ministérios e secretarias e; por administração pública indireta, as
entidades com personalidade jurídica própria, que foram criadas para realizar
atividades de Governo de forma descentralizada. São exemplos as Autarquias,
Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.
Forma de parceria: Informar se a parceria ocorre através de assessoria e/ou
consultoria, apoio logístico, financiamento (é necessário discriminar o valor), recursos
humanos, equipamentos e/ou recursos materiais ou outras formas de parcerias.

4.4.4) Guia ABRANGÊNCIA

Abrangência da ação de Extensão


Identificação do local: Nomear a localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Estado: Selecionar o estado da federação onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Município: Selecionar o município onde as atividades ligadas a ação de Extensão
são realizadas. Pressionando a tecla CTRL ou SHIFT, é possível selecionar vários
municípios. Contudo, ao utilizar este dispositivo, não será possível inserir o CEP ou
o endereço da localidade onde ocorre a ação.
CEP: Indicar o CEP da localidade onde as atividades ligadas a ação de Extensão são
realizadas.
Endereço: Indicar o endereço da localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG


4.4.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS

Resultados Específicos
Número de inscritos: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de inscrições no Evento.
Número de participantes: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao
número de presentes no Evento.
55
Resultados Gerais
Novo resultado: Inserir neste campo resultados atingidos pela ação de Extensão
que não se enquadrem na categoria “produções”.

Produções
Tipo: Selecionar observando o item 3.3.
Título: Determinar um título para o produto.
Identificação / referência: Identificar as produções de acordo com as normas da
ABNT.

4.4.6) Guia HISTÓRICO

Exibe as alterações do escopo (revisões) da ação de Extensão no formato PDF.

4.5) PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

4.5.1) Guia DESCRIÇÃO


MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

Título: Determinar um título para a ação de Extensão.


Data de início: Data em que se iniciou ou se iniciará a ação de Extensão. Considerar
no preenchimento deste campo as atividades de planejamento da ação.
Previsão de término: Data estipulada para o encerramento das atividades desta
ação. Caso a ação não tenha uma data certa para seu encerramento, determinar
uma data aproximada, pois este campo não pode ficar sem preenchimento.
Data de aprovação pelo órgão competente: Data em que a ação de Extensão foi
aprovada pelo órgão competente.
Órgão competente: Seleciona a instância de aprovação da ação de Extensão.

Caracterização
Ano da primeira apresentação: Ano em que a ação foi apresentada à aprovação
por órgão competente e desenvolvida pela primeira vez Inserir somente o ano.

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Unidade: Seleciona a unidade à qual está vinculada a ação de extensão.
Departamento: Seleciona o departamento ao qual está vinculado a ação de extensão.
Caracterização: Indicar se a Prestação de Serviços é um atendimento ao público em
espaços de cultura, ciência e tecnologia, serviço eventual, atividades de propriedade
intelectual, exames e laudos técnicos, atendimento jurídico e judicial, atendimento
em saúde humana ou atendimento em saúde animal, conforme o item 3.2.5.
Sub caracterização: Especificar a característica da prestação de serviço de acordo
com o item 3.2.5.
Programa Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Programa,
selecioná-lo neste campo.
Projeto Vinculado: Caso esta atividade esteja vinculada a algum Projeto, selecioná-
lo neste campo.
Principal Área Temática de Extensão: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Área Temática de Extensão afim: Selecionar observando o Item 3.1.2.
Linha de Extensão: selecionar observando o Item 3.1.3.
Grande área do conhecimento: Selecionar observando o Item 3.1.1.
Quantidades de bolsas de Extensão vigentes: Indicar o número de bolsas de
Extensão disponibilizadas para esta ação.
Palavras Chave: Inserir palavras que sintetizem a temática da ação para posterior
indexação à pesquisa.

Descrição
Apresentação e justificativa: Em apresentação, explicitar a proposta da Prestação
de Serviço, caracterizando a integração da atividade com os planos de trabalho da

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Unidade e destacando a sua relevância, tanto na perspectiva acadêmica quanto
social; informar se se trata de Prestação de Serviço nova ou se já vinha sendo
desenvolvido no ano anterior; explicitar sobre as outras ações de Extensão, ensino
e pesquisa relacionadas ao serviço, a abrangência de sua atuação, os resultados
esperados. Em justificativa, apresentar informações sobre a realidade social que
indicam a necessidade de intervenção e a importância da realização do serviço.
Explicitar os fundamentos teóricos que norteiam a proposta. Para as Prestações de
Serviço que já vinham sendo desenvolvidas no ano anterior, apresentar as outras

