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stocks é um
Fwwa &%u aÇâ,Á em&rys§
estrita 8 A @§t ÇWaCA§§
ados q

MRP,
ia gestão
[o de
étodos ão da produção tem por objectivo controlar os fluxos fixos.
ande n tal, utiliza um sistema de informoção (SI) que dá uma imagem
da realidade física da empresa. Qualquer sistema de infor-
ão deve, por um lado, fornecer aos gestores a informação
ganrzação para poderem realizar o seu trabalho e, por outro, ali-
de o sistema de apoio à decisão (SIAD), que fornece aos diri-
uma visão de conjunto do funcionamento da empresa, da
posição em relação aos objectivos, assim como dos principais
envolvidos.

lo do fluxo físico, objectivo da gestão da produção, só


ser conseguido através do controlo do fluxo de informação.
onseguinte, a gestão da produção é uma função da empresa
prpétua comunicaçao com todas as outras funções. Esta

IDEL - Ediço€s
163
Gestão da produção

comunicação estabelece-se, naturalmente, através de  função Come


directas entre as pessoas mas também de informaÇões e d dutos, o que ir
tos que suportam os dados técnicos. relacionados co

os dados necessários para gerir a produção são de vários tipos: descrever suct
suporte
o Dados que descrevem os produtos e os seus componentes, ão. Não se tra
modo de fabrico, os recursos humanos e materiais internos os dados
externos da empresa [clientes, fornecedores) ' Estes dados
relativamente estáveis e só evoluem em caso de criação
novos produtos ou alteração dos produtos, dos processos
dos recursos existentes.
. Dados necessários ao controlo da actividade de produção, Funçóes c
conduzem aos lançamentos em fabrico, às encomendas
fornecedores... Estes dados evoluem permanentemente
acordo com a actividade da empresa. Função "Estt
o Dados resultantes da actividade passada. Permitem controlar
analisar a actividade e afinar os dados armazenados'
Generalidac
Todos estes dados técnicos são fundamentais, dado que consti
o know-hoü e a memória da empresa. Até uma microempresa conseguirem u
sui dados técnicos, eventualmente não formalizados, que estão mente. St
gistados num pequeno caderno ou na cabeça do empresário e têm um P
pessoal... curto, o que (
questão. Estimi
seguindo cronologicamente a história de um produto, encon futuro deve rea
as funções abaixo indicadas: novos. Esta f
o A funçã o de Morketing, q]Ule elabora o caderno de encargos do e pelos SeI
produtos a desenvolver em função das análises prospectivas exiStem.

o A função de Estudos, cujo objectivo é concebel produtG ma função que


novos e melhorar os existentes com vista à sua produção pele produto, assir
empresa. de funcionalidar
igualmente i
o A função de Métodos, que vai permitir a industríalizaçáo e uma preocul
se encontra na transição entre a concepção e a realização dc
ão que se coad
produtos. o de um Prot
o A função de Produção, cujo objectivo é fabricar e montal -se no segl
produtos que a empresa vai vender. outros dePart:

@ LIDEL - Ediçoes T - -=drçõ€s Tácnicas


164
Funções, documentos e dados técnicos

 função Comercial, que está encarregada da venda dos pro-


dutos, o que implica, além da sua distribuição, os aspectos
relacionados com o marketing e a previsão das vendas.
vários tipos: descrever sucintamente as funções da empresa que criam os
entos, suportes dos dados técnicos a montante da gestão da
componentes,
ão. Não se trata de uma visão exaustiva mas, sobretudo, de
iais internos
os dados necessários para a gestão da produção.
. Estes dados sã
de criação
processos

de produção,
encomendas

Função "Estudos" e documentos lécnlcas


m controlar

Generalidades
que consti
onseguirem um bom desempenho, as empresas têm de inovar
, que estão santemente. Sob a pressão dos clientes e da concorrência, oS
empresário e têm um período de vida (presença no catálogo) cada vez
cu.rto, o que obriga a empresa a colocá-los permanentemente
questão. Estima-se que uma empresa que pretenda garantir o
futuro deve realiz ar 40o/o do seu volume de negócios com pro-
novos. Esta função é geralmente assegurada pelo Gabinete de
de encargos e pelos Serviços de Investigação e Desenvolvimento, quan-
prospectiv

função que deve ter a preocupação permanente de estudar


produção produto, assim como cada um dos seus elementos, numa ópti-
funcionalidade, de fiabilidade e de facilidade de manutenção.
igualmente integrar nesse estudo as inovações técnicas, mas
a reahzaçáo nma preocupação de normalização e de facilidade de pro-
que se coadune com a filosofia da produção "à justa". A con-
ão de um produto - como facilmente se depreende - não pode
e montar se no segredo do Gabinete de Estudos sem a colaboração
outros departamentos da empresa.

ê LIDEL - Ediçoes - Edções Tácnicôs 165


Gestão da produção

Assim, é necessário trabalhar em colaboração com o de pormar


visando dar resposta às expectativas dos clientes. Estas podem a execl
explícitas ou traduzir uma necessidade não expressa que deverá
evidenciada. O passado recente é fértil em exemplos deste
walkman MP3, máquinas fotográficas digitais, telemóveis,
pratos cozinhados...
cada elem
A colaboração entre os serviços técnicos e a produção também a nome
indispensável para as técnicas específicas (injecção de plá a
fundição...), sobretudo para conceber rapidamente produtos
de fabricar. Hoje em dia, o ciclo de estudo e de aperfeiçoamento que con
produtos deve ser cada vez mais curto e só uma cooperação Pode tal
ta entre o Serviço de Métodos e a Produção, desde a concepção artr8os nov(
produto, dá essa possibilidade. Não há muito tempo,
necessários cinco anos para estudar e aperfeiçoar uma nova ?
de esqui, actualmente, bastam dois anos e não tarda muito que
seja suficiente.
Gleralid
Todas as informações relativas à concepção de um produto e
diversas evoluções que o mesmo experimentará ao longo da sua ão Métodor
lização devem ser formalizadas em documentos, seja em su uma ideia
papel seja directamente na forma digital como actualmente s aglaalme
cada vez mais. No capítulo 13 veremos que estes documentos h a propós
criteriosamente geridos através de ferramentas informáticas e indústri
ficas, os SGDT (sistemas de gestão de dados técnicos). idêntir
o artesa
ir facilm
2.1.2 Documentos iniciais A indus
O documento inicial tipo, fornecido pelo marketing, é o caderno ir- limitando
encorgos, que especifica as funções e características técnicas do ivos técnico
duto a conceber, assim como as condições de utilização e as q carácter socia
tidades a fabricar, ou seja, as especificidades que permitem fazer de trabalh
opções técnicas. colduzi
a sua reflt

