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GEOPROCESSAMENTO APLICADO À ANÁLISE DA PAISAGEM DO

ALTO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO MIGUEL-AL


AL EM SEUS ASPECTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS

ELISABETH BELARMINO DE MELO¹


SILVANA QUINTELLA CAVALCANTI CALHEIROS²

Resumo:
Utilizando a técnica de geoprocessamento este artigo traz uma análise da paisagem no alto curso da
bacia hidrográfica do rio São Miguel/AL, este rio representa grande importância para o estado em
termos socioeconômicos e ambientais. A área está inserida na interface de quatro municípios,
localizados na zona da mata do estado, sendo Maribondo, Mar vermelho, Tanque D’arca e Belém. O
trabalho foi desenvolvido através de leituras pertinentes à temática, por trabalho de campo, uso de
acervo fotográfico, elaboração de mapeamentos temáticos e análises de gabinete. Os resultados
permitiram a compreensão de uma configuração peculiar à sua localização geográfica e que o uso do
solo é intenso e diversificado que contribui com a dinâmica e a modificação da paisagem.

Palavras-chave: Paisagem; Geoprocessamento; Bacia Hidrográfica

Abstract:

Using the technique of geoprocessing, this article brings an analysis of the lanscape in the upper
reaches of the São Miguel/ AL river basin, in its social and environmental aspects. It is also where the
main springs arise, this river represents great importance for the state in socioeconomic and
environmental terms. The área is located in the interface of four municipalities, located in the Forest
área of the state, comprehend Maribondo, Mar Vermelho, Tanque D’arca and Belém. The work was
developed through pertinent readings the topics discussed here, Field work, photographic collection,
elaboration of thematic mapping and the part of the Office where the analyzes the results and
discssions were carried out, concluding that this área presents a configuration peculiar to its
geographic location and that the use of the ground is intense and diversified that contributes with the
dynamics and the modification of the landscape.

Key-words: Landscape; Geoprocessing; Hydrographic basin

____________________
¹ Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Alagoas.
E-mail de contato: elisabethbelarminodemelo@hotmail.com

² Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Alagoas.


E-mail de contato: qsilvana@uol.com.br

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1 – Introdução

É perceptível que nos últimos anos houve um crescimento na exploração dos


recursos naturais e por conta dessa exploração exacerbada a degradação e os
impactos ambientais se tornaram motivo de maior preocupação para com a
sustentabilidade da natureza, é nesse viés que as pesquisas direcionadas a estudos
da paisagem vêm tomando espaço como forma de analisar as questões ambientais.
(TABACOW, SILVA 2011).
As novas tecnologias vinculadas ao geoprocessamento vieram para somar
no que tange a analise da paisagem no espaço geográfico. Pois com as informações
geradas a partir dessa técnica é possível realizar, estudos, diagnósticos e
planejamento na tomada de decisões relacionadas à gestão do meio ambiente, essa
ferramenta demonstra ser eficaz no que diz respeito à precisão na geração de dados
que foram armazenados, manipulados, analisados e georreferenciados para então
proporcionar informações A serviço de melhorias na qualidade de vida do homem e
do meio.
A relevância da execução deste trabalho se faz pela importância que a Bacia
Hidrográfica do Rio São Miguel tem para o estado de Alagoas em termos sociais,
ambientais e econômicos, assim, analisar sua configuração e dinâmica é questões
cruciais para a gestão dos recursos naturais desta área, que apresenta uma
topografia com susceptibilidade aos processos erosivos, variando de média a
altíssima. As regiões com maior probabilidade à erosão ocorrem nas partes altas da
bacia, isto é, o alto curso. (ALAGOAS, 2004).
O alto curso da bacia hidrográfica do rio São Miguel, localizado três
municípios alagoanos, tendo em sua margem direita os municípios de Mar vermelho
e Maribondo e sua margem esquerda Mar Vermelho e Tanque D’arca abrangendo
aproximadamente 17 povoados entre sítios, fazendas com área mais concentrados.

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2 – PAISAGENS, BACIA HIDROGRÁFICA E GEOPROCESSAMENTO
A paisagem, tida como “uma combinação dos elementos físicos, biológicos e
das atividades humanas, estabelecidas numa dada porção do espaço, que se
tornam indissociáveis pela dinâmica realizada entre os elementos que a compõem”.
(GUERRA, MARÇAL, 2010). Os autores ainda acrescentam que a paisagem passa
por transformações decorrentes de suas interações, essas transformações podem
ser analisadas e comparadas em diferentes espaços de tempo, entendendo assim,
sua configuração e dinâmica no presente

Para AB’SABER (2003, p. 09) “As paisagens tem sempre o caráter de


heranças de processos de atuação antiga, remodeladas e modificadas por
processos de atuação recente”. Essas heranças que o autor ressalta, dizem respeito
a um cenário atual de um dado lugar, que se tornou reflexo dos agentes naturais e
sociais e suas relações e atividades desempenhadas ao longo do tempo.

