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LAUDO ERGONÔMICO &


ANÁLISE ERGONÔMICA DO
TRABALHO
Home 2020
 
 

LAUDO ERGONÔMICO & ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

Existem muitas divergências e


muitos desencontros sobre o tema porém, nada mais evidente do que dizermos
que Laudo Ergonômico é uma análise do Risco Ergonômico a que estamos
sujeitos, em casa, no trabalho, no lazer e, até dormindo e a AET é a ANÁLISE
ERGONÔMICA DO TRABALHO.

O Laudo Ergonômico e a Análise Ergonômica do Trabalho caminham paralelas.

Resumidamente explicamos no que consite uma AET:

A AET é a Análise do Trabalho de acordo com os parâmetros de Riscos


Ergonomicos (NR17, anexos e outras NRs envolvidas)
Em posse dessa análise, é elaborado um Laudo.

Nesse laudo são apontadas as NÃO CONFORMIDADES do processo.

Com base nesse apontamento, são estudadas e especificadas as correções


necessárias para esse processo. Essas correções podem ser simples ou
correções que demandem  projetos especiais.

Após essas especificações, os progjetos devem ser executados e implantados.

Após a implantação da correção de todas as não conformidades, um


responsável especializado deve conferir, analisar e certificar que essas
correções estão corretas e oposto está em CONFORMIDADE LEGAL.

O profissional que “certificar” essa AET deve ser um profissional habilitado e


capacitado legalmente para tal, com capacidade de responder pela certificação
emitida.

ESQUEMA GERAL DE UMA ANÁLISE

Visita técnica inicial – vista ao local para dimensionamento das análises

1- AET – Análise Ergonômica do Trabalho

A AET consta das fases:

 Análise Ergonômica do Trabalho realizado


 Laudo Ergonômico obtido através do resultado da análise elaborada
 Projeto de Adequação
 Elaboração do projeto
 Implantação do projeto
  Acompanhamento
   Treinamentos
    Certificação – assinados por especialista
2- Análise de Conformidade Legal

A Análise de Conformidade Legal é realizada para emissão do LTN – Laudo


Técnico Normativo (para o posto x função). Determina se o posto está em
conformidade com as legislações ás quais esse posto está sujeito.

3- Análise de Riscos Integrada

A Análise de Riscos Integrada é o procedimento realizado para completa


gestão para adequação das NRs

Consta da análise integrada: NR10, NR12, NR17 e demais NRs do processo x


posto, ANVISA e BPF do projeto de adequação.

A Análise integrada consta das fases:


 Análise do trabalho e posto – NR10, NR12, NR17 (e outras)
  Laudos
  Projeto de Adequação
  Elaboração do projeto
   Implantação do projeto
   Acompanhamento
   Treinamentos
   Certificação – com todos os Laudos assinados por especialistas em
cada NR.
* UM TRABALHO DE ANÁLISE INTEGRADA DE RISCOS FACILITA E
ECONOMIZA TEMPO E HONORÁRIOS PARA A EMPRESA .

CONSIDERAÇÕES GERAIS:

O que é Laudo Ergonômico 


O Laudo ou Análise Ergonômica é um documento que mostra os riscos
ERGONÔMICOS do objeto, do posto ou do profissional.
O Laudo Ergonômico da atividade é obrigatório a todas às empresas que
possuem empregados, cujas atividades ou operações os expõem a riscos, que
por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem em esforços de
levantamento, transporte e descarga individual de materiais, ou outros que
exigem postura forçada e ainda, esforços repetitivos.

Existe o Laudo do objeto, o laudo do posto e o laudo da atividade sendo  a AET


analise todos esses laudos em conjunto pois podemos ter, por exemplo, uma
cadeira ergonômica, em um posto ergonomicamente correto e cuja atividade foi
elaborada também em conformidade ergonômica, porém, O OPERADOR NÃO
ESTÁ EM CONFORMIDADE FÍSICA para àquela determinada atividade
naquele determinado posto.