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ações de Extensão, ensino e pesquisa que foram desenvolvidas de forma articulada,
os principais resultados já alcançados e a justificativa da necessidade de sua
continuidade. No caso de solicitação de bolsas de extensão, justificar sua
necessidade.
Objetivos gerais: Apresentar o objetivo a ser alcançado pelo serviço no que se
refere ao objeto/tema da ação.
Objetivos específicos: Relacionar os objetivos que contribuem para o alcance do
objetivo geral, incluindo os objetivos em relação à formação acadêmica e cidadã
dos alunos participantes.
Metodologia: Descrever a proposta de execução da Prestação de Serviço,
detalhando: a linha metodológica a ser adotada e seus pressupostos; as atividades
que compõem o serviço e suas dinâmicas; os recursos, tecnologias e instrumentos
a serem utilizados; as articulações previstas; bem como outras informações
consideradas relevantes. Nessa descrição, explicitar as orientações metodológicas
que visam possibilitar a concretização das diretrizes de extensão.
Forma de avaliação da ação de extensão: Apresentar os indicadores que serão
utilizados na análise e avaliação do serviço, que permitirão acompanhar e comparar
seu desenvolvimento e seus resultados. Explicitar quais serão as fontes de
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

informação, os instrumentos, a periodicidade e a metodologia, bem como quem


participará dessa avaliação.
Site: Campo para o registro de endereço tipo website com maiores informações
sobre a ação de extensão.
Origem do público alvo: Selecionar de acordo com o público beneficiado pela ação:
interno, comunidade acadêmica; externo, pessoas ou segmentos sociais não
pertencentes a comunidade acadêmica; interno / externo, ambos os grupos.
Caracterização do público alvo: Descrição do segmento social a ser beneficiado
ou trabalhado pela ação de Extensão. Localização, composição etc.
Captação por edital de fomento: Indicar se a ação de Extensão é contemplada por
financiamento através de editais públicos.
Articulado com política pública: Indicar se ação é articulada com política pública
induzida por órgão governamental da esfera federal, estadual ou municipal.

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Estudantes membros da equipe
Plano de atividades previstas: Incluindo estudos; sua participação na organização,
implementação e avaliação do serviço; participação em Eventos e na elaboração e
divulgação da produção acadêmica decorrente das ações do serviço.
Plano de acompanhamento e orientação: Pelo docente-tutor, das atividades
desenvolvidas pelos alunos, explicitando tanto as estratégias de orientação
(reuniões, discussões, acompanhamento e reflexão sobre a prática, indicações de
leitura, etc.) como as estratégias previstas para a integralização curricular dessas
atividades.
Processo de avaliação: Explicitar as estratégias previstas para a avaliação dos
alunos envolvidos no serviço, pelo coordenador e/ou docente-tutor; instrumentos a
serem utilizados, periodicidade, outros sujeitos envolvidos nesse processo.

Informações específicas
Infra-estrutura física: Descrição do local onde é realizada as atividades ou que se
presta de suporte a ação.
Vinculo com Ensino: Indicar se a ação proporciona atividades de docência e/ou
aprendizado aos estudantes participantes.
Vinculo com Pesquisa: Indicar se as atividades inerentes a ação propiciam o
desenvolvimento científico.
Público estimado: Expectativa de público a ser beneficiado pelas atividades desta
ação de Extensão.

Informações adicionais

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Informações adicionais: Inserir neste campo outras informações que julgar relevante.

4.5.2) Guia EQUIPE

Equipe de trabalho
Categoria: Indicar se o membro integrante da equipe de trabalho é um docente,
técnico-administrativo, estudante de graduação, estudante de pós graduação ou
uma pessoa externa à comunidade acadêmica.

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Nome: Inserir o nome da pessoa desejada e, ao identificá-lo na listagem, selecioná-
lo clicando sobre a lista. Os nomes na lista serão correspondentes a categoria
selecionada anteriormente.
Forma de participação: Apontar se a participação do membro da equipe de trabalho
é através da co-coordenação da ação, se é um participante com bolsa de Extensão
ou participante sem bolsa de Extensão.
Email: Indicar um endereço de email alternativo para o integrante da equipe.
Telefone: Indicar um telefone alternativo para o integrante da equipe.
Nota: Caso o membro integrante seja uma pessoa externa a comunidade acadêmica,
o preenchimento do nome será feito somente através da caixa de texto. Será
necessário também indicar a caracterização da instituição de origem deste membro
através da caixa de seleção “instituição de origem” assim como designar o nome
desta instituição na caixa denominada “nome da instituição de origem” O
preenchimento do campo email e telefone para o membro externo é obrigatório.

4.5.3) Guia PARCERIAS

Instituições parceiras
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

CNPJ: Inserir o número CNPJ da instituição parceira.


Nome do Parceiro: Inserir o nome da instituição parceira da ação de Extensão.
Caracterização: Identificar a instituição parceira como administração pública direta,
administração pública indireta, privada com fins lucrativos, privada sem fins
lucrativos, ONGS/OSCIPS, universidade pública, universidade privada, sociedades
científicas ou outras.
Nota: Entende-se por administração pública direta os órgãos ligados diretamente
ao poder central, federal, estadual ou municipal. São os próprios organismos
dirigentes, seus ministérios e secretarias e; por administração pública indireta, as
entidades com personalidade jurídica própria, que foram criadas para realizar
atividades de Governo de forma descentralizada. São exemplos as Autarquias,
Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.
Forma de parceria: Informar se a parceria ocorre através de assessoria e/ou
consultoria, apoio logístico, financiamento (é necessário discriminar o valor), recursos
humanos, equipamentos e/ou recursos materiais ou outras formas de parcerias.
60
4.5.4) Guia ABRANGÊNCIA

