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UNIVERSIDADE

PAULISTA
CURSO: ENGENHARIA
CIVIL

Profº Engº Valdir Oliveira Junior


Agregados

AGREGADOS – DEFINIÇÃO:
Material granular, de dimensões adequadas para
o uso em engenharia. DNIT
ABESC

USOS NA ENGENHARIA
▪ Argamassas e concretos
▪ Base p/ pavimentação
▪ Drenos Lastro
▪ Lastros de ferrovias
▪ Gabiões
Concreto
Maccaferri

Maccaferri
Concreto asfáltico Gabiões Drenos
Agregado

FINALIDADE USO EM CONCRETOS E ARGAMASSAS


▪ Econômicas: redução de custos
Cimento +/- R$ 180,00/m3

Valores (2021)

Agregados +/- R$ 70,00/m3


(R$ / volume real)
▪ Técnicas: Minimiza a retração;
Minimiza o calor de hidratação;
Aumenta a resistência química;
Aumenta a resistência à abrasão.....
Agregados

FINALIDADE USO EM CONCRETOS E ARGAMASSAS

(Joana S. S.
(Joana Coutinho)
Coutinho)

% médias por
volumes de um
concreto comum
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
Massa Específica ME= massa / volume real

Massa Unitária MU= massa / volume TOTAL


(com vazios)

Valores habituais:

Areia natural: ME ≈ 2,6 g/cm3 (ou kg/litro = t/m3)


MU ≈ 1,4 g/cm3

Brita comum: ME ≈ 2,7 g/cm3 (ou kg/litro = t/m3)


MU ≈ 1,5 g/cm3
MASSA UNITÁRIA COM MATERIAIS
GRAÚDOS EM ESTADO SECO E SOLTO
(NBR NM 53:2009)

a Massa Unitária = Massa do material / Volume do material com vazios

Mais
vazios
Entre
os
Grãos
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
DETERMINAÇÃO DA MASSA
UNITÁRIA :
Graúdos

(Helene/Terzian, 1993) (Helene/Terzian, 1993)

Determinação M. U. compactada Mistura compactada


de britas. sofrendo arrasamento
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
Determinação da Massa Unitária :
(Idércio - ITAMBÉ)

Miúdos

(Idércio - ITAMBÉ)
(Idércio - ITAMBÉ)

Determinação M. U. solta de agregados miúdos.


Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
Determinação da Massa Específica :
Balança hidrostática:
(para calcular a densidade ou massa específica de agregados graúdos)
O procedimento a ser seguido :
a) Pesa o agregado (SSS). Amostra imersa
em água
b) Pesa o agregado imerso em água,
pendurando a amostra em um fio
ligado ao prato da balança.
W= peso a seco

(Idércio - ITAMBÉ)
H= peso imerso na água
ME=W / W-H
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA
PICNÔMETRO:
(p/ determinar a densidade ou massa específica de agregados miúdos)

Picnômetro
com material
sendo pesado
(Idércio - ITAMBÉ)

(Idércio - ITAMBÉ)
Balança pesando o material (SSS)
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
Superfície Específica: SE
SE = áreas dos grãos / MU
Área dos grãos: soma áreas todos os grãos contidos na MU

Valores aproximados:
Efeito na superfície específica sobre o consumo de água
Diâmetros Superfície Superfície Água de
(mm) Específica Específica molhagem
(m2/m3) (m2/kg) (l/m3)
Cimento 915.000 300 -
0,15 a 0,30 26.670 18,4 300
Agregados

2,4 a 4,8 1.680 1,16 56


9,5 a 19 420 0,290 40
38 a 76 105 0,072 10
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES UMIDADE E


ABSORÇÃO
Estado dos grãos:
Seco em estufa : sem umidade alguma, 110ºC por 6 horas;
Seco ao ar : sem umidade superficial, só umidade interna
dos grãos;
Saturado c/ superfície seca: sem umidade superficial,
interior saturado;
Saturado: com água livre na superfície.

Grau de Umidade h%

Ph - Ps
h% = x 100
Ps

Absorção de água (<= valor da porosidade)


Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
UMIDADE E ABSORÇÃO

Seco em estufa Seco ao ar Saturado com Saturado


superfície
seca (SSS)
Agregados

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
MEDIÇÃO DO GRAU DE UMIDADE h%:

Seco em estufa :
O material fica sem
umidade alguma, após a
permanência em estufa a
110 ºC por 6 horas;

Estufa
Ph - Ps
h% = x 100
Ps

Balança para pesagem úmido e seco


Agregados José de A. Freitas Jr. |Materiais de Construção

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
MEDIÇÃO DO GRAU DE UMIDADE
h%: Balança para pesagem
úmido e seco
Sensor por microondas
para determinação de
umidade em agregados. Determinação
de umidade em
agregados por
método
expedito rápido
Frigideira e fogão para
(20 minutos)
secagem rápida