Objetivo da Análise Ergonômica do Trabalho


A Análse Ergonômica do Trabalho – AET – tem por objetivo analisar as
condições de trabalho dos setores administrativos e produtivos da empresa, ou
mesmo de um estabelecimento particular como uma residência, sob os
aspectos da Ergonomia e das condições Ambientais, visando fornecer
subsídios para a empresa, ou para o solicitante, para implementar mudanças
em sua organização e método de trabalho, no sentido de diminuir os riscos da
ocorrência de acidentes e moléstias do trabalho.

A AET identifica os riscos ergonômicos, bem como recomenda as intervenções


e ou adaptações necessárias, seja no ambiente de trabalho, mobiliário,
máquinas, equipamentos e ferramentas, ou nos processos de trabalho, de
modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho
eficiente, além de preservar a saúde do trabalhador e em especial as prevenir o
acometimento das LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios
Ósteosmusculares Relacionados ao Trabalho).
Hoje, muitas pessoas buscam a melhoria da sua qualidade de vida melhorando
suas condições de vida e, uma dessas condições, é a melhoria de seus
cuidados pessoais com sua coluna e seu complexo músculo- esquelético.
Como são avaliados os riscos dos ambientes de trabalho  
Os Riscos dos ambientes de trabalho são avaliados de forma qualitativa,
procedendo-se em seguida, o enquadramento de acordo com os dispositivos
legais.

Quem é o responsável pela elaboração e assinatura do Laudo de


Ergonômico
O Laudo Ergonômico deve ser realizado  por equipe de especialistas em
estudos ergonômicos e riscos ambientais à saúde, produzindo  material
descrito das operações, dos ambientes, dos equipamentos utilizados, que
permitiu elaborar considerações e recomendações a respeito dos métodos e da
organização do trabalho com relação às atividades inerentes à administração
O responsável pelo laudo é a pessoa que tem a habilitação para a função ou
seja,  Engenheiro de Segurança do Trabalho  que é o profissional “legalmente
habilitado” na área de segurança do trabalho e devidamente credenciado junto
ao CREA – Conselho Regional de Engenharia, o fisioterapeuta com
especialização e conhecimento em Ergonomia, ou outro profissional que
realmente tenha a especialização, a habilitação e a capacitação para fazer
essa análise técnica.

Aqui encontramos mais uma problemática e polêmica situação. Não que seja
um problema legal mas sim, um problema de ordem moral ou mesmo
circunstancial.
Por que falamos isso?
Porque nem sempre quem assina o faz de forma consciente e correta. Isso
acontece em vários setores, não apenas na Ergonomia.
Assinar é ser responsável perante ao contratante e perante a lei. Muitos
empresários não se atentam a importância da escolha correta de um
profissional para essa análise. Da correta análise dependerá a correta
adequação e a correta atenção ao profissional. Frente a qualquer fiscalização,
e a qualquer situação ocupacional, é primordial que se tenha total confiança no
profissional ou na equipe de profissionais que elabora esse laudo.

Explicando melhor, não basta ser alguém com habilitação, é necessári oque
esse alguém tenha CAPACITAÇÃO para fazer uma análise correta, legal e
profissional.

Da mesma forma que precisamos de médicos habilitados e capacitados para


nos atender pois desse atendimento depende a nossa saúde, também
devemos procurar profissionais que realmente entendam da saúde de nossos
profissionais e, consecutivamente, de nossa empresa. É melhor prevenir do
que remediar porque muitas vezes, para certos erros não existem remédios…

Validade da AET – Análise Ergonômica do Trabalho


A exemplo do PPRA conforme subitem 9.2.1.1. da NR-09, deverá ser efetuada,
sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do
Laudo Ergonômico para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos
ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
Evidentemente, se houverem modificações no posto, no trabalho ou no usuário,
o laudo deve ser refeito para um determinado operador.
Tempo que deve ser guardado o Laudo ergonômico individual ou a AET do
profissional – A exemplo do PPRA, os dados deverão ser mantidos por um
período mínimo de 20 (vinte) anos.

