Você está na página 1de 11

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

Compartilhar Denunciar abuso Próximo blog» Criar um blog Login
Compartilhar
Denunciar abuso
Próximo blog»
Criar um blog
Login
QUINTA-FEIRA, 31 DE MAIO DE 2007 PLACAR Satélites Geoestacionário TABELA Tabela Pub. Widget Equipe PG J
QUINTA-FEIRA, 31 DE MAIO DE 2007
PLACAR
Satélites Geoestacionário
TABELA
Tabela
Pub.
Widget
Equipe
PG
J
Fluminense
71
38
Cruzeiro
69
38
Corinthians
68
38
Grêmio
63
38
Atlético-PR
60
38
Botafogo
59
38
Internacional
58
38
Santos
56
38
São Paulo
55
38
10º
Palmeiras
50
38
Como
um
satélite
pode
ocupar
sempre
a
mesma
11º
Vasco
49
38
posição no céu?
12º
Ceará
47
38
13º
Atlético-MG
45
38
Os satélites geostacionários são satélites que se encontram parados
relativamente a um ponto fixo sobre a Terra, geralmente sobre a linha do
equador. Como se encontram sempre sobre o mesmo ponto da Terra, os
satélites geostacionários são utilizados como satélites de comunicações e
de observação de regiões específicas da Terra. Note-se que um satélite
que não é geostacionário nunca está sobre a mesma zona da Terra e por
isso não pode ser utilizado para observar em permanência a mesma
região.
14º
Flamengo
44
38
15º
Avaí
43
38
16º
Atlético-GO
42
38
17º
Vitória
42
38
18º
Guarani
37
38
19º
Goiás
33
38
20º
G.Prudente
28
38
Tabela gerada por Central
Brasileirão
Um ponto qualquer sobre a superfície da Terra move-se continuamente
em torno do eixo da Terra com uma frequência de uma volta por dia. Isto
significa que um satélite geostacionário tem que se mover com a mesma
velocidade angular. Os satélites artificiais existentes descrevem as mais
diversas órbitas. Grande parte dos satélites não são geostacionários e
descrevem várias órbitas por dia. Como é que é possível colocar satélites
em órbita com velocidades orbitais distintas? A resposta está na altitude a
que os satélites são colocados e na velocidade inicial que lhes é
imprimida. Quanto mais alta for a órbita de um satélite menor é a sua
velocidade angular.
RELOGIO
A altitude para se colocar o satélite
é
de
35.786 KM,
onde
a força
ARQUIVO DO BLOG
centrífuga e a força centrípeta do planeta se anulam
► 2010 (14)
► 2009 (27)
2008 (4)

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

▼ 2007 (14) ► 07/29 - 08/05 (1) ► 06/10 - 06/17 (4) Postado por Allan
▼ 2007 (14)
07/29 - 08/05 (1)
06/10 - 06/17 (4)
Postado por Allan Marcos às 21:58
0 comentários
05/27 - 06/03 (9)
Satélites Geoestacionário
TERÇA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2007
Cabo Null-modem
Cabo Null-modem
DiseqC
Dúvidas mais frequentes
Cabo serial padrão null-modem (RS-232)
Para que serve e como
funciona um alimentador?
Como apontar uma Antena
Parabólica
Posição dos pinos de conexão para um cabo serial
Funcionamento do Lnb
Funcionamento da
parabólica
Principais Feeds
MURAL
Mural de Recados
Enviar mensagem
bruno aurelio couto medeioros em
22/12/2010
Diagrama de ligação completo:
queria marcar uma instalação
Meu e-mail
anicio. em 19/12/2010
boa tarde amigo, gostaria de saber quantos
satélites o azbox premium plus tem na
memoria, e quais os nomes dos mesmos. ou
se for possivel me mostrar qual o site que
posso achar. muito obrigado.
Meu e-mail
Meu site
EXPLORADORES
Exploradores
Para haver uma conexão é necessário apenas os sinais Rx , Tx , GND para
transferência de arquivos.Os outros sinais são de controle ( não se esqueça que
esta ligação se chama null modem e era antigamente utilizada como modem
serial externo).
PESQUISAR ESTE BLOG
Pesquisar
pow ered by
Diagrama de ligação para receptores
TRADUZA O BLOG
Translate
Select Language
Gadgets powered by Google

