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UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL

Reconhecida pela portaria ministerial nº 681de 07/12/89 - D.O,U. de 11/12/89


ASSOCIAÇAO EDUCACIONAL LUTERANA DO BRASIL – AELBRA
PRÓ-REITORIA ACADÊMICA
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

ADRIANO RODRIGUES WITTZOREKI

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO


ESTÁGIO IV

Trabalho apresentado ao Curso de


Educação Física da Universidade
Luterana do Brasil como requisito
parcial para conclusão da disciplina
de Estágio em Educação Física IV.

Orientador:

2018/2

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SUMÁRIO

SUMÁRIO..................................................................................................................2
RESUMO...................................................................................................................3
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO...................................................................................4
1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................5
2. PLANO DE TRABALHO........................................................................................6
2.1 Bases Teóricas do Ensino...................................................................................6
2.2 Diagnósticos........................................................................................................7
2.2.1. Sondagem-Diagnóstico da Escola...................................................................7
2.2.2. Sondagem-Diagnóstico das Turmas...............................................................9
2.3 Referência Teórica da Educação Física...........................................................10
2.4 Definição dos Objetivos.....................................................................................12
2.5 Referência Teórica para Desenvolver os Objetivos.........................................13
2.6 Metodologia de Avaliação.................................................................................15
3. PLANO DE ENSINO............................................................................................16
4. PLANOS DE AULA..............................................................................................19
5. RESULTADOS.....................................................................................................23
6. CONCLUSÃO......................................................................................................24
7. Referências..........................................................................................................25
8. Anexos.................................................................................................................26

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RESUMO

Este relatório tem como objetivo, revisar as atividades ocorridas durante o


estágio supervisionado IV, realizado na escola E.E.E.M ELDORADO DO SUL no
município de mesmo nome da escola durante o segundo semestre do ano de 2018
com as turmas de Ensino a Jovens e Adultos (EJA), tendo como ferramentas de
apoio à docência da Educação Física juntamente com o Plano político pedagógico
da escola (PPP), a Base Curricular Nacional da educação e o apoio da docente
titular da escola, na busca da construção de uma docência sólida que seja capaz de
atender as demandas solicitadas pela escola concedente e as necessidades
inerentes dos alunos que serviram como material para a construção deste estudo.

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Aluno: Adriano Rodrigues Wittzoreki


Endereço: Rua Edmundo SchuChow, nº 408, Chácara, Eldorado do Sul – RS
Telefone: (51) 993534914
E-mail: adrianorwittzoreki@yahoo.com.br
Escola: E.E.E.M Eldorado do Sul
Endereço da escola:
Telefone da Escola:
Email da Escola:
Professor Orientador do Estágio
Professor Orientador Local: Liege Couto

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1. INTRODUÇÃO

O presente relatório foi realizado a partir das vivências ocorridas na escola


Eldorado do Sul, que se encontra atualmente como a única escola pública de ensino
médio da cidade, atendendo, portanto, centenas de alunos nos turnos da manhã,
tarde e noite todos os dias da semana, incluindo turmas caracterizadas como EJA
(Educação de Jovens e Adultos) ao qual este trabalho fora realizado.
O EJA pode ser entendido como uma modalidade de ensino voltada àqueles
que não completaram o ensino básico em idade adequada ou não tiveram acesso ao
mesmo, tendo organização, leis e diretrizes que distoam do ensino básico, esta
modalidade de ensino tem como diretriz a LDB 9394/96 art 37 que diz:

“Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não
puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas
as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e
exames”
Já no art 38 é disposto que: “Os sistemas de ensino manterão cursos e exames
supletivos, que compreenderão a base nacional comum do currículo, habilitando ao
prosseguimento de estudos em caráter regular”. Sendo assim o ensino passa a ser
padronizado à todas as instituições que ofertem esta modalidade de ensino evitando
os chamados “cursos relâmpagos” oferecendo riscos de fraude aqueles alunos que
procuram uma alternativa ágil para o término do ensino básico. Temos ainda no art
38 uma disposição sobre a idade mínima para quem deseja adentrar no EJA,
determinando que a idade mínima para a prova de conclusão do ensino fundamental
se dá a partir dos 15 anos e do ensino médio aos 18 anos. Sendo assim o modelo
de ensino para jovens e adultos não tem uma “idade máxima” pois nossa
constituição determina que a educação é “ Um direito de todos, obrigação do Estado
e da Familia” (BRASIL 1888). Tendo como base a teoria devemos observar que na
prática o mesmo não ocorre, ao se definir uma idade “ideal” para iniciar o EJA, as
escolas de ensino regular acabam por dividir os alunos fora da faixa etária ou
problemáticos e os encaminham para a outra modalidade de ensino, este processo
acaba por dificultar ainda mais quem necessita do EJA, pois as necessidades a
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serem trabalhadas são inteiramente diferentes daqueles que apenas se “atrasaram”


