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VIDA DE LOUVOR
Louvor e Adoração à luz da Bíblia
(Nathalie Kollen Guedes)

1. Mitos sobre o Louvor


. Os Levitas
. Música no Louvor
. Culto Racional

2. O que é Louvor
. Significados bíblicos (Hebraico e Grego)

3. A expressão do Caráter de Deus


. O que é caráter

4. Características de uma Vida de Louvor


. Sinceridade
. Humildade
. Lealdade
. Generosidade
. Compaixão (Conceito de Ministério)
. Continuidade
. Constância

5. Adoração no Antigo Testamento


. Significados bíblicos (Hebraico) e simbologia

6. Adoração no Novo Testamento


. Significados bíblicos (Grego) e aplicação

7. Princípio Básico para uma Vida de Louvor: Gratidão

8. O poder disponível no Louvor


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VIDA DE LOUVOR
Louvor e Adoração à luz da Bíblia
(Nathalie Kollen Guedes)

 A Bíblia diz em Oséias 4.6 que o povo de Deus vinha sendo


destruído por falta de conhecimento. O fato é que esta realidade se perpetua
ao longo das gerações. Muitos filhos de Deus não têm desfrutado da plenitude
da nova criação por não ter conhecimento do que esta nova vida traz como
realidade.
 Uma das formas de vencermos a ignorância é buscarmos a
origem das palavras e suas definições, de forma que não sejamos mais
guiados por aquilo que o senso comum pensa e faz.

1. MITOS SOBRE O LOUVOR

a) Os LEVITAS
(Ex 32.25,26; Nm 8.14)
 Separados para cuidar das coisas de Deus, pois demonstraram um
coração arrependido e inconformado com o pecado.

(2 Cr 34.13; 1 Cr 9.26-28; 1 Cr 15:16; 1 Cr 25. 7)

- Porteiros
- Tesoureiros
- Guardas/oficiais
- Zeladores (encarregados dos utensílios e móveis)
- Carregadores
- Escrivães
- Instrumentistas/cantores

 Relação com a Música: Davi introduziu música na reunião da


congregação do povo para celebrar a Deus:

(1 Cr 16.7: Davi estabelece levitas músicos para celebrarem o momento


especial.) (2 Cr 7:6)

 LEVITA não tem a ver com FUNÇÃO, apenas com descendência.


 No Novo Testamento TODOS são ministros do Senhor. (Ap 5.9,10)
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b) A MÚSICA NO LOUVOR

zamar – 2 Sm 22.50 (hebraico: ‫( )ז ַָמר‬H2167 - Strong’s Dictionary)


a. Cantar, fazer música, tocar um instrumento musical.
Há um valor na música para Deus. (Sl 92.1; Sl 98.5; Sl 149.3; 2 Cr 5.13,14)

 Função: ferramenta que envolve a ALMA (pensamentos, emoções e


vontades). Música NÃO é dom ministerial.

 Como escolher CANÇÕES: Mensagens compatíveis com nossa


realidade no Novo Testamento: identidade (FILHOS)/ intimidade +
exaltação aos atributos de Deus.

(Sl 59.16/ Sl 66.2 / Sl 89.1 / Sl 96.2 / 1 Cr 16.9 / 2 Cr 20.21 / Ed 3.11/ Ap 5.11 /


Ap 15.3 )

c) CULTO RACIONAL

Romanos 12.1,2

 Espírito – se comunica diretamente com Deus, por razão de mesma


natureza. (Deus é espírito. João 4.23,24)

 Alma (sede da mente, vontades e emoções) – nossa razão deve ser


submetida ao Senhor, quando oferecemos a Ele um culto RACIONAL.
Pensamentos devem ser cativos a Cristo. (2 Coríntios 10.5)

 Corpo – a habitação do espírito e alma do homem deve ser oferecida a


Deus como sacrifício.

 No culto racional, devemos oferecer a Deus todas as dimensões de


quem somos. Deus nos quer por inteiro.
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LOUVOR

2. O QUE É LOUVOR?

(
1) yadah – Gn 29.35 hebraico: ‫)יָדָ ה‬ (H3034 - Strong’s Dictionary)
a. Atirar (como uma arma) (2 Cr 20.21);
b. Dar graças a Deus (2 Cr 7.3; Jr 33.9);
c. Confessar (o nome de Deus);
d. Fazer algo aparecer, como se estivesse jogando alguma coisa. (p.e.: uma vara de
pescar, que é atirada na água e logo traz um peixe à tona.)

