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O ESTADO E O TERRITÓRIO DE IDENTIDADE DO SISAL: CONFLITOS

DA POLÍTICA TERRITORIAL

Luis Eduardo Cunha Silva1


Ana Rocha dos Santos2

Resumo:

O trabalho analisa a política de ordenamento territorial, a partir da centralidade da


relação Estado, capital e trabalho. Com isto entende-se que a politica dos Territórios
de Identidade pode ser interpretada, considerando o Estado como instrumento de
controle do capital e determinante nas escalas de (re)produção espacial e territorial.
Com isto as ações de organização do território planejadas pelo Estado, vinculam-se
às ações macroeconômicas de reestruturação produtiva do capital. Neste sentido,
no presente trabalho estuda o Território de Identidade do Sisal, localizado no
Estado da Bahia, segundo as ações de planejamento do Programa Nacional de
Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais (PNDSTR) e sua estrutura de
funcionamento.
Palavras-chave: Estado; Capital; Território.

Abstract:
The work is structured in the deepening of the territorial planning policies, from the
centrality of the relation State, capital and work. With this it is understood that the
politics of Identity territories can be interpreted from the discussion of the State as an
instrument of capital control, being this determinant in the spatial and territorial (re)
production scales. With this, the actions of territorial organization planned by the
State are linked to the macroeconomic actions of productive restructuring of capital.
In this sense, the objective of this work is to analyze the Sisal Identity Territory,
located in the State of Bahia, based on the planning actions of the National Program
for the Sustainable Development of Rural Territories (PNDSTR) and its operational
structure.
Key-words: State; Capital; Territory.

1 – Introdução
A análise do espaço como categoria da Geografia tem promovido uma série de
inquietações epistemológicas nos ambientes de pesquisa e ensino da ciência
geográfica. O debate permeia complexas relações espaciais do modo de produção

1 - Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe. E-mail de


contato: edugeo.cunha@gmail.com
2 Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe.

E-mail de contato: ana.rochaufs@gmail.com

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capitalista nas diferentes escalas de abordagem. No presente trabalho, a concepção
de espaço é abordada em sua condição material de (re)produção das relações
sociais, a partir da transformação da natureza através do par dialético capital vs
trabalho. Partindo desse pressuposto, as relações de (re)produção social que são
materializadas no espaço geográfico estruturam também o território, enquanto
parcela do espaço, delimitada por relações de poder, em ordem econômica, política
e cultural.
Os processos e fatores que caracterizam uma unidade territorial não se
fundamentam apenas nas particularidades das relações locais, mas principalmente
sob a influência de uma lógica de domínio e exploração do trabalho que corresponde
à totalidade do sistema capitalista e que determina as relações sociais na escala
territorial.
Neste sentido, a análise sobre as ações da política de desenvolvimento
territorial pode ser compreendida através da crítica ao discurso de emancipação
social, defendida nas estratégias dos governos neoliberais, engendradas nos
debates da promoção do capital social e do desenvolvimento endógeno. Tendo em
vista que as ações direcionadas pelo Estado sob a lógica neoliberal, fundamentadas
neste debate objetivam um planejamento estratégico para intervenção no cenário
social, espacial e econômico. No entanto, estas ações são desenvolvidas sem
rompimento da relação de acumulação do capital através do par dialético do capital
vs trabalho. Cabe ressaltar ainda que estas políticas de ordem territorial do Estado
foram promovidas no período de crise do capital na década de 1980 e sua
reestruturação através da política neoliberal.
A política territorial é posta como promovedora de conquistas sociais, mas
significa limites aos anseios mais radicais da sociedade civil; uma vez que emerge
de um processo de mediação e governança. (ROCHA, 2015, p.17).
Na condição de aprofundamento teórico e empírico sobre a temática
analisada, o presente trabalho objetiva analisar a política de desenvolvimento
territorial, destacando o PNDSTR (Programa Nacional de Desenvolvimento
Sustentável de Territórios Rurais) que foi instituído pelo MDA (Ministério do

