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PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
Prof. Methodio Godoy
TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

INTRODUÇÃO
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SISTEMAS DE PROTEÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS
▪ São transformadores cuja função é reproduzir
os sinais de tensão ou de corrente que circula
pelo enrolamento primário num nível de tensão
compatível com a classe de isolamento dos
equipamentos de medição, proteção, comando
e controle.
▪ Se dividem em:
• Transformadores de Corrente ou TC e
• Transformadores de Potencial ou TP.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS
▪ Se dividem em:
▪ Transformadores de Corrente:
• Medição e
• Proteção.
▪ Transformadores de Potencial,
• Indutivos e
• Capacitivos.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES
DE POTENCIAL TRANSFORMADORES
DE CORRENTE

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

ASPECTOS BÁSICOS
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS BÁSICOS
▪ Os transformadores de potencial quase não
causam problemas no que se refere à prote-
ção, mas são críticos para instrumentação e
medição (requerem boa exatidão);
▪ A tensão do enrolamento secundário dos trans-
formadores de potencial é padronizada em:
• 115 – 115 / √3 (ASA-ABNT)
• 110 – 110 / √3 (IEC)

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADOR DE POTENCIAL

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

LIGAÇÃO DO TP (EM PARALELO)

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS
PARA PROTEÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS BÁSICOS
▪ Em vários países os enrolamentos secundários
dos TC's são padronizados em 5 A, hoje o valor
de 1 A é adotado.
▪ A tensão do enrolamento secundário dos trans-
formadores de potencial é padronizada em:

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS BÁSICOS
▪ Transformadores de potencial quase não cau-
sam problemas no que se refere à proteção,
mas são críticos para instrumentação e medi-
ção (requerem boa exatidão);
▪ Transformadores de corrente são um problema
constante para a proteção, (necessidade de re-
produzir elevadas correntes com componen-
tes DC) porém não trazem maiores problemas
para a instrumentação e medição.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SINAIS DE
CORRENTE
E TENSÃO
DOS TIs

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ARRANJO FÍSICO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADOR DE POTENCIAL

Fiação que vem do TP para o


quadro de proteção na sala
de comando.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE CORRENTE

Fiação que vem do


TC para o quadro
de proteção na sa-
la de comando.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

DISJUNTOR

Fiação que vem do quadro de


proteção para o quadro de
comando do disjuntor

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SALA DE COMANDO

ENTRADA EXTERNA

ACESSO AO PÁTIO
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ENTRADA DA CANALETA NA SALA DE


COMANDO

SALA DE COMANDO

CANALETA COM CABOS


DO PÁTIO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SALA DE COMANDO

INTERIOR DA SALA
PAINÉIS DE PROTEÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

QUADRO DE PROTEÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SALA DE COMANDO

PAINÉIS DE PROTEÇÃO

SALA DE BATERIAS
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CABANA DE RELÉ

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

QUADRO DE FIAÇÃO DE MPCC

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

SERVIÇOS AUXILIARES
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SERVIÇOS AUXILIARES
▪ Os serviços auxiliares consistem num conjunto
de equipamentos que fornecem alimentação
CA e CC de suporte a uma subestação, desde
aparelhos de ar condicionado até à alimen-
tação dos motores para manobrar aparelhos
de alta tensão.
▪ Para as subestações onde se deseja confia-
bilidade devem existir duas fontes indepen-
dentes tanto para CA como para CC.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGAS
▪ As cargas abrangidas por um sistema de Ser-
viços Auxiliares são geralmente agrupadas de
acordo com o grau de continuidade que as
mesmas exigem das fontes.
▪ Se classificam em:
• Cargas Permanentes
• Cargas Essenciais
• Cargas Não Essenciais

