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Índice:

Introdução:.....................................................................................................................1
Fusíveis:.........................................................................................................................2
Finalidade:.....................................................................................................................2
Elementos fusíveis:........................................................................................................3
Elementos isolantes:......................................................................................................3
Características:...............................................................................................................4
Corrente nominal (in):...................................................................................................4
Corrente térmica nominal (ith):.....................................................................................4
Tensão Máxima de Operação:.......................................................................................5
Classificação:.................................................................................................................5
Quanto a categoria de utilização:...................................................................................5
Quanto a classe de operação:.........................................................................................6
Normas aplicadas a Fusíveis:.........................................................................................9
Conclusão:...................................................................................................................11
Referências Bibliográficas:..........................................................................................12
Introdução:

Os fusíveis, apesar de dispositivos relativamente simples, foram e ainda são muito


eficazes na protecção de circuitos eléctricos. Desde circuitos em baixa tensão onde
visam a protecção de equipamentos simples como lâmpadas a até complexos sistemas
de geração e distribuição de energia, os fusíveis devido ao seu baixo custo e
simplicidade de operação estão presentes, como também na maioria das aplicações onde
se requer uma protecção eléctrica contra sob recorrentes ou curto-circuito.

É nesse contexto que se introduz este trabalho que para além de abordar o tema
“fusíveis”, ira também desenvolver os demais conteúdos que estão relacionados com o
tema. Dos quais podemos mencionar a finalidade dos fusíveis, os elementos fusíveis, os
tipos de fusíveis , as normas aplicadas a fusíveis e mais.

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Fusíveis:

Os dispositivos fusíveis são elementos de protecção que atuam através da fusão de uma
parte dimensionada para tal, seccionando o circuito em que estão instalados e
interrompendo a corrente eléctrica quando esta excede um valor estabelecido por um
determinado intervalo de tempo.

Em condições normais, este dispositivo faz com que o circuito no qual está ligado opere
normalmente, sem nenhuma ou “quase nenhuma” interferência em suas características,
porém no caso de uma elevação do valor da corrente normal de funcionamento, ocorre
uma elevação de temperatura no seu elemento fusível até que ocorra a sua fusão,
seccionando o circuito após determinado tempo. As simbologias mais comuns para
representação de um fusível são apresentadas na Erro! Fonte de referência não
encontrada., onde a segunda simbologia é a determinada pela IEC.

Os fusíveis são certamente os dispositivos de uso mais tradicional na protecção de


circuitos e sistemas eléctricos e proporcionam excelente protecção contra curto-circuito
devido a sua alta capacidade de interrupção e sua capacidade limitadora (antes que
ocorra o valor de crista a corrente de curto circuito é interrompida). Sua utilização,
porém, não deve ser efetuada quando se deseja protecção contra sobrecargas leves e
moderadas, pois a sua curva de actuação “tempo x corrente” não pode ser ajustada, ao
contrário dos relés de protecção contra sobre correntes e disjuntores electromagnéticos,
os quais possuem mecanismo de ajuste. Na Figura 2 – Curva tempo × corrente estão
apresentadas as curvas tempo × correntes típicas de um fusível.

Finalidade:

Em qualquer sistema eléctrico um sistema de protecção é fundamental mesmo em


potências baixas, pois qualquer falha ou defeito pode danificar os seus elementos, ou até
mesmo por em risco pessoas, animais ou mesmo patrimónios.

Um fusível tem a finalidade de seccionar um circuito caso ocorra qualquer distúrbio em


sua corrente de entrada, protegendo os seus elementos de danos, ou no caso de
equipamentos electrónicos ou instalações eléctricas até mesmo um incêndio.

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Tecnicamente a finalidade de um fusível é proteger as instalações ou equipamentos de
danos causados por sobrecorrentes ou curto-circuitos, rompendo seus componentes
fundíveis caso ocorra um destes eventos.

Elementos fusíveis:

Os fusíveis possuem como elementos fusíveis ligas metálicas denominadas “Ligas


fusíveis”. Essas ligas são conhecidas através de seus nomes comerciais, e suas
propriedades são especificadas em manuais especializados ou em catálogos de
fabricantes.

