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DISLEXIA NA ESCOLA

OLIVEIRA, Dayane de1

RESUMO: O tema desse estudo diz respeito à dislexia na escola. Sabe-se que este
problema é um transtorno específico de aprendizagem com dificuldade na fluência
da oralidade e escrita limitando o desenvolvimento cognitivo do sujeito,
apresentando também déficit no processo fonológico que vem aparecendo com
frequência na escola. Sendo assim, tem o objetivo de descrever as características
mais significativas da dislexia e a relacioná-la com a educação especial e com o
papel do professor. Apresenta como problema: quais as medidas pedagógicas que
devem ser realizadas para o diagnóstico, tratamento e melhoria escolar do
disléxico? Por meio de uma pesquisa bibliográfica e descritiva construída por
materiais já publicados a respeito em fontes confiáveis. Tendo visto, que o professor
e as práticas educativas são pontos chaves para o sucesso escolar do disléxico,
cabendo a associação com a família e equipe multidisciplinar.

Palavras-chave: Dislexia. Leitura. Escrita. Educação. Especial.

ABSTRACT: The theme of this study concerns dyslexia in school. It is known that this
problem is a specific learning disorder with difficulty in the fluency of orality and writing
limiting the cognitive development of the subject, also presenting a deficit in the phonological
process that is appearing frequently in school. Thus, it aims to describe the most significant
characteristics of dyslexia and to relate it to special education and to the role of the teacher. It
presents as problem: what pedagogical measures should be performed for the diagnosis,
treatment and school improvement of the dyslexic? By means of a bibliographical and
descriptive research constructed by already published materials in reliable sources. Having
seen that teacher and educational practices are key points for the dyslexic scholastic success,
it is the association with the family and multidisciplinary team.

Keywords: Dyslexia. Reading. Writing. Education. Special.

INTRODUÇÃO

1
Graduada em Pedagogia pela UEM-Universidade Estadual de Maringá- Campus Regional de
Cianorte, pós-graduanda em Psicopedagogia pelo Rhema Educação – Instituto de Ensino.
Contato:bomdiaespiritosantodedeus35@gmail.com
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Alguns problemas de aprendizagem vêm crescendo nos últimos tempos na


realidade escolar. Entre eles, destacam-se as dificuldades em aprender a ler e
escrever, que de acordo com as especificidades do caso que venha a ser
diagnosticado, o aluno poderá ser determinado com dislexia.
O termo dislexia teve origem no grego e é composta da seguinte maneira,
“dus = difícil, mau; lexis = palavra” (COELHO, 2011, p.03).
No entanto, é um distúrbio de aprendizagem e não doença, mas requer
tratamento para obter bons resultados no desempenho da criança na escola. Sendo
assim, a postura a ser adotada pelo ambiente educacional é professor é muito
relevante para que o sujeito disléxico consiga assimilar a construção do sentido, do
significado e ainda da interação social com o outro e o mundo para a aquisição da
leitura e da escrita.
Nesse sentido, quais as medidas pedagógicas que devem ser realizadas para
o diagnóstico, tratamento e melhoria escolar do disléxico?
Partindo desse pressuposto esse estudo tem o objetivo de descrever as
características mais significativas da dislexia e a relacioná-la com a educação
especial e com o papel do professor para favorecer o processo de ensino e
aprendizagem na escola.
Para responder a esse problema e o objetivo proposto será realizada uma
pesquisa bibliográfica descritiva com o apoio de materiais já publicados referentes
ao tema em questão e também publicações confiáveis disponibilizadas na internet.
Por meio de autores como: Moojen; Bassôa; Gonçalves (2011); Santos (2016);
Coelho (2011); Almeida (2009); Ciasca; Rodrigues (2016); entre outros.
O primeiro capítulo apresentará a concepção de dislexia e a descrição de
suas características principais. O segundo capítulo contexutalizará educação
especial, práticas educativas e dislexia.