Nestes termos o homem, como ser social, interfere no meio ambiente, criando
novas situações ao construir e reordenar os espaços físicos de acordo com seus
interesses. Todas essas modificações inseridas pelo homem no ambiente natural
alteram a paisagem que não é estática é dinâmica se transforma ao longo do tempo
no espaço, devido:
Como indivíduos geográficos, as paisagens agregam elementos e
processos com diferentes naturezas, dimensões e durações que,
relacionando-se numa determinada área da superfície terrestre, dão
origem a uma unidade visível. Essa unidade visível provoca e se
relaciona com o espírito humano, tornando-se sujeita às ações e
decisões dos indivíduos e da sociedade conforme seus interesses
variados. (CAVALCANTI, 2014, p. 18).

A paisagem é entendida como um sistema ambiental, devido à interconexão


dos elementos e sua interação pelos fatores físicos, biogeográficos, sociais e
econômicos que juntos permitem que o espaço seja compreendido. (LAGAN,
BLASCHER, 2009).
A sociedade se desenvolve em meio a uma natureza de mudanças
constantes que se transforma por meio de leis peculiares a se mesmo, a qual se
entende cada vez mais sua multiplicidade e complexidade. Na verdade não se pode

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só descrever as formas e características da natureza é necessário entender seu
funcionamento para organizar e melhor administrar os recursos naturais que nos é
indispensável. (TRICART, 1977).
O geossistema é entendido como o funcionamento da paisagem, isto é, o
conjunto de interelações executadas entre os elementos pertencentes e os
processos atuantes de um dado objeto ou fenômeno estudado. Este nos permite
entender as cadeias de muitas relações que estão atreladas ao visível que é a
paisagem. Os termos paisagem e geossistema estão intrinsecamente relacionados,
pois um depende do outro para se definir. (TROPPAMAIR, 2006).
O funcionamento concebe-se como uma das principais propriedades
do complexo geográfico como geossistema que determina sua
integridade e sua existência independente. (...). O funcionamento da
paisagem constitui um processo mediante o qual se cumprem
funções, ações e determinado trabalho. É um processo de
intercâmbio de substâncias e energia que ocorre na interação dos
componentes na própria paisagem com o exterior. (RODRIGUES,
SILVA e CAVALCANTI, 2004, p. 127).

A bacia hidrográfica pode ser aplicada aos temas sobre a paisagem como a
forma que ela configurada por seus elementos sociais e naturais e como ocorre seu
funcionamento sua dinâmica sendo entendida como um geossistema. A bacia
hidrográfica é discutida por muitos autores como sendo:
(...) uma área da superfície terrestre que drena água, sedimentos e
materiais dissolvidos para uma saída comum um determinado ponto
de um canal fluvial. O limite de uma bacia de drenagem é conhecido
como divisor de drenagem ou divisor de água. Uma determinada
paisagem pode conter certo número de bacias drenadas para um
reservatório terminal comum, como os oceanos ou lagos. (COELHO
NETTO, 2009, p.97-98).

A bacia hidrográfica dentre suas múltiplas definições e discussões, é


entendida como uma área delimitada por divisores de água no caso o relevo, que é
drenado por uma rede de drenagem de rios hierarquicamente distribuídos entre
afluentes, subafluentes e rio principal, este escoa para um ponto de saída chamado
de foz, em relação aos elementos que a compõem estão à água, o solo, a
vegetação, o relevo, as rochas, os fatores bióticos e abióticos.(GUERRA, MARÇAL,
2010).

