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HISTÓRIA FRENTE A

História
Semana 01 Frente A

Bíblia. Seriam uma das Dez Tribos Perdidas de Israel ou


sobreviventes da Atlântida?
PRIORI, M. del. História da Gente Brasileira: colônia. São Paulo. Leya, 2016.
1.1 Pré-colonial (VOT2021)

A descoberta da América gerou espanto e indagações


VIDEOAULA entre os europeus. De acordo com o texto da historiadora
Mary del Priori, os europeus buscavam explicações

A  racionais e antropocêntricas nos manuais de História.


MARATONA FINAL B  mitológicas e religiosas através de um imaginário antigo.
C  empíricas e científicas através de pesquisas universitárias.
D  apologéticas e enaltecedoras da cultura ameríndia.
E  técnicas e verdadeiras através estudos científicos.
QUESTÃO 01
RESOLUÇÃO

Revisão Final Rebobina ANOTAÇÕES


[...] todos pardos, todos nus, sem nenhuma cousa que
cobrisse suas vergonhas [...] E Nicolau Coelho lhes fez sinal
que pousassem os arcos. E eles os depuseram. Mas não
pôde deles haver fala nem entendimento que aproveitasse,
por o mar quebrava na costa. Somente deu-lhes barrete
vermelho e uma carapuça de linho que levava na cabeça,
e um sombreiro preto. E um deles lhe deu um sombreiro de
penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas
vermelhas e pardas, como papagaio.
Carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei de Portugal (1500). VOT2021

O documento acima é considerado a certidão de


nascimento do Brasil. Nele, o escrivão Caminha descreve
os primeiros contatos com os nativos dessas terras. Sobre a
imagem que se teve dos índios, o escrivão

A  contesta sua natureza selvagem.


B  homologa o mito do bom selvagem.
C  refuta a possibilidade de conversão.
D  rejeita a natureza humana do nativo.
E  ratifica o achado de uma nova civilização.

RAIO X DO REBOBINA

QUESTÃO 02
RESOLUÇÃO

Treinamento

[...] De “cor parda, em geral bem formados de nariz e


rosto bonitos”, no relato do escrivão Caminha, os índios
andavam nus, o que foi percebido como uma forma de
inocência e estupidez. A ornamentação com penas
coloridas e tatuagens, “espécie de tecido assaz belo”,
impressionou. [...] Mesmo pertencendo a diferentes nações,
tamoio, tupinambá, caeté ou potiguar, passaram a ser
“gentios”. Na Europa, as especulações sobre sua origem
interrogavam os sábios. Afinal, não eram mencionados na

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Semana 01
História Frente A

1.5 Ciclo do Açúcar e Sociedade Colonial

VIDEOAULA

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Semana 01
História Frente A

A  miscigenação através de uma visão romântica.


B  aculturação imposta pela violenta colonização.
MARATONA FINAL C  dominação e formação da mestiçagem.
D  catequização e submissão cultural.
E  exploração e segregação cultural.
QUESTÃO 01
RESOLUÇÃO

QUESTÃO 03

RESOLUÇÃO
Revisão Final Rebobina
Treinamento
Próxima ao engenho ficava a casa-grande, residência
do proprietário, que congregava funções de fortaleza, Por vezes contida na casa-grande, por vezes espacialmente
hospedaria e escritório. Ela poderia ser térrea ou possuir separada, a capela era peça essencial desse universo. Nos
dois andares, mas poucas vezes alcançou proporções domingos e feriados suas fileiras de cadeiras, usualmente
imponentes. Até o século XVII, essas habitações, geralmente de madeira, não davam conta de acolher a movimentação
feitas de taipas e com telhado de sapé, pareciam inclusive da família extensa do senhor, dos lavradores vizinhos e dos
despretensiosas. Apesar disso, os senhores procuravam moradores que gravitavam em torno do engenho. Também
fazer delas ícones de sua projeção e do acúmulo de poder os cativos eram convocados a participar das celebrações
econômico, social e político. Os senhores formavam uma religiosas, e batizavam-se muitos deles ritualmente na
espécie de aristocracia da riqueza e do poder, não uma chegada, quando isso já não houvesse ocorrido na África.
SCHWARCZ, L. M; STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia
nobreza hereditária do tipo europeu. das Letras, 2015. VOT2020.
SCHWARCZ, L. M; STARLING, H. M. Brasil: uma biografia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2015 (adaptado). VOT2021.
A religião católica foi parte fundamental no processo de
A casa-grande era a residência do senhor de engenho no colonização do Brasil e na formação da mentalidade do seu
Nordeste açucareiro. Na sociedade colonial, o senhor de povo. O texto acima revela a importância da Capela como
engenho fator de