2) hilluwl – Lv 19.24
(hebraico: ‫()הִ ּלּול‬H1924 - Strong’s Dictionary)
a. Regozijar

3) halal – 1 Cr 23.30 hebraico:


( ‫( )הָ לַל‬H1984- Strong’s Dictionary)
mahalal – Pv 27.21 hebraico:
( ‫( )מַ ֲהלָל‬H4110 - Strong’s Dictionary)
a. Brilhar (expressar o brilho) (do favor de Deus)
b. Pronunciar algo de que você se orgulhe e goste de contar para as pessoas (Jr 31.7;
Sl 63.3)

4) towdah – Sl 50.23 hebraico:


( ‫( )ּתֹודָ ה‬H8426 - Strong’s Dictionary)
ainesis – Hb 13.15 grego:
( αἴνεσις) (G133 - Strong’s Dictionary)
a. Confissão (Sl 56.12);
b. Ações de graças;
c. Ações de graças em canções ou hinos de louvor;
d. Oferta de gratidão, sacrifício de ações de graças (Hb 13.15).

5) shabach – Sl 117.1 hebraico:


( ‫)שָ בַ ח‬ (H7623 - Strong’s Dictionary)
shĕbach (Aramaico) – Dn 2.23
(hebraico: ‫)שבַ ח‬
ְׁ (H7624 - Strong’s Dic.)
a. Gritar
b. Acariciar
c. Fazer com que algo pare de se mover ou fique calmo, fazer com que algo aconteça
de repente, fazer com que alguém pare de se preocupar (Sl 145.4).
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6) tĕhillah – Dt 10.21 hebraico:


( ‫)ּתהִ ּלָה‬
ְׁ (H8416 - Strong’s Dictionary)
hymneō – At 16.25 grego: ὑμνέω (G5214 - Strong’s Dictionary)
( )
a. Canção ou cantar hinos de louvor (Sl 66.2);
b. Ato público de louvor focado nas qualidades ou atributos de Deus (Sl 22.5);
c. Reconhecimento, fama, glória a Deus.

7) zamar – 2 Sm 22.50 hebraico:


( ‫( )זָמַ ר‬H2167 - Strong’s Dictionary)
a. Cantar, fazer música, tocar um instrumento musical (Sl 108.1; 57.7; 9.2; 2 Cr 23.13).

(
8) ainos – Lc 18.43 grego: αἶνος) (G136 - Strong’s Dictionary)
aineō – Rm 15.11 (grego: αἰνέω) (G134 - Strong’s Dictionary)
a. Fazer um discurso;
b. Cantar alto em honra a Deus;
c. Recomendar.

(
9 ) epainos – Ef 1.6 grego: ἔπαινος ) (G1868 - Strong’s Dictionary)
epaineō – 1 Co 11.12 (grego: ἐπαινέω) (G1867 - Strong’s Dictionary)
a. Aprovação, aprovar (Rm 15.11)

(
10) doxa – Jo 9.24 grego: δόξα) (G1391 - Strong’s Dictionary)
a. A expressão de uma boa opinião que resulta em dar honra e glória a Deus.
b. Expressar o brilho, o esplendor, a excelência, a dignidade, a graça, a majestade que
pertence a Ele como Rei e aquele que faz todas as regras e leis, majestade no sentido
de perfeição absoluta da divindade, a majestade absolutamente perfeita de Cristo – O
Messias (Rm 5.2 – “nos gloriamos/regozijamos na esperança...”)

 O conjunto dos significados bíblicos mostra 3 aspectos para o


Louvor. O aspecto “comum”, o “extraordinário” e o “essencial”.

 Como “comum” poderíamos citar aqueles atos presentes, de


forma constante e aparentemente simples, em nossas vidas, nas situações
mais corriqueiras do nosso dia-a-dia. São eles:

SIGNIFICADOS COMUNS:
1) Dar graças a Deus;
2) Regozijar;
3) Ações de graças; ações de graças em canções ou
hinos de louvor;
4) Oferta de gratidão, sacrifício de ações de graças;
5) Gritar;
6) Canção ou cantar hinos de louvor; cantar, fazer música,
tocar instrumento musical; cantar alto em honra a Deus;
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 O aspecto “extraordinário” diz respeito aos resultados


sobrenaturais que experimentamos através do louvor, resultados estes que
fogem à lógica humana. (Lembre-se de Paulo e Silas na prisão, em Atos
16.25,26.)

SIGNIFICADOS EXTRAORDINÁRIOS:
7) Atirar (como uma arma);
8) Acariciar;
9) Fazer com que algo pare de se mover ou fique calmo; fazer
com que algo aconteça de repente; fazer com que alguém pare
de se preocupar; fazer algo aparecer (p.e.: uma vara de pescar,
que é atirada na água e logo traz um peixe à tona.)