2. DISLEXIA
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Sabe-se que os indivíduos são singulares e essas características predominam


no seu cotidiano escolar, pois, a escola é um espaço multicultural e ainda
pluricultural, mas que é responsável pela formação humana.
Nesse sentido, reconhecer as condições físicas, psicológicas, cognitivas,
linguísticas, intelectuais, entre outras de seus alunos são fundamentais. Pensando
pela vertente dessas distinções encontram-se indivíduos portadores de
necessidades especiais, que precisam de algumas particularidades para aperfeiçoar
o seu conhecimento e viver em sociedade. Esses indivíduos podem ser surdos,
cegos, deficientes físicos, ou ainda ter dislexia.
De acordo com Moojen; Bassôa; Gonçalves (2011, p.01) existe certa
complexidade na definição de dislexia, contudo, de uma forma geral, a concepção
atual entre os especialistas, explicitam que este é um “transtorno específico
significativo e inesperado de linguagem que afeta as habilidades nucleares da leitura
(precisão, fluência e, frequentemente, compreensão) e da escrita (ortografia e
produção textual)”.
Entre esses aspectos destaca-se uma predominância genética,
neurobiológica, déficit primário no processamento e memória fonológica como a
incapacidade de registrar, armazenar e evocar informações verbais, além disso,
pode apresentar em alguns casos distúrbios comportamentais. (MOOJEN; BASSÔA;
GONÇALVES, 2011).
Desta forma, a dislexia apresenta prejuízos em longo prazo para a aquisição
da leitura e da escrita, pois, prejudica a decodificação e soletração das palavras,
configurando uma redução nas habilidades cognitivas da criança.
Ciasca; Rodrigues (2016) apresentam que as causas ainda são complexas,
mas que de acordo com estudos de neuroimagens o sujeito com dislexia apresenta
variações no desenvolvimento e funcionamento do cérebro, e que a genética
influencia também nesse distúrbio, tendo visto que pais e irmãos na maioria dos
casos também vêm a apresentar esse problema.
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais
DSM-5, para o diagnóstico deve se levar em conta os seguintes sintomas:
Imprecisão ou lentidão durante a leitura de palavras, demandando grande
esforço por parte do sujeito; dificuldade na compreensão do sentido da
leitura; deficiência ortográfica, ou seja, ao escrever pode haver adição,
omissão ou substituição de vogais e/ou consoantes; dificuldade com a
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expressão oral e escrita com erros gramaticais, de pontuação, coesão e


coerência, apresentando erros múltiplos (CIASCA; RODRIGUES, 2016,
p.03).

Desta forma, esta se apresenta por uma grande dificuldade para construção
da leitura e escrita no sujeito, dificultando à memorização, a pronúncia, a
interpretação de símbolos, entre outros aspectos.
Nesse sentido, a caligrafia da criança também sofre ilegibilidade e a troca de
letras é constante como “d por b; tapa por pata ou ainda quente por frio; atrás por à
frente; pobre por podre” (RIBEIRO, 2008, p.29).
Contudo, não são necessárias que todas essas características sejam
apresentadas pelo sujeito para ele ser considerado um disléxico, até mesmo, porque
outros transtornos ou doenças podem ter sintomas semelhantes no caso da
“deficiência (intelectual e sensorial, por exemplo), síndromes neurológicas diversas,
transtornos psiquiátricos, problemas emocionais e fatores de ordem socioambiental
(RIBEIRO, 2008,p.29).
Segundo Ciasca; Rodrigues (2016, p.03) o Manual Diagnóstico e Estatístico
de Transtornos Mentais DSM-5, também apresenta como critérios para o
diagnóstico:
- Persistência da dificuldade por pelo menos 6 meses (apesar de intervenção
dirigida);
- Habilidades acadêmicas substancial e qualitativamente abaixo do esperado
para a idade cronológica (confirmado por testes individuais e avaliação clínica
abrangente);
- As dificuldades iniciam-se durante os anos escolares, mas podem não se
manifestar completamente até que as exigências acadêmicas excedam a
capacidade limitada do indivíduo, como, por exemplo: baixo desempenho em testes
cronometrados; leitura ou escrita de textos complexos ou mais longos e com prazo
curto; alta sobrecarga de exigências acadêmicas;
- As dificuldades não são explicadas por deficiências, transtornos
neurológicos, adversidade psicossocial, instrução acadêmica inadequada ou falta de
proficiência na língua de instrução acadêmica.
Sendo que esses sintomas podem ser observados de forma precoce, e está
atrelada a consciência fonológica comprometendo em alguns casos além da
aquisição da escrita e leitura, a fala.
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De acordo com Almeida (2009, p.04-05) de uma forma geral os tipos de