A  conservava a nobreza de seus antepassados. A  fusão social e distinção cultural.


B  representava o senhor feudal dos trópicos. B  aglutinação social e formação cultural.
C  formava uma elite de caráter mercantilista. C  separação social e discriminação cultural.
D  desprezava os valores mundanos e materiais. D  desvinculação social e sincretismo religioso.
E  ignorava o estilo de vida dos cristãos europeus. E  conglomeração social e repreensão religiosa.

RAIO X DO REBOBINA RAIO X DO ENEM

QUESTÃO 02 QUESTÃO 04
RESOLUÇÃO
RESOLUÇÃO

Treinamento Treinamento

Meu pai disse que meu avô contou que minha avó era muito (ENEM 2020 1° APLICAÇÃO) Porque todos confessamos
linda e que olhou bem nos seus olhos antes de correr. Meu não se poder viver sem alguns escravos, que busquem a
avô ficou enfeitiçado por ela. Imediatamente ele tirou o laço lenha e a água, e façam cada dia o pão que se come, e
do lombo do cavalo em que estava montado e a laçou. Ela, outros serviços que não são possíveis poderem-se fazer
no começo, esperneou, gritou, chamou pelos outros ‘índios’, pelos Irmãos Jesuítas, máxime sendo tão poucos, que seria
mas ninguém voltou, e meu avô a levou para casa e com necessário deixar as confissões e tudo mais. Parece-me
ela teve nove filhos. Meu avô contou para meu pai que vovó que a Companhia de Jesus deve ter e adquirir escravos,
era baixinha, tinha cabelos longos bem pretinhos e olhos justamente, por meios que as Constituições permitem,
puxadinhos. Ela ficava horas sentada na frente de casa quando puder para nossos colégios e casas de meninos.
LEITE, S. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro:
penteando os cabelos e com os olhos perdidos no horizonte. Civilização Brasileira, 1938 (adaptado).
Meu avô dizia que ela ficou a vida inteira aguardando que
sua ‘tribo’ viesse resgatá-la. Nunca ninguém apareceu. O texto explicita premissas da expansão ultramarina
http://danielmunduruku.blogspot.com.
portuguesa ao buscar justificar a
O texto traz a memória contemporânea de um dos netos
de mulheres indígenas que foram “pegas no laço”, prática A  propagação do ideário cristão.
recorrente desde o período colonial até o início do século B  valorização do trabalho braçal.
XX. No processo de formação do povo brasileiro, o caso C  adoção do cativeiro na Colônia.
mencionado é emblemático porque evidencia a D  adesão ao ascetismo contemplativo.
E  alfabetização dos indígenas nas Missões.

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Semana 01
História Frente A

QUESTÃO 05
RESOLUÇÃO

ANOTAÇÕES
Treinamento

(ENEM 2020 DIGITAL) As pessoas do Rio de Janeiro se fazem


transportar em cadeirinhas bem douradas sustentadas
por negros. Esta cadeira é seguida por um ou dois negros
domésticos, trajados de librés mas com os pés nus. Se é
uma mulher que se transporta, ela tem frequentemente
quatro ou cinco negras indumentadas com asseio; elas vão
enfeitadas com muitos colares e brincos de ouro. Outras
são levadas em uma rede. Os que querem andar a pé são
acompanhados por um negro, que leva uma sombrinha ou
guarda-chuva, como se queira chamar.
LARA, S. H. Fragmentos setecentistas. São Paulo: Cia. das Letras, 2007
(adaptado).