 O terceiro aspecto é o mais importante de todos, pois nos leva ao


entendimento da essência do Louvor. O aspecto “essencial” nos mostra o
centro do Louvor, e seu objetivo principal. E podemos perceber como a maioria
das definições deixa notória tal finalidade. Observe:

SIGNIFICADOS ESSENCIAIS:
10) Confissão; confessar (o nome de Deus);
11) Fazer um discurso; falar com muito orgulho e satisfação sobre
algo ou alguém conectado a você ;
12) Ato público de louvor focado nas qualidades ou atributos de
Deus;
13) Reconhecimento, fama, glória a Deus; a expressão de uma boa
opinião que resulta em dar honra e glória a Deus;
14) Recomendar; aprovação, aprovar;
15) Brilhar; expressar o brilho, o esplendor, a excelência, a
dignidade, a graça, a majestade que pertence a Ele como Rei.

 Como podemos perceber, boa parte das definições fala sobre


tornar público, deixar claro, mostrar, expressar, e em outras palavras: dar
publicidade à pessoa de Deus e Suas obras. A mensagem essencial do
significado do louvor, de acordo com a Palavra de Deus, pode ser entendida da
seguinte maneira: “Louvor é uma expressão de aprovação, admiração e
veneração. O louvor é o reconhecimento das perfeições de Deus, de suas
obras e sacrifícios. O louvor é centrado na pessoa de Deus, por causa de
Suas excelências naturais; é o ato através do qual contemplamos e
confessamos Seus diversos atributos, tornando-os publicamente
conhecidos.”

Salmos 150.6:
“Todo ser que respira, louve (halal) ao Senhor...”

halal (H1984- Strong’s Dictionary):


- Expressar o brilho
- Ato público focado nos atributos de Deus
- Falar com orgulho e satisfação sobre alguém conectado a mim.
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“Todo ser que respira...” – ação vital


“louve...” – expresse o brilho
“ao Senhor” – para a glória do Senhor

 LOUVOR, em essência, é expressar o brilho de Deus,


mostrando Seu caráter através de quem somos.

Tão importante quanto respirar é para um ser, para o cristão,


também é expressar o brilho do Senhor.

 Importante: Louvor está diretamente ligado a PUBLICIDADE.


O objetivo primário do louvor é mostrar quem Deus é. E mostrar é
tornar público. (Romanos 15.6,9; 1 Coríntios 6.20; Salmos 67.3,5; Mateus 5.16)

 Quando Deus é conhecido, consequentemente, Ele é glorificado.


A Criação glorifica a Deus, e isto é algo inerente à sua existência. “Os céus
proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de Suas mãos.”
(Provérbios 19.1) “Todas as Tuas obras te louvarão, ó Senhor, e os Teus
santos Te bendirão.” (Salmos 145.10)

 O louvor eficaz é aquele que é fruto de experiência pessoal. Isto


é, eu conheço a Deus, experimento Seus atributos, e porque eu O conheço
tenho propriedade para mostrá-lO em público, tornando-O conhecido. E quanto
mais eu O conheço, mais dEle é forjado em mim. (Oseias 6.3a) Um ciclo
maravilhoso se forma, nos tornamos mais parecidos com Deus e O tornamos
mais visto em nós.

 Assim, ao substituirmos este significado no texto dos Salmos 150,


temos a seguinte compreensão: “TODO ser que respira, expresse o brilho do
Senhor... ou... mostre quem Deus é.”

 A essência da vida se torna clara. O propósito de existência fica


evidente. Assim como precisamos respirar para viver, mostrar quem Deus é se
torna vital para nós, Seus filhos. Ele nos criou para que nos relacionemos com
Ele, para que o conheçamos e prossigamos em conhecê-lo. E isto com o
propósito supremo de torná-lo conhecido por onde passamos e através de tudo
que fazemos.
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3. A EXPRESSÃO DO CARÁTER DE DEUS

 Inquestionavelmente, a melhor maneira de se conhecer alguém


verdadeiramente, é conhecendo seu CARÁTER.

 CARÁTER: (do grego) Gravar, registro, marca.


O Caráter é o resultado daquilo que vivemos ao longo de parte da
vida (infância e, às vezes, adolescência), que imprime em nós
princípios e valores.

 Em RESUMO: Caráter é o medidor de coerência entre valores


(moralidade) e atitudes. (Saber o que é certo e, de fato, fazer o
que é certo.)

Por isso se diz que Caráter é aquilo que somos quando ninguém
está vendo. Caráter é quem realmente somos. Um caráter íntegro tem
coerência entre os princípios morais e o que se faz.

 Importante: Caráter não se herda. Caráter, se forma.


De acordo com estudos, até os 07 anos de idade, forma-se o
caráter. Caráter é formado por REPETIÇÃO.

 Portanto, uma vez que caráter diz respeito à essência da pessoa,


mostrar o caráter de Deus ao mundo é o que, de fato, tornará o Senhor
conhecido. Seu caráter deve ser visto EM NÓS.