Ph - Ps
h% = x 100
Ps
Agregados José de A. Freitas Jr. |Materiais de Construção

AGREGADOS - DEFINIÇÕES
TERMOS
• Fíler: mat. passa # nº 200 (0,075 mm)
• Agregado miúdo: material natural passa na # nº 4 (4,8 mm)
• Agregado graúdo: material artificial de pedra triturada retido # nº 4

Areia Natural

Pedra britada Seixos rolados


Agregados

CLASSIFICAÇÕES QUANTO À ORIGEM:


▪ Naturais : areias e seixos

Seixos Areia

▪ Artificiais : britas, pó de pedra, argila expandida,


granalha de aço

Britas Argila expandida Granalha de aço


Agregados

CLASSIFICAÇÕES Quanto à densidade:


▪ Leves: M. U. < 1 g/cm3 (Concretex)

Vermiculita

Argila
expandida

Pérolas de isopor
CONCRETO LEVE
Pedra pome, Vermiculita,
Argila expandida,

Fragmentos de borracha
Agregados

CLASSIFICAÇÕES Quanto à densidade:


▪ Normais: M. U. entre 1 e 2 g/cm3

Britas comuns Seixos


Areia Natural
Agregados

CLASSIFICAÇÕES Quanto à densidade:


▪ Pesados: M. U. > 2 g/cm3

Granalha de aço

CONCRETO PESADO
Argamassa de barita Barita, Magnetita, Limonita,
Brita de magnetita Granalha de aço
(barreira radiológica)
Agregados

CLASSIFICAÇÕES
Quanto ao tamanho:
▪ Agregado miúdo:
Material passante # n.º 4 (4,8 mm)
▪ Agregado graúdo:
Material retido # n.º 4
▪ Mescla graúdo/miúdo:
15 % e 85 % retido # n.º 4
▪ Material pulverulento:
Material passante # n.º 200 (0,075 mm)
Agregados

CONCEITOS RELATIVOS AO PENEIRAMENTO:


• Material passante:
Até 15% da massa pode ficar retida na peneira
especificada. No mínimo 85% deve passar.
• Material retido:
Até 15% da massa pode passar na peneira
especificada. No mínimo 85% deve ficar retido.
Agregados

Fotografia Produto Imagem do Faixa


uso granulométrica
Rachão Primário
Base de Diâmetro:
CLASSIFICAÇÃO pavimentações e 100 à 150 mm
gabiões

Pedra Britada nº 3
Produtos de Concreto para Diâmetro:
fundações, lastros e 25 à 50 mm
britagem: pavimentações

Pedra Britada nº 2
Concreto Estrutural e Diâmetro:
Classificação não Estrutural 19 à 25 mm
Comercial quanto
Pedra Britada nº 1
ao tamanho - Concreto Estrutural e Diâmetro:
não Estrutural 12,5 à 19 mm

Pedrisco Limpo Diâmetro:


Blocos de concreto e 4,8 à 9,5 mm
pré-moldados, massa
asfáltica

Pó de Pedra
Blocos de concreto e Diâmetro:
pré-moldados, massa 0,5 à 4,8 mm
asfáltica
Agregados

COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA:
(FAIXA DE DISTRIBUIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS
PARTÍCULAS)
Afeta as propriedades do concreto e argamassas
(Feret, Fuller, Bolomey, Abrams e outros)

Granulometria contínua:
Maior trabalhabilidade
Menor consumo de cimento.

Granulometria descontínua:
Maior resistência.

Granulometria uniforme:
Maior consumo de água.
Brita 1

GRANULOMETRIA
DESCONTÍNUA

Brita 1

Granulometria
contínua
Agregados

COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA:
(Faixa de distribuição das dimensões das partículas)

Curvas granulométricas
Agregados

EFEITO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA:

Maior quantidade de
vazios exige um maior
consumo de pasta de
cimento

Aumenta custo
Aumenta retração
Aumenta calor ....
Agregados

EFEITO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA:

(Idércio, ITAMBÉ) Mais vazios

Conjunto de grãos menores em substituição a grãos


maiores implica em uma maior quantidade de vazios,
uma maior superfície específica e portanto
um maior consumo de pasta de cimento
Agregados

EFEITO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA:


Granulometrias e seus efeitos sobre os concretos:
CONCRETO FRESCO CONCRETO
PARÂMETROS DE ENDURECIDO PARA REDUÇÃO
DOSAGEM DO PARA UMA BOA PARA UMA BOA DO CUSTO
CONCRETO TRABALHABILIDADE RESISTÊNCIA
Granulometria do Preferencialmente fina Preferencialmente Grossa
agregado miúdo grossa
Relação graúdo/miúdo A diminuir A aumentar A maior possível
Consumo de água A aumentar até certo A diminuir A aumentar
ponto
Granulometria total Preferível contínua Preferencialmente A disponível
descontínua
Dimensão máxima Preferencialmente Preferencialmente A maior possível
característica do agregado média pequena
Geometria do grão do Preferencialmente Preferencialmente Esférica
agregado graúdo esférico (pedregulho) irregular (pedra (pedregulho)
britada)
Agregados OBTENÇÃO DE AGREGADOS
AGREGADOS ARTIFICIAIS
ARGILA EXPANDIDA