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGAS PERMANENTES
▪ São aquelas que não podem sofrer interrup-
ções e estão relacionadas à continuidade ope-
racional do sistema principal e à segurança de
pessoas e instalações.
▪ Nestas cargas, é usual adotar a alimentação
em CC e/ou, na impossibilidade de implanta-
ção de sub-sistemas em CC, através de UPS
(associadas ao barramento de cargas essen-
ciais) com autonomia suficiente para aguardar
a ativação de sistema de geração própria.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

EXEMPLOS DE CARGAS PERMANENTES

▪ Sistemas de Medição, Proteção, Contro-


le, Sinalização e Telemedição.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGAS ESSENCIAIS
▪ São aquelas que só admitem interrupções de
curta duração, o desligamento de tais cargas
por períodos mais longos pode afetar a con-
fiabilidade da subestação.
▪ São alimentadas em CA e exigem que a fonte
seja confiável.
▪ Exemplos: carregadores de baterias, motores
para carregamento de molas de disjuntores,
registradores gráficos, iluminação essencial, e-
quipamentos de comunicação...
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGAS NÃO ESSENCIAIS


▪ São aquelas que ocorrem interrupções por
tempo mais prolongado.
▪ Geralmente são alimentadas em corrente
alternada.
▪ Exemplos: iluminação normal, tomadas de uso
geral, aquecimento de equipamentos, refrige-
ração de transformadores, condicionamento
de ar e outros.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGAS DE EMERGÊNCIA
▪ São cargas que precisam ser alimentadas
quando se perde o sistema CA abrange a ilu-
minação de balizamento e segurança.
▪ Compõe-se por grupos autônomos ou centrais
de iluminação de emergência (para alimenta-
ção de lâmpadas incandescentes/halógenas
em corrente contínua).
▪ Proporcionam iluminância baixa e não unifor-
me, para que se possa circular no local, visua-
lizar a instrumentação de painel.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SALA DE BATERIAS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

ARQUITETURA DE MPCC
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ARQUITETURA DE MPCC NUMA SE

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

N0 - NÍVEL DE PROCESSO
▪ É o nível onde estão os equipamentos como
TCs, TPs, disjuntores, transformadores …
▪ As informações obtidas são analógicas e/ou
digitais obtidas a partir de dispositivos projeta-
dos para trabalharem em ambiente adverso no
próprio equipamento ou componente.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

N1 - NÍVEL DE BAY OU VÃO


▪ Onde estão os dispositivos digitais conhecidos
como IEDs (Dispositivos Eletrônicos Inteligen-
tes) que interagem diretamente com o pro-
cesso no nível zero.
▪ Tais dispositivos são os relés de proteção,
controladores de bays, etc,

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

N2 - NÍVEL DE SUBESTAÇÃO
▪ Onde se encontram unidades de controle, ga-
teways, computadores, softwares de super-
visão e controle local.
▪ Este nível recebe dados dos IEDs do nível de
bay e os utiliza para tomada de decisão local,
além de realizar comunicação com o nível
superior remoto.
▪ O enlace entre todos estes níveis, são as
redes de comunicação de processo (entre
nível 0 e nível 1) e de barramento ( entre nível
1 e nível 2).
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

N3 - NÍVEL DE CENTRO DE CONTROLE


▪ É o nível onde estão os Centros de Operação
recebendo as informações das instalações,
processando-as e disponibilizando num soft-
ware tipo SCADA.
▪ No SIN é muito adotada a arquitetura de proto-
colo aberto desenvolvida pelo CEPEL que é o
SAGE usado tanto no Nível 2 quanto no Nível
3.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CENTRO DE OPERAÇÃO
▪ Um Centro de Operação de um Sistema Elé-
trico (COS) pode ter funcionalidades divididas
em três partes:
• Pré-Operação,
• Operação em Tempo Real,
• Pós-Operação.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ESTADOS DE OPERAÇÃO
▪ Seguro (Normal-seguro): o SEP atende à
carga, às restrições operativas e às condições
de segurança.
▪ Alerta (Normal-alerta): o SEP atende à carga e
às restrições operativas, porém não atende às
condições de segurança.
▪ Emergência: o SEP atende à carga, porém
viola restrições operativas.
▪ Restaurativo: o SEP não atende às restrições
de carga, há consumidores desligados.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CENTRO DE OPERAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PRÉ-OPERAÇÃO
▪ Analisar e liberar as solicitações de inter-
venção no sistema elétrico, geralmente aque-
las no sentido de trabalhos de manutenção em
equipamentos em redes, linhas, subestações
ou usinas.
▪ Podem ser solicitações internas da própria
empresa ou externas como agentes do SIN,
ONS, etc.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