4. CARACTERÍSTICAS DE UMA VIDA DE LOUVOR

 Algumas características são notórias para alguém que escolhe


uma vida quem tem Cristo como centro. Alguém que decide viver uma vida de
louvor (que expressa o brilho do Senhor e mostra quem Ele é) exala o bom
perfume de Cristo por onde passa.

a. Sinceridade

Sinceridade: franqueza; ausência de hipocrisia; lisura de caráter;


palavras ou observações sinceras. (Dicionário Michaellis)

(Salmos 25:16-22; Salmos 38:1-14)


 Davi não temia expor suas fragilidades diante de Deus. Ele era
franco e sem hipocrisia. O relacionamento entre eles era tão sincero, que Davi
não fazia apenas orações bonitas. Ele rasgava seu coração, como um
desabafo que fazemos a um amigo. E aqui está a beleza de sermos sinceros
com Deus. Quando rasgamos a Ele nosso coração, dizemos a Ele que Ele é
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nosso amigo. Sem dúvida, alguma, a sinceridade é algo que atrai o coração de
Deus.
 Um coração sincero reconhece seus erros. Um coração que
reconhece seus erros se arrepende, e a isso Deus não resiste.

 A sinceridade de Davi permitia que Deus se revelasse a ele.


Porque Davi era sincero, seu coração tinha acesso a Deus. E em sua
sinceridade, Davi tornava o caráter de Deus conhecido.

 O segundo aspecto da sinceridade está relacionado com a


postura que temos com nosso próximo. Um coração sincero não se força a
caber dentro de uma fôrma, para agradar determinadas pessoas. Sinceridade
também tem a ver com lisura de caráter. Um caráter reto é o mesmo diante de
muitas ou poucas pessoas, de determinadas ou de quaisquer pessoas. Um
caráter íntegro se apega à verdade, não dá lugar à mentira, não tem do que se
esconder ou temer, exala transparência. Cristo é A VERDADE, por isso, ao
sermos sinceros, mostramos quem Ele é.

“O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o


invocam com sinceridade.” (Salmos 145:18)

b. Humildade

“Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou


manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as
suas almas.” (Mateus 11.29)

 O primeiro aspecto da humildade é o reconhecimento da


autoridade de Deus.

 Davi reconhecia a autoridade de Deus, a ponto de perguntar a Ele


se era para ir a uma guerra. “E sucedeu depois disto que Davi consultou ao
SENHOR, dizendo: Subirei a alguma das cidades de Judá? E disse-lhe o
SENHOR: Sobe. E falou Davi: Para onde subirei? E disse: Para Hebrom.”
(2 Samuel 2:1; 1Samuel 23.2,12; 30.8; 2 Samuel 5.19)

 O humilde reconhece a autoridade de Deus e não tenta fazer


contatos para acelerar o processo da espera. O humilde se submete ao tempo
do Deus que prometeu. O humilde não tenta chegar do seu jeito à posição que
Deus disse que ocuparia. O humilde faz o que está em suas mãos no tempo de
hoje, sem dar uma mãozinha a Deus para ocupar logo um outro cargo. O
humilde reconhece que Deus é O SENHOR, Ele manda e tudo lhe obedece.

 O humilde reconhece que todo dom e habilidade vêm apenas de


Deus, e nunca, jamais, retém a glória para si mesmo. O humilde não usurpa o
cargo de outra pessoa. O humilde tem como objetivo ser útil para O Reino e
ponto final.
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 A humildade faz com que nos rendamos à Palavra de Deus,


seguindo o maior exemplo que a história da humanidade presenciou e
presenciará: Cristo. (Filipenses 2.8)

 O outro aspecto da humildade é o reconhecimento da autoridade


que Deus delega aos homens. Davi sabia que o trono havia sido entregue a ele
pelo próprio Deus. (1 Samuel 26.9, 23; 2 Samuel 1.14)

 Quando nos submetemos aos líderes que Deus estabeleceu,


apesar dos erros que possam cometer – por serem imperfeitos – a honra de
Deus vem sobre nós. “...Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos
humildes.” (Tiago 4:6) A bênção do Senhor está sobre um coração humilde.

c. Lealdade

 Lealdade é a capacidade de honrar compromissos. É a habilidade


de honrar aquilo com o que se comprometeu e cumprir aquilo que se diz. A
lealdade se estabelece pela palavra proferida, que vincula o compromisso que
se deve honrar.
 1 Samuel 18.3 vemos que Jonatas e Davi fizeram uma aliança,
um pacto. (1 Samuel 20:42) Aquilo que Davi havia proposto em seu coração,
em virtude da aliança com Jonatas, foi seriamente cumprido por ele. (2 Samuel
21:7)
 Quando entendemos o que é lealdade, paramos de apenas dizer
coisas, sem a intenção de cumpri-las. Quando nosso caráter é leal, aquilo que
dizemos tem um peso de responsabilidade Em nossos dias, a palavra falada
não possui praticamente valor algum.
 A lealdade do coração de Davi era fruto da essência que o próprio
Deus havia colocado nele, para ser rei. Hoje, nós, como reis e sacerdotes
(Apocalipse 5.10), contamos com a capacitação do Espírito de Deus, em nós,
para atingirmos o nível de lealdade que nos leve ao ponto de constrangimento
máximo, para cumprirmos tudo aquilo com o que nos comprometemos, para
que O Nome do Senhor seja glorificado através de nossas vidas.