Os principais elementos que às compões são bismuto, cádmio, chumbo e estanho. Em


fusíveis especiais pode ser encontrada como elemento constituinte a prata.

A corrente necessária para fundir um elemento fusível de determinado tipo de


dispositivo é calculada através da fórmula de Preece a qual é apresentada na equação 1.

Onde “I” é a corrente de fusão do fio, “a” é um parâmetro tabelado e “d” é o diâmetro
do fio. Assim, quando um condutor é aquecido por uma corrente eléctrica e atinge uma
temperatura estável, a energia transformada em calor por efeito joule é igual ao calor
que deixa a superfície do condutor por convecção e radiação.

Para uma pequena elevação de temperatura acima do ambiente, o calor perdido pelo
condutor pode ser calculado pela lei de Newton, segundo a qual a energia emitida (W) é
proporcional à elevação de temperatura (∆θ), à superfície do condutor (A), ao tempo (t)
e a emissividade da superfície (e), unindo estes parâmetros é obtida a equação.

Elementos isolantes:

Os fusíveis de modo geral devem possuir um elemento isolante que garanta a circulação
de corrente em apenas seus elementos funcionais, assim sendo necessário um elemento
isolante para envolvê-lo. Além da função de isolação, em fusíveis que operam com
tensões elevadas ou correntes elevadas têm-se o problema do arco eléctrico que surge
durante seu rompimento, com isso além da função de isolante o invólucro do fusível
também se destina a extinção deste arco eléctrico produzido.

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Tendo em vista que durante a operação do fusível criam-se elevadas temperaturas e
pressões, o material utilizado no invólucro do elemento fusível deve suportar estas
condições sem sofrer nenhum dano em sua estrutura. Os invólucros normalmente
utilizados são fabricados com papelão, fenolite, cerâmica, vidro, plástico, etc. Nos casos
mais críticos utiliza-se um material isolante inserido no interior do fusível para ajudar
na extinção do arco.

Normalmente o material utilizado para a extinção do arco fica na forma granular no


interior do encapsulamento e é composto por quartzo, areia ou amianto mas pode ser
utilizado qualquer outro material que possua características necessárias de isolação,
temperatura e inflamabilidade.

Em sua construção, quando estes materiais não são transparentes ou não permitem a
visualização do estado do fusível, criam-se dispositivos que sinalizam se o fusível está
em condições de funcionamento ou fora de operação.

Características:

No dimensionamento dos fusíveis algumas características são de extrema importância


para um dimensionamento correto e sua correta actuação no caso de uma falta em um
sistema eléctrico ou electrónico. Factores como corrente de interrupção, tensão nominal
e corrente nominal são de extrema importância no seu dimensionamento. Algumas
destas características estão apresentadas a seguir.

Corrente nominal (in):

E o valor de corrente que pode percorrer o fusível por tempo indeterminado sem que
este apresente um aquecimento excessivo.

Corrente térmica nominal (ith):

E a maior corrente que o dispositivo deve suportar num período de oito horas sem que o
aumento da temperatura ultrapasse os limites especificados. “Sem que a elevação de
temperatura de suas várias partes exceda limites especificados (que são os mesmos
indicados na tabela 3 da NBR 5361)”.

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CORRENTE DE AJUSTE Valor de corrente em que o dispositivo é ajustado e as
configurações são definidas.

CORRENTE CONVENCIONAL DE FUSÃO (IF) Valor de corrente que activa a


actuação do dispositivo dentro de um tempo determinado.

Corrente Convencional De Não Fusão (Inf) É a corrente que pode ser suportada pelo
dispositivo durante um tempo especificado.

Tensão Máxima de Operação:

É a tensão máxima que o fusível pode operar em regime de funcionamento e está ligada
directamente ao tipo de material empregado em sua construção.

As correntes convencionais de fusão e de não fusão são de um valor maior do que as


correntes nominais e de ajuste do dispositivo.

Classificação:

Existem várias normas que regulamentam os fusíveis, dentre as quais se aplicam


separadamente a fusíveis que operam em baixa, média ou alta tensão, fusíveis que são
operados por pessoas não qualificadas, pessoas autorizadas ou pessoas qualificadas,
também estas normas separam os fusíveis quanto ao tipo de contacto, sejam estes
construídos com contactos cilíndricos ou contactos aparafusados, aplicados à protecção
de circuitos de potência ou mesmo circuitos onde visam protecção de semicondutores.

