Você está na página 1de 10

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

POLÍCIA MILITAR

NOME DO PROCEDIMENTO: ABORDAGEM A PESSOAS EM VEÍCULOS DE


TRANSPORTE COLETIVO, PARTINDO DO PROCESSO DE PATRULHAMENTO TÁTICO
MOTORIZADO.

RESPONSÁVEL: CHEFE DO EMG PROCESSO: ESTABELECIDO EM:


X.XX.XX XX/XX/2021
Nº DA REVISADO EM
PADRÃO REVISÃO
NÍVEL DE PADRONIZAÇÃO: GERAL
X.XX.XX.XX

PÁGINA 1 / 10
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Identificação correta do nível da abordagem policial (Fundada Suspeita, Flagrante Delito ou
Resistência/Confronto).
2. Manutenção da distância correta das viaturas e do veículo de transporte coletivo a ser abordado pelas

10/09/2021 14:31
equipes 01 e 02, tanto no deslocamento, quanto no posicionamento quando na parada do veículo de
transporte coletivo suspeito.
3. Presteza e posicionamento adequado (leque) dos policiais militares na realização da abordagem
policial.
4. Voz de comando clara, concisa e firme por parte do 1º homem da Equipe mais antiga.
5. Verificação visual do interior do veículo de transporte coletivo com segurança.
6. Correto posicionamento dos abordados, deixando-os em posição desconfortável e desequilibrados,

2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES


diminuindo as chances deles resistirem ou fugirem, trazendo segurança durante todo o transcorrer da
busca pessoal.
7. Realização da busca pessoal com técnica, garantindo a segurança dos policiais militares e dos próprios
abordados.
8. Transparência na busca pessoal, permitindo que o abordado acompanhe as buscas no interior de
mochilas, bolsas, carteiras, etc.
9. Correto emprego de algemas, caso necessário, conforme detalhado pela Súmula Vinculante nº11.
10. Atenção adequada ao ambiente externo, à(s) viatura(s) e aos equipamentos pelo militar responsável
pela segurança periférica, 2º homem (equipe padrão) e 5º homem (equipe excepcional).
11. Encaminhamento adequado da ocorrência policial, conforme a natureza do delito.
12. Explicação do(s) motivo(s) da abordagem e realização do trabalho de relações públicas por parte dos
policiais militares, caso nada seja constatado.
SEQUÊNCIA DE AÇÕES
1. Identificar o nível da abordagem que estará diretamente relacionado à motivação da mesma, pois irá
variar se for realizada pela denúncia, por indícios do cometimento de algum crime ou pelo cumprimento
de uma ordem de serviço que vise gerar mais segurança aos cidadãos usuários do transporte público.
No primeiro caso, é imprescindível a busca pelo máximo de informações possíveis sobre o que pode
estar acontecendo no coletivo, tipo de crime, características dos suspeitos a serem abordados, etc.
(CIODES, Rede de rádio).
2. Deve ser selecionado o local de abordagem, observando as condições do terreno, circulação de
pessoas e o fluxo da via, antes de determinar a parada do coletivo. A equipe deve ter em mente que o
ideal é que a abordagem se inicie depois da chegada de, no mínimo, 02 equipes de Moto
Patrulhamento Tático. O comandante da equipe que visualizou e acompanha o ônibus deve se
comunicar de maneira clara via rede de rádio, para orientar as demais viaturas do pelotão, repassando
informações imprescindíveis como: local do fato, sentido da via e se o acompanhamento acontece na
pista lateral ou central (quando for o caso).
3. Com a chegada da 2ª equipe de Patrulhamento Tático Motorizado, o comandante da equipe
posicionada imediatamente atrás do coletivo (equipe do comandante mais antigo) emitirá o comando
de parada ao veículo a ser abordado, utilizando sinais luminosos (giroflex) e sonoros (sirene) da viatura
(Fig. 01). O 2º homem deverá auxiliar, sinalizando também ao condutor do veículo suspeito, piscando
faróis altos e acionando a seta para indicar em qual lado da via o automóvel deverá parar (sempre que
possível o lado direito, minimizando o prejuízo ao trânsito).