dislexia são classificados conforme a complexidade de cada caso, da seguinte
forma:
-Dislexia disfonética: dificuldades de percepção auditiva na análise e síntese
de fonemas, dificuldades temporais, e nas percepções da sucessão e da duração
(troca de fonemas – sons, grafemas – diferentes, dificuldades no reconhecimento e
na leitura de palavras que não têm significado, alterações na ordem das letras e
sílabas, omissões e acréscimos, maior dificuldade na escrita do que na leitura,
substituições de palavras por sinônimos);
-Dislexia diseidética: dificuldade na percepção visual, na percepção gestáltica,
na análise e síntese de fonemas (leitura silábica, sem conseguir a síntese das
palavras, aglutinações e fragmentações de palavras, troca por equivalentes
fonéticos, maior dificuldade para a leitura do que para a escrita);
-Dislexia visual: deficiência na percepção visual; na coordenação visomotora
(não visualiza cognitivamente o fonema);
-Dislexia auditiva: deficiência na percepção auditiva, na memória auditiva (não
audiabiliza cognitivamente o fonema).
-Dislexia mista: que seria a combinação de mais de um tipo de dislexia.

Contudo, esse diagnóstico deverá ser realizado por uma equipe muldisciplinar
e apoio da família, da mesma forma, não pode ocorrer antes dos setes anos de
idade e levar em considerações fatores como as iniciações de práticas pedagógicas
para o desenvolvimento da oralidade e escrita na escola.
O tratamento também é um fator ainda complexo, contudo, sabe que a cura
não foi encontrada e para a progressão da criança ou do sujeito disléxico necessita-
se da participação de profissionais da área da pedagogia, fonoaudiologia,
psicológica, e outras especialidades conforme o caso para assim, melhorar
gradativamente o comprometimento da oralidade e escrita do disléxico, inclusive na
área da matemática. Contudo, ele deve ser realizado com persistências, pois, os
resultados chegarão à longo prazo (VARELLA, 2011).

3. EDUCAÇÃO ESPECIAL, PRÁTICAS EDUCATIVAS E DISLEXIA


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Segundo as Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Nº.