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

LYNKS ÚTEIS Esse diagrama acima é utilizado em diversos receptores: Obs: O receptor century não utiliza
LYNKS ÚTEIS
Esse diagrama acima é utilizado em diversos receptores:
Obs: O receptor century não utiliza a ligação cruzada, sendo:
Colvero
Exploradores de Satélite
Satcodx
Digital Satélite
Keysat
Videotran Sat
Calcular distância Focal
Lyngsat
Brasilsatdigital
5
---- 5
3
---- 2
GOOGLE
2
----3
Zinwell ------------- 2 plugs fêmea
Fortec -------------- 2 plugs fêmea
Telesystem -------- 2 plugs fêmea
Century - ----------- 1 plug macho e 1 fêmea
Amplimatic -------- 1 plug macho e 1 fêmea
Dados cartográficos ©2011 -
Postado por Allan Marcos às 09:22
3 comentários
pesquisar o mapa
Pesquisar
pow ered by
DOMINGO, 27 DE MAIO DE 2007
DiseqC
SLIDES VIDEOTRAN
INDIQUE
Nos últimos anos, a palavra "DiSEqC" é um dos termos mais frequentemente
usados na linguagem técnica ou descritiva quando se fala de recepção satélite,
nomeadamente de receptores, comutações e posicionamento de antenas.
Mas afinal, o que é o DiSEqC, para que serve e como funciona? Resposta
neste artigo
EXPLORADORES DE SATÉLITE
Revolucionou os sistemas de comutação utilizados nas instalações domésticas,
como também do tipo TVRO, de recepção de satélites. Permite substituir com
eficácia e maior simplicidade o posicionamento de antenas de recepção satélite,
até então por utilização de rotores de tipo tradicional alimentados a 36 V, embora
actualmente ainda limitado a motorizar antenas até diâmetros de 1,20 metros.
Neste artigo, iremos procurar, de modo simples e pouco complicado, descrever
este sistema de comutação e posicionamento que facilitou a instalação e
operação das antenas parabólicas a todos os utilizadores.
Arena News
PESQUISA GOOGLE
Pesquise aqui no Mundo Digital>
Clique Aqui
BARRA DE VÍDEO

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

pow ered by ADICIONE AOS FAVORITOS SEGUIDORES Seguir Google Friend Connect Seguidores (9) O que é?
pow ered by
ADICIONE AOS FAVORITOS
SEGUIDORES
Seguir
Google Friend Connect
Seguidores (9)
O que é? Para que serve?
O nome Diseqc (Digital Satellite Equipment Controller), o qual em português
toma o seguinte significado "Controlador Digital de Equipamento para Satélite",
foi um protocolo de comutação desenvolvido em conjunto entre a Eutelsat e a
Philips, com a finalidade de possibilitar a comutação entre antenas, utilizando o
cabo de transporte de sinal entre o LNB e o receptor, tirando, por seu turno,
partido de algumas das características funcionais existentes já nos receptores e
adicionando outras de modo a completar este tipo de protocolo.
Umas das vantagens imediatas deste novo sistema de comutação digital foi a de
implementar um sistema de comutação de caráter universal, mais simples e
prático que os existentes até então, e, acima de tudo, facilitar não só a instalação
dos sistemas empregues para esse fim como, por outro lado, evitar a sempre
problemática necessidade de alimentações externas, eliminando a utilização de
vários cabos, tanto de transporte de sinal como de energia, entre os diversos
elementos das cadeias de recepção, ou seja, entre as diversas caixas de
comutação, LNB ou antenas e os respectivos receptores, aproveitando para
todas as tarefas funcionais e de comutação o único cabo que os interliga com o
receptor.
O princípio de funcionamento do DiSEqC é bastante simples: atuando o receptor
como um controlador, sendo-lhe incluído um circuito adicional, o qual envia os
comandos para os comutadores de tipo coaxial, ou então para um LNB de última
geração, que possam entender estes tipos de comando.
Já é um membro? Fazer login
Este tipo de comando é efetuado modulando a freqüência de 22 kHz existente
nos receptores e empregue na comutação entre banda baixa e banda alta nos
LNBs Universais, com trens de impulsos, os quais obedecem a um protocolo
pré-estabelecido para os equipamentos destinados a esta finalidade, "máster" e
"slaves", sendo por conseguinte perfeitamente entendidos pelos periféricos a
quem são destinados (comutadores, LNBs, posiciona dores, etc ).
Os tipos de DiSEqC
Os tipos de DiSEqC existentes são:
DiSEqC 1.0 – É a versão básica deste tipo de comutação, sendo unidireccional,
o que significa que só permite a emissão a partir do receptor para o comutador
do mesmo tipo. Controla um máximo de 4 entradas e uma saída.
DiSEqC 1.1 – Semelhante ao anterior, mas pode controlar até 16 entradas de
sinal, por permitir efectuar a comutação com outros comutadores semelhantes.
DiSEqC 1.2 – A principal função desta versão é a possibilidade de mover
antenas, por utilização de um motor elaborado especialmente para este
protocolo. Por outro lado, pode igualmente, e ao mesmo tempo, à semelhança
do DiSEqC 1.1, criar outros quatro sinais de controle e seleccionar até 16 outras
antenas de recepção.
DiSEqC 2.0 – Versão semelhante à 1.0, mas, por sua vez, além da comutação

