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24/11 - 2021.

1. O que significa a Revolução Copernicana na auto-avaliação de


Kant de sua teoria do conhecimento?
2. Por que investigar a possibilidade da ciência significa investigar
a possibilidade de juízos sintéticos a priori?
3. Qual é a diferença entre o método sintético e o método analítico
na investigação filosófica própria do idealismo transcendental?
4. Como Kant pretende superar a dicotomia moderna entre
empirismo e racionalismo?
5. Como Hume despertou Kant de seu "sono dogmático" e por que
Kant acredita que Hume apesar de correto no diagnóstico, não
apresenta uma saída satisfatória?
6. Discuta algumas diferenças entre uma filosofia dogmática e uma
filosofia crítica
7. Em que medida o argumento do pedaço de cera de Descartes
antecipa os argumentos transcendentais de Kant?
8. Discuta ao menos uma semelhança e uma diferença na avaliação
de Descartes e de Kant acerca do estado da discussão em
metafísica em seus respectivos momentos históricos.
9. Por que a distinção entre fenômenos e coisa em si é tão
importante para a teoria do conhecimento kantiana?
10. Em que medida a matemática pode ser tomada como uma
construção e quais seriam algumas das consequências
filosóficas de tal tese?
11. Por que a metafísica racionalista não pode ser considerada
uma ciência para Kant?
12. Discuta duas consequências epistemológicas da caracterização
feita por Kant de juízos analíticos.
13. Discuta duas consequências epistemológicas da caracterização
kantiana de juízos sintéticos.
14. Mostre onde reside a diferença da fundamentação da
objetividade entre Descartes e Kant.
15. Segundo Kant, qual é o fundamento da objetividade de nossos
juízos necessários e universais da experiência?
16. Por que o juízo “a linha reta é a menor distância entre dois
pontos” deve pressupor o entendimento, especialmente o
conceito de grandeza?
17. Porque o juízo "se o sol ilumina a pedra, então ela aquece"
seria um juízo sintético?
18. Hume defende que não há necessidade lógica na relação de
causalidade entre eventos. Não se extrai necessariamente a
existência de um evento a partir de outro. Contudo, vivemos em
mundo onde os eventos parecem de fato estar organizados
causalmente e de maneira necessária. De fato, nada parece
falsificar a causalidade pensada como princípio. Como Kant
resolve este problema?
19. Por que Kant acredita que o ceticismo brotou originariamente
da metafísica e de sua dialética indisciplinada?
20. Explique, segundo Kant, a propensão da razão para ilusões
metafísicas e excessos filosóficos.
21. Por que a solução de Kant para o problema do conhecimento
baseado na noção de experiência possível não redunda nem no
subjetivismo e nem no empirismo?