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FÍSIC
O–QU
ÍMICA
9.º AN
O

DuarteNuno
Duarte NunoJanuário
Januário ·· Eliana
Elianado
doCarmo
CarmoCorreia · Ângelo
Correia Filipe
· Carlos de Castro
Brás

Guia
do Professor

A cópia ilegal viola os direitos dos autores.


Os prejudicados somos todos nós.
Oo
Índice

EXP9GP © Porto Editora


Enquadramento Pedagógico e Metodológico do
Explora 9
• Enquadramento pedagógico e metodológico do Explora 9  ...................... 6
• Guia do aluno com Necessidades Educativas Especiais (NEE)  .................... 8
• Metas Curriculares – Contextualização  ....................................................... 11
• Metas Curriculares  ........................................................................................ 13

Recursos Didáticos  ..................................................................................... 19


• Planificação anual   ....................................................................................... 20
• Grelhas de avaliação  ..................................................................................... 24
• Teste Diagnóstico  ......................................................................................... 33
• Planificação por Subdomínio  .........................................................
• Planificação por Secção  .................................................................
• Fichas de Trabalho  .......................................................................... 38 a 207
• Fichas de trabalho globalizantes Explora +  ...................................

Avaliação  ...................................................................................................... 209


• Fichas de Avaliação  ...................................................................................... 210
• Questões de Aula  ......................................................................................... 240

Recursos Educativos Digitais (RED) em Sala de Aula  ........................... 245


• A utilização de RED no domínio Movimentos e Forças  .............................. 246
• Guia de utilização do software Tracker  ......................................................... 263

Bibliografia  ................................................................................................... 271

ISBN 978-972-0-87018-6
2
Estrutura do Guia
Documentos do Guia do Professor também disponibilizados em formato editável.

Planificações Guia do aluno com NEE


Planificação anual Planificação por secção 29 Fichas de Trabalho
Ficha de Trabalho 1
Planificação anual Recursos Didáticos
Posição e movimento de um corpo

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1.° Período Domínio Movimentos e forças
Nome
Subdomínio Movimentos na Terra
Tempos
N.º Turma Data ‑ ‑
letivos 3 tempos letivos Secção
Posição e movimento de um corpo
Manual páginas 10 a 17 01
Apresentação, avaliação diagnóstica e autoavaliação 2
Questão exploratória: Como definir a posição de um corpo? 1. As frases seguintes dão indicações para que possas completar o crucigrama.

Recursos Didáticos
Recursos Didáticos

Recursos Didáticos
Fichas de avaliação e respetiva correção 4 Metas Curriculares Estratégias/Atividades (1) Estado de um corpo quando mantém a sua posição, ao longo do tempo, num dado referencial.
(2) Unidade SI de distância.
• Concluir que a indicação da posição de um corpo • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 10,
exige um referencial. promovendo o respetivo debate. (3) Abcissa em relação à origem.
01 Posição e movimento de um corpo
• Distinguir movimento do repouso e concluir que • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com (4) Instrumento que mede a distância percorrida.
estes conceitos são relativos. base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais (5) Conjunto de posições ocupadas pelo corpo num dado intervalo de tempo.
02 Caracterização de movimentos uniformes • Definir trajetória de um corpo e classificá-la em disponíveis.
retilínea ou curvilínea. • Analisar as figuras 1 e 2 e refletir sobre a necessidade de 1
Movimentos
• Distinguir instante de intervalo de tempo e estabelecer um referencial. L
na Terra
03 Movimento retilíneos variados determinar intervalos de tempo. • Analisar o exemplo relativo à figura da página 11, no qual se
2 M
• Definir distância percorrida (espaço percorrido) estabeleceu um referencial, observando as abcissas (posições)
como o comprimento da trajetória, entre duas de cada um dos corpos. 3 O
04 Distância de segurança posições, em movimentos retilíneos ou curvilíneos • Analisar o diagrama da página 13 relativo à noção de
V
sem inversão de sentido. movimento e repouso.
Desenvolvimento de conteúdos

• Definir a posição como a abcissa em relação à • Analisar o diagrama da página 14 relativo ao tipo da trajetória. I
origem do referencial. • Explorar o exemplo da página 15 relacionando instante com
05 Forças M
• Distinguir, para movimentos retilíneos, a posição de posição de um corpo e distância com intervalo de tempo.
um corpo num certo instante da distância percorrida • Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo 4 E
Movimentos num certo intervalo de tempo. da página 16.
06 Resultante das forças aplicadas 32 N
e forças • Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 16. Concluir que o conhecimento da 5 T
Forças e trajetória depende do referencial escolhido.
07 Forças e movimentos O
movimentos • Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 17.

• Manual 2. Considera a imagem seguinte que representa a posição de um corpo A em vários instantes.
08 Forças na segurança rodoviária
• Projetor
Recursos didáticos • Computador t=0s t=5s t = 10 s
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
09 Forças resistentes ao movimento Corpo A
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 16)
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 x/m
10 Tipos fundamentais de energia • Grelha de observação de aula
Forças, Instrumentos
• Grelha de atividade prática t=0s t=5s t = 10 s
movimentos de avaliação Das afirmações seguintes, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).
• Grelha de trabalho de grupo
e energia (A) O corpo
Corpo B encontrava-se na origem do referencial no instante inicial.
11 Transformações e transferências de energia
Interdisciplinaridade (B) O corpo percorreu
0 1 132 m no
3 intervalo
4 5 de 6 tempo
7 8 considerado.
9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 x/m

Outras atividades 1 (C) O corpo encontrava-se na posição x = 10 m no instante t =10 s.


(D) O corpo encontrava-se na posição x = 13 m no instante t = 10 s.
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Apontamentos
do professor
Aulas previstas 39 (E) Entre os instantes t = 0 s e t = 5 s, o corpo percorreu uma distância de 15 m.
(F) Entre os instantes t = 0 s e t =10 s, o corpo percorreu uma distância de 10 m.

21 39 40

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A cada secção numerada do manual A cada secção numerada do manual


corresponde uma semana de aulas corresponde uma Ficha de Trabalho

Material Pedagógico Guia das Práticas Laboratoriais


Página 49 do manual
Explora +
Forças e movimentos

Em Física, na maioria das


vezes, pretende-se estudar R»N – Força de reação Forças e movimentos
Explora + 2 normal

Fichas de Avaliação
o efeito das forças apenas
num corpo. As forças apli- R»N R»N
Forças e movimentos (páginas 44 a 77 do Manual) cadas num corpo homogé-
»
RN – Força de reação normal,
Em Física, na maioria das por isso
neo representam-se P» P»
aplicada pela mesa sobre
o corpo
vezes, pretende-se
no seuestudar
centro geométrico. R»N – Força de reação » – Peso do corpo, força
P
normal
P» – Peso do corpo aplicada pela Terra sobre
Escola Data ‑ ‑ o efeito das forças apenas o corpo

num corpo. As forças apli- R»N Forças


104 aplicadas num corpo em repouso e respetivoR
»
N
Nome N.° Turma diagrama de forças.
cadas num corpo homogé- – Força de reação normal,
aplicada pela mesa sobre
neo representam-se por isso P» P» Ver
o corpo
Ficha de Avaliação 4 Explora 2
no seu centro geométrico.
Relatório
– Peso do corpo, força
Orientado Relatório Orientado
1. Considera um livro em repouso sobre uma superfície horizontal. Como medir forças? aplicada pela Terra sobre
P» – Peso do corpo
Recursos Didáticos

o corpo
1.1. Representa, ao lado da imagem, o diagrama das forças aplicadas
no livro.
Material:
104 Forças aplicadas num corpo em repouso e respetivo
Dinamómetro analógico Massas marcadas de 10 g, 20 g, 50 g e 100 g
Domínio Movimentos e forças
diagrama de forças.
Escola Suporte universal Régua Subdomínio Forças e movimentos
1.2. Indica as forças aplicadas no corpo.

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Nome N.° Turma Procedimento: Secção
Com recurso a um dinamómetro mede a força exercida por cada uma das massas marcadas: Ver Forças
Relatório 05
Explora 2 1 Coloca uma massa marcada suspensa do dinamómetro, na vertical.
2 Lê o valor da força exercida pela massa sobre o dinamómetro.
Orientado
1.3. Indica os pares (ação-reação) das forças aplicadas no livro.
1. Observa atentamente a figura seguinte. Como medir forças?
3 Mede o alongamento provocado pela massa com uma régua.
Dinamómetro
Explora 2
Como medir forças?
Recursos Didáticos
(N)
4 Repete o procedimento para as outras massas marcadas.
0 0
1 1
1.4. Indica as forças aplicadas no corpo que atuam: Material: Registos: 2
3
2
3
S – Alongamento
• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 49 do manual.
DinamómetroRegista os valores da massa, força e alongamento, numa tabela.
analógico Massas marcadas de 10 g, 20 g, 50 g e 100 g
4 4
5 5
1.4.1. à distância; 1.4.2. por contacto. 6
7
6
7
• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
Suporte universal
Registo n.° Régua Força/N
Massa/kg Alongamento/cm 8
9
8
9 pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.
1.5. Sabendo que a área de contacto do livro com a superfície é de 0,0002 m2 e que a força que o livro exerce 10 10
1 (…) (…) (…)
na mesa tem um valor de 1 N, calcula o valor da pressão exercida por este na superfície.
Procedimento: 2 (…) (…) (…) 1 Questões para contextualização
1.1. Dos materiais seguintes, seleciona aquele(s) que, intercalado(s) no circuito elétrico, permite(m) acender a Com recurso a um dinamómetro mede a força exercida por cada uma das massas marcadas:
lâmpada. Questionário: Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.
1 Coloca uma massa marcada suspensa do dinamómetro, na vertical.
1. Elabora os gráficos F = f (m) e F = f (’). Podes usar papel milimétrico ou
2 Lê o valor da forçaumaexercida pela de
folha de cálculo massa sobre o dinamómetro.
um computador. Q1. Indica, entre as opções seguintes, a característica que informa o maior valor medido por um dinamómetro.
i) Menor divisão.
Mede o alongamento provocado pela F/N massa com uma régua.
Dinamómetro
3 F/N
2. Considera as seguintes forças e as suas características. ii) Comprimento.
(N)
4 Repete o procedimento para as outras massas marcadas. 0 0 iii) Alcance.
Força Intensidade Direção Sentido
Avaliação

(A) Alumínio (B) Ferro (C) Madeira (D) Cortiça m/kg


1 1 iv) Unidades.
Registos: 2 2 S – Alongamento
»
S/cm
F1 5 Horizontal Da esquerda para a direita 2. Indica a relação entre:
3 3
Q2. Seleciona as opções que deves seguir na utilização de um dinamómetro.
Regista os valores da massa, força e alongamento, numa tabela. 4 4
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2.1. o valor da força aplicada no dinamómetro e o valor das massas suspensas; 5 5


»
F2 10 Horizontal Da direita para a esquerda 2.2. o valor da força aplicada no dinamómetro e o alongamento obtido.
6 6 i) Certificar-se de que o alcance não é ultrapassado.
7 7
Registo n.° Massa/kg Força/N Alongamento/cm ii) Determinar o valor da menor divisão da escala.
»
8 8
F3 4 Horizontal Da esquerda para a direita 9 9 iii) Fazer a medição com o instrumento suspenso e em repouso.
10 10
iv) Oscilar e determinar o valor médio.
»
F4 3 Vertical De baixo para cima (E) Cobre (F) Borracha (G) Plástico (H) Grafite 1 (…) (…) (…) 49
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Q3. Seleciona a(s) frase(s) que pode(m) ser considerada(s) objetivo(s) desta atividade.
2.1. Representa as forças »
F3 e »
F4 aplicadas ao ponto A e determina »
FR = »
F3 + »
F4. 1.2. Define bons condutores da corrente elétrica. 2 (…) (…) (…)
i) Construir um gráfico força-massa.
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ii) Relacionar o valor da força gravítica exercida sobre um corpo com o valor da sua massa.
Questionário: iii) Relacionar o valor da força exercida no dinamómetro com o alongamento da mola do dinamómetro.
1N 1.3. Define maus condutores da corrente elétrica.
1. Elabora os gráficos F = f (m) e F = f (’). Podes usar papel milimétrico ou iv) Medir o valor da massa de corpos.
uma folha de cálculo de um computador.
2. No dia a dia, a atribuição de símbolos aos componentes elétricos facilita a representação dos circuitos elétricos.
2 Material, procedimento e registo de observações
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F/N F/N
2.1. Preenche os espaços da tabela seguinte com a designação dos componentes dos circuitos elétricos. Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
A Símbolo A
+ – Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
m/kg S/cm professor.
Designação Responde também às questões que te vão sendo colocadas.
85 (1) – (2) – (3) – (4) – (5) – 2. Indica a relação entre:
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2.1. o valor da força aplicada no dinamómetro e o valor das massas suspensas; Material e reagentes:
2.2. Preenche os espaços da tabela seguinte com os símbolos dos componentes dos circuitos elétricos.
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2.2. o valor da força aplicada no dinamómetro e o alongamento obtido. Dinamómetro analógico
Designação Voltímetro Lâmpada Interruptor aberto Interruptor fechado Motor

9 Fichas de Trabalho
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Massas marcadas (de 10 g, 20 g, 50 g e 100 g)


Suporte universal
Símbolo Régua
(A) – (B) – (C) – (D) – (E) –
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globalizantes EXP9GP-15 225


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64

por subdomínio
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1 Teste Diagnóstico Relatórios Orientados


6 Fichas de Avaliação para as atividades experimentais
3 Questões de Aula de acordo com a estrutura do manual
(com cotações, proposta
de resolução e grelhas)
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Recursos Educativos Digitais (RED) em Sala de Aula


Guia de utilização do software Tracker

3
Enquadramento
Pedagógico e
Metodológico do
Explora 9
 Enquadramento pedagógico e metodológico
do manual Explora – Físico-Química 9.° ano
  Guia do aluno com NEE
  Metas Curriculares – Contextualização
  Metas Curriculares
Enquadramento

Enquadramento pedagógico e metodológico do manual


Explora – Físico-Química 9.° ano
Explora a Física-Química: este é o desafio que colocamos a professores e a alunos.

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O 9.º ano de escolaridade permite concluir o ensino básico e, ao mesmo tempo que encerra uma impor-
tante etapa na vida dos alunos, assume um carácter determinante nos seus futuros trajetos escolares.
Conscientes da importância de proporcionar situações de ensino-aprendizagem com significado
para alunos e professores, os autores do projeto Explora objetivam com este projeto mais do que
encerrar um ciclo: incitar os nossos alunos a explorarem o mundo que os rodeia, capacitando-os
para enfrentarem os seus futuros desafios escolares.
O Guia do Professor é constituído por diversos itens com a finalidade de auxiliar o trabalho do
professor, nomeadamente:
– Metas Curriculares, com destaque para os descritores com conteúdos de carácter experimental;
– Planificação anual;
– Recursos relacionados com cada secção numerada do manual, nomeadamente:
• Planificação por secção
• Ficha de Trabalho para alunos com Necessidades Educativas Especiais
• Relatório Orientado
– Material Pedagógico
• Teste Diagnóstico
• Fichas de Trabalho globalizantes por subdomínio (Explora +)
• Fichas de Avaliação
• Questões de Aula
– Propostas de utilização de Recursos Educativos Digitais (RED) em sala de aula.
A elaboração deste manual e dos componentes que lhe estão associados obedeceu a alguns prin-
cípios orientadores, que interessa definir.

a) Rigor científico
Os conteúdos científicos do manual foram alvo de verificação e revisão sistemática, em primeiro
lugar, por autores e editores e, numa segunda fase, por revisores externos, especialistas nos domínios
científicos relevantes. Procurou-se, em todos os momentos, recorrer às fontes mais atualizadas,
focando, sempre que possível, o “estado da arte” em termos de investigação científica. Tenta-se,
desta forma, “fazer a ponte” entre os nossos alunos e a atividade científica que tão frequentemente
os fascina.

b) Adequação pedagógica
Procurou-se, em todo o manual, observar as tendências mais atuais no que toca à metodologia de
ensino-aprendizagem. Este projeto procura contextualizar os conteúdos, de forma a permitir ao
aluno uma adequada integração dos novos conceitos na sua própria rede conceptual prévia.
Os autores do manual perfilham o ensino-aprendizagem de orientação CTS (Ciência – Tecnolo-
gia – Sociedade) como forma de promover a educação para a cidadania e, no caso particular da
Físico-Química, da literacia científica e da formação de cidadãos cultos em domínios da ciência e
da tecnologia.

c) Relevância para o aluno


O desenvolvimento dos conteúdos é feito de forma integrada e integradora. Para além da ênfase
colocada nas aprendizagens de ciclos de ensino anteriores, procurou-se, sempre, apresentar os con-
teúdos de uma forma que permita estabelecer uma fácil ligação com o quotidiano, tornando rele-
vantes e úteis as atividades desenvolvidas, bem como os conteúdos e conhecimentos adquiridos.

6
Enquadramento
Enquadramento Pedagógico e Metodológico do Explora 9

As atividades propostas no manual foram selecionadas de forma a serem tão motivadoras e adequa-
das quanto possível, podendo uma grande parte ser realizada pelos alunos, por exemplo, em casa.
Procurou-se, igualmente, promover as dimensões comunicacional e atitudinal das competências
dos alunos, através de situações de trabalho em grupo envolvendo debate, situações dilemáticas,
tomada de posição e de decisão, em assuntos que possam ser determinantes para o aluno ou sen-
síveis para a comunidade em que se insere.

d) Estruturação e organização cuidadas


A esquematização de conceitos e a boa organização gráfica são reconhecidas, desde há muito
tempo, como formas práticas e eficientes de os alunos integrarem os novos conceitos, construindo
o seu conhecimento de forma relevante e significativa. A esquematização da informação é, pois,
um dos princípios estruturantes do projeto Explora.
A utilização de esquemas organizadores permite ao aluno uma rápida apreensão dos conceitos
envolvidos, bem como da sua hierarquia e relações que entre eles se estabelecem.

e) Simplicidade e objetividade de conteúdos


Dada a idade do público-alvo deste manual (adolescentes), os autores consideram desnecessária
uma excessiva teorização de conteúdos. Sendo assim, estes desenvolvem-se com bases concretas,
evidenciando as suas estruturações de forma clara e objetiva, recorrendo a textos com níveis de
elaboração apenas suficiente para que ocorra a correta integração de conceitos.
A promoção da aprendizagem deverá ser feita, do ponto de vista dos autores, nesta fase da vida
dos adolescentes, sobretudo através de atividades contextualizadas que sejam ao mesmo tempo
claras e motivadoras.

f) Grafismo apelativo
A escola e os manuais escolares não devem alhear-se da sociedade cada vez mais visual em que
vivemos, e em que certamente os nossos alunos vivem, provavelmente de forma mais envolvente
até do que pais e professores.
Os autores não pretendem sugerir que o enfoque dos manuais escolares seja o aspeto visual, no
entanto, não ignoram que este é um fator importante, sobretudo para os nossos alunos, tendo em
conta os níveis de motivação e de atenção que se pretendem alcançar em contexto de sala de aula.

g) Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)


As TIC são uma realidade presente nos mais variados domínios da nossa sociedade e não podem
ser ignoradas pela escola. Estas tecnologias podem ser utilizadas como um aliado de professores e
alunos no processo de ensino-aprendizagem, na medida em que:
– promovem a comunicação entre intervenientes no processo de ensino-aprendizagem;
– facilitam a simulação de situações que de outra forma seriam de difícil concretização;
– permitem situações de interatividade, facilitadoras da aprendizagem;
– simplificam a aquisição, tratamento e interpretação de dados experimentais.
O projeto Explora faz uma forte aposta na utilização das TIC na sala de aula.

h) Promoção da inter e transdisciplinaridade


A diversidade de abordagens dos conteúdos que o projeto sugere reflete-se também na promoção da
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interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade. Os conceitos científicos, do âmbito da Físico-Química,


são focados na perspetiva das suas relações com a tecnologia e a sociedade, mas também na perspe-
tiva das outras ciências e/ou áreas do conhecimento/domínios de atuação humana.

7
Enquadramento

Guia do aluno com Necessidades Especiais Educativas (NEE)

Tendo em conta que é cada vez maior o número de turmas que incluem alunos com NEE, o Explora

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sugere estratégias para melhorar a aprendizagem destes alunos, bem como um conjunto de 29 Fichas
de Trabalho especialmente adaptadas. Estas fichas de trabalho encontram-se, neste Guia do Professor,
associadas à planificação da secção semanal correspondente.

O ALUNO COM NEE

1. A questão das NEE


A realidade das NEE é diversificada e revela-se mais um dos diversos desafios que os professores
encontram no dia a dia da sala de aula. O conceito de aluno com NEE pressupõe a implementação de
medidas educativas especiais. A elaboração de um currículo para discentes com NEE deve partir de três
princípios diferenciadores:

1) Flexibilidade: cada aluno tem o seu próprio ritmo de aprendizagem, não é obrigatório que todos
atinjam, no mesmo intervalo de tempo, o mesmo nível cognitivo.

2) Trabalho simultâneo: é aconselhável que os alunos com NEE participem nas mesmas atividades dos
restantes alunos, embora com intensidades e graus de abstração diferentes.

3) Acomodação: uma planificação deverá ter em conta a aprendizagem dos alunos com NEE.

2. Perfil de alunos com NEE e estratégias de atuação

Elencam-se de seguida alguns dos perfis típicos de alunos com NEE, bem como algumas das estratégias
de atuação, que poderão ser úteis em contexto de sala de aula.

(A) Dislexia
O aluno disléxico pode:
• inverter ou confundir letras e/ou sílabas;
• revelar leitura hesitante e sem expressão;
• ter dificuldades na integração de noções espaciais e temporais;
• cansar-se facilmente;
• ter dificuldades em compreender o que leu;
• possuir um ritmo de trabalho lento.

Perante o aluno disléxico, o professor poderá:


• elogiar aspetos positivos do seu trabalho;
• evitar comparações com outros alunos;
• sugerir a verbalização, em voz baixa, para acompanhar a leitura;
• privilegiar a avaliação da oralidade;
• classificar os trabalhos escritos sobretudo pelo conteúdo.

8
Enquadramento
Guia do aluno com Necessidades Especiais Educativas (NEE)

(B) Hiperatividade
O aluno hiperativo pode:
• evidenciar falta de atenção;
• revelar movimentação corporal excessiva;
• apresentar dificuldades de aprendizagem;
• revelar falta de maturidade;
• apresentar fraca coordenação motora;
• ter dificuldade em terminar as atividades iniciadas;
• revelar dificuldades de concentração e organização.

Perante o aluno hiperativo, o professor poderá:


• recorrer ao contrato comportamental negociado e assinado (prémios e correção);
• usar registo de progressos evidenciados;
• programar atividades de relaxamento;
• responsabilizar o aluno por tarefas em sala de aula.

(C) Autismo
O aluno autista pode:
• apresentar dificuldades de relacionamento com os colegas;
• ter dificuldades na utilização da linguagem como meio de comunicação com os outros;
• apresentar comportamentos repetitivos;
• revelar dificuldades na abstração, sequencialização e compreensão de regras;
• revelar dificuldades na compreensão da linguagem falada e no uso da linguagem gestual;
• apresentar dificuldades no processamento e na elaboração de sequências temporais;
• revelar comportamentos desajustados;
• ser incapaz de lidar com a frustração.

Perante o aluno autista, o professor poderá:


• recorrer a incentivos quando estão a ser aplicadas provas;
• aplicar provas/trabalhos de curta duração;
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• definir limites para as condutas não adaptadas;


• fornecer instruções simples, claras e curtas;
• assumir uma atitude diretiva na planificação de atividades e na sua duração.

9
Enquadramento

Guia do aluno com Necessidades Especiais Educativas (NEE)

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(D) Deficiência visual
O aluno com deficiência visual pode:
• apresentar cegueira total ou parcial;
• receber uma reduzida quantidade de informação do meio exterior;
• revelar uma deficiente construção do conhecimento do mundo exterior.

Perante o aluno com deficiência visual, o professor poderá:


• recorrer a equipamentos pedagógicos adequados (instrumentação em Braille);
• recorrer a equipamentos pedagógicos com relevo;
• preparar materiais com tipo de letra aumentado.

(E) Deficiência auditiva


O aluno com deficiência auditiva pode:
• revelar dificuldades de leitura;
• expressar-se com vocabulário pobre;
• utilizar inadequadamente os tempos verbais;
• utilizar inadequadamente a pontuação;
• fazer uso de frases estereotipadas;
• incorrer em erros de troca, omissão, substituição e adição da ordem de palavras.

Perante o aluno com deficiência auditiva, o professor poderá:


• posicionar o aluno frontalmente, de forma a permitir a leitura labial;
• falar devagar e de forma clara;
• recorrer a gestos e a outras formas de comunicação corporal;
• recorrer ao trabalho em grupo como forma de integração do aluno;
• recorrer a instrumentos pedagógicos visuais (projetor multimédia, quadro interativo);
• prolongar o tempo disponível para a realização de provas.

Fonte:
Alves, E.; Gonçalves, A.; Mendes, M. (2010). Saber em ação – Dossiê do Professor. Porto: Porto Editora.

10
Enquadramento
Metas Curriculares – Contextualização

1. Introdução
A Revisão da Estrutura Curricular, aprovada em março de 2012 pelo Ministério da Educação e Ciência
(MEC, 2012), remeteu para a aprovação de “objetivos claros, rigorosos, mensuráveis e avaliáveis,
através da elaboração de novas metas curriculares e de uma revisão e possível reformulação de
programas”. Esta veio a concretizar-se, na Física e Química em particular, através da homologação
das Metas Curriculares, em abril de 2013 (MEC, 2013).
As Metas Curriculares para os 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade foram homologadas em 16 de abril
de 2013, passando a constituir um referencial para a disciplina, nomeadamente no que concerne à
avaliação externa dos alunos. As Metas Curriculares têm como base os elementos essenciais das
Orientações Curriculares para o 3.º Ciclo do Ensino Básico (DEB, 2001), destacando-se alguns aspe-
tos essenciais relativos à sua implementação.

Estabelecem
o que os alunos
devem alcançar

Descritores
A sequência
de carácter
apresentada pode
experimental
ser alterada
obrigatórios

Metas
Curriculares
Raciocínio
e comunicação Os professores
considerados poderão ir além
em todos do indicado
os descritores

Conteúdos
deverão ser
integrados numa
perspetiva CTS

1 Aspetos essenciais relativos à implementação das Metas Curriculares.


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11
Enquadramento

Metas Curriculares – Contextualização

2. Calendarização

EXP9GP © Porto Editora


As Metas Curriculares constituem o referencial para o ensino da disciplina, devendo ser considera-
das desde o ano letivo 2013-2014 para os 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade. Serão o referencial da
avaliação externa dos alunos a partir do ano em que se tornem obrigatórias.

2013-14 2014-15 2015-16 2016-17 2017-18


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2 Entrada em vigor das Metas Curriculares.

3. Referências
MEC – Ministério da Educação e Ciência (2012). Revisão da Estrutura Curricular.
Em http://bit.ly/H8Cr2e, consultado em abril de 2015.
MEC – Ministério da Educação e Ciência (2013). Metas Curriculares do 3.º Ciclo do Ensino Básico –
Ciências Físico-Químicas. Em http://bit.ly/16loHba, consultado em abril de 2015.
DEB – Departamento da Educação Básica (2001). Orientações Curriculares Ciências Físicas
e Naturais – 3.º ciclo. Em http://bit.ly/10or2nP, consultado em abril de 2015.

Legislação relevante
• Revogação do “Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais”
Despacho n.º 17169/2011, de 23 de dezembro de 2011. Em http://bit.ly/1CbdPvd,
consultado em abril de 2015.

• Homologação das Metas Curriculares


Despacho n.º 5122/2013, de 16 de abril de 2013. Em http://bit.ly/17eSjKV,
consultado em abril de 2015.

• Calendário de implementação
Despacho n.º 15971/2012, de 14 de dezembro de 2012. Em http://bit.ly/19e8Yee,
consultado em abril de 2015.

12
Enquadramento
Metas Curriculares
Apresentam-se de seguida as Metas Curriculares para a Físico-Química do 9.° ano de escolaridade,
assinalando-se os descritores que os autores do projeto Explora identificaram como tendo carácter
experimental obrigatório.

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra
1. Compreender movimentos no dia a dia, descrevendo-os por meio de grandezas físicas.
 1.1 Concluir que a indicação da posição de um corpo exige um referencial.
 1.2 Distinguir movimento do repouso e concluir que estes conceitos são relativos.
 1.3 Definir trajetória de um corpo e classificá-la em retilínea ou curvilínea.
 1.4 Distinguir instante do intervalo de tempo e determinar intervalos de tempos.
  1.5 Definir distância percorrida (espaço percorrido) como o comprimento da trajetória, entre duas posições, em
movimentos retilíneos ou curvilíneos sem inversão de sentido.
 1.6 Definir a posição como a abcissa em relação à origem do referencial.
  1.7 Distinguir, para movimentos retilíneos, posição de um corpo num certo instante da distância percorrida num certo
intervalo de tempo.
  1.8 Interpretar gráficos posição-tempo para trajetórias retilíneas com movimentos realizados no sentido positivo,
podendo a origem das posições coincidir ou não com a posição no instante inicial.
  1.9 Concluir que um gráfico posição-tempo não contém informação sobre a trajetória de um corpo.
1.10 Medir posições e tempos em movimentos reais, de trajetória retilínea sem inversão do sentido, e interpretar gráficos
posição-tempo assim obtidos.
1.11 Definir rapidez média, indicar a respetiva unidade SI e aplicar a definição em movimentos com trajetórias retilíneas
ou curvilíneas, incluindo a conversão de unidades.
1.12 Caracterizar a velocidade num dado instante por um vetor, com o sentido do movimento, direção tangente à
trajetória e valor, que traduz a rapidez com que o corpo se move, e indicar a sua unidade SI.
1.13 Indicar que o valor da velocidade pode ser medido com um velocímetro.
1.14 Classificar movimentos retilíneos no sentido positivo em uniformes, acelerados ou retardados a partir dos valores da
velocidade, da sua representação vetorial ou ainda de gráficos velocidade-tempo.
1.15 Concluir que as mudanças da direção da velocidade ou do seu valor implicam uma variação na velocidade.
1.16 Definir aceleração média, indicar a respetiva unidade SI, e representá-la por um vetor, para movimentos retilíneos
sem inversão de sentido.
1.17 Relacionar para movimentos retilíneos acelerados e retardados, realizados num certo intervalo de tempo, os
sentidos dos vetores aceleração média e velocidade ao longo desse intervalo.
1.18 Determinar valores da aceleração média, para movimentos retilíneos no sentido positivo, a partir de valores de
velocidade e intervalos de tempo, ou de gráficos velocidade-tempo, e resolver problemas que usem esta grandeza.
1.19 Concluir que, num movimento retilíneo acelerado ou retardado, existe aceleração num dado instante, sendo o valor
da aceleração, se esta for constante, igual ao da aceleração média.
1.20 Distinguir movimentos retilíneos uniformemente variados (acelerados ou retardados) e identificá-los em gráficos
velocidade-tempo.
1.21 Determinar distâncias percorridas usando um gráfico velocidade-tempo para movimentos retilíneos, no sentido
positivo, uniformes e uniformemente variados.
1.22 Concluir que os limites de velocidade rodoviária, embora sejam apresentados em km/h, se referem à velocidade e
não à rapidez média.
1.23 Distinguir, numa travagem de um veículo, tempo de reação de tempo de travagem, indicando os fatores de que
depende cada um deles.
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1.24 Determinar distâncias de reação, de travagem e de segurança, a partir de gráficos velocidade-tempo, indicando os
fatores de que dependem.

Nota: Os descritores a amarelo correspondem aos conteúdos de carácter experimental.

13
Enquadramento

Metas Curriculares

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Subdomínio Forças e movimentos
2. Compreender a ação das forças, prever os seus efeitos usando as leis da dinâmica de Newton e aplicar essas
leis na interpretação de movimentos e na segurança rodoviária.
 2.1 Representar uma força por um vetor, caracterizá-la pela direção, sentido e intensidade, indicar a unidade SI e medi-la
com um dinamómetro.
 2.2 Identificar as forças como o resultado da interação entre corpos, concluindo que atuam sempre aos pares, em corpos
diferentes, enunciar a lei da ação-reação (3.ª lei de Newton) e identificar pares ação-reação.
 2.3 Definir resultante das forças e determinar a sua intensidade em sistemas de forças com a mesma direção (sentidos
iguais ou opostos) ou com direções perpendiculares.
 2.4 Interpretar a lei fundamental da dinâmica (2.ª lei de Newton), relacionando a direção e o sentido da resultante das
forças e da aceleração e identificando a proporcionalidade direta entre os valores destas grandezas.
 2.5 Associar a inércia de um corpo à sua massa e concluir que corpos com diferentes massas têm diferentes acelerações
sob a ação de forças de igual intensidade.
 2.6 Concluir, com base na lei fundamental da dinâmica, que a constante de proporcionalidade entre peso e massa é a
aceleração gravítica e utilizar essa relação no cálculo do peso a partir da massa.
 2.7 Aplicar a lei fundamental da dinâmica em movimentos retilíneos (uniformes, uniformemente acelerados ou
uniformemente retardados).
 2.8 Interpretar a lei da inércia (1.ª lei de Newton).
 2.9 Identificar as forças sobre um veículo que colide e usar a lei fundamental da dinâmica no cálculo da força média que
o obstáculo exerce sobre ele.
2.10 Justificar a utilização de apoios de cabeça, cintos de segurança, airbags, capacetes e materiais deformáveis nos
veículos com base nas leis da dinâmica.
2.11 Definir pressão, indicar a sua unidade SI, determinar valores de pressões e interpretar situações do dia a dia com
base na sua definição, designadamente nos cintos de segurança.
2.12 Definir a força de atrito como a força que se opõe ao deslizamento ou à tendência para esse movimento, que resulta
da interação do corpo com a superfície em contacto, e representá-la por um vetor num deslizamento.
2.13 Dar exemplos de situações do dia a dia em que se manifestam forças de atrito, avaliar se são úteis ou prejudiciais,
assim como o uso de superfícies rugosas ou superfícies polidas e lubrificadas, justificando a obrigatoriedade da
utilização de pneus em bom estado.
2.14 Concluir que um corpo em movimento no ar está sujeito a uma força de resistência que se opõe ao movimento.

Subdomínio Forças, movimentos e energia


3. Compreender que existem dois tipos fundamentais de energia, podendo um transformar-se no outro, e que a
energia se pode transferir entre sistemas por ação de forças.
 3.1 Indicar que as manifestações de energia se reduzem a dois tipos fundamentais: energia cinética e energia potencial.
 3.2 Indicar de que fatores depende a energia cinética de um corpo e estabelecer relações entre valores dessa grandeza
para corpos com igual massa e diferente velocidade ou com igual velocidade e diferente massa.
 3.3 Indicar de que fatores depende a energia potencial gravítica de um corpo e estabelecer relações entre valores dessa
grandeza para corpos com igual massa colocados a alturas diferentes do solo ou colocados a igual altura e com
massas diferentes.
  3.4 Concluir que as várias formas de energia usadas no dia a dia, cujos nomes dependem da respetiva fonte ou
manifestações, se reduzem aos dois tipos fundamentais.
 3.5 Identificar os tipos fundamentais de energia de um corpo ao longo da sua trajetória, quando é deixado cair ou
quando é lançado para cima na vertical, relacionar os respetivos valores e concluir que o aumento de um tipo de
energia se faz à custa da diminuição de outro (transformação da energia potencial gravítica em cinética e vice-versa),
sendo a soma das duas energias constante, se se desprezar a resistência do ar.
 3.6 Concluir que é possível transferir energia entre sistemas através da atuação de forças e designar esse processo de
transferência de energia por trabalho.
Nota: Os descritores a amarelo correspondem aos conteúdos de carácter experimental.