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

permite o diálogo nos dois sentidos de modo a poder fornecer os dados relativos à comutação
permite o diálogo nos dois sentidos de modo a poder fornecer os dados relativos
à comutação ao operador.
DiSEqC 2.1 – Semelhante ao DiSEqC 1.1, mas com informações de retorno
para o operador.
DiSEqC 2.2 – Semelhante ao DiSEqC 1.2, mas igualmente com "feedback" de
dados relativos ao posicionamento e comutação.
A possibilidade de informação de retorno é importante, na medida em que se
pode a qualquer momento aferir o estado da instalação.
Outros tipos de DiSEqC
Para além dos relatados no capítulo anterior, existem ainda outros tipos de
DiSEqC, tais como o Mini DiSEqC e o DiSEqC 2.3:
Mini DiSEqC – É um tipo de DiSEqC simplificado, o qual não sobrecarrega
demasiado o receptor, permitindo somente a comutação de duas vias de
entrada, A e B, o qual consta de um ou dois tons de nove impulsos do estado
lógico 1, numa sequência de cerca de 12,5 m.
DiSEqC 2.3 – Desenvolvido pela Aston, permite, nos equipamentos da marca, a
interacção entre o receptor e o motor DiSEqC no formato 2.3, o qual proporciona
retorno de posição e de outros dados para o receptor.
Postado por Allan Marcos às 12:08
0 comentários
Dúvidas mais frequentes
Respostas as dúvidas mais frequentes, além de muitas dicas para a boa
instalação e utilização de sistemas de recepção de satélites.
QUAIS OS DIÂMETROS E QUANTAS ANTENAS DEVO UTILIZAR ?
Cabe ao usuário ou operador adotar critérios mínimos para avaliar a correta
quantidade de antenas e acessórios. O primeiro passo, baseia-se num "Line-up"
dos sinais de satélites que se deseja receber. Munido desta informação, será
possível saber quais os satélites, bandas e polarizações que serão recebidos.
Por conseqüência, se obterá os respectivos diâmetros de antenas e acessórios
que serão necessários para a boa recepção dos sinais, capaz de manter uma
boa relação de C/N (Carrier/Noise) ao sistema.
ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS SATÉLITES?
Em geral, os sinais são originários de satélites geoestacionários. Estes satélites
estão em órbita na linha do Equador, cada um em sua posição orbital, um ao
lado do outro, há aproximadamente 36.000 Km de altura. Como estamos no
hemisfério Sul, e a maior parte do Brasil está abaixo da linha do Equador, a
nossa linha de visada será voltada para o norte.
O QUE É NORTE GEOGRÁFICO E NORTE MAGNÉTICO?
Quando referimo-nos ao NORTE, é importante identificar se é o NORTE
MAGNÉTICO, que é o norte lido na bússola, ou o NORTE GEOGRÁFICO, que é
o NORTE REAL. Por exemplo: Para a latitude e longitude de São Paulo,
respectivamente 23° 39’ S – 46° 40’ W, o declínio magnético para o ano de 2002
é de 19° 30’ . Obs.: O declínio magnético varia de acordo com o tempo.
A partir do referencial NORTE de uma bússola, a linha de visada deverá estar
totalmente livre de interferências físicas do cinturão entre o perímetro Leste -
Oeste.