d. Generosidade

 Generoso: 1 Dotado de caráter nobre. 2 Que tem qualidades ou


sentimentos nobres. 3 Que tem grandeza de alma. 4 Liberal, franco,
benevolente. (Dicionário Michaellis)

“O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece


e dá.” (Salmos 37:21)
“A alma generosa prosperará e aquele que atende também será
atendido.” (Provérbios 11:25)
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 A generosidade é o antônimo da avareza. Avareza é o apego


demasiado e sórdido ao dinheiro; o desejo imoderado de adquirir e acumular
riquezas; mesquinhez. Uma pessoa avarenta e mesquinha prefere sofrer
privações que gastar o que tem. (Dicionário Michaellis)

 (2 Coríntios 9.7) A generosidade é uma tradução do coração de


Deus. A habilidade de dar, sem esperar nada em troca foi personificada através
de Jesus Cristo. E este é o exemplo que precisamos seguir.

 Davi foi generoso, mantendo-se leal à aliança que havia feito com
Jonatas. (2 Samuel 9:1,7,11)

e. Compaixão

 (Filipenses 2.5) Que sentimento movia Jesus?

(Marcos 8:2; Lucas 17:13,14; Mateus20:34; Lucas 7:13-15;


Mateus 9:36; Mateus 14:14; Marcos 1:41)

 O que o levava a operar milagres, libertar os cativos e oprimidos


era a compaixão que o movia.

 Grego: splagchnizomai (Strong’s Concordance – G4697)

Ser movido como as entranhas, ou seja, ser movido com compaixão


(pois as entranhas foram pensadas para ser a sede do amor e da pena).

 Grego: eleeo (Strong’s Concordance – G1653)


I. Ter misericórdia de;
II. Ajudar um aflito ou alguém que busca ajuda;
III. Ajudar o aflito, trazer ajuda ao doente, desfavorecido ou infeliz;
IV. Experimentar misericórdia.

 Entranhas – Hebraico: racham (Strong’s Concordance – H7356)


I. Ventre
II. Compaixão

 Compaixão: dor que nos causa o mal alheio (Dicionário Michaelis)

Compaixão é a característica que mais nos torna parecidos com


Cristo. A sensibilidade de sentir dor ao ver a necessidade de alguém é o que
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traduz o Ministério de Jesus Cristo sobre a terra. Infelizmente, em nossos dias,


o conceito de “Ministério” tem sido completamente deturpado.

Ao analisarmos o significado da palavra “Ministério” utilizada pelo


Apóstolo Paulo em Atos 20.24, percebemos:

 Ministério – Grego: diakonia (Strong’s Concordance – G1248)


I. serviço, ministrar, especialmente aqueles que executam as
responsabilidades de ordens;
II. daqueles que, pela ordenança de Deus, proclamam e promovem
a religião entre os homens;
a) do ofício de Moisés;
b) do ofício dos apóstolos e sua administração;
c) do ofício de profetas, evangelistas, anciãos, etc.
III. a ministração daqueles que oferecem os ofícios da afeição cristã,
especialmente daqueles que ajudam a suprir necessidades
recebendo ou doando;
IV. o ofício do diácono na igreja;
V. o serviço daqueles que preparam ou servem alimento.

 O conceito bíblico de Ministério só pode ser entendido quando


olhamos para aquele que deu origem ao próprio Ministério: Jesus Cristo. O que
foi Ministério para Jesus?

 Jesus:
a) constatou uma necessidade alheia
Jesus olhou para o homem e entendeu que havia uma sentença de
condenação eterna, que separaria o homem definitivamente do Pai Celestial.

b) decidiu suprir a necessidade alheia


Jesus disse SIM ao Pai. Ele decidiu ser o instrumento para que o
homem fosse reconciliado com Deus.

c) escolheu se identificar com o necessitado


Jesus, mais que literalmente, se colocou no lugar do homem,
assumindo a dor e a culpa como se fossem suas.
“Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-
se semelhante aos homens”... (Filipenses 2:7)

d) não esperou nada em troca


Jesus não exigiu uma contraprestação. Ele não impôs condições
para suprir a necessidade do homem. Ele não disse que faria apenas por
aqueles que o amariam. Ele morreu por Judas, que o traiu.
(Hebreus 2:9) (Lucas 22:42)

 Em resumo, quando olhamos para Jesus, entendemos que


MINISTÉRIO é: identificar-se com alguém em necessidade, escolhendo supri-
la, sem esperar nada em troca.
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 Ministério não tem glamour. Ministério tem cruz. Cruz é morte.