no ensino regular, no EJA observa – se questões que normalmente não aparecem
no currículo regular, questões como gravidez na adolescência, trabalho remunerado
e cidadania se mostram como de extrema utilidade e importância (Conselho
Nacional de Educação / Audiências sobre a Reformulação da Resolução
CNE/CBE 1/00 Educação de Jovens e Adultos - EJA ). Mas ao observarmos o
ensino para jovens e adultos percebemos que normalmente o mesmo currículo e
conteúdos são utilizados entre os alunos de ensino regular e EJA, fazendo com que
diversos temas de relevância não sejam abordados.
Na educação física notamos o mesmo fenômeno já que os conteúdos como
os esportes e a prática de atividades físicas são abordados da mesma forma por
públicos diferentes com necessidades distintas, observamos que ao adentrar na
vida adulta seja de forma precoce ou não, as pessoas acabam por se fechar e
optam por não externar o que sentem tendo como causadores diversos fatores como
a construção social ao qual estão inseridos, as responsabilidades precocemente
atribuídas entre outros, fazendo com que estes alunos acreditem que deve se seguir
um padrão de ações e sentimentos (Marlene Carvalho 2013). Sendo assim a
Educação Física pode ser usado como um instrumento um instrumento de
socialização capaz de atender algumas demandas inerentes aos estudantes do EJA
no ensino médio, que normalmente não tem acesso a componentes como:
corporeidade, lúdico e prática esportiva, seja por conta do currículo mal trabalhado,
pelo baixo interesse á prática de atividades físicas ou até mesmo pela construção
social ao qual estes jovens são conduzidos. De qualquer forma a Educação Física
passa por diversos obstáculos entre eles o que se trabalhar e como se trabalhar.

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2. PLANO DE TRABALHO
2.1 Bases Teóricas do Ensino

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2.2 Diagnósticos

2.2.1. Sondagem-Diagnóstico da Escola

No que tange ao espaço físico escolar, a mesma encontra – se com


capacidade para atender a maioria das demandas propostas pela prática docente,
com um espaço físico que vai de um ginásio poliesportivo próprio à laboratórios de
biologia e ciências gerais, sendo que para a educação física encontramos materiais
como bolas de vôlei, futsal e handebol; encontramos também materiais como cones,
chinesinhas e coletes. Tantos materiais proporcionam uma gama de possíveis de
atividades dentro do ensino referido, beneficiando as turmas e auxiliando na prática
docente facilitando assim a construção do conhecimento e as relações entre
professor / aluno que são de extrema importância no âmbito escolar.

A escola conta com um corpo docente munido por:

Sobre o espaço Físico a escola dispõe de:


 1 refeitório,
 1 Ginásio poliesportivo
 1 Laboratório de ciências
 1 Secretaria
 1 Auditório

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2.2.2. Sondagem-Diagnóstico das Turmas

As turmas são compostas, em sua maioria, por jovens e adultos que


procuram concluir o ensino médio juntamente com atividades realizadas em paralelo
ao ensino escolar, em sua maioria atividades remuneradas que demandam de 6 a 8
horas por dia levando estes alunos a estudarem no período da noite, sendo
dispensados das práticas físicas por motivos de saúde, trabalho, idade ou gravidez.
Tendo isso em conta é notada turmas com baixa aderência a aula e as práticas
físicas proporcionadas pelas professoras, sendo inclusive este um problema relatado
pelas mesmas ao se depararem com turmas de 30 alunos em que muitos não
chegam a realizar as atividades, muitos alunos nem entram nas salas de aula
estando no espaço físico escolar para realizar tarefas diversas ou até mesmo como
uma forma de encontrar colegas e amigos. Então pelos mais diversos motivos
percebem – se que as turmas normalmente são frequentadas por um número de 10
a 15 alunos, nas aulas de Educação Física este número cai para 5 alunos por turma,
pois o restante é dispensado das atividades físicas.
“Referências sobre baixa aderência as aulas de educação física”
“Falar sobre os benefícios da Educação Fisica em adultos como contraponto”

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2.3 Referência Teórica da Educação Física

