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INCORPORAÇÃO DO LODO DA ETA NA

PRODUÇÃO DE CERÂMICA VERMELHA1

RESUMO

O lodo residual da etapa de decantação do tratamento de água há


muito é um problema ambiental, já que este possui uma quantidade
excessiva de metais potencialmente tóxicos. Com base nestas
informações, este trabalho tem como o objetivo o desenvolvimento de
um novo método de incorporação de tal resíduo, com ênfase no
favorecimento do meio ambiente. Para realizar a metodologia utilizou-
se a revisão bibliográfica, para a efetuação das análises e o
desenvolvimento dos devidos testes. Como resultado, obteve-se uma
nova forma de incorporação do lodo, concluindo-se que, ao produzir
cerâmica vermelha com porcentagens de lodo e extração de alumínio de
forma efetiva, pode-se resultar em ganhos positivos ao meio ambiente.

Palavras-Chave: Lodo; Resíduo; Cerâmica; Incorporação; Argila.

ABSTRACT

Residual sludge from the decantation stage of water treatment has long
been an environmental problem, since it has an excessive amount of
potentially toxic metals. Based on this information, this work has as its
objective the development of a new method of incorporating such
waste, with emphasis on favoring the environment. To carry out the
methodology, a bibliographic review was used to carry out the analyzes
and the development of the necessary tests. As a result, a new way of
incorporation of the sludge was obtained, and it was concluded that, by
producing red clay with sludge percentages and aluminum extraction
effectively, it can result in positive gains to the environment.

Keywords: Sludge; Residue; Ceramics; Incorporation; Clay.

1Alan Rafael Lima; Ana Beatriz dos Santos de Mattos; Ana Catarine
Mendes da Silva; Ana Julia Camargos Franco; Isadora Mainer Seibel da
Silva.

Modelo Submissão versão 31


2 Incorporação do Lodo da ETA na Produção de Cerâmica Vermelha

1. INTRODUÇÃO
A água é um elemento primordial, essencial a todas as formas de vida,
principalmente para os seres humanos, que a utilizam para suas atividades econômicas e
cotidianas. Todavia, para que ela chegue até os domicílios própria para consumo, é
necessário um tratamento, que se constitui em diversos processos físico-químicos, tais
como coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção, correção de pH e
fluoretação (RICHTER e NETTO, 1991), seguido de distribuição para as residências. Para
que cada etapa deste tratamento seja realizada com eficácia, há a necessidade de
averiguação dos processos, onde são observados seus resultados e seus respectivos
problemas, para que possa ser proposta uma melhoria.

Uma das etapas fundamentais e finais do processo consiste na decantação, na


qual há a retirada de uma massa sólida residual, denominada lodo. Tal resíduo é
considerado um grande problema ambiental, já que este possui metais potencialmente
tóxicos (TEIXEIRA et al, 2006), que são prejudiciais ao meio ambiente e principalmente, a
saúde humana.

Destarte, é necessário que medidas sejam tomadas para que tal impasse seja
resolvido, o que nos leva a procurar e pensar em novos meios de reutilização dessa massa
residual, como já relatado por outros projetos (COSTA 2011; MEDEIROS 2011; ACHON et
al, 2008;). Um dos alvitres ocorre em relação à produção de cerâmica vermelha, referente a
incorporação desse lodo em meio a argila (PAIXÃO et al, 2008; OLIVEIRA et al, 2004;
RODRIGUES et al, 2011; TEIXEIRA et al,2006; BARROS et al, 2012;).

Isso está de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS),


instituída pela Lei nº 12.305/10, que visa a melhoria da gerência inadequada de resíduos
sólidos e concede orientação sobre a gestão dos mesmos, por meio de reciclagem,
reutilização e destinação ambientalmente correta dos rejeitos (o que não pode ser
reciclado ou reutilizado).

Todavia, os trabalhos dos autores citados discutem que a incorporação do lodo


na cerâmica resulta em uma baixa resistência mecânica final, devido à presença de
alumínio. Porém, estudos revelam que este resíduo pode ser retirado através do processo
de extração em presença de HNO3 (Ácido Nítrico) (BARROS, 2012).