Ministério é renúncia. Renúncia de conforto, renúncia de vontade.
(Lucas 22:42)

 O Ministério que recebemos do Senhor Jesus Cristo foi O


MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO (2 Coríntios 5.18). Este Ministério que faz
com que não tenhamos nossa vida como preciosa, porque olhamos para a
necessidade do outro e escolhemos supri-la sem esperar nada em troca.

 O Ministério é um só. A maneira como exercemos O Ministério da


Reconciliação é que muda de acordo com o chamado específico e individual,
em conformidade com os dons ministeriais que o Espírito distribuiu entre nós.

f. Continuidade (Salmos 84.4)

 A definição da palavra “continuamente” utilizada nesse trecho das


Escrituras é: sem interrupção.

 Muitas pessoas, em nossos dias, possuem dificuldade de terminar


o que começaram. Muitas interrompem cursos pela metade, projetos que
iniciaram com tanta empolgação, e etc.

 Terminar o que se inicia é integridade de caráter.

 Jesus terminou a missão que havia recebido do Pai. “Missão


dada, missão cumprida.” Eclesiastes 7.8 diz que “Melhor é o fim das coisas,
que o início delas.” Deus sempre termina o que começa.

 Em Gênesis também vemos que somente ao finalizar parte da


criação, via Deus que o que tinha feito era bom. Coisas inacabadas não fazem
parte do caráter de Deus. Coisas inacabadas geram caos. Deus é reto, ordem.
Mostrar Seu caráter requer de nós continuidade em todos os aspectos. Nada
em nossa vida deve ser interrompido, a menos que Ele faça coisas novas.

 Assim como não interrompermos o que começamos, não


podemos, de igual modo, interromper nossa comunhão com Deus. Muitos
deixamos de estudar a Palavra, orar e congregar, influenciados por nosso
“estado de espírito”, ou seja lá o que as circunstâncias possam ter causado em
nós.

 Ao completarmos aquilo que iniciamos, refletimos o caráter de


Deus. “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa
obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” (Filipenses 1.6)
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g. Constância (Salmos 71.6 – “constantemente”)

 Constância: imutável, inalterável, invariável, incessante,


certo, indubitável, unânime, uníssono; aquilo que não está
sujeito a alteração quanto ao estado ou ação, mas ocorre
sempre.

 Enquanto algumas pessoas bruscamente interrompem tantas


coisas e até mesmo sua comunicação com Deus, outras, por sua vez, vivem
altos e baixos nos ciclos e nas estações da vida.

 O que está ao nosso redor não pode influenciar, alterando a


intensidade do que fazemos ou vivemos com Deus.

 Uma das características que mais precisamos buscar, enquanto


cristãos, é o EQUILÍBRIO.

 Somos provados porque Deus quer forjar em nós a essência de Si


mesmo. A tribulação produz perseverança; a perseverança um caráter
aprovado. (Romanos 5.1-5) (Tiago 1.3)

 Não deixamos de louvá-lo (mostrar quem Ele é, dar graças, etc.)


porque as coisas não aconteceram como imaginamos. Nós o louvamos
constantemente, porque ELE é Soberano.
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5. ADORAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

ADORAÇÃO
(João 4.23, 24)
 O Pai procura por verdadeiros adoradores. A verdadeira
adoração, de acordo com as Escrituras nos esclarecem se, de fato,
não temos oferecido a Deus uma falsa adoração.

no Hebraico:

 SHACHAH (H7812 - Strong’s Dictionary) = prostrar-se; deitar no


chão com seu rosto em terra, prostrar-se em reverência.

 A realidade da época da Antiga Aliança nos mostra a visão que o


povo possuía a respeito de Deus. Naquele tempo, o Espírito Santo era
privilégio de apenas três classes de pessoas: sacerdotes, reis e profetas.

 A visão que o povo tinha acerca de Deus era muito relacionada a


respeito. Por isso, quando Deus se apresentava, imediatamente, a comunidade
se prostrava com o rosto em terra. A posição de prostração indicava a literal
rendição. O significado desse gesto era a entrega total e o reconhecimento de
que não se pretendia fazer nada, a não ser obedecer, tamanho era o respeito e
a reverência.

 Importante: A posição de adoração, do Antigo Testamento implica


em:

 Rendição: entrega absoluta do domínio sobre si mesmo.


A verdadeira adoração nos leva a uma vida onde todas as áreas são
submetidas ao senhorio de Cristo. Rendição significa entrega, perda de
controle, renúncia de vontade. A verdadeira adoração começa em nós quando
nosso coração escolhe entregar os desejos e vontades mais profundos ao
Senhor. A verdadeira adoração começa quando nos submetemos
completamente à Sua vontade Soberana, boa, agradável e perfeita. Quando
nosso coração decide abrir mão de mandar, Deus assume o controle e reina
sobre nós.