2,1.3 Documentos Íinais prazo, al


de produçã
O plano de conjunto ou desenho de conjunto define o prod das peçá
desenhado tal como será apresentado ao cliente com uma de ferra
clatura dos seus componentes de base. Â médio pn

166 O LIDEL - Ediçoes -+Té(Ílrcas


Fuções, documentos e dados técnicos

depormenor ou desenho de definição explicita todos os dados


as podem à execução de uma peça ou parte de um conjunto. Contém
;ue deverá as especificações geométricas, do estado de superfície, trata-
ls deste ti especiais, etc., e acompanha em anexo o plano de conjunto.
tovels,
ura do gabinete de estudos define e descreve sucinta-
cada elemento constituinte do produto. Veremos como se
áo também a a nomenclatura de gestão da produção em relação a esta
r de plásü latura.
rodutos
que constituem o produto no seu conjunto devem ser iden-
çoamento . Pode tratar-se de artigos já existentes, portanto, codificados,
)eraçao
artigos novos para os quais será necessário criar um código.
concepçao
tempo,
a nova Função "Métadas" e doÇw{nantos téenicas
muito que
Generalidades
produto e
ngo da sua
Métodos tem por finalidade permitir passar de um plano
de uma ideia para um ou mesmo milhares de produtos, como
Ia em su
normalmente. Tfata-se da fase de industrialização do produ-
lmente s
)cumentos km a propósito relembrar a diferença fundamental entre arte-
náticas e indústria. No primeiro caso, dois produtos nunca serão
te idênticos e é precisamente isso que constitui a riqueza
il
artesanal. Pelo contrário, o industrial deve ser capaz de
facilmente, de forma económica e repetidamente, um
. A industrializaçáo deve explicitar a maneira de o con-
limitandô a dispersão entre dois produtos. Além dos seus
,é o coderno técnicos e económicos, a função Métodos tem objectivos
lécnicas do u
social. Na verdade, a concepção dos processos e dos
[çao e as de trabalho, em particular no que refere à sua ergonomia,
Fmitem
colduzir a postos para operadores "inteligentes", que
a sua reflexão e não apenas os seus músculos.
I

pÍazo, a função Métodos trata da preparação técnica do tra-


de produção: definição e actualização das gamas, desenho e
pfine o das peças e ferramentas necessárias, actualização dos
)m uma de ferramentas, máquinas, custos por posto de trabalho,
 médio prazo, também se ocupa do aperfeiçoamento dos
@ LIDEL - Edições 167
Gestõo da produção

processos, da simplificação dos produtos e do seu fabrico, da Função "G6


lhoria dos postos de trabalho e da sua implantação. A mais té<nicos
prazo, para manter ou obter vantagens em relação à con
deverá definir os meios necessários para a realização dos novos ão de Gestão d
dutos, introduzir inovações nos processos existentes, analisar na interface de
quantificar os investimentos necessários. ações e prr

O dossiê de fab
2.2.2 Documentos iniciais lrEu perflrrso na
Para cumprir a sua missão, a função Métodos utiliza os A, dE mfrl
frrht
tos produzidos pela função Estudos fplanos, desenhos, nom num determina
turas, artigos), os dados tecnológicos existentes, especialmente modo operatóri
matéria de meios de produção (pessoal qualificado e máquinas) e controlo técnict
processos conhecidos. tabilidade analí
A fíchn de ocon
2.2.3 Documentosfinais panha as peças
execução das Pr
A função Métodos elabora as gamas. A gama define a sucessão
operações a executar, como acontece com uma receita culinária. Ã ftcho. de soíd
pois, uma sequência ordenada das diferentes fases de um p e componentes
Uma gama pode ser definida para qualquer tipo de operações dades e quantir
brico, maquinagem, montagem, controlo e mesmo moviment
para as peças difíceis de deslocar ou de posicionar).

A gestão do conhecimento da empresa (KM :


Knowledge
Gen*ralid
gement) também exige ao serviço Métodos a criação de nu f#tão da Produç
documentos. de suporte da produção, que permitam garantir e matérias
desempenho através dos cinco critérios: qualidade, prazos, custr postos de traball
segurança, ambiente, tais como:
introdução, agru
. ficha do posto de trabalho, que descreve as operações a em três famfli

o instruções do posto de trabalho, que descrevem o . os dados de br


mento de utilização de um meio de produÇão; produtos (fict
carga, gamas,l
o gestão da manutenção preventiva; e subcontratad
o gestão dos dados de segurança; . os dodos de t
empresa [stocft
. etc.
lançamento e,

168 O LIDEL - Édiçóes TácÍic - EdiÇÕes Tecnicôs


Funções, documentos e dados técnicos

I fabrico, da
[o. A mais
Rrnção "6 táa da Frodução,, e dac;.a{nemtel§
| à conco
técnicos
[o dos novos de Gestão da Produção, a que dedicamos este livro, encon_
lntes, analisar na interface de muitos processos da empresa. Lida com mui-
I

ões e produz vários documentos:

O dossiê de fabico, que acompanha os produtos ao longo do


seu percurso na fábrica.
os docu A' ftchn de mao-de-obro, que descreve o trabalho a executar
OS,
ialmente
máquinas) e