14
Enquadramento
Metas Curriculares

Subdomínio Forças e fluidos


4. Compreender situações de flutuação ou afundamento de corpos em fluidos.
 4.1 Indicar que um fluido é um material que flui: líquido ou gás.
 4.2 Concluir, com base nas leis de Newton, que existe uma força vertical dirigida para cima sobre um corpo quando este
flutua num fluido (impulsão) e medir o valor registado num dinamómetro quando um corpo nele suspenso é imerso
num líquido.
 4.3 Verificar a lei de Arquimedes numa atividade laboratorial e aplicar essa lei em situações do dia a dia.
 4.4 Determinar a intensidade da impulsão a partir da massa ou do volume de líquido deslocado (usando a definição de
massa volúmica) quando um corpo é nele imerso.
 4.5 Relacionar as intensidades do peso e da impulsão em situações de flutuação ou de afundamento de um corpo.
 4.6 Identificar os fatores de que depende a intensidade da impulsão e interpretar situações de flutuação ou de
afundamento com base nesses fatores.

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos
1. Compreender fenómenos elétricos do dia a dia, descrevendo-os por meio de grandezas físicas, e aplicar esse
conhecimento na montagem de circuitos elétricos simples (de corrente contínua), medindo essas grandezas.
 1.1 Dar exemplos do dia a dia que mostrem o uso da eletricidade e da energia elétrica.
 1.2 Associar a corrente elétrica a um movimento orientado de partículas com carga elétrica (eletrões ou iões) através de
um meio condutor.
 1.3 Dar exemplos de bons e maus condutores (isoladores) elétricos.
 1.4 Distinguir circuito fechado de circuito aberto.
 1.5 Indicar o sentido convencional da corrente e o sentido do movimento dos eletrões num circuito.
 1.6 Identificar componentes elétricos, num circuito ou num esquema, pelos respetivos símbolos e esquematizar e montar
um circuito elétrico simples.
 1.7 Definir tensão (ou diferença de potencial) entre dois pontos, exprimi-la em V (unidade SI), mV ou kV, e identificar o
gerador como o componente elétrico que cria tensão num circuito.
 1.8 Descrever a constituição do primeiro gerador eletroquímico: a pilha de Volta.
 1.9 Indicar que a corrente elétrica num circuito exige uma tensão, que é fornecida por uma fonte de tensão (gerador).
1.10 Identificar o voltímetro como o aparelho que mede tensões, instalá-lo num circuito escolhendo escalas adequadas,
e medir tensões.
1.11 Definir a grandeza corrente elétrica e exprimi-la em A (unidade SI), mA ou kA.
1.12 Identificar o amperímetro como o aparelho que mede a corrente elétrica, instalá-lo num circuito escolhendo escalas
adequadas e medir correntes elétricas.
1.13 Representar e construir circuitos com associações de lâmpadas em série e paralelo, indicando como varia a tensão e
a corrente elétrica.
1.14 Ligar pilhas em série e indicar a finalidade dessa associação.
1.15 Definir resistência elétrica e exprimir valores de resistência em W (unidade SI), mW ou kW.
1.16 Medir a resistência de um condutor diretamente com um ohmímetro ou indiretamente com um voltímetro e um
amperímetro.
1.17 Concluir que, para uma tensão constante, a corrente elétrica é inversamente proporcional à resistência do condutor.
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1.18 Enunciar a lei de Ohm e aplicá-la, identificando condutores óhmicos e não óhmicos.
1.19 Associar um reóstato a um componente elétrico com resistência variável.
Nota: Os descritores a amarelo correspondem aos conteúdos de carácter experimental.

15
Enquadramento

Metas Curriculares

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Subdomínio Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica
2. Conhecer e compreender os efeitos da corrente elétrica, relacionando-a com a energia, e aplicar esse
conhecimento.
 2.1 Descrever os efeitos térmico (efeito Joule), químico e magnético da corrente elétrica e dar exemplos de situações em
que eles se verifiquem.
 2.2 Indicar que os recetores elétricos, quando sujeitos a uma tensão de referência, se caracterizam pela sua potência,
que é a energia transferida por unidade de tempo, e identificar a respetiva unidade SI.
 2.3 Comparar potências de aparelhos elétricos e interpretar o significado dessa comparação.
 2.4 Determinar energias consumidas num intervalo de tempo, identificando o kW h como a unidade mais utilizada para
medir essa energia.
 2.5 Identificar os valores nominais de um recetor e indicar o que acontece quando ele é sujeito a diferentes tensões
elétricas.
 2.6 Distinguir, na rede de distribuição elétrica, fase de neutro e associar perigos de um choque elétrico a corrente
elétrica superior ao valor máximo que o organismo suporta.
 2.7 Identificar regras básicas de segurança na utilização de circuitos elétricos, indicando o que é um curto-circuito,
formas de o prevenir e a função dos fusíveis e dos disjuntores.

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Estrutura atómica
1. Reconhecer que o modelo atómico é uma representação dos átomos e compreender a sua relevância na
descrição de moléculas e iões.
 1.1 Identificar marcos importantes na história do modelo atómico.
 1.2 Descrever o átomo como o conjunto de um núcleo (formado por protões e neutrões) e de eletrões que se movem
em torno do núcleo.
 1.3 Relacionar a massa das partículas constituintes do átomo e concluir que é no núcleo que se concentra quase toda a
massa do átomo.
 1.4 Indicar que os átomos dos diferentes elementos químicos têm diferente número de protões.
 1.5 Definir número atómico (Z) e número de massa (A).
 1.6 Concluir qual é a constituição de um certo átomo, partindo dos seus número atómico e número de massa, e
relacioná-la com a representação simbólica AZX.
 1.7 Explicar o que é um isótopo e interpretar o contributo dos vários isótopos para o valor da massa atómica relativa do
elemento químico correspondente.
 1.8 Interpretar a carga de um ião como o resultado da diferença entre o número total de eletrões dos átomos ou grupo
de átomos que lhe deu origem e o número dos seus eletrões.
 1.9 Representar iões monoatómicos pela forma simbólica AZXn+ ou AZXn-.
1.10 Associar a nuvem eletrónica de um átomo isolado a uma forma de representar a probabilidade de encontrar eletrões em
torno do núcleo e indicar que essa probabilidade é igual para a mesma distância ao núcleo, diminuindo com a distância.
1.11 Associar o tamanho dos átomos aos limites convencionados da sua nuvem eletrónica.
1.12 Indicar que os eletrões de um átomo não têm, em geral, a mesma energia e que só determinados valores de energia
são possíveis.
1.13 Indicar que, nos átomos, os eletrões se distribuem por níveis de energia caracterizados por um número inteiro.
1.14 Escrever as distribuições eletrónicas dos átomos dos elementos (Z ≤ 20) pelos níveis de energia, atendendo ao
princípio da energia mínima e às ocupações máximas de cada nível de energia.
1.15 Definir eletrões de valência, concluindo que estes estão mais afastados do núcleo.
1.16 Indicar que os eletrões de valência são responsáveis pela ligação de um átomo com outros átomos e, portanto, pelo
comportamento químico dos elementos.
1.17 Relacionar a distribuição eletrónica de um átomo (Z ≤ 20) com a do respetivo ião mais estável.

16
Enquadramento
Metas Curriculares

Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica


2. Compreender a organização da Tabela Periódica e a sua relação com a estrutura atómica e usar informação sobre
alguns elementos para explicar certas propriedades físicas e químicas das respetivas substâncias elementares.
 2.1 Identificar contributos de vários cientistas para a evolução da Tabela Periódica até à atualidade.
 2.2 Identificar a posição dos elementos químicos na Tabela Periódica a partir da ordem crescente do número atómico e
definir período e grupo.
 2.3 Determinar o grupo e o período de elementos químicos (Z ≤ 20) a partir do seu valor de Z ou conhecendo o número
de eletrões de valência e o nível de energia em que estes se encontram.
 2.4 Identificar, na Tabela Periódica, elementos que existem na natureza próxima de nós e outros que na Terra só são
produzidos artificialmente.
 2.5 Identificar, na Tabela Periódica, os metais e os não metais.
 2.6 Identificar, na Tabela Periódica, elementos pertencentes aos grupos dos metais alcalinos, metais alcalinoterrosos,
halogéneos e gases nobres.
 2.7 Distinguir informações na Tabela Periódica relativas a elementos químicos (número atómico, massa atómica relativa)
e às substâncias elementares correspondentes (ponto de fusão, ponto de ebulição e massa volúmica).
 2.8 Distinguir, através de algumas propriedades físicas (condutividade elétrica, condutibilidade térmica, pontos de fusão
e pontos de ebulição) e químicas (reações dos metais e dos não metais com o oxigénio e reações dos óxidos
formados com a água), duas categorias de substâncias elementares: metais e não metais.
 2.9 Explicar a semelhança de propriedades químicas das substâncias elementares correspondentes a um mesmo grupo
(1, 2 e 17) atendendo à sua estrutura atómica.
2.10 Justificar a baixa reatividade dos gases nobres.
2.11 Justificar, recorrendo à Tabela Periódica, a formação de iões estáveis a partir de elementos químicos dos grupos 1
(lítio, sódio e potássio), 2 (magnésio e cálcio), 16 (oxigénio e enxofre) e 17 (flúor e cloro).
2.12 Identificar os elementos que existem em maior proporção no corpo humano e outros que, embora existindo em
menor proporção, são fundamentais à vida.

Subdomínio Ligação química


3. Compreender que a diversidade das substâncias resulta da combinação de átomos dos elementos químicos
através de diferentes modelos de ligação: covalente, iónica e metálica.
 3.1 Indicar que os átomos estabelecem ligações químicas entre si formando moléculas (com dois ou mais átomos) ou
redes de átomos.
 3.2 Associar a ligação covalente à partilha de pares de eletrões entre átomos e distinguir ligações covalentes simples,
duplas e triplas.
 3.3 Representar as ligações covalentes entre átomos de elementos químicos não metálicos usando a notação de Lewis
e a regra do octeto.
 3.4 Associar a ligação covalente à ligação entre átomos de não metais quando estes formam moléculas ou redes
covalentes, originando, respetivamente, substâncias moleculares e substâncias covalentes.
 3.5 Dar exemplos de substâncias covalentes e de redes covalentes de substâncias elementares com estruturas e
propriedades diferentes (diamante, grafite e grafenos).
 3.6 Associar ligação iónica à ligação entre iões de cargas opostas, originando substâncias formadas por redes de iões.
 3.7 Associar ligação metálica à ligação que se estabelece nas redes de átomos de metais em que há partilha de eletrões
de valência deslocalizados.
 3.8 Identificar o carbono como um elemento químico que entra na composição dos seres vivos, existindo nestes uma
grande variedade de substâncias onde há ligações covalentes entre o carbono e elementos como o hidrogénio,
o oxigénio e o nitrogénio.
 3.9 Definir o que são hidrocarbonetos e distinguir hidrocarbonetos saturados de insaturados.
3.10 Indicar que nas estruturas de Lewis dos hidrocarbonetos o número de pares de eletrões partilhados pelo carbono é
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quatro, estando todos estes pares de eletrões envolvidos nas ligações que o átomo estabelece.
3.11 Identificar, a partir de informação selecionada, as principais fontes de hidrocarbonetos, evidenciando a sua utilização
na produção de combustíveis e de plásticos.

EXP9GP-02 17
Recursos Didáticos
  Planificação anual
  Grelhas de avaliação
  Teste Diagnóstico + Proposta de resolução
  Planificação por subdomínio
  Planificação por secção
  Fichas de Trabalho
  Fichas de trabalho globalizantes Explora +
Planificação anual

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Escola   Ano letivo

Departamento

Grupo disciplinar

Disciplina   Ano de escolaridade

Professor(a)
Recursos Didáticos

1. Divisão dos tempos letivos por período


Esta proposta de planificação anual sintetiza os momentos letivos do ano escolar. Estes momentos con-
templam aulas para diagnóstico, desenvolvimento de conteúdos, avaliação, autoavaliação e atividades
interdisciplinares definidas pelo grupo/departamento disciplinar. A distribuição horária foi elaborada
considerando uma carga semanal de 3 tempos letivos.
Considerou-se, para efeitos meramente exemplificativos, um ano letivo com 13 semanas no 1.° período,
12 no 2.° período e 10 no 3.° período.

Período letivo Aulas

1.º Período  39


2.º Período  36
3.º Período  30
TOTAL 105

Na tabela seguinte, discrimina-se o número de aulas por domínio previsto para o desenvolvimento de
conteúdos.

Domínio Aulas

Movimentos e forças 38
Eletricidade 12
Classificação dos materiais 36

2. Divisão dos tempos letivos por domínio e subdomínio


A divisão dos diversos domínios e subdomínios e respetivos tópicos, de acordo com as Metas Curriculares
e com as secções do manual, resulta na seguinte tabela.

20
Planificação anual

1.° Período

Tempos
letivos

Apresentação, avaliação diagnóstica e autoavaliação 2

Recursos Didáticos
Fichas de avaliação e respetiva correção 4

01 Posição e movimento de um corpo

02 Caracterização de movimentos uniformes


Movimentos
na Terra
03 Movimento retilíneos variados

04 Distância de segurança
Desenvolvimento de conteúdos

05 Forças

Movimentos
06 Resultante das forças aplicadas 32
e forças

Forças e
07 Forças e movimentos
movimentos

08 Forças na segurança rodoviária

09 Forças resistentes ao movimento

10 Tipos fundamentais de energia


Forças,
movimentos
e energia
11 Transformações e transferências de energia

Outras atividades 1
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Aulas previstas 39

21
Planificação anual

2.° Período

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Tempos
letivos

Autoavaliação 1
Recursos Didáticos

Fichas de avaliação e respetiva correção 4

12 Impulsão
Movimentos
Forças e fluidos
e forças
13 Lei de Arquimedes

14 Eletricidade no dia a dia


Desenvolvimento de conteúdos

Corrente 15 Corrente elétrica


elétrica e
circuitos
elétricos 16 Diferença de potencial elétrico

Eletricidade 30
17 Resistência elétrica

Efeitos da 18 Potência elétrica


corrente
elétrica e
energia
19 Efeitos da corrente elétrica
elétrica

20 Evolução do conhecimento dos átomos


Classificação Estrutura
dos materiais atómica
21 Átomos e elementos químicos

Outras atividades 1

Aulas previstas 36

22
Planificação anual

3.° Período

Tempos
letivos

Autoavaliação 1

Recursos Didáticos
Fichas de avaliação e respetiva correção 4

22 Isótopos e iões
Estrutura
atómica
23 Distribuições eletrónicas
Desenvolvimento de conteúdos

24 A Tabela Periódica

Propriedades
dos materiais e
25 Famílias de elementos químicos
Tabela
Classificação Periódica 24
dos materiais
26 Propriedades químicas e estrutura atómica

27 Ligação covalente

Ligação
28 Redes covalentes, iónicas e metálicas
química

29 Hidrocarbonetos e a química da vida

Outras atividades 1

Aulas previstas 30
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23
Recursos Didáticos

24
Grelha de classificação do Teste Diagnóstico

Físico-Química 9.º ano Data: ­‑ ­‑


Questão 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 2.5. 2.6 3.1. 3.2. 4.1. 4.2. 4.3. 4.4. Total Classificação
Pontuação* 6 6 6 6 6 6 6 6 6 8 7 7 6 6 6 6 100
N.º Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
Grelhas de avaliação

9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

*Nota: A avaliação diagnóstica não implica necessariamente uma classificação do Teste Diagnóstico, podendo resumir-se a uma apreciação/reflexão sobre os conhecimentos revelados
pelos alunos, se o professor assim o entender.
Reflexão sobre os conhecimentos prévios dos alunos:

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Grelha de autoavaliação do aluno

Nome: N.º Turma:


1.º Período 2.º Período 3.º Período
Classificação / Parâmetros N.A. 1 2 3 4 5 Classificação / Parâmetros N.A. 1 2 3 4 5 Classificação / Parâmetros N.A. 1 2 3 4 5

Sou assíduo e pontual. Sou assíduo e pontual. Sou assíduo e pontual.

Cumpro as regras estabelecidas. Cumpro as regras estabelecidas. Cumpro as regras estabelecidas.


Respeito colegas, professores Respeito colegas, professores Respeito colegas, professores
e funcionários. e funcionários. e funcionários.
Faço os trabalhos de casa. Faço os trabalhos de casa. Faço os trabalhos de casa.

Participo nas aulas. Participo nas aulas. Participo nas aulas.

Faço pesquisa. Faço pesquisa. Faço pesquisa.

Empenho­‑me nas tarefas solicitadas. Empenho­‑me nas tarefas solicitadas. Empenho­‑me nas tarefas solicitadas.

Utilizo linguagem clara e rigorosa. Utilizo linguagem clara e rigorosa. Utilizo linguagem clara e rigorosa.
Manipulo o material de laboratório Manipulo o material de laboratório Manipulo o material de laboratório
em segurança. em segurança. em segurança.
Relaciono a informação das aulas com Relaciono a informação das aulas com Relaciono a informação das aulas com
o meu dia a dia. o meu dia a dia. o meu dia a dia.
Compreendo os conteúdos das aulas. Compreendo os conteúdos das aulas. Compreendo os conteúdos das aulas.
Dou as minhas opiniões de forma clara Dou as minhas opiniões de forma clara Dou as minhas opiniões de forma clara
e sustentada. e sustentada. e sustentada.
A minha opinião sobre as aulas de Físico­‑Química: A minha opinião sobre as aulas de Físico­‑Química: A minha opinião sobre as aulas de Físico­‑Química:

No 2.º Período pretendo melhorar: No 3.º Período pretendo melhorar: No próximo ano pretendo melhorar:

Considero que mereço o nível final de: Considero que mereço o nível final de: Considero que mereço o nível final de:

Porque: Porque: Porque:

25
Grelhas de avaliação

Nota: N.A. – não avaliado

Recursos Didáticos
Recursos Didáticos

26
Grelha de classificação das Fichas de Avaliação

Ficha de Avaliação: Data: ­‑ ­‑


Questão Total Classificação
Pontuação
N.º Nome
Grelhas de avaliação

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Pontuação / Alunos < 25 < 49,5 < 70 < 90 > 90

Análise dos resultados obtidos:

EXP9GP © Porto Editora


EXP9GP © Porto Editora

Grelha de observação de aula

Aula n.º: Data: ­‑ ­‑

Cumpri- Respeito pelos Utilização de Manipulação Relação dos


Execução Capacidade Empenho
Assiduidade/ mento diversos linguagem do material conteúdos Análise
do trabalho Participação de nas
Pontualidade das normas intervenientes clara de com o global

PARÂMETROS
de casa pesquisa atividades
da aula presentes e rigorosa laboratório dia a dia
ALUNO
N.º Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Reflexão crítica:

27
Grelhas de avaliação

Recursos Didáticos
Recursos Didáticos

28
Grelha de observação de aula para reflexão do professor

Questão exploratória/Objetivo geral: Data: ­‑ ­‑


Reflexão crítica
Aspetos Aspetos Propostas para
Parâmetros de observação N.A. 1 2 3 4 5
Grelhas de avaliação

positivos negativos melhorar


Atividades adaptadas às características dos alunos

Participação dos alunos

Interação aluno-professor

Interação aluno-aluno

Trabalho colaborativo entre os alunos

Gestão do tempo de aula

Organização dos conteúdos

Recursos adequados à aquisição de competências por parte dos alunos

Cumprimento da planificação da aula

Autonomia dos alunos na execução das tarefas

Clareza e rigor científico do professor

Relação dos conteúdos com o quotidiano/vivência dos alunos

Síntese dos conteúdos programáticos no final da aula

Proposta de tarefas diferenciadas em função das dificuldades dos alunos

Observações:

Nota: N.A. – não avaliado


EXP9GP © Porto Editora
EXP9GP © Porto Editora

Grelha de observação de trabalho de grupo

Trabalho de grupo: Data: ­‑ ­‑

Trabalho
Planificação Rigor na linguagem Cumprimento das
colaborativo entre os Apresentação do
adequada do (linguagem científica Gestão do tempo normas de trabalho Avaliação
diversos elementos trabalho realizado

PARÂMETROS
trabalho e língua materna) de grupo
Alunos por do grupo
grupo

Reflexão crítica:

29
Grelhas de avaliação

Recursos Didáticos
Recursos Didáticos

30
Grelha de planificação de projeto

Questão exploratória:    Projeto:    Duração:

Síntese do projeto:
Grelhas de avaliação

Competências Inter e transdisciplinaridade Balanço de fase/


Fase do projeto Objetivo Atividades Recursos Apresentações
a desenvolver Avaliação
Disciplinas Conteúdos

Avaliação final/Reflexão crítica:

EXP9GP © Porto Editora


EXP9GP © Porto Editora

Grelha de observação de atividade prática

Atividade prática: Data: ­‑ ­‑

Organiza Analisa Reflete


Elabora Efetua Manipula Descreve
Interpreta Cumpre as o material/ de forma criticamente
plano de uma correta o material com clareza
Grupo orientações de regras de equipamento adequada os sobre a Avaliação

PARÂMETROS
trabalho gestão de forma o que
forma adequada segurança de forma resultados atividade
autónomo do tempo adequada observou
adequada obtidos realizada
ALUNO
N.º Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Análise crítica à atividade realizada:

31
Grelhas de avaliação

Recursos Didáticos
Grelhas de avaliação

EXP9GP © Porto Editora


Visitas de estudo (inclui autorização dos Encarregados de Educação)

Objetivo:

Visita de estudo:  Data da realização: ­‑ ­‑

O(A) Professor(a) de Físico­‑Química do(a) aluno(a) ,


n.º , da turma , do ano, vem, por este meio, informar o respetivo Encarregado de Educação que no
Recursos Didáticos

dia ­‑ ­‑ se irá realizar uma visita de estudo .

Professores responsáveis:

Professores acompanhantes:

Hora de saída:

Hora de chegada:

Objetivos da visita de estudo Programa da visita de estudo

Outras considerações:

O(A) Professor(a)

(Assinatura)


(Assinar, cortar e devolver a parte inferior ao professor responsável da turma)

Eu, , Encarregado de Educação do(a) aluno(a)


, n.º , da turma , do ano, autorizo/não autorizo o meu
educando a participar na visita de estudo .

Data: ­‑ ­‑
O Encarregado de Educação

(Assinatura)

32
Teste Diagnóstico
Físico-Química – 9.º ano

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. A representação de substâncias através de símbolos e fórmulas químicas permite aos químicos

Recursos Didáticos
comunicarem com os seus colegas de todo o Mundo através de uma linguagem universal.
Nas questões 1.1. a 1.4., seleciona a única opção correta.

1.1. As unidades estruturais constituintes da matéria são…


(A) … apenas moléculas.
(B) … iões positivos.
(C) … iões negativos.
(D) … átomos, moléculas e iões.

1.2. A fórmula química do composto formado pelos iões Mg2+ e F- é…


(A) … MgF2.
(B) … MgF.
(C) … Mg2F.
(D) … Mg2F2.

1.3. No gráfico ao lado representa-se, em função do


tempo, a massa dos componentes de um sistema Massa
. ...

químico onde ocorre uma reação química.


As massas A, B e C são, respetivamente…
... A

....
(A) … reagentes, produtos e total.
.. B

........ C

....
(B) … total, reagentes e produtos.

(C) … reagentes, total e produtos.


Tempo
(D) … produtos, total e reagentes.

1.4. Das seguintes opções, seleciona a única que corresponde a uma equação química devidamente acertada.
(A) Zn(s) + HC’(aq)  " ZnC’2(aq) + H2(g)
(B) 3 Zn(s) + HC’(aq)  "  3 ZnC’2(aq) + H2(g)
EXP9GP © Porto Editora


(C) 2 Zn(s) + HC’(aq)  "  2 ZnC’2(aq) + H2(g)
(D) Zn(s) + 2 HC’(aq)  " ZnC’2(aq) + H2(g)

EXP9GP-03 33
Teste Diagnóstico

2. Considera o gráfico seguinte, onde se representa uma perturbação sonora num dado ponto, em função

EXP9GP © Porto Editora


do tempo.
Nas questões 2.1. a 2.5., seleciona a única opção correta.

2.1. Esta perturbação é uma onda…


Pressão
(A) … que se propaga no vazio.
(B) … eletromagnética.
Recursos Didáticos

(C) … mecânica. 0 0,01 0,02 0,03 0,04 Tempo (s)


(D) … que não necessita de um meio
material para se propagar.

2.2. O período desta onda sonora é…


(A) … 0,03 s.
(B) … 0,012 s.
(C) … 0,03 Hz.
(D) … 0,012 Hz.

2.3. Um som mais agudo do que aquele que se representa terá…


(A) … maior amplitude.
(B) … maior período.
(C) … maior frequência.
(D) … maior velocidade de propagação.

2.4. Um som mais fraco do que este terá…


(A) … menor amplitude.
(B) … menor período.
(C) … menor frequência.
(D) … menor velocidade de propagação.

2.5. A velocidade de propagação deste som é…


(A) … independente do meio em que se propaga.
(B) …, de uma forma geral, maior nos gases do que nos sólidos.
(C) … tanto maior quanto menor a temperatura do ar.
(D) … tanto maior quanto maior a temperatura do ar.

2.6. Determina a frequência do som representado.

34
Teste Diagnóstico

3. Os seres humanos conseguem ouvir uma gama de sons que são capazes de fazer vibrar o tímpano sem
lhe provocar dano. Fatores como o nível de intensidade sonora ou a frequência determinam o tipo de
sons que podemos ouvir.
3.1. Associa as gamas de frequências dos sons, na coluna I, aos tipos de sons (em termos de audição humana),
na coluna II.

Coluna I Coluna II

Recursos Didáticos
(A) Frequência inferior a 20 Hz   (1) Sons audíveis

(B) Frequência compreendida entre 20 Hz e 20 000 Hz   (2) Ultrassons

(C) Frequência superior a 20 Hz   (3) Infrassons

3.2. Associa os tipos de sons, na coluna I, com os seus efeitos, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Avião a jato – 140 dB


  (1) Repousante

(B) Folhas a cair – 10 dB

  (2) Incomodativo

(C) Berbequim – 100 dB

(D) Martelo pneumático – 110 dB   (3) Fatigante

(E) Quarto de dormir – 5 dB

  (4) Perigoso

(F) Aspirador – 80 dB
EXP9GP © Porto Editora

  (5) Doloroso
(G) Conversas de café – 60 dB

35
Teste Diagnóstico

4. Observa a figura seguinte, que representa um raio luminoso que se propaga do ar para a água,

EXP9GP © Porto Editora


atravessando uma superfície de vidro.

Raio B Raio C
r
Recursos Didáticos

Raio A

Nas questões 4.1. a 4.3., seleciona a única opção correta.

4.1. O raio B é o raio…


(A) … incidente.
(B) … refletido.
(C) … refratado.
(D) … refrangente.

4.2. O raio C é o raio…


(A) … refletido.
(B) … refratado.
(C) … emitido.
(D) … refletido.

4.3. A relação correta entre os ângulos i e r é…


(A) … i > r.
(B) … i < r.
(C) … i = r.
(D) Não se podem comparar os valores de i e r.

4.4. Indica qual dos meios, água ou ar, é mais refrangente. Justifica tendo em conta a figura.

FIM

36
Proposta de resolução e de classificação
do Teste Diagnóstico

Resolução Classificação

1.

1.1. Opção (D) 6 pontos

Recursos Didáticos
1.2. Opção (A) 6 pontos

1.3. Opção (B) 6 pontos

1.4. Opção (D) 6 pontos

2.

2.1. Opção (C) 6 pontos

2.2. Opção (B) 6 pontos

2.3. Opção (C) 6 pontos

2.4. Opção (A) 6 pontos

2.5. Opção (D) 6 pontos

1 1
2.6. f= § f= § f = 83,3 Hz 8 pontos
T 0,012

3.

3.1. (A) – (3); (B) – (1); (C) – (2) 7 pontos

3.2. (A) – (5); (B) – (1); (C) – (4); (D) – (4); (E) – (1); (F) – (3); (G) – (2) 7 pontos

4.

4.1. Opção (C) 6 pontos

4.2. Opção (D) 6 pontos

4.3. Opção (A) 6 pontos

A água é mais refrangente que o ar, o que se demonstra na aproximação à normal que se verifica
4.4. 6 pontos
EXP8GP © Porto Editora

num raio refratado quando passa a propagar-se neste meio.

TOTAL: 100 pontos

37
Planificação por subdomínio

Domínio Movimentos e forças 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Movimentos na Terra

Secção 01 Posição e movimento de um corpo

Compreender movimentos no dia Secção 02 Caracterização de movimentos uniformes


a dia, descrevendo-os por meio de
Secção 03 Movimentos retilíneos variados
Recursos Didáticos

grandezas físicas.

Secção 04 Distância de segurança

Capacidades a desenvolver
• Interpretar situações do quotidiano que envolvam o movimento de corpos, nomeadamente a partir
de gráficos.
• Conhecer as características das grandezas que permitem classificar os movimentos.
• Compreender os conceitos de velocidade e de aceleração média e a relação entre eles.
• Valorizar a informação sobre segurança rodoviária, nomeadamente ao nível da segurança passiva.

Questões para avaliação diagnóstica


• Como podemos localizar um corpo no espaço?
• O movimento de um corpo é igual para dois observadores distintos?
• De que fatores depende a distância percorrida por um corpo em movimento?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

A localização de um corpo implica estabelecer um


A localização de um corpo pode ser descrita fornecendo referencial no qual se identifica a origem e uma ou mais
a distância a um dado ponto e ignorando a direção. direções. Envolve, pois, indicar a distância à origem, bem
como a direção e o sentido face ao referencial escolhido.

Para entrar em movimento, um corpo varia a sua


Um corpo em repouso não tem aceleração. velocidade, ou seja, acelera; logo, no instante inicial, não
tem velocidade mas pode ter aceleração.

A aceleração ocorre sempre na mesma direção e sentido A aceleração de um corpo será oposta ao sentido do
do movimento. movimento, se este for retardado.

38
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra
3 tempos letivos Secção
Posição e movimento de um corpo
Manual páginas 10 a 17 01

Questão exploratória: Como definir a posição de um corpo?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Concluir que a indicação da posição de um corpo • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 10,
exige um referencial. promovendo o respetivo debate.
• Distinguir movimento do repouso e concluir que • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
estes conceitos são relativos. base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
• Definir trajetória de um corpo e classificá-la em disponíveis.
retilínea ou curvilínea. • Analisar as figuras 1 e 2 e refletir sobre a necessidade de
• Distinguir instante de intervalo de tempo e estabelecer um referencial.
determinar intervalos de tempo. • Analisar o exemplo relativo à figura da página 11, no qual se
• Definir distância percorrida (espaço percorrido) estabeleceu um referencial, observando as abcissas (posições)
como o comprimento da trajetória, entre duas de cada um dos corpos.
posições, em movimentos retilíneos ou curvilíneos • Analisar o diagrama da página 13 relativo à noção de
sem inversão de sentido. movimento e repouso.
• Definir a posição como a abcissa em relação à • Analisar o diagrama da página 14 relativo ao tipo da trajetória.
origem do referencial. • Explorar o exemplo da página 15 relacionando instante com
• Distinguir, para movimentos retilíneos, a posição de posição de um corpo e distância com intervalo de tempo.
um corpo num certo instante da distância percorrida • Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
num certo intervalo de tempo. da página 16.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 16. Concluir que o conhecimento da
trajetória depende do referencial escolhido.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 17.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 16)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

39
Ficha de Trabalho  1
Posição e movimento de um corpo

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. As frases seguintes dão indicações para que possas completar o crucigrama.


Recursos Didáticos

(1) Estado de um corpo quando mantém a sua posição, ao longo do tempo, num dado referencial.
(2) Unidade SI de distância.
(3) Abcissa em relação à origem.
(4) Instrumento que mede a distância percorrida.
(5) Conjunto de posições ocupadas pelo corpo num dado intervalo de tempo.
1
L

2 M

3 O

4 E

5 T

2. Considera a imagem seguinte que representa a posição de um corpo A em vários instantes.


t=0s t=5s t = 10 s

Corpo A

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 x/m

t=0s
Das afirmações seguintes, t=5s
indica as verdadeiras (V) e as falsas (F). t = 10 s

(A) O corpo
Corpo B encontrava-se na origem do referencial no instante inicial.
(B) O corpo percorreu
0 1 132 m no
3 intervalo
4 5 de 6 tempo
7 8 considerado.
9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 x/m
(C) O corpo encontrava-se na posição x = 10 m no instante t =10 s.
(D) O corpo encontrava-se na posição x = 13 m no instante t = 10 s.
(E) Entre os instantes t = 0 s e t = 5 s, o corpo percorreu uma distância de 15 m.
(F) Entre os instantes t = 0 s e t =10 s, o corpo percorreu uma distância de 10 m.

40
Ficha de Trabalho  1

3. Considera as imagens, na coluna I, relativas a marcas deixadas por automóveis em movimento e


associa-as ao tipo de trajetória efetuada, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A)   (1) Trajetória retilínea

Recursos Didáticos
(B)   (2) Trajetória curvilínea

4. Considera a seguinte situação ilustrada na figura: “Um comboio está a chegar à estação, cheio de
passageiros. A Joana espera de pé e pretende entrar neste comboio.”

Considera as frases da coluna I e associa-lhes um referencial, da coluna II, de modo que a frase seja verdadeira.

Coluna I Coluna II
(A) Os passageiros estão em movimento em relação…
  (1) … ao comboio
(B) Os passageiros estão em repouso em relação…
(C) A Joana está em movimento em relação…
  (2) … à estação
(D) A Joana está em repouso em relação…

5. Considera a tabela seguinte, onde se registou a posição de um automóvel ao longo do tempo.

t/s 0 60 120 180


x/m 50 100 100 200
Assinala a opção que completa corretamente a seguinte frase:
“No instante inicial, o automóvel encontrava-se na posição (I) e esteve em repouso entre os
instantes t = 60 s e t = 120 s, tendo percorrido a distância total de (II) .“
(A) (I) x = 0 m; (II) 200 m
EXP9GP © Porto Editora

(B) (I) x = 50 m; (II) 150 m


(C) (I) x = 0 m; (II) 150 m
(D) (I) x = 50 m; (II) 200 m

41
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  1

EXP9GP © Porto Editora


Posição e movimento de um corpo

1. (1) Repouso; (2) Metro; (3) Posição; (4) Odómetro; (5) Trajetória.
1
R
E 2 M E T R 0
3 P O S I Ç Ã O
Recursos Didáticos

O V
U I
S M
O 4 O D Ó M E T R O
N
5 T R A J E T Ó R I A
O

2. (A) – F; (B) – F; (C) – F; (D) – V; (E) – F; (F) – V.


3. A – (1); B – (2)
4. (A) – (2); (B) – (1); (C) – (1); (D) – (2).
5. (B).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

42
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra
3 tempos letivos Secção
Caracterização de movimentos uniformes
Manual páginas 18 a 27 02

Questão exploratória: Como descrever a posição de um corpo ao longo do tempo?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Interpretar gráficos posição-tempo para trajetórias • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
retilíneas com movimentos realizados no sentido nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
positivo, podendo a origem das posições coincidir • Analisar o exemplo da página 18, relacionando as posições do
ou não com a posição no instante inicial. motociclista com os valores da tabela e o gráfico posição-tempo.
• Concluir que um gráfico posição-tempo não contém Concluir que este não contém informação sobre a trajetória.
informação sobre a trajetória de um corpo. • Introduzir o conceito de rapidez média e explorar o seu
• Medir posições e tempos em movimentos reais de significado, recorrendo ao exemplo da página 19.
trajetória retilínea sem inversão do sentido, e • Explorar os exemplos da página 20, aproveitando para rever a
interpretar gráficos posição-tempo assim obtidos. conversão de unidades de comprimento e de tempo.
• Definir rapidez média, indicar a respetiva unidade SI • Realizar a atividade Explora 1 da página 21, analisando a
e aplicar a definição em movimentos com trajetórias trajetória e a rapidez média e elaborar o Relatório Orientado
retilíneas ou curvilíneas, incluindo a conversão de correspondente.
unidades. • Introduzir o conceito de velocidade e, analisando as figuras
• Caracterizar a velocidade num dado instante por um das páginas 18 e 19, chegar às conclusões do diagrama da
vetor, com o sentido do movimento, direção página 22.
tangente à trajetória e valor que traduz a rapidez • Classificar o movimento analisado e explorar os gráficos
com que o corpo se move, e indicar a sua unidade SI. correspondentes.
• Indicar que o valor da velocidade pode ser medido • Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
com um velocímetro. da página 26.
• Concluir que as mudanças da direção da velocidade • Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
ou do seu valor implicam uma variação na prática da página 26. Concluir que a rapidez média não
velocidade. informa sobre a velocidade num dado instante.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 27.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização do Explora 1 (página 21)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 26)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

43
Ficha de Trabalho  2
Caracterização de movimentos uniformes

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Nas frases seguintes indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


Recursos Didáticos

(A) Um gráfico posição-tempo contém informação sobre a trajetória de um corpo.