De modo geral existem algumas classificações baseadas nos parâmetros dos fusíveis
como, por exemplo, as categorias de utilização. A categoria de utilização especifica a
corrente que o fusível é capaz de conduzir sem danos aos seus componentes, bem como
a faixa de sobrecorrentes que este é capaz de interromper.

Quanto a categoria de utilização:

Segundo a norma DIN/VDE, os fusíveis podem ser classificados como categoria “a” ou
categoria “g”. Na categoria “a” existem restrições na actuação destes fusíveis na faixa
tempo × corrente, podendo interromper correntes acima de um múltiplo especificado a
até sua máxima corrente de interrupção, já na categoria “g” os fusíveis podem

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interromper correntes desde sua mínima corrente de fusão a até a sua máxima
capacidade de interrupção.

Quanto a classe de operação:

Juntamente com as categorias de utilização na norma DIN/VDE existe uma segunda


letra que define a classe de operação dos fusíveis, que podem ser:

 “R” – semicondutores

 “B” – instalações de mineração

 “L” – condutores

 “TR” – transformadores

Semelhante à norma DIN/VDE, a norma NBR IEC 60269 estabelece a primeira letra
para classificar os fusíveis quanto à categoria, porém a segunda letra se diferencia um
pouco para definir a classe de operação destes, como segue:

 “G” – Protecção de linha (uso geral) • “M” – Protecção de circuito de motores

 “R” – Protecção de semicondutores (ultra rápido)

 “L” – Protecção de linha (DIN/VDE)

 “Tr” – Protecção de transformadores

Tipos de fusíveis

Existem vários tipos de fusíveis, os quais se diferenciam pela capacidade de interrupção,


pela tensão de operação e principalmente pela forma construtiva. São exemplos de tipos
de fusíveis o fusível tipo rolha, tipo cartucho, diazed, NH a expulsão, a ácido bórico, a
areia de quartzo, etc. Os principais tipos estão apresentados a seguir.

Fusível tipo faca

Os fusíveis “tipo faca” possuem o seu elemento fundível com uma redução na área
transversal em alguns trechos, de forma a localizar a área onde ocorrerá a fusão.
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Possuem capacidades de corrente na faixa de 80 a 100 amperes e tensão máxima de
trabalho ficando em torno de 500V.

Fusíveis de rolha

São fusíveis de baixa tensão em que um dos contactos é uma peça roscada, que se fixa
no contacto roscado correspondente da base. A norma que certifica estes tipos de
fusíveis é a NBR5113, NBR5117 e a NBR6280. Este fusível, apresentado na Figura 4se
tornou obsoleto há alguns anos e raramente é encontrado no mercado.

Fusíveis do tipo cartucho

É um fusível de baixa tensão cujo elemento fusível é encerrado em um tubo protector


feito com material isolante, com contactos nas extremidades. Um exemplo deste tipo de
fusível é apresentado na Figura 5.

Fusíveis tipo D (diazed)

Sua nomenclatura Tipo “D” deriva do nome “Diazed”, denominação o qual geralmente
é chamado. É um fusível limitador de corrente, de baixa tensão, cujo tempo de
interrupção é tão curto que o valor de crista da corrente presumida do circuito não é
atingido. Os fusíveis “Diazed” são utilizados na protecção de curto-circuito em
instalações eléctricas residenciais, comerciais e industriais e quando normalmente
instalados, permitem o seu manuseio sem riscos de toque acidental. Possuem categoria
de utilização gL/gG, em três tamanhos (DI, DII e DIII) e atendem as correntes nominais
de 2A a 100A.Através de parafusos de ajuste, impedem a mudança para valores
superiores, preservando as especificações do projecto. Permitem fixação por engate
rápido sobre trilho ou parafusos.