Obrigatoriedade das empresas possuírem o Laudo Ergonômico 


A Norma Regulamentadora – NR-17 – Ergonomia (Lei nº 6514/77 – Portaria nº
3751/90) estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por
parte de todas as empresas que admitam empregados que estejam expostos a
riscos ergonômicos.

COMO ELABORAR UM LAUDO ERGONÔMICO CONSCIENTE:

Como é de se imaginar, o Laudo Ergonômico de uma estação de Trabalho


deve ser direcionado a análise global do posto de trabalho, sempre levando em
consideração o psico – biofísico do seu operador.

O Laudo Ergonômico deve ser elaborado por posto de Trabalho individual,


levando em consideração. também, a empresa como um todo.
Nada deve ser analisado de forma segmentada. Deve ser feita uma análise
pontual para a elaboração desse laudo.

Conforme a NR 17, o objetivo do Laudo Ergonômico é estabelecer parâmetros


para a adaptação das condições de trabalho as características psicofisiológicas
dos trabalhadores.

Temos, basicamente, 3 tipos de Laudos Ergonômicos:


1 – Laudo Ergonômico do Objeto
2- Laudo Ergonômico do Posto de Trabalho
3- Laudo Ergonômico Funcional – AET
O Laudo Ergonômico que denominamos Consciente, deve ser realizado com
estudos visando os 3 tipos de laudos acima mencionados para que se tenha
uma real Avaliação Ergonômica do Posto – que pode ser de trabalho ou um
simples local de lazer onde assistimos uma TV ou a dona de casa realiza  seus
trabalhos domésticos.

A ERGONOMIA deve estar presente no dia a dia de toda população para


prevenção dos riscos aos quais se está exposto por problemas de má postura,
falta de ventilação, falta de iluminação, tamanho inadequado de ferramentas, e
outras milhares de situações que se traduzem por uma má condição de
equilíbrio físico – emocional –  postural.

O desenvolvimento de um Laudo Ergonômico  e da AET consta de:

– Estudo detalhado dos processos utilizados no desenvolvimento das


atividades;

– Avaliações qualitativa e quantitativa dos riscos ergonômicos;

– Avaliação do mobiliário e equipamentos frente às atividades (hora x homem x


trabalho);
– Aferição e análise das condições ambientais dos locais de trabalho;
(esquecido por muitos profissionais que elaboram o LE).

– Aferição e análise do psico – biofísico do operador

– Recomendações técnicas para melhoria das condições de trabalho.

– Implantação de medidas de controle;

– Treinamentos e cursos sobre ergonomia;

– Mobilizações simples como a “Ginástica do Gato”

Vamos falar um pouco mais sobre o Laudo Ergonômico:


Quando uma empresa sofre uma ação fiscalizatória da DRT (Delegacia
Regional do Trabalho) e não desenvolve nenhuma ação em ergonomia ou
ações insatisfatórias geralmente é notificada, com um prazo para elaboração
do (s) documento (s) solicitado (s) – geralmente o Laudo Ergonômico –
passível de multa caso não cumpra esse prazo. Neste caso vem uma pergunta
extremamente atual para o gestor da empresa: A elaboração da Análise
Ergonômica do Trabalho (Laudo Ergonômico) é suficiente para proteger minha
empresa? A resposta é: DEPENDE!

Vejamos em mais detalhes…

O primeiro ponto é que o Laudo Ergonômico é exigência legal dentro do


conjunto de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego,
descrita na norma número 17 — AQUI VOCÊ PODE ACESSAR A NR 17.