Abrangência da ação de extensão


Identificação do local: Nomear a localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Estado: Selecionar o estado da federação onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.
Município: Selecionar o município onde as atividades ligadas a ação de Extensão
são realizadas. Pressionando a tecla CTRL ou SHIFT é possível selecionar vários
municípios. Contudo, ao utilizar este dispositivo, não será possível inserir o CEP ou
o endereço da localidade onde ocorre a ação.
CEP: Indicar o CEP da localidade onde as atividades ligadas a ação de Eextensão
são realizadas.
Endereço: Indicar o endereço da localidade onde as atividades ligadas a ação de
Extensão são realizadas.

4.5.5) Guia RESULTADOS ATINGIDOS

Resultados Específicos.

Atendimento ao público em espaços de cultura, ciência e tecnologia


Espaços e Museus culturais: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente
ao público efetivamente beneficiado neste quesito.
Espaços e Museus de Ciência e tecnologia: Adiciona ou subtrai um determinado

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valor referente ao público efetivamente beneficiado neste quesito.
Cine-Clube: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao público
efetivamente beneficiado neste quesito.
Outros: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao público efetivamente
beneficiado em outros quesitos não expostos aqui.

Serviço eventual
N° de assessorias: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de assessorias prestadas.
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N° de consultorias: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de consultorias prestadas.
N° de curadoria: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de curadorias prestadas.
N° de outros: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número de
serviços eventuais prestados que não estão aqui contemplados.

Atividades de propriedade intelectual


N° de depósito de patentes e modelos de utilidades: Adiciona ou subtrai um
determinado valor referente ao número de depósito de patentes e modelos de
utilidades.
N° de registros de marcas e softwares: Adiciona ou subtrai um determinado valor
referente ao número de registros de marcas e softwares.
N° de contratos de transferência de tecnologia: Adiciona ou subtrai um
determinado valor referente ao número de contratos de transferência de tecnologia.
N° de registros de direitos autorais: Adiciona ou subtrai um determinado valor
referente ao número de registros de direitos autorais.
Exames e laudos técnicos.
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Exames e laudos técnicos


N° de laudos emitidos: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao
número de laudos técnicos emitidos.

Atendimento jurídico e judicial


N° de atendimentos: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de atendimentos jurídico e judicial prestados.
Atendimento em saúde humana
N° de consultas de emergência e urgência: Adiciona ou subtrai um determinado
valor referente ao número e consultas de emergência e urgência.
N° de consultas ambulatoriais (programadas): Adiciona ou subtrai um determinado
valor referente ao número e consultas ambulatoriais.
N° de internações: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número
de internações.
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N° de cirurgias: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número de
cirurgias.
N° de exames laboratoriais: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente
ao número exames laboratoriais.
N° de exames secundários/complementares: Adiciona ou subtrai um determinado
valor referente ao número de exames secundários/complementares prestados.
N° de outros atendimentos: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente
ao número de outros tipos de atendimento.

Atendimento em saúde animal


N° de atendimentos veterinários ambulatoriais: Adiciona ou subtrai um
determinado valor referente ao número de atendimentos veterinários ambulatoriais
prestados.
N° de internações veterinárias: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente
ao número de internações veterinárias.
N° de cirurgias veterinárias: Adiciona ou subtrai um determinado valor referente
ao número de cirurgias veterinárias prestadas.
N° de exames laboratoriais secundários/complementares em veterinária:
Adiciona ou subtrai um determinado valor referente ao número exames laboratoriais
executados.

Resultados Gerais
Novo resultado: Inserir neste campo resultados atingidos pela ação de extensão
que não se enquadrem na categoria “produções”.

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Produções
Tipo: Selecionar observando o item 3.3.
Título: Determinar um título para o produto.
Identificação / referência: Identificar as produções de acordo com as normas da
ABNT.

4.5.6 Guia HISTÓRICO

Exibe as alterações do escopo (revisões) da ação de Extensão no formato PDF.


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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS


(Brasil). Extensão Universitária: organização e sistematização/ Fórum de Pró-Reitores
de Extensão Universidades Públicas Brasileiras; organização: Edson José Corrêa.
Coordenação Nacional do FORPROEX. Belo Horizonte: Coopmed, 2007.

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS


(Brasil). Sistema de dados e informações da extensão: Base operacional de acordo com
o Plano Nacional de Extensão. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras. Rio de Janeiro: NAPE, UERJ, 2001.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG (Brasil). Programa de Bolsas da Extensão PBEXT


– Guia 2009: orientações para apresentação de Programas e Projetos.Belo Horizonte:
2008.
MANUAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA EXTENSÃO (SIEX/UFMG)

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG (Brasil). Relatório de Gestão Março/90 – Março/


94. Belo Horizonte: 1994.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DA UFMG (Brasil). Relatório de Gestão Março/94 – Março/


98. Belo Horizonte: 1998.

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