Fusíveis tipo neozed

Os fusíveis NEOZED possuem tamanho reduzido e são aplicados na protecção de curto


circuito em instalações típicas residenciais, comerciais e industriais. Possui categoria de
utilização gL/gG, em dois tamanhos (D01 e D02) atendendo as correntes nominais de 2
a 63A. São aplicados para até 50kA em 400VCA. A sua forma construtiva garante total
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protecção de toque acidental quando da montagem ou substituição dos fusíveis. Possui
anéis de ajuste que evitam a alteração dos fusíveis para valores superiores de corrente,
mantendo a adequada qualidade de protecção da instalação. À fixação pode ser rápida
por engate sobre trilho ou por parafusos e atendem a norma IEC 269.

Fusíveis tipo silized

Os fusíveis ultra-rápidos SILIZED são utilizados na protecção de curto-circuito de


semicondutores, estão adaptados às curvas de carga dos tiristores e díodos de potência,
permitindo quando da sua instalação seu manuseio sem riscos de toque acidental. Possuí
categoria de utilização gR, em três tamanhos e atendem as correntes nominais de 16 a
100A.Limitadores de corrente, possuem capacidade de interrupção: 50kA em até
500VCA.Através de parafusos de ajuste, evitam alterações equivocadas dos fusíveis,
preservando as especificações do projecto e a segurança da instalação. Permitem a
fixação por engate rápido sobre trilho ou parafusos e atendem a norma DIN VDE 0636.

Fusíveis sitor

Os fusíveis SITOR são fusíveis protecção de semicondutores, íris aR, atendendo as


correntes

Encontrado em cinco tamanhos (de 690V a 2500V) ou em tensão manuseio seguro na


montagem

Fusíveis nh

São fusíveis que possuem alta capacidade de interrupção, para correntes nominais de 6A
a até 1000A em aplicações industriais. tensão e H de alta capacidade de corrente.
também contra sobrecargas de curta duração, como acontece na partida de motores de
indução com rotor em gaiola.

fusíveis ultra-rápidos apropriados em instalações semicondutores, tiristores, GTO's e


diodos. Possuem Categoria nominais de 16 a 900 A. tamanhos diferentes, podendo ser
utilizado tensão contínua (de 440V a 600 V).Com o uso montagem ou substituição dos
fusíveis.

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São fusíveis que possuem alta capacidade de interrupção, para correntes nominais de 6A
a iões industriais. A nomenclatura “NH” vem de N que significa baixa tensão e H de
alta capacidade de corrente. Protegem os circuitos contra curtos também contra
sobrecargas de curta duração, como acontece na partida de motores de indução

Figura 10 – Fusíveis NH instalações industriais para a Categoria de utilização gR /


utilizado em tensão alternada uso de punhos garantem

São fusíveis que possuem alta capacidade de interrupção, para correntes nominais de 6A

A nomenclatura “NH” vem de N que significa baixa os circuitos contra curtos-circuitos


e também contra sobrecargas de curta duração, como acontece na partida de motores de
indução

Fusíveis h (xe "fusíveis h")

Os fusíveis do tipo “H” são utilizados para a protecção de motores e transformadores


em média tensão. Semelhante aos fusíveis do tipo “NH” sua nomenclatura vem de “H”
alta tensão (High voltage) e o segundo H significa alta capacidade.

Fusíveis dh

Os fusíveis do tipo DH são utilizados em média tensão na protecção de equipamentos e


ramais de distribuição de energia. Montados em uma base do tipo “C” possuem um
mecanismo que tenciona o seu elemento fusível fazendo com que ao actuar, este sinalize
o seu rompimento tornando possível a identificação a distância, agilizando o processo
de correcção de falhas em uma rede.

Normas aplicadas a Fusíveis:

Como citado anteriormente existem normas que regulamentam a produção e utilização


dos fusíveis, algumas destas normas estão são apresentadas a seguir.

 NBR/IEC 60269-1 Condições exigíveis para dispositivo-fusíveis limitadores de


corrente, com capacidade de interrupção não inferior a 6 kA, destinados proteção de
circuitos de potência em corrente alternada cuja tensão nominal não exceda 1 0 V,
ou de circuitos Dc, cuja tensão nominal não ultrapasse 1 500 V.