A fiÍht de acor/panhamento que, como o nome indica, acom_


panha as peças de um lote em fabrico. Recapitula o histórico da
cxecução das peças e descreve a execução das diferentes fases.
a sucessão
culinária- A' ftcha de saída do armazém, que permite obter os materiais
um e componentes necessários à produção, indicando as quali-
operações dades e quantidades a entregar pelo armazém.
movlm

de nu ão da Produção deve gerir, por um lado, os produtos, com_


garantir ffies e matérias-primas e, por outro, as cargas e capacidades
prazos,
1rrstos de trabalho.
fuodução, agrupámos os dados necessários à gestão da pro-
fo em três famílias, que vamos especificar:
os dados de base, que descrevem o sistema de produção e os
produtos (ficheiros de artigos, nomenclaturas, postos de
carga, gamas, ferramentas e ficheiros de fornecedores, clientes
e subcontratados);
os dados de actiuidade, qlue evoluem com a actividade da
empresa (súocks e produtos em curso, encomendas de clientes,
lançamento e acompanhamento das ordens de fabrico...);

O LIDEL - EdiÇoes
- Hções Tecnicas
't69
Gestão da produção

. os dados hí.stóicos resultantes da actividade passada (custc dados relativos ao


de produção, entregas, histórico do movimento dos stocks..-)- gestão da Produçá

Um aspecto que, compreensivelmente, é fundamental é a necessF


dade de ngor dos dados técnicos, dado ser neles que se baseia toda
Wn v ação t

a gestão da produção: valores errados conduzem a planeamentos e


O registo de um Arti
programações irrealistas e a problemas de execução. No final do
capítulo, indicaremos qual é o nível necessário para uma boa o Uma referêruía
gestão. entre o artigo t
único artigo e t
os códigos.
o Uma (ou vária
clara ao artigo
na empresa, e
No caso de se
ser expressas (
nados clientes
o Dodos de clns:
4.1 Weffiniçôe* mílias, categor
o Dodos de desc
tJm artigo é um produto fabricado pela empresa ou um elemento
forma livre ot
que entra na composição de um produto que pretendemos gerir.É
códigos utiliz
um termo genérico que corresponde a um produto acabado, um
sificação CET
subconjunto, um componente ou uma matéria-prima.
. Dados de gesl
Cria-se uma "ficha" ou "registo" de um artigo sempre que se pre
da, artigos d
tender gerilo: procura externa pelos clientes de produtos ou de
do[s) fornece
peças de substituição, equilíbrio interno da procura e da produção
obtenção, lot
ou do aprovisionamento, saldos de produção ou devoluções de Também é a
clientes, agrupamentos de artigos...
ciente de Pe
Normalmente, trata-se de artigos que têm uma existência física, mas durante o cic
também podemos criar artigos fictÍcios ot fontasmas. Estes per- suas utilizaçc
mitem, por exemplo, representar os subconjuntos em estado tran- de nomencla
sitório não existentes fisicamente em stock, mas imediatamente "Dados das r
incorporados num produto, subconjuntos não armazenados que o Dados econót
entram na composição de vários produtos, Srupos de peças ut[-
consoante as
lizadas em conjunto como elementos de uma embalagem...

1VO O LIDEL - EdiçÕes Técnicõ c -Et - EdiçÔes Tácnicas


FunçÕes, documentos e dados técnicos

isada (custG dados relativos aos artigos constituem a base de qualquer sistema
los stocks...)- gestão da produção. O ficheiro "Artigos" é o primeiro a ser criado.

[ é a necessF
e baseia tode lnlar açáe rçZat|t*a aos ArtiEos
tneamentos
mgisto de um Artigo compreende:
. No final
Na uma o Uma referência ot código que constitui uma relação biunívoca
entre o artigo e o código. Um código deve corresponder a um
único a;ftgo e vice-versa. Veremos mais adiante como escolher
cos da Gesüi
os códigos.
ras, de
lutros dados l.'Ama (ou várias) designaçd_o(oes) que dão uma denominação
' clara ao artigo. Existe interesse em normalizar as designações
na empresa, em termos de estrutura e vocabulário utilizados.
No caso de serem utilizadas várias designações, estas podem
ser expressas em línguas estrangeiras ou adaptadas a determi-
nados clientes.
o Do-dos de classiftcaçao ttllizados nas triagens (famílias, subfa-
míli1s, categorias associadas à armazenagem ou ao material...).

Lumel o Dod.os de desciçoo física (cor, matéria, massa, forma...) sob a


demos gerir- forma livre ou estruturada. podem figurar, especialmente, os
r acabado, códigos utilizados na tecnologia de grupo (por exemplo, clas-
sificação CETIM-PMG).

)re que se
o Dados de gestdo, tais como lotes de lançamento ou encomen-
rodutos ou da, artigos de substituição, referência do gestor, referência
eda do(s) fornecedor(esJ, stock mínimo de lançamento, prazo de
devoluções obtenção, local de armazenagem (armazém, Iocalização)...
Também é aqui que encontramos eventualmente um coefi-
cicnte de perda destinado a compensar a perda prevista
ncia física, durante o ciclo de fabrico do artigo e que se aplica a todas as
ras. Estes zuas utilizações (diferente do coeficiente de rejeição de um elo
m estado de nomenclatura que veremos mais à frente no parágrafo 6.5
imediata 'Dados das nomenclaturas").
tazenados
de peças o Da-dos económicos que indicam os preços e os custos stand.ard-
agem... consoante as necessidades da empresa.

) LIDEL - Edições T
- Ed(óes Tácnicas
171
Gestáo da produção

Os dados "Artigos" são numerosos e, por exemplo, no softwareS* i1524üE

áua
R/3 há uma dezena de ecrãs que correspondem a visões de dadr-rr r
,,

de base, produção, administração das vendas, compras, qualidaca gê.Íàtal"-:.