(B) Um gráfico posição-tempo permite determinar a distância percorrida, num dado intervalo de tempo.
(C) Um gráfico posição-tempo permite identificar os intervalos de tempo em que o corpo esteve em
movimento e em repouso.
(D) Não é possível determinar a rapidez média de um corpo num gráfico posição-tempo.
(E) Quanto maior a inclinação da linha num gráfico posição-tempo, maior a rapidez média do corpo.
(F) Quando a linha num gráfico posição-tempo é horizontal, o corpo encontra-se em repouso.

2. Considera o gráfico posição-tempo seguinte, relativo ao movimento de um corpo, e associa a informação,


na coluna I, ao intervalo de tempo a que esta diz respeito, na coluna II.

x/m
90

80

70

60

50

40

30

20

10

0
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 t/s

Coluna I Coluna II

(A) Corpo em repouso   (1) Entre t = 0 s e t = 30 s

(B) Rapidez média de 1 m/s   (2) Entre t = 50 s e t = 80 s

(C) Maior rapidez média   (3) Entre t = 30 s e t = 50 s

(D) Percorreu a distância de 90 m   (4) Entre t = 0 s e t = 80 s

44
Ficha de Trabalho  2

3. Em cada uma das opções seguintes está representada a posição de um automóvel em três instantes
diferentes. Assinala em que situações a velocidade do automóvel variou.
(A)
v» v» v» = 0

(B)
v» v» v»

Recursos Didáticos
(C) v
»

v
»

(D)
v
»

v» = 0

4. Associa os gráficos, na coluna I, aos dados que lhe correspondem, na coluna II.

Coluna I Coluna II
x/m
6

4
(A)   (1) rm = 0 m/s
2

0
0 1 2 3 t/s

x/m
6

4
(B)   (2) rm = 1 m/s
2

0
0 1 2 3 t/s

x/m
6

4
(C)   (3) rm = 2 m/s
2
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0
0 1 2 3 t/s

45

Relatório Orientado

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra

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Secção
Caracterização de movimentos uniformes
02
Explora 1
Como estudar o movimento de um corpo?
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 21 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Das opções seguintes, seleciona as que se relacionam com um referencial.


i) Sistema orientado de coordenadas.
ii) Massa.
iii) Possui uma origem.
iv) Corpo em estudo.

Q2. Seleciona a(s) frase(s) que refere(m) cuidados que deves ter em atenção na realização desta atividade.
i) Medir rigorosamente a distância entre as marcas.
ii) Procurar que o carrinho descreva uma trajetória retilínea, alinhada com o referencial escolhido.
iii) Medir a temperatura.
iv) Pegar no cronómetro com pinça metálica.

Q3. Seleciona a(s) frase(s) que pode(m) ser considerada(s) objetivo(s) desta atividade.
i) Construir um gráfico posição-tempo.
ii) Registar o tempo em que o carrinho cruza cada uma das marcas.
iii) Avaliar a rapidez média do carrinho.
iv) Medir a massa do carrinho.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material e reagentes:
Carrinho telecomandado ou de corda
Cronómetro digital (que permita registar pelo menos 5 instantes para a mesma corrida)
Fita métrica
Fita adesiva colorida

46
Relatório Orientado – Explora 1

Procedimento:
1 
Escolhe um local plano, por exemplo, o pavimento da sala de aula.
2 
Usando, por exemplo, fita adesiva colorida, marca uma trajetória retilínea. Assinala a origem do referencial
e pelo menos quatro posições equidistantes entre si (por exemplo, separadas por 50 cm).
3 Coloca o carrinho na origem do referencial.
4 Constrói uma tabela de modo a registares a posição e o tempo de passagem pelas marcas.
5 Dá início ao movimento e aciona o cronómetro.

Recursos Didáticos
6 Regista o tempo de passagem em cada marca.

Q4.
Quais são as unidades SI de distância? E de tempo?

3   Interpretação de dados e observações


Regista na tabela os valores do tempo e posição do carrinho e constrói o gráfico posição-tempo.

Registo x/m
t/s x/m
n.º
1
2
3
4
5

t/s

Q5.
Determina a rapidez média do movimento do carrinho.

Q6. 
O tempo que o carrinho demorou a percorrer a distância entre duas marcas sucessivas aumentou, diminuiu ou
manteve-se?

Q7.
Comenta a frase seguinte, indicando se é verdadeira ou falsa:
“Se o tempo que o carrinho demora a percorrer a distância entre duas marcas sucessivas aumenta, a velocidade do
carrinho aumenta.”

4   Conclusões e resposta à questão-problema

Q8. O
 registo simultâneo das posições e respetivo instante permite tirar conclusões sobre o tipo de movimento? Se sim,
EXP9GP © Porto Editora

quais?

Q9. Responde à questão-problema colocada: “Como estudar o movimento de um corpo?“

47
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho 2

EXP9GP © Porto Editora


Caracterização de movimentos uniformes

1. (A) – F; (B) – V; (C) – V; (D) – F; (E) – V; (F) – F.


2. (A) – (3); (B) – (1); (C) – (2); (D) – (4).
3. (A); (C); (D).
4. (A) – (3); (B) – 1; (C) – (2).
Recursos Didáticos

Relatório Orientado Explora 1


1 Questões para contextualização
Q1. i), iii).
Q2. i), ii).
Q3. i), ii), iii).

2 Material, procedimento e registo de observações


Q4. A unidade SI de tempo é o segundo (s) e a de distância é o metro (m).

3 Interpretação de dados e observações


s
Q5. rm = . A resposta a esta questão está dependente dos resultados obtidos.
Dt
Q6. A resposta a esta questão está dependente dos resultados obtidos.
Q7. Falsa. Se a distância que separa as duas marcas sucessivas é a mesma e o carrinho demora mais tempo a percorrer essa mesma distân-
cia, isso significa que a sua velocidade diminuiu.

4 Conclusões e resposta à questão-problema


Q8. Sim. Para além das posições, permite conhecer a rapidez média e a forma como esta variou, através da análise dos intervalos de tempo
de passagem entre as marcas.
Q9. O registo das posições em função do tempo com recurso a um sistema de coordenadas permite estudar o movimento de um corpo.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

48
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra
3 tempos letivos Secção
Movimentos retilíneos variados
Manual páginas 28 a 37 03

Questão exploratória: Como classificar os movimentos em que ocorre variação de velocidade?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Classificar movimentos retilíneos no sentido positivo • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
em uniformes, acelerados ou retardados a partir dos nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
valores da velocidade, da sua representação vetorial • Observar as figuras da página 28, começando por rever o
ou ainda de gráficos velocidade-tempo. movimento retilíneo uniforme e suas características.
• Definir aceleração média, indicar a respetiva • Analisar as características do movimento, nomeadamente a
unidade SI, e representá-la por um vetor, para nível da variação da velocidade, e gráfico velocidade-tempo.
movimentos retilíneos sem inversão de sentido. • Introduzir o conceito aceleração média e analisar o significado
• Relacionar para movimentos retilíneos acelerados e das suas unidades SI, assim como o sentido face ao vetor
retardados, realizados num certo intervalo de velocidade.
tempo, os sentidos dos vetores aceleração média e • Concluir que, num movimento retilíneo uniformemente
velocidade ao longo desse intervalo. acelerado, a aceleração média é igual à aceleração num dado
• Determinar valores da aceleração média, para instante.
movimentos retilíneos no sentido positivo, a partir • Analisar o diagrama da página 31, classificando o movimento.
de valores de velocidade e intervalos de tempo, ou • Repetir a análise realizada, agora para o movimento retilíneo
de gráficos velocidade-tempo, e resolver problemas uniformemente retardado com recurso às figuras e ao
que usem esta grandeza. diagrama da página 33.
• Concluir que, num movimento retilíneo acelerado • Analisar os exemplos 1 e 2 da página 34.
ou retardado, existe aceleração num dado instante, • Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
sendo o valor da aceleração, se esta for constante, da página 36.
igual ao da aceleração média. • Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
• Distinguir movimentos retilíneos uniformemente prática da página 36. Inferir acerca do tipo de movimento
variados (acelerados ou retardados) e identificá-los observado.
em gráficos velocidade-tempo. • Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 37.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 36)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

EXP9GP-04 49
Ficha de Trabalho  3
Movimentos retilíneos variados

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Das seguintes frases, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


Recursos Didáticos

(A) Num movimento retilíneo uniforme, a velocidade é constante.


(B) Num movimento retilíneo uniforme, a velocidade é nula.
(C) Num movimento retilíneo uniformemente variado, a aceleração não varia.
(D) Num movimento uniformemente acelerado, a velocidade diminui.
(E) Quanto maior a inclinação da linha num gráfico velocidade-tempo, maior a aceleração.
(F) Num gráfico velocidade-tempo, quando a linha é horizontal, o corpo tem velocidade constante.

2. Associa o tipo de movimento, na coluna I, com as características da velocidade, na coluna II, o respetivo
gráfico velocidade-tempo, na coluna III, e a correta representação vetorial da velocidade e da aceleração,
na coluna IV.

Coluna I Coluna II Coluna III Coluna IV


(A) (D) (G) (J)

v/(m/s)
Movimento 3

retilíneo » aumenta
v 2 am
» v
»
uniforme uniformemente 1
(m.r.u.) x
0
0 1 2 3 t/s

(B) (E) (H) (K)

Movimento v/(m/s)
6
retilíneo 5
4
uniformemente »
v constante 3 a
»m v»
2
acelerado 1 x
0
(m.r.u.a.) 0 1 2 3 t/s

(C) (F) (I) (L)

Movimento v/(m/s)
6
retilíneo 5
»
v diminui 4

uniformemente 3
uniformemente 2
retardaddo 1 x
0
(m.r.u.r.) 0 1 2 3 t/s

50
Ficha de Trabalho  3

3. Um ciclista, partindo do repouso, atingiu a velocidade de 30 m/s em apenas 20 s. Assinala a opção que
indica corretamente o valor da aceleração do ciclista.
(A) 0,6 m/s2
(B) 1,0 m/s2
(C) 1,5 m/s2
(D) 30,0 m/s2

Recursos Didáticos
4. Considera o seguinte gráfico velocidade-tempo relativo ao movimento de um corpo.

v/(m/s)
150

120

90

60

30

0
0 10 20 30 40 50 t/s

4.1. Assinala a opção que indica o valor da aceleração deste movimento.


(A) 1 m/s2
(B) 2 m/s2
(C) 3 m/s2
(D) 4 m/s2

4.2. Assinala a opção que indica o valor da velocidade no instante t = 40 s.


(A) 14 m/s
(B) 20 m/s
(C) 86 m/s
(D) 120 m/s

4.3. Assinala a opção que indica quanto variou a velocidade entre os instantes t = 20 s e t = 40 s.
(A) 14 m/s
(B) 20 m/s
EXP9GP © Porto Editora

(C) 60 m/s
(D) 120 m/s

51
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  3

EXP9GP © Porto Editora


Movimentos retilíneos variados

1. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – F; (E) – V; (F) – V.


2. (A) – (E) – (G) – (L); (B) – (D) – (I) – (J); (C) – (F) – (H) – (K).
3. (C).
4.
4.1. (C).
Recursos Didáticos

4.2. (D).
4.3. (C).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

52
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Movimentos na Terra
3 tempos letivos Secção
Distância de segurança
Manual páginas 38 a 43 04

Questão exploratória: Qual a distância que se deve manter entre veículos em circulação?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Determinar distâncias percorridas usando um • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
gráfico velocidade-tempo para movimentos base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
retilíneos, no sentido positivo, uniformes e disponíveis.
uniformemente variados. • Abordar as questões da segurança rodoviária, nomeadamente
• Concluir que os limites de velocidade rodoviária, dos limites de velocidade.
embora sejam apresentados em km/h, se referem à • Analisar o exemplo da página 38, nomeadamente ao nível do
velocidade e não à rapidez média. significado do valor da área do gráfico velocidade-tempo, do
• Distinguir, numa travagem de um veículo, tempo de tempo de reação e distância de reação.
reação de tempo de travagem, indicando os fatores • Relacionar os fatores que afetam o tempo de reação de um
de que depende cada um deles. condutor, a velocidade e a distância de reação.
• Determinar distâncias de reação, de travagem e de • Com base no mesmo exemplo, explorar o significado do valor
segurança, a partir de gráficos velocidade-tempo, da área do gráfico velocidade-tempo, do tempo de travagem e
indicando os fatores de que dependem. da distância de travagem.
• Relacionar os fatores que afetam o tempo e a distância de
travagem.
• Concluir que a distância de segurança é a soma das distâncias
de reação e de travagem.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 42.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 42. Refletir sobre os fatores que afetam
o tempo de reação.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 43.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 42)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

53
Ficha de Trabalho  4
Distância de segurança

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Nas opções seguintes assinala os fatores que afetam o tempo de reação de um condutor.
Recursos Didáticos

(A) Fadiga do condutor


(B) Estado do veículo
(C) Tipo de piso
(D) Consumo de álcool
(E) Utilização do telemóvel

2. Considera o gráfico velocidade-tempo seguinte, relativo a um movimento em que um ciclista teve de


travar subitamente.

v/(m/s)
10

0
0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 t/s

2.1. Seleciona a opção que indica o tempo de reação do ciclista.


(A) 1 s
(B) 2 s
(C) 3 s
(D) 4 s

2.2. Seleciona a opção que indica o tempo de travagem do ciclista.


(A) 1 s
(B) 2 s
(C) 3 s
(D) 4 s

54
Ficha de Trabalho  4

2.3. Seleciona a opção que permite calcular a distância de reação.


(A) 1 * 10
2 * 10
(B)
2
3 * 10
(C)
2
1 * 10
(D)
2

Recursos Didáticos
2.4. Qual das seguintes opções indica corretamente o valor da distância de segurança?
(A) 5 m
(B) 10 m
(C) 15 m
(D) 20 m

3. O tempo de travagem em condições ideais depende, fundamentalmente, do fator:


(A) tempo de reação.
(B) velocidade.
(C) fadiga do condutor.
(D) consumo de álcool.

4. Associa as expressões da coluna I com o seu significado, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Distância percorrida desde que o condutor


(A) Distância de reação vê o obstáculo até à imobilização do
veículo.

(2) Distância que o veículo percorre durante o


(B) Distância de travagem
tempo de travagem.

(3) Distância que o veículo percorre durante o


(C) Distância de segurança
tempo de reação.

(4) Intervalo de tempo que decorre desde que


(D) Tempo de reação o condutor observa um obstáculo até ao
instante em que inicia a travagem.
EXP9GP © Porto Editora

(5) Intervalo de tempo durante o qual o


(E) Tempo de travagem
veículo trava.

55
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  4

EXP9GP © Porto Editora


Distância de segurança

1. (A); (D); (E).


2.
2.1. (A).
2.2. (B).
2.3. (A).
Recursos Didáticos

2.4. (D).
3. (B).
4. (A) – (3); (B) – (2); (C) – (1); (D) – (4); (E) – (5).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

56
Explora + 1
Movimentos na Terra (páginas 10 a 43 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Considera a tabela seguinte, relativa às posições (xA e xB) de dois corpos, em função do tempo (t ).

Recursos Didáticos
t/s 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0
xA/m 0 10 20 30 40
xB/m 50 39 28 17 6

1.1. Constrói o gráfico posição-tempo para ambos os corpos.

x/m

50

40

30

20

10

0
0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 t/s

1.2. Indica o intervalo de tempo durante o qual se registaram as posições dos corpos.

1.3. Calcula a distãncia percorrida entre os instantes t = 10 s e t = 20 s:


1.3.1. pelo corpo A;

1.3.2. pelo corpo B.

1.4. Determina o valor da rapidez média do corpo A no intervalo entre t = 0 s e t = 20 s.


EXP9GP © Porto Editora

57
Explora + 1

1.5. Sabendo que a trajetória de ambos os corpos era retilínea, classifica o movimento do corpo A.

EXP9GP © Porto Editora


2. Partindo do repouso, um automóvel demora 10 s a atingir a velocidade de valor 28 m/s.

2.1. Converte o valor da velocidade para km/h.


Recursos Didáticos

2.2. Calcula o valor da aceleração média em unidades SI.

3. Considera o gráfico velocidade-tempo seguinte relativo a um movimento retilíneo.

v/(m/s)

25

20

15

10

0
0 5 10 15 20 25 t/s

3.1. Classifica o movimento.

3.2. Indica o valor da velocidade no instante t = 5 s.

3.3. Indica quanto varia a velocidade num intervalo de 1 s.

3.4. Determina a distância percorrida pelo automóvel nos primeiros 25 s.

3.5. Representa a velocidade e a aceleração na figura ao lado. Para tal considera


o instante t = 5 s e indica a escala que utilizares para a velocidade.

58
Proposta de resolução
Explora + 1
Movimentos na Terra

1.1. Entre os instantes t = 0 e t = 20 s.

x/m

50

40

Recursos Didáticos
30

20

10

0
0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 t/s
1.2. Dt = 20 s.
1.3.
1.3.1. t = 10 s " xi = 20 m; t = 20 s " xf = 40 m; s = 0 xf - xi 0 ± s = 0 40 - 20 0 § s = 20 m
1.3.2. t = 10 s " xi = 28 m; t = 20 s " xf = 6 m; s = 0 xf - xi 0 ± s = 0 6 - 28 0 § s = 22 m
1.4. t = 0 s " xi = 0 m; t = 20 s " xf = 40 m; s = 0 xf - xi 0 ± s = 0 40 - 0 0 § s = 40 m
s 40
rm = § rm = § rm = 2 m>s .
Dt 20
1.5. Movimento retilíneo uniforme.
2.
1 h 3600 s 1*1
2.1. = § Dt = § Dt = 0,000 278 h
Dt 1s 3600
28 m 0,028 km
= = 100,8 km>h
1s 0,000 278 h
Dv v -v 28 - 0
2.2. am = " am = f i § am = = 2,8 m/s2
Dt tf - ti 10 - 0
3.
3.1. Movimento retilíneo uniformemente acelerado.
3.2. v = 5 m/s.
3.3. A velocidade varia 5 m/s em cada segundo.
3.4.
v
Dv * Dt 25 * 25
Área = § s= § s = 312,5 m
2 2
Dv
Área

Dt t

3.5.
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1 m/s
a» v»

59
Planificação por subdomínio

Domínio Movimentos e forças 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Forças e movimentos

Secção 05 Forças

Compreender a ação das forças, Secção 06 Resultante das forças aplicadas


prever os seus efeitos usando as leis
da dinâmica de Newton e aplicar essas Secção 07 Forças e movimentos
Recursos Didáticos

leis na interpretação de movimentos


e na segurança rodoviária. Secção 08 Forças na segurança rodoviária

Secção 09 Forças resistentes ao movimento

Capacidades a desenvolver
• Conhecer as principais características das forças e os efeitos destas nos corpos.
• Compreender o efeito das forças no movimento dos corpos.
• Reconhecer a existência de forças resistentes ao movimento, dando exemplos de situações em que
estas são úteis ou prejudiciais.
• Valorizar a existência e o uso de elementos de segurança automóvel.

Questões para avaliação diagnóstica


• Como se medem forças?
• Que forças podem estar aplicadas num corpo em repouso?
• Quais são os efeitos da aplicação de forças nos corpos?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

Num corpo em repouso, a resultante das forças aplicadas


é nula. O corpo em repouso numa superfície horizontal
Um corpo em repouso não tem forças aplicadas.
tem forças aplicadas (o peso e a reação normal), no
entanto, a sua resultante é nula.

As forças atuam aos pares; quando se exerce uma força num


Apenas os corpos animados (vivos) exercem forças. corpo este reage aplicando uma força no corpo responsável,
independentemente de ser ou não um corpo vivo.

Um corpo com velocidade constante e em movimento


É necessária uma força para manter um corpo em
retilíneo não possui aceleração, logo, a força resultante
movimento a velocidade constante.
nele aplicada é nula.

60
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos
3 tempos letivos Secção
Forças
Manual páginas 44 a 51 05

Questão exploratória: Como medir forças?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Representar uma força por um vetor, caracterizá-la • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 44,
pela direção, sentido e intensidade, indicar a promovendo o respetivo debate.
unidade SI e medi-la com um dinamómetro. • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
• Identificar as forças como o resultado da interação nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
entre corpos, concluindo que atuam sempre aos • Caracterizar força, indicar a sua unidade SI e identificar o
pares, em corpos diferentes, enunciar a lei da instrumento que se usa para a medir.
ação-reação (3.ª lei de Newton) e identificar pares • Referir as principais características de um dinamómetro:
ação-reação. menor divisão, alcance e unidade de medida.
• Relacionar os exemplos da página 48 com a 3.ª lei de Newton,
enunciando-a. Analisar o diagrama da página 47 e explorar os
exemplos das figuras correspondentes.
• Recorrer à rubrica Repara da página 47 para melhor
compreender a situação-exemplo representada.
• Construir o diagrama de forças num corpo em repouso, numa
superfície horizontal, identificando as forças que nele atuam.
• Realizar a atividade Explora 2 da página 49 e elaborar o
Relatório Orientado correspondente.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 50.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 50. Relacionar o comprimento da mola ou
elástico com o valor da força exercida.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 51.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização do Explora 2 (página 49)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 50)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

61
Ficha de Trabalho  5
Forças

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Das características seguintes, indica as que são necessárias para definir uma força.
Recursos Didáticos

(A) Temperatura
(B) Sentido
(C) Intensidade
(D) Velocidade
(E) Direção

2. Indica a opção que é a unidade SI de força.


(A) kg (quilograma)
(B) m (metro)
(C) s (segundo)
(D) m/s (metro por segundo)
(E) N (newton)

3. Das opções seguintes, indica quais as que caracterizam um dinamómetro.


(A) Temperatura
(B) Alcance
(C) Distância
(D) Menor divisão da escala
(E) Altura

4. Completa as frases seguintes com as palavras do quadro para obteres afirmações corretas.

direção    newton    interação    vetores    opostos    diferentes

(A) As forças representam-se por .


(B) As forças são o resultado da entre corpos.
(C) Para medir forças no Sistema Internacional de unidades usam-se dinamómetros graduados em
.
(D) A 3.ª lei de Newton afirma: “A toda a força exercida corresponde outra força com a mesma ,
a mesma intensidade e sentidos .
(E) As forças que constituem um par ação-reação são aplicadas em corpos .

62
Ficha de Trabalho  5

5. Assinala o valor do alcance do dinamómetro da figura.

0,0 0,0
1,0 1,0
2,0 2,0
Dinamómetro

(N)
3,0 3,0
0,0
1,0
0,0
1,0
4,0 4,0 (A) 3,0 N
2,0 2,0 5,0 5,0
3,0
4,0
5,0
3,0
4,0
5,0
6,0 6,0 (B) 10,0 N
6,0 6,0
7,0
8,0
7,0
8,0 (C) 0,1 N
9,0 9,0
10,0 10,0
(D) 5,0 N

Recursos Didáticos
6. Assinala as características da força exercida pelo homem na situação da imagem seguinte.

200 N

(A) Direção horizontal, sentido da esquerda para a direita e intensidade de 200 N.


(B) Direção horizontal, sentido da direita para a esquerda e intensidade de 200 N.
(C) Direção horizontal, sentido da esquerda para a direita e intensidade de 600 N.
(D) Direção horizontal, sentido da direita para a esquerda e intensidade de 600 N.

7. Assinala quais as forças que estão aplicadas num corpo em repouso sobre uma superfície horizontal.
(A) O peso e a reação normal.
(B) O peso e a força que este aplica sobre a mesa.
(C) A força que o livro aplica sobre a mesa, a ação e a sua reação.
(D) O peso.

8. Associa as forças (ação), na coluna I, com a sua reação, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Força exercida pelos gases de


  (1) Força exercida pelo solo sobre o pé.
exaustão num foguetão.

(B) Força exercida pelo pé,   (2) Força gravítica exercida pelo corpo
quando se anda, no solo. sobre a Terra.
EXP9GP © Porto Editora

(C) Força gravítica exercida pela   (3) Força exercida pelo foguetão nos gases
Terra sobre um corpo. de exaustão.

63

Relatório Orientado

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos

EXP9GP © Porto Editora


Secção
Forças
05
Explora 2
Como medir forças?
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 49 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Indica, entre as opções seguintes, a característica que informa o maior valor medido por um dinamómetro.
i) Menor divisão.
ii) Comprimento.
iii) Alcance.
iv) Unidades.

Q2. Seleciona as opções que deves seguir na utilização de um dinamómetro.


i) Certificar-se de que o alcance não é ultrapassado.
ii) Determinar o valor da menor divisão da escala.
iii) Fazer a medição com o instrumento suspenso e em repouso.
iv) Oscilar e determinar o valor médio.

Q3. Seleciona a(s) frase(s) que pode(m) ser considerada(s) objetivo(s) desta atividade.
i) Construir um gráfico força-massa.
ii) Relacionar o valor da força gravítica exercida sobre um corpo com o valor da sua massa.
iii) Relacionar o valor da força exercida no dinamómetro com o alongamento da mola do dinamómetro.
iv) Medir o valor da massa de corpos.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material e reagentes:
Dinamómetro analógico
Massas marcadas (de 10 g, 20 g, 50 g e 100 g)
Suporte universal
Régua

64
Relatório Orientado – Explora 2

Procedimento:
Com recurso a um dinamómetro, mede a força exercida por cada uma das massas marcadas.
1 Coloca uma massa marcada suspensa do dinamómetro, na vertical.
2 Lê o valor da força exercida pela massa sobre o dinamómetro. Dinamómetro

3 Mede o alongamento provocado pela massa com uma régua. (N)

0,0 0,0
4 Repete o procedimento para as outras massas marcadas. 1,0 1,0
2,0
3,0
2,0
3,0
S – Alongamento
Q4. 
Qual é o fator pelo qual deves multiplicar a massa para, facilmente, 4,0
5,0
4,0
5,0

Recursos Didáticos
6,0 6,0
converter g (grama) em kg (quilograma)? 7,0 7,0
8,0 8,0
9,0 9,0
10,0 10,0

3   Interpretação de dados e observações


Regista os valores da massa, força e alongamento numa tabela.

Registo Massa Força Alongamento


n.° (kg) (N) (cm)
1
2
3
4
5

Constrói os gráficos (A) F = f (m) e (B) F = f (’).

F/N F/N

m(x10–3)/kg  S/cm
(A) (B)

Q5.
Qual é a relação entre o valor da força aplicada no dinamómetro e o valor das massas suspensas?

Q6.
Existe alguma relação entre a força aplicada no dinamómetro e o alongamento obtido? Justifica.
EXP9GP © Porto Editora

4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q7.
Responde à questão-problema colocada: “Como medir forças?“

EXP9GP-05 65
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  5

EXP9GP © Porto Editora


Forças

1. (B), (C), (E).


2. (E).
3. (B), (D).
4.
(A) vetores;
(B) interação;
Recursos Didáticos

(C) newton;
(D) direção; opostos;
(E) diferentes.
5. (B).
6. (D).
7. (A).
8. (A) – (3); (B) – (1); (C) – (2).

Relatório Orientado Explora 2


1 Questões para contextualização
Q1. iii).
Q2. i), ii), iii).
Q3. i), ii), iii).

2 Material, procedimento e registo de observações


Q4. A massa, em g (grama), deve ser multiplicada por 0,001 ou por 1 * 10–3 para ser convertida em kg (quilograma).

3 Interpretação de dados e observações


F
Q5. A relação entre a força e a massa é constante e igual à aceleração da gravidade: g = .
m
Q6. Sim, o alongamento é proporcional à força exercida no dinamómetro.

4 Conclusões e resposta à questão-problema


Q7. Para medir forças usamos dinamómetros, cujo alongamento é proporcional à força exercida.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

66
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos
3 tempos letivos Secção
Resultante das forças aplicadas
Manual páginas 52 a 57 06

Questão exploratória: Como analisar um sistema com várias forças aplicadas?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Definir resultante das forças e determinar a sua • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
intensidade em sistemas de forças com a mesma base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
direção (sentidos iguais ou opostos) ou com disponíveis.
direções perpendiculares. • Referir o significado de força resultante ou resultante,
indicando as vantagens em substituir todas as forças aplicadas
e dar exemplos de exceções.
• Referir o carácter vetorial das forças e que a adição de vetores
tem regras, analisando a rubrica Repara da página 52.
• Recorrendo ao exemplo da figura da página 52, determinar a
resultante de duas forças com igual direção e sentido.
• Recorrendo ao exemplo da figura da página 53, determinar a
resultante de duas forças com igual direção mas sentidos opostos.
• Recorrendo ao exemplo da figura da página 53, determinar a
resultante de duas forças com direções perpendiculares.
• Recordar o Teorema de Pitágoras, analisando a rubrica Repara
da página 53.
• Analisar e resolver os exemplos indicados na página 54.
• Realizar a atividade Explora 3 da página 55 e elaborar o
Relatório Orientado correspondente.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 56.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 56.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 57.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização do Explora 3 (página 55)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 56)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

67
Ficha de Trabalho  6
Resultante das forças aplicadas

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Indica o valor da força resultante de duas forças aplicadas, de valor 5 N, com a mesma direção e sentido.
Recursos Didáticos

(A) 0 N
(B) 5 N
(C) 10 N
(D) -10 N

2. Indica qual o valor da força resultante de duas forças aplicadas, de valor 5 N, com a mesma direção e
sentidos opostos.
(A) 0 N
(B) 5 N
(C) 10 N
(D) -10 N

3. Considera as forças da figura seguinte:

F»1
5N
F»2

Indica a força resultante »


FR = F»1 + F»2 .

(A) F»R

(B)
F»R

(C) F»R

(D) F»R

68
Ficha de Trabalho  6

4. Considera as forças da figura seguinte.

F»1 5N
F»2

Recursos Didáticos
Indica o método adequado para obteres o vetor da força resultante »
FR = F»1 + F»2.

(A)
F»1 F»2

F»R

(B)

F»R
F»2

F»1

5. Indica o método adequado para calculares o valor da força resultante »


FR = »
F1 + »
F2.

F»1 5N
F»2

(A) FR = 10 + 15
(B) FR = - 10 + 15
EXP9GP © Porto Editora

(C) FR = 10 - 15
(D) FR = "102 + 152

69

Relatório Orientado

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos

EXP9GP © Porto Editora


Secção
Resultante das forças aplicadas
06
Explora 3
Como medir uma força resultante?
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 55 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas assinaladas
pela letra Q e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Indica a opção que caracteriza a resultante de uma força.


i) Maior das forças aplicadas.
ii) Menor das forças aplicadas.
iii) Soma dos valores das forças aplicadas.
iv) Soma vetorial das forças aplicadas.

Q2. Seleciona a(s) opção(ões) que deves seguir na utilização de um dinamómetro.


i) Certificar-se de que o alcance não é ultrapassado.
ii) Determinar o valor da menor divisão.
iii) Fazer a medição com o instrumento suspenso e em repouso.
iv) Oscilar e tirar o valor médio.

Q3. Seleciona a(s) frase(s) que pode(m) ser considerada(s) objetivo(s) desta atividade.
i) Determinar o valor da resultante das forças aplicadas.
ii) Medir o valor de forças.
iii) Pesar vários corpos imersos em água.
iv) Medir a massa.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material e reagentes:
3 dinamómetros
2 massas marcadas (por exemplo, 50 g)
Suporte universal, garra, noz e haste
Esquadro
Arame fino

70
Relatório Orientado – Explora 3

Procedimento:
Parte 1
1 
Pendura um dinamómetro na haste presa ao
suporte universal.
2 
Suspende uma massa marcada no dinamómetro. Dinamómetro
Dinamómetro Dinamómetro

Regista o valor.
(N)
(N) (N)
0 0
0 0 0 0
1 1
1 1 1 1
2 2
2 2 2 2
3 3


Suspende a segunda massa marcada no
3 3 3 3

3
4 4
4 4 4 4
5 5
5 5 5 5
6 6
6 6 6 6
7 7
7 7 7 7
8 8

dinamómetro. Regista o valor que o conjunto das


8 8 8 8
9 9
9 9 9 9

Recursos Didáticos
10 10
10 10 10 10

duas massas exerce no dinamómetro.


4 
Pendura um segundo dinamómetro junto do
primeiro. Repete os passos anteriores, de modo
que as massas fiquem penduradas nos dois
dinamómetros simultaneamente. Podes usar, por
exemplo, um arame fino para o fazer.
Q4. 
Qual é a relação entre o valor apresentado com
um dinamómetro e com dois dinamómetros?

Parte 2 Dinamómetro

(N)
Dinamómetro

(N)

0 0 0 0


1 1 1 1

1 Pendura um terceiro dinamómetro nos dois


2 2 2 2
3 3 3 3
4 4 4 4
5 5 5 5
6 6 6 6

dinamómetros, já no suporte.
7 7 7 7
8 8 8 8
9 9 9 9
10 10 10 10

2 Exerce uma força no terceiro dinamómetro.


3 
Regista os valores marcados nos três
10 10
9 9
8 8
7 7

dinamómetros.
6 6
5 5
4 4
3 3
2 2
1 1
0 0

Q5. 
Faz um diagrama representando as forças aplicadas.
(N)

Dinamómetro

Q6.
Qual é o valor da resultante das forças aplicadas?

Parte 3
90º
rro

Din
et
óm

am
am

óm


Com a ajuda de um colega coloca três
Din

et

1 rro
)

(N
(N

)
1

1
2

2
3
0

0
4
1

1
5
2

dinamómetros de modo que dois deles façam


6
3

3
7
4

4
8
5

5
9
6

6
10

10
7

7
8

8
9

um ângulo de 90º entre si.


10

10

2 
Estica os dinamómetros e regista os valores 10 10

indicados por cada um.


9 9
8 8
7 7
6 6
5 5
4 4

Q7.
Faz um diagrama das forças aplicadas.
3 3
2 2
1 1
0 0

(N)

Q8.
Qual é o valor da resultante das forças aplicadas?
Dinamómetro

3   Interpretação de dados e observações


Q9.
O que medem os dinamómetros na Parte 1 da atividade realizada?

Q10.
O que mede o terceiro dinamómetro na Parte 2 da atividade?

Q11.
O que mede o terceiro dinamómetro na Parte 3 da atividade?

Q12.
Calcula o valor medido pelo terceiro dinamómetro com recurso ao Teorema de Pitágoras e compara com o valor medido.
EXP9GP © Porto Editora

4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q13.
Responde à questão-problema colocada: “Como medir uma força resultante?“

71
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  6

EXP9GP © Porto Editora


Resultante das forças aplicadas

1. (C). 4. (B).
2. (A). 5. (D).
3. (A).

Relatório Orientado Explora 3


Recursos Didáticos

1 Questões para contextualização Q7.


Q1. iv).
F»1 F»2
Q2. i), ii), iii).
Q3. i), ii).

2 Material, procedimento e registo de observações


Q4. Quando se usam dois dinamómetros (iguais) para medir F»3
uma força, cada um irá apresentar metade do valor.
Q5.
Q8. FR = 0 N (nula)

F»1 F»2 3 Interpretação de dados e observações


Q9. Medem o peso das massas suspensas.
Q10. Mede a força resultante das forças aplicadas nos outros dois
dinamómetros.
F»3 Q11. Mede a força resultante das forças aplicadas nos outros dois
dinamómetros.
Q12. Recorrrer à expressão onde: F3 = "F21 + F22, onde F1 e F2 são
Q6. FR = 0 N (nula) as forças medidas com os outros dois dinamómetros.

