Você está na página 1de 17

APOSTILA PARA O CURSO DE APERFEIÇOAMENTO

DE SARGENTOS 2021.1

COMUNICAÇÃO E COMPORTAMENTO INTERPESSOAL


VOLUME BIZURADO

COMUM

CAS

IMPRESSO EM CASA
CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTOS
VOLUME BIZURADO

Apostila Bizurada da Disciplina de Comunicação e Comportamento


Interpessoal do Curso de Aperfeiçoamento de Graduados Sargentos –
CAS.

OBS IMPORTANTE: RESUMO FEITO COM BASE NA


APOSTILA DE COMUNICAÇÃO E COMPORTAMENTO
INTERPESSOAL PARA O CAS 2021.1, DE AUTORIA DA
TEN QOCON PSC RICELLI.
SALIENTA-SE QUE O CONTEÚDO FOI ELABORADO
COM O OBJETIVO DE TORNAR O APRENDIZADO
MAIS LEVE E DIVERTIDO, NÃO POSSUINDO O
INTUITO DE OFENDER PESSOAS, INSTITUIÇÕES,
CRENÇAS OU QUAISQUER OUTROS TIPOS DE
CONVICÇÕES FILOSÓFICAS, POLÍTICAS OU SEXUAIS.
OUTROSSIM NÃO HÁ O OBJETIVO DE OBTENÇÃO
DE LUCRO OU QUALQUER TIPO DE VANTAGEM.

BONS ESTUDOS!

2S Cavalaria RODRIGO

Edições(es):
1a Edição: Eu
2a Edição: Eu mesmo
3a Edição: Irene

Revisor(es) Pedagógico(s):
Gaguinho

Revisor(es) de Diagramação:
Stevie Wonder

BRASIL
2021
CAPÍTULO 1 – AS ESPECIFICIDADES DA COMUNICAÇÃO

TÓPICO 1.1 – PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

Comunicação é a transferência de informação de


uma pessoa para a outra. É uma forma de atingir
os outros com Pensamentos, Sentimentos,
Valores, Ideias e Fatos sendo transmitidos
EMISSOR
Conteúdos Intelectuais e/ou Emocionais. (Pe Se VaI
na FaCIE) Envolve, NO MÍNIMO, duas pessoas:
- Pensamentos
emissor e receptor.
- Sentimentos
- Valores
- Ideias RECEPTOR
- Fatos
- Conteúdos Intelectuais e
- Emocionais

Elementos que compõem a comunicação:

Decodificação, Codificação, Receptor, Emissor, Mensagem, Canal (DeCoRe Em MeCa)

- Emissor: indivíduo que emite a mensagem com


propósito de comunicá-la a pessoa/grupo de
pessoas;
Decorei!!!
- Codificação: formular o conteúdo por meio de
símbolos e escolher o veículo mais adequado para
a sua transmissão;

- Mensagem: é a forma física na qual o emissor


codificou a informação;

- Canal: é o meio de transmissão adequado de


uma pessoa para outra.

- Receptor: pessoa/grupo (alvo) a quem se destina a mensagem. Se a mensagem não chegar ou ele não a
compreender a mensagem não acontece.

- Decodificação: ocorre quando a mensagem chega e os símbolos são traduzidos em informações/sentimentos


significativos ao destinatário.

TÓPICO 1.2 – PROCESSO DE COMUNICAÇÃO DE DUAS VIAS

Ocorre quando o emissor atinge o receptor e recebe um feedback. Possui


OITO etapas, independente se há fala, sinal ou outro meio das duas
partes ou somente de uma.
PRIMEIRA: elaborar a ideia que deseja transmitir;

SEGUDNA: codificar a ideia e escolher o método de transmissão;

TERCEIRA: transmitir a mensagem;

QUARTA: receber a mensagem;

QUINTA : decodificar da mensagem;

SEXTA: aceitar ou rejeitar a mensagem. (a aceitação é uma questão de escolha e grau; podendo o receptor aceitar
total ou parcialmente)

SÉTIMA: usar da informação, podendo descartá-la, guardá-la ou cagar pra ela tomar qualquer outra decisão. É UMA
ETAPA CRUCIAL DA AÇÃO, POIS O RECETOR TEM AMPLO CONTROLE SOBRE O QUE FAZER.