=:..n
custos... A figura 6.1 ilustra dois desses ecrãs. - -,:É i: qiÉ irasP

::r!Pe d'aühtiarjí:

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Clá d'horizoÍ
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Ttpe EAll gtotk de sécurité

r ProÍl de coúYedurÉ
' ProÍ.pÉr.tlél çÚt

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47A O LIDEL - EdiçÕes Tácn := l-.itco€s lecnlcôs


FunÇÕes, documenios e dados técnicos

;ofturare SAf
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)EL Ediçóes Tác -- G -:1 - :liçÕes Tácnicôs


1V3
Gestão da produção

Estável no ten
anterior), Pois
sempre uma op
5.X Necessidade de codificação
Homogéneo, ist
A codificação dos objectos utilizados em Gestão da Produçáo üz (algarismos ou
respeito a todos os ficheiros de dados, mas o sistema de codificação fim de diminu
mais importante é o que se refere aos artigos. É, portanto, a codifi- relatórios incon
cação dosl artigos que vamos estudar.
l
Simples, Para s
Numa embresa que lida com milhares ou dezenas de milhares de arti- tenso, dividido
gos, a suâ identificação apenas pela designação torna-se impossívd por espaços, c0
O objectÍvo da codificação é passar da linguagem natural, demasiado campos.
extensare imprecisa, para uma linguagem simbólica, breve e precisa-
A codiflcação permite uma racionalização e uma homogeneização da
inforniação indispensáveis ao seu tratamento informático. O código 53 Alguns exen
constitui a chave de acesso ao registo do "Artigo". Para uma melhor cc
As regras para atribuir o código ao artigo devem ser claras e corrF cação, vamos consid
preensíveis para todas as pessoas que o manuseiam. Por outro lado, mdos se aPliquem a
uma mudança do sistema de codificação é uma tarefa pesada e dis-
pendiosa para uma empresa freetiquetagem, recodificação...). Por lt3.í Código INSE
isso, é indispensável pensar e escolher um sistema adaptado aos
objectivos visados e com uma duração suficiente. Comporta 15 algaris

5.2 RequÍsitos exigidos a um sistema de codificação


't 43
Um sistema de codificação deve ser: tltt
o Preciso e discriminativo. Como já vimos (parâgrafo 4.2,
"Informação relativa aos artigos"), cada artigo deve ter um
v* Ano
:A(O
único código, que deverá permitir distinguir facilmente as
diversas variantes do artigo (por exemplo, duas peças com a
mesma forma, mas de cores diferentes).
Cada camPo descret
. Flexível, ou seja, permitir facilmente a introdução de novos homogéneo [semPrt
códigos sem destruir a lógica do sistema de codificação üa problemas a long
(aumento do número de artigos, no total, ou numa determi- de departamentos s
nada classe, aumento do número de classes), mantendo a bilidade, ainda que
Longeuidade. indivíduos não é ri2

174 @ LDEL - Edições Tácnicôs


documentos e dados técnicos
1"t"*,

stica muito relacionada


com a
e um sistema de codificação
é
o para a empresa.

a Produção o mesmo número de caracteres


r de codi esma estrutura e composição
a
rtanto, a erro, especialmente devido
a

nilhares de a ser fácil de utilizar, portanto,


não demasiado ex_
do em_campos
l-se tm
ual, demasi
)Ieve e
-
cafrpos.
E_í,v,.o.n r-,
homàgéneos, separados
ou não
n,ir",i,;Hl..T.uJ#,o:.x1ff..xx
lÍ:
rgeneização
iüco. O Alguns e {nptel§ r;onhecrdc.rs de,
cadísircaqãa
uma melhor
cterísticas de uma codifi_
claras e
)or outro
L cons
vamos
conhecidos, embora nem
se apliquem
L pesada e

icação...).
adaptado Código TNSEE

15 algarismos agrupados
em sete campos
ffigura 6.2J.
%Zgz* e.%_-Ç Z , %?áW

arágrafo
deve ter
acilmente Mês Depdrtômento Freguesia
^:o N" de ordem Cód§o
de
peças com i""'--'-.-'-'.".-'-"de
j freguesia
nôscimento-..-..... . .. .... . .. ;;;;;
campo descreve com precisão
:ão de uma característica e o código
codi íiH:
lemasJ'J'ilfl."
,*
:,r:l'^-*No entanto, i'.r,r*té

mad
a rongo pr"ã, p", ;;..pil, apre s en_
;,;J:,f;#ilil; ii,i.i:I,;
utamentos se tornar superior
mantendo l,, ainda CIile
que muito rn,],,-:r- r
mrrifn reduiida,
,'9;i;^- ^..+__ r
os não é rigorosamente
d;;;
nula (duas
:t - EdiçÕes
- Edições Técnicas

175
Gestõo dô produção

nascidas no mesmo mês, mas com um século de diferença, ne


mesma freguesia e com o mesmo número de ordem). Por fim, deve
mos ter em conta a extensão do código que permitiria, num o
3
sistema, representar muito mais pessoas (por exemplo, a
cação do sexo através de um algarismo que apenas tenha os v
1 ou 2 entre as 10 possibilidades).
i
País

5.3.2 (ódigo dos departamentos franceses kÉ


cl.l
Tiata+e de uma codificação sequencial seguida de uma classi
alfabética dos nomes (01 : Ain, 02 : Aisne...). Esta codificaçao
clP

pouco flexível e não permite alterações de nomes ou a criação


novos departamentos sem contrariar a sua lógica. Foi o que se
sou no momento da restruturação da região parisiense ou da di código homogé
da Córsega em dois departamentos. ação descriü
, que com
5.3.3 Código dos países 13.o para repres(
iro algarismo t
É um exemplo de código não homogéneo, pois o número de temos 99 possil
teres varia de um a três. Por outro lado, é flexível e descri como a Franç
Vejamos alguns exemplos: F : França, FJI : Fidii, FR : pode torn:
Faroé, FL : Liechtenstein. outro algarismo.

