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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

FISIOTERAPIA

ANA MARIA DE MATOS SANTOS


ELIZANE GARCIA MOREIRA
LADIR MARIA FILIPINI
LEANDRO MARCOS FERREIRA RIBEIRO
MILAYLA VITÓRIA ARNAUD DOS SANTOS
TAINARA DOS SANTOS DA COSTA
VITOR ALEXSANDER SILVEIRA CARVALHO

HOMEM, CIÊNCIA E SOCIEDADE

Tucuruí-pa
2018
ANA MARIA DE MATOS SANTOS
ELIZANE GARCIA MOREIRA
LADIR MARIA FILIPINI
LEANDRO MARCOS FERREIRA RIBEIRO
MILAYLA VITÓRIA ARNAUD DOS SANTOS
TAINARA DOS SANTOS DA COSTA
VITOR ALEXSANDER SILVEIRA CARVALHO

HOMEM, CIÊNCIA E SOCIEDADE

Trabalho de: Homem, Ciencia e Sociedade apresentado


ao curso de Fisioterapia à Universidade Pitágoras
Unopar, como requisito parcial para a obtenção de média
bimestral na disciplina de Homem, Cultura e Sociedade;
Ética, Política e Sociedade; Saúde Coletiva;
Empreendedorismo e Seminário Interdisciplinar I.

Orientador: Indiara Beltrame Brancher

Maria Luzia Silva Mariano

Marcio Gutuzo Saviani

Tucuruí-PA
2018
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.............................................................................................................3

DESENVOLVIMENTO..................................................................................................5

DESAFIO-1...................................................................................................................5

DESAFIO-2...................................................................................................................6

DESAFIO-3...................................................................................................................9

CONCLUSÃO.............................................................................................................11

REFERECIAS.............................................................................................................12
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1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho vem abordar uma situação ocorrida em um município pequeno


do interior do Estado do Acre, pois houve um óbito de uma recém-nascida Valentina,
sua mãe Rosângela buscou duas vezes atendimento em UBS ( Unidade Básica de
Saúde), porém não teve êxito porque a atendente a informou que que não tinha
médico no momento, o mesmo estava viajando, então a mãe vendo que a filha não
melhorava se dirigiu a outro município foi procurar atendimento no Hospital da
cidade vizinha (localizada a 100 Km de distância). Onde Valentina encontrava-se
com febre elevada, secreção nasal e muita falta de ar, e somente após 5 horas
aguardando Rosângela conseguiu atendimento médico, Valentina foi encaminhada a
Unidade de Terapia Intensiva Infantil (UTI), Valentina teve seu quadro clínico
agravado e veio a óbito após 2 horas de sua internação. O laudo médico referente à
investigação da causa da morte da recém-nascida determinou Meningite Bacteriana
e grande intervalo de tempo entre o início dos sinais clínicos e o tratamento médico.
Em virtude de tais fatos ocorreram situações delicadas, onde a mãe está analisando
a possibilidade de acionar judicialmente as instituições, porém o foco foi no primeiro
atendimento pois a atendente não teve um bom desempenho na função, a mesma
apenas informou a mãe que o médico pediatra não estava, o mesmo estava em
viagem.
Objetivos deste trabalho e fazer um apanhado dos estudos deste semestre das
disciplinas: Homem, Cultura e Sociedade; Ética, Política e Sociedade; Saúde
Coletiva e Empreendedorismo, pra contextualizar o tema sugerido dentro de ações
atuais, com reflexos históricos como transição do feudalismo para o capitalismo,
criação de politicas públicas sem ferir a ética de modo geral, apresentação do
conceito de intraempreendedorismo e apresentação de ações práticas que possam
melhorar a realidade da Saúde em nosso país até finalizar com a criação do sistema
único de saúde (SUS), narrando assim um trágico desfecho sobre o atendimento a
saúde.
Com desafios de retratar uma defesa, uma acusação e uma absolvição da atendente
da unidade básica de saúde (UBS), incluindo assim a transformação do sistema do
ponto de vista histórico e contemporâneo. Entretanto, analisando a situação descrita
observa-se que a mãe procurou o serviço público de saúde que se encontrava com
graves deficiências em virtude da má gestão de recursos públicos.
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Pra se ter um sistema público de boa execução, deve-se ter profissionais satisfeitos,
valorizados para assim prestar um serviço de qualidade e eficaz, mas ao contrario
disso temos uma realidade com falta de recursos, profissionais insatisfeitos, sem
ética e despreparado em algumas situações. Em contra partida o sistema privado
cresce cada vez mais, dentro do capitalismo.
Seguindo o primeiro desafio, que é acusar a atendente, segundo sua ação na hora
do atendimento, veja como seria uma forma de acusar a atendente, sem fazer um
apanhado geral, pois há de vários fatores incluindo todo um sistema e mais as
instituições, a atendente pecou no momento do atendimento, quando a mesma
apenas informou a Rosangela mãe da recém-nascida, que não havia médico
pediatra, ela deveria ter dado mais atenção à mãe com orientações, até por que a
mãe procurou atendimento duas vezes na UBS (Unidade Básica de Saúde).
Segundo desafio: Defesa da atendente, não é fácil a defesa da atendente, se olhar
com os olhos da mãe que teve uma perda irreparável, entretanto toda via a
atendente, não tinha poder de salvar Valentina sozinha, pois a principal ação seria o
atendimento médico, fora o agravante que muitas das vezes o sistema de saúde não
dar o devido suporte, para que se haja eficácia nos atendimentos de modo geral.
E finalizando os desafios o julgamento deve ser imparcial, com a relevância de que
existem fatores abrangentes de culpados no final da história.
A metodologia utilizada foi à pesquisa bibliografia.
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Desafio 1