4 Conclusões e resposta à questão-problema


Q13. Para medir a resultante de forças usamos um dinamómetro
e aplicamos uma força que equilibre as forças aplicadas no
corpo.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

72
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos
3 tempos letivos Secção
Forças e movimentos
Manual páginas 58 a 65 07

Questão exploratória: De que modo as forças afetam os movimentos dos corpos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Interpretar a lei fundamental da dinâmica (2.ª lei de • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
Newton), relacionando a direção e o sentido da base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
resultante das forças e da aceleração e identificando disponíveis.
a proporcionalidade direta entre os valores destas • Com recurso aos exemplos das figuras e do diagrama da
grandezas. página 58, explicar o conceito de inércia.
• Associar a inércia de um corpo à sua massa e • Relacionar a força resultante aplicada num corpo com a
concluir que corpos com diferentes massas têm aceleração adquirida.
diferentes acelerações sob a ação de forças de igual • Partindo da relação definida, enunciar a lei fundamental da
intensidade. dinâmica.
• Concluir, com base na lei fundamental da dinâmica, • Mostrar que a aceleração da gravidade é constante dependendo
que a constante de proporcionalidade entre peso e do peso (força gravítica) de um corpo da sua massa, recorrendo
massa é a aceleração gravítica e utilizar essa relação aos exemplos da página 61.
no cálculo do peso a partir da massa. • Relacionar a direção e sentido da força resultante com a
• Aplicar a lei fundamental da dinâmica em direção e sentido da aceleração e da velocidade nos diferentes
movimentos retilíneos (uniformes, uniformemente tipos de movimentos.
acelerados ou uniformemente retardados). • Recordar o conceito de inércia e enunciar a 1.ª lei de Newton,
• Interpretar a lei da inércia (1.ª lei de Newton). relacionando o valor da força resultante com o da aceleração e
com a variação da velocidade, utilizando o esquema da página 63.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 64.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 64.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 65.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 64)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

73
Ficha de Trabalho  7
Forças e movimentos

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Indica a frase que melhor traduz o significado de inércia.


Recursos Didáticos

(A) Propriedade que descreve a resistência à modificação do estado de repouso.


(B) Propriedade que descreve a resistência à modificação do estado de movimento.
(C) Propriedade que descreve a resistência à modificação do estado de repouso ou de movimento.
(D) Peso.

2. Estabelece a correspondência entre as características da força resultante aplicada num corpo, na coluna I,
e o respetivo tipo de movimento, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Força resultante nula

  (1) Movimento acelerado

Sentido do movimento

(B) Força resultante com direção e


sentido do movimento

F»   (2) Movimento retilíneo uniforme

Sentido do movimento

(C) Força resultante com a direção e


sentido oposto ao movimento

F»   (3) Movimento retardado

Sentido do movimento

3. Indica o valor da força resultante que deve ser aplicada num corpo de massa 1 kg, em repouso, de modo
que a sua aceleração seja de 2 m/s2.
(A) 1 N
(B) 2 N
(C) 0,5 N
(D) 0 N

74
Ficha de Trabalho  7

4. Indica o valor da aceleração adquirida por um corpo, de massa 1 kg, sujeito a uma força resultante de
5 N.
(A) 0,5 m/s2
(B) 0,2 m/s2
(C) 1 m/s2
(D) 5 m/s2

Recursos Didáticos
5. Indica qual dos gráficos seguintes traduz a relação entre o peso de um corpo e a sua massa.

(A) (B) (C)

P/N P/N P/N

m/kg m/kg m/kg

6. Considera dois corpos de massas 5 kg e 10 kg sujeitos à gravidade da Terra. Escolhe a opção que
representa corretamente a aceleração nos dois corpos.
(A) (B) (C)
m = 5 kg m = 10 kg m = 5 kg m = 10 kg m = 5 kg m = 10 kg

g» g» g» g»

g» g»

7. Considera dois corpos, de massas 10 e 20 kg, sujeitos à gravidade da Terra. Escolhe a opção que
representa corretamente o peso dos dois corpos.
(A) (B) (C)
m = 10 kg m = 20 kg m = 10 kg m = 20 kg m = 10 kg m = 20 kg

P» P» P» P»

P» P»
EXP9GP © Porto Editora

75
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  7

EXP9GP © Porto Editora


Forças e movimentos

1. (C).
2. (A) – (2) ; (B) – (1); (C) – (3).
3. (B).
4. (D).
5. (A).
Recursos Didáticos

6. (B).
7. (A).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

76
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos
3 tempos letivos Secção
Forças na segurança rodoviária
Manual páginas 66 a 71 08

Questão exploratória: De que forma se podem reduzir os efeitos de uma colisão?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar as forças sobre um veículo que colide e • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
usar a lei fundamental da dinâmica no cálculo da base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
força média que o obstáculo exerce sobre ele. disponíveis.
• Justificar a utilização de apoios de cabeça, cintos • A propósito do exemplo da figura da página 66, referir a 3.ª lei
de segurança, airbags, capacetes e materiais de Newton e que, por exemplo, quando um automóvel colide
deformáveis nos veículos com base nas leis da contra um muro, aplica uma força no muro que é igual
dinâmica. à força aplicada pelo muro no automóvel. É esta a força que o
• Definir pressão, indicar a sua unidade SI, determinar imobiliza. Analisar o sentido e direção desta força.
valores de pressões e interpretar situações do dia a • A partir do conceito de aceleração média , enunciar e definir
dia com base na sua definição, designadamente nos a força média de colisão.
cintos de segurança. • Analisando os exemplos das páginas 66 e 67, refletir sobre os
fatores de que depende a força média de colisão.
• Relembrar o conceito de pressão e indicar a expressão que
permite calcular o seu valor. Referir a unidade SI de pressão.
• Analisar o exemplo da página 68.
• Refletir sobre os vários elementos de segurança indicados na
página 69, interpretando cientificamente a forma como atuam.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 70.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 70.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 71.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 70)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

77
Ficha de Trabalho  8
Forças na segurança rodoviária

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Completa as frases seguintes utilizando as palavras “maior” ou “menor”, de modo a formar proposições
Recursos Didáticos

verdadeiras.
(A) Numa colisão, a força média que um obstáculo exerce sobre um veículo será tanto maior quanto
for a massa do veículo.
(B) Numa colisão, a força média que um obstáculo exerce sobre um veículo será tanto maior quanto
for a velocidade do veículo.
(C) Numa colisão, a força média que um obstáculo exerce sobre um veículo é tanto maior quanto
for o intervalo de tempo da colisão.

2. Completa o crucigrama atendendo às frases seguintes:


1. Almofada de ar que aumenta o tempo de colisão.
2. Unidade SI de pressão.
3. Protege a cabeça de um impacto ao distribuir a força de colisão por uma área de superfície maior.
4. Força aplicada por unidade de superfície.
5. Protege o pescoço de um golpe perigoso.
6. Elemento de segurança destinado a reter os corpos no seu lugar.

3
2

78
Ficha de Trabalho  8

3. Assinala a frase que indica a forma como o airbag protege o condutor de um automóvel numa colisão.
(A) Impede o condutor de ver.
(B) Aumenta o tempo de colisão.
(C) Diminui a energia da colisão.
(D) Diminui o tempo de colisão.

4. Das frases seguintes, assinala a única que é verdadeira.

Recursos Didáticos
(A) Numa colisão, a força exercida sobre o automóvel é superior e no mesmo sentido que a força exercida
pelo automóvel.
(B) Numa colisão, a força exercida sobre o automóvel é inferior e no mesmo sentido que a força exercida
pelo automóvel.
(C) Numa colisão, a força exercida sobre o automóvel é superior e com sentido oposto ao da força exercida
pelo automóvel.
(D) Numa colisão, a força exercida sobre o automóvel é inferior e com sentido oposto ao da força exercida
pelo automóvel.
(E) Numa colisão, a força exercida sobre o automóvel é igual e com sentido oposto à força exercida pelo
automóvel.

5. Indica qual é a unidade SI de pressão.


(A) N
(B) N m
(C) N/m
(D) Pa

6. Dos objetos seguintes, que têm igual massa, indica o que exerce maior pressão sobre uma superfície
horizontal.

(A) (B) (C)


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Área de contacto Área de contacto Área de contacto


com a superfície com a superfície com a superfície
1 mm2 1 cm2 3,14 cm2

79
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  8

EXP9GP © Porto Editora


Forças na segurança rodoviária

1. (A) maior.
(B) maior.
(C) menor.
2.
1
A
Recursos Didáticos

I
R
B 3
2 P A S C A L
G A
4 P R E S S Ã O
A
5 E N C O S T O
E
6 C I N T O
E

3. (B).
4. (E).
5. (D).
6. (A).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

80
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e movimentos
3 tempos letivos Secção
Forças resistentes ao movimento
Manual páginas 72 a 77 09

Questão exploratória: Porque diminui a velocidade de corpos em movimento na Terra?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Definir a força de atrito como a força que se opõe ao • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
deslizamento ou à tendência para esse movimento, base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
que resulta da interação do corpo com a superfície disponíveis.
em contacto, e representá-la por um vetor num • Recorrendo aos exemplos da página 72, explicar a existência
deslizamento. de forças que se opõem ao movimento ou à tendência para
• Dar exemplos de situações do dia a dia em que se esse movimento.
manifestam forças de atrito, avaliar se são úteis ou • Analisar a rubrica Repara da página 72.
prejudiciais, assim como o uso de superfícies • Com base nos exemplos da página 74, concluir que as forças
rugosas ou superfícies polidas e lubrificadas, de atrito podem ser úteis em determinadas situações e
justificando a obrigatoriedade da utilização de prejudiciais noutras.
pneus em bom estado. • Refletir sobre formas de minimizar as forças de atrito
• Concluir que um corpo em movimento no ar está prejudiciais.
sujeito a uma força de resistência que se opõe ao • Referir que o ar também oferece resistência ao movimento,
movimento. analisando os exemplos das figuras da página 75 e os fatores
de que depende.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 76.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 76. Refletir sobre os fatores que podem
afetar o valor da força de atrito.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 77.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 76)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

EXP9GP-06 81
Ficha de Trabalho  9
Forças resistentes ao movimento

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Assinala com X, na coluna adequada, se o atrito é útil ou prejudicial em cada uma das situações
Recursos Didáticos

seguintes.

Útil Prejudicial

(A) Caminhar ou correr

(B) Patinar

(C) Mola que prende a


roupa

(D) Prego na madeira

(E) Pneus em rolamento


na estrada

(F) Escorregar

(G) Engrenagem de uma


bicicleta

2. Das frases seguintes, assinala a única que é verdadeira.


(A) As forças de atrito apenas se fazem sentir quando há movimento.
(B) As forças de atrito nem sempre têm sentido oposto ao movimento.
(C) As forças de atrito têm sempre sentido oposto ao movimento ou à tendência para este.
(D) As forças de atrito são perpendiculares às superfícies de contacto.

82
Ficha de Trabalho  9

3. Associa cada uma das situações, na coluna I, ao respetivo tipo de resistência que se faz sentir, na
coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Meteorito
na atmosfera

Recursos Didáticos
  (1) Atrito
(B) Automóvel de alta
velocidade

(C) Escorregar

(D) Avião
  (2) Resistência do ar

(E) Atleta

4. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa).
(A) As
 forças de atrito/resistência do ar podem ser reduzidas através do polimento e lubrificação das superfícies
em contacto.
(B) As forças de atrito/resistência do ar podem ser minimizadas com recurso a formas mais aerodinâmicas.
(C) As
 forças de atrito implicam/não implicam a dissipação de energia que ocorre sob a forma de calor e
consequente aumento de temperatura.
(D) As forças de resistência do ar implicam/não implicam a dissipação de energia que ocorre sob a forma de
calor e consequente aumento de temperatura.

5. Das imagens seguintes assinala a que apresenta corretamente as forças aplicadas no pé.

(A) (B)

R»N
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F»atrito F»atrito F»

83
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  9

EXP9GP © Porto Editora


Forças resistentes ao movimento

1. Útil: (A), (C), (D) e (E);


Prejudicial: (B), (F) e (G).
2. (C).
3. (A) – (2); (B) – (1) e (2); (C) – (1); (D) – (2); (E) – (1) e (2).
4. (A) atrito/resistência do ar
Recursos Didáticos

(B) atrito/resistência do ar
(C) implicam/não implicam
(D) implicam/não implicam
5. (A).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

84
Explora + 2
Forças e movimentos (páginas 44 a 77 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Considera um livro em repouso sobre uma superfície horizontal.

Recursos Didáticos
1.1. Representa, ao lado da imagem, o diagrama das forças aplicadas
no livro.

1.2. Indica as forças aplicadas no corpo.


1.3. Indica os pares (ação-reação) das forças aplicadas no livro.

1.4. Indica as forças aplicadas no corpo que atuam:

1.4.1.  à distância;     1.4.2.  por contacto.

1.5. Sabendo que a área de contacto do livro com a superfície é de 0,0002 m2 e que a força que o livro exerce
na mesa tem um valor de 1 N, calcula o valor da pressão exercida por este na superfície.

2. Considera as seguintes forças e as suas características.

Força Intensidade Direção Sentido


»
F1 5 Horizontal Da esquerda para a direita
»
F2 10 Horizontal Da direita para a esquerda
»
F3 4 Horizontal Da esquerda para a direita
»
F4 3 Vertical De baixo para cima

2.1. Representa as forças »


F3 e »
F4 aplicadas ao ponto A e determina »
FR = »
F3 + »
F4.

1N
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85
Explora + 2

2.2. Caracteriza »
FR em cada umas das seguintes situações:

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Intensidade Direção Sentido
»
FR = »
F1 + »
F3
»
FR = »
F2 + »
F3
»
FR = »
F3 + »
F4
Recursos Didáticos

3. Considera um corpo com a massa de 10 kg.


3.1. Calcula o valor da aceleração adquirida pelo corpo, se lhe for aplicada uma força resultante de valor 50 N.

3.2. Calcula qual deverá ser a força resultante a exercer no corpo de modo que este adquira uma aceleração de
valor igual a 30 m/s2.

3.3. Determina o valor do peso do corpo (considera a aceleração da gravidade, g = 9,8 m/s2).

4. Um paraquedista, caindo na vertical e com os braços abertos, atinge uma velocidade máxima de
195 km/h em cerca de 15 s.
4.1. Converte a velocidade do paraquedista para unidades SI.

4.2. Indica as forças a que o paraquedista está sujeito.

4.3. Indica o valor da força resultante a que está sujeito o paraquedista a partir do momento que atinge a
velocidade máxima, mantendo-se esta constante.

5. Uma bola com a massa de 500 g é atirada contra uma parede à velocidade de 20 m/s. O tempo de
colisão é de 0,1 s. Calcula a força média de colisão aplicada na bola.

86
Proposta de resolução
Explora + 2
Forças e movimentos

1.
1.1.
R»N

Recursos Didáticos

» e a reação normal, »
1.2. O peso P RN.
1.3. O par do peso é a força de natureza gravítica que o corpo aplica na Terra e o par da reação normal é a força que o corpo
aplica sobre a mesa, de valor igual, mas com sentido oposto.
1.4.1. Peso.
1.4.2. Reação normal.
F 1
1.2. p = § p= § p = 5000 Pa
A 0,0002
2.
2.1.

1N

F»4 F»R

A F»3

2.2.
Intensidade Direção Sentido
»
FR = »
F1 + »
F3 9N Horizontal Da esquerda para a direita
»
FR = »
F2 + »
F3 6N Horizontal Da direita para a esquerda
»
FR = »
F3 + »
F4 5N — —

3.
50
3.1. F = m * a § 50 = 10 * a § a = § a = 5 m/s2
10
3.2. F = m * a § F = 10 * 30 § F = 300 N
3.3. P = m * g § P = 10 * 9,8 § P = 98 N
4.
195 km 195 000 m
4.1. v = = = 54,2 m/s
1h 3600
4.2. O paraquedista está sujeito ao seu peso e à resistência do ar.
4.3. A resultante das forças aplicadas será nula, pois a velocidade atingiu o valor máximo, logo, a aceleração é nula e o corpo
EXP9GP © Porto Editora

manter-se-á com movimento retilíneo uniforme.


vcolisão 20
5. m = 500 g = 0,500 kg; Fcolisão = - m * § Fcolisão = - 0,500 * § Fcolisão = - 100 N
Dt 0,1

87
Planificação por subdomínio

Domínio Movimentos e forças 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Forças, movimentos e energia

Compreender que existem dois tipos


Secção 10 Tipos fundamentais de energia
fundamentais de energia, podendo
um transformar-se no outro, e que a
energia se pode transferir entre
Secção 11 Transformações e transferências de energia
Recursos Didáticos

sistemas por ação de forças.

Capacidades a desenvolver
• Analisar os fatores de que dependem os dois tipos fundamentais de energia (energia cinética e energia
potencial).
• Identificar situações no quotidiano que envolvam a variação da energia cinética e da energia potencial,
sendo a soma das duas energias constante.
• Aplicar o conhecimento científico adquirido na resolução de situações que envolvam questões rela-
cionadas com os dois tipos fundamentais de energia.
• Comunicar, de forma fundamentada, a identificação de situações do quotidiano que envolvam a
transferência de energia entre sistemas, com a atuação de forças, designando este processo como
trabalho.

Questões para avaliação diagnóstica


• Qual é a importância da energia na sociedade?
• Como se manifesta a energia?
• Como se classificam as diferentes fontes de energia?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

Um corpo em repouso, a uma certa altura do solo, tem


Um corpo em repouso não tem energia. energia potencial gravítica, podendo até ter outras formas
de energia potencial.

A energia potencial gravítica depende apenas da altura A energia potencial gravítica depende da altura a que se
a que se encontra um corpo. encontra um corpo e da sua massa.

O trabalho é a energia transferida entre sistemas através de


O “trabalho” e a “energia” não se relacionam.
atuação de forças.

88
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças, movimentos e energia
3 tempos letivos Secção
Tipos fundamentais de energia
Manual páginas 78 a 85 10

Questão exploratória: Como se manifesta a energia?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Indicar que as manifestações de energia se reduzem • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 78
a dois tipos fundamentais: energia cinética e energia promovendo o respetivo debate.
potencial. • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
• Indicar de que fatores depende a energia cinética de base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
um corpo e estabelecer relações entre valores dessa disponíveis.
grandeza para corpos com igual massa e diferente • Analisar o esquema da página 79, reforçando a noção de que a
velocidade ou com igual velocidade e diferente energia se reduz a dois tipos fundamentais, a energia cinética
massa. e energia potencial.
• Indicar de que fatores depende a energia potencial • Explorar a rubrica Analogia da página 79.
gravítica de um corpo e estabelecer relações entre • Referir os fatores de que depende a energia cinética através
valores dessa grandeza para corpos com igual massa dos esquemas das páginas 79 e 80.
colocados a alturas diferentes do solo ou colocados • Analisar a rubrica CTS da página 80.
a igual altura e com massas diferentes. • Indicar os fatores de que depende a energia potencial gravítica
• Concluir que as várias formas de energia usadas no pela análise dos esquemas da página 82.
dia a dia, cujos nomes dependem da respetiva fonte • Analisar a rubrica CTS da página 82.
ou manifestações, se reduzem aos dois tipos • Referir a existência de outras formas de energia recorrendo aos
fundamentais. exemplos da página 83.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 84.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 84.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 85.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 84)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

89
Ficha de Trabalho  10
Tipos fundamentais de energia

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Na figura seguinte representa-se o movimento de dois carros iguais numa competição, onde o carro A
Recursos Didáticos

ultrapassa o carro B no momento de cortar a meta.

Carro B Carro A
Completa as frases seguintes com a expressão carro A ou carro B.
(A) Carro com menor velocidade:
(B) Carro com maior energia cinética:
(C) Carro com maior velocidade:
(D) Carro com menor energia cinética:

2. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) A energia potencial pode estar associada a diversas formas (gravítica, elástica ou outras).
(B) Quanto menor a altura a que um paraquedista se encontra do solo, menor é a sua energia potencial
gravítica.
(C) Quanto maior a velocidade de um comboio, maior a sua energia cinética.
(D) A energia potencial está associada ao movimento.
(E) As manifestações de energia podem-se reduzir à energia cinética e à energia potencial.

3. A imagem seguinte representa uma macieira com quatro maçãs. As maçãs A, B e C são iguais e
encontram-se a diferentes alturas em relação ao solo. A maçã D é a que apresenta maior massa.
3.1. Indica:
3.1.1. das maçãs A e B, aquela que tem maior altura em relação ao solo;
A
3.1.2. das maçãs A e C, aquela que apresenta maior energia potencial B
gravítica; C D
3.1.3. das maçãs C e D, aquela que tem menor massa;

3.1.4. das maçãs C e D, aquela que apresenta menor energia potencial


gravítica.
3.2. Assinala a única opção que completa corretamente a seguinte frase.
”A energia potencial gravítica é tanto maior quanto…
(A) … menor a altura a que este se encontra do solo.”
(B) … maior a velocidade do corpo.”
(C) … maior a massa do corpo.”

90
Ficha de Trabalho  10

4. Associa as situações do quotidiano, na coluna I, ao tipo de energia predominante, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Automóvel em
movimento.

Recursos Didáticos
  (1) Energia
(B) L aranja madura na cinética
árvore.

(C) Barco em movimento.

(D) Avião em movimento


para descolagem.
  (2) Energia
potencial
gravítica

(E) Preparar salto para


a piscina.

5. A imagem seguinte apresenta dois camiões que se deslocam à mesma velocidade. O camião A tem
menor massa do que o camião B.


Camião A Camião B
Relativamente aos dois camiões, das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).
(A) O camião A desloca-se com maior rapidez do que o camião B.
(B) O camião B tem maior energia cinética do que o camião A.
EXP9GP © Porto Editora

(C) Os dois camiões possuem igual energia cinética.


(D) O camião B possui energia cinética nula.
(E) O camião A tem menor energia cinética do que o camião B.

91
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  10

EXP9GP © Porto Editora


Tipos fundamentais de energia

1. (A) carro B; (B) carro A; (C) carro A; (D) carro B.


2. (A) – V; (B) – V; (C) – V; (D) – F; (E) – V.
3.
3.1.
3.1.1. A;
Recursos Didáticos

3.1.2. A;
3.1.3. C;
3.1.4. C.
3.2. (C).
4. (1) – (A); (C) e (D).
(2) – (B) e (E).
5. (A) – F; (B) – V; (C) – F; (D) – F; (E) – V.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

92
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças, movimentos e energia
3 tempos letivos Secção
Transformações e transferências de energia
Manual páginas 86 a 91 11

Questão exploratória: De que modo se transforma e transfere a energia?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar os tipos fundamentais de energia de um • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
corpo ao longo da sua trajetória, quando é deixado nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
cair ou quando é lançado para cima na vertical, • Recorrendo ao esquema da página 86, abordar a transformação
relacionar os respetivos valores e concluir que o da energia cinética em energia potencial gravítica durante o
aumento de um tipo de energia se faz à custa da lançamento de um corpo na vertical.
diminuição de outro (transformação da energia • Analisar a rubrica Repara da página 86.
potencial gravítica em cinética e vice-versa), sendo a • Explorar a rubrica CTS da página 86.
soma das duas energias constante, se se desprezar a • Recorrendo à figura da página 87, abordar a transformação da
resistência do ar. energia potencial gravítica em energia cinética durante a
• Concluir que é possível transferir energia entre queda livre de um corpo na vertical.
sistemas através da atuação de forças e designar • Analisar a rubrica Repara da página 87.
esse processo de transferência de energia por • Explorar a rubrica CTS da página 87.
trabalho. • Concluir que a soma da energia cinética com a energia
potencial gravítica mantém-se constante durante o
lançamento e a queda livre de um corpo.
• Referir as transformações de energia do quotidiano recorrendo
ao esquema e ao exemplo da página 88.
• Analisar a rubrica CTS da página 88.
• Abordar as transferências de energia por ação de forças,
explorando as imagens da página 89.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 90.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 90.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 91.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 90)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

93
Ficha de Trabalho  11
Transformações e transferências de energia

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Observa atentamente a figura seguinte, que representa a queda livre de uma bola.
Recursos Didáticos

1 1 – Altura máxima da bola

2
2 – Descida da bola

3 3 – Queda da bola no solo

1.1. 
Relativamente ao movimento da bola representado na figura, das seguintes afirmações, indica as
verdadeiras (V) e as falsas (F).
(A) A velocidade da bola é mínima em 1.
(B) A altura da bola é máxima em 2.
(C) A bola atinge a velocidade máxima no instante em que cai no solo.
(D) A velocidade da bola é máxima em 2.
(E) A bola tem altura máxima no instante em que inicia a queda.
Associa as situações relacionadas com o movimento da bola, na coluna I, à respetiva energia, na coluna II.
1.2.

Coluna I Coluna II
(1) Altura máxima da bola   (A) Energia cinética máxima
(2) Descida da bola   (B) Energia potencial gravítica máxima
(3) Altura mínima da bola   (C) Energia mecânica constante

2. Assinala a opção que completa corretamente cada uma das frases seguintes.
2.1. “A energia mecânica de um sistema corresponde…
(A) … à soma da energia cinética com a energia potencial.”
(B) … à diferença entre a energia cinética e a energia potencial.”
(C) … ao produto entre a energia cinética e a energia potencial.”
2.2. “Desprezando forças de atrito ou a resistência do ar, durante o lançamento ou a queda livre de um corpo,
a energia mecânica…
(A) … diminui ao longo de um movimento.”
(B) … aumenta ao longo de um movimento.”
(C) … mantém-se constante ao longo de um movimento.”

94
Ficha de Trabalho  11

3. Indica o gráfico que corresponde à energia, em função da distância ao solo, durante o lançamento de
um objeto na vertical.

3 E/J
Energia cinética
Energia potencial gravítica (A)
Energia total

2
0 y/m

Recursos Didáticos
E/J
Energia cinética
Energia potencial gravítica (B)
1
Energia total

0 y/m

4. Associa as situações do quotidiano, na coluna I, ao trabalho realizado, na coluna II.

Coluna I Coluna II

  (1) Trabalho
F» (A) Segurar uma mala.
positivo

Mala em
repouso

F» (B) Empurrar um   (2) Trabalho


automóvel. negativo

Sentido do movimento

F» (C) Travar uma bicicleta   (3) Trabalho



em movimento. nulo

Sentido do
movimento

5. Assinala a opção que completa corretamente a frase seguinte.


“O trabalho é a energia transferida entre sistemas através…
EXP9GP © Porto Editora

(A) … da atuação de forças.”


(B) … de transformações energéticas.”
(C) … do movimento de um corpo.”

95
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  11

EXP9GP © Porto Editora


Transformações e transferências de energia

1.
1.1. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – F; (E) – V.
1.2. (1) – (B); (2) – (C); (3) – (A).
2.
2.1. (A).
Recursos Didáticos

2.2. (C).
3. (B).
4. (A) – (3); (B) – (1); (C) – (2).
5. (A).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

96
Explora + 3
Forças, movimentos e energia (páginas 78 a 91 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Associa as situações do quotidiano A, B, C, D, E e F ao tipo de energia predominante que consta na

Recursos Didáticos
tabela.

Energia potencial Energia potencial Energia potencial


Energia cinética
gravítica elástica química

(A) Esticar o elástico de um arco (B) Fruta (C) Automóvel em movimento

(D) Combustível (E) Roupa pendurada a secar (F) Jovem a andar de patins

2. A imagem seguinte representa o movimento de uma bola de ténis.

2
1
3

4
Solo

2.1. Relativamente ao movimento da bola de ténis apresentado na figura, das seguintes afirmações, indica as
verdadeiras (V) e as falsas (F).
EXP9GP © Porto Editora

(A) A bola de ténis atinge a altura máxima em 2. (D) A energia potencial gravítica é nula em 2.
(B) A energia potencial gravítica é máxima em 2. (E) A energia potencial gravítica é nula em 4.
(C) A energia cinética é nula em 3. (F) A bola de ténis atinge a velocidade máxima em 2.

EXP9GP-07 97
Explora + 3

2.2. Relativamente ao movimento da bola de ténis apresentado na figura, completa as frases seguintes com as

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palavras do quadro.

nula      aumenta      altura      constante      diminui

(A) Quando a desportista lança a bola, esta encontra-se a uma certa do solo, possuindo
energia potencial gravítica.
(B) Após atingir a altura máxima, a velocidade da bola . Assim, a energia potencial gravítica
e a energia cinética .
Recursos Didáticos

(C) Quando a bola atinge o solo, a sua energia potencial gravítica é .


(D) Durante o movimento de queda da bola, a energia mecânica mantém-se .

3. Estabelece a correspondência correta entre energia cinética de um corpo, na coluna I, e a descrição das
suas características, na coluna II.

Coluna I Coluna II
  (1) De entre dois corpos com igual massa, o corpo que
(A) Corpo com maior se desloca com maior velocidade.
energia cinética   (2) De entre dois corpos que se deslocam com igual
velocidade, o corpo que possui menor massa.
  (3) De entre dois corpos com igual massa, o corpo que
(B) Corpo com menor se desloca com menor velocidade.
energia cinética   (4) De entre dois corpos que se deslocam com igual
velocidade, o corpo que possui maior massa.

4. Estabelece a correspondência correta entre energia potencial gravítica, na coluna I, e a descrição das
características de diferentes corpos, na coluna II.

Coluna I Coluna II
  (1) O corpo que possui menor massa, de entre dois
(A) Corpo com menor corpos situado à mesma altura em relação ao solo.
energia potencial
gravítica   (2) De entre dois corpos com igual massa, o corpo que
se encontra a uma menor altura em relação ao solo.
  (3) O corpo que possui maior massa, de entre dois
(B) Corpo com maior corpos situado à mesma altura em relação ao solo.
energia potencial
gravítica   (4) De entre dois corpos com igual massa, o corpo que
se encontra a uma maior altura em relação ao solo.

5. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) A energia pode ser transferida através da atuação de forças.
(B) O trabalho pode ser positivo, negativo ou nulo.
(C) Sempre que existe a atuação de forças, ocorre a realização de trabalho positivo ou negativo.
(D) O trabalho é a energia transferida entre sistemas através da atuação de forças.
(E) Ao empurrar um veículo, exerce-se uma força, transferindo energia.

98
Proposta de resolução
Explora + 3
Forças, movimentos e energia

1. A – Energia potencial elástica;


B – Energia potencial química;
C – Energia cinética;
D – Energia potencial química;
E – Energia potencial gravítica;
F – Energia cinética.

Recursos Didáticos
2.
2.1. (A) – V; (B) – V; (C) – F; (D) – V; (E) – F; (F) – F.
2.2. (A) altura; (B) aumenta; diminui; aumenta; (C) nula; (D) constante.
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3. (A) – (1) e (4); (B) – (2) e (3).


4. (A) – (1) e (2); (B) – (3) e (4).
5. (A) – V; (B) – V; (C) – F; (D) – V; (E) – V.

99
Planificação por subdomínio

Domínio Movimentos e forças 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Forças e fluidos

Secção 12 Impulsão
Compreender situações de flutuação
ou afundamento de corpos em fluidos.
Secção 13 Lei de Arquimedes
Recursos Didáticos

Capacidades a desenvolver
• Interpretar situações do quotidiano que envolvam a flutuação ou o afundamento de corpos em
fluidos.
• Verificar a lei de Arquimedes numa atividade laboratorial.
• Analisar e resolver situações problemáticas relacionadas com a aplicação da lei de Arquimedes.
• Argumentar acerca da importância de conhecer a evolução do conhecimento científico ao longo
da História, na procura de respostas para a interpretação de situações do quotidiano.

Questões para avaliação diagnóstica


• O que é um fluido?
• Quais são as forças que atuam num corpo em repouso?
• O que leva um corpo, como por exemplo um submarino, a emergir e a submergir em água?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

A flutuação e o afundamento de um corpo num fluido


Um corpo flutua porque é mais “leve” do que a água e
relacionam-se com a intensidade do peso do corpo e
afunda-se porque é mais “pesado” do que a água.
da impulsão que sobre ele é exercida.

A flutuação e o afundamento de um corpo, constituído por


madeira ou metal (ou outro material), num fluido,
A madeira flutua em água e o metal afunda-se.
relacionam-se com a intensidade do peso do corpo e
da impulsão que sobre ele é exercida.

Os objetos com ar incorporado podem flutuar ou afundar-se


Todos os objetos com ar incorporado flutuam em água. em água, dependendo da intensidade do seu peso e da
impulsão que sobre ele é exercida.

100
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e fluidos
3 tempos letivos Secção
Impulsão
Manual páginas 92 a 97 12

Questão exploratória: Porque nos sentimos “mais leves” quando mergulhamos em água?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Indicar que um fluido é um material que flui: líquido • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 92,
ou gás. promovendo o respetivo debate.
• Concluir, com base nas leis de Newton, que existe • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
uma força vertical dirigida para cima sobre um corpo base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
quando este flutua num fluido (impulsão) e medir o disponíveis.
valor registado num dinamómetro quando um • Recorrendo a exemplos do quotidiano, explicar a noção de
corpo nele suspenso é imerso num líquido. fluido e do valor aparente do peso de um corpo, quando
• Relacionar as intensidades do peso e da impulsão imerso em água.
em situações de flutuação ou de afundamento de • Com base nas leis de Newton, referir as forças que atuam num
um corpo. corpo imerso num fluido.
• Identificar os fatores de que depende a intensidade • Analisar o comportamento de um corpo em água, em
da impulsão e interpretar situações de flutuação ou situações de flutuação ou de afundamento, partindo da
de afundamento com base nesses fatores. intensidade do peso e da impulsão.
• Analisar a rubrica CTS da página 94.
• Indicar os fatores de que depende a intensidade da impulsão,
nomeadamente o volume do corpo imerso num fluido e a
densidade do fluido onde o corpo é imerso.
• Analisar as rubricas CTS da página 95.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 96.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 96.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 97.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 96)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

101
Ficha de Trabalho  12
Impulsão

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


Recursos Didáticos

(A) A impulsão representa-se por I».


(B) A impulsão é uma força ascendente.
».
(C) O peso de um corpo representa-se por P
(D) A água é um fluido.
(E) O valor do peso que um corpo aparenta ter, quando imerso em água, é superior ao seu valor medido no ar.

2. Observa atentamente a figura seguinte, que representa um submarino imerso em água.

I
»

Assinala a opção que completa corretamente cada uma das frases seguintes.
2.1. “O valor do peso do submarino é…
(A) … inferior ao valor da impulsão.”
(B) … igual ao valor da impulsão.”
(C) … superior ao valor da impulsão.”

2.2. “O submarino…
(A) … está a afundar-se na água.”
(B) … vai emergir da água.”
(C) … encontra-se em repouso na água.”

3. Associa as situações, na coluna I, ao comportamento de um corpo em repouso na água, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) O peso do corpo é superior à impulsão   (A) O corpo permanece em equilíbrio.

(2) O peso do corpo é inferior à impulsão.   (B) O corpo sobe.

(3) O peso do corpo é igual à impulsão.   (C) O corpo afunda-se.

102
Ficha de Trabalho  12

4. As figuras seguintes apresentam dois corpos, A e B, mergulhados em água. Os corpos têm o mesmo
peso, mas o corpo B tem maior volume do que o corpo A.
A B

I2
»
I»1

Recursos Didáticos
P» P»

Das opções “menor” ou “maior”, seleciona a que completa corretamente a frase seguinte.
“Quanto o volume de um corpo imerso num fluido, maior a impulsão a que este fica sujeito.”

5. Assinala a opção que completa corretamente a frase seguinte.


“A impulsão é a uma força com sentido , exercida por um fluido num corpo quando este se
encontra total ou parcialmente imerso.”
(A) de cima para baixo
(B) de baixo para cima
(C) da esquerda para a direita

6. Associa as designações, na coluna I, ao seu significado, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Valor que o peso de um corpo aparenta ter quando


(1) Impulsão
imerso em água.

(2) Valor aparente (B) Material que flui, ou seja, que se move adquirindo a
do peso forma do recipiente.

(3) Fluido (C) Força gravítica exercida num corpo.

(D) Força ascendente exercida por um fluido num corpo


(4) Peso
quando este se encontra total ou parcialmente imerso.