5.3.4 Código EAN í3 Diferentes I


É o código (figura 6.3)
utilizado para a grande maioria dos uemplos apresel
de consumo e que encontramos sob a forma de código de barras- em três categt
. codificação de
o codificação nã
. codificação mi

í Codificação t

codificação d
uma característ
adquirido ou
critérios, caract

176 O LIDEL - EdiÇÕ€s T - EdiçÕes Técnicas


Funções, documentos e dados técnicos

ferença, na Çâg**.«m e3, * Ç, Zg§* 13


r fim, deve-
num outm
o, a codiF
a os valores

odificação é
r cri4(ão &
que se pas-
u da di código homogéneo é em grande parte sequencial, com uma
o descritiva. É muito flexível. Deriva do código UPC
, que comporta 12 algarismos aos quais foi acrescentado
13.o para representar os países europeus. Tendo em conta que o
algarismo do CNUF é ele próprio uma parte do código do
lro de temos 99 possibilidades de países. Os Estados Unidos e outros
e como a França têm cada um dez valores reservados. Esta co-
FR: ão pode tornar-se extensiva a nível mundial, acrescentando
qrto algarismo.

Díiercntes tipos de sístemas de codificação


dos p plos apresentados no parágrafo anterior podem ser classifi-
o de barras- em três categorias:
'r codificação descritiva ou analítica;
codificação não descritiva;
codificação mista.

í Codificação descritiva ou analítica


codificação deste tipo, cada campo tem por objectivo descre-
nma caracterÍstica do objecto (matéria-prima, subconjunto...,
adquirido ou fabricado, categoria ou classe segundo diferen-
oitérios, características físicas como comprimento, diâmetro,

)L\DEL- ÉdtqÕ€s Ed@€s Técnicôs 177


Gestão da produção

cor, etc.). Finalmente, o código descreve o artigo segundo critérios Fxemplo de um c


seleccionados. A sua estruturação baseia-se na justaposição, por
uma ordem predefinida, de campos independentes, ou num con- F091245.1
junto hierárquico arborescente (por exemplo, para um posto de F :
divit
carga: secção, subsecção, máquina). 091245 =
Vantagens: códigos fáceis de memorizar (no início),
01 : ver
possibilidade de classificação.

Inconvenientes: códigos pouco flexíveis e, portanto, dificilmente 55 Pt nçã(


evolutivos, Iongevidade difícil de assegurar, códi- Drrante as operai
gos muitas vezes extensos, desperdício de espaço ão dos códi1
informático de armazenagem. retação aut
difíceis de e

Daí que s
5.4.2 CodiÍicação não descritiva
de detecção Pal
Neste tipo de codificação, o código é geralmente numérico, homogê
preuenção cons
neo e sem significado. Pode ser atribuÍdo de uma forma aleatóri+
de códigos. ,
em função de uma lista preestabelecida sem correlação entre os ele
: campos cllr
mentos, mas também pode ser atribuído de uma maneira sequm
cial, sendo os objectos registados uns atrás dos outros e existin&
kas O, Q, i, l
então uma correlação entre o código e a ordem de criação.
l, evitar as cc
R, desconfiar r

Vantagens: criação rápida de um código, zero quaren


código curto. apesar destas
utilização máxima do sistema, ial. Uma fot
longevidade. em"
Inconvenientes: risco de dupla utilização de um código, inforr
impossibilidade de agrupamento ou classificaçãq momento da
dificuldade de memorizaçáo. iacao de uma I
deve ser rejet
pretende atrib
5.4.3 Codificação mista Aplicamos
por algarismr
Os códigos compreendem uma parte não descritiva e uma parte cor [+, -, x, :) e cal
posta por um ou mais campos descritivos. Em geral, é o tipo de codF
que serve d
ficação adoptada pelas empresas para a identificação dos artigos. É
lesmente a
necessário estar atento à escolha da parte descritiva para não impedir - efo, sendo c
uma evolução futura que não tenha sido inicialmente prevista.
üvisao por dez,

178 O LIDEL' EdiÇÕes TecÍr@ 3LDE - EdiçÕ€s Tácnicas


Furções, documentos e dados técnicos

de um código misto numa empresa com várias divisões:

F091245.01

F : divisão (descritiva)
097245: sequencial
01 : versão (sequencial, mas cronologicamente útil)

Pt.ercnçãa a detacção dE erras


as operações de codificação, de interpretação ou de comu-
ao dos códigos, os erros, seja por intervenção humana ou por
ão automática (leitura óptica de um código de barras),
dfficeis de evitar totalmente, mas podem ter consequências
Daí que seja necessário implementar sistemas de prevenção
detecção para os reduzir ao mínimo.

7o consiste em evitar a confusão na aquisição e transmis-


de códigos. Algumas regras simples poderão revelar-se muito
campos curtos ou segmentados (461845), evitar, por exemplo,
O, Q, i, I, que se confundem facilmente com os algarismos
[, evitar as consoantes vizinhas nas transmissões orais (B e p, D
desconfiar dos zeros a não esquecer (023 O4S : zeÍo vinte e
zero quarenta e cinco)...
alrcsar destas precauções, ocorrerem erros, a sua detecção é es-
Uma forma elementar é, por exemplo, a visualização da
ão em "bold" no monitor do computador. Além disso, os
s informáticos devem dispor de testes de verosimilhança
momento da introdução dos dados (por exemplo, a tentativa de
ão de uma ligação de nomenclatura com os artigos não defini-
deve ser rejeitada). O meio mais eficaz é justapor ao código que
e atribuir uma chave de controlo que será incorporada no
Aplicamos aos caracteres (se alguns forem letras, substituímo-
1rcr algarismos adequados) do código um conjunto de operações
-, x, :) e calculamos o resto da divisão por um número. É este
que serve de chave de controlo. Podemos, por exemplo, dividir
mente a soma dos caracteres do código inicial por um
, sendo o resto da divisão a chave (um algarismo para uma
ão por dez, uma letra para uma divisão por um número inferior

- Ediçôes Técnicas
179
Gestão da produçâo

a 26...). E podemos também utilizar um método um pouco n


elaborado que permite revelar permutações relativamente a d Regras de
posições vizinhas: caso da chave do código EAN 13 (figura 6.4).
fuportante defin
diÍerentes, ma
referências igue
Geralmente, a1
são perfeita
diferenças de
394864327 632 ia.Éocaso,r
l+l+l+ rl+lr ou os parafr