O período feudal surgiu com a queda do Império Romano. O sistema feudal foi uma
forma de organização social, politica e econômica. No feudalismo não existia
comercio, as relações eram por escambo, ou seja, de troca de produtos, a produção
era destinado para o sustento local. Os feudais eram os donos de terras e os servos
ou camponeses trabalhavam na terra e pagavam aluguel pelo uso além de trabalhar
de graça para o senhor feudal. Os servos eram gratos pelo trabalho e pela proteção
(vassalagem) não existia trabalho assalariado, criando assim uma dependência
social.
O sistema capitalista possui uma relação de trabalho entre dono e o operário, no
capitalismo o dono tinha a função dos meios de produção e o operário vendia sua
força de trabalho. Neste sistema a busca pelo aumento na produção é incessante,
buscando novos consumidores e mais lucros.
No inicio do capitalismo o artesão era autônomo, mas surgiram os atravessadores e
comerciantes, e esses ficavam com a maior parte dos lucros, nessa fase primitiva de
acumulação de capital e a especulação.

“Crise do sistema feudal: (...) o desenvolvimento do comércio intensificou as forças produtivas e


promoveu uma organização racional da sociedade e o aprimoramento da divisão do trabalho.
Decorreu daí uma maior produtividade que minou as relações servis de produção (os servos
abandonaram suas terras procurando melhores condições de trabalho) e, gradualmente as formas de
trabalho livre e assalariado se estabeleceram”
(LAZAGNA, 2004, P.184)

No século XVIII surgiu o capitalismo industrial e nessa fase fixa-se o assalariamento


deixando nítidas as classes. Na primeira classe os donos dos meios de produção
(burgueses) e na segunda com os trabalhadores que vendem suas forças de
trabalho.
E por fim o capitalismo financeiro que foi marcado pelo poder do capitalismo das
instituições financeiras, as quais determinam o rumo do mercado, concentrando em
suas mãos o poder de decisão política.

“A ascensão da burguesia, a expansão do comércio, o aparecimento da mão de obra assalariada,


aliados ao fortalecimento do poder real – e a consequente formação dos estados nacionais -, foram
fatores que abalaram de vez a estrutura feudal na Europa e provocaram o fim desse sistema no
continente. No século 15, os europeus já viviam sob uma nova ordem socioeconômica: o capitalismo
comercial
(UOL EDUCAÇÃO, 2005)”
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Desafio 2

Acusação

Constituição Federal (Artigos 196 a 200)

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas
sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e
ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e
recuperação.