9.394/96, constante em Brasil, (1996, p. 44) disponibiliza em seu art. º58, que a
educação especial é “a modalidade de educação escolar, oferecida
preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de
necessidades especiais”. E ainda afirma que A referida Lei garante em seu artigo
59º, inciso I, que os sistemas de ensino assegurarão a esses alunos, “currículos,
métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às
suas necessidades” (Brasil, 1996, p. 44). Esta é a forma como as políticas públicas
predispõem e regulamentam o ensino para todos.
Mas, Cupertino (1998) relata que o Brasil, mesmo com algumas políticas
públicas desenvolvidas para esse contexto, trata a prática educacional relacionada a
dislexia ou as necessidades educacionais especiais com muitas carências, pois, o
aluno com essa característica predominante precisa ser avaliado e ter condições
educacionais que efetivem o seu potencial. Já que muitos talentos estão inseridos
de forma invisível na sala de aula comum.
Como já foi visto o diagnóstico e os tratamentos são processos complexos o
que implica também em uma concepção concreta sobre a dislexia. Contudo, entre
todos os aspectos o processo educacional é primordial, já que o mesmo é
responsável pela alfabetização e letramento do individuo.
Nesse contexto, a intervenção educativa para sujeitos com dislexia deve
considerar as particularidades dos sujeitos, quanto às dificuldades e potencialidades
na oralidade e escrita, a idade da criança e o contexto emocional, escolar e familiar
que a mesma se insere.
Assim, quando o professor tem um aluno diagnosticado, precisa estar
capacitado em relação a esse problema para compreender de forma qualitativa o
problema, e desenvolver estratégias juntamente com a família, equipe pedagógica e
outros envolvidos para favorecer o desempenho do sujeito. Nesse sentido, a escola
não trabalha sozinha e necessidades da participação de outras intervenções sejam
terapêuticas, psicológicas, especificadas da oralidade e escrita, e ainda da
participação familiar (GONÇALVES, 2011).
Nesse sentido, Gonçalves (2011, p.58) propõe que as práticas educativas
sejam desenvolvidas perpassando pela leitura de textos e pseudopalavras, analise
compreensiva, escrita considerando “composições, ditado de palavras, ordenar
frases, completar frases e/ou palavras, ordenar histórias, palavras cruzadas, sopa de
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letras, etc)” e ainda, “utilização de Manuais de Intervenção Reeducativa (método


Distema; Distúrbios de Leitura e Escrita; Manual de Leitura Corretiva; Dislexia –
Cadernos 1,2,3,4,etc.), técnicas multissensoriais, atividades lúdicas e multimídia,
etc”.
Nessa perspectiva, os disléxicos quando estimulados a participar de desafios,
com aulas flexíveis na rede regular de ensino. Diferentemente do que muitos
pensam esses alunos precisam de professores tanto quanto os outros, contudo, este
deve ser um ambiente diferenciado, criativo, motivador, estratégico, etc.
Assim, as práticas pedagógicas devem estimular o desenvolvimento cognitivo
das crianças e ampliar as condições de aprendizagem, devido a capacidade de
interação do ser humano com o meio em que está inserido, e da resposta dessa
relação entre ambos, que é a construção do conhecimento.
Conforme Gomes e Terán apud Santos (2016, p.19) “ as várias maneiras de
aprender e diferentes inteligências do individuo, acreditamos que o ensino precisa
também de abordagens e metodologias diversificadas, para acompanhar as
tendências individuais as quais internalizam e organizam as informações por meio
de sentidos diferentes.
Nessa vertente, ainda ressalta-se, que a participação desses alunos favorece
as atividades coletivas e enriquecem as práticas pedagógicas, pois, poderão
colaborar positivamente na construção do saber oportunizando grandes benefícios
para o processo de ensino e aprendizagem individual e coletivo.
Gonçalves (2011, p.58) propõe medidas educativas especiais que enfocam o
decreto Lei n.º 319/91- Necessidades Educativas Especiais constantes no art. 05º
para adaptações curriculares voltadas para redução parcial do currículo e dispensa
da atividade que se revela impossível de executar conforme a necessidade. E no art.
08º condições especiais de avaliação; tipo de prova ou instrumento de avaliação;
forma ou meio de expressão do aluno; entre outras coisas as recomendações do art.
12º com a formulação de currículos escolares próprios e currículos alternativos.
Gonçalves (2011) também destaque que diante das avaliações os alunos com
dislexia comprovada até o final do 2º ciclo do ensino básico participaram do regime
educativo especial e terão um plano individual de acordo com seu caso, sendo que
as classificações em provas levarão em conta sua condição.
Diante disso, entende-se que o aluno com dislexia pode sim ter resultados
positivos em sua aprendizagem, mas precisa da participação adequada do professor
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em alguns casos com auxílio específico, e de equipe multidisciplinar composta por