PÁGINA 2 / 10
(Figura 01)

10/09/2021 14:31
4. Sempre existe a possibilidade de complicações devido ao grande número de ocupantes do veículo,
portanto as equipes devem analisar, antes do comando de parada, se haverá a necessidade de apoio
de mais equipes de Patrulhamento Tático Motorizado.
5. Durante o período de acompanhamento a equipe deve estar atenta a movimentos dos ocupantes do
coletivo, pois eles podem dispensar objetos, desembarcar ou mesmo mudar as características das
vestes dentro do veículo.

2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES


6. Quando o coletivo estiver parado, a equipe do comandante mais antigo o ultrapassa e se posiciona
cerca de 2 (dois) a 5 (cinco) metros à sua frente, enquanto a segunda equipe se posiciona a sua
retaguarda, também de 2 (dois) a 5 (cinco) metros do veículo, e buscando centralizar a frente da
viatura com a lanterna traseira esquerda do ônibus (PTM). Os dispositivos luminosos das viaturas
devem permanecer acionados para que o cenário da abordagem seja facilmente identificado (Fig. 02).

(Figura 02)
7. Os patrulheiros rapidamente desembarcam, sendo que a lateral esquerda do ônibus será controlada
pelo 2º homem da equipe à retaguarda, enquanto o 2º homem da equipe à frente controlará a parte
dianteira do coletivo, sempre atento ao comportamento de seu condutor, do cobrador e das pessoas
próximas a eles, buscando sempre manter contato visual com o outro 2º homem (Fig. 03).

PÁGINA 3 / 10
10/09/2021 14:31
(Figura 03)
8. Os demais patrulheiros posicionar-se-ão na lateral direita do coletivo, junto às portas. O mais antigo
presente, 1º homem da equipe posicionada à frente do coletivo, deverá se dirigir à porta dianteira onde

2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES


fará contato com o motorista, determinando que abra apenas a porta dianteira e desligue o veículo e
neste momento deverá subir os degraus, de onde iniciará sua verbalização com os passageiros.

8.1 Em ato contínuo, os demais policiais formarão um “leque”, dominando toda a lateral direita do
ônibus, estando os 4º homens próximos às portas dianteira e traseira, seguidos pelos 3º homens e pelo
1º homem mais moderno, centralizado (Fig. 04).

(Figura 04)
8.2 O militar responsável pela verbalização, já nos degraus do coletivo, deverá cumprimentar os
passageiros e informar sobre a motivação da abordagem (Fig. 05).
8.3 Então determinará ao motorista que abra apenas a porta traseira (alguns modelos de ônibus
comumente utilizados no ES possuem 03 portas).

PÁGINA 4 / 10
10/09/2021 14:31
2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES
(Figura 05)
8.4 Em caso de identificação de cidadãos com características semelhantes às de uma denúncia ou
indícios do cometimento de algum crime, estes devem ser selecionados e retirados do coletivo. Caso
contrário, será comandado para que apenas os homens se levantem e encaminhem-se para o
desembarque pela porta traseira, levando consigo seus pertences pessoais. Repassadas as
orientações, este militar descerá do coletivo e coordenará a ocorrência (Fig. 06).

(Figura 06)
8.5 Com relação aos passageiros que se encontrarem na parte frontal do coletivo, antes da roleta,
aqueles que não forem idosos, portadores de necessidades especiais, mulheres grávidas ou
acompanhadas de crianças de colo, deverão pagar a passagem e tomarem os mesmos procedimentos
adotados pelo restante dos ocupantes do ônibus.
8.6 Havendo um grande número de pessoas, DEVERÁ ser fracionada a desocupação do coletivo,
devendo o 4º homem, posicionado próximo à porta traseira, orientar aos cidadãos que desembarcam
para que sigam em direção à porta dianteira, impedindo a descida de mais pessoas quando a lateral do
ônibus já estiver completamente ocupada (Fig. 07).
8.7 Caberá ao mais antigo da contenção a orientação e posicionamento dos desembarcados, que
serão revistados pelos 3º homens, sempre no sentido das extremidades para o centro (Fig. 08).
8.8 Terminadas as buscas, os passageiros já revistados serão encaminhados para a região após as
viaturas à retaguarda do ônibus. Reiniciando-se o desembarque dos homens, até que todos eles
tenham sido revistados (Fig. 08).
8.9 O 2º homem da Equipe à retaguarda do coletivo deverá observar e/ou controlar as pessoas já
desembarcadas e revistadas que estarão posicionadas à retaguarda das viaturas, além de cuidar da
segurança periférica, bem como das viaturas e os equipamentos nelas presentes (Fig. 08).