(...) Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede
regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo
com as seguintes diretrizes:
I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo
dos serviços assistenciais;
III - participação da comunidade. (...)

Tomando por base a constituição que assegura o de direto de Rosangela, acusamos


a atendente da UBS e a própria UBS que, por hipótese alguma deveria ter deixado
de prestar atendimento imediato a recém-nascida que por falta de atendimento veio
a óbito.
Notamos traços de alienação do trabalho referente ao resultado que é quando a
atendente demonstra negligência por não ter encaminhado a recém-nascida a um
enfermeiro (a) ou levado o caso a diretoria para tomar as devidas providencias para
o seu encaminhamento imediato. Tendo em vista que a mesma possui prioridade no
atendimento por ser recém-nascido com alto grau de fragilidade. A atendente deste
modo preocupou-se apenas em se livrar da paciente demostrando irritabilidade,
perdendo a satisfação de receber de uma forma adequada a paciente visando
somente à remuneração financeira.

Acusamos ainda a UBS como responsável pela morte da filha de Rosangela, por
falta de profissionais capacitados para receber pacientes em especial um recém-
nascido, falta de politica de recursos humanos, supervisão dos atendimentos, faz-se
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necessário aviso prévio de pacientes prioritários, podendo haver tabela com


indicações para pacientes com prioridade no atendimento.

(...) Numa decisão clínica há representantes de várias especialidades, tentando resolver qual é
terapêutica mais adequada a determinado paciente. Diferentes médicos podem discordar em relação
ao indicado aquele doente e todos estarem atuando bem. A função da ética não é buscar
unanimidade. É evitar que as decisões sejam imprudentes. (...)
(ORDONA, Concília)

Desse modo a atendente deveria ter em mente o mínimo de prudência para não
comprometer a vida dos pacientes ou ainda que não fosse treinada deveria ter o
mínimo de respeito pelo próximo. Segundo Immanuel kant, A Metafísica da moral
(1797) “Existe... só um imperativo categórico, que é este: aja apenas segundo a
máxima que você gostaria de ver transformada em lei universal” , ou seja, a
atendente deveria ter pelo menos si coloca no lugar da paciente que era jovem
inexperiente seu estado psicológico estava fragilizado pelo estado de saúde de sua
filha, ao invés de demostra-se irritada com a insistência de Rosangela, que em
momento algum lhe desrespeitou.

Advogados de defasa

Os advogados de defesa contratados pela atendente encontraram várias questões


do qual possam defendê-la.
Primeiro que essa mamãe foi agressiva ao chegar para o atendimento e deixando-a
constrangida perante outro paciente que havia chegado primeiro. As outras mães
tentaram conversar sobre como procedia com os filhos quando estavam com esses
sintomas e que haviam aprendido no pré-natal, mas ela comentou não ter feito o
pré-natal. E tentaram ajudá-la.
Outro ponto importante que foi levantado pelos advogados que a atendente só
poderia atender, não poderia medicar nem indicar medicamentos. E nesse momento
o posto estava sem medico e sem enfermeiros, então nada poderia fazer a não ser
pedir para retornar em outro momento.
No posto também não havia a tabela de prioridade já que ela era novata nessa
função e não havia sido treinada para tal.
Mas o mais agravante de toda essa situação, que estava executando a função do
qual não constava no contrato de trabalho, sendo essa contratada para serviços
gerais, sem noção de sua responsabilidade, já que estava lidando com vidas.
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Percebesse que há um desvio de função é para isso não existe punição ao


contratante segundo a CLT ( Consolidação das Leis do Trabalho) é um direito do
trabalhador em executar somente as atividades que consta no contrato, e por não ter
ciência disso a atendente assumiu essa nova função. Porém a jurisprudência
construiu a base para direcionar qualquer questionamento legal casos de desvio de
função, baseando na regra da boa fé, o princípio que regue as leis brasileiras. E se
enquadram dentro dos artigos:
. Art. 884 do código civil
. Art. 927 do código civil
. Art. 468 da consolidação das Leis do Trabalho.