Essas práticas, relatadas pelo capelão de um navio que


ancorou na cidade do Rio de Janeiro em dezembro de 1748,
simbolizavam o seguinte aspecto da sociedade colonial:

A  A devoção de criados aos proprietários, como expressão


da harmonia do elo patriarcal.
B  A utilização de escravos bem-vestidos em atividades
degradantes, como marca da hierarquia social.
C  A mobilização de séquitos nos passeios, como evidência
do medo da violência nos centros urbanos.
D  A inserção de cativos na prestação de serviços pessoais,
como fase de transição para o trabalho livre.
E  A concessão de vestes opulentas aos agregados, como
forma de amparo concedido pela elite senhorial.

QUESTÃO 06
RESOLUÇÃO

Treinamento

(ENEM 2020 2o APLICAÇÃO) Ao longo de uma evolução


iniciada nos meados do século XIV, o tráfico lusitano se
desenvolve na periferia da economia metropolitana e das
trocas africanas. Em seguida, o negócio se apresenta como
uma fonte de receita para a Coroa e responde à demanda
escravista de outras regiões europeias. Por fim, os africanos
são usados para consolidar a produção ultramarina.
ALENCASTRO, L. F. O trato dos viventes. São Paulo: Cia. das Letras, 2000
(adaptado).

A atividade econômica destacada no texto é um dos


elementos do processo que levou o reino português a

A  utilizar o clero jesuíta para garantir a manutenção da


emancipação indígena.
B  dinamizar o setor fabril para absorver os lucros dos
investimentos senhoriais.
C  aceitar a tutela papal para reivindicar a exclusividade
das rotas transoceânicas.
D  fortalecer os estabelecimentos bancários para financiar
a expansão da exploração mineradora.
E  implementar a agromanufatura açucareira para viabilizar
a continuidade da empreitada colonial.

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Semana 01
História Frente A

1.6 Crise do Sistema Colonial e Ciclo da Mineração

VIDEOAULA

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Semana 01
História Frente A

Texto II

MARATONA FINAL Em maio de 1789, Tiradentes foi preso, no Rio de Janeiro,


durante uma de suas viagens para agregar adeptos
às ideias de sedição. Ele não era o líder da Conjuração
Mineira; era seu principal propagandista. Era dotado de
QUESTÃO 01
RESOLUÇÃO

impressionante habilidade de persuadir o outro. Nos Autos


da Devassa, confessou que escolhia com cuidado as
Revisão Final Rebobina frases com que deveria aliciar novos partidários. Tiradentes
entremeava a pregação sediciosa com modinhas que
A Proclamação da República favoreceu a projeção do cantava ao violão, o que aumentava seu sucesso nos locais
movimento e a transformação da figura de Tiradentes de sociabilidade, onde se reunia a gente do povo: bordeis,
em mártir republicano. Existia uma base real para isso. Há como a casa das Pilatas; as pousadas, como a hospedaria
indícios de que o grande espetáculo, montado pela Coroa de João da Costa Rodrigues, na beira do Caminho Novo, as
portuguesa para intimidar a população da Colônia, causou tabernas, como o do arraial de Matosinho. Tudo isso explica
efeito contrário, despertando simpatia pelos inconfidentes. porque a pena aplicada a ele pela Coroa foi exemplar,
A atitude de Tiradentes, assumindo toda a responsabilidade espetacular e “pública”.
SCHWARCZ, L. M; STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia
pela conspiração e o sacrifício final facilitaram a mitificação das Letras, 2015. VOT2020.
de sua figura, logo após a Proclamação da República. O
21 de abril passou a ser feriado, e Tiradentes foi cada vez A diferença entre a historiografia tradicional, do texto
mais retratado com traços semelhantes às imagens mais I, e versão apresentada no texto II demonstra que a
divulgada de Cristo. Inconfidência Mineira
FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo,
2015. VOT2021
A  permaneceu restrita aos locais frequentados por maçons.
A imagem do Tiradentes como herói nacional surgiu como B  foi do conhecimento de todos e teve forte adesão
um processo contrário à vontade do governo português na popular.
época da sua execução. A intenção da Coroa portuguesa C  ficou restrita aos locais frequentados por gente sem
era instrução.
D  chegou ao conhecimento do povo, sem que houvesse
A  demonstrar seu poder de repressão contra futuros forte adesão.
rebeldes. E  limitou seu raio de ação à capitania afetada pela
B  comprovar que os inconfidentes não possuíam motivos cobrança da derrama.
para revolta.
C  manifestar a vontade de criar um herói nacional para um
povo sem fé.
D  consolidar o cristianismo numa época marcada pelo
RAIO X DO ENEM
ateísmo iluminista.
E  expressar sua preocupação com o bem-estar dos
colonos de boa índole. QUESTÃO 03
RESOLUÇÃO