A segunda questão é que hoje em dia não basta somente a empresa contratar
uma pessoa ou empresa que identifique os riscos presentes no ambiente de
trabalho, é preciso que o profissional que desenvolve trabalhos em ergonomia
aplique conceitos de gestão em suas análises de risco: identificando,
eliminando (ou controlando), priorizando, avaliando e validando seus trabalhos.

Com frequência, apenas a primeira e a segunda etapas são contempladas nos


estudos ergonômicos.

O profissional se dirige a empresa, fotografa algumas situações, aplica alguns


questionários e elabora o relatório do tipo:
1- Posto de trabalho A
riscos  B + C
sugestão de melhoria  SS.
Isso é suficiente?  Como sempre, a resposta é DEPENDE: Muitas vezes não…

Hoje tem se exigido, além da identificação do risco e a sugestão de melhoria,


uma melhor caracterização das atividades de trabalho, estabelecendo
prioridades para as ações de controle e principalmente acompanhamento do
trabalho.
Cada vez menos se admite o “Laudo de Gaveta”, somente para “cumprir
tabela”.

Muitas ações fiscalizatórias têm exigido que a AET contenha no mínimo uma
planilha de correções (cronograma), pois neste caso se estabelecem prazos de
cumprimento e de avaliação. Para não nos estendermos por hoje, cabe
ressaltar novamente o papel do profissional capacitado. A cobrança acaba
sendo natural por parte de algumas empresas, pois um laudo mal elaborado
pode trazer mais custos do que benefício acaba gerando o “retrabalho”. Já diz
o velho ditado “Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia”, mas se cabe
um conselho aos profissionais que adentram à área é que surgindo uma
possibilidade de trabalho, contate algum profissional com maior experiência,
faça parcerias, pesquise, empenhe-se… Vale mais a pena começar com
menores rendimentos porém da maneira correta!

Quem assina seu laudo e realiza a AET tem que ter condições técnicas e
psicofisiológicas para representa-lo caso haja algum problema e alguma perícia
seja indicada.

A saúde do trabalhador é muito importante pois o “capital humano” é o maior


patrimônio de qualquer empresa.

Este conteúdo pode ser compartilhado na íntegra desde que, obrigatoriamente, seja citado o
link: https://www.migalhas.com.br/depeso/289534/risco-ergonomico-deve-constar-do-ppra

Risco ergonômico deve constar do PPRA?

Antonio Carlos Vendrame

Ainda contamos com o corporativismo de alguns profissionais que exaltam a inserção do risco
ergonômico no PPRA como forma de valorizar seu trabalho, cujo propósito é totalmente
dispensável em razão da expressão e pertinência da ergonomia dentro da SST.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Siga-nos no
Constantemente somos consultados sobre a pertinência da inclusão do risco ergonômico e, em
algumas situações do risco mecânico também, no PPRA - Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais.

Antes de ingressarmos na questão, é preciso revisar um tópico básico da área de engenharia


de segurança do trabalho, qual seja, a classificação de riscos. Teoricamente, os riscos
ocupacionais são divididos em: (i) riscos ambientais e (ii) riscos de operação. Por sua vez os
riscos ambientais consistem em: (1) riscos físicos, (2) riscos químicos e (3) riscos biológicos e,
por seu turno, os riscos de operação compreendem os: (4) ergonômicos e (5) mecânicos ou de
acidentes.

Os riscos físicos envolvem formas de energia, tais como: (a) ruído, (b) calor, (c) frio, (d)
vibrações e (e) radiações. Os riscos químicos são representados pelos diversos agentes e
produtos químicos existentes, tais como: (a) ácidos, (b) solventes, (c) metais, (d) gases e
vapores e tantos outros. O risco biológico é constituído por: (a) microorganismos e (b) fluídos
corpóreos.

Os riscos ergonômicos são representados por: (a) movimentos repetitivos, (b) posturas
estáticas, (c) levantamento de pesos, (d) organização do trabalho, (e) conforto e outros. Os
riscos mecânicos ou de acidentes possuem como representantes: (a) queimaduras, (b) quedas,
(c) choque elétrico, (d) arranjo físico inadequado etc.