OPERAÇÃO EM TEMPO REAL


▪ Atividades do dia a dia diretamente na opera-
ção do sistema elétrico, como controle de ten-
são, manobras em chaves e disjuntores, moni-
torar carregamento de linhas de transmissão e
transformadores, monitorar intercâmbios entre
áreas, etc.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PÓS-OPERAÇÃO
▪ Analisar a operação como relatórios de o-
corrências e registros históricos de dados,
efetuar estudos, interagir com outras áreas
internas como proteção, automação, manu-
tenção, escritórios regionais, etc.
▪ A pós-operação também trata dos indicadores
de qualidade e do gerenciamento de banco de
dados, podendo vir a realizar consistência de
dados históricos em conjunto com o ONS.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SISTEMA SUPERVISÓRIO PARA CENTROS


DE OPERAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

DEFINIÇÕES E CONCEITOS
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
▪ Os transformadores de potencial são equipa-
mentos reproduzem o sinal de tensão do en-
rolamento primário permitindo conectar os ins-
trumentos de medição e proteção sem que seja
necessário possuir tensão de isolamento de
acordo com a da rede à qual estão ligados.
▪ Os transformadores de potencial possuem um
enrolamento primário de muitas espiras e um
enrolamento secundário na tensão de 115 V,
ou, 115 /√3 V.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

TRANSFORMADORES
DE POTENCIAL
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS BÁSICOS DOS TPs


▪ Não há grandes diferenças construtivas entre
os transformadores de potencial para medição
e proteção, sendo que, muitas vezes, um único
equipamento atende às duas necessidades.
▪ Nessas situações o transformador de potencial
possui dois enrolamentos secundários, um des-
tinado ao sistema de medição e outro destina-
do ao sistema de proteção.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

LIGAÇÕES DE CADA TP

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

POLARIDADE E LIGAÇÕES DO TP

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
▪ Os TPs se classificam:
• INDUTIVOS: São utilizados em tensões de
600V a 69KV. São conectados nas barras
de 69 kV até 138KV quando não se utiliza a
tecnologia de Carrier para comunicação. Po-
dem ser à óleo mineral e a seco.
• CAPACITIVOS: São utilizados em tensões
maiores ou iguais a 230 kV e de 69 kV e 138
kV nas barras quando se utiliza a tecnologia
de Carrier para comunicação.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TP INDUTIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TP CAPACITIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ESCOLHA ENTRE TPC e TPI


▪ Para tensões menores ou igual a 69 kV os TPI’s
tem menor custo.
▪ O TPC é usado quando são adotados os siste-
mas de comunicação via Carrier.
▪ Os sistemas de transmissão tipo "CARRIER",
são usados para a transmissão e recebimento
de dados, voz e sinal para a teleproteção.
▪ Eles utilizam os próprios condutores para trans-
missão de sinais de comunicação.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPARAÇÃO TPI x TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

DESEMPENHO DO TP EM FALTAS
▪ Na ocorrência de um curto próximo do TP não
a risco de saturação.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

DESEMPENHO DO TP
▪ Quando o curto é na barra ou muito próximo a
tensão da barra sendo baixa pode introduzir
grandes erros na medição.