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Desenvolvimento Agrário) através da SDT (Secretaria de Desenvolvimento
Territorial).
No Estado da Bahia, estas ações foram ampliadas com o PTC (Programa dos
Territórios de Cidadania), reconhecidos comumente como Territórios de Cidadania.
No projeto inicial, o MDA identificou nove territórios no Estado da Bahia, sendo
estes; Território Metropolitano de Salvador, Litoral Sul, Chapada Diamantina, Irecê,
Sisal, Baixo Sul, Itaparica, Semiárido Nordeste II, Sertão São Francisco, tomados
pelo órgão como Territórios Rurais com exceção do primeiro que corresponde a
extensão metropolitana da capital baiana.
O cenário atual da politica territorial na Bahia não se limita aos citados acima.
Ao longo dos últimos anos, a política territorial passou por ampliações, o que
estabeleceu uma maior territorialização do Estado da Bahia, configurando na
atualidade 27 (vinte e sete) Territórios de Identidade. Com isto a Bahia passou a ser
um dos estados da federação com maiores investimentos em projetos territoriais,
tornando-se um destaque em potencial para o cenário federal, ao consolidar os vinte
e sete Territórios de Identidade (FIGURA 1).

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Figura 1: Territórios de identidade do Estado da Bahia.

Fonte: Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia (SEPLAN, 2010)

Na perspectiva conceitual dos Territórios de Identidade no Estado da Bahia,


destaca-se que
Na Bahia, estes inferem um conceito mais complexo e integrado, apontam
para um planejamento estratégico e sistêmico do desenvolvimento, a partir de
“unidades” integrando as dimensões espaciais, culturais, econômicas e
sociais. Assim, conceitualmente, no mesmo espaço integra-se a dimensão
urbana e supera o específico do rural, pelo holístico da identidade. Portanto,
os territórios rurais da Bahia são tomados como de Identidade para o
Governo baiano, mas continuam como territórios rurais ou de cidadania
(quando incluídos no programa Territórios da Cidadania) para o MDA
(ROCHA, 2015, p.16).

Em meio às formulações institucionais de ampliação dos territórios, o governo


do Estado da Bahia inseriu o debate de identidade, enquanto uma estratégia de
coesão social, cultural e territorial e base para ampliar a participação social. Com
isto, a unidade territorial garante a promoção da emancipação social, por meio das

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relações de identidade promovem o discurso de que o poder de decisão é exercido
pelos atores sociais que compõem o território.

2 – O Estado e as políticas territoriais

No entendimento do presente trabalho, o debate sobre as políticas territoriais


pode ser desenvolvido, a partir de uma discussão do Estado, entendido como
reprodutor da ideologia dominante, condicionando inclusive, as desigualdades
sociais que são materializadas no espaço geográfico. Entretanto, cabe ressaltar que
o Estado não controla a lógica do capital, tendo em vista que a lógica de reprodução
do capital precede a própria sociedade capitalista e o Estado. Como afirma Harvey,

Contudo se essas ideias dominantes têm de ganhar aceitação como


representantes do ‘’interesse comum’’, precisam ser apresentadas como
idealizações abstratas, como verdades eternamente universais. Assim, essas
ideias devem ser apresentadas como se tivessem uma existência autônoma.
As noções de ‘’justiça’’, ‘’direito’’, ‘’liberdade’’ são apresentadas como se
tivessem um significado independente de qualquer interesse de classe
especifico. (HARVEY, 2005, p.81).

Desta forma, o discurso ideológico dos direitos universais assume um papel


importante de inculcação de igualdade de direitos, sob as prerrogativas de leis que
são aplicadas a todos indistintamente. No entanto, o processo sociometabólico3 do
capital expõe as suas contradições, e nestes momentos, o Estado é acionado com
maior vigor para atender aos interesses da classe dominante.
Na estrutura burguesa de dominação, as decisões são negadas aos
trabalhadores, não pelo princípio de que estes são incapazes de compreender a
conjuntura produtiva a qual estão inseridos, mas porque o antagonismo entre o
capital e o trabalho não permite que o controle do capital seja dividido entre os
trabalhadores. No entanto, o discurso das políticas territoriais, promove uma

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Na qualidade de modo especifico de controle sociometabólico, o sistema do capital inevitavelmente
também se articula e consolida como estrutura de comando singular. As oportunidades de vida dos
indivíduos sob tal sistema são determinadas segundo o lugar em que os grupos sociais a que
pertençam estejam realmente situados na estrutura hierárquica de comando do capital (MÉSZÁROS,
2011, p.98).