A figura a seguir sumariza os riscos ocupacionais:

Considerando que o acrônimo de PPRA é Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, fica


implícito que cabe àquele documento reconhecer, avaliar e controlar os riscos ambientais,
condição que é reconhecida já no primeiro parágrafo da norma, item 9.1.1 da NR 9.

Acreditamos que a cultura de inserir o risco ergonômico no PPRA, também seja fruto da
mixórdia existente entre aquele programa e o mapa de riscos, já que neste devem constar
todos os riscos, sem exceção.

Existe argumentação no sentido que o PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das
iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores,
devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7, nos termos do item 9.1.3
da NR 9. No entanto articular o PPRA com as demais NRs jamais pode ser interpretado como
incluir no PPRA o risco ergonômico e mecânico.

Inicialmente o PPRA possui ferramentas específicas, a exemplo da Higiene do Trabalho, para


avaliar o risco ambiental, não estando, de forma alguma, aquele programa aparelhado para
avaliar o risco ergonômico.

O risco ergonômico deve ser avaliado pela AET - Análise Ergonômica do Trabalho, cuja
elaboração requer preceitos próprios e totalmente diferenciados da avaliação dos riscos
ambientais, nos termos do item 17.1.2 da NR 17, in verbis: para avaliar a adaptação das
condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao
empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo,
as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.

Além do que há dispositivo legal que impede que os riscos ergonômicos e mecânicos sejam
incluídos no PPRA, o Precedente Administrativo 95, abaixo reproduzido:

A mais grave consequência deste equívoco é a autuação de empresas pela fiscalização e, até
mesmo a assinatura de TAC - Termo de Ajustamento de Conduta - junto ao Ministério Público,
para forçar as empresas a cumprirem obrigação que não encontra amparo legal. Será que um
dia a autonomia, independência e harmonia dos três poderes será uma realidade?

Assim, o preciosismo da fiscalização, que normalmente advém de profissionais sem formação


na área de SST, não se justifica tanto sob o plano legal, quanto do plano técnico, a inclusão dos
agentes ergonômicos e mecânicos no PPRA, extrapolando o poder discricionário, beirando à
arbitrariedade.
Finalmente, ainda contamos com o corporativismo de alguns profissionais que exaltam a
inserção do risco ergonômico no PPRA como forma de valorizar seu trabalho, cujo propósito é
totalmente dispensável em razão da expressão e pertinência da ergonomia dentro da SST.

Análise Ergonômica do Trabalho – AET


Estudo da atividade e demanda dos postos de trabalho, que identifica
inadequações e fatores de risco, recomendando adaptações para garantir a
melhoria dos processos e condições de trabalho adequadas em
conformidade com a NR 01 (PGR e GRO) e NR 17.

Por que realizar?


 Cumprir Legislação (GRO – NR 17)
 Redução de Impostos
 Controle do Absenteísmo
 Aumento de produtividade e Engajamento
 Aumento de Resultados
 Performance da Empresa

ANÁLISE ERGONÔMICA PRELIMINAR


ERGONOMIA no PGR (GRO) – Inventário, mapeamento e gerenciamento
do risco ergonômico.

Um screening rápido oportuniza a empresa de conhecer primeiramente os


fatores de risco ergonômicos a qual está exposta. Além de atender o PGR, é
capaz de tomar decisões mais assertivas sobre quais funções de trabalho
necessitam (ou merecem) uma atenção especial (AET).
 Inventário do Risco Ergonômico (PGR)
 Plano de Ação (PGR)
 Mapa de Demandas
 Priorização de Riscos
 Soluções Antecipadas

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Carga e descarga: saiba quais são os riscos envolvidos
 8 de abril de 2019/
 Posted By : Marcio/
 1 comments /
 Under : Logistica
A operação logística envolve riscos que podem representar prejuízos significativos tanto
financeiros quanto pessoais. Esse é o caso das tarefas de carga e descarga de
mercadorias.