 Obediência: disposição para cumprimento de ordens.


Na verdadeira adoração, quando entregamos o controle sobre
nossas vidas, passamos a obedecer àquele que é e está acima de tudo e
todos, àquele por meio de quem tudo veio a existir: Cristo.

 Dependência: estado em que não há autossuficiência.


A verdadeira adoração nos traz o reconhecimento de que por nós
mesmos não podemos absolutamente nada. Desde a provisão até a proteção
são vindas de alguém fora de nós mesmos.
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6. ADORAÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

a) no GREGO:
 PROSKYNEO (G4352 - Strong’s Dic.)
(João 4.23, 24)

- PROS (G4314) = mover-se em direção a; aproximar-se de; estar face a face,


- PROSKYNEO = beijar a mão como uma expressão de profunda reverência.

 Novo Testamento, percebemos que a palavra utilizada para


adoração mantém o conceito do Antigo Testamento, que é a reverência.

 Aqui, a atitude de prostração não é apenas uma ação executada


por um corpo que se curva. Na realidade do Novo Testamento, a adoração é
uma atitude de CORAÇÃO. De nada adianta um corpo prostrado se não
existe um coração rendido. (Mateus 15.8: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías
a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu
coração está longe de mim.”)

 Um coração rendido, prostrado, quebrantado, o Senhor não


desprezará. (Salmos 51.17) A adoração verdadeira começa com a rendição do
coração que reconhece a Soberania de Deus, e se entrega por inteiro a Ele.

 No Novo Testamento, perceba que a reverência é feita não mais


de longe, como no Antigo Testamento. Aqui, nós nos aproximamos, nos
movemos em direção ao Soberano e o reverenciamos de perto, nos rendendo,
literalmente, aos Seus pés. Na adoração do Novo Testamento, há uma
necessidade de aproximação. (Tiago 4.8a: “Chegai-vos a Deus, e Ele se
chegará a vós...”)

 No Novo Testamento, percebemos que existe uma AÇÃO e uma


REAÇÃO, na adoração. O texto não diz que Deus se chegará a nós e nós nos
chegaremos a Ele. Existe uma ordem a ser seguida. Nós nos chegamos a Ele,
e então, Ele se chega a nós.

 AÇÃO e REAÇÃO:
A AÇÃO é do HOMEM = se aproximar
A REAÇÃO é de DEUS = se revelar

 O beijo nas mãos ou nos pés simboliza o respeito e a veneração.


Ao nos aproximarmos de Deus, na adoração, fazemos isso com o coração
rendido, e quando nos chegamos a Ele, o reverenciamos, nos prostramos e
beijamos Seus pés.

 Beijo é um ato de intimidade. Aqui, o beijo representa tanto a


intimidade quanto o respeito. Só beijamos alguém quando recebemos
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autorização para isso. E só recebemos autorização para beijar, se temos


intimidade. Deus nos permite ter intimidade com Ele, a ponto de tocá-lo. Beijar
é o ato de tocar com os lábios. Deus, em Sua santidade, se permite ser tocado
por nossos lábios. Sim, isto é intimidade.

 Lábios que confessam o caráter de Deus são lábios que


beijam a esse Deus.

 A adoração no Novo Testamento tem a ver com relacionamento.


Porque intimidade é fruto de relacionamento. E em um relacionamento, onde
há intimidade, acontece, como resultado, constante respeito e profunda
admiração.

 Nossa identidade, no Novo Testamento, é identidade de FILHOS


de Deus. Filhos devem ser íntimos de seus pais. Esta é a ordem natural das
coisas.

 Nós nos aproximamos e o buscamos, como filhos. De volta, Ele


nos dá a revelação profunda de quem Ele é. (Salmos 25.14) Deus revela Seus
segredos para aqueles que o temem. Os segredos de Deus são para aqueles
que o reverenciam. Quando nos aproximamos, em reverência, e buscamos ao
Senhor, Ele nos responde e se revela a nós: nosso Pai Celestial.

 Aqui está a chave. Louvor é mostrar quem Deus é. Adoração é


reverenciar com intimidade. Na intimidade conhecemos de verdade. Após
conhecermos de verdade, estamos aptos a tornar conhecido. Louvor é
resultado de Adoração. Eu me relaciono com Deus, em intimidade e
reverência, e por conhecê-lo como nunca antes, o torno conhecido. É um ciclo.
Louvor e Adoração caminham inseparáveis. Primeiro, eu tenho acesso a Deus.
Depois mostro aos homens quem Ele é.

