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Como iniciar no Radioamadorismo

1 - PADRÕES OPERACIONAIS

O Radioamadorismo tem através dos anos desenvolvido padrões e


procedimentos operacionais próprios. Se cada um de nós utilizasse diferentes
padrões, teríamos enormes dificuldades em comunicarmos uns com os outros.

O Radioamadorismo tem sido, durante décadas, famoso pôr sua ética e


cavalheirismo e nos esperamos que você continue com essa essencial
tradição.

2 – SELEÇÃO DE FREQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO

Os 10, 12, 15, 17 e 20 metros normalmente possibilitam ótimos QSOs


(comunicados) à longa distância (DX) durante todo o dia. Nos 30, 40, 80 e 160
metros são também possíveis ótimos contatos DX durante a noite, com ênfase no
nascer e no pôr do sol, mas durante o dia o alcance dos QSOs é relativamente
pequeno.

3 – INÍCIO DE OPERAÇÃO

Ao iniciamos no rádio normalmente ficamos grande parte do nosso tempo


corujando (escutando) QSOs em andamento de outros operadores. Aprende-se
muita coisa, mas nada como estarmos envolvidos em QSOs para aumentarmos
rapidamente a nossa eficiência operacional. Quando você está envolvido em um
QSO, a informação que você recebe é muito importante do que em um simples
treino de recepção e assim você se empenhará em receber tudo corretamente. Nas
faixas de HF (High Frequency) existe um alto grau de compreensão e ajuda. Não se
preocupe em ir ao ar e começar a operar. Os momentos iniciais de puro terror
rapidamente se converterão em pânico e este se transformará numa grande e
agradável expectativa com a continuidade operacional.

4. PROCEDIMENTOS DE CHAMADA

Variam de acordo com as condições existentes, mas deverão ser sempre


curtos para maior eficiência. No início, normalmente, passamos por uma fase na
qual acreditamos que chamadas longas nos trarão um maior índice de respostas.

Você teria paciência para esperar o término de um longo e interminável CQ


(Chamada geral a todas as estações)?

5. CHAMADAS x RESPOSTAS

A estação que transmite um CQ (chamada geral a todas as estações),


possivelmente terá vários amadores respondendo à sua chamada, proporcionando
chances de contatos para quem fez a chamada. É mais produtivo ter várias
estações respondendo ao seu CQ do que você ser uma das muitas estações que
respondem a um CQ.

5.1 TIPOS DE CQ

Duplo 2 x2:

CQ CQ de PP2CW PP2CW
CQ CQ de PP2CW PP2CW K

Triplo 3 x 3:

CQ CQ CQ de PP2CW PP2CW PP2CW


CQ CQ CQ de PP2CW PP2CW PP2CW
CQ CQ CQ de PP2CW PP2CW PP2CW K

Também pode ser utilizado o seguinte formato:

CQ CQ CQ CQ CQ de PP2CW
CQ CQ CQ CQ de PP2CW PP2CW
CQ CQ CQ de PP2CW PP2CW PP2CW K

Na seqüência acima, o fato que alguém, PP2CW no caso, está chamando


geral a todas as estações é enfatizado primeiro (1° linha), assim como o indicativo
de chamada é enviado um maior número de vezes (3 no caso) ao fim da seqüência
de chamada.
DE é enviado apenas uma vez em cada grupo, antes do 1° indicativo de
chamada e K (convite a transmitir) é enviado apenas uma única vez ao fim da
seqüência. É aconselhável encurtar-se a seqüência de chamada quando a banda
está congestionada ou durante contestes.

Um simples 3 x 3 ou 2 x 2 é apropriado e eficiente nestes dois casos.

6. CHAMANDO EM UMA QRG (Freqüência) OCU IPADA

Não é correto transmitir um CQ em uma freqüência que esteja ocupada


(QRL). Isto normalmente acontece quando alguém ouve apenas a última parte de
um indicativo de chamada quando se está sintonizando a banda. Quando o
indicativo de chamada não é conhecido com certeza, o operador poderá mandar
um CQ esperando que a outra estação responda. Entretanto, se o amador estiver
envolvido em um contato (QSO) e não chamando CQ, a sua chamada
provavelmente causará uma interferência desnecessária.
A estação que usa inicialmente a QRG (freqüência) também retém a
propriedade para continuar usando-a quando do término do QSO.
Quando você responde a um CQ e posteriormente completa o QSO lembre–
se que ele/ela tem o direito de permanecer usando aquela QRG após a conclusão
do QSO.
Se outro amador lhe chamar quando do término do QSO, o certo é pedir que
ele mude (QSY) para outra QRG que não esteja sendo utilizada.
Normalmente pede-se que ele suba (a freqüência) ou desça da QRG em uso,
ou seja, faça QSY.