Produzida em grandes fornos rotativos, utilizando argilas especiais


que se expandem a altas temperaturas (1.100 °C), transformando-as
em um produto leve, de elevada resistência mecânica.

www.cinasita.com.br Produção e classificação


granulométrica
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS Agregados artificiais


Vermiculita
Formada p/ hidratação de certos minerais basálticos.
Quando aquecida a 1.000 oC, a água contida entre as suas milhares de
lâminas se transforma em vapor fazendo com que as partículas se
transformem em flocos sanfonados que aprisionam células de ar.
M.E. de 80 a 120 kg/m3

Argamassa de
vermiculita para
Minério de vermiculita Vermiculita ensacada proteção térmica
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


EXTRAÇÃO A CÉU ABERTO EM CAVAS, RIOS OU MINAS

Lavra de leito de rios


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


EXTRAÇÃO DE AREIA DE CAVAS, RIOS OU LAGOS.

(ITAMBÉ - Idércio)

Lavra de
areia de leito
de rios
Agregados

OBTENÇÃO DE
AGREGADOS - NATURAIS

Extração de areia de mina.

(ITAMBÉ - Idércio)
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


Areia de origem marinha

Aplica-se processo de lavagem para


remover o sal (NaCl)
Não se utiliza em concreto armado
devido ao ataque às armaduras*.
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


Extração de areia em cavas.

(José Freitas Jr.)

Aspecto geral
Agregados José de A. Freitas Jr. |Materiais de Construção

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


Extração de areia em cavas

(José Freitas Jr.)

Remoção de camada de terra orgânica


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


Extração de areia em cavas

(José Freitas Jr.)


Peneiramento – classifica o material
Lavagem – retira matéria orgânica e material pulverulento
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - NATURAIS


Extração de areia em cavas

(José Freitas Jr.)


Problemas ambientais
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS


EXTRAÇÃO EM PEDREIRAS

Perfuração para
colocação de
explosivos

Desmonte através de
explosivos

(ITAMBÉ - Idércio)
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS


EXTRAÇÃO EM PEDREIRAS

Retirada do material
desmontado

Transporte em caminhões
com caçamba basculante
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Produção e classificação em centrais de britagem


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Central de britagem
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britador primário – de mandíbulas


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britador primário – de mandíbulas


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

METSO

Britador primário – de mandíbulas


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britador primário – de mandíbulas


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britadores
(José Freitas Jr.)

Britadores secundários e terciários - Girosférico cônico


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britadores secundários e terciários - Girosférico cônico


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britadores secundários e terciários - Girosférico cônico


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

METSO

Britadores secundário e terciário – Girosférico ou cônico


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Britadores secundário e terciário – Girosférico ou cônico


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

METSO

Britador quaternário - Impactores VSI Barmac série VI


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

METSO

Britador quaternário - Impactores VSI Barmac série VI


Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

Peneiramento por
Peneiras vibratórias
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS

(José Freitas Jr.)

Peneiramento por
Peneiras vibratórias
Agregados

OBTENÇÃO DE AGREGADOS - BRITAS


Agregados

MATERIAL PULVERULENTO
Partículas inferiores a 0,075 mm
Estudo granulométrico impossível por meio de peneiras
Altíssima superfície específica

Métodos indiretos p/
avaliar o tamanho das
partículas

Turbidímetro Wagner
Tempo de
sedimentação
Agregados

MATERIAL PULVERULENTO

SUPERFÍCIE ESPECÍFICA :
Sedimentômetro de
Prot
Tempo de
sedimentação

(José Freitas Jr.)


Agregados

MATERIAL PULVERULENTO Permeâmetro Blaine


NBR NM 76
Caracteriza a finura. Quanto maior o valor do
Blaine, mais fino é o pó.
• K é a constante do aparelho;
•  é a porosidade da camada;
• t é o tempo medido (s)
•  é a massa específica do pó (g/cm³)
• é a viscosidade do ar à temperatura do
ensaio – tabela da norma (Pa/s)
• S é a superfície específica

K3 t
S=  
 (1−  ) 0,1
Agregados

MATERIAL PULVERULENTO PERMEÂMETRO BLAINE


Entrada de ar
Amostra Abrir o registro e aspirar o
líquido, levantando para a
marca A, fechando o registro.
Com a sub-pressão formada
no tubo, o ar é forçado a fluir
através da amostra e o fluido
vai lentamente voltando a
posição de equilíbrio.
O cronômetro deve ser
Fluido acionado quando o nível do
fluido passar pela marca B e
desligado quando atingir a
marca C, anotando-se o
tempo
(F.Bauer)
Agregados

MATERIAL PULVERULENTO ANÁLISE GRANULOMÉTRICA


POR DIFRAÇÃO A LASER
A amostra é dispersa, um raio laser emitido sofre difração,
que varia conforme o tamanho das partículas, este resultado
é interpretado, dando, em poucos segundos, a granulometria.
A difração laser é aplicadas para medição de partículas de
0,1 à 8750 µm, possibilitando uma análise rápida e de alta
qualidade.