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

QUAIS SÃO OS TIPOS DE INTERFERÊNCIAS QUE PREJUDICAM A RECEPÇÃO DE SINAIS SATELITAIS? Além de não
QUAIS SÃO OS TIPOS DE INTERFERÊNCIAS QUE PREJUDICAM A
RECEPÇÃO DE SINAIS SATELITAIS?
Além de não poder existir interferências físicas, tais como: árvores, prédios,
torres, cabos de alta tensão, que são facilmente observados, também não
poderão existir interferências de origem radioelétrica, tais como: links de
microondas, radio-digital, links de Tv, dentre outros. Para esta análise, será
necessária a contratação de um profissional capacitado a executar o
levantamento de interferências radioelétricas, munido de instrumentos que
possam varrer o espectro de freqüência nas faixas de recepção dos sinais
satelitais desejados.
Dentre os satélites que serão recepcionados, o operador deverá se informar
sobre a “BANDA DE OPERAÇÃO”, que poderá ser “C” ou “Ku” e futuramente a
"Ka".
DEVE-SE ATERRAR A ANTENA?
Todas as antenas deverão estar aterradas, garantindo uma resistência ôhmica
máxima de 4 ohms em relação ao terra, de acordo com as normas da ABNT
existentes.
Postado por Allan Marcos às 12:00
2 comentários
Para que serve e como funciona um alimentador?
O alimentador, ou iluminador, é um componente fundamental das antenas
parabólicas. Ele tem, normalmente, o formato de um tubo e a sua função é
receber o sinal concentrado pela parábola (refletor) e rebatê-lo para o LNB que,
na realidade, é o verdadeiro responsável pela recepção dos sinais.O alimentador
tem vários componentes. O mais visível é o seu corpo, geralmente cilíndrico,
onde o sinal que vem do refletor é captado. Este sinal, por sua vez, chega até o
prob, também conhecido como sonda ou anzol. O prob é, na realidade, um
pequeno arame que fica no interior do alimentador e pode ser visto através de
sua abertura. O prob tem por função captar o sinal e fazer com que ele possa
ser refletido para uma câmara retangular do alimentador à qual será acoplado o
LNB, que receberá os sinais. O alimentador tem ainda uma outra parte: o disco.
Além de servir como suporte para o corpo do alimentador, onde ele é fixado
através de parafusos, o disco também têm a função de impedir que alguma parte
do sinal refletido pela parábola escape para o espaço. Também "protege" o corpo
do alimentador, criando uma espécie de campo magnético para que o sinal que
chega até o LNB tenha boa qualidade.
Postado por Allan Marcos às 11:48
0 comentários

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

Como apontar uma Antena Parabólica Primeiramente você deverá saber qual a posição da antena, ou seja,
Como apontar uma Antena Parabólica
Primeiramente você deverá saber qual a posição da antena, ou seja, qual o
azimute e elevação para o satélite desejado. Se você não sabe o que é azimute
e elevação não se preocupe, aqui vai uma breve explicação:
Azimute: é o posicionamento da antena em relação (direita/esquerda). Ex.: um
azimute de 10 graus significa que a antena ficará apontada 10 graus à direita do
Norte, um azimute de 350 graus significa que a antena ficará 10 graus à
esquerda do Norte (360° - 350° = 10º);
Elevação: é a inclinação da antena (em graus) em relação ao solo.
Depois da antena bem fixada, seja no chão, na laje ou outro local, é muito
importante que o tubo de fixação não tenha nenhum balanço e que esteja no
prumo.
Coloque a antena no tubo de fixação, aperte um pouco os parafusos, sem trava-
los, porém não permitindo movimentos da antena sem que você os faça
(cuidado para não exagerar na força e empenar a antena).
Agora você fará a conexão dos cabos conforme manual do fabricante da antena
e receptor, isolando as conexões externas, com fita de auto fusão e fita isolante,
para evitar a oxidação dos componentes. Após isso você já pode ligar tudo,
observando antes se a rede elétrica está de acordo com o equipamento.
Nas antenas por assinatura (banda KU), você terá um inclinômetro (marcador da