Mediante a isso, este trabalho tem como finalidade pesquisar e analisar os


melhores modos de utilizar o resíduo dentro da produção de cerâmicas, apresentando
como foco a retirada da alumina para melhor incorporação do lodo, tendo em vista o
constante favorecimento do meio ambiente e, consecutivamente, um rendimento
econômico referente ao processo de reutilização.
3

1.1 Cerâmica
A palavra cerâmica provém do grego keramikos, que significa “substância
queimada”. Esse material é constituído de elementos metálicos e elementos não metálicos,
ligados por ligações de caráter misto, iônico-covalente. Apresentam alto ponto de fusão e
são geralmente duros e frágeis.

Para estar pronta para o uso, o material cerâmico tem de passar pelas etapas de:
conformação (dar forma ao material por meio de aplicação de força externa), secagem
(remoção gradativa de umidade) e queima (entre 900ºC e 1400ºC), onde ocorrem os
processos de eliminação de matéria orgânica, decomposição e formação de novas fases e
sinterização (eliminação da porosidade e densificação).

2. METODOLOGIA
Para a execução deste trabalho utilizou-se as seguintes matérias-primas: a) o lodo
coletado no dia 06/04/2018 na ETA - Vila Avaí/SAAE (Serviço Autônomo de Água e
Esgotos), localizada em Indaiatuba-SP, proveniente das etapas de decantação e filtração,
tratado com Cloreto de Polialumínio (18% Alumina), que tem como função ser um
coagulante; b) Argila coletada no dia 17/05/2018 na cerâmica Piau, localizada em
Indaiatuba-SP.

Para caracterização da amostra de trabalho, preliminarmente, foram feitas


análises no lodo obtido, para identificação dos componentes presentes.

Para análise de presença de Ferro, Cloro, Nitrato, Fosfato e Manganês, decantou-


se o resíduo de ETA e, na sequência, realizaram-se as análises com o sobrenadante obtido
da amostra, utilizando fotômetro de bancada Hanna Instruments (HI 83099). As análises
seguiram os procedimentos fornecidos por Hanna Instruments, sendo que basicamente
utiliza-se 10 mL de sobrenadante e um reagente cromogênico específico seguido da leitura
da absorbância em tempos específicos para cada analito.

Ulteriormente, as amostras de lodo foram filtradas e o resíduo seco em estufa a


60°C por 24 horas, triturado e passado em peneiras de 2,00 mm (10 mesh), para
prossecução das análises.

Os testes de pH (em água e CaCl2), condutividade (em extrato 1:2 v/v) e


umidade foram realizados conforme descrito por Falcão (2005).

Os teores de Al, Fe, Si, Ti, Cl e K foram medidos por fluorescência de raios X por
dispersão de energia utilizando equipamento EDXRF (CRV Labs-modelo 720). Para
melhor entendimento quanto aos princípios desse teste pode-se citar a obra de Filho
(1999, p. 4)
4 Incorporação do Lodo da ETA na Produção de Cerâmica Vermelha

[...] a análise por fluorescência de raios X consiste de três fases: excitação dos
elementos que constituem a amostra, dispersão dos raios X característicos emitidos pela
amostra e detecção desses raios X.

Depois de finalizada a caracterização do resíduo de ETA, iniciou-se os testes para


produção da cerâmica vermelha.

Foram feitos, inicialmente, replicatas de 10g cada, com diferentes porcentagens


de lodo e argila (tabela 1). Essas amostras foram secas na estufa a 50°C por 24 horas e em
seguida colocadas na mufla para sinterização a 900°C, por 2 horas.

Para testes sem a presença de alumínio na amostra, efetuou-se a extração do


mesmo usando solução de KCl, na concentração 1 mol/L (BOEIRA et al,), e HNO3, na
concentração 0,1 mol/L; em seguida foram feitas replicatas para testes com as mesmas
especificações já mencionadas.

Depois de sinterizadas, realizou-se a medida de densidade das amostras com 25,


30 e 50% de lodo.

Tabela 1: Porcentagens de Lodo e Argila para Testes

Argila Lodo
100% 0%
75% 25%
70% 30%
50% 50%
25% 75%
0% 100%
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Figura 1: Fluxograma de procedimentos


6 Incorporação do Lodo da ETA na Produção de Cerâmica Vermelha

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

3.1. Lodo de ETA


Os resultados das análises realizadas com fotômetro estão descritos na tabela 2.
Por esses resultados nota-se a alta concentração de fosfato e manganês na amostra, isso
ocorre devido a água que vai para o tratamento na ETA ser coletada de rios, portanto tem
grande quantidade de manganês - proveniente do leito sedimentado do mesmo- e ânions
em geral, como fosfatos.