LOUVOR PUBLICIDADE
CONHECIMENTO
ADORAÇÃO INTIMIDADE

b) no Grego:
 LATREUO (G3000) = Servir, ministrar a, oferecer dons; servir por
ter sido comprado; usado tanto de escravos e de homens livres.
(At 24.14)
Escravo da orelha furada (Ex 21.1-6)

SERVIR: ajudar; auxiliar; ser útil; ser prestável; prover; munir.


MINISTRAR: dar, prestar, fornecer; inspirar, sugerir.: ministrar a, oferecer
dons; servir por ter sido comprado.
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 Quando nos fazemos úteis, quando nos colocamos em uma


posição de sermos prestáveis para auxiliar, prover e dar, vivemos a plenitude
da adoração. Através da escolha de oferecermos os dons que recebemos e
servirmos porque fomos comprados pelo preço do sangue precioso de Jesus,
somos finalmente, achados como verdadeiros adoradores.

 É impossível conhecer o caráter de Deus e não reproduzir quem


Ele é. Jesus foi o maior exemplo de SERVO. (Mateus 20.28) Ele não escolheu
vir “apenas” na hora de morrer na cruz. Jesus serviu, como filho, durante toda
sua vida, até chegar o momento de cumprir a missão específica para a qual
havia sido enviado pelo Pai ao mundo.

 O verdadeiro adorador não escolhe como servir, onde servir, a


quem servir. Ele é sempre útil, prestável, doador. Ele serve porque sabe que foi
comprado e que não tem mais escolha, a não ser agradar seu Senhor. E nada
agrada mais ao Senhor que alguém que escolhe se parecer com O Cristo. O
Servo dos servos.

 Que nossas vidas reflitam o caráter de Deus. Que O Cordeiro


receba a recompensa de Seu sofrimento através de nós. Que o conheçamos
intimamente, e que Suas características fiquem tão cravadas em nós, que por
onde passarmos exalemos Seu bom perfume.

7. PRINCÍPIO BÁSICO PARA UMA VIDA DE LOUVOR

 1 Tessalonicenses 5.18: GRATIDÃO


Gratidão é reconhecimento.

 Reconhecer quem Deus é só possível se, de fato, O conhecemos.

 Conhecer verdadeiramente a Deus é resultado de uma vida de


MEDITAÇÃO na Palavra. (Josué 1.5-9)

 MEDITAR é pensar maduramente, submeter a análise, ponderar


no espírito, ruminar.

 Meditar na Palavra nos leva ao conhecimento de quem Deus é, e


quando O conhecemos somos impulsionados a uma vida de prática da Palavra.
Praticar a Palavra é obedecê-la.

 Conhecer o Caráter de Deus O torna inquestionável para nós,


apesar de quaisquer circunstâncias, principalmente as adversas.
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8. O PODER DISPONÍVEL NO LOUVOR (2 Crônicas 20)

(
1) yadah – Gn 29.35 hebraico: ‫)יָדָ ה‬ (H3034 – Strong’s Dictionary)
a. Atirar (como uma arma) (2 Cr 20.21);
b. Dar graças a Deus (2 Cr 7.3; Jr 33.9);

 Diante de circunstâncias adversas, quando escolhemos confessar


quem Deus é, experimentamos o poder disponível no Louvor.

 Ao sermos surpreendidos por más notícias, o medo e outros


sentimentos negativos não podem nos paralisar. (versos 1 e 2)

 A questão não é poder ou não poder sentir, e sim,


categoricamente, não permitir que estes sentimentos nos dominem. (verso 3)

 A reação diante das más notícias, quando conhecemos o Caráter


de Deus, é orar ao Deus a quem conhecemos. Mostramos a Ele que sabemos
quem Ele é. (versos 6 – 12)

 Quando reconhecemos quem somos e quem Deus é, o Senhor


nos responde. (versos 14 – 17)

 Muitas vezes, a Palavra do Senhor nos direciona a agir contra a


lógica humana. (verso 17)

 Quando conhecemos o Caráter de Deus, simplesmente O


obedecemos, apesar de parecer loucura. Nós assumimos a posição de
adoração, porque confiamos em quem Ele é. (verso 18)

 Com o coração prostrado (rendido, obediente e dependente =


posição de adoração), declaramos diante das circunstâncias quem é o nosso
Deus. (versos 19 e 21)

 Ao declararmos publicamente (em alta voz... verso 22) QUEM


DEUS É e sua grandeza, experimentamos o poder disponível no Louvor. Poder
capaz de mudar realidades, fazer circunstâncias e os mais poderosos homens
se curvarem diante do nosso Deus.

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UMA VIDA DE LOUVOR E ADORAÇÃO PLENA nos leva a um nível de


conhecimento de quem Deus é, onde cultivamos rendição absoluta,
obediência fiel, serviço pleno e enquanto conhecemos intimamente a
esse Deus, quem Ele é fica impregnado em nós, e por onde passamos O
fazemos conhecido.

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