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abordagem de maior participação social dos indivíduos envolvidos no território
através das ações de envolvimento das entidades territoriais na governança local,
tendo este um caráter endógeno de desenvolvimento.
Entretanto cabe ressaltar que o período final da década de 1980 e inicio da
década de 1990 que dá inicio ao planejamento das políticas territoriais e promoção
do discurso da descentralização das tomadas de decisões situa-se nos anos de
consolidação dos governos neoliberais do Brasil. Neste sentido, nossas inquietações
permeiam pela análise das estratégias da descentralização do poder estatal através
das políticas de planejamento territorial na condição de reestruturação produtiva do
capital baseado no modelo neoliberal.

2.1 A consolidação das políticas territoriais

No contexto do desenvolvimento territorial no cenário nacional, destaca-se na


condição de marco inicial das ações, em torno do desenvolvimento local a
Constituição de 1988. Naquele cenário de debates em torno dos novos rumos que o
país poderia trilhar, após um período de ditadura militar e em escala mundial
destaca-se o esgotamento do modelo fordista de produção em sua totalidade
mundial. Neste sentido, o desenvolvimento local é pautado como uma resposta
endógena às consequências da crise econômica, e ao mesmo tempo, como reflexo
da descentralização econômica, política e social. (LISBOA, 2007, p. 153).

Os defensores deste tipo de desenvolvimento apontam que a crise do modelo


fordista/taylorista de produção, o advento de novas tecnologias –
proporcionando uma reestruturação produtiva – delinearam um novo padrão
de acumulação capitalista, que tem na descentralização das decisões e
inovações na gestão organizacional a chave imprescindível para o sucesso.
Nesse sentido, a dimensão local adquire uma enorme magnitude. (LIMA,
2012, p.146).

Sendo assim, as políticas de (re)ordenamento territorial, implantadas pelo


Estado, propagam o discurso da transformação social que promova o crescimento
econômico e consequente ascensão na qualidade de vida da população.
Nessa perspectiva, neste período histórico foi destacado um discurso do
‘’poder plural’’, guiado pela própria sociedade civil e movimentos sociais, urbanos e

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rurais, onde o Estado passasse a adotar políticas que incorporasse mecanismos de
poder participativo.
‘’Enfim a perspectiva é que se adote um planejamento compartilhado entre o
Estado e a sociedade, por meio da construção de pactos e compromissos
enunciados em políticas públicas nacionais cuja finalidade última seja promover a
transformação social’’ (STEINBERGER, 2006, p.30).
No decorrer das ações de planejamento da política territorial, o Estado legitima
a criação de setores que têm objetivo central o desenvolvimento destas políticas
públicas. Destaca-se a Secretaria de Desenvolvimento Terrtorial (SDT) que realiza
uma análise de problemáticas do atual cenário de ordenamento do país. A SDT
apoia-se na concepção de que; a) o espaço rural não se resume as atividades
agrícolas; b) o recorte municipal é muito restrito para o planejamento e articulação
de esforços visando a promoção do desenvolvimento, e o recorte estadual é
excessivamente amplo; c) necessidade de descentralização das políticas públicas;
d) o território é a unidade que melhor dimensiona os laços de proximidade entre
pessoas, grupos sociais e instituições, capaz de estabelecer iniciativas voltadas para
o desenvolvimento (BRASIL/MDA/SDT, 2005).

A concepção de política e gestão territorial que fundamenta o PNDSTR


(Programa Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais)
encontra-se centrada na construção de uma nova institucionalidade que
recebe o nome de território, apoiando-se na ideia de promoção do
desenvolvimento territorial, no estabelecimento do espaço rural como foco de
atuação e da gestão social, como princípio que pretende garantir o
envolvimento da sociedade civil no processo de construção política. Nesta
perspectiva suas diretrizes pressupõem: a) a criação de colegiados
territoriais, compreendidos como espaços públicos ou arenas decisórias que
se configuram como uma nova governança territorial; b) a criação de
mecanismos de participação e construção do protagonismo da sociedade civil
a fim de fortalecer os processos de descentralização política e estímulo à
autogestão dos territórios; c) a construção e o fortalecimento de redes de
articulação de atores, instituições e programas para condução do processo de
gestão das políticas territoriais. (SANTOS, SILVA, COELHO NETO, 2011, p
24).

Segundo documento institucional, o Estado visa garantir o atendimento às


necessidades básicas da população, para que venham a acelerar processos locais e
sub-regionais responsáveis por ampliar as oportunidades de geração de renda de

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forma descentralizada e sustentável, articuladas às redes de apoio e cooperação
solidária (BRASIL/MDA/SDT, 2012). Contudo,

As novas políticas públicas surgidas no processo de descentralização do


Estado liberal, se afirmam na verdade como continuidade do velho modelo de
gestão que tem como foco não os interesses reais da população
historicamente marginalizada, mas o desenvolvimento dos diversos setores
do capital. (MARQUES, 2013, p.132).