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As tecnologias de geoprocessamento surgem como ferramenta indispensável
para analisar o uso e ocupação do espaço geográfico em seu contexto sócio-
ambiental. De acordo com ZAIDAN, SILVA (2004) “a tecnologia de
geoprocessamento demonstra ser uma ferramenta eficaz no que diz respeito à
precisão, confiabilidade e velocidade na geração de dados relativos à avaliação
ambiental, permitindo a modelagem da realidade, tornando viável a manipulação de
grande volume de informações”.
O geoprocessamento pode ser definido como uma tecnologia, um conjunto de
conceitos, métodos e técnicas erigido em torno de um instrumental tornando
disponível pela engenhosidade humana. Com o geoprocessamento tornou-se
possível investigar sistematicamente as propriedades e relações posicionais dos
eventos e entidades representadas em uma base de dados georreferenciados
transformando dados em informação destinada ao apoio à decisão. (XAVIER-DA-
SILVA, ZAIDAN, 2004).
Os Sistemas Geográficos de Informações e as técnicas de geoprocessamento
podem informar a prognose ambiental, permitindo simulações, criações de cenários,
investigação de interações entre entidades, operando sobre condições objetivas
para a definição de normas de manejo ambiental e serem aplicadas em unidades
territoriais baseadas no conhecimento da realidade e não apenas nos interesses de
planejadores e grupos econômicos interessados. As geotecnologias hoje, tem se
tornado uma aliada no que diz respeito á analises a avaliação, diagnósticos e
prognósticos ambientais. (XAVIER-DA-SILVA, 2001).

3. METODOLOGIA
Para a realização da pesquisa, foram realizados os procedimentos
metodológicos. Tem início pelo um levantamento bibliográfico, cartográficos e
bancos de dados convencionais e geográficos, base teórica permitindo o suporte no
entendimento e definições de conceitos importantes para a pesquisa.
Também foram realizados trabalhos de campo, para reconhecimento da área,
registro de coordenadas, para responder a caderneta de campo com informações
necessárias para a análise da pesquisa e para fotografar a composição da

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paisagem. A terceira etapa se constituiu na elaboração de mapeamentos temáticos
que proporcionaram localizar, delimitar e fazer analise importantes da área, estes
mapeamentos foram confeccionados da a partir análise e interpretação das bases
de dados geográficos em meio digital do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas
(IMA),
Para tanto a projeção utilizada neste estudo correspondeu ao Sistema de
Coordenadas Geográficas (Latitude e Longitude) e o Datum SIRGAS 2000 (Sistema
de Referência Geocêntrico para as Américas). O software adotado para este estudo
foi o QGIS, versão Lyon 2.18.2 - que é um Sistema de Informação Geográfica (SIG)
amigável, livre e licenciado sob a “GNU General Public. License”. Suporta vários
formatos vetoriais, raster, de banco de dados e outras funcionalidades.
 Mapa pedológico - na escala de 1:100. 000 utilizado, foi da Embrapa (2013);
Foi realizada a caracterização das diferentes classes de solos de acordo com a
tabela de cores da Embrapa, para auxiliar na identificação dos alvos. Depois cada
classe foi rotulada a partir da abreviatura das cores. Exposto em um cartograma
digital
 Mapa de declividade foi usado a calculadora do software, para medição de
área de cada classe em km2, da área total da bacia e a área em porcentagem.
Exposto em um cartograma digital
 O Modelo Digital de Elevação (MDE) da bacia de estudo, foi gerado com a
utilização do software supracitado. Esse permitiu a identificação das classes
altimétricas com variação de 0 a 400 metros. Após a elaboração do MDE, foi
realizada a extração da declividade do terreno através do plugin GRASS (r.slope.
aspect), inserido no software. Em seguida foi gerado um modelo sombreado do
relevo evidenciando a geomorfologia da área, que ficou sob o mapa de hipsometria.
Exposto em um cartograma digital

4- Dinâmicas socioambientais Do alto curso da Bacia do Rio São


Miguel/ AL
O mapeamento pedológico proporcionou conhecimento dos diferentes tipos
de solo classificação dos tipos de solos, (figura 1) São presentes na bacia os solos

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como argissolo acinzentado, argissolo amarelo, argissolo vermelho-amarelo,
cambissolo háplico, espodossolo ferrihumilúvico, gleissolo, latolossolo amarelo,
matossolo vermelho, neossolo litólico, neossolo quartezarênico, planossolo háplico e
solos de mangue.

Figura 1: Solos da Bacia do Rio São Miguel

O mapeamento de declividade (Figura 2) foi possível identificar as variações


do declive do terreno, assim os que variam de 0 a 3% foram considerados terrenos
planos, os que variam de 3 a 8% terreno suave ondulado, os que variam de 8 a 20%

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considerados de ondulado, para as variações de 20 a 45% forte ondulado, para os
terrenos de 45 a 75% considerado montanhoso e para os terrenos acima de 75% de
declive foram chamados de terreno escarpado.