PÁGINA 5 / 10
10/09/2021 14:31
2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES
(Figura 07) (Figura 08)

9. O mesmo procedimento deverá ser repetido para o desembarque das mulheres, que em princípio serão
revistadas por policiais femininas, salvo alguma excepcionalidade. Em caso de não haver uma policial
no local, realizar-se-á apenas uma verificação nas bolsas e pacotes que estejam portando. Após esta
averiguação, deverão ser também encaminhadas para a região após a viatura ou motocicletas, à
retaguarda do ônibus, até o completo esvaziamento do coletivo (Fig. 09).
10. Após o término das revistas pessoais, terá início a busca no interior do coletivo, que será realizada
pelos 3º homens com supervisão do mais antigo presente, a qual deve ser acompanhada pelo
motorista ou pelo cobrador, momento em que deve ser realizada entrevista com os mesmos e coleta de
informações. Em caso de fundada suspeita, estes profissionais também deverão ser revistados (Fig.
10).
PÁGINA 6 / 10
10/09/2021 14:31
(Figura 09) (Figura 10)

10.1 Uma das particularidades desta modalidade de abordagem é, justamente, o número de


compartimentos e variedade de locais a serem submetidos a buscas e varreduras. Com a finalidade de

2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES


burlar a fiscalização policial, os infratores procuram ocultar objetos, substâncias e outros materiais
ilícitos nos mais diversos locais. Segue abaixo uma relação de locais que DEVEM ser vistoriados
durante uma busca no interior de coletivos:
1) Letreiro: localizado na parte da frente do coletivo, pelo qual é informado, normalmente, o destino ou
o tipo da linha. A facilidade da abertura e o tamanho do compartimento são convidativos para a
ocultação de diversos objetos;
2) Lixeiras: localizadas, habitualmente, próximo ao trocador ou nas laterais internas do coletivo. São
comumente utilizadas para ocultação de armas e drogas, bem como objetos de menor porte;
3) Mesa do cobrador/caixa: utilizada para a tutela de dinheiro, muito comum nos ônibus que fazem o
transporte municipal e intermunicipal. Os infratores costumam, durante o deslocamento entre pontos ou
no momento de uma abordagem policial, obrigar o funcionário a esconder armas, drogas e outros
objetos, acreditando que, por ser o local de responsabilidade dos profissionais do transporte, este não
será alvo da fiscalização policial;
4) Caixa/compartimento de acesso ao eixo do coletivo: existente no piso de alguns coletivos, este
compartimento pode ser manuseado pelo interior do ônibus/micro-ônibus, permitindo, por meio de
fechadura ou alavanca, o fechamento e abertura. O acesso e o tamanho podem facilitar a ocultação de
vários materiais;
5) Compartimento de acesso ao tanque de combustível;
6) Caixa de fusíveis: situada, costumeiramente, ao lado esquerdo do assento do motorista, na parte
superior. Também permite o esconderijo de objetos de diversos tamanhos;
7) Pertences dos funcionários: na crença de que os policiais não farão a vistoria, os infratores, por
meio de conivência ou, na maioria das vezes, por coação ou constrangimento, guardam os objetos
ilícitos junto ao corpo, bolsas ou outros pertences dos funcionários do coletivo;
8) Estofados e outros compartimentos.
10.2 Esses exemplos não esgotam os pontos de buscas e varreduras, apenas informam e direcionam o
policial a respeito do ardil, dos artifícios e meios fraudulentos utilizados nas ações criminosas.

11. Nos casos de abordagens a coletivos com apenas uma porta de acesso, micro ônibus, ônibus de
viagens, intermunicipais ou interestaduais os procedimentos serão os mesmos descritos nos itens 1 a
7.
12. Em relação ao item 8, destaca-se uma mudança nas funções dos 4º homens no cenário da abordagem.
Neste caso, o mais moderno posicionar-se-á próximo à última janela traseira (buscando sempre
contato visual com o interior do veículo) enquanto o mais antigo estará junto a porta dianteira e
exercerá a função de orientar os cidadãos que desembarcam a seguirem em direção à traseira do
veículo, impedindo a descida de mais pessoas quando a lateral do ônibus já estiver completamente
ocupada (Fig. 11).