7. As figuras seguintes apresentam o mesmo corpo mergulhado em água (A) e mergulhado em água
salgada (B), líquido que tem maior densidade.
A B
I2
»

I»1


EXP9GP © Porto Editora

Das opções “menor” ou “maior”, seleciona a que completa corretamente a frase seguinte.
“Quanto menor a densidade de um fluido, a impulsão sofrida por um corpo nele imerso.”

103
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  12

EXP9GP © Porto Editora


Impulsão

1. (A) – V; (B) – V; (C) – V; (D) – V; (E) – F.


2.
2.1. (C).
2.2. (A).
3. (1) – (C); (2) – (B); (3) – (A).
Recursos Didáticos

4. Maior.
5. (B).
6. (1) – (D); (2) – (A); (3) – (B); (4) – (C).
7. Menor.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

104
Recursos Didáticos

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e fluidos
3 tempos letivos Secção
Lei de Arquimedes
Manual páginas 98 a 103 13

Questão exploratória: Como determinar o valor da impulsão sofrida por um corpo?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Verificar a lei de Arquimedes numa atividade • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
laboratorial e aplicar essa lei em situações do dia base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
a dia. disponíveis.
• Determinar a intensidade da impulsão a partir da • Referir como se determina o valor da impulsão, relacionando
massa ou do volume de líquido deslocado (usando a o peso do corpo com o valor que aparenta ter quando imerso
definição de massa volúmica) quando um corpo é em água.
nele imerso. • Explicar e explorar a determinação experimental da impulsão.
• Analisar a rubrica CTS sobre Arquimedes na página 98.
• Enunciar a lei de Arquimedes.
• Analisar a determinação experimental da impulsão pela lei
de Arquimedes.
• Analisar a rubrica Repara da página 99.
• Explorar os exemplos da página 100 sobre a determinação
da impulsão.
• Analisar a rubrica CTS da página 100.
• Realizar a atividade Explora 4 da página 101 e elaborar o
respetivo Relatório Orientado.
• Referir situações do quotidiano da aplicação da lei de
Arquimedes na página 101.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 102.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 102.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 103.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da atividade Explora 4 (página 101)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 102)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo
EXP9GP © Porto Editora

Interdisciplinaridade

Apontamentos
do professor

105
Ficha de Trabalho  13
Lei de Arquimedes

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Com a ajuda de um dinamómetro, determinou-se o peso de um corpo, como se encontra representado


Recursos Didáticos

na figura seguinte.

Dinamómetro

(N)

0 0
1 1

3N
2 2
3 3
4 4
5 5
6 6
7 7
8 8
9 9
10 10

1.1. Assinala a opção que corresponde a um procedimento semelhante, com o mesmo corpo dentro de água.

(A) 4 N (B) 3 N (C) 2 N

Dinamómetro Dinamómetro Dinamómetro

(N) (N) (N)

0 0 0 0 0 0
1 1 1 1 1 1
2 2 2 2 2 2
3 3 3 3 3 3
4 4 4 4 4 4
5 5 5 5 5 5
6 6 6 6 6 6
7 7 7 7 7 7
8 8 8 8 8 8
9 9 9 9 9 9
10 10 10 10 10 10

1.2. Assinala a expressão que permite determinar a impulsão exercida sobre o corpo imerso em água:
P
(A) I = P + Pa (B) I =
Pa
(C) I = P * Pa (D) I = P - Pa

2. Seleciona a palavra que completa corretamente a frase seguinte.


“Todo o corpo mergulhado num fluido sofre, por parte do fluido, uma força vertical (impulsão) com sentido de
baixo para cima, cuja intensidade é ao peso do fluido deslocado pelo corpo.“

(A) maior        (B) menor        (C) igual

106
Ficha de Trabalho  13

3. Associa as grandezas físicas, na coluna I, à respetiva unidade SI, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Impulsão   (A) m3

(2) Volume
  (B) kg/m3
(3) Densidade

Recursos Didáticos
  (C) m/s2
(4) Peso

(5) Aceleração da gravidade   (D) N

4. Com a ajuda de um dinamómetro, determinou-se o peso de um corpo dentro e fora de água, como se
encontra representado na figura seguinte.

Dinamómetro Dinamómetro

(N) (N)

0 0 0 0

15 N 8N
2 2 2 2
4 4 4 4
6 6 6 6
8 8 8 8
10 10 10 10
12 12 12 12
14 14 14 14
16 16 16 16
18 18 18 18
20 20 20 20

4.1. Assinala a opção que indica o valor do peso do corpo.


(A) 7 N (B) 8 N (C) 15 N (D) 23 N
4.2. Assinala a opção que indica o valor que o peso do corpo aparenta ter quando imerso em água.
(A) 15 N (B) 2 N (C) 8 N (D) 0 N

4.3. Determina o valor da impulsão.

5. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) Arquimedes foi um sábio grego que se dedicou, entre muitos trabalhos, ao estudo da impulsão.
(B) A impulsão sofrida por um corpo mergulhado num fluido é inferior ao peso do fluido deslocado pelo
corpo.
EXP9GP © Porto Editora

(C) Existem muitos fenómenos do quotidiano que podem ser interpretados pela lei de Arquimedes.
(D) Todo o corpo mergulhado num fluido sofre, por parte do fluido, uma força designada por impulsão.
(E) A impulsão é uma força com sentido de cima para baixo.

107

Relatório Orientado

Domínio Movimentos e forças


Subdomínio Forças e fluidos

EXP9GP © Porto Editora


Secção
Lei de Arquimedes
13
Explora 4
Verificação laboratorial da lei de Arquimedes
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 101 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. 
Supõe que suspendes um corpo num dinamómetro e o mergulhas num líquido. O valor indicado no dinamómetro
será…
i) … igual ao valor do peso do corpo.
ii) … superior ao valor do peso do corpo.
iii) … inferior ao valor do peso do corpo.
iv) … igual ao valor da impulsão que o líquido exerce sobre o corpo.
(Seleciona a opção correta.)

Q2. A impulsão é uma força…


i) … vertical, com sentido de baixo para cima.
ii) … horizontal.
iii) … vertical, com sentido de cima para baixo.
iv) … diagonal.
(Seleciona a opção correta.)

Q3. Completa as frases seguintes com as palavras “maior”, “menor” ou “igual”.


i) Se um corpo se encontra em repouso à superfície de um líquido, isso significa que o valor da impulsão que o
líquido exerce sobre ele é ao seu peso.
ii) Uma bola de futebol abandonada no fundo de uma piscina tem tendência a subir, devido à ação da impulsão
que tem um valor do que o do seu próprio peso.
iii) A impulsão que a água exerce sobre um parafuso tem um valor do que o do peso deste objeto.
Por este motivo, o parafuso afunda-se em água.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

108
Relatório Orientado – Explora 4

Material e reagentes:
Dinamómetro Balança Pequeno corpo sólido (ex.: batata, esfera ou cubo metálico)
Kitasato Pequena mangueira Gobelé

Procedimento:
1 Suspende o pequeno corpo sólido num dinamómetro. Dinamómetro

(N)
Dinamómetro

(N)

0 0 0 0

2 Regista o valor do seu peso.


1 1 1 1
2 2 2 2
3 3 3 3
4 4 4 4
5 5 5 5

Enche o kitasato com água, até ficar prestes a transbordar.


6 6 6 6

3
7 7 7 7

Recursos Didáticos
8 8 8 8
9 9 9 9
10 10 10 10

4 
Insere o pequeno corpo sólido (suspenso no dinamómetro)
no interior do kitasato e regista o valor aparente do peso.
5 
Regista o valor da massa de água recolhida no gobelé (massa
de água deslocada).
6 Regista as tuas observações.

Q4. 
A medição da massa de água com o gobelé e a balança exige
um procedimento prévio de definição do “zero” da balança.
Indica como se designa este procedimento.

Q5. Indica um cuidado que deves ter na realização desta atividade.

I – Regista os dados obtidos na tabela seguinte.

Peso (N)
Valor aparente do peso (N)
Massa de água deslocada (g)
Massa de água deslocada (kg)

3   Interpretação de dados e observações


Q6. Determina o valor da impulsão exercida sobre o corpo.

Q7. Determina o valor do peso de água deslocada. Considera g = 9,8 m/s2.

Q8. 
Imagina que realizavas a experiência com um objeto feito do mesmo material, mas com o dobro do volume. O valor
da impulsão seria…
i) … igual.    ii) … o dobro.    iii) … o triplo.    iv)  … metade.
(Seleciona a opção correta.)

Q9. 
Imagina que realizavas a experiência com um objeto com o mesmo volume, mas com o dobro da massa. O valor da
impulsão seria…
i) … igual.    ii) … o dobro.    iii) … o triplo.    iv)  … metade.
(Seleciona a opção correta.)

4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q10. Compara o valor da impulsão exercida sobre o corpo com o valor do peso da água deslocada.
EXP9GP © Porto Editora

Q11. Enuncia a lei de Arquimedes.

109
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  13

EXP9GP © Porto Editora


Lei de Arquimedes

1. 4.
1.1. (C). 4.1. (C).
1.2. (D). 4.2. (C).
2. (C). 4.3. I = P - Pa = 15 – 8 = 7 N

3. (1) – (D); (2) – (A); (3) – (B); 5. (A) – V; (B) – F; (C) – V;


(D) – V; (E) – F.
Recursos Didáticos

(4) – (D); (5) – (C).

Relatório Orientado Explora 4


1 Questões para contextualização Q7. O peso deverá ser determinado a partir da massa do corpo,
Q1. iii). P = m g.
Q2. i). Q8. ii).
Q3. i) igual; ii) maior; iii) menor.
Q9. i).
2 Material, procedimento e registo de observações
4 Conclusões e resposta à questão-problema
Q4. O procedimento designa-se “tarar”.
Q10. Em condições ideais, deverá obter-se um valor de impulsão
Q5. Deve ter-se cuidado, por exemplo, para não derramar líqui- igual ao do peso da água deslocada.
dos na balança.
Q11. Lei de Arquimedes: “Todo o corpo mergulhado num fluido
3 Interpretação de dados e observações sofre, por parte do fluido, uma força vertical (impulsão) com
sentido de baixo para cima, cuja intensidade é igual ao
Q6. A impulsão deverá ser determinada tendo em conta os valo-
peso do fluido deslocado pelo corpo.”
res medidos no dinamómetro: I = P – Pa.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

110
Explora + 4
Forças e fluidos (páginas 92 a 103 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).

Recursos Didáticos
(A) A impulsão depende da densidade do fluido onde o corpo é imerso.

(B) Quando um corpo se encontra imerso em água aparenta “pesar mais”.

(C) O movimento de um corpo num fluido depende do peso do corpo e da impulsão exercida pelo fluido.

(D) A impulsão depende do volume do corpo imerso no fluido.

(E) O peso de um corpo é a força atrativa exercida pelo planeta onde este se encontra.

2. Completa as frases seguintes com as palavras do quadro para obteres afirmações verdadeiras.

aumento(a)    peso    maior    diminui    flutuar    impulsão

(A) Quando uma pessoa utiliza um colete salva-vidas, este o seu volume sem aumentar
consideravelmente o seu .

(B) A utilização do colete salva-vidas leva ao de volume imerso, provocando um aumento da


, permitindo à pessoa mais facilmente em água.

(C) Uma pessoa consegue mais facilmente no Mar Morto, onde a água tem elevada densidade,
do que nos restantes mares, onde a água não é tão densa.

(D) O Mar Morto possui uma densidade pois tem mais sal dissolvido para um dado volume, pelo
que a intensidade da impulsão é .

3. Determinou-se o peso de um corpo dentro e fora de água, como


representado na figura ao lado. Determina o valor da impulsão. Dinamómetro Dinamómetro

(N) (N)

0 0 0 0
1 1 1 1

3N 2N
2 2 2 2
3 3 3 3
4 4 4 4
5 5 5 5
6 6 6 6
7 7 7 7
8 8 8 8
9 9 9 9
10 10 10 10
EXP9GP © Porto Editora

111
Explora + 4

4. Estabelece a correspondência correta entre a descrição do estado de um submarino, na coluna I, e as

EXP9GP © Porto Editora


ações ou relações de forças, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Encher com água o tanque do submarino.


(A) Submarino a emergir
(2) O valor do peso do submarino é igual ao valor
da impulsão.
Recursos Didáticos

(3) O valor do peso do submarino é superior ao


(B) Submarino a submergir
valor da impulsão que sobre ele é exercida.

(4) Encher com ar o tanque do submarino.

(C) Submarino em repouso (5) O valor do peso do submarino é inferior ao


valor da impulsão que sobre ele é exercida.

5. Durante uma aula laboratorial, cada grupo de alunos, utilizando o mesmo corpo, realizou uma das
seguintes atividades:
– atividade A: determinar o peso de um corpo no ar;
Dinamómetro
Dinamómetro

(N)
Dinamómetro

(N)
– atividade B: determinar o valor aparente do peso
(N)

0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
de um corpo numa amostra de água de um rio;
2 2 2 2 2 2

– atividade C: determinar o valor aparente do peso


3 3 3 3 3 3

4 4 4 4 4 4

5 5 5 5 5 5
6 6 6 6

de um corpo numa amostra de água do mar (maior


6 6
7 7 7 7 7 7

8 8 8 8 8 8

9 9 9 9 9 9

10 10 10 10 10 10

densidade).

Tabela de registos
Valor obtido no
Grupos
dinamómetro
Grupo 1 2,4 N

Grupo 2 2,2 N
Atividade A Atividade B Atividade C
Grupo 3 2,8 N
Ar Água do rio Água do mar

5.1. Associa a cada grupo de alunos 1, 2 e 3 a respetiva atividade A, B ou C realizada.

5.2. Determina o valor da impulsão exercida pela água do rio e pela água do mar no corpo.

5.3. Lê atentamente a conclusão do trabalho laboratorial realizado pela turma, completando os espaços por
preencher.

“Quanto a densidade do fluido, a impulsão sofrida por um corpo
imerso.”

112
Proposta de resolução
Explora + 4
Forças e fluidos

1. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – V; (E) – V.


2. (A) aumenta; peso;
(B) aumento; impulsão; flutuar;
(C) flutuar;
(D) maior; maior.

Recursos Didáticos
3. Impulsão = Peso real – Peso aparente = 3 – 2 = 1 N.
4. (A) – (4), (5); (B) – (1), (3); (C) – (2).
5.
5.1. Grupo 1 – atividade B; grupo 2 – atividade C; grupo 3 – atividade A.
EXP9GP © Porto Editora

5.2. Impulsão água do rio = Peso real - Peso aparente = 2,8 - 2,4 = 0,4 N.
Impulsão água do mar = Peso real - Peso aparente = 2,8 - 2,2 = 0,6 N.
5.3. Maior, maior.

EXP9GP-08 113
Planificação por subdomínio

Domínio Eletricidade 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos

Compreender fenómenos elétricos do Secção 14 Eletricidade no dia a dia


dia a dia, descrevendo-os por meio de
grandezas físicas, e aplicar esse Secção 15 Corrente elétrica
conhecimento na montagem de
Secção 16 Diferença de potencial elétrico
Recursos Didáticos

circuitos elétricos simples


(de corrente contínua), medindo
essas grandezas. Secção 17 Resistência elétrica

Capacidades a desenvolver
• Interpretar situações do quotidiano que envolvam a utilização, em segurança, da eletricidade e da
energia elétrica.
• Relacionar o valor da corrente elétrica e da diferença de potencial elétrico, em circuitos com associações
de diversos componentes em série e em paralelo.
• Desenvolver a destreza manual na manipulação de circuitos elétricos.
• Comunicar o contributo de importantes cientistas para a evolução do conhecimento da eletricidade.

Questões para avaliação diagnóstica


• Qual(ais) a(s) função(ões) das pilhas, interruptores e lâmpadas num circuito elétrico?
• Será que todos os materiais conduzem bem a corrente elétrica?
• Qual a utilidade das fontes e dos recetores de energia num circuito elétrico?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

Num circuito elétrico a corrente elétrica, por convenção,


Num circuito elétrico, a corrente elétrica flui a partir de
tem o sentido do polo positivo para o polo negativo da
ambos os terminais de uma pilha.
pilha.

A água pura é boa condutora da corrente elétrica. A água pura é má condutora da corrente elétrica.

A corrente elétrica passa por todo o circuito elétrico


A corrente elétrica flui de uma pilha a uma lâmpada, fechado e, por convenção, tem o sentido do polo positivo
mas não flui a partir da lâmpada para a pilha. para o polo negativo da pilha, passando também entre a
lâmpada e a pilha.

114
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos
3 tempos letivos Secção
Eletricidade no dia a dia
Manual páginas 110 a 117 14

Questão exploratória: Como usar em segurança a eletricidade no dia a dia?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Dar exemplos do dia a dia que mostrem o uso • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 110,
da eletricidade e da energia elétrica. promovendo o respetivo debate.
• Associar a corrente elétrica a um movimento • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base nos
orientado de partículas com carga elétrica conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
(eletrões ou iões) através de um meio • Referir a utilização da eletricidade e da energia elétrica através de
condutor. exemplos do quotidiano do manual, na página 111.
• Dar exemplos de bons e maus condutores • Definir corrente elétrica como um movimento orientado de partículas
(isoladores) elétricos. com carga elétrica.
• Distinguir circuito fechado de circuito aberto. • Indicar qual o movimento de eletrões num fio de cobre de um
• Identificar componentes elétricos, num circuito elétrico e o movimento orientado de iões numa solução
circuito ou num esquema, pelos respetivos aquosa como exemplos de corrente elétrica.
símbolos e esquematizar e montar um circuito • Definir bons condutores como materiais que facilitam a passagem
elétrico simples. da corrente elétrica e maus condutores ou isoladores elétricos como
materiais que dificultam a passagem da corrente elétrica.
• Referir os componentes elétricos constituintes de um circuito
elétrico e sua esquematização.
• Explorar a associação de componentes em série e em paralelo num
circuito elétrico e as regras de segurança na utilização da corrente elétrica.
• Analisar as rubricas Analogia das páginas 114 e 115.
• Realizar a atividade Explora 5 da página 115 e elaborar o respetivo
Relatório Orientado.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo da
página 116.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade prática da
página 116.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 117.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da atividade Explora 5 (página 115)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 116)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo
EXP9GP © Porto Editora

Interdisciplinaridade
Apontamentos
do professor

115
Ficha de Trabalho  14
Eletricidade no dia a dia

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Observa atentamente os seguintes circuitos elétricos, onde se intercalaram diferentes materiais.


Recursos Didáticos

(A) Grafite (B) Fio de cobre (C) Corda (D) Clipe de metal
Dos materiais A a D, indica:
1.1. Bons condutores elétricos:
1.2. Maus condutores elétricos:

2. Estabelece a correspondência entre os componentes elétricos, na coluna I, e o seu símbolo, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Pilha   (A)

(2) Motor   (B)

(3) Amperímetro   (C)

(4) Lâmpada   (D) A

(5) Interruptor aberto   (E) + –

(6) Campainha   (F) V

(7) Voltímetro   (G) M

116
Ficha de Trabalho  14

3. Observa a figura seguinte.

Recursos Didáticos
Seleciona as palavras das frases seguintes de forma a obteres afirmações verdadeiras. (Risca a que não interessa.)
(A) O interruptor/fio de ligação abre e fecha o circuito elétrico.
(B) A pilha é a fonte/o recetor de energia do circuito elétrico.
(C) O fio de ligação/interruptor estabelece a ligação entre os componentes do circuito elétrico.
(D) A lâmpada/O interruptor é o recetor de energia do circuito elétrico.

4. Lê atentamente a frase seguinte.


“A corrente elétrica corresponde a um movimento orientado de partículas com carga elétrica.”
Seleciona a opção que corresponde às cargas elétricas a que se refere a frase anterior.
(A) Protões e neutrões. (B) Eletrões e iões.
(C) Neutrões e protões. (D) Protões e iões.

5. Observa atentamente as figuras seguintes.

(A) (B) (C) (D)


5.1. Das opções A e B, indica…
5.1.1. … a figura que corresponde ao circuito elétrico fechado;
5.1.2. … a figura que corresponde ao circuito elétrico aberto.
5.2. Das opções C e D, indica…
5.2.1. … a figura que corresponde ao circuito elétrico com lâmpadas associadas em série;
5.2.2. … a figura que corresponde ao circuito elétrico com lâmpadas associadas em paralelo.

6. Relativamente às regras de segurança na utilização da corrente elétrica, das seguintes afirmações, indica
as verdadeiras (V) e as falsas (F).
(A) Nunca permitir o contacto da água com aparelhos elétricos em funcionamento.
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(B) Desligar os aparelhos elétricos no interruptor, removendo os fios das tomadas de forma suave.
(C) Para reparar eletrodomésticos, estes devem estar ligados à corrente elétrica.
(D) Não se deve tocar com as mãos ou com outros objetos nas tomadas elétricas.

117

Relatório Orientado

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos

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Secção
Eletricidade no dia a dia
14
Explora 5
Montagem de circuitos elétricos em série e em paralelo
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 115 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. 
Preenche os espaços 1 a 4 da tabela seguinte com a designação dos componentes dos circuitos elétricos.

Símbolo
+ –
Designação 1– 2– 3– 4–

Q2. R elativamente às regras de segurança relacionadas com a manutenção de circuitos elétricos, das seguintes
afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).
i) Na montagem de circuitos elétricos podemos usar todos os fios de ligação, mesmo que se encontrem
indevidamente isolados.
ii) Nunca permitir o contacto da água com os componentes do circuito elétrico.
iii) Os fios de ligação devem ser cuidadosamente desligados, para não se danificarem, e nunca devem ser puxados
com violência.
iv) Num circuito elétrico, na iminência de um curto-circuito, deverá ser adicionada água como forma de prevenir a
ocorrência de um incêndio.
v) Não tocar com as mãos molhadas ou húmidas nos componentes de um circuito elétrico.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material e reagentes:
Interruptor     2 lâmpadas     Fios de ligação     Pilha

Procedimento:
1 
Monta um circuito elétrico, com duas lâmpadas associadas em série, idêntico ao da figura.

Q3.
Refere qual é a função do interruptor no circuito elétrico.

118
Relatório Orientado – Explora 5

2 Desenrosca alternadamente cada uma das lâmpadas e regista se a outra se mantém acesa ou se fica
apagada.
3 Repete o mesmo procedimento com um circuito elétrico com duas lâmpadas associadas em paralelo.
Q4. Indica um cuidado que deves ter na realização desta atividade.

Recursos Didáticos

Circuito com componentes associados em série. Circuito com componentes associados em paralelo.

Esquematiza os circuitos elétricos.


Procede ao registo das tuas observações numa tabela como a seguinte.

Lâmpada desenroscada Lâmpada acesa Lâmpada apagada


Circuito com componentes
associados em série
Circuito com componentes
associados em paralelo

3   Interpretação de dados e observações


Q5. N
 um circuito elétrico com os componentes associados em série, ao desenroscar uma lâmpada, o que sucede às
restantes lâmpadas?

Q6. N
 um circuito elétrico com os componentes associados em paralelo, ao desenroscar uma lâmpada, o que sucede às
restantes lâmpadas?

Q7. Numa instalação doméstica, os componentes elétricos deverão estar instalados em série ou em paralelo? Justifica.
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4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q8. R efere as principais diferenças entre a passagem da corrente elétrica em circuitos com componentes associados em
série e em paralelo.

119
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  14

EXP9GP © Porto Editora


Eletricidade no dia a dia

1. 5.
1.1. A; B; D. 5.1.
1.2. C. 5.1.1. B.
2. (1) - (E); (2) – (G); (3) - (D); (4) - (A); (5) – (B); (6) – (C); 5.1.2. A.
(7) - (F). 5.2.
5.2.1. C.
Recursos Didáticos

3. (A) interruptor; (B) fonte; (C) fio de ligação; (D) lâmpada.


5.2.1. D.
4. (B).
6. (A) – V; (B) – V; (C) – F; (D) – V.

Relatório Orientado Explora 5


1 Questões para contextualização Q6. Num circuito em paralelo, ao desenroscar uma lâmpada, as
Q1. 1 – pilha; 2 – interruptor fechado; 3 – lâmpada; 4 – interrup- restantes lâmpadas mantêm-se acesas.
tor aberto. Q7. Numa instalação doméstica, os componentes elétricos
Q2. i) F; ii) V; iii) V; iv) F; v) V. devem estar instalados em paralelo, pois se um dos compo-
nentes se danificar os restantes continuam em funciona-
2 Material, procedimento e registo de observações mento.
Q3. O interruptor fecha e abre o circuito elétrico, permitindo ou
4 Conclusões e resposta à questão-problema
impedindo a passagem de corrente elétrica.
Q8. Enquanto que, numa associação em série, os componentes
Q4. Por exemplo, não utilizar componentes elétricos em mau
elétricos se encontram instalados sequencialmente e a cor-
estado de conservação, danificados ou que não se encon-
rente elétrica percorre apenas um percurso, numa associação
trem a funcionar corretamente.
de componentes elétricos em paralelo, a corrente elétrica
3 Interpretação de dados e observações pode percorrer mais do que um percurso.
Q5. Num circuito em série, ao desenroscar uma lâmpada, as res-
tantes lâmpadas apagam-se.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

120
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos
3 tempos letivos Secção
Corrente elétrica
Manual páginas 118 a 125 15

Questão exploratória: Como medir a corrente elétrica num circuito?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades
• Indicar o sentido convencional da corrente e o • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base nos
sentido do movimento dos eletrões num conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
circuito. • Analisar os esquemas da página 118, relacionando a intensidade da
• Definir a grandeza corrente elétrica e corrente elétrica com a quantidade de eletrões que atravessam uma
exprimi-la em A (unidade SI), mA ou kA. secção reta de um condutor, por unidade de tempo.
• Identificar o amperímetro como o aparelho • Explorar a Analogia da página 118.
que mede a corrente elétrica, instalá-lo num • Relacionar os múltiplos e os submúltiplos com a unidade SI ampere.
circuito escolhendo escalas adequadas e • Indicar o sentido da corrente elétrica, explorando o esquema da
medir correntes elétricas. página 119.
• Representar e construir circuitos com • Abordar os conceitos de corrente contínua e de corrente analisando
associações de lâmpadas em série e paralelo, o esquema da página 119.
indicando como varia a corrente elétrica. • Analisar a rubrica Figura Histórica sobre Ampère da página 119.
• Associar a medição da corrente elétrica num circuito com a utilização
de um amperímetro instalado em série.
• Analisar o alcance, a menor divisão da escala e a leitura do valor
indicado pelo ponteiro de amperímetros analógicos.
• Explorar a medição da corrente elétrica em circuitos com recetores
associados em série e em paralelo.
• Analisar as rubricas Analogia das páginas 121 e 122.
• Realizar a atividade Explora 6 da página 123 e elaborar o respetivo
Relatório Orientado.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo da
página 124.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade prática da
página 124.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 125.
• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da atividade Explora 6 (página 123)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 124)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

121
Ficha de Trabalho  15
Corrente elétrica

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


Recursos Didáticos

(A) A corrente elétrica representa-se por I.


(B) A unidade SI da corrente elétrica é o quiloampere (kA).
(C) A corrente elétrica, por convenção, tem o sentido do polo positivo para o polo negativo de um gerador.
(D) A corrente elétrica pode ser contínua ou alternada.
(E) Num circuito em paralelo, a corrente elétrica no ramo principal é igual à soma da corrente elétrica que
percorre as ramificações.

2. Um grupo de alunos instalou o circuito elétrico da figura seguinte.

5 0,1
0 0,15 0
0,0 ,20
0 0,2
5
A

Seleciona a opção que completa corretamente as afirmações seguintes.


2.1. “O instrumento utilizado pelos alunos no circuito elétrico é um…
(A) … multímetro.”
(B) … voltímetro.”
(C) … amperímetro.”
2.2. “O instrumento utilizado pelos alunos encontra-se instalado em…
(A) … paralelo.”
(B) … série.”
(C) … perpendicular.”
2.3. A esquematização que corresponde à montagem efetuada pelos alunos é…

(A) (B) (C)

V A

122
Ficha de Trabalho  15

3. Observa atentamente a figura seguinte que mostra o monitor de um instrumento instalado num circuito
elétrico para medir a corrente elétrica.

0
5 0,10 ,15 0,20
0,0 0,2
0 5
A

Recursos Didáticos
Seleciona a opção que completa corretamente as afirmações seguintes.
3.1. “O alcance do instrumento é…
(A) … 0,05 A.” (B) … 0,25 A.” (C) … 0,17 A.”
3.2. “A menor divisão da escala é…
(A) … 0,10 A.” (B) … 0,05 A.” (C) … 0,01 A.”
3.3. “O valor indicado pelo ponteiro é…
(A) … 0,17 A.” (B) … 0,15 A.” (C) … 0,20 A.”

4. Um grupo de alunos instalou o seguinte circuito elétrico.


1 3

– +

4.1. Seleciona os componentes que constituem o circuito elétrico instalado pelos alunos.
(A) Pilha (B) Interruptor (C) Motor (D) Multímetro
(E) Voltímetro (F) Lâmpada (G) Campainha (H) Fios de ligação

4.2. Seleciona a opção que completa corretamente a seguinte frase.


“Observando o circuito elétrico conclui-se que…
(A) … a corrente elétrica é igual em qualquer ponto de um circuito em série.”
EXP9GP © Porto Editora

(B) … a corrente elétrica é igual em qualquer ponto de um circuito em paralelo.”


(C) … a corrente elétrica no ramo principal é igual à soma da corrente elétrica que percorre todas as
ramificações.”

123

Relatório Orientado

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos

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Secção
Corrente elétrica
15
Explora 6
Corrente elétrica em circuitos elétricos em série e em paralelo
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 123 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Seleciona a opção que completa corretamente a seguinte frase.


“A corrente elétrica é um movimento orientado de partículas com carga elétrica, tais como…
i) … protões ou iões.” ii)  … protões ou neutrões.”
iii) … eletrões ou iões.” iv)  … eletrões ou neutrões.”

Q2. 
Preenche os espaços de 1 a 4 da tabela seguinte, com a designação dos componentes dos circuitos elétricos.

Símbolo V A
Designação 1– 2– 3– 4–

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor. Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material e reagentes:
Interruptor   2 lâmpadas   Pilha   3 amperímetros ou multímetros    Fios de ligação

A   Circuito com lâmpadas associadas em série

Procedimento:
1 
Monta um circuito elétrico com duas lâmpadas
associadas em série.
2 
Fecha o interruptor e verifica se as lâmpadas
funcionam.
3 
Instala os amperímetros, de forma análoga à figura.
4 
Escolhe a escala adequada dos amperímetros e
regista os respetivos valores da corrente elétrica. Circuito com lâmpadas associadas em série.

124
Relatório Orientado – Explora 6

5 
Esquematiza o circuito elétrico.
Registo de observações
Esquematiza o circuito elétrico.

Recursos Didáticos
Procede ao registo das tuas observações numa tabela como a seguinte.

I1/A I2/A I3/A


Circuito em série

B   Circuito com lâmpadas associadas em paralelo


Procedimento:
1 
Monta um circuito elétrico com duas lâmpadas associadas em paralelo.
2 
Fecha o interruptor e verifica se as lâmpadas funcionam.
3 
Instala os amperímetros de forma análoga à figura.
4 
Escolhe a escala adequada dos amperímetros e regista
os respetivos valores da corrente elétrica.
5 
Esquematiza o circuito elétrico.

Q3. 
Indica um cuidado que deves ter na realização desta atividade.

Registo de observações Circuito com lâmpadas associadas em paralelo.

Esquematiza o circuito elétrico.

Procede ao registo das tuas observações numa tabela como a seguinte.

I1/A (ramo principal) I2/A (ramificação) I3/A (ramificação)


Circuito em paralelo

3   Interpretação de dados e observações


Q4. S eleciona a palavra que completa corretamente a seguinte afirmação. (Risca o que não interessa.)
“O valor da corrente elétrica é igual em qualquer ponto de um circuito com lâmpadas associadas em série/paralelo.”
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4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q5. Como varia a corrente elétrica num circuito com as lâmpadas associadas em série?
Q6. Como varia a corrente elétrica num circuito com as lâmpadas associadas em paralelo?

125
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  15

EXP9GP © Porto Editora


Corrente elétrica

1. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – V; (E) – V. 3.


2. 3.1. (B).
2.1. (C). 3.2. (C).
2.2. (B). 3.3. (A).
2.3. (C). 4.
Recursos Didáticos

4.1. (A), (B), (D), (F) e (H).


4.2. (A).

Relatório Orientado Explora 6


1 Questões para contextualização 3 Interpretação de dados e observações
Q1. iii). Q4. Série/paralelo.
Q2. 1 – voltímetro; 2 – amperímetro; 3 – campainha; 4 – fio de li- 4 Conclusões e resposta à questão-problema
gação.
Q5. A corrente elétrica é igual em qualquer ponto de um circuito
2 Material, procedimento e registo de observações em série.
Q3. Por exemplo, não utilizar fios de ligação em mau estado de Q6. A corrente elétrica no ramo principal é igual à soma da cor-
conservação. rente elétrica que percorre todas as ramificações de um cir-
cuito com elementos associados em paralelo.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

126
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos
3 tempos letivos Secção
Diferença de potencial elétrico
Manual páginas 126 a 133 16

Questão exploratória: O que origina a corrente elétrica num circuito?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Definir tensão (ou diferença de potencial) entre dois • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
pontos, exprimi-la em V (unidade SI), mV ou kV, e nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
identificar o gerador como o componente elétrico • Definir diferença de potencial elétrico ou tensão entre dois
que cria tensão num circuito. pontos de um circuito elétrico.
• Descrever a constituição do primeiro gerador • Analisar a Analogia da página 126.
eletroquímico: a pilha de Volta. • Relacionar os múltiplos e os submúltiplos com a unidade SI, o volt.
• Indicar que a corrente elétrica num circuito exige • Analisar a o primeiro gerador eletroquímico, a pilha de Volta,
uma tensão, que é fornecida por uma fonte de descrevendo a sua constituição.
tensão (gerador). • Consultar a Figura Histórica sobre Alessandro Volta na página 127.
• Identificar o voltímetro como o aparelho que mede • Referir como se procede à medição da diferença de potencial
tensões, instalá-lo num circuito escolhendo escalas elétrico num circuito com um voltímetro instalado em paralelo.
adequadas e medir tensões. • Compreender a diferença na medição da diferença de
• Representar e construir circuitos com associações de potencial elétrico em circuitos com recetores associados em
lâmpadas em série e paralelo, indicando como varia série e em paralelo.
a tensão. • Analisar a rubrica Analogia das páginas 128 e 129.
• Ligar pilhas em série e indicar a finalidade dessa • Avaliar a diferença de potencial de associações de pilhas em
associação. série referindo o exemplo da página 131.
• Realizar a atividade Explora 7 da página 131 e elaborar o
respetivo Relatório Orientado.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 132.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 132.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 133.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da atividade Explora 7 (página 131)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 132)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

127
Ficha de Trabalho  16
Diferença de potencial elétrico

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


Recursos Didáticos

(A) A d.d.p. (diferença de potencial elétrico) representa-se por A.


(B) A unidade SI da d.d.p. é o ampere (A).
(C) O primeiro gerador eletroquímico foi a pilha de Volta.
(D) A d.d.p. também se designa por tensão.
(E) A pilha de Volta gera uma d.d.p. capaz de produzir corrente elétrica.

2. Estabelece a correspondência correta entre os instrumentos de medida, na coluna I, as grandezas físicas


medidas pelos instrumentos, na coluna II, e as respetivas unidades SI, na coluna III.

Coluna I Coluna II Coluna III

(A) Amperímetro   (1) Diferença de potencial elétrico   (X) Ampere

(B) Voltímetro   (2) Corrente elétrica   (Y) Volt

3. Observa o circuito elétrico seguinte.

10 15
5 20
0 25
V

10 15 20
5 25

V
0

Seleciona a única opção correta.


(A) O voltímetro encontra-se instalado em série, sendo possível ler-se uma d.d.p. de 5 V.
(B) O voltímetro encontra-se instalado em série, sendo possível ler-se uma d.d.p. de 25 V.
(C) O voltímetro encontra-se instalado em paralelo, sendo possível ler-se uma d.d.p. de 5 V.
(D) O voltímetro encontra-se instalado em paralelo, sendo possível ler-se uma d.d.p. de 0 V.