OITAVA: responder ao emissor, ocorrendo o feedback (que é essencial para uma boa comunicação) e estando a
curva de comunicação completa.

Funções múltiplas do feedback (A CAFAjusta)

• Aumenta os potenciais de confiança entre emissor e receptor.

• Corrige possíveis erros do processo de comunicação, etc.

• Ajuda a reduzir ou mesmo eliminar obstáculos na comunicação.

• Favorece a comunicação entre emissor e receptor.

• Ajusta expectativas e necessidades do emissor.

TÓPICO 1.3 – PROBLEMAS POTENCIAIS DE COMUNICAÇÃO DE DUAS VIAS

- DISCORDÂNCIA SOBRE ALGUM TÓPICO: as pessoas perceberão que discordam fortemente sobre algum tema
quando houver o feedback.

- DISSONÂNCIA COGNITIVA: conflito interno que ocorre quando as pessoas recebem informações incompatíveis
com seus valores e decisões anteriores. Não se sentem a vontade e tentam removê-la ou reduzi-la.

- FILTROS DE PENSAMENTO: derivam de experiências anteriores, conhecimentos prévios, questões de âmbito


cultural e linguagem, para elaborar seus pensamentos.

TÓPICO 1.4 – FILTRAGEM NA COMUNICAÇÃO

Filtragem: quando a mensagem é


MENSAGEM ENVIADA MENSAGEM RECEBIDA recebida em parte ou sua
informação é distorcida. É
distorcer a informação para
atender ao interesse pessoal do
emissor ou para torna-la mais
aceitável ao receptor.
RAZÕES PARA FILTRAGEM NA COMUNICAÇÃO:

INFERIOR -> SUPERIOR

• Os subordinados querem vantagens; (quer se dar bem)

• Os subordinados não confiam nos superiores; (tá desconfiado)

• Os superiores não mostram desejo de serem informados; (tá cagando)

• Os superiores reagem emocionalmente às más notícias; e (tá puto)

• Os subordinados são mais leais aos colegas e subordinados que aos superiores. (lógico)

SUPERIOR -> INFERIOR

• Os superiores não percebem as necessidades dos subordinados de receberem informações que os instruiriam e os
motivariam sobre aquilo que lhes cabe; (dá teu jeito!)

• Os superiores não dão informações aos subordinados, de forma consciente ou inconsciente, para mantê-los menos
informados e, portanto, mais dependentes; (joga no Google)

• Os superiores não confiam nos subordinados; (tá querendo dar golpe, né?!)

• Os superiores escondem informações que acreditam que poderiam desmotivar os subordinados. (Alô...FAG?!)

TÓPICO 1.5 – PERCEPÇÃO DE CADA PESSOA

Para a psicologia, a neurociência e as ciências cognitivas, a percepção pode ser definida como a função cerebral que
atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de suas memórias, de processos mentais e outros aspectos que
influenciam na interpretação dos dados recebidos.

Consiste em aquisição, interpretação, seleção e organização das informações obtidas pelos sentidos.

TÓPICO 1.6 – BARREIRAS PSICOLÓGICAS

Influencia na interpretação da mensagem a tendência de todo ser humano e alguns animais a fazer julgamentos,
avaliações, aprovações ou reprovações sobre qualquer mensagem emitida.

- Seu cachorro morde?


- Não, ele faz pior. Te julga!

Para evitar essas distorções, é necessário ver o quadro de referências do interlocutor e tentar sentir como ele é
sensibilizado.