Figura 2: Declividade Bacia do Rio São Miguel

O modelo digital de elevação - MDE, (Figura 3) mostrou as diferentes cotas


altimétricas de toda bacia hidrográfica do rio São Miguel, o MDE permitiu que fosse
analisada a questão morfométrica da bacia, identificando o alto, médio e baixo
curso, dessa forma, entendendo que as cotas altimétricas predominantes são entre
400m a 240m são as áreas com maior altimetria denominada de alto curso da bacia,

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é onde o relevo é mais acentuado e os processos de erosão são mais intensos por
conta da influencia da declividade e das formas do relevo e dos diferentes tipos de
solos; nos pontos em que a variação predominante é de 160m a 80m de altimetria é
denominada de médio curso da bacia, nestes o processo de transporte de
sedimentos é contínuo, já nas variações altimétricas abaixo de 80m é denominada
de baixo é denominada de baixo curso, pois a influencia da morfologia e da
declividade menos acentuada diminuem a força de transporte dos sedimentos o que
acaba ocasionando o processo de deposição dos sedimentos

Figura 3: Modelo Digital de Elevação – MDE da Bacia do Rio São Miguel

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Assim, diante do trabalho de campo podemos verificar podemos analisar as
condições ambientais e de uso da área de estudo proposta. O alto curso corta tanto
a zona rural como a zona urbana. Na zona urbana em específico o município de
Tanque D’arca, onde afluentes recebem esgotos da cidade, outro ponto importante a
destacar é a ocupação indevida de moradias e comércio às margens dos afluentes,
que no período de chuvas fortes acabam se tornando preocupantes para os
moradores destas localidades. Na zona rural o recurso hídrico dos afluentes do alto
curso da bacia hidrográfica do rio São Miguel é de grande importância para os
residentes destas áreas, utilizam o recurso na agricultura, para a dessedentação de
animais e também para o próprio consumo.

Nas regiões mais baixa dessa área, foi possível perceber que a declividade
do terreno é configurada como plano e suave ondulado, que passam muito tempo
alagados, estes são característicos de áreas de várzeas com campos, onde uma
das predominâncias de uso é a pecuária, e a agricultura de subxistencia; O impacto
ambiental é presente pela ausência da mata ciliar nas margens dos contribuintes
que deveriam atuar como sustentador do solo com as raízes das árvores diminuir a
força cinética da água da chuva no solo evitando o processo de erosão e como
também atua como habitat natural de ecosistemas.

Já nas regiões analisadas com uma variação de declividade entre 8% a 45%


considerados terrenos ondulados a forte ondulados, onde os processos erosivos já
são mais atuantes influenciados pela altitude que varia de 160m a 320m, quanto ao
uso do solo nessa região pode destacar como sendo a pecuária, explotação de
granito e a agricultura de subsistência e como impacto observa-se alguns pontos de
solo exposto, também ausência da mata ciliar, com relação ao tipo de solo identifica-
se como os argissolos vermelho-amarelo, solos que segundo a EMBRAPA, são
solos que se estabelecem em regiões de rochas cristalinas, com baixa fertilidade,
são solos profundos e bem drenados.

E nas regiões com altas altitudes de 320m a 400m, que possuem os terrenos
com uma declividade que varia de 45% considerado forte ondulado a 75% terrenos
escarpados, isso quer dizer que tanto a declividade quanto a altitude exercem

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grande influência nos processos erosivos, o que se torna algo importante a ser
analisado, pois o uso dessas áreas com atividades pecuaristas tem sido crescente,
outro ponto a ser destacado é o tipo de solo dessa área que é apresentado por
diferentes tipos de solos sendo argissolos vermelho-amerelo, cambissolos,
latossolos e neossolos, esses solos tem suas características entre os arenosos e
argilosos.

5 –CONCLUSÃO

A área em estudo apresenta características que são reflexos dos elementos


e processos atuantes da paisagem, sendo a paisagem a configuração do espaço e o
geossistema seu funcionamento. As discussões pertinentes ao trabalho foram
realizadas baseadas nas informações colhidas em campo e através das análises
feitas nos mapeamentos elaborados com base em dados adquiridos no Instituto do
Meio Ambiente e no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Assim, com esse
suporte, pôde-se fazer análises sobre a paisagem do alto curso da bacia hidrográfica
do rio São Migue-AL.

Foi possível verificar que a paisagem da área de estudo vem sofrendo


modificações conseqüentes das ações da natureza e intensificadas por meio das
atividade antrópicas.

A pesquisa está em desenvolvimento, e é de grande relevância destacar a


utilização da técnica de geoprocesamento como suporte na elaboração dos
mapeamentos e analises dos mesmos, permitindo o cruzamento de informações
assim, obtendo alguns resultados e discussões sobre a paisagem da área na área
de estudo.

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