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Fichamento do livro “Conhecimento Objetivo” Sir Karl POPPER

Tema: A busca da verdade nos caminhos ciência, filosofia e metafisica no sistema


popperiano
Hipótese - Qual a relação dos mundos[ 3 mundos] para a verdade?

Capitulo 1
Lvr.: (pg. 17) “...um de meus principais métodos de abordagem, sempre que esteja em jogo
problemas lógicos, é traduzir todos os termos subjetivos ou psicológicos, especialmente
‘crenças’ etc., em termos objetivos.”

Lvr.: (pg. 18) “Nenhuma quantidade de asserções de teste verdadeiras justificaria a


alegação de que uma teoria explanativa universal é verdadeira.”

Lvr.: (pg. 18) “a admissão da verdade de asserções de testes às vezes permite justificar a
alegação de que uma teoria explanativa universal é falsa.”
Lvr.: (pg. 19) “Pois, pode acontecer que nossas asserções de testes refutem algumas, mas
não todas, teorias concorrentes; e como estamos procurando uma teoria verdadeira,
preferimos aquelas cujas falsidades não foi estabelecida.”
Lvr.: (pg. 22) “mas daí decorre que somos animais argutos, precariamente colocados
num ambiente que difere grandemente de quase qualquer outro ponto do universo:
animais que lutam corajosamente para descobrir, por algum método, as verdadeiras
regularidades que regem o universo e, portanto, o nosso ambiente. É claro que, seja qual
for o método que possamos usar, nossas oportunidades de encontrar regularidades
verdadeiras são escassas, e nossas teorias conterão muitos enganos que nenhuns
misteriosos ‘cânones de indução’, básico ou não nos impedirá de cometer.”
Lvr.: (pg. 24) “O teórico interessado pela verdade deve estar também interessado pela
falsidade, porque descobrir que uma asserção é falsa é o mesmo que descobrir que sua
negação é verdadeira.”
Lvr.: (pg.28) “Minha teoria da preferência nada tem a ver com a preferência pela hipótese
‘mais provável’. Ao contrário, tenho mostrado que a testabilidade de uma teoria aumenta e
diminui com seu conteúdo informativo e, portanto, com sua improbabilidade (no sentido de
cálculo de probabilidade).”
Lvr.: (pg. 29) “Em vez de discutir a ‘probabilidade’ de uma hipótese devemos tentar
avaliar que testes, que provas ela experimentou; isto é, devemos tentar avaliar até onde
ela foi capaz de provar sua aptidão para sobreviver resistindo aos testes. Em suma,
devemos tentar avaliar até onde ela foi corroborada.”

Lvr.: (pg.28) “ [por]...corroboração de uma teoria entendo um relato conciso avaliando o


estado(num certo tempo) da discussão crítica de uma teoria com respeito ao modo por
que ela resolve seus problemas; seu grau de testabilidade; a severidade dos testes que
experimentou; e o modo pelo qual reagiu a esses testes.”

Lvr.: (pg.30) “a meu ver, tudo quanto pode ser possivelmente ‘positivo’ em nosso
conhecimento científico só é positivo até onde certas teorias, em certos momentos do
tempo, sejam preferidas a outras, à luz de nossa discussão crítica, que consiste de
refutações tentadas, inclusive testes empíricos.”

Lvr.: (pg.31) “nem mesmo caso o método torne razoavelmente certo que, se uma teoria
verdadeira deve estar entre as teorias proposta, estará entre as sobreviventes, as preferidas, as
corroboradas.”

Lvr.: (pg.32) “Em outras palavras, não há ‘confiança absoluta’; desde. Porém, que
tenhamos de escolher, será ‘racional’ escolher a teoria mais bem testada.”

Capitulo 2

Lvr.: (pg.42) “Todos nós temos nossas filosofias, estejamos ou não conscientes desse fato, e
nossas filosofias não valem grande coisa. Mas o impacto de nossas filosofias sobre nossas
ações e nossas vidas é muitas vezes devastador. Isto torna necessário que testemos melhor
nossas filosofias por meio da crítica. Esta é a única desculpa que sou capaz de oferecer pela
continuada existência da filosofia.”

Lvr.: (pg.42) “A ciência, a filosofia, o pensamento racional, todos devem partir do senso
comum.”
Lvr.: (pg.42) “toda ciência e toda filosofia são senso comum esclarecido.”
Lvr.: (pg.43) “...podemos aprender com nossos enganos, com a compreensão de que fizemos
um erro.”
Lvr.: (pg.43) “Minha primeira tese [como se dá o conhecimento] é, pois, que nosso ponto de
partida é o senso comum e que nosso grande instrumento para progredir é a crítica.”

Lvr.: (pg.43) “o problema fundamental da teoria do conhecimento é a clarificação e a


investigação deste processo, pelo qual, aqui se afirmar, nossas teorias podem desenvolver-se
ou progredir.”
Lvr.: (pg.45) “Tudo é decifração ou interpretação.”
Lvr.: (pg.48) “o que tentamos em ciência é descrever e (até onde possível) explicar a
realidade.”
Lvr.: (pg.49) “A razão é que nosso conhecimento subjetivo, mesmo o conhecimento
perceptivo, consite de disposições para agir, e é assim uma espécie de adaptação
experimental à realidade; somos, no máximo, investigadores e de qualquer modo
falíveis. Não há garantia contra o erro. Ao mesmo tempo, toda a questão da verdade e
da falsidade de nossas opiniões e teorias torna-se claramente sem sentido se não houver
realidade, mas apenas sonhos ou ilusões.”

Lvr.: (pg.51) “Nossa principal preocupação em filosofia e em ciência deve ser a procura da
verdade.”
Lvr.: (pg.51) “...uma teoria é verdadeira se, e apenas se, corresponde aos fatos.”

Lvr.: (pg. 53) “somos buscadores da verdade mas não somos seus possuidores.”

Lvr.: (pg.69) “...nosso conhecimento subjetivo da realidade consiste em amadurecer


disposições inatas.”

Lvr.: (pg.73) “...o êxito do passado está longe de assegurar o êxito do futuro.”

Lvr.: (pg.74) “Em ciência, procuramos a verdade.”

Lvr.: (pg.75) “o método da ciência é o método crítico.”


Lvr.: (pg.75) “a meta da ciência é o aumento da verossimilitude.”

Lvr.: (pg.77) “duas espécies de conhecimento; conhecimento subjetivo( que se poderia


chamar melhor conhecimento organísmico, pois consiste das disposições de organismos),
e conhecimento objetivo, ou conhecimento do sentido objetivo, que consiste do conteúdo
lógico de nossas teorias, suposições( e, se preferirmos, do conteúdo lógico de nosso
código genético.)”

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