PÁGINA 7 / 10
10/09/2021 14:31
2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES
(Figura 11)
13. Seguem-se então os mesmos procedimentos adotados nos itens 9 e 10, que deverão ser reforçados
pelos cuidados na revista dos bagageiros e bagagens.
13.1 É aconselhável, conforme o caso, acionar o motorista/cobrador para a conferência da etiqueta de
identificação da bagagem.
14. Se forem localizados no interior do veículo armas, objetos ou substâncias ilícitas ou produtos suspeitos,
a equipe deverá tentar identificar e individualizar a propriedade de cada objeto localizado. Em caso de
sucesso nesta individualização de condutas, os responsáveis serão conduzidos à delegacia de policia
e apresentados juntamente com o referido material. Caso isto não seja possível, será lavrado BOP,
constando todos os dados do coletivo, de seu motorista e cobrador e o material será encaminhado à
delegacia de policia civil, ficando vedada a condução de todos os passageiros do coletivo à delegacia
sem a individualização da propriedade do material apreendido.
15. Caso nenhuma irregularidade seja constatada, o 1º homem deverá organizar o reembarque dos
passageiros, sendo iniciado pelas mulheres e crianças, permitindo assim que todas se acomodem
sentadas. Em seguida, os homens retornam ao interior do veículo.
15.1 O 1º homem, responsável pela verbalização, determina que os passageiros do coletivo confiram
toda a sua documentação, valores e objetos pessoais antes de se ausentar do local. Em seguida,
agradece a colaboração e libera o veículo.
RESULTADOS ESPERADOS
1. Formalizar as técnicas e a doutrina da Polícia Militar do Espírito Santo, tornando-os um padrão de
conduta adotado nas abordagens a pessoas em veículos de transporte coletivo, por todos os policiais
militares que atuam no Patrulhamento Tático Motorizado.
2. Aumentar a possibilidade de êxito na identificação e detenção de infratores no interior de veículos de
transporte coletivo.
3. Respaldar os militares da Unidade frente a procedimentos administrativos e processos judiciais, uma
vez que a conduta técnica/operacional está embasada na doutrina e fundamentada na legislação
vigente.
4. Propiciar cada vez mais, frente à sociedade, a sensação de segurança e confiança nas ações
desenvolvidas por policiais bem capacitados, tornando as ações cada vez mais profissionais.
AÇÕES PREJUDICIAIS
1. Falta de sincronia e organização entre as equipes que realizarão a abordagem.
2. Seleção de local inadequado para a abordagem.
3. O 2º homem parar a viatura a uma distância inadequada para a realização da abordagem,
principalmente no que se refere ao controle visual da lateral esquerda do coletivo.
4. Posicionamento inadequado dos militares na lateral do coletivo e posterior abertura do “leque”.
5. Falta de clareza e objetividade nos comando emitidos aos abordados.
6. Falta de controle por parte do 4º homem da equipe à retaguarda do coletivo na execução do
desembarque dos ocupantes do veículo.
7. Os 3º homens se aproximarem para a busca pessoal antes de os abordados estarem devidamente
posicionados.
8. Os 3º homens não coldrearem suas armas antes de iniciar a busca pessoal; ou procederem a uma
busca pessoal de forma negligente, permitindo que algum dos abordados continue em posse de
drogas, armas de fogo ou branca ou de materiais que tragam risco para os integrantes da equipe.
9. Os 1º e 4º homens deixarem de atentar para a segurança da abordagem para realizarem outras
funções que não lhes convêm.