Tabela 2: Resultado Análises Fotométricas (em mg/L) .

Ferro GA 0,07
Cloro total 0,05
Fosfato HR 4,00
Nitrato 0,60
Manganês HR 0,80

O teste de pH do resíduo de ETA medido foi: 6,73 em água e 6,5 em CaCl2. Por
esses resultados pode-se considerar a amostra levemente ácida. A perda de massa
causada pela umidade da amostra foi de ordem 30,25%.

O resultado do teste de condutividade elétrica em extrato 1:2 foi de 37,5 mV. Por
meio desse teste podemos classificar o lodo de ETA, de acordo com os parâmetros da
NBR 10004, como resíduo Classe II-A, por não ser perigoso e ser um resíduo não inerte,
principalmente por sua solubilidade em água, caracterizada pela alta concentração de sais
diluída na amostra.

A tabela 3 traz os resultados do teste EDX-RF, feito com a amostra do lodo sem
extração (amostra A), depois da extração (amostra B) e da argila usada (amostra C).

Tabela 3: Resultados do teste EDX-RF em intensidade de fluorescência

Amostra A Amostra B Amostra C


Al 0,844 0,777 0,804
Si 0,999 0,948 2,194
Ti 0,336 0,273 0,305
Cl 0,135 0,598 --
K 0,092 0,662 0,305
Fe 11,405 9,592 11,26
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Figura 2: Gráfico EDX-RF Amostra A. Figura 3: Gráfico EDX-RF Amostra B.

Figura 4: Gráfico EDX-RF Argila

3.2 Incorporação à Cerâmica Vermelha


As amostras de teste com porcentagens de 100% e 75% de lodo de ETA, tanto
com alumínio quanto sem, depois de secarem na estufa, se desfizeram, não sendo possível
serem levadas à mufla para sinterização. As amostras, com baixo e alto alumínio, com 50,
30 e 25% de lodo não apresentaram problemas após a secagem, então puderam ser
sinterizadas.

Após sinterização percebeu-se claramente a diferença entre as amostras com


maior e menor concentração de alumínio (imagens 6,7 e 8), sendo que as amostras com
alto alumínio apresentaram rachaduras e trincas. A amostra com 50% de lodo com baixo
alumínio apesar de aparentemente estar intacta, ao manuseá-la notava-se o surgimento de
rachaduras e esfarelamento da mesma.
8 Incorporação do Lodo da ETA na Produção de Cerâmica Vermelha

Figura 5: Amostras com 100 e 75% de lodo após secagem.

Figura 6: Amostras com 50% de lodo após sinterização.

Figura 7: Amostras com 30% de lodo após sinterização.


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Figura 8: Amostras com 25% de lodo após sinterização.

Percebe-se que as concentrações de alumínio reduziram-se cerca de 10 %, ficando menores


que as concentrações da argila utilizada. A concentração de ferro também diminuiu cerca
de 15%. Os níveis de K e Cl elevaram-se em função do uso de KCl para a extração.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os resultados dos testes revelam que o Lodo de ETA pode ser incorporado à
cerâmica vermelha.

Apesar de a incorporação causar uma diminuição das propriedades físicas,


percebe-se que a diminuição da concentração de alumínio e ferro do resíduo causou uma
melhora na aparência e também diminuição da friabilidade do material, em comparação
às amostras que continham concentrações maiores desses elementos.

Segundo análise superficial, a maior concentração de lodo com baixa


concentração de alumínio que se pode colocar na amostra sem que ela tenha rompimento
ou baixa resistência a impacto é de 30%, para temperatura de queima de 900ºC.

Necessita-se de mais estudos para qualificar sua utilização na área da construção


civil, porém para fins estéticos e de jardinagem o material se mostra adequado. Sugere-se
como continuidade do trabalho apresentado, estudar a viabilidade econômica do projeto.
10 Incorporação do Lodo da ETA na Produção de Cerâmica Vermelha

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