128
Ficha de Trabalho  16

4. Observa atentamente o esquema seguinte.

V
U=9V

V1
U1 = ? V

Recursos Didáticos
U2 = 9 V
V2
Seleciona a opção que completa corretamente as frases seguintes.
4.1. ”A é igual nos terminais dos componentes associados em
(A) … d.d.p. … paralelo.”
(B) … corrente elétrica … paralelo.”
(C) … d.d.p. … série.”
4.2. “No circuito elétrico da figura, a diferença de potencial U relaciona-se com U1 e U2 da seguinte forma:
(A) U = U1 = U2.” (B) U = U1 * U2.”
(C) U = U1 + U2.” (D) U = U1 - U2.”
4.3. “A diferença de potencial U1 é de…
(A) … U = 0 V.” (B) … U = 18 V.”
(C) … U = 9 V.” (D) … U = 81 V.”

5. Observa atentamente o esquema seguinte.

V1 V2
U1 = 2,0 V U2 = 2,5 V
V
U=?V
5.1. Seleciona os componentes que constituem o circuito elétrico esquematizado.
(A) Amperímetro (B) Interruptor (C) Lâmpada (D) Resistência
(E) Voltímetro (F) Tomada da rede elétrica (G) Pilha (H) Fios de ligação
5.2. Seleciona a opção que completa corretamente as frases seguintes.
5.2.1. “No circuito elétrico da figura, a diferença de potencial U relaciona-se com U1 e U2 da seguinte forma:
U
(A) U = U1 + U2.” (B) U = 1 .” (C) U = U1 - U2.” (D) U = U1 * U2.”
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U2
5.2.2. “A diferença de potencial, U, tem o valor de…
(A) … U = 0,5 V.” (B) … U = 5,0 V.” (C) … U = 4,5 V.” (D) … U = 0,8 V.”

EXP9GP-09 129

Relatório Orientado

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos

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Secção
Diferença de potencial elétrico
16
Explora 7
Diferença de potencial elétrico de circuitos em série e em paralelo
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 131 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Seleciona a opção que completa corretamente a frase seguinte.


”A diferença de potencial elétrico (d.d.p.) ou tensão corresponde…
i) … à quantidade de carga elétrica que um gerador fornece ao circuito elétrico, por unidade de tempo.”
ii) … à quantidade de carga que um gerador fornece ao circuito elétrico, por unidade de área.”
iii) … à energia que um gerador fornece ao circuito elétrico, por unidade de tempo.”
iv) … à energia que um gerador fornece ao circuito elétrico, por unidade de carga que o atravessa.”

Q2. Observa atentamente a figura ao lado.


Indica:
– o número de pilhas associadas;
– o modo como as pilhas se encontram associadas.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material:
Interruptor    2 lâmpadas    Pilha    3 voltímetros    Fios de ligação

A   Circuito com lâmpadas associadas em série


? ?
Procedimento: V2 V3

1 
Monta um circuito elétrico com duas lâmpadas
associadas em série. L2 L3

2 Fecha o interruptor e verifica se as lâmpadas funcionam.


3 
Instala um voltímetro nos terminais de cada uma das
lâmpadas e um outro nos terminais da associação de ?
V1
lâmpadas de forma análoga à figura.

130
Relatório Orientado – Explora 7

Q3.
Num circuito elétrico, os voltímetros são instalados em série ou em paralelo?
4 Escolhe a escala adequada dos voltímetros e regista os respetivos valores da diferença de potencial elétrico.
Registo de observações
Esquematiza o circuito elétrico e procede ao registo das tuas observações numa tabela como a seguinte.

Uassociação lâmpadas Esquematização


UL2 (V) UL3 (V)
(V)

Recursos Didáticos
Circuito
em série

B   Circuito com lâmpadas associadas em paralelo


Procedimento:
1 
Monta um circuito elétrico com duas lâmpadas
associadas em paralelo.
? ?
2 
Fecha o interruptor e verifica se as lâmpadas funcionam. V2
V1

3 
Instala um voltímetro nos terminais de cada uma das
lâmpadas e outro voltímetro nos terminais da pilha de
L2
forma análoga à figura.
4 
Escolhe a escala adequada dos voltímetros e regista os ? L3
V3
respetivos valores da diferença de potencial elétrico.

Q4.
Indica uma vantagem da associação de lâmpadas em paralelo.

Registo de observações
Esquematiza o circuito elétrico e procede ao registo das tuas observações numa tabela como a seguinte.

Upilha (V) UL2 (V) UL3 (V) Esquematização

Circuito
em
paralelo

3   Interpretação de dados e observações


Q5.
Qual a relação entre a d.d.p. nos terminais de várias lâmpadas numa associação em série?

Q6.
Qual a relação entre a d.d.p. nos terminais de várias lâmpadas numa associação em paralelo?
EXP9GP © Porto Editora

4  Conclusões
Q7. Como varia a d.d.p. num circuito com componentes elétricos em série? E em paralelo?

131
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  16

EXP9GP © Porto Editora


Diferença de potencial elétrico

1. (A) – F; (B) – F; (C) – V; (D) – V; (E) – V. 5.


2. (A) – (2) – (X); (B) – (1) – (Y). 5.1. (B); (C); (E); (G) e (H).
5.2.
3. (C).
5.2.1. (A).   5.2.2. (C).
4.
4.1. (A).
Recursos Didáticos

4.2. (A).
4.3. (C).

Relatório Orientado Explora 7


1 Questões para contextualização 3 Interpretação de dados e observações
Q1. iv). Q5. A d.d.p. nos terminais de uma associação de lâmpadas em
Q2. A figura representa 3 pilhas associadas em série. série é igual à soma da d.d.p. nos terminais de cada lâmpada.

2 Material, procedimento e registo de observações


Q6. A d.d.p. nos terminais de uma associação de lâmpadas em
paralelo é igual à d.d.p. nos terminais de cada lâmpada.
Q3. Os voltímetros instalam-se em paralelo.
4 Conclusões
Q4. A associação de lâmpadas em paralelo permite, por exemplo,
que o circuito continue a funcionar caso uma lâmpada Q7. A d.d.p. nos terminais dos componentes associados em para-
funda. lelo é igual, ao passo que a soma da d.d.p. nos terminais dos
componentes em série é igual à d.d.p. da associação.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

132
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos
3 tempos letivos Secção
Resistência elétrica
Manual páginas 134 a 139 17

Questão exploratória: Como determinar a resistência elétrica de um condutor?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Definir resistência elétrica e exprimir valores de • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
resistência em W (unidade SI), mW ou kW. nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
• Medir a resistência de um condutor diretamente • Definir resistência elétrica.
com um ohmímetro ou indiretamente com um • Analisar a Analogia da página 134.
voltímetro e um amperímetro. • Relacionar os múltiplos e os submúltiplos com a unidade SI
• Concluir que, para uma tensão constante, a corrente ohm, consultando a tabela da página 134.
elétrica é inversamente proporcional à resistência • Abordar os fatores de que depende a resistência elétrica,
do condutor. explorando o esquema da página 135.
• Enunciar a lei de Ohm e aplicá-la, identificando • Analisar a rubrica CTS da página 135.
condutores óhmicos e não óhmicos. • Explicar a medição da resistência elétrica de um condutor
• Associar um reóstato a um componente elétrico instalado num circuito, utilizando um ohmímetro ou um
com resistência variável. voltímetro e um amperímetro.
• Analisar a rubrica Repara da página 136.
• Analisar a Figura Histórica sobre Georg Simon Ohm da
página 136.
• Enunciar a lei de Ohm, identificando condutores óhmicos e
não óhmicos, com auxílio dos exemplos da página 137.
• Realizar a atividade Explora 8 da página 137 e elaborar o
respetivo Relatório Orientado.
• Identificar o reóstato como um componente elétrico de
resistência variável.
• Analisar a rubrica Repara da página 137.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 138.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 138.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 139.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da atividade Explora 8 (página 137)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 138)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo
EXP9GP © Porto Editora

Interdisciplinaridade
Apontamentos
do professor

133
Ficha de Trabalho  17
Resistência elétrica

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Observa atentamente os seguintes símbolos dos componentes dos circuitos elétricos.


Recursos Didáticos

(1) (2) (3) (4) (5) (6)


V A
+ –
Seleciona a opção que corresponde à designação dos símbolos dos componentes elétricos apresentados.
(A) (1) lâmpada; (2) reóstato; (3) voltímetro; (4) resistência; (5) motor; (6) amperímetro.
(B) (1) pilha; (2) reóstato; (3) voltímetro; (4) resistência; (5) lâmpada; (6) amperímetro.
(C) (1) lâmpada; (2) resistência; (3) voltímetro; (4) reóstato; (5) pilha; (6) amperímetro.

2. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) Os materiais maus condutores elétricos apresentam baixa resistência.
(B) Os materiais podem classificar-se, de acordo com a sua condução elétrica, em maus condutores e bons
condutores.
(C) Os metais são bons condutores elétricos.
(D) Os bons condutores elétricos têm baixa resistência.
(E) Geralmente, os bons condutores conduzem pior a corrente elétrica do que os maus condutores elétricos.

3. Considera os seguintes condutores elétricos.


(A) (B) (C)

3.1. Identifica, dos condutores A e B, o que tem maior resistência elétrica.

3.2. Identifica, dos condutores B e C, o que tem menor resistência elétrica.

4. Lê atentamente a afirmação seguinte.


“A temperatura constante, o quociente entre a diferença de potencial nos terminais de um condutor óhmico e a
corrente elétrica que o percorre é constante (resistência elétrica constante).”
Relativamente à afirmação anterior, seleciona a opção que completa corretamente cada uma das frases seguintes.
4.1. A afirmação refere-se à…
(A) … lei da ação-reação.
(B) … lei de Ohm.
(C)… lei fundamental da dinâmica.

134
Ficha de Trabalho  17

4.2. A relação que traduz a afirmação anterior é:


U
(A) R = U + I (B) R =
I
U
(C) R = (D) R = U * I
R

5. Seleciona o gráfico que traduz o comportamento de um condutor óhmico.

(A) (B) (C)

Recursos Didáticos
U/V U/V U/V

I/A I/A I/A

6. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) A resistência elétrica é uma grandeza física que mede a oposição à passagem da corrente elétrica
de um condutor.
(B) A unidade SI da resistência elétrica é o volt (V).
(C) A resistência elétrica representa-se por R.
(D) Quanto maior o comprimento de um condutor menor a sua resistência.
(E) Quanto maior a área de secção reta de um condutor menor a sua resistência.

7. Indica a opção correspondente ao esquema que permite medir a resistência elétrica de um condutor.
(A) (B) (C)

A V A

V
A

8. Seleciona a opção que completa corretamente a frase seguinte.


“O reóstato é um componente elétrico que…
(A) … não possui resistência.”
EXP9GP © Porto Editora

(B)… possui resistência constante.”


(C)… possui resistência variável.”

135

Relatório Orientado

Domínio Eletricidade
Subdomínio Corrente elétrica e circuitos elétricos

EXP9GP © Porto Editora


Secção
Resistência elétrica
17
Explora 8
Medição da resistência elétrica de um condutor
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 137 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
pela letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.

Q1. Seleciona as frases com indicações que deves seguir na montagem do voltímetro.
i) Certificar-se de que o alcance não é ultrapassado.
ii) Montar o voltímetro em série.
iii) Montar o voltímetro em paralelo.
iv) Ter em atenção a polaridade, nas ligações.

Q2. Seleciona as frases com indicações que deves seguir na montagem do amperímetro.
i) Certificar-se de que o alcance não é ultrapassado.
ii) Montar o amperímetro em série.
iii) Montar o amperímetro em paralelo.
iv) Ter em atenção a polaridade, nas ligações.

Q3. A lei de Ohm diz-nos que, …


i) … a temperatura constante, a resistência elétrica de um condutor é constante.
ii) … a temperatura constante, a resistência elétrica de um condutor depende da corrente que o atravessa.
iii) … a temperatura constante, a resistência elétrica de um condutor depende da diferença de potencial a que está
submetido nos seus terminais.
iv) … a resistência elétrica de um condutor não depende da temperatura.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu
professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.

Material:
Interruptor     Voltímetro     Amperímetro
Fios de ligação
3 pilhas (9 V; 4,5 V; 1,5 V) ou um gerador de d.d.p. variável
Resistência elétrica de 30 W

136
Relatório Orientado – Explora 8

Procedimento:
1 
Monta o circuito elétrico da imagem ao lado usando uma
pilha de 9 V.
2 Fecha o circuito.
3 
Lê e regista os valores lidos no amperímetro e no
voltímetro.
4 Interrompe o circuito, abrindo o interruptor.

Recursos Didáticos
5 
Substitui a pilha por uma pilha de 4,5 V (ou, se estiveres a
usar um gerador de d.d.p. variável, escolhe outro valor de
saída).
6 Fecha o circuito.
7 Lê e regista os valores lidos no amperímetro e no voltímetro.
8 Interrompe o circuito, abrindo o interruptor.
9 
Substitui a pilha por uma pilha de 1,5 V (ou, se estiveres a usar um gerador de d.d.p. variável, escolhe outro
valor de saída).
10 Fecha o circuito.
11 Lê e regista os valores lidos no amperímetro e no voltímetro.

Q4.
Faz o esquema da montagem com recurso aos símbolos adequados.

3   Interpretação de dados e observações


Preenche a tabela seguinte com os valores obtidos e realizando os cálculos necessários.
Constrói o gráfico U = f (I).

Registo U U/V
U (V) I (A) R= (W)
n.° I
1
2
3

Q5. Qual o tipo de relação existente entre a corrente que


percorre a resistência e a diferença de potencial
elétrico aplicada?

I/A

4   Conclusões e resposta à questão-problema


EXP9GP © Porto Editora

Q6. 
Responde à questão-problema:
“O condutor respeita a lei de Ohm?“

137
Propostas de resolução
Ficha de Trabalho  17

EXP9GP © Porto Editora


Resistência elétrica

1. (C). 5. (C).
2. (A) – F; (B) – V; (C) – V; (D) – V; (E) – F. 6. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – F; (E) – V.
3. 7. (A).
3.1. (A).   3.2. (B). 8. (C).
4.
Recursos Didáticos

4.1. (B).   4.2. (B).

Relatório Orientado Explora 8


1 Questões para contextualização 3 Interpretação de dados e observações
Q1. i), iii), iv).    Q2. i), ii), iv).    Q3. i). Q5. A corrente que percorre o circuito deverá aumentar com o au-
2 Material, procedimento e registo de observações
mento da diferença de potencial elétrico.

Q4. 4 Conclusões e resposta à questão-problema


Q6. A resposta dependerá dos resultados obtidos.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

138
Explora + 5
Corrente elétrica e circuitos elétricos (páginas 110 a 139 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Considera o circuito elétrico esquematizado ao lado. 1

Recursos Didáticos
1.1. Identifica:
G
1.1.1. a(s) fonte(s) de energia; L3 L2 L1
2

1.1.2. o(s) recetor(es) de energia. 3
M
1.2. Indica o que sucede às lâmpadas L1, L2 e L3 e ao motor, se…

1.2.1. … fecharem os interruptores 1 e 2, mantendo o interruptor 3 aberto;



1.2.2. … fecharem o interruptor 3, mantendo os interruptores 1 e 2 abertos;

1.2.3. … fecharem os interruptores 1, 2 e 3 e desenroscar L3.

2. Na figura ao lado representa-se a montagem de um circuito elétrico. O valor da corrente elétrica medida
no amperímetro é de 0,28 A e a diferença de potencial elétrico nos terminais da resistência é de 4,2 V.

2.1. Esquematiza o circuito elétrico da figura.

2.2. Determina o valor da resistência elétrica.

3. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) O sentido da corrente elétrica mantém-se constante na corrente alternada.
(B) O valor da corrente elétrica é igual em qualquer ponto de um circuito numa associação de componentes
elétricos em paralelo.
EXP9GP © Porto Editora

(C) A corrente elétrica, por convenção, tem o sentido do polo positivo para o polo negativo de um gerador.
(D) A temperatura constante, a resistência de um condutor óhmico é variável.
(E) O reóstato é um componente elétrico com resistência variável.

139
Explora + 5
4. Considera os circuitos elétricos esquematizados a seguir.

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Circuito elétrico A Circuito elétrico B Circuito elétrico C

A3 A1 A1
A1
A2 A2 A2
A3
Recursos Didáticos

A3
A4
I1 = 0,12 A; I2 = ?; I3 = ?; I4 = ? I1 = ?; I2 = ?; I3 = 0,7 A I1 = 0,6 A; I2 = 0,4 A; I3 = ?

Circuito elétrico constituído por Circuito elétrico constituído por Circuito elétrico constituído por
lâmpadas iguais lâmpadas iguais lâmpadas diferentes

Determina o valor da corrente elétrica dos amperímetros A2, A3 e A4 do circuito A, A1 e A2 do circuito B e A3 do


circuito C.

5. Um grupo de alunos montou um circuito elétrico conforme


o esquema ao lado. Depois de fecharem o interruptor,
registaram numa tabela algumas das suas características.

5.1. 
Determina a d.d.p. nos terminais de cada pilha, medidas com
A3 L2

o circuito fechado.
A2 L3

L1
A1

V1

U1 = 3,0 V
5.2. Determina o valor da corrente elétrica do amperímetro 1.
I2 = 0,2 A

I3 = 0,4 A

Nos terminais da
associação de pilhas:
U = 8,0 V

140
Proposta de resolução
Explora + 5
Corrente elétrica e circuitos elétricos

1.
1.1.
1.1.1. A fonte de energia é um gerador (G).
1.1.2. Os recetores de energia são as lâmpadas (L1, L2 e L3) e o motor (M).
1.2.
1.2.1. As lâmpadas L1, L2 e L3 acendem e o motor não funciona.
1.2.2. As lâmpadas L1, L2 e L3 apagam-se e o motor não funciona.

Recursos Didáticos
1.2.3. As lâmpadas L1, L2 e L3 apagam-se e o motor não funciona.
2.
2.1.

V
U 4,2
R= § R= § R = 15 W
I 0,28
3. (A) – F; (B) – F; (C) – V; (D) – F; (E) – V.
4. Circuito A
I2 = I3 = I4 = I
0,12
I1 = I2 + I3 + I4 § 0,12 = I + I + I § 0,12 = 3I § I = = 0,04 A
3
Circuito B
I1 = I2 = I3 § I1 = I2 = 0,7 A
Circuito C
I1 = I2 + I3 § 0,6 = 0,4 + I3 § I3 = 0,6 – 0,4 § I3 = 0,2 A
EXP9GP © Porto Editora

5.
8
5.1. U = =4V
2
5.2. I3 = I1 + I2 § I1 = I3 - I2 § I1 = 0,4 - 0,2 § I1 = 0,2 A

141
Planificação por subdomínio

Domínio Eletricidade 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica

Conhecer e compreender os efeitos da Secção 18 Potência elétrica


corrente elétrica, relacionando-a com
a energia, e aplicar esse
conhecimento. Secção 19 Efeitos da corrente elétrica
Recursos Didáticos

Capacidades a desenvolver
• Interpretar os efeitos da corrente elétrica, identificando-os em situações do quotidiano.
• Tomar consciência das consequências associadas ao elevado consumo de energia elétrica.
• Desenvolver atitudes que promovam a segurança na manipulação de circuitos elétricos e na prevenção
de curtos-circuitos.
• Assinalar os perigos associados à deficiente segurança na instalação e manipulação de componentes
elétricos domésticos.

Questões para avaliação diagnóstica


• Quais são os perigos de um choque elétrico para o organismo humano?
• Quais são os problemas associados ao elevado consumo de energia elétrica?
• Quais são os componentes que previnem a ocorrência de curto-circuito numa instalação elétrica
doméstica?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

A energia “perde-se” durante uma transformação de A energia pode ser transferida ou transformada,
energia. conservando-se na globalidade.

Todos os eletrões que formam uma corrente elétrica estão No interior de uma pilha ocorrem reações químicas que
inicialmente contidos na pilha ou em outra fonte de promovem o movimento orientado de eletrões num
energia elétrica. circuito elétrico.

Os eletrões transformam-se em luz quando uma lâmpada Quando uma lâmpada está acesa, a energia elétrica é
está acesa. transformada em luz e calor.

142
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica
3 tempos letivos Secção
Potência elétrica
Manual páginas 140 a 145 18

Questão exploratória: Qual a utilidade do conhecimento da potência dos aparelhos elétricos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Indicar que os recetores elétricos, quando sujeitos a • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 140
uma tensão de referência, se caracterizam pela sua provomendo o respetivo debate.
potência, que é a energia transferida por unidade de • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória com base
tempo, e identificar a respetiva unidade SI. nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
• Comparar potências de aparelhos elétricos e • Analisar o conceito de potência elétrica, relacionando-o com a
interpretar o significado dessa comparação. energia transferida por unidade de tempo.
• Determinar energias consumidas num intervalo de E
• Aplicar a expressão P = na resolução de problemas.
tempo, identificando o kW h como a unidade mais Dt
utilizada para medir essa energia. • Relacionar a unidade SI da potência, watt, com os seus múltiplos
• Identificar os valores nominais de um recetor e e submúltiplos.
indicar o que acontece quando ele é sujeito a • Analisar a Figura Histórica sobre Watt da página 141.
diferentes tensões elétricas. • Relacionar a potência elétrica de um recetor com a diferença
de potencial elétrico aplicada nos seus terminais e a corrente
elétrica que o percorre, através da expressão P = U * I.
• Comparar as potências de vários eletrodomésticos, recorrendo
aos exemplos da página 142, e interpretar o seu significado.
• Explorar a energia transferida ou transformada pelos aparelhos
elétricos, recorrendo à figura da página 143.
• Referir os valores nominais de um recetor elétrico, recorrendo à
imagem da página 143.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 144.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 144.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 145.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 144)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

143
Ficha de Trabalho  18
Potência elétrica

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Estabelece a correspondência correta entre as grandezas físicas medidas, na coluna I, e as respetivas


Recursos Didáticos

unidades SI, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Diferença de potencial elétrico   (A) Ampere (A)

(2) Corrente elétrica   (B) Volt (V)

(3) Energia   (C) Segundo (s)

(4) Tempo   (D) Watt (W)

(5) Potência elétrica   (E) Joule (J)

2. Completa corretamente a tabela seguinte, fazendo corresponder as grandezas físicas à respetiva


representação.

Grandeza física Energia B– Corrente elétrica D–


Representação da grandeza física A – U C– P

3. As frases seguintes referem-se a características de lâmpadas de filamento. Completa-as


com as palavras “maior” ou “menor”.
(A) Quanto maior a potência elétrica de uma lâmpada de filamento, a sua
resistência interna.
(B) Quanto maior a potência elétrica de uma lâmpada de filamento, a
corrente elétrica que a percorre, para uma dada d.d.p.
(C) Quanto maior a potência elétrica de uma lâmpada de filamento, o brilho
da lâmpada, para uma dada d.d.p.

4. Lê atentamente a seguinte afirmação.


“Quando sujeito a uma diferença de potencial de referência, um recetor elétrico caracteriza-se pela sua
potência elétrica, que corresponde à energia transferida por unidade de tempo.”
Relativamente à afirmação anterior, seleciona a opção que completa corretamente cada uma das frases seguintes.
4.1. “A afirmação refere-se à…
(A) … corrente elétrica de um recetor.”
(B) … resistência elétrica de um recetor.”
(C) … potência elétrica de um recetor.”

144
Ficha de Trabalho  18

4.2. A relação que traduz a afirmação é:


E
(A) P = E - Dt (B) P =
Dt
(C) P = E * Dt (D) P = E + Dt

5. Para funcionar durante 7200 s, foram transferidos 720 000 J de energia para uma televisão. Determina a
potência elétrica do aparelho, em unidades SI.

Recursos Didáticos
6. Lê atentamente a seguinte afirmação.
“A energia transferida pode ser determinada pelo produto da potência elétrica pelo intervalo de tempo de
funcionamento.”
Seleciona a única opção correta que traduz a relação a que se refere a afirmação anterior.
P
(A) E = (B) E = P - Dt
Dt
(C) E = P + Dt (D) E = P * Dt

7. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) A potência elétrica representa-se por P.
(B) A energia declarada na fatura do consumo energético expressa-se em kW.
(C) A potência elétrica de um recetor corresponde à energia transferida por intervalo de tempo.
(D) A potência de um aparelho elétrico pode variar consoante a marca e o modelo do aparelho elétrico.
(E) A unidade SI da potência elétrica é o ampere (A).

8. Determina o custo associado a um consumo energético de 100 kW h numa habitação, supondo que
1 kW h custa 0,1528 Æ.

9. Seleciona a única opção correta que traduz a relação entre a potência elétrica de um recetor, a diferença
de potencial elétrico aplicada nos seus terminais e a corrente elétrica que o percorre.
EXP9GP © Porto Editora

I
(A) P = U * I (B) P =
U
(C) P = U - I (D) P = U + I

EXP9GP-10 145
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  18

EXP9GP © Porto Editora


Potência elétrica

1. (1) – (B); (2) – (A); (3) – (E); (4) – (C) e (5) – (D).
2. (A) – E; (B) – Diferença de potencial elétrico; (C) – I; (D) – Potência elétrica.
3. A – menor; B – maior; C – maior.
4
4.1. (C).
Recursos Didáticos

4.2. (B).
E 720 00
5. P = § P= § P = 100 W.
Dt 7200
6. (D).
7. (A) – V; (B) – F; (C) – V; (D) – V; (E) – F.
1 kW h 100 kW h 0,1528 * 100
8. = § x= § x = 15,28 Æ
0,1528 Æ x 1
9. (A).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

146
Recursos Didáticos

Domínio Eletricidade
Subdomínio Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica
3 tempos letivos Secção
Efeitos da corrente elétrica
Manual páginas 146 a 151 19

Questão exploratória: Quais os efeitos provocados pela corrente elétrica?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Descrever os efeitos térmico (efeito Joule), químico e • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
magnético da corrente elétrica e dar exemplos de base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
situações em que eles se verifiquem. disponíveis.
• Distinguir, na rede de distribuição elétrica, a fase de • Dialogar com os alunos no sentido de detetar situações do
neutro e associar perigos de um choque elétrico a quotidiano que envolvam os efeitos provocados pela corrente
corrente elétrica superior ao valor máximo que o elétrica.
organismo suporta. • Explicar, com o auxílio dos exemplos das páginas 146 e 147, os
• Identificar regras básicas de segurança na utilização efeitos térmico, químico e magnético da corrente elétrica.
de circuitos elétricos, indicando o que é um • Analisar a Figura Histórica sobre Joule da página 146.
curto-circuito, formas de o prevenir e a função • Analisar as rubricas CTS das páginas 146 e 147.
dos fusíveis e dos disjuntores. • Referir os efeitos provocados pela corrente elétrica nos seres
vivos, recorrendo ao esquema da página 148.
• Distinguir fase de neutro na rede de distribuição elétrica,
recorrendo à informação da página 148.
• Analisar as rubricas Repara da página 148.
• Referir em que consiste um curto-circuito e abordar situações
do quotidiano em que este pode ocorrer e quais os perigos
que lhe estão associados.
• Analisar a tabela da página 149 com as regras de segurança e
as formas de prevenir a ocorrência do curto-circuito.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 150.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 150.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 151.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 150)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

147
Ficha de Trabalho  19
Efeitos da corrente elétrica

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Estabelece a correspondência correta entre as situações do quotidiano, na coluna I, e os respetivos efeitos


Recursos Didáticos

da corrente elétrica, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) Eletroíman   (A) Efeito térmico

(2) Eletrólise da água   (B) Efeito magnético

(3) Aquecedor elétrico   (C) Efeito químico

2. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) O efeito químico da corrente elétrica também é conhecido por efeito Joule.
(B) A corrente elétrica pode desencadear reações químicas, através do designado efeito magnético da
corrente elétrica.
(C) A corrente elétrica afeta a posição das agulhas magnéticas (bússola).
(D) Alguns motores tiram partido do efeito magnético da corrente elétrica para o seu funcionamento.
(E) A corrente elétrica produz vários efeitos, como os efeitos magnético, térmico e químico.

3. Seleciona a opção que completa corretamente a frase seguinte.


“Os seres vivos são…, pelo que a corrente elétrica representa um perigo.”
(A) … isoladores elétricos…
(B) … maus condutores elétricos…
(C) … condutores elétricos…

148
Ficha de Trabalho  19

4. Estabelece a correspondência correta entre os valores da corrente elétrica, na coluna I, e os efeitos da


sua passagem, durante um segundo, no ser humano, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(1) 1 mA (A) Contração muscular com dor.

(B) Paragem cardíaca, dano de órgãos internos e


(2) 5 mA
queimaduras graves. Morte muito provável.

Recursos Didáticos
(3) 6 mA a 16 mA (C) Limiar da perceção da corrente elétrica.

(D) Fibrilação ventricular (arritmia cardíaca grave). Morte


(4) 17 mA a 99 mA
provável.

(5) 100 mA a 2000 mA (E) Choque elétrico ao toque. Não doloroso mas perturbador.

(6) > 2 000 mA (F) Contrações violentas, dor extrema. Possível morte.

5. O gráfico seguinte representa o potencial elétrico da fase e do neutro, em relação a um potencial de


referência.

d.d.p.
Potencial elétrico

A
Tempo B
d.d.p.

Dos terminais A e B, identifica a fase e o neutro.

6. Completa as frases seguintes com as palavras do quadro para obteres afirmações verdadeiras.

efeito magnético    curto-circuito    fase    neutro    efeito Joule

(A) Os fusíveis são constituídos por um metal de baixo ponto de fusão que funde por .
(B) Os disjuntores funcionam por da corrente elétrica.
(C) Um corresponde a uma situação em que ocorre aumento brusco da corrente elétrica
numa região do circuito elétrico, geralmente por contacto direto entre os polos de um gerador.
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(D) Os fusíveis e os disjuntores são dispositivos de segurança e de prevenção do .


(E) Numa instalação elétrica doméstica, o curto-circuito ocorre, normalmente, quando a entra
em contacto direto com o .

149
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  19

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Efeitos da corrente elétrica

1. (1) – (B); (2) – (C); (3) – (A).


2. (A) – F; (B) – F; (C) – V; (D) – V; (E) – V.
3. (C).
4. (1) – (C); (2) – (E); (3) – (A); (4) – (F); (5) – (D); (6) – (B).
5. O terminal A é o neutro e o terminal B é a fase.
Recursos Didáticos

6. (A) efeito Joule; (B) efeito magnético; (C) curto-circuito; (D) curto-circuito; (E) fase … neutro.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

150
Explora + 6
Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica (páginas 140 a 151 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Completa as frases seguintes com as palavras do quadro para obteres afirmações corretas.

Recursos Didáticos
diferença de potencial  potência elétrica  recetores elétricos  valores nominais  energia

(A) Durante a sua utilização, os transferem ou transformam a energia elétrica proveniente da


rede de distribuição.
(B) Os recetores elétricos possuem inscritos os , como a potência elétrica característica e a
adequadas ao seu funcionamento.
(C) Quando sujeitos a uma diferença de potencial de referência, os recetores elétricos caracterizam-se pela sua
.
(D) A potência elétrica corresponde à transferida por unidade de tempo.
(E) A fornecida pela rede elétrica aos consumidores domésticos em Portugal é de cerca de 230 V.

2. Lê atentamente o texto seguinte.

“Se precisar de ferver 2 litros de água da torneira, que esteja mais


ou menos a 15 ºC, o jarro elétrico de 2 kW aquece-a em cerca de
5 minutos. O jarro elétrico, também conhecido por chaleira
elétrica, é a forma mais rápida e económica de aquecer água para
o chá ou café, quando comparado com o fogão a gás, o micro-ondas
e a placa de vitrocerâmica e de indução.”
Adaptado de Deco Proteste

2.1. Explica a que assunto se refere o texto.

2.2. Determina a energia, em kW h, transferida durante o aquecimento da água, pelo jarro elétrico, durante
5 minutos.

2.3. Determina o custo energético associado ao aquecimento da água, pelo jarro elétrico, durante 5 minutos.
Considera que 1 kW h custa 0,153 Æ.
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151
Explora + 6

3. O circuito principal de um televisor é percorrido por uma corrente elétrica de 0,87 A, num aparelho ligado

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a uma tomada da rede elétrica de 230 V. Determina a potência elétrica do televisor.

4. Observa atentamente a figura seguinte e determina o valor da


Recursos Didáticos

corrente elétrica que percorre o circuito.


15 W
15

230 V

5. Observa atentamente o circuito seguinte e identifica os efeitos da corrente elétrica assinalados pelas
letras A, B e C.
A

+ –

6. Das seguintes afirmações, indica as verdadeiras (V) e as falsas (F).


(A) A passagem da corrente elétrica nos seres vivos pode causar diversos efeitos, desde pequenas
contrações musculares até à morte.
(B) As tomadas da rede elétrica fornecem corrente contínua.
(C) Os fusíveis favorecem a ocorrência do curto-circuito nas instalações elétricas domésticas.
(D) Os disjuntores funcionam por efeito Joule.
(E) Nas tomadas da rede elétrica um dos terminais é a fase e o outro terminal é o neutro.

152
Proposta de resolução
Explora  + 6
Efeitos da corrente elétrica e energia elétrica

1. (A) Recetores elétricos;


(B) Valores nominais; diferença de potencial;
(C) Potência elétrica;
(D) Energia;
(E) Diferença de potencial.
2.

Recursos Didáticos
2.1. O texto refere que o jarro elétrico é a forma mais rápida e económica de aquecer água para chá ou café.
1h Dt 5*1
2.2. = § Dt = § Dt = 0,083 h
60 min 5 min 60
E
P= § E = P * Dt § E = 2 kW * 0,083 h § E = 0,166 kW h
Dt
2.3. x = 0,166 * 0,153 § x = 0,0254 Æ
3. P = U * I = 230 * 0,87 = 200 W
15
4. P = U * I § 15 = 230 * I § I = § I = 0,065 A
230
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5. A – Efeito químico da corrente elétrica;


B – Efeito térmico da corrente elétrica;
C – Efeito magnético da corrente elétrica.
6. (A) – V; (B) – F; (C) – F; (D) – F; (E) – V.

153
Planificação por subdomínio

Domínio Classificação dos materiais 9.º ano de escolaridade

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Subdomínio Estrutura atómica

Secção 20 Evolução do conhecimento dos átomos


Reconhecer que o modelo atómico é
Secção 21 Átomos e elementos químicos
uma representação dos átomos e
compreender a sua relevância na
Secção 22 Isótopos e iões
Recursos Didáticos

descrição de moléculas e iões.


Secção 23 Distribuições eletrónicas

Capacidades a desenvolver
• Conhecer os constituintes dos átomos, as suas características e a forma como se relacionam.
• Compreender que as características das partículas subatómicas determinam as propriedades dos átomos.
• Discutir pontos fortes e fracos de diferentes modelos atómicos.
• Entender a evolução das ideias e dos conceitos científicos, em particular relativos ao átomo e à consti-
tuição atómica, como processos inacabados, onde as teorias e os modelos se sucedem, nem sempre
se substituindo, mas sobrepondo-se e complementando-se.

Questões para avaliação diagnóstica


• Como são constituídos os átomos?
• Quais são as características das partículas subatómicas e como se distribuem nos átomos?
• Qual é a carga eléctrica de um átomo?
• O que distingue átomos de iões?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

Os modelos atómicos mantêm, frequentemente, aspetos dos


Cada novo modelo atómico substitui os modelos
modelos anteriores, permitindo, no entanto, melhores explicações
anteriores.
para o que é observado.
O termo “sal” refere-se apenas ao sal de mesa, Todos os compostos constituídos por iões podem ser designados
cloreto de sódio. sais.
Os átomos podem mudar de forma (ex.: sólido As propriedades macroscópicas dos materiais não se repetem ao
para líquido), expandir-se, arder ou encolher. nível atómico.
A matéria é constituída por “corpúsculos”, como, por exemplo,
A matéria é contínua.
os átomos.
O espaço entre os átomos ou entre as partículas Entre os átomos ou entre as partículas subatómicas existe espaço
subatómicas encontra-se preenchido (ex.: com ar). vazio.
A massa do núcleo atómico é inferior à soma das massas dos
A massa do núcleo atómico é igual à soma das
nucleões, uma vez que, quando se ligam, ocorre libertação de
massas dos protões e dos neutrões.
energia e, consequentemente, de massa (E = m c 2).