Na perspectiva de análise empírica das estruturas e relações analisadas no


presente trabalho, destaca-se o nosso objeto de estudo que corresponde ao
Território de identidade do Sisal, localizado na porção central norte do Estado da
Bahia, apresentando em sua composição vinte municípios articulados através da
gestão colegiada do território (FIGURA 2).

Figura 2: Mapa do Território de Identidade do Sisal.

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O território de identidade do Sisal se estruturou desde as primeiras
territorializações realizadas pelo Estado brasileiro através do PRONAF. Tendo a sua
nomenclatura associada ao plantio e processamento da fibra de sisal com relações
comerciais de exportação, ao longo dos anos esta atividade marcante deste território
vem sendo substituída por uma gama de atividades produtivas nos setores
agropecuária e serviços.
No entanto, o destaque para este território, bem como nossas inquietações na
condição de pesquisadores ultrapassam a compreensão da cadeia produtiva
territorial. Cabe ressaltar neste processo de análise a valorização do Estado para as
ações de promoção deste território.

O Território do Sisal tem se singularizado no âmbito das políticas territoriais,


em face da inserção e adesão às concepções e diretrizes do PNDSTR do
MDA, bem como pelos resultados efetivos que tem alcançado na implantação
desta proposta. Essa preeminência decorre do nível de organização e do
protagonismo dos atores sociais e pelas condições sociais historicamente
construídas, apontadas como precursoras do arranjo político-institucional
pretendido pela política estatal. A construção da nova institucionalidade no
Território do Sisal é produto das transformações mais amplas ocorridas na
sociedade brasileira [processo de democratização ativado por partidos
políticos e movimentos sociais], e das condições particulares que foram
forjadas regionalmente [gestadas pela atuação das pastorais rurais e pelo
Movimento de organização Comunitária]. Esse processo é produto da
mobilização e atuação de diversos agentes sociais que vêm contribuindo para
tessitura deste território (COELHO, NETO, 2009p. 12).

Reconhecimento este que também é confirmado pelo próprio MDA/SDT, em


nota de publicação oficial sobre as políticas dos ‘’Territórios Rurais’’ e os programas
conveniados .
O Plano Safra para a agricultura familiar 2004-2005 da Região Nordeste foi
lançado em Valente, Bahia, um dos municípios que integram o Território do
Sisal, do qual fazem parte dezenove comunidades que estão entre as mais
pobres do país, em uma das regiões mais áridas do estado[...] Foram
lançadas as novas bases de apoio ao Território do Sisal, uma experiência
bem sucedida de organização e cooperativismo, que merece a mesma
atenção dos demais territórios em fase de estruturação (MDA, 2005, p. 24-
25).

Nos planos de execução da política territorial, o Território de Identidade do


Sisal é uma referência na condição de modelo de gestão e execução para a
melhoria do cenário social. No entanto, diante das condições de atuação do Estado
e sua natureza de classe, entende-se as suas ações estão sob a lógica de interesse

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do capital. Neste sentido, a ampliação destas políticas e a valorização do Estado
reproduzem as relações de exploração que marcam a sociedade capitalista. Assim,
estas políticas ocultam os conflitos que estruturam a (re)produção espacial de
acumulação do capital.

3.0 Conclusão:

Diante das abordagens sobre a lógica de produção do capital e o seu controle


sobre o Estado já realizadas neste texto, entende-se que as relações de
planejamento do Estado neste cenário territorial oculta as relações de exploração do
capital, ampliando as relações desiguais de produção que engendram a
(re)produção do espaço geográfico. Nessa perspectiva, as estratégias do Estado
reproduzem a sua acumulação baseado na reestruturação produtiva do capital na
fase neoliberal, tendo agora os territórios enquanto unidades geográficas de
planejamento da sua acumulação.
As análises até o momento de elaboração deste trabalho sobre as políticas
territoriais demonstram uma estrutura de gestão do território que oculta os conflitos
territoriais em função da promoção dos projetos e planos de execução territorial.
Neste sentido, a estrutura de relações do capital (re)produzidas no espaço
geográfico correspondem também a política territorial em escala estadual e nacional,
fortalecendo assim a manutenção do modo capitalista de produção.

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