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

GRUPOS DE LIGAÇÃO
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

GRUPOS DE LIGAÇÃO
▪ GRUPO 1 – São aqueles projetados para liga-
ção entre fases utilizados nos sistemas de até
34,5 KV.
▪ GRUPO 2 – São aqueles projetados para liga-
ção entre fases e neutro de sistemas direta-
mente aterrados, isto é: R0/X1≤1.
▪ GRUPO 3 - São aqueles projetados para liga-
ção entre fases e neutro de sistemas onde não
se garante a eficácia do aterramento.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CONEXÕES USADAS NOS TPs

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CONEXÕES USADAS NOS TPs

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPs DO GRUPO 1 Á SECO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPIs GRUPO 2 A OLÉO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPCs GRUPO 2 A OLÉO

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

ASPECTOS CONSTRUTIVOS
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS
▪ Os TPs são fabricados em conformidade com o
grupo de ligação requerido, com as tensões
nominais primárias com o tipo de instalação
desejado.
▪ O enrolamento primário é constituído de uma
bobina de várias camadas de fio de cobre,
submetido a uma esmaltação, em geral dupla,
enrolado em um núcleo de ferro magnético.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS
▪ O enrolamento secundário é constituído de fios
de cobre duplamente esmaltados e isolado do
núcleo e do enrolamento primário por meio de
fitas e folhas de papel especial.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CLASSIFICAÇÃO
Os TPs se classificam quanto ao isolamento em:
▪ A óleo isolante,

▪ A seco e

▪ A gás SF6

Quanto a aplicação:
▪ Uso interno

▪ Uso externo

Quanto a construção:
▪ Indutivo

▪ Capacitivo

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPs A SECO
▪ Possuem o núcleo com as respectivas bobinas
encapsulados de modo a evitar a formação de
bolhas em seu interior em epóxi.
▪ São adotados em níveis de tensão abaixo de
138 kV
▪ Abaixo de 34,5 kV são muito utilizados para
aplicações internas.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPI Á SECO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPs A ÓLEO ISOLANTE


▪ A formação de bolhas em seu interior, o que,
para tensões elevadas, se constitui num fator
de defeito grave, como veremos mais adiante.
▪ Se o TP for a óleo, o núcleo com as respec-
tivas bobinas são secos sob vácuo e calor.
▪ O TP, ao ser montado, é tratado a vácuo para
em seguida ser preenchido com óleo isolante.
▪ Os TPs a gás são usados em elevadas tensões

e tem ainda custo mais elevado

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TP Á ÓLEO ISOLANTE
▪ Nos TPs a óleo, no tanque é acomodado o nú-
cleo com os enrolamentos.
▪ O núcleo é construído com chapas de aço-
silício pintadas ou galvanizadas.
▪ Alguns TPs possuem tanque de expansão de
óleo.
▪ Na parte inferior do TP estão localizados o
tanque com os elementos ativos, e a caixa dos
terminais secundários.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPI Á OLÉO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPI

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
INDUTIVOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
INDUTIVOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPCs - CAIXA DE TERMINAIS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPCs - INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPCs - CONECTOR DE ATERRAMENTO DO


NEUTRO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVO
▪ Os transformadores deste tipo são construídos
basicamente com a utilização de dois conjun-
tos de capacitores que servem para fornecer
um divisor de tensão e permitir a comunicação
através do sistema Carrier. São construídos
normalmente para tensões iguais ou superiores
a 138kV.
▪ O TPC e o divisor capacitivo, cujas células fi-
cam imerso no interior de um invólucro de por-
celana ou polimérico.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVO
▪ Os transformadores deste tipo são construídos
basicamente com a utilização de dois conjun-
tos de capacitores que servem para fornecer
um divisor de tensão e permitir a comunicação
através do sistema Carrier. São construídos
normalmente para tensões iguais ou superiores
a 138kV.
▪ O TPC e o divisor capacitivo, cujas células fi-
cam imerso no interior de um invólucro de por-
celana ou polimérico.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
CAPACITIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
CAPACITIVO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TP ISOLADO Á GÁS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
ÓPTICO
▪ Eles apresentam desempenho superior ao dos
transformadores para instrumentos convencio-
nais, em relação à confiabilidade e precisão.
▪ Eles são baseados nos efeitos dos campos
elétrico e/ou magnético sobre feixes de luz
polarizados.
▪ A tecnologia óptica utiliza como princípio al-
guns cristais particulares que mostram mudan-
ça nos índices de refração diretamente propor-
cionais ao campo elétrico aplicado.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DO TP Á GÁS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DO TP Á GÁS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DO TP Á GÁS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DO TP Á GÁS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM TP/TC ÓPTICO