154
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Estrutura atómica
3 tempos letivos Secção
Evolução do conhecimento dos átomos
Manual páginas 158 a 165 20

Questão exploratória: Como se consolidou o conhecimento dos átomos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar marcos importantes na história do • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 158,
modelo atómico. promovendo o respetivo debate.
• Descrever o átomo como o conjunto de um núcleo • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
(formado por protões e neutrões) e de eletrões que base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
se movem em torno do núcleo. disponíveis.
• Associar a nuvem eletrónica de um átomo isolado a • Recordar a constituição atómica e relacionar átomos, símbolos
uma forma de representar a probabilidade de químicos e elementos químicos.
encontrar eletrões em torno do núcleo e indicar que • Fazer uma resenha histórica da evolução do conceito de
essa probabilidade é igual para a mesma distância átomo, partindo da Grécia Antiga e passando por Dalton,
ao núcleo, diminuindo com a distância. Thomson, Rutherford e Bohr, chegando, assim, ao modelo
• Associar o tamanho dos átomos aos limites atómico atual.
convencionados da sua nuvem eletrónica. • Analisar as rubricas CTS das páginas 160 a 163.
• Explorar a rubrica Analogia da página 161, oferecendo uma
perspetiva tangível das dimensões dos átomos, tendo em
conta as dimensões do sistema solar anteriormente estudadas.
• Abordar o conceito de probabilidade eletrónica, implicado na
definição de raio atómico.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 164.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 164.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 165.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 165)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

155
Ficha de Trabalho  20
Evolução do conhecimento dos átomos

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Considera os conceitos do quadro seguinte, referentes a átomos e à sua estrutura.


Recursos Didáticos

(A) Eletrão     (B) Neutrão     (C) Protão     (D) Elemento químico

Associa cada uma das letras às frases seguintes.


(1) Partícula subatómica com carga elétrica negativa.
(2) Representa-se por um símbolo químico.
(3) Partícula com carga elétrica positiva.
(4) Partícula sem carga elétrica.

2. Associa as descrições dos modelos atómicos, na coluna I, com a sua representação, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Modelo atómico de Dalton: os


átomos de cada elemento são   (1)
iguais entre si e indivisíveis.

(B) Modelo atómico de Thomson: os


átomos são constituídos por
eletrões, com carga elétrica   (2)
negativa, dispostos sobre uma
base com carga elétrica positiva.

(C) Modelo atómico de Rutherford: o


núcleo dos átomos concentra a
carga positiva, enquanto os   (3)
eletrões, de carga negativa, se
movem em seu redor.

(D) Modelo de Bohr: os eletrões


dispõem-se em níveis de energia
bem definidos em torno do   (4)
núcleo, podendo transitar entre
estes níveis.

156
Ficha de Trabalho  20

3. Completa o crucigrama tendo em conta as frases seguintes.


(1) Partícula subatómica sem carga elétrica.
(2) Partícula subatómica com carga elétrica positiva.
(3) Grandeza que se exprime em kg no Sistema Internacional e que o núcleo atómico concentra na sua quase
totalidade, no que ao átomo diz respeito.
(4) Região do átomo onde se encontram os nucleões.

Recursos Didáticos
Á

1 T

2 O

3 M

4 O

4. Considera a figura seguinte, que corresponde a uma representação do modelo atualmente aceite para o
átomo.

A
B

4.1. Indica a(s) letra(s) que corresponde(m)…


4.1.1. … ao núcleo;
4.1.2. … à nuvem eletrónica.
4.2. Indica o ponto a que corresponde uma menor probabilidade de encontrar eletrões.

5. Seleciona o gráfico que traduz corretamente a probabilidade de encontrar eletrões num dado ponto do
átomo, representada em função da distância ao núcleo atómico.
(A) (B) (C)
Probabilidade

Probabilidade

Probabilidade
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Distância Distância Distância

157
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  20

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Evolução do conhecimento dos átomos

1. (1) – (A); (2) – (D); (3) – (C); (4) – (B).


2. (A) – (4); (B) – (1); (C) – (3); (D) – (2).
3.
Á
1 N E U T R Ã O
Recursos Didáticos

2 P R O T Ã O
3 M A S S A
4 N Ú C L E O

4.
4.1.
4.1.1. C.
4.1.2. A e B.
4.2. B.
5. (B).

158
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Estrutura atómica
3 tempos letivos Secção
Átomos e elementos químicos
Manual páginas 166 a 171 21

Questão exploratória: Como são constituídos os átomos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Relacionar a massa das partículas constituintes do • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
átomo e concluir que é no núcleo que se concentra nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
quase toda a massa do átomo. • Referir a massa das partículas subatómicas, relevando a
• Indicar que os átomos dos diferentes elementos grande diferença entre a massa de eletrões e nucleões.
químicos têm diferente número de protões. • Esclarecer essa diferença pela análise da rubrica Analogia da
• Definir número atómico (Z) e número de massa (A). página 166.
• Concluir qual é a constituição de um certo átomo, • Identificar o número de protões no núcleo como forma de
partindo dos seus número atómico e número de caracterizar elementos químicos.
massa, e relacioná-la com a representação simbólica. • Distinguir carga nuclear e carga da nuvem eletrónica.
• Definir número atómico e número de massa, relacionando-os
com a caracterização de átomos e com a forma de os
representar simbolicamente, referindo os exemplos das figuras
das páginas 168 e 169.
• Fazer a representação simbólica de átomos, dadas as partículas
subatómicas que os constituem, através do exemplo da
página 169.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 170.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 170.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 171.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 170)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

159
Ficha de Trabalho  21
Átomos e elementos químicos

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Completa o crucigrama tendo em conta as frases seguintes.


Recursos Didáticos

(1) Partícula subatómica sem carga elétrica e massa de cerca de 1 dalton.


(2) Partícula subatómica com carga elétrica negativa.
(3) Região do átomo onde se encontram as cargas elétricas negativas.
(4) Região do átomo onde se concentram as cargas elétricas positivas.
(5) Partícula subatómica com carga elétrica positiva e massa de cerca de 1 dalton.

1 E
L
2 E
M
3 E
4 N
5 T
O

2. Considera as seguintes representações simbólicas, correspondentes aos átomos mais comuns dos
elementos carbono (C), nitrogénio (N) e oxigénio (O).
12
C       147N       168O
6
2.1. Indica o número atómico de cada átomo.

2.2. Indica o número de massa de cada átomo.

2.3. Considera o átomo representado esquematicamente na figura seguinte.

Protão (p+)
Neutrão (no)

Indica o elemento a que pertence. Justifica a tua resposta.

160
Ficha de Trabalho  21

3. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa.)
(A) A carga nuclear de um átomo é positiva/negativa, com valor igual ao número de protões que ali se
encontram.
(B) A nuvem eletrónica de um átomo tem carga positiva/negativa, com valor igual ao número de eletrões que
ali se encontram.
(C) O número atómico é igual ao número de protões/eletrões que se encontram no núcleo de um átomo.
(D) O número de massa obtém-se pela soma do número de protões/eletrões com o número de neutrões que se

Recursos Didáticos
encontram no núcleo de um átomo.
(E) O átomo é eletricamente neutro/positivo.

4. Estabelece a ligação entre as representações simbólicas de átomos, na coluna I, e o número de partículas


subatómicas que os constituem, na coluna II.

Coluna I Coluna II

23
(A) 11Na   (1) 2 protões, 2 neutrões e 2 eletrões

(B) 20
10Ne
  (2) 11 protões, 12 neutrões e 11 eletrões

(C) 24He   (3) 10 protões, 10 neutrões e 10 eletrões

5. Um determinado átomo de flúor tem 9 protões, 10 neutrões e 9 eletrões. O número atómico e o número
de massa deste átomo são, respetivamente, …
(A) … Z = 9 e A = 9; (D) … Z = 10 e A = 10;
(B) … Z = 10 e A = 9; (E) … Z = 9 e A = 19.
(C) … Z = 9 e A = 10;
(Seleciona apenas uma opção.)

6. Considera as seguintes representações esquemáticas de átomos.


(1) (2)

Legenda:
Protão (p+)
Neutrão (no)
6.1. Indica o número atómico e o número de massa de cada um dos átomos.

6.2. Representa simbolicamente cada um dos átomos, na forma AZX, sabendo que (1) corresponde ao elemento
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berílio (Be) e (2) corresponde ao elemento boro (B).

EXP9GP-11 161
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  21

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Átomos e elementos químicos

1.
1 N E U T R Ã O
L
2 E L E T R Ã O
M
Recursos Didáticos

3 N U V E M E L E T R Ó N I C A
4 N Ú C L E O
5 P R O T Ã O
O

2.
2.1. Z = 6, Z = 7 e Z = 8, respetivamente.
2.2. A = 12, A = 14 e A = 16, respetivamente.
2.3. Este átomo pertence ao elemento nitrogénio, uma vez que tem 7 protões no núcleo, ou seja, número atómico 7.
3. (A) positiva/negativa.
(B) positiva/negativa.
(C) protões/eletrões.
(D) protões/eletrões.
(E) neutro/positivo.
4. (A) – (2); (B) – (3); (C) – (1).
5. (E).
6.
6.1. (1) Z = 4, A = 9; (2) Z = 5, A = 11.
6.2. (1) 94Be; (2) 115B

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

162
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Estrutura atómica
3 tempos letivos Secção
Isótopos e iões
Manual páginas 172 a 177 22

Questão exploratória: O que acontece quando os átomos cedem ou captam partículas subatómicas?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Explicar o que é um isótopo e interpretar o contributo • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
dos vários isótopos para o valor da massa atómica base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
relativa do elemento químico correspondente. disponíveis.
• Interpretar a carga de um ião como o resultado da • Definir isótopos e representá-los simbolicamente, analisando o
diferença entre o número total de eletrões dos exemplo do hidrogénio da página 172.
átomos ou grupo de átomos que lhe deu origem • Relevar a relação entre o estudo dos isótopos e temas da
e o número dos seus eletrões. tecnologia e da atualidade, através da análise das rubricas CTS
• Representar iões monoatómicos pela forma das páginas 172 a 175.
simbólica AZXn+ ou AZXn-. • Definir massa atómica relativa, aplicando a expressão
matemática correspondente para determinar as massas
atómicas relativas de elementos, a partir das suas abundâncias
isotópicas.
• Explorar o exemplo da página 174.
• Recordar o conceito de ião.
• Representar simbolicamente iões positivos e negativos de
diferentes isótopos.
• Fazer a representação simbólica de iões, dadas as partículas
subatómicas que os constituem, analisando o exemplo da
página 175.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 176.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 176.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 177.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 176)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

163
Ficha de Trabalho  22
Isótopos e iões

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
Recursos Didáticos

interessa.)
(A) Os isótopos são átomos de um mesmo elemento químico que apresentam diferente número de
protões/neutrões.
(B) Por serem átomos de um mesmo elemento químico, os isótopos têm igual número de protões/neutrões.
(C) Os átomos podem perder ou ganhar eletrões, originando iões/isótopos.
(D) Um átomo que capta um eletrão adquire carga positiva/negativa.
(E) Um átomo que cede um eletrão adquire carga positiva/negativa.

2. Considera as figuras seguintes, que representam quatro átomos em esquema. As letras A, B, C e D não
correspondem a símbolos químicos.

(A) (B)

(C) (D)

Legenda:
Protão (p+)
Neutrão (no)

2.1. Indica o número de protões de cada átomo.

2.2. Indica o número de neutrões de cada átomo.

2.3. Indica as letras correspondentes aos átomos que são isótopos. Justifica a escolha que fizeste.

2.4. Seleciona a opção que representa corretamente o átomo representado por A.


(A) 147N       (B) 168O       (C) 115Be       (D) 126C

164
Ficha de Trabalho  22

3. O gráfico seguinte representa a abundância isotópica dos dois isótopos estáveis de cobre, 63 65
29Cu e 29Cu.
Considera que as massas atómicas destes isótopos são aproximadamente 63 u e 65 u, respetivamente.

31%

Cobre-65

Cobre-63

Recursos Didáticos
69%

3.1. Indica o isótopo do cobre que é mais abundante na Natureza.

3.2. Determina o número de neutrões que existem em cada átomo de…


3.2.1. … 63
29Cu;

3.2.2. … 65
29Cu.

3.3. Indica a opção que poderá corresponder a uma etapa para a determinação da massa atómica relativa do cobre.
100
(A) Ar (Cu) =
63 * 65
100
(B) Ar (Cu) =
75,76 * 34,97 + 24,24 * 36,97
63 * 65
(C) Ar (Cu) =
100
69 * 63 + 31 * 65
(D) Ar (Cu) =
100

4. Completa o crucigrama tendo em conta as frases seguintes.


EXP9GP © Porto Editora

1. Átomos do mesmo elemento com diferente número de neutrões.


2. Unidade estrutural da matéria que resulta de um átomo ou grupo de átomos que cederam eletrões.
3. Unidade estrutural da matéria que resulta de um átomo ou grupo de átomos que captaram eletrões.

Q
U
Í
M
1 I
2 C
3 A

165
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  22

EXP9GP © Porto Editora


Isótopos e iões

1. (A) protões/neutrões.
(B) protões/neutrões.
(C) iões/isótopos.
(D) positiva/negativa.
(E) positiva/negativa.
Recursos Didáticos

2.
2.1. A – 5; B – 4; C – 4; D – 4.
2.2. A – 6; B – 5; C – 6; D – 3.
2.3. B, C e D são isótopos porque têm o mesmo número de protões e diferente número de neutrões.
2.4. (C).
3.
3.1. O isótopo mais abundante é o 63
29Cu.

3.2.
3.2.1. Número de neutrões = 63 – 29 = 34.
3.2.2. Número de neutrões = 65 – 29 = 36.
3.3. (D).
4.
Q
U
Í
M
1 I S Ó T O P O S
2 C A T I Ã O
3 A N I Ã O

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

166
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Estrutura atómica
3 tempos letivos Secção
Distribuições eletrónicas
Manual páginas 178 a 185 23

Questão exploratória: De que forma se organizam os eletrões em torno do núcleo?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Indicar que os eletrões de um átomo não têm, em • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
geral, a mesma energia e que só determinados nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
valores de energia são possíveis. • Relacionar a energia potencial gravítica com a energia dos
• Indicar que, nos átomos, os eletrões se distribuem eletrões nos átomos, apontando semelhanças e diferenças.
por níveis de energia caracterizados por um número • Discutir a rubrica Analogia da página 178, reforçando aspetos
inteiro. análogos e apontando limitações do modelo.
• Escrever as distribuições eletrónicas dos átomos dos • Associar a emissão e a absorção de radiação por parte de
elementos (Z ≤ 20) pelos níveis de energia, átomos com as transições de eletrões entre níveis, analisando
atendendo ao princípio da energia mínima e às as figuras da página 179.
ocupações máximas de cada nível de energia. • Identificar os eletrões de valência e do cerne em cada
• Definir eletrões de valência, concluindo que estes distribuição eletrónica.
estão mais afastados do núcleo. • Estabelecer as distribuições eletrónicas dos átomos com
• Indicar que os eletrões de valência são responsáveis número atómico menor ou igual a 20, tendo em conta o
pela ligação de um átomo com outros átomos e, princípio da energia mínima e a ocupação máxima de cada
portanto, pelo comportamento químico dos nível de energia.
elementos. • Associar a reatividade e a estabilidade de átomos à distribuição
• Relacionar a distribuição eletrónica de um átomo eletrónica e ao número de átomos de valência.
(Z ≤ 20) com a do respetivo ião mais estável. • Relacionar a formação de iões com a tendência dos átomos
para obter distribuições eletrónicas mais estáveis, analisando
os exemplos da página 183.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 184.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 184.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 185.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 184)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

167
Ficha de Trabalho  23
Distribuições eletrónicas

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
Recursos Didáticos

interessa.)
(A) Nos átomos, os eletrões ocupam níveis de energia/temperatura.
(B) Os eletrões mais afastados/próximos do núcleo têm energia mais elevada.
(C) Os eletrões que ocupam o nível de energia mais afastado do núcleo denominam-se eletrões de valência/do cerne.
(D) Os eletrões que ocupam os níveis de energia mais próximos do núcleo denominam-se eletrões de
valência/do cerne.
(E) Os eletrões de um átomo ocupam preferencialmente os níveis de energia mais altos/baixos.

2. Estabelece a correspondência correta entre as distribuições eletrónicas, na coluna I, e as representações


dos níveis de energia dos átomos, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) 11Na – 2, 8, 1   (1)

(B) 3Li – 2, 1   (2)

(C) 16S – 2, 8, 6   (3)

(D) 9F – 2, 7   (4)

3. Considera as figuras A e B seguintes, onde as setas (A) (B)


representam transições eletrónicas entre níveis de energia
em átomos.
3.1. Indica a transição que corresponde a um aumento da
energia do átomo. Justifica.

3.2. Indica a transição que corresponde a uma diminuição da energia do átomo. Justifica.

168
Ficha de Trabalho  23

4. Considera as seguintes representações de distribuições eletrónicas em átomos.


(A) (B) (C)


4.1. Indica o número de eletrões de cada um dos átomos.

Recursos Didáticos
4.2. Indica o número de níveis eletrónicos preenchidos ou em preenchimento em cada um dos átomos.

4.3. Indica a letra do átomo a que corresponde cada uma das distribuições eletrónicas seguintes.
  2: 
2, 6: 
2, 2: 

5. Considera a frase seguinte.


“Os elementos químicos que têm sete eletrões de valência têm tendência a um eletrão de forma
a obterem a distribuição eletrónica de um gás nobre, ou seja, ficando com eletrões de valência.”
Seleciona a opção que corresponde ao preenchimento correto dos espaços em branco.
(A) … captar … oito …
(B) … ceder … oito …
(C) … captar … nove …
(D) … ceder … nove …

6. O sódio, 11Na, é um elemento químico essencial à vida, que existe, por exemplo, no sal de cozinha, sob a
forma de catião sódio, Na+.
6.1. Seleciona a opção que corresponde à distribuição eletrónica dos eletrões nos átomos de sódio.
(A) 2, 8 (B) 2, 8, 1
(C) 2, 8, 2 (D) 2, 8, 3
6.2. O catião sódio resulta de um átomo de sódio que…
(A) … captou um eletrão; (B) … cedeu um eletrão;
EXP9GP © Porto Editora

(C) … captou dois eletrões; (D) … cedeu dois eletrões.


6.3. Seleciona a opção que corresponde a uma representação correta da distribuição dos eletrões no átomo de
sódio.
(A) (B) (C)

169
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  23

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Distribuições eletrónicas

1. (A) energia/temperatura.
(B) afastados/próximos.
(C) de valência/do cerne.
(D) de valência/do cerne.
(E) altos/baixos.
Recursos Didáticos

2. (A) – (4); (B) – (1); (C) – (3); (D) – (2).


3.
3.1. B corresponde a um aumento da energia do átomo porque o eletrão transita para um nível superior.
3.2. A corresponde a uma diminuição da energia do átomo porque o eletrão transita para um nível inferior.
4.
4.1. A – quatro eletrões; B – oito eletrões; C – dois eletrões.
4.2. A – dois níveis; B – dois níveis; C – um nível.
4.3. 2 – C; 2, 6 – B; 2, 2 – A.
5. (A).
6.
6.1. (B).
6.2. (B).
6.3. (C).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

170
Explora + 7
Estrutura atómica (páginas 158 a 185 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Considera a figura seguinte, onde se faz a representação, em esquema, do núcleo e dos níveis eletrónicos

Recursos Didáticos
de três átomos de magnésio, Mg.
(A) (B) (C)

n=3 n=3 n=3


n=2 n=2 n=2

n=1 n=1 n=1


Protão (p+) Protão (p+) Protão (p+)
Neutrão (no) Neutrão (no) Neutrão (no)

1.1. Seleciona a opção que completa corretamente a frase seguinte.


“Os átomos A, B e C têm igual…
(A) … número de massa.” (B) … número de neutrões.”
(C) … número de nucleões.” (D) … número atómico.”
1.2. Representa por meio de uma seta, no esquema A, uma transição eletrónica que ocorra com emissão de
radiação eletromagnética.
1.3. Representa por meio de uma seta, no esquema B, uma transição eletrónica que ocorra com absorção de
radiação eletromagnética.
1.4. Representa esquematicamente cada um dos átomos, na forma AZX, onde X é o símbolo químico, Z o número
atómico e A o número de massa.

1.5. Explica por que motivo os três átomos representados são isótopos.

1.6. Na tabela seguinte está representada a abundância isotópica e a massa atómica dos três isótopos do
magnésio que ocorrem naturalmente.

ma/u 23,99 24,99 25,98

AI 78,99 10,00 11,01

Utiliza esses dados para determinar a massa atómica relativa do magnésio.


EXP9GP © Porto Editora

171
Explora + 7

2. Considera as seguintes representações de átomos.

EXP9GP © Porto Editora


Enxofre-32 Cloro-35 Cloro-37 Árgon-40 Potássio-39
32 35 37 40 39
S
16 C’
17 C’
17 Ar
18 19 K

2.1. Completa a tabela seguinte com os dados relativos a cada um dos átomos.

Enxofre-32 Cloro-35 Cloro-37 Árgon-40 Potássio-39


Recursos Didáticos

N.° de protões

N.° de eletrões

N.° de neutrões

2.2. Indica os átomos que são isótopos. Justifica a tua resposta.

2.3. Escreve a distribuição eletrónica de cada um dos elementos representados.

2.4. Indica a carga elétrica dos iões preferencialmente formados pelos átomos de cloro. Justifica a tua resposta.

2.5. Representa simbolicamente, na forma AZXn+ ou AZXn-, as espécies químicas seguintes.

2.5.1. Ião resultante da captação de dois eletrões por parte do átomo de enxofre.

2.5.2. Ião resultante da cedência de um eletrão por parte do átomo de potássio.

3. Considera a figura ao lado, onde se representa a nuvem


eletrónica de um átomo, bem como dois pontos, 1 e 2,
a diferentes distâncias do núcleo atómico.
1
3.1. 
Indica qual dos pontos, 1 ou 2, deverá corresponder a uma maior
probabilidade de localização de eletrões. Justifica a tua resposta. 2

3.2. Escolhe a opção que ordena cronologicamente alguns


cientistas que formularam modelos atómicos importantes
para a construção do modelo da nuvem eletrónica.
(A) Bohr, Rutherford, Dalton, Thomson.
(B) Dalton, Thomson, Rutherford, Bohr.
(C) Bohr, Dalton, Thomson, Rutherford.
(D) Dalton, Rutherford,Thomson, Bohr.

172
Proposta de resolução
Explora  + 7
Estrutura atómica

1.
1.1. (D).
1.2. Uma das transições da figura.

n=3
n=2

Recursos Didáticos
n=1

1.3. Uma das transições da figura.

n=3
n=2
n=1

1.4. A – 24 26 25
12Mg; B – 12Mg; C – 12Mg.

1.5. Os três átomos são isótopos porque têm igual número de protões (número atómico) mas diferente número de neutrões
(como consequência, têm diferente número de massa).
AI 124Mg2 * ma 124
12Mg2 + AI 112Mg2 * ma 112Mg2 + AI 112Mg2 * ma 112Mg2
25 25 26 26
1.6. Ar(Mg) = 12 §
100
78,99 * 23,99 + 10,00 * 24,99 + 11,01 * 25,98
§ Ar(Mg) =
100
§ Ar(Mg) = 24,31
2.
2.1.
Enxofre-32 Cloro-35 Cloro-37 Árgon-40 Potássio-39

N.° de protões 16 17 17 18 19

N.° de eletrões 16 17 17 18 19

N.° de neutrões 16 18 20 22 20

2.2. Cloro-35 e cloro-37 são isótopos porque têm o mesmo número de protões e diferente número de neutrões.
2.3. 16S: 2, 8, 6; 17C’: 2, 8, 7; 18Ar: 2, 8, 8; 19K: 2, 8, 8, 1.
2.4. Os átomos de cloro formam, preferencialmente, iões com carga -1, uma vez que, assim, adquirem a mesma distribuição
eletrónica do árgon, o que lhes confere grande estabilidade.
2.5.
2.5.1. 32
16S
2-

+
2.5.2. 39
19K
EXP9GP © Porto Editora

3.
3.1. O ponto 2 deverá corresponder a uma maior probabilidade de encontrar eletrões uma vez que se encontra mais próximo
do núcleo.
3.2. (B).

173
Planificação por subdomínio

Domínio Classificação dos materiais 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica

Compreender a organização da Tabela Secção 24 A Tabela Periódica


Periódica e a sua relação com a
estrutura atómica e usar informação
sobre alguns elementos para explicar Secção 25 Famílias de elementos químicos
Recursos Didáticos

certas propriedades físicas e químicas


das respetivas substâncias
elementares. Secção 26 Propriedades químicas e estrutura atómica

Capacidades a desenvolver
• Conhecer algumas das principais características da Tabela Periódica, sua estrutura e divisões.
• Compreender a relação entre a posição de alguns elementos na Tabela Periódica e as suas propriedades
químicas.
• Discutir a evolução da organização periódica dos elementos ao longo dos tempos e a sua relação com
o conhecimento científico acerca dos átomos e dos elementos químicos.
• Interpretar a construção da Tabela Periódica como resultado dos esforços conjugados de diversos
cientistas ao longo dos tempos.

Questões para avaliação diagnóstica


• De que forma poderá a estrutura atómica dos elementos relacionar-se com as suas propriedades
químicas?
• Que exemplos se podem observar na Natureza de materiais com propriedades químicas semelhantes?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

Na Tabela Periódica, os elementos encontram-se Na Tabela Periódica, os elementos organizam-se pelo seu
organizados pelo seu número de massa. número atómico.

A Tabela Periódica de Mendeleev surge, inicialmente, como


A Tabela Periódica foi construída tendo por base as
resultado da observação empírica das propriedades de
estruturas atómicas dos átomos.
elementos químicos e da sua massa atómica.

Os primeiros 92 elementos têm isótopos que ocorrem Nos primeiros 92 elementos existem dois que não ocorrem
naturalmente. naturalmente, o tecnécio e o promécio.

Os átomos de um determinado elemento têm as mesmas Átomos de um elemento e substâncias elementares são
propriedades químicas das moléculas da substância unidades estruturais diferentes, com propriedades
elementar correspondente. diferentes.

174
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica
3 tempos letivos Secção
A Tabela Periódica
Manual páginas 186 a 193 24

Questão exploratória: De que forma se podem organizar os elementos químicos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar contributos de vários cientistas • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 186,
para a evolução da Tabela Periódica até à promovendo o respetivo debate.
atualidade. • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base nos
• Identificar a posição dos elementos químicos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
na Tabela Periódica a partir da ordem • Referir marcos importantes na definição do conceito de elemento
crescente do número atómico e definir químico, desde as primeiras tentativas da Grécia Antiga até Lavoisier.
período e grupo. • Analisar a evolução histórica do conhecimento dos elementos
• Determinar o grupo e o período de químicos e respetiva organização, tendo em conta as suas
elementos químicos (Z ≤ 20) a partir do seu propriedades químicas e características atómicas conhecidas,
valor de Z ou conhecendo o número de analisando o contributo de diversos cientistas nas páginas 188 e 189.
eletrões de valência e o nível de energia • Assinalar Mendeleev como o cientista responsável pela criação da
em que estes se encontram. estrutura da Tabela Periódica tal como a conhecemos nos dias de hoje.
• Identificar, na Tabela Periódica, elementos • Apresentar algumas das características da Tabela Periódica que
que existem na Natureza próxima de nós permitem a organização dos elementos químicos de acordo com as
e outros que na Terra só são produzidos suas propriedades e características atómicas.
artificialmente. • Relacionar o grupo e o período de um elemento com as suas
propriedades químicas e com a estrutura dos átomos que o
constituem, em particular com o número de camadas eletrónicas e de
eletrões de valência, referindo o esquema da página 190.
• Explicar a diferença entre elementos naturais e sintéticos e dar
exemplos de ambos, fazendo uso da tabela da página 191.
• Analisar as rubricas CTS das páginas 187 a 189.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo da página 192.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade prática da
página 192.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 193.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 192)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

175
Ficha de Trabalho  24
A Tabela Periódica

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. A organização dos elementos químicos tendo em conta as suas propriedades foi um trabalho de muitos
Recursos Didáticos

cientistas. Completa o crucigrama com o apelido de alguns dos mais importantes homens de ciência,
considerando as indicações seguintes.
1. Formulou a “lei das oitavas”.
2. Formulou a “lei das tríades”.
3. A criação da Tabela Periódica como é conhecida hoje em dia é atribuída a este cientista.
4. Relacionou as propriedades dos elementos com o seu número atómico.

E
1 L
2 E
M
3 E
N
T
O
4 S

2. Considera o seguinte extrato da Tabela Periódica.


13 14 15 16 17 18

1 2He

2 5B 6C 7N 8O 9F 10Ne

3 13AS 14Si 15P 16S 17CS 18Ar

Estabelece a correspondência entre as colunas I e II, de forma a teres relações cientificamente válidas.

Coluna I Coluna II
(A) Número de eletrões de valência dos elementos 6C e 14Si   (1) 7
(B) Número de níveis preenchidos ou em preenchimento dos elementos 15P e 18Ar   (2) Ar
(C) Número de eletrões de valência dos elementos 9F e 17C’   (3) He
(D) Número de níveis preenchidos ou em preenchimento dos elementos 7N e 10Ne   (4) 3
(E) Elemento com maior número atómico do seu período   (5) 4
(F) Elemento com menor número atómico do seu grupo   (6) 2
(G) Elemento cujos átomos apresentam tendência para ganhar um eletrão   (7) F

176
Ficha de Trabalho  24

3. Considera as representações seguintes dos níveis de energia ocupados pelos eletrões de dois átomos A e
B (as letras não correspondem a símbolos químicos).
(A) (B)

3.1. O número de eletrões de valência de A e B é, respetivamente, …


(A) … 5 e 4; (B) … 3 e 4; (C) … 4 e 5; (D) … 4 e 3.

Recursos Didáticos

(Seleciona a opção correta.)
3.2. O número de níveis eletrónicos em preenchimento e preenchidas nos átomos A e B é, respetivamente…
(A) … 3 e 2; (B) … 12 e 13; (C) … 13 e 12; (D) … 2 e 3.
(Seleciona a opção correta.)

4. Considera a tabela seguinte, onde se representam os números atómicos e as distribuições eletrónicas de


alguns elementos químicos.

Elemento Símbolo químico Número atómico Distribuição eletrónica


Lítio Li 3 2, 1
Berílio Be 4 2, 2
Flúor F 9 2, 7
Néon Ne 10 2, 8
Cloro C’ 17 2, 8, 7
Árgon Ar 18 2, 8, 8
Potássio K 19 2, 8, 8, 1
Cálcio Ca 20 2, 8, 8, 2

4.1. Indica…
4.1.1. … o período de cada elemento;

4.1.2. … o grupo de cada elemento.

4.2. Indica o símbolo químico de um elemento cujos átomos…


4.2.1. … têm grande estabilidade;

4.2.2. … têm tendência a “ganhar” um eletrão;


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4.2.3. … têm tendência a “perder” um eletrão.

EXP9GP-12 177
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  24

EXP9GP © Porto Editora


A Tabela Periódica

1.
E
1 N E W L A N D S
2 D Ö B E R E I N E R
M
Recursos Didáticos

3 M E N D E L E E V
N
T
O
4 M O S E L E Y

2. (A) – (5); (B) – (4); (C) – (1); (D) – (6); (E) – (2); (F) – (3); (G) – (7).
3.
3.1. (A).
3.2. (D).
4.
4.1.
4.1.1. Lítio, berílio, flúor e néon: período 2.
Cloro e árgon: período 3.
Potássio e cálcio: período 4.
4.1.2. Lítio e potássio: grupo 1.
Berílio e cálcio: grupo 2.
Flúor e cloro: grupo 17.
Néon e árgon: grupo 18.
4.2.
4.2.1. Ne ou Ar.
4.2.2. F ou C’.
4.2.3. Li ou K.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

178
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica
3 tempos letivos Secção
Famílias de elementos químicos
Manual páginas 194 a 203 25

Questão exploratória: Quais as propriedades que distinguem os elementos químicos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar, na Tabela Periódica, os metais e os não • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
metais. nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
• Identificar, na Tabela Periódica, elementos • Distinguir entre elemento químico e substância elementar,
pertencentes aos grupos dos metais alcalinos, tendo em conta as diferenças na sua representação e nas
metais alcalinoterrosos, halogéneos e gases nobres. unidades estruturais que os caracterizam.
• Distinguir informações, na Tabela Periódica, relativas • Identificar os principais elementos constituintes do corpo
a elementos químicos (número atómico, massa humano, analisando os gráficos da página 195.
atómica relativa) e às substâncias elementares • Explicar que, na Tabela Periódica, é possível encontrar
correspondentes (ponto de fusão, ponto de ebulição informações acerca dos elementos químicos, mas também das
e massa volúmica). substâncias elementares mais estáveis nas condições-padrão.
• Distinguir, através de algumas propriedades físicas • Elencar as principais propriedades físicas e químicas de metais
(condutividade elétrica, condutibilidade térmica, e de não metais, relevando para as diferenças que existem
pontos de fusão e pontos de ebulição) e químicas entre estas duas grandes classes de elementos.
(reações dos metais e dos não metais com o • Identificar quatro importantes famílias de elementos químicos:
oxigénio e reações dos óxidos formados com a metais alcalinos, metais alcalinoterrosos, halogéneos e gases
água), duas categorias de substâncias elementares: nobres. Identificar algumas das suas propriedades físicas e
metais e não metais. químicas e aplicações.
• Identificar os elementos que existem em maior • Realizar a atividade Explora 9 da página 201, onde se
proporção no corpo humano e outros que, embora estudam as propriedades físicas e químicas de metais e não
existindo em menor proporção, são fundamentais metais, e elaborar o Relatório Orientado correspondente.
à vida. • Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 202.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 202.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 203.

• Manual
• Projetor
• Computador
Recursos didáticos
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização do Explora 9 (página 201)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 202)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

179
Ficha de Trabalho  25
Famílias de elementos químicos

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Na figura seguinte representam-se três elementos químicos, da esquerda para a direita, lítio, sódio e
Recursos Didáticos

potássio. Estes elementos pertencem à mesma família: os metais alcalinos.


11Na 19K
Sódio Potássio

3Li
Lítio

             
Seleciona a opção que completa corretamente cada uma das afirmações seguintes.
1.1. “Podemos dizer que o lítio, o sódio e o potássio…
(A) … pertencem ao mesmo período.”
(B) … têm o mesmo número atómico.”
(C) … pertencem ao mesmo grupo.”
(D) … têm o mesmo número de massa.”
1.2. “Os elementos lítio, sódio e potássio…
(A) … têm propriedades químicas muito semelhantes.”
(B) … têm propriedades químicas muito diferentes.”
(C) … são não metais.”
(D) … reagem com a água originando soluções ácidas.”
1.3. “As distribuições eletrónicas do lítio, do sódio e do potássio são, respetivamente, …
(A) … Li – 2, 2; Na – 2, 8, 2; K – 2, 8, 8, 2.”
(B) … Li – 1, 2; Na – 1, 8, 2; K – 1, 8, 8, 2.”
(C) … Li – 2, 1; Na – 2, 8, 1; K – 2, 8, 8, 1.”
(D) … Li – 2, 1; Na – 2, 1; K – 2, 1.”

2. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa.)
(A) Cada elemento é caracterizado por um determinado tipo de átomos/iões.
(B) Os elementos metálicos são, geralmente, muito/pouco voláteis.
(C) Os não metais são, geralmente, bons/maus condutores de calor.
(D) Os gases nobres são muito/pouco reativos.
(E) Os gases nobres são uma família de elementos que se encontram no estado líquido/gasoso, nas condições
normais de pressão e temperatura.

180
Ficha de Trabalho  25

3. Considera o gráfico seguinte, onde se representa a percentagem em massa de alguns dos elementos
químicos mais comuns no organismo humano.