.lJt
| 2l+Bl+4
3+4 +ó+3+7+3
l+ól+e=z+ +e
+t
--».24x3=7e

=96-->
:?r? Nw encl
A chôve é o complemento da soma para obter um múltiplo de 10.
Neste caso, a chave é, 1 00 - 98 = 2.
Í DeÍinições
twmenclatura
que entram na
5.6 f'adiga de Artigo e docuÍnentação , os artigos sãc
(figura 6.5) é
ão caracteriza-s
A cada artigo está associada uma documentação: desenhos t ntes no cot
gamas, nomenclaturas, estudos de postos de trabalho... A criaçao 2 m ou 2,4301<Í
a manutenção desta documentação associada ao produto são ligações.
extrema importância visto que, muitas vezes, ela reúne o
da empresa. A referência do artigo é o elemento que permite gerir Sigut
documentação. Para desempenhar devidamente esta tarefa
necessário, em particular, que o código possa reflectir as evoluçõ
sucessivas do artigo. com esse intuito, introduzimos no fim do
go um ou mais caracteres que indicam a versão deste último.

A gestão das diferentes versões deve ser efectuada com ri


nomeadamente através de um documento que contenha um
co das evoluções [número de revisão, pessoa responsável, descriça
da revisão, data da revisão).
sideremos a mal
nomenclaturo a

180 @ LIDEL - EdiçÕes


- Edições Técnicôs
FunçÕes, documentos e dados técnicos

pouco mars Regras da intçrmutabilidade dos artigas


rente a
gura 6.4). ante definir as regras que permitem determinar se dois arti
diÍerentes, mas com a mesma função e o mesmo custo, devem
referências iguais ou diferentes. É uma opção que cabe à empre-
1
Geralmente, aplica-se a regra seguinte: quando dois compo_
s são perfeitamente intermutáveis na sua inserção no produto,
diferenças de custo e de qualidade, adopta-se a mesma refe-
ia. É o caso, designadamente, dos artig os stond"ord., como as
ou os parafusos comprados a fornecedores diferentes.

16

)8
Ne em%%e%*,á %

Deíitniq6es
twmenclatura é uma lista hierarquizada e quantificada dos arti-
que entram na composição de um produto. O produto é o com_
os artigos são os componentes. O conjunto composto-compo_
(figura 6.5) é designado como ligoçao de nomenclatura. Cada
caracteriza-se por um coeftciente qlue indica a quantidade de
üos téc tes no composto. Este coeficiente pode ser inteiro ou não
.. A criaçao Ll m ou 2,430 kg). Uma nomenclatura é, portanto, um conjunto
oduto são fgações.
eok çx
rermite gerir
ÇZ *"%9. a &* & vr* q,rea&aka*
:sta tarefa
:as
o fim do
último.
Ia com
ha um hi
ivel, d
a mala da figura 6.6. A sua representação através de
nomenclotura arborescente está ilustrada na figwa 6.2 .

LIDEL - Ediçõ€s - mções Tácnicôs


181
Gestão da produção

%4 a *ru*m €ra *rbte e * 4á e el* Figura 6.7 -

IIma nomenclatur
tibuímos aos PI
pmição, Passamos
rentado na figura t

%*gura

hrém, a regra dt
nÍvel mais baixo e
GOm uma nomen(
2- Citemos a du1
nelhor estudandc
b 7). Por um ladt
migo apareça v:

O LIDEL - EdiÇÕes Técnrcõ @ rDEL - Ediçóes Técnicas


18E
Funções, documentos e dados técnicos

z& 'ry
* r& e{zü\e&,* &Y {* %ueffiZe &*
'* e e\e

carxa
sup€noÍ

nomenclatura abrange vários níveis. convencionalmente,


rnos aos produtos acabados o nível 0' Em cada decom-
ão, passamos do nível n para o nível n + 1' O
quadro apre-
do na figura 6.8 explicita os níveis da mala considerada.

Mala
Parte inferior, eixo, Pafte suPerlor

2 Fecho, punho, caixa inferior,barÍa, ferragem, caixa superior

3 Plástico preto, plástico cinzento, chapa

r,aregrodoníuelmoisboixoposicionaumdadoartiSono
mais baixo em que ele intervém. A figura 6.9 ilustra esta
legla
tr uma nomenclatura simples: o artigo B é considerado
no nível
Citemos a dupla vantagem desta regra que compreenderemos
(capítu-
estudandã o cátculõ das necessidades de um altigo
mesmo que o
7). Por um lado, o cálculo só é efectuado uma vez'
tf,oapareçaváriasvezesnumanomenclaturaouemdiversas

183
@ LIDEL - EdiçÕ6 - EdçÕes Técnicas
Gestõo da produção

nomenclaturas. Por outro lado, esta regra permite atribuir o stú. %Z z.ara 6.
disponível para o artigo a uma data mais cedo e não ao nível mab
elevado da nomenclatura. De facto, o cálculo das necessidades é
efectuado nível a nível, sendo indispensável leunir todas as neces-
sidades de um mesmo artigo num mesmo nível.

Nível 1

h.anomenclatura d
io, indica apenas
Nível 9

%* ara 6.1

O número de níueis da nomenclatura varia em função da comple


xidade dos produtos da empresa. Uma decomposição excessivil
torna a gestão mais pesada, ao passo que uma decomposi@
demasiado sucinta limita as possibilidades. É necessário, sobretudq
não cometer o erro de criar nÍveis correspondentes a simples
pas do processo, ou seja, confundir nomenclaturas com gamas O grau de utilizaçoo,
excepto se for necessário gerir um artigo intermédio. Para a omposto(s) um arti
ria dos produtos fabricados, o númeto de níveis vai de três a cÚtn- ras de um nÍvel ffigr
Os produtos mais complexos podem justificar seis a oito níveis. Un
número de níveis superior a oito ou nove envolve o risco de cor §iguri
fusão que, como já referimos, ocorre sobretudo no caso de monta
gens importantes. Utilização multiní
H

Numa nomenclaturomultiniueis, todos os componentes de um com


posto são representados (figura 6.10).