Treinamento
RAIO X DO REBOBINA
(ENEM 2020 2o APLICAÇÃO) Uma sombra pairava sobre
as tão esperadas descobertas auríferas: a multidão
de aventureiros que se espalhara por serras e grotões
QUESTÃO 02
RESOLUÇÃO

mostrava-se criminosa e desobediente aos ditames da


Coroa ou da Igreja. Carregavam consigo tantos escravos
Treinamento que o preço da mão de obra começara a aumentar na
Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro. Ao fim de dez anos,
Texto I a tensão entre paulistas e forasteiros, entre autoridades e
mineradores, só fazia aumentar.
DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil.
De acordo com a versão tradicional da História, os
São Paulo: Planeta, 2010.
participantes da revolta em Minas Gerais eram todos
ligados às elites locais e pretendiam melhorar sua situação
com a formação de um governo livre dos impostos e No contexto abordado, do início do século XVIII, a medida
representantes do poderio metropolitano. Até mesmo o tomada pela Coroa lusitana visando garantir a ordem na
alferes Tiradentes, segundo alguns pesquisadores, tinha região foi a
uma condição financeira relativamente confortável.
SCHWARCZ, L. M; STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia A  regulamentação da exploração do trabalho.
das Letras, 2015. VOT2020. B  proibição da fixação de comerciantes.
C  fundação de núcleos de povoamento.
D  revogação da concessão de lavras.
E  criação das intendências das minas.

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Semana 01
História Frente A

QUESTÃO 04
RESOLUÇÃO

ANOTAÇÕES
Treinamento

(ENEM 2020 2o APLICAÇÃO) A Inglaterra não só os produzia


em condições técnicas mais avançadas do que o resto
dos países, como os transportava e distribuía. Tinha, pois,
necessidades de mercados, e foi por isso que se esforçou,
naquela etapa de sua história, para criá-los e desenvolvê-
los. O Tratado de Methuen em 1703 estabelecia a compra
dos tecidos ingleses por parte de Portugal, enquanto a
Inglaterra se comprometia a adquirir a produção vinícola
dos lusitanos.
SODRÉ, N. W. As razões da independência. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1969 (adaptado).

No contexto político-econômico da época, esse tratado


teve como consequência para os britânicos a

A  aplicação de práticas liberais.


B  estagnação de superávit mercantil.
C  obtenção de privilégios comerciais.
D  promoção de equidade alfandegária.
E  equiparação de reservas monetárias.

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Semana 01
História Frente A

e a sustentação do governo monárquico a ser instalado no


Rio de Janeiro.
SCHWARCZ, L. M. O dia em que Portugal fugiu para o Brasil. Revista de
1.7 Período Joanino História da Biblioteca Nacional. Ano 1, no 1, julho 2005. Rio de Janeiro. VOT
2021.

VIDEOAULA A transferência da família real portuguesa para o Brasil


ocorreu num contexto de grande agitação que sacudia
a Europa desde a queda da Bastilha no idos de 1789. A
ascensão de Napoleão e sua disputa econômica e militar
MARATONA FINAL com os britânicos deixou o Príncipe D. João numa dicotomia,
pois