Por causa de uma amarração incorreta, por exemplo, a carga pode deslocar-se
no interior da carroceria causando impactos que podem danificar os produtos. Da
mesma forma, durante a entrega, os operários estão sujeitos a serem atingidos por
mercadorias soltas. Isso pode causar lesões graves que poderiam ser evitadas com
medidas preventivas.
Se você quer saber como a sua organização pode ser mais segura, continue a leitura!

Como ocorre o processo de carga e descarga? 


No setor logístico o processo de embarque de mercadorias consiste em realizar o seu
acondicionamento no compartimento de carga. Esse processo pode ser executado
manualmente, no qual as embalagens são carregadas até o veículo. Em geral, são caixas
de pequeno peso e pouco volumosas.

Há também a possibilidade de utilizar carrinhos para empurrar as caixas empilhadas em


paletes. Em outros casos, as empilhadeiras são utilizadas para mover as mercadorias
desde o armazém até o caminhão.
A maioria dos depósitos e centros de distribuição conta com espaços reservados,
chamados de docas, para o estacionamento dos veículos. Esses locais são equipados de
rampas e elevadores que ajudam na movimentação dos produtos.
Por outro lado, a atividade de descarga nos clientes, muitas vezes, deve ser bem
planejada. Afinal, pode ser necessário disponibilizar os equipamentos para a sua
movimentação.

As janelas de entrega também são uma prática comum. Elas limitam os horários nos
quais as mercadorias podem ser descarregadas, pois requer a liberação de espaço no
depósito e atuação da equipe.

A quais riscos a equipe está exposta?


As atividades que são executadas dentro de armazém têm potenciais riscos que podem
danificar a mercadoria ou causar acidentes de trabalho. Para evitar problemas, é preciso
ter ainda mais cuidado com:
 a amarração da carga na carroceria;
 o manuseio de máquinas e equipamentos;
 o içamento de mercadorias de grande porte;
 a circulação exclusiva de pessoas autorizadas no ambiente do depósito;
 a utilização de equipamento de proteção individual (EPI) no interior do armazém.
Para a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, o acidente de trabalho
pode ser conceituado como um incidente imprevisto durante a jornada de trabalho, ou
durante o deslocamento, que resulte em dano físico ou mental.
Com base nesse cenário, os riscos da operação de movimentação de mercadorias devem
ser avaliados com base em sua gravidade e potencial de dano para a saúde do
trabalhador.

Como tornar o processo de carga e descarga mais seguro? 


Já destacamos como a incidência de acidentes é um aspecto preocupante na operação de
transportes. Por isso, o gestor deve monitorar as atividades para aumentar a segurança e
proteger a equipe. A seguir, confira o que pode ser feito.

Adote treinamentos periódicos 
Uma equipe instruída é sinônimo de trabalhadores seguros que são capazes de avaliar os
riscos aos quais são submetidos diariamente.

Por ser uma atividade rotineira, o processo de embarque e desembarque requer maior
atenção. Por isso, adote a prática de realizar treinamentos na área para rever processos
de trabalho, a adoção de equipamentos de proteção e as melhores formas de prevenir
acidentes.

Essa recomendação é fundamental, pois acidentes podem ser causados por imperícia, ou
seja, uma situação em que operador não desenvolveu as habilidades requeridas para a
sua execução de sua tarefas. Nesse cenário, a qualificação constante contribui de
maneira significativa para reduzir o índice de acidentes na operação logística.

Forneça equipamentos de segurança


Para quem trabalha em armazéns e centros de distribuição, a exigência do uso de EPIs já
não é novidade. As empresas estão cientes dessa exigência e adotam medidas para
fornecer equipamentos adequados aos operários. Contudo, a própria infraestrutura do
local de trabalho também pode contar com formas de proteção adicional.