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

elevação) na própria antena, mas, nas antenas banda C, talvez seja necessário um medidor externo, mesmo
elevação) na própria antena, mas, nas antenas banda C, talvez seja necessário
um medidor externo, mesmo que improvisado com um transferidor acoplado a
um pêndulo. O que você precisa é saber a inclinação da antena em relação ao
solo (use sua criatividade).
Coloque a antena uns 4 ou 5 graus abaixo da elevação especificada e no
azimute de referência. Vá levantando a antena de grau em grau e, a cada grau,
vire bem devagar para esquerda e para direita olhando para tela do televisor e
parando imediatamente na presença de algum sinal. Com o tempo você
aprendera a captar o satélite com mais facilidade.
-
Nas antenas por assinatura, os receptores digitais normalmente tem um
marcador de nível de sinal (utilize-o);
-
As antenas para sinais analógicos, normalmente utilizadas no Brasil, não
trazem esse marcador, por isso você terá que se orientar pela própria imagem.
Após localizado o satélite, faça o ajuste fino do azimute da elevação e do LNBF e
proceda com o travamento da antena.
Pode ser necessário (especialmente nas antenas banda C) um ajuste de
polarização, mas praticamente todos os receptores do mercado permite esse
ajuste sem que seja necessário mexer na antena.
Apêndice:
-
Antena banda C: antenas grandes, normalmente de tela;
Antenas banda KU: antenas menores (as vezes de até 60cm) e sempre
fechadas;
-
Polarização: é o ângulo de descida da onda eletromagnética (sinal) vinda do
satélite, mas se você achou muito complicado, na prática polarização é
-
inclinação do alimentador (ponta da antena), nas antenas banda C geralmente é
utilizado um motorzinho para virar essa polarização.
LNB: é a peça que vai na "ponta da antena", onde se conecta o cabo que vai
para o receptor, serve para converter e amplificar o sinal vindo do satélite, de
forma que ele possa, através do cabo, ser mandado ao receptor.
-
-
LNBF: tem a mesma função do LNB, porém não necessita de motor para virar
a polarização - é o sistema utilizado nas TVs por assinatura banda KU
Postado por Allan Marcos às 11:34
9 comentários
Funcionamento do Lnb
Como funciona? O que é temperatura de ruído?
O LNB é um dos componentes vitais num sistema de recepção
via satélite. A abreviação LNB significa “loise noise block”, ou
seja, ele é um bloco conversor e amplificador de baixo ruído.
Como o próprio nome já diz, o LNB tem duas funções básicas:
amplificar os sinais recebidos do satélite e convertê-los para uma frequência
mais baixa.
Quanto ao funcionamento, podemos dizer que o LNB é a primeira interface ativa