LS Beckman Coulter 13 320


Agregados

AGREGADOS MIÚDOS
Material passante # n.º 4 (4,8 mm)
UMIDADE E ABSORÇÃO
A água transportada pelos agregados através do seu teor de
umidade (h%) deve ser considerada na relação
água/cimento (a/c) para não afetar a resistência do concreto.
Ph - Ps
h% = x 100
Ps

Maior a/c menor resistência (fc)


INCHAMENTO DO AGREGADO MIÚDO - AREIA
Agregados

AGREGADOS MIÚDOS
Material passante # n.º 4 (4,8 mm)
INCHAMENTO
A umidade aderente nas superfícies dos grãos dos agregados miúdos
transforma estes em partículas com cargas elétricas negativas.
Por repulsão elétrica os grãos se afastam causando o inchamento.
Ph - Ps
Inchamento de até 35% h% = x 100
Ps

O inchamento altera o
volume de areia a ser
usada quando a
produção de concreto é
feita por volumes de
agregados.
Agregados

AGREGADOS MIÚDOS UMIDADE


Central produtora de concreto por massas:
Silos de cimento
Silos de agregados

Balança de agregados
Silo
Balança de cimento
Sensor de umidade (por
microondas) para compensação Balança
automática da água
Agregados

AGREGADOS Medição em volume


MIÚDOS no carrinho

INCHAMENTO

Concreto produzido
na obra por volumes:

Agregados dosados por


volumes e o cimento por
massa (quantidade de sacos).
- Maior desperdício de materiais;
(Idércio, ITAMBÉ )
- Maior desvio padrão (Sd);
- Menor economia; Medição em volume:
- Menor produtividade; -Caixa ou padiola;
- Menor qualidade. -Carrinho etc.
Agregados

AGREGADOS MIÚDOS INCHAMENTO


Central móvel produtora de concreto por volumes:
BALANÇA DE
CIMENTO O cimento é dosado por
massa, os agregados são
dosados por volumes.
Da quantidade de água
líquida a ser adicionada deve
ser subtraída a água da
umidade dos agregados.
O volume do agregado
miúdo deve ser ajustado
de acordo com a
umidade e o
correspondente grau de
inchamento.
O desvio padrão será maior
que na produção por massas.
Agregados

CONCRETO PRODUZIDO NA OBRA

Controle dos volumes


QUALIDADE ! Controle de impurezas ! dos agregados !

•Controle dos volumes dos agregados ?


•Umidade dos agregados ?
•Controle do volume de água ?

fck obtido ????


Controle do
Volume de água !
GRANULOMETRIA
(NBR NM 248:2003)

- A importância da distribuição dos grãos do agregado, desde os menores até


os maiores, é fundamental nas propriedades do concreto;
-A granulometria tem o objetivo de medir a forma (dimensão) do grão de
agregado;
- Determina a dimensão máxima característica (mm)
- Determina o módulo de finura (adimensional).
GRANULOMETRIA
(NBR NM 248:2003)

Peneiramento
12,7
9,5
6,3
4,8
2,4
1,2
0,6
0,3
0,15
0,074

Fundo
Agregados

AGREGADOS Material passante # n.º 4 (4,8 mm)

MIÚDOS GRANULOMETRIA
Peneiramento em peneiras da Série Normal ABNT
Agregados

AGREGADOS Material passante # n.º 4 (4,8 mm)

MIÚDOS GRANULOMETRIA
(Joana S. Coutinho)

Série Normal de peneiras:


Peneira # Abertura Nominal
nº (mm)
4 4,8
8 2,4
16 1,2
30 0,60
50 0,30
100 0,15

(Joana S. Coutinho)
Agregados

AGREGADOS
INFORMAÇÕES EXTRAÍDAS DA GRANULOMETRIA:

∑( % acumuladas)
Módulo de Finura - MF M.F. =
100
O MF serve p/ classificar os agregados e
como informação em alguns métodos de dosagem

Dimensão Máxima Característica- DMC


A Dimensão Máxima Característica de um agregado é a abertura da
malha da peneira superior a qual a porcentagem acumulada for igual
ou imediatamente inferior a 5 %.