Para CHIAVENATO, existem TRÊS TIPOS de barreiras para a comunicação: a pessoal, a física e a semântica.
Barreiras pessoais: surgem das relações
humanas, dos valores ou dos maus hábitos de
escuta. Ocorrem com frequência no trabalho.
Ex.: ressentimento, mágoa.

Barreiras físicas: residem no ambiente em que


a informação é dada. Ex.: barulho.

Barreiras semânticas: quase toda a


comunicação é feita por meio de símbolos que
sugerem certo significado. Exemplo: o chefe
fala para o seu subordinado: “Você está
fazendo um trabalho dos diabos”, e o
subordinado não entende o sentido da frase.
Essa barreira semântica conduz à barreira
emocional e bloqueia a comunicação.

Para superar tais barreiras, é preciso chutar de trivela estar atento aos símbolos de comunicação, como palavras,
imagens e ações não verbais.

Para que a comunicação se torne mais eficaz, é necessário:

Comunicar assertivamente: explicar suas ideias explícita e diretamente.

Usar canais múltiplos: comunicar por meio de todos os canais.

Usar comunicação bidirecional: diálogo ajuda a reduzir os mal-entendidos.

Exprimir-se e apoiar-se: tomar cuidados com o tom de voz, os gestos, a linguagem, o uso de pausas, etc.

Compreender o receptor: a compreensão leva à empatia, que leva a uma comunicação aprimorada, porque as
pessoas desejam comunicar-se quando se sentem compreendidas.

Dar e buscar “feedbacks”: procurar sempre identificar o efeito da comunicação e utilizar o resultado da análise para
aperfeiçoar.
TÓPICO 1.7 – MEIOS DE COMUNICAÇÃO

TIPOS de comunicação: verbal/não verbal; explícita/implícita; formal/informal

CANAIS de comunicação: formas/informais.


- TIPO Verbal: uso de palavras. Pode ser unilateral (quando ocorre de cima para baixo) ou bilateral (quando nos dois
sentidos).

- TIPO Não Verbal: não utiliza palavras. Busca-se exprimir os sentimentos por trás da mensagem. Ex.: ambiente,
atitude física, apresentação pessoal, etc.

- TIPO Explícito: é a que se percebe por meio de palavras/símbolos.

- TIPO Implícito: são as implicações captadas pela maneira de transmitir a mensagem.

OBS.: a FORMA de transmitir a mensagem pode ser oral (coloquial, mais ágil) ou escrita (maior precisão).

- TIPO Formal: enviada, transmitia e recebida por meio da cadeia de comando.

- TIPO Informal: é a que circula fora dos canais convencionais.

- CANAL Formal: caminhos oficiais para o envio de informações dentro e fora da organização.

- CANAL Informal: rede de comunicação não oficial que complementa os canais formais.

A rádio corredor é o canal de comunicação mais importante, pois transmite boatos e pode criar sérios problemas.

Pela comunicação espontânea pode-se obter informações valiosas. O contato direto ainda é o melhor e mais eficaz
meio de comunicação, pois alguns comportamentos involuntários podem ser vistos, como a aparência física,
gestual, sorriso, postura, etc.

Para LACOMBE (La Kombi), a expressão facial, a linguagem


corporal e a entonação correspondem a 90% do conteúdo da
mensagem, e as palavras, 10%.

Para MINTZBERG um supervisor/gerente ocupa 2/3 da sua atividade profissional com trocas verbais. Ou seja, a
palavra é o instrumento de gestão por excelência. (G de Gerente...G da banda Green Day, onde 2 dos 3 integrantes
tocam instrumentos de corda (corda vocal...voz)...ou seja, 2/3 dos membros utilizam instrumento de corda...tá viajei)

OBS.: AINDA NÃO PAREI PARA OLHAR AS PROVAS ANTERIORES, MAS JÁ OUVI DIZER QUE TEVE UMA QUESTÃO QUE A
PESSOA TINHA QUE FAZER CONTA. NÃO SEI SE FOI ESSA.
Edward Hallowell, em seu trabalho “o momento
humano no trabalho”, diz que a maior parte dos altos
executivos se comunica com seus subordinados por
meio de correio eletrônico/correio de voz.)