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 IEC 60269-2: 1986 Dispositivo-fusíveis de baixa tensão Parte 2: Requisitos
adicionais para dispositivo-fusível para uso por pessoas autorizadas (dispositivo-
fusíveis principalmente para aplicação industrial).

 ABNT/EB 1301 Dispositivos fusíveis de alta tensão - Dispositivos tipo expulsão -


Requisitos e métodos de ensaio. Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para
dispositivos fusíveis de alta tensão tipo expulsão e similares para uso interno ou
externo em sistemas decorrente alternada de 60 Hz e tensões nominais acima de 1 0
V.

 IEC 60269-1: 1998 Dispositivos- fusíveis de baixa tensão Parte 1: Requisitos gerais.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para dispositivos- fusíveis limitadores de
corrente, com capacidade de interrupção não inferior a 6 kA, destinados à protecção
de circuitos de potência em corrente alternada, cuja tensão nominal não exceda 1 0
V, ou de circuitos em corrente contínua, cuja tensão nominal não ultrapasse 1 500
V.

 IEC 60269-3: 1987 Dispositivo-fusíveis de baixa tensão Parte 3: Requisitos


suplementares para uso por pessoas não qualificadas (principalmente para
aplicações domésticas e similares). Estes requisitos são aplicáveis aos dispositivos
fusíveis do tipo "gG", usados por pessoas não qualificadas para aplicações
domésticas e similares com corrente nominal até 100 A e tensão nominal até 500 V
em corrente alternada.

 ABNT NBR 9125: 1985 Dispositivos fusíveis de baixa tensão para uso doméstico -
Verificação de requisitos -

 Método de ensaio. Esta Norma prescreve o método de ensaio para dispositivos


fusíveis de baixa tensão para uso doméstico.

 ABNT NBR 6996:1988 Fusíveis cartuchos – Ensaios - Esta Norma prescreve o


método de ensaio de fusíveis cartucho faca e virola, de acção rápida (R) e retardada

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( L), de corrente nominal de até 600 A, para circuitos de até 600 V para corrente
alternada de frequência industrial.

Conclusão:

Após a pesquisa, introdução e desenvolvimento do tema fusíveis, conclui-se


resumidamente que os dispositivos de protecção aplicados em circuitos eléctricos, os
fusíveis são pioneiros neste quesito, pois surgiram há mais de 200 anos atrás, e mesmo
após todo esse tempo se mantêm na maioria das aplicações eléctricas existentes na
actualidade, resistindo mesmo com o surgimento de novas tecnologias como relés
térmicos, disjuntores ou modernos circuitos electrónicos de protecção. Assim, mesmo
após tantos anos de existência, os fusíveis proporcionam uma área de pesquisa que tem
bastante a evoluir, seja em novas tecnologias de aplicação ou no desenvolvimento de
novos materiais a serem utilizados em seus componentes, seja para aplicação na área de
electrónica, ou mesmo em média ou alta tensão aplicados na transmissão ou distribuição
de energia, pois devido ao seu baixo custo tendem a se manter no mercado ainda por
muito tempo, pois possuem uma relação custo-benefício muito maior se comparados a
outras tecnologias mais complexas existentes, que mesmo possuindo uma maior
eficiência, seu custo é um factor limitador para a utilização na maioria das aplicações.

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Referências Bibliográficas:

 Cavalin, G., & Cervelin, S. (2009). Instalações Elétricas Prediais (19 ed.). São
Paulo: Érica. Cotrim, A. A. (2003). Instalações elétricas (4 ed.). São Paulo: Prentice
Hall. Filho, D. L. (2007). Projeto de Instalações Elétricas Prediais (1 ed.). São
Paulo: Érica. Moreno, H. (01 de 1 de 201). Coleção Elétrica.

 Niskier, J. (2005). Manual de instalações elétricas (1 ed.). Rio de Janeiro: LTC.


Rezende, E. d. (1977). Materiais utilizados em eletrotécnica (1 ed.). Rio de Janeiro

Disponível em:

 Finder componentes LTDA: http://www.instalacoeseletricas.com/download.htm


 http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfKKAAJ/trabalho-sobre-fusiveis?part=3
 https://www.infoescola.com/eletricidade/fusivel/
 http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/fusiveis.htm

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