Esse é o caso do dimensionamento e layout utilizado para a carga e o espaço sinalizado


para a circulação de pessoal. A configuração do espaço, bem como as características do
piso e das escadarias, são essenciais para evitar quedas e o desgaste excessivo da
equipe.
Essa é uma prática que garante estabilidade, principalmente, quando a movimentação de
cargas manualmente é corriqueira. Por esse mesmo motivo, a cobertura é fundamental
para evitar que os produtos fiquem sujeitos a intempéries e ocorra o acúmulo de água no
piso.

Engaje a participação da equipe


Muitas empresas reconhecem a importância da Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes (CIPA), que é um comitê formado pelos próprios funcionários.

O objetivo dessa comissão é observar as condições de trabalho em todos os ambientes


com o intuito de identificar riscos relacionados a execução das atividades.

Como resultado, é possível propor ações de melhoria para preservar a integridade física
de todos os colaboradores. Suas atribuições também incluem a avaliação de alterações
realizadas no ambiente para garantir que todos os parâmetros de segurança sejam
atendidos.
Quais são as especificações da NR 11? 
A Norma Regulamentadora 11, criada em 2003, é a legislação que regulamenta
o transporte, a movimentação, a armazenagem e o manuseio de materiais. O seu texto é
bastante abrangente e descreve recomendações relacionadas a:

 operação de elevadores e guindastes;


 condições recomendadas de trabalho;
 manutenção e inspeção dos equipamentos;
 infraestrutura do espaço dedicado ao depósito;
 e prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
Como essas atividades estão relacionadas ao manuseio de embalagens pesadas,
maquinário e, até mesmo, em altura, é importante normatizar os métodos de trabalho.

É fundamental ressaltar que a análise dos riscos inerentes a operação de transportes não
se limita às atividades de carga e descarga. Por isso, o gestor deve expandir esse
procedimento para englobar todas as áreas da organização.

Somente por meio do monitoramento constante é possível aprimorar a qualidade do


ambiente de trabalho e a eficácia dos procedimentos de segurança e saúde ocupacionais
Como aplicar ergonomia na logística
e evitar LER
P O S T E D O N   5 de dezembro, 2018

O transporte e a manipulação de carga podem causar nos trabalhadores


problemas de saúde e lesões como a LER (Lesão por Esforço
Repetitivo), por isso é essencial a aplicação da ergonomia na indústria. O
uso de pallets plásticos ergonômicos ajuda a evitar esse problema,
reduzindo consideravelmente a ocorrência de doenças ocupacionais
causadas pelo fator ergonômico.

A logística é um fator fundamental para que as empresas tenham


agilidade e eficiência no armazenamento de seus produtos e na solução
de problemas gerais. Para que os objetivos sejam atingidos, é
indispensável o uso de equipamentos adequados, como os pallets.

Conheça, a seguir, os cuidados com a ergonomia necessários na logística


de armazenamento e movimentação de cargas.

Saiba por que utilizar pallets ergonômicos


Cuidados com a ergonomia dos trabalhadores são necessários para evitar
lesões como a LER (Lesão por Esforforço Repetitivo). Para evitar esse
tipo de problema, as empresas precisam investir em uma estrutura
adequada e adotar medidas para que os seus colaboradores possam
manter uma postura correta, preservar a sua saúde e ter um melhor
desempenho no trabalho.

Para a carga descarga de materiais realizada manualmente, o limite de


peso individual é de 60 kg para homens e 20 kg para mulheres. Mas de
acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), esses limites
devem sempre considerar o limite de peso suportado e o tipo de
movimento que possam comprometer o transporte manual de cargas e
prejudicar a saúde e segurança do trabalhador.

O importante é que o esforço físico da pessoa seja compatível com a sua


capacidade de força, de modo a preservar a sua saúde e segurança. Essa
mesma regra deve ser usada quando são utilizados equipamentos para
facilitar o transporte, como esteiras, pontes rolantes, carros de mão e
outros aparelhos mecânicos de ação manual.