(Lembrar do filme Edward Mãos de Tesoura. Ninguém se


comunicava com ele. Até que perceberam seu
“momento humano no trabalho”, onde ele cortava
grama, cabelo, etc. Acho que era mais ou menos isso.
Faz tanto tempo...rsrs)

Para SCARIOLI, a solução para uma comunicação positiva é o contato pessoal.

TÓPICO 1.8 – OS DOCUMENTOS ESCRITOS E OS MEIOS ELETRÔNICOS

Documentos proporcionam comunicação precisa, mas não devem substituir o contato direto.

TÓPICO 1.9 – CARACTERÍSTICAS DA BOA COMUNICAÇÃO (Linguagem da FOCa)

- Linguagem adequada: clareza e simplicidade; voz ativa;


correção; concisão.

- Fidelidade ao pensamento original: traduzir o pensamento


na linguagem certa e eliminar os filtros.

- Objetividade: conhecer e compreender o interlocutor.

- Capacidade de saber ouvir: focar-se em compreender a


mensagem recebida, ficando em silêncio, prestando atenção
e depois resumir aquilo que foi falado.

OBS.: nos documentos escritos devem-se privilegiar termos claros, simples e, na medida do possível, utilizar
linguagem corrente sem torna-la coloquial. Ser conciso, sem prólogos ou epílogos, e revisar o texto em outro dia e
dá-lo para outras pessoas lerem.

TÓPICO 1.10 – A IMPORTÂNCIA DO SABER OUVIR

É uma das melhores ferramentas para uma boa comunicação.


kkk...verdade Ô loco...
Deve-se focalizar a atenção no emissor. A entrevista deve estar
saporra fala pacarai
presente em qualquer diálogo, deixando o entrevistado falar
livremente.

Disciplina e dedicação são determinantes para se tornar um bom


ouvinte. E para desenvolver esses dois fatores deve-se:

- prestar atenção ao que está sendo dito;

- deixar o outro terminar de falar;

- resumir o que a pessoa disse para que ela possa esclarecer


algum ponto da mensagem.
CAPÍTULO 2- RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

TÓPICO 2.1 – BREVE HISTÓRICO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Quem evita contato social e se isola tem maior probabilidade de desenvolver


problemas psiquiátricos.

O estudo sistemático das interações sociais teve início na psicologia com os estudos
sobre desenvolvimento humano e socialização de HARZEM E MILES. O intresse pelo
comportamento social tornou-se notório graças aos estudos de CHARLES DARWIN.

Um dos primeiros pesquisadores sobre relacionamentos interpessoais foi KURT


LEWIN. Segundo ele, “a produtividade de um grupo e a qualidade desses relacionamentos estão estreitamente
ligados com a competência de seus membros, mas, sobretudo, com o auxílio de suas relações interpessoais”
(Lembrar de Kurt Cobain, que tinha um grupo e, por não ter auxílio de suas relações interpessoais acabou se
matando.)

Teoria de Schultz refere-se à necessidade de CAIn (Controle, Afeição e Inclusão) e seus estudos formam a base do
espírito de corpo.

TÓPICO 2.2 – POR QUE FORMAMOS RELACIONAMENTOS?

As hipóteses de ROCHA, ROCHA E DURAN são (AtIRe² Pro CoRe)

Atração, Intimidade, Reciprocidade,


Revelação, Proximidade,
Competência e Recompensas.

- ATRAÇÃO: a atração pode ser física, por semelhança, comparação, etc. Semelhança diz respeito aos aspectos que
parecem comportamentalmente; complementação, que diferem.

Nos relacionamos com pessoas parecidas pois traz a sensação de “estar em casa”. Se a semelhança for muito grande
pode causar repulsa, pois o que é negativo em um também o é no outro.