A educação física detém uma longa história no âmbito do ensino, ainda nos
primeiros pareceres datados de 1879 Rui Barbosa recomendava a distinção entre
alunos e alunas sendo ensinados a ginástica sueca e a prática calistênica, na época
estes pareceres eram tidos como um tratado ao ensino da Educação Física, com o
passar do tempo esta visão se consolidou por meio de leis e pareceres, por
exemplo, no Decreto Federal nº. 69,450/71, título IV, capitulo I, art.5º e § III que
afirma sobre a disposição de turmas ao definir “Quanto à composição das turmas, 50
alunos do mesmo sexo, preferencialmente silenciados por nível de aptidão física.”;
estes pareceres nortearam por anos a metodologia de ensino da Educação Física,
ao qual as aulas eram moldadas com base nos pareceres e tratados que definiam
uma clara distinção entre aptidão e gênero desviando muitas vezes da construção
de valores e conceitos que o ensino da Educação Física pode proporcionar aos
alunos.
Estes ideais permaneceram por décadas, mais precisamente até 1970 aonde
surgiram novas correntes filosóficas acerca das metodologias utilizadas no que
cerne o ensino da Educação Física, são correntes consideradas “renovadoras” que
de acordo com estudiosos “iniciam os questionamentos da função e da dimensão
política desta disciplina surgindo como crítica a perspectiva da aptidão física” (Do
Socorro Nogueira, Maria. 2008): remodelando os conceitos metodológicos e
trazendo uma nova forma de tratamento à cultura corporal do movimento, visão esta
que tem embasado propostas curriculares atuais, estas criticas trouxeram não
apenas uma mudança na corrente filosófica mas também mudaram conceitos que
resultaram em mudanças legislativas, observemos que a LDB (9.394/96) não faz
referência a disposição das turmas, permitindo a flexibilização das turmas e
permitindo assim que os professores pudessem realizar a disposição das turmas
como preferissem.
Estas duas linhas pedagógicas mostraram-se distintas não apenas em teoria
mas também na prática, ao visto que a metodologias iniciais tendem a serem

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voltadas para o melhoramento da aptidão física, ao diferenciar os alunos por aptidão


física e gênero, já as novas linhas de pensamento trazem uma visão de Educação
Física como construção de valores e cultura corporal do movimento sendo
necessário o convívio e prática entre alunos de uma mesma turma. Ainda hoje estas
linhas entram em conflito trazendo prós e contras, movimentando diversos debates
no meio acadêmico.
As décadas de distinção na Educação Física ainda estão enraizadas na
docência de muitos profissionais da área, estando apenas no começo o que
percebemos como processo de renovação notamos que ainda há muito para se
discutir e avaliar,

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2.4 Definição dos Objetivos

Os objetivos aqui citados foram amplamente discutidos com o professor


titular, baseados nas necessidades dos alunos durante o período de estágio.
 Geral:
o Promover a Iniciação aos esportes, por meio de mini jogos e
outras ferramentas educacionais
 Específicos:
o Aperfeiçoamento motor por meio da prática esportiva
o Sociabilização através de atividades de ajuda mútua
o Aumentar a aderência as aulas de Educação Física

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2.5 Referência Teórica para Desenvolver os Objetivos

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2.6 Metodologia de Avaliação

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3. PLANO DE ENSINO

ESCOLA

PLANO DE ENSINO

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA ANO / SEMESTRE:


TURMA: 2018/02
ESTAGIÁRIO: Adriano Rodrigues Wittzoreki C/H TOTAL:
1. EMENTA
A iniciação aos esportes e sua possível melhoria na saúde por meio de mini jogos
esportivos

2. UUNIDADES PROGRAMATICAS:
Cooperação, Velocidade, Noção de tempo / Espaço
Ensino dos esportes e suas aplicações

3. OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
GERAL:
 .Promover aulas que proporcionem uma melhora na saúde dos alunos por meio
do aprendizado esportivo

ESPECÍFICOS:
 Promover o espirito de cooperação tendo como ferramenta atividades
trabalhadas em grupos de ajuda mútua
 Condicionamento Físico
 Aderência as aulas de Educação Física

4.COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
Ao final do estágio, os alunos estarão mais habilidosos e capazes de:
Trabalho em equipe
Fundamentos básicos esportivos
Realizar tarefas que demandam raciocínio lógico / imediato
Tomada de decisões

1. CCRONOGRAMA:

DATA PROGRAMA DA AULA


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02/05 1. Apresentação, troca de conhecimentos com a turma

02/05 2. Apresentação, troca de conhecimentos com a turma

08/05 3. Aula Prática : Handebol - Passes

08/05 4. Aula Prática : Handebol - Passes

09/05 5. Aula Prática: Handebol - Arremessos

09/05 6. Aula Prática Handebol – Situações de jogo (Mini Jogos)

15/05 7. Aula Prática Voleibol - Fundamentos

15/05 8 Aula Prática Voleibol – Mini Jogos e atividades em grupo

16/05 9.