psicólogos, fonoaudiólogos, médico especialista quando necessário e outros.
Nesse sentido, cabe ao professor adaptar o currículo, dar dicas que facilitem
a aprendizagem do aluno e observar o seu progresso, limitações e potencialidades,
desta forma, será fundamental para o desenvolvimento do disléxico, que dentro de
suas dificuldades é capaz de encontrar um caminho para seguir e realmente
aprender no seu tempo, mas satisfatoriamente.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esse estudo apresentou que a dislexia é uma dificuldade de aprendizagem


que pode ser identificada diante do diagnóstico de vários sintomas associados que
implicam em limitações no processo de aquisição da leitura e da escrita partindo de
causas comportamentais, genéticas, sociais, e até mesmo neurobiológicas.
Contudo, esse diagnóstico pode ser realizado apenas por uma equipe
multidisciplinar com médico especializado, fonoaudiólogo, psicólogo, psicoterapeuta,
psicopedagogo, professor e a família. Da mesma forma, resultados positivos no
tratamento também serão alcançados partindo da ajuda dos mesmos. Contudo, os
resultados são em longo prazo, a cura ainda não foi comprovada, mas existe
melhoria nos casos vistos até o momento.
Nessa perspectiva, a escola tem papel fundamental em todas as etapas na
ajuda da identificação, no tratamento e no desenvolvimento de práticas educativas
que favoreçam as limitações do sujeito disléxico.
Além disso, assegurar a efetivação mesmo que em passos lentos das
políticas públicas voltadas para a educação especial, e aqueles que possuem
necessidades educativas especiais.
Assim, todos os profissionais e a família devem trabalhar para o crescimento
individual, coletivo e cognitivo do aluno, porém, estes, devem estar atrelados a
perspectiva inclusiva da educação para a construção de um meio social dentro e
fora da escola que perpasse as diferentes e valorize as habilidades individuais e
respeite a diversidade.
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Portanto, cabe ao corpo escolar criar estratégias educativas e também


inclusivas para colaborar com o sujeito por completo para o sucesso escolar. Pois,
as potencialidades do aluno somente se desenvolverão com a promoção da
interação, da sociabilidade, do conhecimento e desenvolvimento integral conforme a
eficácia das práticas educativas que atenda essa demanda de acordo com suas
especificidades ao mesmo tempo que esse sujeito se sinta como qualquer outro no
ambiente escolar e fora dele.

REFERÊNCIAS

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Revista elet. Don Domênico. 2ª Ed. Out. de 2009. Disponível em:
http://docplayer.com.br/15843753-Dislexia-o-grande-desafio-em-sala-de-aula.html

BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes gerais para o atendimento


dos alunos portadores de altas habilidades, superdotação e talento. Brasília:
MEC/SEESP, 1996.

COELHO, Diana Tereso. Dislexia, Disgrafia, Disortografia e Discalculia. 2011.


Disponível em:
http://www.ciecuminho.org/documentos/ebooks/2307/pdfs/8%20Infância%20e
%20Inclusão/Dislexia.pdf

CUPERTINO, C. M. B. Educação dos diferentes no Brasil: o caso da


superdotação. Anais do 1º Congresso Internacional de Educação da Alta
Inteligência, promovido pela Universidade da Provincia de Cuyo e pelo Instituto San
Bernardo de Claraval. Mendoza, Argentina, Agosto de 1998.

GONÇALVES, Mafalda Maria da Conceição. A relação da dislexia, insucesso


escolar e educação especial: ação de formação. 2011. Disponível em:
http://recil.grupolusofona.pt/bitstream/handle/10437/1485/A%20relacao%20da
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MOOJEN, Sônia Maria Pallaoro; BASSÔA, Ana; Gonçalves, Hosana Alves.


Características da dislexia de desenvolvimento e sua manifestação na idade
adulta. Rev. psicopedag. vol.33 n.100 São Paulo  2016.

SANTOS, Greyce Hellen. Inclusão e práticas de ensino para alunos com


dislexia. 2016. Disponível em:
http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/14445/1/PDF%20-
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VARELLA, Maria Helena. Dislexia. 2011. Disponível em:


https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dislexia/

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