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

COMPONENTES DE UM TP
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM TPI

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM TPI

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TPC

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO
POR ONDAS PORTADORAS
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ONDAS PORTADORAS

▪ A utilização de ondas portadoras em linhas de


transmissão teve inicio na década de 1920.
▪ As linhas de alta tensão, além da transmissão
da energia elétrica, transmitem vários tipos de
sinais comunicação, como voz, dados e sinais
de teleproteção, de controle e de medição.
▪ Esses sinais de comunicação são transmitidos
juntamente com a energia elétrica, sem que
haja interferência mútua entre elas.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

COMPONENTES DE UM SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR ONDAS PORTADORAS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO POR ONDAS


PORTADORAS
▪ O sinal de comunicação por onda portadora, gerado
pelo Equipamento de Onda Portadora ou Carrier em
uma subestação, passa pela Caixa de Sintonia e pelo
Capacitor de Acoplamento e percorre toda a Linha de
Transmissão até atingir a outra subestação, onde
passa novamente pelo Capacitor de Acoplamento e
pela Caixa de Sintonia até atingir o Carrier.
▪ O sinal de comunicação por onda portadora utilizado
está normalmente na faixa de 10 kHz a 300 kHz.
▪ Os transmissores e receptores de onda portadora são
normalmente montados em um bastidor na sala de
controle da subestação.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

SISTEMA OPLAT OU CARRIER


▪ É um sistema de proteção onde um terminal da
linha de transmissão recebe informações de
um terminal remoto sobre a ocorrência de uma
falta em sua zona de operação, usando como
meio de transmissão a própria linha de trans-
missão (power line carrier).
▪ Os transmissores e receptores de onda porta-
dora devem ser ligados as unidades de sinto-
nia que estão no pátio da SE conetadas por
meio de cabos coaxiais providos de blindagem.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TELEPROTEÇÃO
▪ É caracterizada como a transmissão de coman-
dos entre equipamentos de proteção localiza-
dos nas duas extremidades de uma linha de
transmissão de energia, permitindo atuações rá-
pidas e seletivas dos elementos de proteção
baseados em lógicas de proteção.
▪ A teleproteção pode transferir comandos de trip,
comando de abertura ou comandos de permi-
ssivos (bloqueio/desbloqueio) de abertura/fe-
chamento do disjuntor.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
INDUTIVOS
▪ O divisor capacitivo dos transformadores de
potencial capacitivos é utilizado como capacitor
de acoplamento por apresentar baixa impedân-
cia à frequência da onda portadora e bloqueia
a corrente à frequência de 60Hz.
▪ O TPI é usado como parte do circuito de sinto-
nia, estando ligado diretamente à linha de
transmissão, evitando influências da frequência
da rede de energia nos equipamentos Carrier.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
CAPACITIVOS