Sentença

Na hipótese apresentada, consideramos que se trata de ajuizamento de AÇÃO


CÍVIL por parte da família da menor VALENTINA, filha de ROSANGELA, para fins
de pedido de RESPONSABILIDADE CIVIL E INDENIZAÇÃO, haja vista que, em se
tratando de Ação Penal, o titular da ação é o Ministério Público, ou seja, somente o
representante do Ministério Público, o Promotor de Justiça do Município, pode
intentar a ação na esfera penal, sendo facultado à família contratar e indicar
assistente de acusação.
Partindo dessa premissa legal, porque, repita-se, a mãe da menor/família não
podem ajuizar ação na esfera penal, temos então que ROSANGELA, mãe da menor
Valentina, ajuizou AÇÃO DE REPONSABILIDADE CIVIL E INDENIZAÇÃO contra a
atendente da Unidade Básica de Saúde, pelos motivos expostos na inicial e com
base na Constituição Federal.
A requerida, atendente da Unidade Básica de Saúde, ofereceu defesa –
CONTESTAÇÃO, apresentando suas justificativas.
Passo a decidir:
No presente caso, considerando que a demandada é funcionária da Secretaria de
Saúde do Município, órgão vinculado à Prefeitura Municipal, a mesma é parte
ilegítima para figurar no polo ativo da demanda judicial.
Isso significa dizer que é a Secretaria de Saúde que responde pelos atos de seus
prepostos, como órgão da Administração Pública Municipal, devendo por isso ser
acionada em Juízo para fins de RESPONABILIDADE CIVIL e INDENIZAÇÃO
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decorrentes da falta de atendimento à menor o que ocasionou seu óbito.


Ressalte-se que, em casos de RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA, A responsabilidade é objetiva.
Isto posto, julgo extinto o processo sem resolver o mérito, por ilegitimidade da parte
requerida, nos termos do art, 485 Inciso VI do Novo Código de Processo Civil.
Art. 485. O Juiz não resolverá o mérito quando:
(...)
VI- verificar ausência de ilegitimidade ou de interesse processual.
Acre, 16 de maio de 2018
Publique-se.
Registre-se.
Intime-se.

Juíza de Direito do Município do Acre

Desafio 3

INTRAEMPREENDEDORISMO
Intraempreendedorismo, empreendedorismo interno ou empreendedorismo
corporativo são termos que remetem à ação empreendedora dentro das
organizações praticado por funcionários, criando um ambiente de inovação e
criatividade que proporcionará a criação de novas ideias e aumentarão de maneira
significativa as chances de sucesso das organizações.
É a prática do empreendedorismo dentro de uma empresa, ou seja, o exercício dos
comportamentos empreendedores para criação de valor e de diferencias
competitivos para a organização.
Deste modo podem ser praticadas ações intraempreendedoras. Para entendermos o
que são ações intraempreendedoras devemos entender que empreendedorismo
remete a ação de fazer algo inédito ou diferente, romper um status e procurar
insistentemente novas oportunidades de negócio.
A atendente devia ter em mentem que os pacientes dos serviços de saúde têm uma
fragilidade maior que qualquer outra área pelo fato de estar em questão a vida de
parentes, amigos, conhecidos e etc.
Ela deveria de imediato ter encaminhado a recém-nascida para um enfermeiro (a) e
depois do mesmo não ter solucionado o caso, encaminhar para o hospital mais
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próximo com atendimento médico adequado para a recém-nascida.