Há sentimento de aversão maior por pessoas parecidas, mas ofensivas do que de pessoas ofensivas, mas
diferentes.

- INTIMIDADE: tem origem no contato, na união, na associação e no conhecimento e, para isso, é essencial que se

tenha proximidade. ROCHA, ROCHA E DURAN descrevem 4 dimensões da intimidade (FICo Em AP):
1ª) FÍsica: abraços, beijos, brigas;

2ª) COmunhão intelectual: toca de ideias importantes;

3ª) EMocional: envolvimentos de sentimentos importantes. Pode criar validações positivas ou sentimentos
de rejeição/inferioridade.
4ª) Atividades Partilhadas: realização de atividades em grupo em prol de um objetivo.

OBS.: algumas pessoas possuem os quatro níveis de atividades, a maioria, dois.

- RECRIPROCIDADE: fortalece os vínculos no começo de qualquer relacionamento.

- REVELAÇÃO: compartilhamento de informações sobre suas histórias de vida cria sensação de confiança e respeito.

- PROXIMIDADE: ocorre com quem interagimos mais frequentemente, pois passamos a conhecer suas atitudes,
habilidades e defeitos. Cria sentimentos profundos.

- COMPETÊNCIA: pessoas talentosas tendem a ser atraentes, talvez porque esperamos que elas nos contagiem com
seus dons e habilidades, porém a atração só ocorre quando seus defeitos também são aparentes.

- RECOMPENSA: os relacionamentos constituem-se da teoria do INTERCÂMCIO SOCIAL ou da troca. (THIBAUT E


KELLEY). Procuramos pessoas que podem nos dar recompensas concretas ou emocionais, que são maiores ou iguais
aos nossos custos para lidar com elas. Recompensas = resultados que desejamos. Custos = resultado indesejáveis.

Fórmula para explicar o intercâmbio social: p(A U B) = p(A) + p(B) - p(A ∩ B)

Mentira.... é: recompensas – custos = resultados

Rotineiramente utilizamos essa fórmula para refletirmos se vale a pena ou não nos relacionarmos com determinada
pessoa.

TÓPICO 2.3 – COMO MANTER E DESENVOLVER RELACIONAMENTOS?

Mark Knapp divide a evolução dos relacionamentos em 10 estágios.

- INÍCIO: (saiu o iphone 30) manifestação do desejo de se relacionar com a pessoa, com comunicações breves;

- EXPERIMENTAÇÃO: (tem limite no cartão) o objetivo é reduzir a incerteza sobre a coragem de aprofundar o
relacionamento. Diálogo inconsequente e descompromissado.

- INTENSIFICAÇÃO: (comprou) objetivo de um relacionamento mais íntimo. Comunicação mais intensa.

- INTEGRAÇÃO: (coloca a capinha com a logo da maçã) o relacionamento se aquece e as partes começam a assumir
uma identidade harmônica social. Há maior senso de solidariedade.

- VINCULAÇÃO: (foto na frente do espelho) há gestos públicos simbólicos para mostrar às pessoas ao redor que o
relacionamento existe.

- DIFERENCIAÇÃO: (comprei no lançamento, mano) aqui se iniciam alguma estratégias para alcançar a privacidade.

- REDUÇÃO: (geral tem o 30) até aqui o ritmo era de crescimento. Há diminuição de interesse e compromisso entre
as partes. Em vez de debater divergências optam pelo afastamento.

- ESTAGNAÇÃO: (tá meio ruim mas é o que tem) sensação de morbidez. Não há inovação nem alegrias. Os pares
entram numa rotina e se comportam como sempre se comportaram.

- REJEIÇÃO: (esse telefone está uma bosta!) quando a fase anterior se torna completamente desagradável.

- TÉRMINO: (saiu o iphone 31) diálogos resumidos sobre o que aconteceu com o relacionamento e o impulso de
rompê-lo.