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

ESPECIFICAÇÃO DE UM TP
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS GERAIS
▪ TPIs são mais econômicos até uma tensão de
sistema de aproximadamente 145 kV e TPCs
acima de 145 kV.
▪ Existem dois tipos de TPCs no mercado: alto e
baixo tipos de capacitância. Com requisitos de
precisão em diferentes condições de opera-
ção, como poluição, distúrbios, variações da
temperatura de frequência e resposta transi-
tória, o tipo de alta capacitância é a melhor es-
colha.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS GERAIS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ASPECTOS GERAIS
▪ Um TPC também pode ser combinado com
equipamento PLC para comunicação sobre a
linha de transmissão de alta tensão, justifican-
do sua aplicação para tensões inferiores a 145
kV.
▪ As aplicações de TPs ao tempo são sempre
com unidades monofásicas e as internas em
níveis de tensão mais baixo são entre fases e
a seco.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ESPECIFICAÇÃO DE UM TP
▪ Tensão primária nominal,
▪ Relação de transformação,
▪ Frequência nominal,
▪ Níveis de isolamento,
▪ Grupo e Fator de Sobretensão
▪ Classe de Precisão,
▪ Carga Nominal,
▪ Potência Térmica,
▪ Uso interno ou externo.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL


▪ Os transformadores de potencial e os de po-
tência são os únicos equipamentos de sistema
de potência em que se especifica a tensão no-
minal do sistema e a tensão máxima do equi-
pamento.
▪ Nos demais equipamentos, a tensão nominal
do equipamento é a máxima tensão que o
equipamento poderá ser submetido continua-
mente.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

NÍVEL DE ISOLAMENTO
▪ É um conjunto de tensões suportáveis nomi-
nais que definem a suportabilidade de tensão
x tempo de um TP.
▪ Existem duas faixas:
• Abaixo de 345 kV,
• Acima de 345 kV.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

NÍVEL DE ISOLAMENTO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

NÍVEL DE ISOLAMENTO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FATOR DE SOBRETENSÃO
▪ TPIs e TPCs são geralmente conectados entre
fase para a terra.
▪ No caso de uma perturbação em uma rede
trifásica, a tensão através do TP às vezes
pode ser aumentado pelo fator de sobretensão
vezes.
▪ A duração é especificada em 30 segundos se
ocorrer a atuação da proteção por falta para a
terra durante faltas à terra, em outros casos 8
horas.
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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FATOR DE SOBRETENSÃO
▪ Devido ao Fator de Sobretensão os TPCs e
TPIs operam com baixa densidade de fluxo na
tensão nominal.
▪ O núcleo do transformador de tensão não
deve estar saturado no fator de tensão.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FATOR DE SOBRETENSÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CLASSE DE PRECISÃO
▪ É o erro esperado do transformador de potencial,
levando em conta o erro de relação de transfor-
mação, e o erro de desfasamento angular, entre
as tensões primária e secundária.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CLASSE DE PRECISÃO

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CLASSE DE PRECISÃO
▪ 0,1 – SÃO UTILIZADOS NAS MEDIÇÕES EM
LABORATÓRIO.
▪ 0,3 – SÃO UTILIZADOS NAS MEDIÇÃO DE
COM FINS DE FATURAMENTO.
▪ 0,6 – SÃO UTILIZADOS PARA PROTEÇÃO E
MEDIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SEM A
FINALIDADE DE FATURAMENTO.
▪ 1,2 – SÃO UTILIZADOS NA MEDIÇÃO COM
PONTEIROS.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGA NOMINAL OU BURDEN


▪ É a carga nominal padronizada máxima que o
TP pode alimentar atendendo a sua classe de
precisão.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

CARGA NOMINAL OU BURDEN

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

POTÊNCIA TÉRMICA
▪ A potência térmica nominal é a maior potência
aparente que um TP pode fornecer em regime
permanente, sob tensão e frequência nominais,
sem exceder os limites de temperatura especi-
ficados.
▪ A potência térmica nominal pode ser obtida
pelo produto do fator de sobretensão contínuo
ao quadrado pela maior carga especificada ou
carga simultânea.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

POTÊNCIA TÉRMICA

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

POTÊNCIA TÉRMICA

Calcular a potência térmica de um TP de 75 VA, tensão


secundária de 115V e Grupo de ligação 1.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

DISTÂNCIA DE ESCOAMENTO
▪ É a distância mais curta ao longo do contorno
da superfície externa do invólucro isolante
entre as partes metálicas entre as quais aplica-
se tensão de funcionamento.