PÁGINA 8 / 10
10. O 2º homem da Equipe à frente do coletivo deixar de observar as reações do motorista ou do cobrador
do veículo e de cuidar da segurança periférica, bem como da viatura e dos equipamentos nela
presentes ou da equipe.
11. O 2º homem da Equipe à retaguarda do coletivo não conseguir observar e/ou controlar as pessoas já
desembarcadas e revistadas que estarão posicionadas à retaguarda de sua viatura, além de deixar de

10/09/2021 14:31
cuidar da segurança periférica, bem como da viatura e dos equipamentos nelas presentes ou da
equipe.
AÇÕES CORRETIVAS
1. Fiscalização por parte do comandante de pelotão de Patrulhamento Tático Motorizado durante as
abordagens realizadas no transcorrer do serviço e nas instruções realizadas no Batalhão.
2. Os comandantes de equipe também deverão atentar para a execução correta dos procedimentos,

2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES


levando em consideração que os demais integrantes da equipe deverão fiscalizar uns aos outros para
aperfeiçoarem cada vez mais o emprego da doutrina.
3. Todos os procedimentos adotados nos itens 1 e 2 (anteriores) não impedem que sejam adotadas as
providências administrativas, civis ou penais contra o militar que incorrer em descumprimento das
normas ou legislação vigentes, de acordo com a gravidade do fato.
ESCLARECIMENTOS
1. Este documento é um desdobramento da Doutrina de Patrulhamento Tático Motorizado da Polícia
Militar do Espírito Santo e visa balizar as ações de seus militares durante a execução de suas
atividades operacionais, resguardando-os através da formalização de seus procedimentos técnicos.
Neste contexto, devemos ter em mente que a ação policial não é e nunca poderá ser vista como uma
ciência exata, estando sempre sujeita a imprevisibilidades das mais diversas, sejam elas de ordem
natural, mecânica ou comportamental de parte dos cidadãos envolvidos.
Do exposto, segue a orientação de que quaisquer procedimentos que fujam ao descrito nesta
documentação, mas que se façam necessários durante uma intervenção policial, deverão estar
descritos e pormenorizados em boletim de ocorrência e serão sempre respaldados no respeito à
legalidade e à dignidade humana.
DOUTRINA OPERACIONAL
DESCRIÇÃO LEGISLAÇÃO
Art. 144, § 5º, 1ª parte da CF/88; letras a, b e c do Art. 3º do
Atribuições das Polícias Militares
Decreto Lei nº 667/69.
Preceitos Constitucionais Art. 5º e incisos da CF/88.
Letras “a”, “b” e “c” do art. 3º do Decreto Lei 667/69; § 3º do
Cumprir o dever que a lei
art. 10 do Decreto nº 88.777/83 (R-200); art. 37 da CF/88; e
impõe
art. 301 do Código de Processo Penal.
Código de
Art.144 da CF; art.1º, III, da CF; art.4º, II, da CF; art 5º CF;
Conduta do Respeitar e proteger a
art. 2º. Item 1. – PIDCP; art. 1. item 1 da CADH; art. 1º do
responsável dignidade humana
Decreto nº 40/91.
pela aplicação
Empregar a força quando Art. 37 da CF/88 e art. 2º da Lei 9.784/99; art.284 CPP; art.
da lei
estritamente necessária 25 CP.
Manter sigilo das
Art. 5º, XIV, CF; art. 5º, XXIII, CF.
informações
Não infringir tortura ou Art. 5º, III, CF; art. 5º, XLVII, CF; art. 1º do Decreto nº 40/91;
tratamento degradante art.7. PIDCP; art.5.2. CADH.
Garantir a proteção da
Art. 5º, XLIX, CF; art. 10.1 – PIDCP; art. 5.1 – CADH;
saúde de pessoa sob
art.135 do Código Penal.
guarda
Combater atos de Art. 37 da CF; art. 37, § 4º, da CF; art. 316 do Código Penal;
corrupção art. 317 do Código Penal.
Código de Art. 240, § 1º e suas alíneas e § 2º CPP;
Abordagem Policial
Processo Penal Art. 244, CPP.

PÁGINA 9 / 10
10/09/2021 14:31
2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES
INFORMAÇÕES DO DOCUMENTO
Documento capturado em 10/09/2021 14:31:18 (HORÁRIO DE BRASÍLIA - UTC-3)
por HUDSON CAUS (MAJOR QOC PM - PMEMG - PMES - GOVES)
Valor Legal: CÓPIA SIMPLES | Natureza: DOCUMENTO NATO-DIGITAL

A disponibilidade do documento pode ser conferida pelo link: https://e-docs.es.gov.br/d/2021-WBQK6W

PÁGINA 10 / 10
10/09/2021 14:31
2021-WBQK6W - E-DOCS - CÓPIA SIMPLES

Você também pode gostar