A DMC serve p/ verificar se um agregado tem tamanho adequado para


ser utilizado em concreto de elementos estruturais de determinadas
dimensões.
Agregados
Agregados

AGREGADOS
INFORMAÇÕES EXTRAÍDAS DA GRANULOMETRIA:

Dimensão máxima do agregado DMC:


Determinada pelo projeto estrutural, detalhe levantado em obra,
observa-se as distâncias entre as armaduras, as formas e outras,
seguindo as regras: (Adotar o menor destes valores).
DMC  1/3 da espessura da laje
DMC  ¼ da distância entre faces das formas
DMC  0,8 do espaçamento entre armaduras horizontais
DMC  1,2 do espaçamento entre armaduras verticais
DMC  ¼ do diâmetro da tubulação de bombeamento (no caso)
DMC  1,2 do cobrimento nominal
Agregados

AGREGADOS MIÚDOS
Material passante # nº4 (4,8 mm)

GRANULOMETRIA

2,3 + 9,1 + 28,4 + 65,9 + 86,8 + 95,3


MF = = 2,88
100

DMC = 4,8 mm (9,1% retido na peneira # no 8)


Peneira (mm) Areia
DOSAGEM
Retido % Retida % Acum.
(gr)
GRANULOMETRIA 76 0 0 0
(NBR NM 248:2003) 64 0 0 0
50 0 0 0

DIÂMETRO 38 0 0 0 MÓDULO DE
MÁXIMO: 32 0 0 0 FINURA:
Abertura de 25 0 0 0 Soma das
19 0 0 0
malha da menor porcentagens
12,5 0 0 0
peneira cuja 9,5 0 0 0
retidas
porcentagem 6,3 5 0,5 0,5 acumuladas
retida acumulada 4,8 20 2,0 2,5 das peneiras
seja < 5 % 2,4 27 2,7 5,2 da série
1,2 80,1 8,0 13,2
normal,
0,6 191,8 19,2 32,4
0,3 468,1 46,8 79,2
dividida
Peneiras (mm) com a
fonte em vermelho 0,15 192 19,2 98,4 por 100
são intermediárias Fundo 16 1,6 98,4
Total 1000
Modulo de Finura 2,31
D. Máxima (mm) 4,8
NBR NM 248:2003 - DISTRIBUIÇÃO
GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO MIÚDO
NBR 7211: 2005 – LIMITES % RETIDAS ACUMULADAS
Peneira DO AGREGADO (EM MASSA)
abertura
de malha Limites Inferiores Limites Superiores
(mm) Zona Zona Zona
Zona utilizável
ótima Ótima utilizável

9,5 0 0 0 0
6,3 0 0 0 7
4,8 0 0 5 10
2,4 0 10 20 25
1,2 5 20 30 50
0,6 15 35 55 70
Fundo verde claro
são peneiras
0,3 50 65 85 95
intermediárias 0,15 85 90 95 100
Módulo de finura:
-Entre 2,20 e 2,90 para a zona ótima;
-Entre 1,55 e 2,20 para a zona utilizável inferior;
-Entre 2,90 e 3,50 para a zona utilizável superior
CLASSIFICAÇÃO COMERCIAL DO AGREGADO MIÚDO PARA CONCRETO

AREIA FINA – Módulo de Finura 1,55 a 2,20


Na faixa da Zona utilizável inferior
AREIA MÉDIA – Módulo de Finura 2,20 a 2,90
Na faixa da Zona ótima
AREIA GROSSA – Módulo de Finura 2,90 a 3,50
Na faixa da Zona utilizável Superior

-Areia muito fina, fora da zona utilizável inferior


-Areia muito grossa, fora da zona utilizável superior
NBR NM 248:2003 - DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO MIÚDO
Zona utilizável inferior 1,55 a 2,20 - Zona utilizável superior 2,90 a 3,50 - Zona ótima 2,20 a 2,90

ABERTURA DAS PENEIRAS (mm)

0,01 0,1 1 10
0
Zona Utilizável
Inferior
10 MF 1,55 a 2,20

20 Zona Ótima
Inferior e Superior
Porcentagens acumuladas

MF 2,20 a 2,90
30

Zona Utilizável
40 Superior
MF 2,90 a 3,50
50

60

70

80

90

100

MESCLA GRANULOMÉTRICA DOS AGREGADOS MIÚDOS


Agregados

CARACTERÍSTICAS DELETÉRIAS DOS AGREGADOS:


Características Físicas:
➢ Extrínsecas:
• Incrustações
• Superfície intemperizada
• Superfície lisa
• Formas indesejáveis
• Excesso de finos
➢ Intrínsecas:
• Estrutura porosa indesejável
• Variação volumétrica no umedecimento e secagem
• Laminação e clivagem
• Partículas moles, fracas, leves
• Dilatação térmica desfavorável
Agregados

CARACTERÍSTICAS DELETÉRIAS DOS AGREGADOS:


Características Químicas:
➢ Reação com o cimento:
• Álcali-agregado (NaOH, KOH)
• Quantidade de álcalis
• Relação NaOH/KOH
• Impurezas orgânicas
• Impurezas salinas
• Trocas iônicas
➢ Independentes do cimento:
• Oxidação
• Sulfetos de Ferro
• Concretos ferruginosos
• Carbonatação
• Impurezas incorporadoras de ar
• Solubilização
Agregados José de A. Freitas Jr. |Materiais de Construção

IMPUREZAS – REAÇÕES DELETÉRIAS

Finos:
Prejudicam a
trabalhabilidade e a
aderência
pasta/agregado.
(Aulas USP)

Sem matéria orgânica: Com matéria orgânica,


maior acidez, menor pH:
Matéria orgânica:
Decomposição da
pasta, eflorescências
e manchamento no
concreto.