A  aliando-se aos franceses perderia a amizade das nações


QUESTÃO 01
RESOLUÇÃO

europeias.
B  unindo-se aos ingleses poderia perder o Brasil para os
Revisão Final Rebobina norte-americanos.
C  associando-se ao bloqueio napoleônico poderia ver os
ingleses libertando o Brasil.
A vinda da família real deslocou definitivamente o eixo D  juntando-se aos norte-americanos poderia ser atacado
da vida administrativa da Colônia para o Rio de Janeiro, por franceses e ingleses.
mudando também a fisionomia da cidade. Entre outros E  filiando-se aos franceses não teria acesso a qualquer
aspectos, esboçou-se aí uma vida cultural. O acesso aos produto manufaturado.
livros e uma relativa circulação de ideais foram marcas
distintivas do período. Em setembro de 1808, veio a público
o primeiro jornal editado na Colônia; abriram-se também
teatros, bibliotecas, academias literárias e cinetíficas, para RAIO X DO ENEM
atender aos requisitos da Corte e de uma população urbana
em rápida expansão. O população da capital dobrou de
tamanho em treze anos, chegando a 100 mil habitantes.
QUESTÃO 03
RESOLUÇÃO

Muitos dos novos habitantes eram imigrantes, não apenas


portugueses, mas espanhóis, franceses e ingleses que
viriam a formar uma classe média de profissionais e artesãos Treinamento
qualificados.
FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo,
2015. VOT2021 (ENEM 2020 1° APLICAÇÃO) O movimento sedicioso ocorrido
na capitania de Pernambuco, no ano 1817, foi analisado de
A transferência da família real para o Brasil provocou formas diferentes por dois meios de comunicação daquela
alterações na vida cultural da colônia. No entanto, essa época. O Correio Braziliense apontou para o fato de ser “a
nova realidade cultural era comoção no Brasil motivada por um descontentamento
geral, e não por maquinações de alguns indivíduos”. Já a
A  limitada aos cidadãos de língua portuguesa. Gazeta do Rio de Janeiro considerou o movimento como
B  acessível a todo cidadão habitante da capital. um “pontual desvio de norma, apenas uma ‘mancha’
C  privativa dos imigrantes europeus e homens cultos. nas ‘páginas da História Portuguesa’, tão distinta pelos
D  reservada ao rei e aos membros da família real. testemunhos de amor e respeito que os vassalos desta
E  circunscrita às camadas ricas e dominantes. nação consagram ao seu soberano”.
JANCSÓ, I.; PIMENTA, J. P. Peças de um mosaico. In: MOTA, C. G. (Org.).
Viagem Incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). São Paulo: Senac,
2000 (adaptado).

RAIO X DO REBOBINA Os fragmentos das matérias jornalísticas sobre o


acontecimento, embora com percepções diversas,
relacionam-se a um aspecto do processo de independência
QUESTÃO 02 da colônia luso-americana expresso
RESOLUÇÃO

em dissensões entre
Treinamento
A  quadros dirigentes em torno da abolição da ordem
escravocrata.
Na madrugada de 25 de dezembro de 1807, quando D. B  grupos regionais acerca da configuração político-
João encerrou a sessão do Conselho de Estado, a decisão territorial.
estava tomada. A família real deveria embarcar para o Brasil C  intelectuais laicos acerca da revogação do domínio
daí a dois dias, antes que as tropas de Napoleão, que já eclesiástico.
tinham cruzado as fronteiras lusitanas, alcançassem Lisboa. D  homens livres em torno da extensão do direito de voto.
Chegara enfim a hora de se executar um plano que já se E  elites locais acerca da ordenação do monopólio fundiário.
conhecia de cor, e de traçar, rapidamente, o procedimento
operacional de uma gigantesca tarefa: mudar, da terra
para o mar, tudo e todos que significassem a sobrevivência

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Semana 01
História Frente A

QUESTÃO 04
RESOLUÇÃO

Treinamento

(ENEM 2020 2a APLICAÇÃO) A originalidade do Absolutismo


português talvez esteja no fato de ter sido o regime político
europeu que melhor sintetizou a ideia do patrimonialismo
estatal: os recursos materiais da nação se confundindo com
os bens pessoais do monarca.
LOPES, M. A. O Absolutismo: política e sociedade na Europa moderna.
São Paulo: Brasiliense, 1996 (adaptado).

Na colonização do Brasil, o patrimonialismo da Coroa


portuguesa ficou evidente

A  nas capitanias hereditárias.


B  na catequização indígena.
C  no sistema de plantation.
D  nas reduções jesuítas.
E  no tráfico de escravos.

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