OBS.: só pode se passar por um estágio de cada vez. Mesmo que em uma fase haja características de outras, uma
será dominante.
TÓPICO 2.4 – DIFERENÇAS INDIVIDUAIS

O enfoque dos administradores deve ser individual, e não estatístico. A crença de que cada pessoa seja diferente de
todas as outras é tipicamente chamada de Lei das Diferenças Individuais (DAVIS e NEWSTROM).

Necessidades físicas básicas (necessidades primárias): alimento, água, sexo, repouso, ar e temperatura agradável.

Necessidades sociais e psicológicas (necessidades secundárias): são mais vagas porque representam necessidades
da mente e do espírito. Desenvolvem-se a medida que as pessoas amadurecem (TEIXEIRA)

TÓPICO 2.5 – TIPOS DE COMPORTAMENTOS NAS RELAÇÕES

Estudo da Northwestern University com 1,5 milhão de pessoas descobriu que existem quatro grupos distintos de
comportamentos: agressivo (escrotão), passivo-agressivo (falsão), passivo (mongolão) assertivo (o cara).

- AGRESSIVO: têm necessidade de dominar o outro, são rudes e


intolerantes. Possuem gasto de energia altíssimos, e suas relações são de
poder.

- PASSIVO-AGRESSIVO: comportamentos mistos. São manipuladores e


procurar se autoafirmar, influenciam pessoas a realizar seus desejos se
fazendo de vítimas.

O livro Living with the Passive-Aggressive Man enumera alguns


comportamentos:

• Ambiguidade ou discurso enigmático;


• Atrasos e esquecimentos constantes;
• Medo de competição.
• Medo de dependência.
• Medo de intimidade;
• Camuflagem na forma de confusão planejada.
• Justificativas para falhas em trabalhos em equipe.
• Má-vontade deliberada.
• Procrastinação.
• Mal humor ostensivo;
• Respostas vitimizadoras;
Tal comportamento pode surgir como mecanismo de defesa em crianças onde não é muito seguro expressar
frustração ou raiva.

Martin Kantor sugere três tipos de problemas que contribuem para a constituição de estratégias passivo-agressivas
nos indivíduos: conflitos sobre dependência, controle e competição.
- PASSIVO: não quer desagradar. Tem dificuldade de dizer não.

- ASSERTIVO: são líderes, ouvem sugestões, são bons negociadores e


possuem empatia. Sabe se comunicar e expressar confiança. Encontram
soluções sem abrir mão de seus desejos. Trata-se de uma postura pacífica,
sem ser passiva.

Características do assertivo: (CAI BoaS CoReS)

• Conhecimento de si: sabe de seus desejos e seus direitos.


• Autoestima: gosta de si e não está disposta a expor-se a situações não
desejadas.
• Inteligência emocional: controla suas emoções e não fica desestabilizada
emocionalmente com facilidade.
• Boa comunicação: comunicação clara e direta.
• Sinceridade: tem a comunicação sincera, clara e firme.
• Confiança: fala o que pensa e sabe fazê-lo com firmeza e bom senso.
• Respeito: entende o limite dos seus direitos e não passa por cima de
outras pessoas para assegurá-los.
• Sabe estabelecer limites: definir e manter limites e regras.
O comportamento assertivo pode ser compreendido como a harmonia entre o comportamento passivo (ceder
sempre e anular-se) e o comportamento agressivo (não ceder nunca e anular o outro).

OBS.: não coloquei aquele trilhão de dicas para ser assertivo porque acho que o texto de cima resume tudo. Você tem
que achar o meio termo. Nem ser escrotão, nem mongolão. Ser firme sem ser rude e ser calmo sem ser mané.

CAPÍTULO 3 – JANELA DE JOHARI E RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO GRUPOS

TÓPICO 3.1 – AUTORREVELAÇÃO E A JANELA DE JOHARI

Segundo Alder e Towne, autorrevelação é o processo de revelar deliberadamente informações sobre si mesmo, que
são significativas e que não seriam do conhecimento de outros em circunstâncias normais.