16/05 10

22/05 11

22/05 12

23/05 13

23/05 14

29/05 15

29/05 16

30/05 17

30/05 18

05/06 19

05/06 20

06/06 21)

06/06 22

12/06 23

12/06 24

13/06 25

13/06 26

19/06 27

19/06 28

30.

6. ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA

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7. PROCESSOS AVALIATIVOS:
As avaliações serão realizadas a partir da:
 observação e dos registros realizados após cada aula
 Provas teórica e prática
 Participação

8. REFERÊNCIAS

4. PLANOS DE AULA
PLANO DE AULA Nº 1-2

Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA


Nome do estagiário: Adriano Rodrigues Wittzoreki

Data: Série: EJA Turma:


Nº de alunos: Local: Quadra Poliesportiva Duração da sessão: 45 min
Tema: Iniciação à prática esportiva (Handebol)

Objetivo: Utilizar mini - jogos e situações de jogo para estimular a cooperação e a


iniciação esportiva
Metodologia:

Materiais: Quadra poliesportiva – Bolas de Vôlei e Handebol

Parte inicial: Tempo de duração: 10-12 min

Parte principal: Tempo de duração: 15-20 min

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Parte final: Tempo de duração: 5-8 min

Observações:

5. RESULTADOS

De acordo com os objetivos traçados anteriormente e com o plano que foi


adotado para atingi – los, os resultados mostraram estar em um estágio “parcial”,
sendo que na questão dos valores trabalhados a melhora seja visível, alterações
pequenas no cronograma acabaram por atrasar os resultados quantitativos,
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entretanto o professor titular se mostrou satisfeito com o trabalho realizado ao


afirmar que a turma teve melhoras em quesitos como:
 Participação
 Convívio
 Respeito
 Conhecimentos Sobre a Educação Física
 Relação professor / aluno

Por uma questão de datas, a escola ainda não detém os chamados “Boletins
escolares” para que se tenha uma ideia dos objetivos alcançados em números reais,
mas o docente titular acredita que a melhora nos quesitos propostos foi alcançada.
Ao conversar com os alunos foi notado também que os mesmos estavam gostando
mais das atividades propostas, ou seja, estavam se permitindo ter uma experiência
corporal e a criar uma cultura corporal do movimento, pontos que são muito
importantes dentro do contexto da Educação Física.

6. CONCLUSÃO

Como parte final deste projeto tenho apenas agradecimentos as turmas


trabalhadas, aos professores e a comunidade escolar em geral; Todos os
envolvidos neste estudo abraçaram a idéia deste o primeiro momento, ao
docente da disciplina de Educação Fisica o SR. Antônio Voucher tenho um
enorme carinho e admiração, pois mostrou ser uma pessoa incrível e um
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professor mais incrível ainda em suas concepções e ideais, totalmente


preocupado com os alunos e no andamento de suas aulas, graças a este
estágio aprendi na prática o que havia me sido ensinado na sala de aula ou
seja todo o processo até este momento foi uma caminhada construída por
dezenas de profissionais ao qual tenho orgulho de ter conhecido e ter tido a
chance de trocar ideias e concepções que sem dúvidas construíram o tipo de
pessoa que sou hoje.

7. Referências

DO SOCORRO NOGUEIRA, Maria; DA SILVA RODRIGUES, Ana Maria. MENINOS,


MENINAS OU TODO MUNDO JUNTO? A QUESTÃO DO GÊNERO NAS AULAS DE
EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS DA REGIÃO SUDESTE DA REDE.

ETO, Jorge; NEIRA, Marcos Carcia. Centralização e descentralização: uma análise


das políticas públicas de educação física. Caderno de Publicações Univag, n. 2,
2015.

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BRACHT, Valter. A constituição das teorias pedagógicas da educação física.


Cadernos Cedes, v. 19, n. 48, p. 69-88, 1999.

ISAYAMA, Hélder Ferreira; GALLARDO, Jorge Sergio Perez. Desenvolvimento


motor: análise dos estudos brasileiros sobre habilidades motoras fundamentais.
Revista da Educação Física/UEM, v. 9, n. 1, p. 75-82, 1998.

GUIMARÃES, Ana Archangelo et al. Educação física escolar: Atitudes e valores.


Motriz, v. 7, n. 1, 2001

http://www.efdeportes.com/efd143/o-genero-nas-aulas-de-educacao-fisica.htm

8. Anexos

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