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

com o sinal proveniente do satélite. Ou seja, o feixe de microondas após ser concentrado no
com o sinal proveniente do satélite. Ou seja, o feixe de microondas após ser
concentrado no alimentador pelo refletor parabólico é amplificado pelo LNB e
convertido para uma faixa de frequência mais baixa. Desta forma, é possível
transmitir o sinal até o receptor por meio de cabos coaxiais.
O LNB recebe os sinais transmitidos pelo satélite na faixa entre 3,7 e 4,2GHz,
para banda C, e faz a conversão para uma frequência entre 950 e 1450MHz.
Já a qualidade do LNB é determinada pelo ganho e temperatura de ruído.
Ganho - O LNB deve ter um ganho típico de 65 dB, que é suficiente para
amplificar a potência do sinal recebido cerca de 3.160 mil vezes.
Temperatura de Ruído - Há a teoria que todo movimento elétrico gera ruído.
Assim o LNB, por ser um componente ativo no sistema, gera uma certa
quantidade de ruído em função do seu circuito eletrônico em funcionamento.
Como o LNB recebe sinais em altas frequências e em níveis muito baixos,
necessitamos então do nível mais baixo possível de ruído, pois este é somado ao
sinal do satélite.
Estes ruídos são causados pelas movimentações das moléculas que produzem
as correntes elétricas e consequentemente as ondas eletromagnéticas. Algumas
destas se encontram na mesma faixa de frequência de microondas usadas nas
transmissões via satélite. A unidade empregada para medir esse ruído é graus
Kelvin. Isto porque a zero graus Kelvin, conhecido como zero absoluto (-
273,18ºC ou -459,72ºF), não existe movimento molecular. Consequentemente,
não existe ruído.
A potência do ruído está diretamente relacionada com a largura de faixa do sinal
e também com a temperatura interna dos componentes eletrônicos e do
ambiente. Na medida em que a largura de faixa aumenta, maior quantidade de
ruído pode ser detectada e adicionada a qualquer sinal. Desta forma, ao se
diminuir a largura de faixa dos sinais no amplificador, diminui-se a quantidade de
ruído que pode ser detectado. Assim podemos concluir que quanto menor for a
temperatura de ruído do LNB melhor será o seu desempenho. Este valor da
temperatura de ruído deverá estar sempre impresso na etiqueta ou no próprio
corpo do LNB.
Outro ponto importante é a sonda (probe) existente na entrada do LNB. Ela faz a
transferência do sinal do alimentador para a primeira parte ativa do LNB, trata-se
do circuito do primeiro amplificador. Portanto, esta sonda não deve ser tocada
com as mãos ou ferramentas, pois pode deteriorar o LNB imediatamente ou
alterar as características dos componentes do circuito do primeiro amplificador,
danificando-os depois de algum tempo.
Isto porque a sonda está ligada diretamente ao FET (semicondutor responsável
pelo primeiro estágio de amplificação do sinal) sendo este componente
altamente sensível a descargas estáticas.
O LNB é, portanto, um componente desenvolvido dentro da mais alta tecnologia,
e com certeza um dos principais responsáveis pelo desempenho de um sistema
de recepção via satélite. Entretanto, o mercado tem oferecido LNBs de
procedência e qualidade duvidosa. Em alguns casos, a temperatura de ruído
apresentada no LNB não condiz com a realidade. Assim, quando for adquirir um
LNB procure saber sua procedência e principalmente se o fabricante lhe oferece
garantias do produto
Postado por Allan Marcos às 09:01
1 comentários

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

Funcionamento da parabólica Como funciona o satélite que transmite os canais de TV ?A emissora de
Funcionamento da parabólica
Como funciona o satélite que transmite os canais de TV ?A emissora de TV
envia para o satélite o sinal gerado em seus estúdios esse sinal chega até o
satélite depois de percorrer 36 mil quilômetros o satélite os envia para as
parabólicas, aqui na terra e esse sinal cobre todo o território brasileiro e alguns
países próximo ao Brasil, esse sinal chega até as parabólicas depois de
percorrer mais 36 mil quilômetros isso da ao sinal uma distancia total de 72 mil
quilômetros com isso o sinal de TV via satélite chega até a TV, com 1 segundo
de atraso.
Postado por Allan Marcos às 08:55
0 comentários
Principais Feeds
Satélite B2
3905
H 6666
3915
H 6666
3925
H 6666
3935
H 6666
3890
H 6666
4097
V 6666
Satélite B3
3559
V 6671
3644
V 4443
3650
V 4285
3657
V 4448
3666
V 4450
3672
V 4280
3676
V 4280
3684
V 3332
Amazonas C
3945
H 4500
3948
H 6670
3957
H 6670
3968
H 3462
3975
H 2000

26/04/2011

Mundo Digital: 2007-05-27

3977 H 4500 3993 H 6670 Postado por Allan Marcos às 08:30 0 comentários Início Assinar:
3977
H 4500
3993
H 6670
Postado por Allan Marcos às 08:30
0 comentários
Início
Assinar: Postagens (Atom)
RADIO
Allan Marcos. Modelo Picture Window. Imagens de modelo por enot-poloskun. Tecnologia do Blogger.