Possui 3 características distintas:


- ser deliberada;

- ser significativa;

- desconhecida de outras pessoas.

Para Altman e Taylor, existem 2 abrangências da autorrevelação:


- a informação oferecida (os vários assuntos discutidos);

- a profundidade da informação (a abordagem de assuntos mais pessoais).

De acordo com a abrangência, um relacionamento pode ser casual ou íntimo. Começa da periferia para o centro.

Joseph Luft e Harry Ingham elaboraram a janela de Johari. (Jo


de Joseph + Hari de Harry = Johari - JôAri) que analisa como o
indivíduo/grupo de indivíduos elaboram informações.

É dividida em 4 parte (células, quadrantes ou regiões).

EU

OUTROS

Imagem secreta: você sabe quem é, mas os outros não sabem quem você é. De
difícil clareza, por buscarmos escondê-la ou pela dificuldade de a reconhecermos.

Imagem aberta: você sabe quem é e os outros sabem quem você é.


Imagem cega: você não sabe quem é, mas os outros
sabem quem você é. Você o conhece através de
feedbacks.

CHEGOU O CARA QUE SÓ FALA DE MILITARISMO


Imagem desconhecida: nem você nem os outros sabem
quem você é. É a mais enigmática, envolvendo nossas
potencialidades e subconsciente.

OBS.: quanto mais aberta for nossa imagem, mais interação teremos com os outros e uma melhor capacidade de
comunicação.

O tamanho de nossas janelas muda diariamente de acordo com as situações.

Para um melhor relacionamento, maior deve ser a janela aberta, evitando mal entendidos.

Com encontros e reuniões estruturadas, onde abrimos nossas janelas e os outros expondo a área cega, fazemos uma
avaliação de 360º.

TÓPICO 3.2 – RELAÇÕES INTERPESSOAIS NOS GRUPOS

Grupo é o conjunto de duas ou mais pessoas que trabalham juntas regularmente com intenção de atingir um ou
mais objetivos comuns.

Num grupo, os membros são interdependentes.

Lavitt, elenca benefícios dos grupos:

- são bons para as pessoas;

- podem melhorar a criatividade;

- algumas vezes, tomam melhores decisões;

- podem aumentar o comprometimento com as decisões;

- têm controle sobre seus próprios membros; e

- ajudam a compensar os efeitos de tamanho de grandes organizações.

A expectativa do grupo de como a pessoa deve trabalhar, o influencia.

Os membros de um grupo interagem entre si, levando a efeito tarefas de:


- desenvolvimento;

- manutenção;

- crescimento; e

- coesão.

Os indivíduos influem sobre os outros mediante o emprego de

- linguagem;

- símbolos;

- gestos; e

- postura.

A função dos grupos é satisfazer as necessidades de seus membros.

Podem ser:

FORMAIS: o chefe é o responsável pelo desempenho/realização do grupo. E podem ser:

Permanentes: geralmente aparecem no organograma. (Nossas seções)

Temporários: criados para solucionar um problema ou realizar uma tarefa específica. (Comissão de cotejamento)

INFORMAIS: criam-se de fora espontânea e tem a função de ajudar as pessoas a realizar seus trabalhos, criando um
rede de relacionamento interpessoal que, às vezes, os sistemas formais não conseguem resolver. (Vou ligar pro meu
peixe)

Pichon-Riviére propôs uma representação gráfica para elucidar o processo grupal em forma de cone invertido.

- PERTENÇA: sensação de fazer parte de um grupo;

- COOPERAÇÃO: contribuição de cada um para o alcance da tarefa. Cada um tem um papel diferenciado, que são
rotativos, o que é bom para o grupo:

-- porta-voz: expressa os desejos latentes dos parceiros;

-- líder: detentor dos aspectos positivos;

-- bode expiatório: detentor dos aspectos negativos;

-- sabotador: resistente à mudança.