Faça um planejamento logístico


considerando a ergonomia
Um planejamento logístico adequado contribui para tornar o ambiente de
trabalho mais seguro, diminuir o risco de acidentes e aumentar a
produtividade.

Procure identificar os postos de trabalho com maior volume de


transporte manual de carga e avalie a possibilidade de implantar um
revezamento entre os funcionários. Faça uma análise ergonômica dos
postos de trabalho e adote mecanismos para auxiliar na movimentação
de mercadorias.

Em seguida, estabeleça metas e objetivos para melhorar as condições de


ergonomia, como modernizar equipamentos, conscientizar os
funcionários, classificar as atividades realizadas de acordo com os riscos
à saúde, avaliar os riscos de acidentes de trabalho e criar comissões de
funcionários para que atuem preventivamente junto à equipe. Procure
também monitorar as lesões sofridas pelos trabalhadores e estimular a
criação de um ambiente mais seguro e saudável.

Desse modo, você será capaz de tornar o ambiente de trabalho mais


produtivo e diminuir os afastamentos de funcionários em função de
problemas médicos por lesões ou acidentes ocupacionais.

Atente para as recomendações de saúde e


segurança
Normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, como a NR 17 e
a NR 36, tratam das questões da saúde ocupacional e atentam para a
questão da ergonomia, visando a melhorar as condições da saúde
ocupacional dos trabalhadores.
Pallet Plástico PL060 Tecnotri
Os pallets ergonômicos Tecnotri atendem às normas NR 17 e NR 36 e de
Boas Práticas de Fabricação (BPF) da Anvisa. Eles são capazes de
reduzir consideravelmente os índices de absenteísmo e doenças
ocupacionais causadas pelo fator ergonômico.

Utilizando os pallets plásticos ergonômicos, você aumenta a eficiência


do transporte e assegura condições de trabalho saudáveis, reduzindo
consideravelmente os índices de absenteísmo dos funcionários e
evitando doenças ocupacionais causadas pelo fator ergonômico.

O uso de pallets ergonômicos também proporciona aumento de


produtividade, pois contribui para evitar o desgaste físico do colaborador
durante as suas atividades e reduzir custos com o turnover (rotatividade
de pessoa em uma organização).

Um modelo que é muito utilizado pela indústria, principalmente na área


de alimentos, é o pallet PL061 ergonômico, que apresenta uma altura
superior à dos pallets comuns – 35 cm de altura –, mais adequada à
manipulação e manuseio dos produtos. Ideal para caixas, ele pode ser
utilizao tanto no solo quanto em porta-pallets.
Saiba mais sobre os pallets plásticos
ergonômicos
Empilháveis, leves e versáteis, os pallets plásticos rotomoldados são
monoblocos e não possuem emendas, pregos, ou farpas. Além disso, eles
são fáceis de lavar e higienizar. Por isso, facilitam as operações
logísticas e oferecem melhor ergonomia e segurança aos operadores.

Pallet Plástico PL060 Tecnotri


Pallet Plástico PL014 Laranja – Tecnotri
Os pallets plásticos podem ser produzidos com dimensões
personalizadas, desenhos ergonômicos, capacidades de carga variadas.
Por isso, oferecem maior versatilidade de uso, maior resistência,
durabilidade e segurança nos fluxos logísticos.

Devido à sua longa vida útil, o pallet plástico pode ser reutilizado
diversas vezes, pois é feito de polietileno e totalmente reciclável. Por
possuir essas características, ele causa menos impacto ambiental que
os pallets de madeira.

Como vimos, o planejamento logístico e o uso de materiais adequados


são fundamentais para assegurar as condições de saúde e eficiência no
transporte de cargas. O uso de pallets plásticos ergonômicos contribui
para garantir a boa ergonomia dos trabalhadores e aumentar a segurança,
produtividade e eficiência logística.

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