(Aulas USP)
Agregados

IMPUREZAS – REAÇÕES DELETÉRIAS


MATÉRIA ORGÂNICA:
Matéria orgânica:
Decomposição da pasta,
eflorescências e
manchamento no concreto.

(Idércio - ITAMBÉ)
(Idércio - ITAMBÉ)
IMPUREZA ORGÂNICA (NBR NM 49:2001)
PLACA COLORIMÉTRICA

OK
Areia limpa

Areia contaminada

= 100 ppm = 100 ppm


= 200 ppm
= 200 ppm
= 300 ppm
= 300 ppm
= 400 ppm
= 400 ppm
= 500 ppm
= 500 ppm
Sem impureza

Com impureza

Sem impureza
OK
AREIA COM IMPUREZA CAUSA PATOLOGIA

Com impureza
AGREGADOS – ABNT NBR 7211:2005

CUIDADO COM A QUALIDADE


Agregados

IMPUREZAS – REAÇÕES DELETÉRIAS


Limites máximos de substâncias nocivas:
Substância Método de ensaio Porcentagem máxima
Agregado miúdo Agregado graúdo

Torrões de argila e NBR 7218 Concreto aparente 3,0 1,0


materiais friáveis
Concreto sujeito a desgaste superficial 3,0 2,0
Outros concretos 3,0 3,0
Materiais carbonosos 1) ASTM C Concreto aparente 0,5 0,5
123
Concreto não aparente 1,0 1,0
Material fino que passa NBR NM 46 Concreto sujeito a desgaste superficial 3,0 1,0 2) 3)
na peneira 75µm
Concreto protegido de desgaste superficial 5,0 1,0 2) 3)
Impurezas orgânicas NBR NM 49 Solução obtida deve ser -
mais clara que a padrão

1)Quando não for detectada a presença de materiais carbonosos durante a apreciação petrográfica, pode-se prescindir do
ensaio de quantificação dos materiais carbonosos.
2)Para o agregado total, o limite pode ser composto de até 6,5% desde que se comprove por apreciação petrográfica que os
grãos não interferem nas propriedades do concreto.
3) Para agregados produzidos a partir de rochas com absorção de água inferior a 1% o limite pode ser 2%.
4)Quando a coloração da solução obtida no ensaio for mais escura que a solução padrão, a diferença máxima entre os
resultados de resistência à compressão previstos na NBR 7221 deve ser de 10%.
Agregados

IMPUREZAS – REAÇÕES DELETÉRIAS


LIMITES MÁXIMOS PARA: EXPANSÃO DEVIDA A RAA, TEOR
DE CLORETOS E SULFATOS PRESENTES NOS AGREGADOS
Determinação Método de ensaio Limites
Reatividade ASTM C 1260 Expansão máxima de 0,10% aos 14 dias de cura
álcali-agregado agressiva
NBR 9773 1) Expansão máxima de 0,05% aos 3 meses
Teor de Cloretos 2) Expansão máxima de 0,05% aos 6 meses
NBR 9917 0,2% concreto simples
NBR 14832 3)
0,1% concreto armado
0,01% concreto protendido
Teor de sulfatos 4) NBR 9917 0,1%
1) Ensaio Facultativo.
2)Agregados que excedam os limites podem ser utilizados em concreto, desde que o teor total trazido por todos os
componentes, verificado pela NBR 14382 ou ASTM C 1218, não exceda os limites: 0,06% para concreto protendido, 0,15%
para concreto armado exposto a cloretos, 0,40% para concreto armado em condições não severas e 0,30% para outros
tipos de construção em concreto armado.
3) Método para determinação de cloretos em clinquer e cimento Portland, pode ser utilizado para agregados.
4)Agregados que excedam o limite podem ser utilizados em concreto, desde que o teor total trazido pelos demais
componentes não exceda 0,2% ou que fique comprovado que o uso de cimento Portland resistente à sulfatos, conforme
NBR 5737.
Agregados

REAÇÕES DELETÉRIAS Reações álcali-agregado

(reação expansiva – desagrega o concreto)


Agregados

REAÇÕES DELETÉRIAS REAÇÕES ÁLCALI-AGREGADO

Bloco de fundações seriamente afetado


Agregados

REAÇÕES DELETÉRIAS

Ataque por Sulfatos


(expansiva – desagrega o
concreto)

(J.S. Coutinho)

Contaminação por argila


(“pipoca”)

(Idércio - Itambé
Agregados

AREIA ARTIFICIAL OU INDUSTRIAL OU DE PEDRA


Agregado miúdo proveniente da britagem de rochas.
Devido a forma de obtenção, o agregado produzido contém muito
material pulverulento e os grãos tendem a ser mais angulosos que
a areia natural.