80
70 65%

Percentagem em massa
60
50
40

Recursos Didáticos
30
20 18,5%
10 9,5%
3,2% 3,8%
0
Oxigénio Carbono Hidrogénio Nitrogénio Outros

3.1. Indica o elemento que representa mais massa num ser humano.

3.2. Refere se os elementos representados no gráfico são metais ou não metais.

3.3. Entre os elementos não representados no gráfico contam-se alguns elementos como, por exemplo, o cálcio,
o sódio, o magnésio ou o ferro. Indica se estes elementos são metais ou não metais.

4. Na figura seguinte representa-se a Tabela Periódica, assinalando-se apenas alguns elementos.

He
F Ne
Mg CS Ar
Ca Sc Co
Rb
Cs *
Fr **

*
**

4.1. Indica o símbolo químico…


4.1.1. … de um metal alcalino;
4.1.2. … de um metal alcalinoterroso;
4.1.3. … de um halogéneo;
4.1.4. … de um gás nobre.
4.2. Indica todos os símbolos químicos correspondentes…
4.2.1. … aos metais representados;
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4.2.2. … aos não metais representados.

181

Relatório Orientado

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica

EXP9GP © Porto Editora


Secção
Famílias de elementos químicos
25
Explora 9
Propriedades físicas e químicas de metais e de não metais
Recursos Didáticos

• Antes de iniciares a atividade prática, lê atentamente as indicações da página 201 do manual.


• Acompanha a realização da atividade proposta com este documento. Responde às questões formuladas, assinaladas
com a letra Q, e regista as tuas observações no teu caderno diário.

1   Questões para contextualização


Antes de iniciares o trabalho prático, responde às questões seguintes.
Q1. 
Estabelece a correspondência entre os materiais, na coluna I, e as suas propriedades, na coluna II.
Coluna I Coluna II
•  (1) Duros
(A) Metais • •  (2) Maleáveis
•  (3) Maus condutores da eletricidade
•  (4) Voláteis
(B) Não metais • •  (5) Bons condutores térmicos
•  (6) Quebradiços

Q2. Completa as frases seguintes com as palavras “sólido” ou “gasoso” e “ácidas” ou “básicas”.
i) Os óxidos dos metais encontram-se no estado em condições de temperatura e pressão
normais, originando geralmente soluções aquosas .
ii) Os óxidos dos não metais encontram-se no estado , em condições de temperatura e pressão
normais, originando geralmente soluções aquosas .
Q3. Indica um objetivo desta atividade prática.

2   Material, procedimento e registo de observações


Verifica se tens todo o material da lista e lê atentamente o procedimento até ao fim.
Indica outro material que pretendas utilizar e que não conste da lista.
Indica eventuais alterações ao protocolo que possam ocorrer e que tenham sido validadas pelo teu professor.
Responde também às questões que te vão sendo colocadas.
Material e reagentes:
1.a parte – Propriedades físicas de metais e de não metais
Cubo de ferro Fragmento de tijolo Placa de aquecimento
Lâmpada e suporte Crocodilos e fios de ligação Pilha Cera de vela
Nota: O cubo de ferro e o fragmento de tijolo devem ter aproximadamente a mesma espessura.

2.a parte – Propriedades químicas de metais e de não metais


Cálcio metálico granulado Enxofre Pinça de madeira Tubos de ensaio e suporte
Lamparina de álcool Espátula Papel azul e vermelho de tornesol

182
Relatório Orientado – Explora 9

Procedimento:
Q4. 
Indica alguns cuidados a ter na realização desta atividade.

1.a parte – Propriedades físicas de metais e de não metais




1 
Monta um circuito elétrico de forma a verificar se o cubo de ferro e o Cubo de ferro Fragmento
Pequena de tijolo
fragmento de tijolo são bons ou maus condutores elétricos. porção de cera
2 
Posiciona o cubo de ferro e o fragmento de tijolo sobre a placa de
aquecimento. Põe sobre cada um uma pequena porção de cera. Liga

Recursos Didáticos
a placa de aquecimento. Regista o instante em que cada poção de
cera funde.
Placa de
aquecimento
2.a parte – Propriedades químicas de metais e de não metais
Atenção: A segunda parte desta atividade deverá ser realizada numa câmara de exaustão de gases (hotte),
longe de qualquer fonte de ignição e com a supervisão do teu professor.
1 
Coloca uma porção de enxofre no fundo de um tubo de ensaio. Suspende na boca do tubo uma tira de
papel azul de tornesol humedecido Papel azul
com água. Aquece o tubo na chama de tornesol
humedecido
da lamparina efetuando movimentos com água
Tira de papel
circulares, até o enxofre fundir. Regista Cálcio em vermelho de tornesol
a cor adquirida pela tira de papel. Enxofre Libertação grânulos
em fusão de gases
2 
Coloca uma pequena porção
(1 grânulo) de cálcio num tubo de
Determinação
ensaio contendo água até metade da do carácter químico
sua capacidade. Depois de terminada a da solução resultante

reação, testa a solução com a tira de Reação com


papel vermelho de tornesol. libertação de gases

3   Interpretação de dados e observações


Q5. Completa a tabela seguinte.

Bom condutor da Bom condutor Reação Cor adquirida pelo


Material
corrente elétrica? térmico? observada papel de tornesol
Ferro — —
Tijolo — —
Enxofre — —
Cálcio — —

Q6. Indica, de entre cada par de materiais (ferro/tijolo e magnésio/enxofre), o metal e o não metal.

4   Conclusões e resposta à questão-problema


Q7. Qual o material (ferro ou tijolo) que apresenta maior condutividade térmica e elétrica?
Q8. Qual o carácter químico (ácido ou básico)…
i) … dos gases que se formam como consequência da reação do enxofre fundido com o dioxigénio do ar;
ii) … da solução que resulta da reação entre o cálcio e a água?
EXP9GP © Porto Editora

Q9. Escreve e acerta as equações químicas das reações que ocorreram:


i) entre o enxofre e o dioxigénio do ar;
ii) entre o produto da reação i) e a água no papel azul de tornesol;
iii) entre o cálcio e a água.

183
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  25 3.2. Os elementos representados são não metais.

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Famílias de elementos químicos 3.3. Estes elementos são metais.

1. 4.
1.1. (C).   1.2. (A).   1.3. (C). 4.1.
4.1.1. Rb, Cs ou Fr.   4.1.2. Mg ou Ca.  
2. (A) átomos/iões. (B) muito/pouco. (C) bons/maus.
(D) muito/pouco. (E) líquido/gasoso. 4.1.3. F ou C’.  4.1.4. He, Ne ou Ar.
4.2.
3.
4.2.1. Rb, Cs, Fr, Mg, Ca, Sc e Co.
Recursos Didáticos

3.1. O elemento que representa mais massa é o oxigénio.


4.2.2. F, C’, He, Ne e Ar.

Relatório Orientado Explora 9


1 Questões para contextualização 4 Conclusões e resposta à questão-problema
Q1. (A) – 1, 2, 5.  (B) – 3, 4, 6.
Q7. Em condições ideais, os alunos deverão ter concluído que o
Q2. i) sólido, básicas.  ii) gasoso, ácidas. ferro é melhor condutor térmico e elétrico.
Q3. O principal objetivo desta atividade prática é distinguir entre Q8. i) Os óxidos de enxofre são ácidos. ii) Na reação do cálcio com
metais e não metais. água originou-se uma solução básica.
2 Material, procedimento e registo de observações Q9. i) S8(s) + 8 O2(g) " 8 SO2(g) ou S8(g) + 12 O2(g) " 8 SO3(g)
Q4. Para além dos cuidados assinalados (realizar a atividade na ii) SO2(g) + H2O(’) " H2SO3(aq) (ácido sulfuroso)
hotte, longe de qualquer fonte de ignição), deve manusear-se SO3(g) + H2O(’) " H2SO4(aq) (ácido sulfúrico)
com cuidado o equipamento elétrico e em particular a placa iii) Ca(s) + 2 H2O(’) " Ca(OH)2(aq) + H2(g)
de aquecimento.
3 Interpretação de dados e observações
Q5. Em condições ideais deverá obter-se:
Bom condutor Bom condutor Cor adquirida pelo papel
Material Reação observada
da corrente elétrica? térmico? de tornesol
Ferro Sim Sim — —
Tijolo Não Não — —
Fusão do enxofre e formação de
Enxofre — — Vermelho
gases resultantes da sua oxidação
Cálcio — — Formação de gases Azul

Q6. Os metais são o ferro e o cálcio. Os não metais são o tijolo e o enxofre.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

184
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Propriedades dos materiais e Tabela Periódica
3 tempos letivos Secção
Propriedades químicas e estrutura atómica
Manual páginas 204 a 209 26

Questão exploratória: Em que medida a estrutura atómica determina as propriedades químicas de um elemento?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Explicar a semelhança de propriedades químicas das • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
substâncias elementares correspondentes a um base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
mesmo grupo (1, 2 e 17) atendendo à sua estrutura disponíveis.
atómica. • Relacionar as propriedades químicas de metais e não metais
• Justificar a baixa reatividade dos gases nobres. com a sua tendência para ceder e captar eletrões, respetivamente.
• Justificar, recorrendo à Tabela Periódica, a formação • Relacionar as propriedades dos elementos mais próximos do
de iões estáveis a partir de elementos químicos dos grupo 18 com a sua tendência para captar ou ceder eletrões,
grupos 1 (lítio, sódio e potássio), 2 (magnésio e de forma a atingir configurações mais estáveis.
cálcio), 16 (oxigénio e enxofre) e 17 (flúor e cloro). • Interpretar as equações químicas que traduzem as reações de
alguns elementos químicos à luz da distribuição eletrónica que
esses elementos adquirem, analisando os vários exemplos
referidos nas páginas 205, 206 e 207.
• Referir a formação de sais entre metais e não metais,
analisando a tabela da página 207.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 208.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 208.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 209.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade prática (página 208)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade

Apontamentos
do professor
EXP9GP © Porto Editora

185
Ficha de Trabalho  26
Propriedades químicas e estrutura atómica

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Os elementos encontram-se organizados por “famílias” com propriedades químicas semelhantes.
Recursos Didáticos

Completa o crucigrama, tendo em conta as indicações seguintes.


1. Família de elementos com distribuição eletrónica muito estável.
2. Elementos cujos átomos “ganham” frequentemente um eletrão.
3. Família de metais que têm tendência a “perder” um eletrão.
4. O magnésio e o cálcio pertencem a esta família de metais.

1 E
L
2 E
M
E
3 N
4 T
O
S

2. Estabelece a correspondência correta entre os elementos da coluna I e algumas das suas propriedades
químicas, na coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Magnésio (1) De preferência forma


(elemento do grupo 2) iões +1.

(B) Néon (2) De preferência forma


(elemento do grupo 18) iões –1.

(C) Sódio (3) Não tem tendência a


(elemento do grupo 1) formar iões.

(D) Cloro (4) De preferência forma


(elemento do grupo 17) iões +2.

186
Ficha de Trabalho  26

3. Completa as frases seguintes com a fórmula química das espécies químicas que está em falta.
(A) O lítio (Li) tem tendência para formar iões monopositivos com fórmula química .
(B) O flúor (F) forma, preferencialmente, iões mononegativos, que se representam pela fórmula .
(C) Os iões com fórmula são os que resultam da cedência de dois eletrões por parte do cálcio (Ca).
(D) O hélio (He) não forma iões com facilidade. Por isso, encontra-se, vulgarmente, sob a forma de hélio
atómico, com fórmula química .

Recursos Didáticos
4. Relaciona os sais, na coluna 1, com a proporção entre catiões e aniões, na coluna 2.

Coluna I Coluna II

(A) Cloreto de sódio, NaC’


  (1) 1:1
(B) Fluoreto de lítio, LiF

(C) Sulfureto de potássio, K2S


  (2) 1:2
(D) Óxido de magnésio, MgO

(E) Cloreto de cálcio, CaC’2


  (3) 2:1
(F) Fluoreto de potássio, KF

5. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa.)
(A) A família dos halogéneos é constituída por elementos químicos que formam, preferencialmente, iões
mononegativos/monopositivos.
(B) A família dos metais alcalinos é constituída por elementos químicos que formam, preferencialmente, iões
mononegativos/monopositivos.
(C) Os gases nobres, como, por exemplo, o árgon/magnésio não perdem nem captam eletrões com facilidade.
(D) A família dos metais alcalinoterrosos inclui elementos como, por exemplo, o sódio/cálcio.

6. Quando se coloca o sódio metálico, Na, em contacto com o gás dicloro, C’2, ocorre
uma reação química que envolve libertação de energia e luz, formando-se um
produto sólido. Escolhe a equação acertada que traduz a reação que ocorre.
(A) Na(s) + C’2(g) " NaC’(s)
(B) 2 Na(s) + C’2(g) " 2 NaC’(s)
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(C) Na(s) + C’2(g) " NaC’(g)


(D) Na(s) + C’2(g) " NaC’(’)

187
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  26

EXP9GP © Porto Editora


Propriedades químicas e estrutura atómica

1.
1 G A S E S N O B R E S
L
2 H A L O G É N E O S
M
Recursos Didáticos

E
3 A L C A L I N O S
4 A L C A L I N O T E R R O S O S
O
S

2. (A) – (4); (B) – (3); (C) – (1); (D) – (2).


3. (A) – Li+; (B) – F-; (C) – Ca2+; (D) – He.
4. (A) – (1); (B) – (1); (C) – (3); (D) – (1); (E) – (2); (F) – (1).
5. (A) mononegativos/monopositivos;
(B) mononegativos/monopositivos;
(C) árgon/magnésio;
(D) sódio/cálcio.
6. (B).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

188
Explora + 8
Propriedades dos materiais e Tabela Periódica (páginas 186 a 209 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. Considera a figura seguinte, que representa alguns elementos dos dois primeiros grupos da Tabela Periódica.

Recursos Didáticos
1 2

1 H

2 Li Be

3 Na Mg

4 K Ca

1.1. Escreve os símbolos químicos dos elementos representados por ordem decrescente de número atómico.

1.2. Indica os metais e os não metais.

1.3. Faz a distribuição eletrónica de cada elemento representado.

1.4. Indica os símbolos químicos correspondentes aos…


1.4.1. … metais alcalinos;
1.4.2. … metais alcalinoterrosos.

1.5. 
Seleciona a opção que corresponde à fórmula química do sal que resulta da combinação entre os
elementos magnésio e flúor (grupo 17, período 2).
(A) MgF2      (B) Mg2F      (C) MgF      (D) Mg2F2
1.6. Considera o texto seguinte.
“Este elemento é um metal que reage violentamente com a água, com libertação de hidrogénio e
originando soluções alcalinas. Nestas soluções fica presente um catião que tem carga +1 e com
EXP9GP © Porto Editora

configuração eletrónica igual à do néon (10Ne).”


Indica o símbolo químico do elemento a que se refere o texto.

189
Explora + 8

2. Na tabela seguinte representam-se as distribuições eletrónicas de oito elementos, designados pelas letras

EXP9GP © Porto Editora


A a H, que não correspondem a símbolos químicos.

A: 2, 2 B: 2, 8, 2 C: 2, 7 D: 2, 8, 8
E: 2, 8, 7 F: 2, 8, 8, 1 G: 2, 1 H: 2, 6

2.1. Determina o número atómico de cada elemento.


Recursos Didáticos

2.2. Indica o(s) elemento(s) que são…

2.2.1. … metais;

2.2.2. … não metais.

2.3. Indica o(s) elemento(s) que…

2.3.1. … tem(têm) tendência para captar um eletrão;

2.3.2. … tem(têm) tendência para captar dois eletrões;

2.3.3. … tem(têm) tendência para ceder um eletrão;

2.3.4. … tem(têm) tendência para ceder dois eletrões.

2.4. Preenche o extrato da Tabela Periódica seguinte com a localização correta dos elementos indicados.
1 2 13 14 15 16 17 18

3. Considera o gráfico ao lado, onde se representa o 9


Número de eletrões de valência

8 J R
número de eletrões de valência de elementos
7 I Q
com número atómico de 1 a 20 (as letras não 6 H P
correspondem a símbolos químicos). 5 G O
4 F N
3.1. 
Indica a letra correspondente a um elemento
3 E M
que arde em contacto com o ar, originando 2 B D L T
catiões +2, com distribuição eletrónica igual 1 A C K S
à do árgon (18Ar). 0
0 5 10 15 20 25
Número atómico
3.2. Indica a letra que corresponde a um elemento do 2.º período que não tem tendência a ceder ou a captar eletrões.

190
Proposta de resolução
Explora + 8
Propriedades dos materiais e Tabela Periódica

1.
1.1. Ca, K, Mg, Na, Be, Li, H.
1.2. Metais: Li, Be, Na, Mg, K, Ca. Não metais: H.
1.3. H: 1; Li: 2, 1; Be: 2, 2; Na: 2, 8, 1; Mg: 2, 8, 2; K: 2, 8, 8, 1; Ca: 2, 8, 8, 2.
1.4.
1.4.1. Li, Na, K.

Recursos Didáticos
1.4.2. Be, Mg, Ca.
1.5. (A).
1.6. Na (sódio).
2.
2.1. A: Z = 4; B: Z = 12; C: Z = 9; D: Z = 18; E: Z = 17; F: Z = 19; G: Z = 3; H: Z = 8.
2.2.
2.2.1. Metais: A, B, F, G.
2.2.2. Não metais: C, D, E, H.
2.3.
2.3.1. C, E.
2.3.2. H.
2.3.3. F, G.
2.3.4. A, B.
2.4.
1 2 13 14 15 16 17 18

G A H C

B E D

F
EXP9GP © Porto Editora

3.
3.1. T.
3.2. J.

191
Planificação por subdomínio

Domínio Classificação dos materiais 9.º ano de escolaridade

EXP9GP © Porto Editora


Subdomínio Ligação química

Compreender que a diversidade das Secção 27 Ligação covalente


substâncias resulta da combinação de
átomos dos elementos químicos Secção 28 Redes covalentes, iónicas e metálicas
através de diferentes modelos de
Recursos Didáticos

ligação: covalente, iónica e metálica. Secção 29 Hidrocarbonetos e a química da vida

Capacidades a desenvolver
• Conhecer os diferentes tipos de ligações que se estabelecem a nível corpuscular.
• Compreender que as interações elétricas são determinantes para a formação de todos os tipos de
estruturas de dimensão corpuscular.
• Discutir a formação de estruturas macroscópicas em termos da sua organização corpuscular.
• Interpretar a relação entre a química dos seres vivos e a diversidade de aplicações dos derivados do
petróleo.

Questões para avaliação diagnóstica


• Como se ligam os átomos para formar moléculas e redes atómicas?
• O que mantém as estruturas iónicas?
• Qual é o tipo de compostos que predomina nos organismos vivos?

Conceções erróneas/Conceções científicas

Conceção errónea Conceção científica

As partículas possuem as mesmas propriedades que os


As unidades estruturais da matéria (átomos, moléculas ou
materiais que compõem. Por exemplo, os átomos de cobre
iões) não são qualificáveis em termos das propriedades
são “alaranjados e brilhantes”, as moléculas dos gases são
macroscópicas das substâncias a que pertencem.
“transparentes” e as moléculas dos sólidos são “duras”.

Átomos e moléculas são unidades estruturais que não têm As moléculas são constituídas por átomos quimicamente
qualquer diferença entre si. ligados entre si.

No decurso de uma reação química há quebra das ligações


Nas reações químicas, os reagentes desaparecem e
químicas dos reagentes e formação de ligações químicas
transformam-se em produtos “instantaneamente”.
dos produtos.

A ligação covalente não é vista como o resultado de uma


interação elétrica, mas como uma “partilha de eletrões” sem As ligações covalentes estabelecem-se como resultado de
interação física, ou seja, como um “processo social entre interações elétricas.
átomos”.

192
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Ligação química
3 tempos letivos Secção
Ligação covalente
Manual páginas 210 a 217 27

Questão exploratória: Como se ligam os átomos de não metais?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Indicar que os átomos estabelecem ligações • Abordar a temática da rubrica Analisa e reflete da página 210,
químicas entre si formando moléculas (com dois ou promovendo o respetivo debate.
mais átomos) ou redes de átomos. • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
• Associar a ligação covalente à partilha de pares de nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
eletrões entre átomos e distinguir ligações • Apresentar a ligação química como uma ligação de natureza
covalentes simples, duplas e triplas. elétrica.
• Representar as ligações covalentes entre átomos de • Relacionar a ligação covalente com as forças elétricas atrativas
elementos químicos não metálicos usando a que se estabelecem entre partículas subatómicas com cargas
notação de Lewis e a regra do octeto. de sinal oposto analisando os exemplos da página 211.
• Fazer a representação de átomos com recurso à notação de
Lewis. Dar relevo à rubrica Figura Histórica da página 212.
• Apresentar exemplos de formação de ligações simples, duplas
e triplas, relacionadas com a partilha, de, respetivamente, dois,
quatro e seis eletrões entre átomos.
• Relacionar uma ligação mais forte com o maior número de
eletrões partilhados e com um menor comprimento de ligação.
• Enunciar a regra do octeto e discutir a validade da sua aplicação
nos diferentes elementos químicos.
• Representar moléculas simples em notação de Lewis, tendo em
conta a regra do octeto verificando a tabela da página 215.
• Analisar a rubrica CTS das páginas 214 e 215.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo da
página 216.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 216.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 217.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade Prática (página 216)
• Grelha de observação de aula
Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
EXP9GP © Porto Editora

Apontamentos
do professor

EXP9GP-13 193
Ficha de Trabalho  27
Ligação covalente

EXP9GP © Porto Editora


Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. As estruturas de Lewis são uma forma simples de representar os eletrões de valência de átomos.
Recursos Didáticos

Estabelece a ligação entre as estruturas de Lewis, na coluna I, e as respetivas distribuições eletrónicas, na


coluna II.

Coluna I Coluna II

(A) Li   (1) 2,3

(B) Be   (2) 2,5

(C) B   (3) 2,4

(D) C   (4) 2,1

(E) N   (5) 2,7

(F) O   (6) 2,8

(G) F   (7) 2,2

(H) Ne   (8) 2,6

2. O dinitrogénio e o dioxigénio são os principais gases constituintes da atmosfera, com fórmulas químicas
N2 e O2, respetivamente. As representações de Lewis de cada uma destas moléculas são:

N2 N N
O2 O O
Indica:
2.1. o número de pares de eletrões partilhados em cada uma das moléculas;

2.2. o número de pares de eletrões não partilhados em cada uma das moléculas;

2.3. o número total de pares de eletrões em cada uma das moléculas;

2.4. a molécula com uma ligação mais forte. Justifica a tua resposta.

194
Ficha de Trabalho  27

3. O metano, o amoníaco, a água e o fluoreto de hidrogénio são substâncias moleculares cujas estruturas
de Lewis se representam na tabela seguinte.

Metano, CH4 Amoníaco, NH3 Água, H2O Fluoreto de hidrogénio, HF

H
H N H O
H C H F H
H H H

Recursos Didáticos
H
3.1. Indica o tipo de ligação que se estabelece entre os átomos que constituem estas moléculas.

3.2. Indica a fórmula química de uma molécula que não tem eletrões não partilhados.

3.3. Indica a fórmula química de uma molécula que tem mais eletrões não partilhados do que partilhados.

3.4. Tendo em conta estas estruturas, estabelece a correspondência correta entre as colunas I e II.

Coluna I Coluna II

(A) Número total de eletrões na molécula de H2O


  (1) 2
(B) Número de eletrões partilhados na molécula de HF

(C) Número de eletrões não partilhados na molécula de NH3


  (2) 4
(D) Número total de eletrões na molécula de CH4

(E) Número de eletrões partilhados na molécula de H2O


  (3) 6
(F) Número de eletrões não partilhados na molécula de HF

(G) Número total de eletrões na molécula de NH3


  (4) 8
(H) Número de eletrões partilhados na molécula de NH3

4. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa.)
(A) Uma ligação covalente ocorre quando os átomos/iões partilham eletrões.
(B) O número de eletrões numa ligação covalente é sempre par/ímpar.
(C) Na notação de Lewis representam-se apenas os eletrões/protões de valência.
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(D) A regra do octeto aplica-se a elementos de metais/não metais.


(E) O carbono/hidrogénio é um elemento que nunca obedece à regra do octeto.
(F) O nitrogénio/hidrogénio é um elemento que obedece sempre à regra do octeto.

195
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  27

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Ligação covalente

1. (A) – (4); (B) - (7); (C) – (1); (D) – (3); (E) – (2); (F) – (8); (G) – (5); (H) – (6).
2.
2.1. N2 – 3 pares partilhados; O2 – 2 pares partilhados.
2.2. N2 – 2 pares não partilhados; O2 – 4 pares não partilhados.
2.3. N2 – 5 pares; O2 – 6 pares.
Recursos Didáticos

2.4. A molécula com a ligação mais forte é o N2 porque tem um maior número de pares eletrónicos partilhados.
3.
3.1. Ligação covalente simples.
3.2. CH4.
3.3. HF.
3.4. (A), (D), (G) – (4); (B), (C) – (1); (E) – (2); (F), (H) – (3)
4. (A) átomos/iões;
(B) par/ímpar;
(C) eletrões/protões.
(D) metais/não metais;
(E) carbono/hidrogénio;
(F) nitrogénio/hidrogénio.

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

196
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Ligação química
3 tempos letivos Secção
Redes covalentes, iónicas e metálicas
Manual páginas 218 a 223 28

Questão exploratória: De que forma se ligam os átomos em estruturas não moleculares?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Associar a ligação covalente à ligação entre átomos • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com base
de não metais quando estes formam moléculas ou nos conteúdos do manual e nos recursos digitais disponíveis.
redes covalentes, originando, respetivamente, • Distinguir entre moléculas e redes covalentes, referindo alguns
substâncias moleculares e substâncias covalentes. exemplos.
•Dar exemplos de substâncias covalentes e de redes • Dar exemplos de redes covalentes de átomos de carbono,
covalentes de substâncias elementares com relevando a diversidade de estruturas e de propriedades físicas
estruturas e propriedades diferentes (diamante, e químicas das diferentes formas deste elemento, com base na
grafite e grafenos). tabela da página 219.
• Associar ligação iónica à ligação entre iões de cargas • Explicar a natureza da ligação iónica, relacionando-a com as
opostas, originando substâncias formadas por redes propriedades físicas e químicas dos compostos que
de iões. apresentam iões como unidades estruturais, referindo os
• Associar ligação metálica à ligação que se estabelece exemplos da página 220.
nas redes de átomos de metais em que há partilha • Analisar a natureza da ligação que se estabelece entre átomos
de eletrões de valência deslocalizados. de metais, assinalando a sua relação com as propriedades
físicas e químicas deste tipo de materiais.
• Relevar a importância dos assuntos abordados para o dia a dia,
através da análise da rubrica CTS das páginas 218 a 220.
• Interpretar a rubrica Analogia da página 221.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 222.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 222.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 223.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade Prática (página 222)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

197
Ficha de Trabalho  28
Redes covalentes, iónicas e metálicas

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Preenche o crucigrama ao lado com os nomes de três


C
Recursos Didáticos

materiais constituídos por átomos de carbono ligados


através de ligações covalentes. 1 A
2 R
B
O
3 N
0

2. Estabelece a associação entre as estruturas, na coluna I, e o tipo de substância a que correspondem, na


coluna II.

Coluna I Coluna II

  (1) Substância
(A)
covalente

  (2) Substância
(B)
iónica

  (3) Substância
(C)
metálica

  (4) Substância
(D)
molecular

198
Ficha de Trabalho  28

3. O quartzo e o sulfato de cobre são dois minerais com características diferentes, ao nível corpuscular.
Enquanto o quartzo é constituído por átomos ligados entre si que formam gigantescas redes, os
corpúsculos do sulfato de cobre são iões. Completa os espaços em branco na tabela seguinte,
classificando cada uma destas substâncias.

Recursos Didáticos
Quartzo Sulfato de cobre
Substância Substância

4. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
interessa.)
(A) As substâncias moleculares são constituídas por unidades estruturais designadas por átomos/moléculas.
(B) As substâncias que têm dois tipos de unidades estruturais, com carga elétrica positiva e negativa,
designam-se por substâncias iónicas/covalentes.
(C) Nas substâncias covalentes/metálicas, os átomos não ocupam posições bem definidas e os seus eletrões
encontram-se livres para se movimentarem.
(D) Os átomos das substâncias covalentes/metálicas ligam-se em posições relativamente rígidas, formando
estruturas contínuas de milhares de átomos.

5. Estabelece a correspondência entre as substâncias da coluna I e as respetivas propriedades, na coluna II.

Coluna I Coluna II

Tem brilho metálico. É duro, contudo


Borato
(A)   (1)  é fácil de trabalhar se aquecido. Bom
de sódio
condutor térmico e elétrico.

Trata-se do material mais duro que


(B) Ferro   (2) ocorre naturalmente. Bom condutor
térmico, mas mau condutor elétrico.

É mau condutor elétrico à


temperatura ambiente, mas é bom
(C) Diamante   (3) 
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condutor elétrico quando no estado


líquido ou dissolvido em água.

199
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  28

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Redes covalentes, iónicas e metálicas

1.
C
1 D I A M A N T E
2 G R A F I T E
B
Recursos Didáticos

O
3 G R A F E N O
0

2. (A) – (3); (B) – (2); (C) – (1); (D) – (4).


3. Quartzo – substância covalente; sulfato de cobre – substância iónica.
4. (A) átomos/moléculas;
(B) iónicas/covalentes;
(C) covalentes/metálicas;
(D) covalentes/metálicas.
5. (A) – (3); (B)­– (1); (C) – (2).

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

200
Recursos Didáticos

Domínio Classificação dos materiais


Subdomínio Ligação química
3 tempos letivos Secção
Hidrocarbonetos e a química da vida
Manual páginas 224 a 229 29

Questão exploratória: Que características têm os compostos que constituem os seres vivos?

Recursos Didáticos
Metas Curriculares Estratégias/Atividades

• Identificar o carbono como um elemento químico • Desenvolver a aula partindo da questão exploratória, com
que entra na composição dos seres vivos, existindo base nos conteúdos do manual e nos recursos digitais
nestes uma grande variedade de substâncias onde disponíveis.
há ligações covalentes entre o carbono e elementos • Abordar a “versatilidade” do carbono enquanto átomo capaz
como o hidrogénio, o oxigénio e o nitrogénio. de estabelecer quatro ligações covalentes.
• Definir o que são hidrocarbonetos e distinguir • Analisar os hidrocarbonetos no que toca à sua constituição,
hidrocarbonetos saturados de insaturados. classificando-os, de acordo com o tipo de ligações que
• Indicar que, nas estruturas de Lewis dos estabelecem, em saturados ou insaturados.
hidrocarbonetos, o número de pares de eletrões • Representar os hidrocarbonetos saturados e insaturados mais
partilhados pelo carbono é quatro, estando todos simples em notação de Lewis.
estes pares de eletrões envolvidos nas ligações que • Dar a importância devida à extração, transformação e
o átomo estabelece. aplicações dos hidrocarbonetos na atualidade, relevando o
• Identificar, a partir de informação selecionada, as papel que desempenham na nossa sociedade, analisando as
principais fontes de hidrocarbonetos, evidenciando figuras da página 226.
a sua utilização na produção de combustíveis e de • Dar exemplos de biomoléculas, focando o importante papel
plásticos. do carbono na sua estruturação.
• Analisar as rubricas CTS das páginas 225, 226 e 227.
• Analisar e interpretar o Organiza conceitos e o Resumindo
da página 228.
• Orientar os alunos no sentido da realização da Atividade
prática da página 228.
• Operacionalizar conteúdos: resolver o Aplica da página 229.

• Manual
• Projetor
Recursos didáticos • Computador
• Recursos digitais associados ao projeto disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual)
• Material necessário para a realização da Atividade Prática (página 228)

• Grelha de observação de aula


Instrumentos
• Grelha de atividade prática
de avaliação
• Grelha de trabalho de grupo

Interdisciplinaridade
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Apontamentos
do professor

201
Ficha de Trabalho  29
Hidrocarbonetos e a química da vida

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Nome

N.º Turma Data ­‑ ­‑

1. Seleciona a palavra que torna cientificamente correta cada uma das frases seguintes. (Risca o que não
Recursos Didáticos

interessa.)
(A) O carbono é um elemento capaz de estabelecer quatro ligações covalentes/iónicas com outros quatro
átomos.
(B) Os hidrocarbonetos são compostos químicos constituídos, exclusivamente, por água/hidrogénio e carbono.
(C) Os átomos dos hidrocarbonetos saturados ligam-se, exclusivamente, através de ligações simples/duplas.
(D) Os hidrocarbonetos insaturados apresentam pelo menos um átomo de carbono que se liga através de uma
ligação simples/dupla.

2. Associa as fórmulas de estrutura, na coluna I, com o tipo de hidrocarboneto correspondente (saturado/


insaturado), na coluna II.

Coluna I Coluna II

H
(A) Metano H C H
H
  (1) Hidrocarboneto saturado
H H
(B) Eteno C C
H H

(C) Etino H C C H

  (2) Hidrocarboneto insaturado


H H H H
(D) Butano H C C C C H
H H H H

3. Indica os nomes das reservas naturais de combustíveis fósseis que é possível encontrar no solo,
respetivamente, nos estados sólido, líquido e gasoso.

Estado sólido Estado líquido Estado gasoso

202
Ficha de Trabalho  29

4. Preenche o crucigrama ao lado com os nomes de 1


três biomoléculas essenciais para as nossas
2 E
funções vitais, tendo em conta as descrições
seguintes. L 3

1. Proporcionam isolamento térmico aos E


organismos. B I O M O L É C U L A S
2. São importantes na constituição das estruturas E
dos seres vivos.

Recursos Didáticos
N
3. Biomoléculas vulgarmente conhecidas por
T
hidratos de carbono.
O

5. Considera o quadro seguinte, onde se representam os nomes de alguns elementos químicos.

Níquel Arsénio Carbono Hidrogénio Ouro

Samário Molibdénio Zinco Oxigénio Hélio

Xénon Rubídio Nitrogénio Prata Cobre

Indica os nomes daqueles que são os principais elementos constituintes dos seres humanos.

6. Estabelece a ligação entre a coluna I, onde se designam alguns derivados do petróleo, e a coluna II,
classificando-os de plásticos ou combustíveis fósseis.

Coluna I Coluna II

(A) Gasolina
  (1) Plástico

(B) Poliamida

  (2) Combustível fóssil


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(C) Polietileno

203
Proposta de resolução
Ficha de Trabalho  29

EXP9GP © Porto Editora


Hidrocarbonetos e a química da vida

1. (A) covalentes/iónicas;
(B) água/hidrogénio;
(C) simples/duplas;
(D) simples/dupla.
2. (A) e (D) – (1); (B) e (C) – (2).
Recursos Didáticos

3. Sólido: carvão; líquido: petróleo; gasoso: gás natural.


4.
1
L 2
Í P 3
P R G
B I O M O L É C U L A S
D T Í
O E C
S Í I
N D
A O
S S

5. Os principais elementos constituintes dos seres humanos são o carbono, o hidrogénio, o oxigénio e o nitrogénio.
6. (A) – (2); (B) e (C) – (1)

Recursos digitais
– Apresentação digital em PowerPoint.

– Recursos digitais associados ao projeto, disponíveis no e-Manual (em pen drive ou na Escola Virtual).

204
Explora + 9
Ligação química (páginas 210 a 229 do Manual)

Escola Data ­‑ ­‑

Nome N.° Turma

1. O carbono é um elemento muito versátil. Para além de ser essencial à vida, encontra-se, na Natureza,

Recursos Didáticos
em formas muito diversas, seja isolado, seja combinado, por exemplo, sob a forma de hidrocarbonetos.
1.1. Estabelece a correspondência entre as formas de carbono, puro ou combinado, na coluna I, e a respetiva
designação, na coluna II.

Coluna I Coluna II

Metano
(A)
(gás natural)

  (1) Hidrocarbonetos

(B) Diamante

Sacarose
(C)
(açúcar de mesa)

  (2) Biomoléculas
(D) Petróleo

(E) Grafite