Além de ter sido mais paciente ao invés de demonstrar irritação com a insistência da
mãe que buscava atendimento para sua filha que estava debilitada.
Os pacientes dos serviços de saúde mais do que quaisquer outros, necessitam
cuidados especiais, em face de compreensiva fragilidade emocional a que estão
submetidos, o que se percebe é que as organizações têm focado muito mais no
aprimoramento do conhecimento técnico, do que nas habilidades e atitudes
emocionais, tanto dos profissionais de saúde quanto do pessoal de apoio.
Fazem-se necessário entender que o atendimento aos pacientes do serviço de
saúde está em todos os cantos e recantos da Clínica ou do Hospital, da faxineira
aos diretores, todos; médicos, enfermeiros e funcionários precisam estar
sintonizados com uma política de atendimento, para dar as respostas competentes e
precisas a cada momento, cada um conforme suas atribuições, naturalmente. Para
que isso aconteça hospitais públicos e particulares devem investir no treinamento
desses funcionários, de modo especial nos atendentes, pois eles têm o primeiro
contato com os pacientes. Além disso, pode ser oferecido aos pacientes
oportunidades de feedbacks, para todas as areias de atendimento, aperfeiçoando-se
sempre para que em hipótese alguma haja negligencia.
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CONCLUSÃO

Desde sua criação, em 1988, o SUS tem enfrentado diversos problemas em


sua gestão, como a superlotação, a falta de leitos nos hospitais, aparelhos
quebrados, laboratórios interditados e a falta de médicos nos pronto-socorro e nos
postos de saúde, além disso, no que se refere aos profissionais há grandes
reclamações em relação à sobrecarga, ou seja, com a falta de funcionários dentro
das unidades públicas de saúde, em que pequeno efetivo tem que se desdobrar
para atender a enorme demanda de pacientes. Sendo assim, esses problemas têm
causado transtornos tanto para pacientes quanto para aqueles que trabalham na
área.
Nesse contexto, com o trabalho apresentado acima foi possível notar o
quanto o despreparo de profissionais e a precariedade do atendimento no Sistema
Único de Saúde, resultaram em uma grave situação que gerou a morte de uma
criança.
Demonstra-se, portanto, a necessidade de investimento na contratação de
novos profissionais a fim de prestar o atendimento a todos que necessitarem e
também na capacitação dos que já trabalham no SUS, pois é essencial que se
mantenha os profissionais atualizados no que se refere as legislações existentes e
na maneira correta de atendimento ao usuário, uma vez que o atendimento correto e
humanizado é primordial.
Além disso, o caso também mostra a necessidade de incentivo as práticas
empreendedoras dentro da rede pública, pois de acordo com o exposto elas
promovem o aumento das chances de sucesso das organizações e se tivessem sido
utilizadas dentro do caso em questão poderiam ter contribuído de forma positiva e
como consequência, evitado a morte da criança.
Por fim, nota-se a necessidade de reflexão a cerca da situação apresentada
a fim de se perceber que as atitudes tomadas pela atendente e a gestão do hospital
devem ser totalmente evitadas e que deve cada vez mais buscar a prestação de um
atendimento eficaz, correto, integral e humanizado.
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REFERÊNCIAS

(LONZAGA, 2004, pag.184) CIZOTO, Sonelise Auxuliadora. Homem, cultura e


sociedade/ Sonelise Auxiliadora Cizoto, Carla Regina Mota Afonso Diégues,
Rosângela de Oliveira Pinto. – Londrina : Editora e Distribidora Educacional S.A.,
2016. 248p.

CIZOTO, Sonelise Auxuliadora. Ética, política e sociedade/ Sonelise Auxuliadora


Cizoto, Daniela Maria Cartoni – Londrina: Editora e Distribidora Educacional S.A.,
2016. 264p.

(UOL, educação, 2005)

conselho.saude.gov.br/web_sus20anos/20anossus/legislacao/constituicaofederal.pdf

ORDONA, Concília. O importante não é tomar decisões clínicas corretas e, sim,


prudentes. Cremesp, São Paulo, mar. 2006. Revista Ser Médico. Disponível em:
<http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Revista&id=225>. Acesso em: 14 dez. 2017

https://www.jusbrasil.com.br/.../artigo-468-do-decreto-lei-n-5452-de-01-de-maio-de-
1943

https://www.direitocom.com/codigo-civil-comentado/artigo-884-5

https://www.jusbrasil.com.br/.../artigo-927-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para


apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR, 1992. v. 2.