Britador primário Peneiras


Rachão Britadores secundário
de mandíbulas Brita
e terciário (cônico)

Lavagem Britador quaternário


Areia de pedra Peneiras
impactador centrífugo
Agregados

AREIA ARTIFICIAL OU INDUSTRIAL OU DE PEDRA

Principalmente devido ao impacto ambiental da extração


de areia natural, cada vez mais, os areais se afastam dos
centros consumidores e o transporte, em muitos casos,
tem um custo maior que o próprio material.
Nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo
a distância média chega hoje a mais de 100 km.
Para otimização de custo e do traço da dosagem, as
principais usinas de concreto da região de Curitiba já
utilizam ½ de areia natural e ½ de areia artificial nos seus
concretos.
Agregados

AREIA ARTIFICIAL OU INDUSTRIAL OU DE PEDRA


Comparando com a areia natural:
• Grãos mais lamelares e pontiagudos;
• Maior quantidade de finos (a lavagem minimiza);
• Prejudica a trabalhabilidade;
• Exige mais água e cimento, aumenta custo do concreto.

Areia de
pedra
Agregados

AREIA ARTIFICIAL OU INDUSTRIAL OU DE PEDRA

Equipamentos de
lavagem de areia para
retirada de material
pulverulento (resíduos)

TELA

(L. A. F. Bauer)
www.crusher.com.br
Agregados

AREIA NORMAL – NBR 7214/82


IPT - é o único responsável pela produção
Serve como padrão de referência laboratorial destinado a
caracterização de cimentos Portland (NBR 7215/1996)
Composição granulométrica NBR 7214/82

Peneira # n° Abertura (mm) Limites NBR 7214/82


8 2,4 0
10 2,0 5±5
16 1,2 25 ± 5
30 0,6 50 ± 5
50 0,3 75 ± 5
100 0,15 97 ± 3

Frações granulométricas da areia normal:


Material retido entre as peneiras # (mm) Denominação
2,40 e 1,20 Grossa
1,20 e 0,60 Média grossa
0,60 e 0,30 Média Fina
0,30 e 0,15 Fina
Agregados

AREIA NORMAL – NBR 7214/82


IPT - é o único responsável pela produção
Serve como padrão de referência laboratorial destinado a
caracterização de cimentos Portland (NBR 7215/1996)
Outras determinações:
Determinação Limites NBR
7214/82
Material fino passante na peneira 0,075 – NBR NM 43/03 ≤ 1%
Umidade NBR 7214/82 ≤ 0,2%
Conglomerados argilosos NBR 7214/82 ≤ 1%
Teor de feldsphato entre peneiras 2,4 e 1,2 mm – NBR 7214/82 ≤ 15%
Teor de mica entre peneiras 0,3 e 0,15 mm – NBR 7214/82 ≤ 2,0%
Impurezas orgânicas – NBR NM 49/01 ≤ 100 ppm
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido # nº4 (4,8 mm)

FORMATO DOS GRÃOS

Grãos alongados ou lamelares:


• Prejudicam a trabalhabilidade
• Geram mais vazios entre os
grãos e exigem maior consumo de
cimento no concreto

Forma das partículas NBR 7389


Grau de esfericidade e de arredondamento
Agregados

AGREGADOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

GRAÚDOS FORMATO DOS GRÃOS


Alongado Lamelar

(Idércio - ITAMBÉ)
(Idércio - ITAMBÉ)

C L
— < 2 e — < 2 = Normal
C = comprimento L e
L = largura C L
— ≥ 2 e — ≥ 2 = Alongado NBR 7809:2005
L e
e = espessura IF = C/e ≤ 3,0
C L
— ≥ 2 e — ≥ 2 = Lamelar IF = índice de forma
e e
Agregados

AGREGADOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

GRAÚDOS FORMATO DOS GRÃOS


Normal Semi-arredondado Normal Arredondado

(Idércio - ITAMBÉ) (Idércio - ITAMBÉ)

Grãos arredondados:
• Favorecem a trabalhabilidade
• Geram menos vazios entre os grãos e possibilitam a
produção de concreto com menos cimento
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

FORMATO DOS GRÃOS AGREGADO LAMELAR

C
—≥2
e

L
—≥2
e
C = comprimento
L = largura
e = espessura
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

FORMATO DOS GRÃOS AGREGADO NORMAL

C
—<2
L

L
—<2
e
C = comprimento
L = largura
e = espessura
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

FORMATO DOS GRÃOS AGREGADO ALONGADO

C
—≥2
L

L
—≥2
e
C = comprimento
L = largura
e = espessura
FORMA DO GRÃO DE AGREGADO
PROPRIEDADES DA LAMELARIDADE

- Prejudicam a trabalhabilidade;
- Aumentam a formação de bolhas;
- Geram mais vazios entre os grãos;
- Exigem mais cimento para
compensar a resistência perdida;
- São frágeis, por isso o concreto
perde resistência;
- Grão alongado provoca segregação;
- Não passa nas armaduras fechadas
provocando falhas (bicheiras) no
interior do concreto.