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FERRORESSONÂNCIA
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FERRORESSONÂNCIA
▪ É um fenômeno que pode ocorrer por tran-
sitórios gerados em operações de manobra do
circuito primário em que o TP está conectado.
▪ Os TPs conectados entre fase e terra podem
ser susceptíveis ao fenômeno de ferrorresso-
nância quando instalados em sistemas elé-
tricos com neutro não solidamente aterrado.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FERRORESSONÂNCIA
▪ Para as condições operacionais normais e para
as condições temporárias sujeitas durante tran-
sitórios gerados no sistema elétrico a satura-
ção magnética resulta em uma variação da
reatância que torna-se não linear indutiva que,
combinada com as capacitâncias do circuito
elétrico, pode resultar em um circuito ressonan-
te não amortecido.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FERRORESSONÂNCIA
▪ A ocorrência da ferrorressonância gera pesa-
das sobretensões e danos severos ao TP e a
instalação.
▪ A proteção dos TPs contra ferrorressonância ré
efetuada com o uso de resistor de amorteci-
mento que deve ser conectado ao enrolamento
secundário de forma seletiva, por exemplo, não
deve ser conectado em caso de falta prolon-
gada.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FERRORESSONÂNCIA
▪ Diferentemente da ressonância paralela ou sé-
rie conhecida, que ocorre para um valor espe-
cifico de C (capacitância), a ferrorressonância
pode ocorrer para uma ampla faixa de capaci-
tâncias.
▪ A frequência das formas de onda de tensão e
corrente na ferrorressonância podem ser dife-
rentes da frequência da fonte de alimentação.

150
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

FERRORESSONÂNCIA
▪ As três condições são necessárias para a
ocorrência da ferrorressonância:
• Presença simultânea de capacitâncias e indutores
não lineares.
• Existência de pelo menos um ponto em que o
potencial de terra não fica fixado (neutro não
aterra-do, abertura de fusível, chaveamento
monofásico etc.).
• Sistema com baixa carga (sistema com baixa carga
ou operando por geradores).

151
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ATENUAÇÃO DE FERRORESSONÂNCIA
▪ A solução para atenuar este fenômeno em TPs
consiste em instalar resistores de amortecimen-
to no secundário de TPs, neste caso, devem ter
grupo de ligação 3.
▪ Este procedimento tem por objetivo reduzir o
valor de trabalho da indução magnética para
valores entre 0.4 e 0.7T.

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

PROCEDIMENTOS DE REDE
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PROCEDIMENTOS DE REDE

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PROCEDIMENTOS DE REDE

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PLACA DE TPI

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PLACA DE TPC

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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

MANUTENÇÃO
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

PRINCIPAIS PROBLEMAS ENCONTRADOS


▪ VAZAMENTO DE ÓLEO,
▪ PENETRAÇÃO DE UMIDADE,
▪ CORROSÃO
▪ RETIRADA DE AMOSTRAS DE OLEO,
▪ SUBSTITUIÇÃO DO SISTEMA DE COMPEN-
SAÇÃO DA EXPANSÃO DO ÓLEO MEMBRA-
NAS, FOLES, CONEXÕES,
▪ EXPLOSÃO.

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TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

MANUTENÇÃO
▪ Inspeção física quanto a vazamentos, corro-
são, ruídos estranhos
▪ Termovisão
▪ Análise do óleo : cromatografia e conteúdo de
água.

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GUIA RÁPIDO PARA PROBLEMAS

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ARMAZENAMENTO

168
TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS

ARMAZENAMENTO

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Methodio Godoy
e-mail: methodiovg @gmail.com

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