- PERTINÊNCIA: capacidade de o grupo manter-se atentos às tarefas;

- COMUNICAÇÃO: leva em conta não só o conteúdo, mas também o “como” e o “quem”.

- APRENDIZAGEM: soma das informações que os membros do grupo possuem, criando algo além da quantidade.

- TELE: como se encontra a disposição negativa ou positiva ao se trabalhar com alguém do grupo.

Pichon Rivière deu um salto qualitativo e, partindo de uma teoria intrapsíquica, estabeleceu bases de uma teoria
social que vê o indivíduo como um resultado de sua relação dialética indivíduo – “objetos”.
TÓPICO 3.3 – COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

O mural é um meio de comunicação institucional, não sendo um meio de comunicação das pessoas. Porém, ela
acontece entre pessoas, QUANDO ESTÃO EXERCENDO SEUS PAPEIS INSTITUCIONAIS, formando um público.

A comunicação institucional é mediada por meios de comunicação (mídias).

A comunicação pessoal é de domínio privado e informal, já a institucional é de privado e público, sendo formal.

A semelhança entre elas é que ambas são relações sociais que colocam as pessoas em interação no próprio ato da
troca de informações.

COMUNICAÇÃO NO TRABALHO

A comunicação é um processo mediante o qual duas ou mais pessoas se entendem, com o objetivo de influenciar.

A comunicação organizacional pode ser considerada um processo dinâmico por meio do qual as organizações se
relacionam com o meio ambiente e por meio do qual as subpastas da organização se comunicam entre si.

Comunicação eficaz: melhor desempenho e satisfação no trabalho.

Quanto mais a empresa cresce, mais as comunicações se distanciam.

A comunicação organizacional pode ser verbal (oral e escrita) e não verbal. Viajam para cima, para baixo, horizontal
e diagonal.
com. horizontal
descendente
SUPERIOR (SETOR 1) diagonal
SUPERIOR (SETOR 2)
SUBORDINADO (SETOR 1) com. SUBORDINADO (SETOR 2)
ascendente

TÓPICO 3.4 – COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

É o estudo e a aplicação do conhecimento sobre como as pessoas agem dentro das organizações. Possui como
ELEMENTOS CHAVE:

- PESSOAS: sistema social interno (pessoas/grupos) que é dinâmico.

- ESTRUTURA: relacionamentos formais dentro da organização.

- TECNOLOGIA: recursos com os quais as pessoas trabalham e afetam as tarefas que elas desempenham.

- AMBIENTE: a organização é parte de um sistema maior onde ela opera. Fazem parte de tal sistema o governo,
família, outras organizações, etc.

O pai da administração científica é Frederick W. Taylor, que assinalou que assim como existe uma melhor máquina
para determinado trabalho, existem maneiras melhores de pessoas executarem suas atividades.

A idade das relações humanas começou nos anos 1940 e 1950.

O termo “relações humanas” foi substituído por “comportamento organizacional”.

TÓPICO 3.5 – OS TERMOS TÉCNICOS DE CADA PROFISSÃO

A especialização do trabalho usualmente facilita a comunicação dentro de grupos semelhantes. As linguagens


específicas permitem que ideias e conteúdos possam ser expressos de maneira mais abreviada.
Lorde Kelvin: quando você consegue medir o que está sendo dito e expressá-lo em números, você sabe algo sobre
o assunto; mas, quando não consegue medir, quando não consegue expressar-se em números, seu conhecimento
é pequeno e insatisfatório: pode ser o começo de um conhecimento, mas não avançou ainda, nos seus
pensamentos, para o estágio científico.

O domínio de termos técnicos da especialidade é indispensável a qualquer profissional de bom nível, pois mostra
que ele conhece o significado do que está sendo dito.

Você também pode gostar