184 O LIDEI - Ediçoes O ltrt - EdiçÕes Tácnicas


Funções, documentos e dados técnicos

ribuir o s w
ro nível mab
Wa w«m "4 w.mq& ww& oasíirzívais w

:cessidades é
ilas as neceF

>ar%&

Nível 1

nomencloturo- de um níuel de um composto de nível n, pelo con-


Nível 2
, indica apenas os componentes do nível n+ I (figura O.ff).

Wá** .34* & am«*a,*qx &a* m â w

iodac
çao
decom
io, sob
a simples
i com gant de utilizoçoo, como o próprio nome indica, explicita em que
. Para a
nposto(s) um artigo intervém, podendo ser multiníveis ou ape-
le três o ci
de um nível (figura 6.t2).
rito níveis.
l risco de
:aso de
Li ,*
u.a ct q
.4 w, * *aâáZ\xa &* &

Lrtiilação murtiníveis ;j*Í_*í.*"::


H--^-:
:es de um .'1..D
.1..u , .t..v ii
I

'rLi'
... ,i
.-,.,,.,.-.-.---, --i _--_ .,,.,_._._,.,.,,:

- Ediçóes Tecnicôs
185
Gestão da produção

6. Estratwra das produtos e nomcnclaiwras Figr

Consoante os números comparados de produtos acabados e


seus componentes, o que depende naturalmente dos respecü
sectores de actividade, as nomenclaturas podem ser apresen
sob quatro formas:
o estrutura convergente;
o estrutura divergente;
o estrutura ponto de agrupamento; empresas mco
o estrutura paralela. ir vários produtos
nte eles prr
Os produtos normalizados, com uma reduzida diversidade dos
Estamos então
dutos acabados, mas com numerosos componentes, têm 6.15). Norma
estruturo conuergente (figura 6.13). O número de níveis de no com base no
clatura depende da complexidade do produto acabado. Este tipo referente aos s
estrutura encontra-se no fabrico de circuitos electrónicos ou os acabados. I
conjuntos mecânicos em geral. q4ões de motorü
%â u* "& *'*mZ qLe{e Ç* ewrq*.
por encomend;

poucos produtos acabados à uzra 6.71

subconjuntos nornnl-u
muitos componentes

Em certos casos, um número reduzido de matérias-primas, ou


nas uma, conduzem a uma grande variedade de produtos acabadc.
Temos então uma estruúura diuergenúe (figura 6.14). É o que se verF.
uma empre:
fica, nomeadamente, na indústria de lacticínios ou na indústria rmas ou comp
petrolífera.
n 6.16). Podemos ci

1e6 O LIDEL - EdiçÕes Técr*= G UDEL - EdiçÕes Técnicôs


Funções, documentos e dados técnicos

15 WZ zx ,« * W*?,raa&q* zve*gerxâa
rbados e
S ICS
apresent

empresas incorporam subconjuntos normalizados para cons-


vários produtos acabados. Estes subconjuntos comportam fre-
te eles próprios um grande número de componentes de
dade dos Fstamos então perante uma estratura ponto de agrupamento
es, têm 6.15). Normalmente, a gestão das duas partes é diferente:
:is de no com base no stock a partir de previsões da procura para a
l. Este tipo reÍerente aos subconjuntos e montagem por encomenda dos
ónicos ou tos acabados. É o caso típico da indústria automóvel em que
de motorização, de travagem, de direcção, etc. são insta-
por encomenda.

úos acabados Wá v"x .'4 * W*brw%a wrzÇ,r* & & rr", a *mê*

imas, ou
rtos
o que se uma empresa lida com poucos produtos e poucas maté-
na ind ou componentes, trata-se de estruturas poralelos (figu-
16). Podemos citar o exemplo da indústria de embalagem.

IJDEL - Edições - Ediçõ€s Tácnicôs


187
Gestôo da produção

%* sá "3 * **tya\z* e ,e&e manual", mó


ca'... Após a
clatura cujos
poucos produtos acabados
previsões de
produto fictíc
poucas matárias-primas
gos que coml
!a que a mod
oÍxno este CI
Yários níveis
6.& Awt s tipas dç nawzsnÇge&wra§

A nomenc(ntura funabnal reflecte a óptíca do gabÍnete de estudos que * aara 6.1


utiliza as funções elementares indicadas no caderno de encargos funr
cional para formular as soluções técnicas adequadas para as

A nomenclatura de fabrico ou de morltagem descreve os estados


avanço da produção de um determinado artigo (peças e subco
tos que entram no produto acabado).

A nomenclatura de gestão da produção deriva da anterior e


os artigosrgeridos (Íicheiro ArtigosJ. Esta nomenclatura "
está reprpsentada na figura 6.10 ou 6.18.
artrgos
A gestãoida produção uüliza igualmente nnmencloturos de coínuns

o As ''rnacronomenclaturas estão posicionadas no vértice da


tura (produtos ou famílias de produtos) e destinam-se a
ficar as necessidades a médio e a longo prazo. Não
rizadas, são constituídas por componentes agregados (
mento de artigos) e, eventualmente, por componentes críücc
vigiar (componentes estratégicos com longo prazo de e
o As nomenclaturas modulares sáo muito úteis no caso de os de demr
dutos com muitas variantes. Consideremos o exemplo s de maneiras dift
ficado da figura 6.17 em que um veículo está disponível de nomencl
várias opções (por um lado, caixa de velocidades manual . Coloca, pot
automática, por outro, transmissão mecânica ou automáü nodificação. A
e compofia, além disso, elementos comuns a todas as pelo Gabin
Nessa altura, é possível agrupar os conjuntos de artigos de Gestão da
módulos: módulo dos artigos comuns a todas as variantes, obstante as fr
dulo dos artigos específicos da variante "caixa de veloc a fiabilida

188 @ LIDEL - EdiÇ06l - EaçÕes Técnicc


Funções, documentos e dados técnicos

manual", módulo da variante "caixa de velocidades automáti-


ca'... Após a modularizaçáo, constituímos uma macronomen-
clatura cujos coeficientes são expressos em percentagem das
previsões de vendas de cada opção. A partir da previsão do
produto fictício v125, é fácil calcular as necessidades dos arti-
gos que compõem cada um dos módulos. Esclarecemos desde
É que a modularização completa, em geral, não é tão simples
csmo este exemp\o mostra, sendo necessârio traba\har com
vários níveis de nomenclatura.