OK
AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)
NBR NM 248:2003 - DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA
DO AGREGADO GRAÚDO
Peneiras NBR 7211: 2005 - Limites - % retidas acumuladas (em massa)
abertura de
malha
Zona granulométrica d/D1)
(mm) 4,8 – 12,5 9,5 - 25 19 - 32 25 - 50 38 - 75
75 – 0–5
63 – 5 – 30
50 0–5 75 – 100
38 5 – 30 90 – 100
32 0–5 75 – 100 95 – 100
25 0–5 5 – 252) 87 – 100 –
19 2 – 152) 652) – 95 95 – 100 –
12,5 0–5 402) – 652) 92 – 100 – –
9,5 2 – 152) 802) – 100 95 – 100 – –
6,3 402)– 652) 92 – 100 – – –
Fundo verde claro 4,8 802) – 100 95 – 100 – – –
são peneiras
intermediárias 2,4 95 – 100 – – – –
1)Zona granulométrica correspondente á menor (d) e maior (D) dimensão do agregado graúdo.
2)Em cada zona granulométrica deve ser aceita uma variação de no máximo 5 unidades % em
apenas um dos limites
AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)
FAIXAS GRANULOMÉTRICAS
DOS AGREGADOS GRAÚDOS
0
Porcentagens retidas acumuladas

10 B4

20 B3
B2
30 B1
B0
40
50
60
70
80
90
100
1 6 11 16 21 26 31 36 41 46 51 56 61 66 71 76

Abertura das peneiras (mm)


AGREGADOS GRAÚDOS Material retido # nº4 (4,8 mm)

MESCLA GRANULOMÉTRICA DOS AGREGADOS


100 COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA
95
90 f 4,8 - 12,5 mmDOS
(Brita AGREGADOS
0) GRAÚDOS
85
80 f 9,5 - 25 mm (Brita 1)
75
70 f 19 - 32 mm (Brita 2)
65
PORCENTAGENS

60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0,01 0,1 1 10 100
ABERTURA DAS PENEIRAS (mm)
Diämreto 19 Diametro 25 Diametro 32
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido na # nº4 (4,8 mm)
SÉRIE NORMAL SÉRIE
INTERMEDIÁRIA MF – usa as % acumuladas das
N° Abertura (mm) N° Abertura (mm) peneiras da série normal.
6” 150
4” 100
3” 76 ∑( % acumuladas)
2 ½” 64 M.F. =
2” 50 100
1 ½” 38
1 ¼” 32 DMC – usa as % acumuladas
1” 25 das peneiras da série normal e
¾” 19 da série auxiliar.
½” 12,5
3/8” 9,5
¼” 6,3
o
n 4 4,8
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS Material retido na # nº4 (4,8 mm)


Amostra de uma brita 2 (19/31,5 mm) Amostra de uma brita 1 (9,5/25 mm)

>5%
>5%

MF = (16 + 95+ 100 x 6) / 100 = 7,11 MF = (17 + 94 + 97 + 97 + 100 x 3) / 100 = 6,05


CLASSIFICAÇÃO COMERCIAL

DO AGREGADO GRAÚDO

PARA CONCRETO

BRITA 0 f 4,8 a 12,5 mm

BRITA 1 f 9,5 a 25,0 mm

BRITA 2 f 19,0 a 32,0 mm

BRITA 3 f 25,0 a 50,0 mm

BRITA 4 f 38,0 a 75,0 mm


Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido na # nº4 (4,8 mm)

Resistência à compressão:

AGREGADO Resistência à compressão da rocha

(Andrade, W. P.; 1997)


Rocha basáltica 105 a 235 MPa
Granito 85 a 275 MPa
Calcário 90 a 270 MPa
Cascalho * 165 a 265 MPa

Os agregados não são utilizados para regular a resistência de um


concreto, mas podem limitar a sua resistência à compressão.
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido na # nº4 (4,8 mm)

Módulo de elasticidade:
Dados Laboratório de FURNAS

AGREGADO Módulo de elasticidade da rocha


Anfibolito (Itumbiara) 105 a 235 MPa
Quartzito (Serra da Mesa) 85 a 275 MPa
Basalto (Marinbondo) 90 a 270 MPa
Arenito (Capanda) 165 a 265 MPa
(Andrade, W. P.; 1997)
Como os agregados representam a maior parte do volume de um
concreto, são os elementos fundamentais na determinação do seu
Módulo de Elasticidade.
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido na # nº4 (4,8 mm)
Friabilidade: tendência do agregado desagregar
ENSAIO DE ABRASÃO “LOS ANGELES”

Excesso de friabilidade aumenta em


demasia a quantidade de finos do
concreto dentro da betoneira
Agregados

AGREGADOS GRAÚDOS
Material retido na # nº4 (4,8 mm)
Friabilidade: tendência do agregado desagregar
ENSAIO DE ABRASÃO “LOS ANGELES”

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