estudos frg*a "4-g


* a*ZarZza & * &a /n& aru*Z*g*z
ICarSOS {,ruq **m }. TÇzq

i estados
subconi

ce da
t-se a
) por
os(
escíticos
lee
aso de üámos de demonstrar que o mesmo produto é visto pela empre-
Lplo si de maneiras diferentes, conforme o dãpartamento. Esta
onível multipli-
de nomenclaturas constitui ,m ent.uue ao objectivo
manual da inte-
por exemplo, uma dificuldade de actualização após
,. -Coloca,
tut modificação. A normatizaçoo das diversas nomenclaturas
ASV
uti_
adas pelo Gabinete de Estudos, o Gabinete de Métodos
artigos
e o sis-
ma de Gestão da produção é, portanto, um objectivo a alcançar,
iantes, Ífo obstante as fricções possíveis entre os departamentos. Disso
a fiabilidade dos dados técnicos.

- EdiçÕes T
- Edições Tecnicas
189
Gestão da produção

6,& prasantaqãa das nomenclatwree W& w 6.19

uma nomenclatura pode ser representada de várias formas. A mab


simples consiste em elaboral uma lista dos componentes. A ulstc
fragmentoda dÍsponibilizada pelo Gabinete de Estudos e, norma}
mente, completada pela lista dos componentes assinalados no
desenho, representa um tipo de nomenclatura.

A nomenclaturo arborescente (figura 6.18), de fácil compreensão e


visualização, é a mais utilizada em gestão da produção.
llma nomencloturoín
Wz u* .4 & em*Zeq,*:{e e ry %*,ewa"ae e ry:"eq,&& e wqáo omPutador. A figur;
nala da figura 6'10'

gura

lo,
I

lJma nomencloturo acumulada corresponde à lista de todos oS com-


ponentes do nível mais baixo (componentes adquiridos). A figura
6.19 descreve o caso do artigo A. Por exemplo, o componente I L rePresentoção mt
intervém com o coeficiente 0,3 em G que, por sua vez, entra em D Gom os comPostos '

com o coeficiente 1. A contém 2 D. Finalmente, existem 0,3 xl x2 oas, ou inversamen


: 0,6I em A. das linhas e das c
fácil das diferençar
que corresPonde.?
catálogos comercl:
citado corresPondr
§enta o valor dos t

O LIDEI - EdiçÕes Tecnica O LDEt - Ediçóes Técnicas


'190
Funções, documentos e dados técnicos

§* a* "4 & *m*§a*** xauraulada &.

hs formas. A
pponentes. A

§tudos e, non
p assinalados
I

rnmenclatura indentoda é fáci| de produzir numa listagem


de
. A figura 6.20 ilustra essa representação no caso da
da figura 6.10.

W* w /& *.m***%w Zra w.mg,a m

0 Mala
1 Parte inferior
9 Fecho
2 Punho
3 Plástico preto
2 Caixa inferior
3 Plástico cinzento
1 Eixo
I Bara
1 Parte superior
9Fenagem
3 Chapa
! todos os 2 Caixa superior

idos). a fi 3 Plóstico cinzento

lcomponente
pz, entra em ryresentação maticral consiste num quadro de duas entradas
iem 0,3 x 1x os compostos indicados nas linhas e os componentes nas
colu-
ou inversamente. o coeficiente de ligação figura na intersecção
linhas e das colunas (figura 6.2l). permite uma visuarização
das diferenças entre vários produtos de uma mesma família,
corresponde à representação das opções de um veículo nos
os comerciais dos construtores de automóveis. o exemplo
corresponde a uma nomenclotura ualorizad.a porque apre_
o valor dos componentes.

- EdiçÕes Técnicôs
'191
Gestão da produção

%z ux " 3 * %*rzqe &* ma*ríç*a* w *x & mw &&q*&'*vÁ{a figura 6.22 ilustra estes d
ente: nível, código, desigl
ão).
Código Unidadei Custo standard
%u wr* .22 -
Un t 162,50
,

I zzz
,
Un
t:
I leo,oo
,--------í---**--
, 1
t?,it:12 t!5?49'é
tl i---**----- 432219S É0Í0R liF
246 Un , -*-,**--* 121 ,75 :
tti t:àt:tsy. '1 8t

0ú0'l 852489
A322208 aoÍg
Eugl 052412
Â448137 E8. I

0Bll1 052531
923 4433452 TflR
s002 s5?6?2
4433453 Totn
924 gÉr]3 862961
444705S [ês§
987 0sE2 05.{071
Á+:sels ur1
gq\tl El34g2
â428836 ÂrE

6"5 Wadas re\ativas às nsmenclaturas


Os dados de um registo de ligação de nomenclatura incluem:
/
. L"
a referência do artigo composto que serve de chave de acesso
ao rêrgisto;
7. %% % &ca
. a refeiê(tcia do artigo componente;
. o coeftciente de ligação; 7.1 Da{r,niçóes
. a sua ualidode, definida pelas datas de início e de fim de uti-
Um posto de corga é uma
Iização desta ligação;
sa decide criar. Não se t
o outros dodos de gestao, como a data de criação da ligação, o Fste é uma unidade físic
tipo de nomenclatura (funcional, fabrico, etc.); car8a, ao passo que o p(
uma oPção da organiza
. o coeftciente de rejeitados (percentagem que permite aumentar ambinoção de vdios 1
as necessidades brutas para ter em consideração as perdas de uma determinada acção
produção do composto em causa e que não se aplica a toda a p,osto de carga Pode set
utilização do componente, como o coeficiente de perda referi- um ou mais oPeradot
do no parágrafo 4.2, "Dados dos Artigos"). rador[es), uma unidade

199 @ LIDEL - EdiçÕes Tácnicc O UDEL - EdiçÕes Tácnicas

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