Como pedir QSY?

PSE CALL UP ou simplesmente UP. PSE CALL 5 UP, por exemplo,


significa por gentileza me chame 5 kHz (kilohertz) acima da QRG atual.
Existem também DOWN, cujo significado é QSY baixo (freqüência inferior),
mas o mais utilizado é para cima (UP) por ser mais curto.
Também é utilizado o CALL UP que é uma solicitação para que o colega
chame na primeira janela (QRG) livre acima da QRG em uso.

Não utilize uma freqüência que esteja sendo utilizada (QRL).

Cortesia gera cortesia e esta tem sido por longo tempo um grande ponto a favor do
Radioamadorismo e todos esperam que você continue com essa essencial tradição.

7. O USO DO QRZ

Se você transmitiu CQ (chamada geral a todas estações) e alguém lhe


respondeu, mas você perdeu ou não conseguiu copiar o indicativo de chamada
(callsign) da estação que lhe contestou, a maneira certa de perguntar quem está lhe
chamando é: de PP2... QRZ?

Não existe estação alguma no mundo cujo indicativo de chamada inicia com a letra
Q. Transmitir QRZ? De PP2CW (por exemplo) não é correto.

8 – O USO DO QRL

Um procedimento incorreto similar ao exemplo acima citado que também é


utilizado como subterfúgio à chamada geral é o uso do código “Q” que se utiliza
para interrogar se a QRG (freqüência) está ocupada (QRL) ou não.
Normalmente é utilizado para se interrogar se a QRG está ocupada (em uso)
e pescar uma resposta.
É aconselhável certificar-se que a QRG não está sendo utilizada antes de
transmitir. Entretanto, um correto exemplo de como esta transmissão deve ser
chamada geral (CQ) ou de iniciar um QSO (contato) de que a freqüência (QRG)
não está sendo utilizada.

Não utilize o código Q como sinônimo de CQ.


9 – VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO EM CW (Continuous Wave)

A maioria dos operadores tem, normalmente, condição de transmitir mais


rápido do que podem receber. Isto é normal, mas pode causar problemas para os
iniciantes.
Se você transmitir acima da velocidade que é capaz de receber, isto lhe trará
problemas se o outro operador que contestar (responder) a sua chamada
transmitir na mesma velocidade que você transmitiu.
Uma maneira eficaz de reduzir a velocidade de transmissão é concentrar-se
em transmitir caracteres perfeitos.
Outra maneira é aumentar-se ligeiramente o espaço entre as palavras e as
letras.

É natural para quem começa transmitir mais rápido do que se recebe, pois
normalmente estamos tentando aumentar a nossa velocidade de recepção.

10 – OUVINDO

Uma das mais importantes condições que devemos desenvolver para


nos tornarmos bons operadores é a recepção.
Existe uma grande diferença entre operadores que esperam respostas
aos seus CQs e ouvem cuidadosamente as respostas e os que simplesmente
não ouvem respostas.
Ao término de um CQ, cheque cuidadosamente as freqüências acima e
abaixo da sua própria QRG de transmissão, pois muitas respostas são
transmitidas até +/- 2 kHz (kilohertz) da QRG em que foi transmitido o CQ.
Se nenhuma resposta foi ouvida, repita o CQ. Mantenha essa
seqüência de chamando e ouvindo até que um QSO (contato) seja
estabelecido ou até que você decida mudar de freqüência ou até quem sabe
fazer QRT (desligar o equipamento).
Depois de enviar um CQ fique sempre atento as respostas. Alguns
fazem QSY (mudança de freqüência) quando não obtêm respostas aos seus
CQs.

Mudanças seguidas de QRG seguidas de CQs são ótimas para causar


interferências desnecessárias.

Séries curtas de CQs numa mesma QRG sempre trazem respostas a não ser
que a propagação esteja totalmente fechada.

Habitue-se sempre a operar com HEADPHONES (fones de ouvido),


mantendo o nível de áudio o mais baixo possível. Este procedimento lhe trará
muitos dividendos no futuro, pois, ao mesmo tempo em que você desenvolve
sua audição também evitará problemas auditivos no futuro. De início, talvez
você sinta alguma dificuldade, mas logo se acostumará e mais tarde uma boa
recepção (A sua!) em conjunto com uma capacidade auditiva bem
desenvolvida poderá ser aquela diferença em faturar aquela figurinha
(estação rara) longínqua que ninguém ouviu. Só você!
É necessário também treinamento para sintonizar-se uma estação que
nos responde quando uma outra estação que não está em contato conosco
opera em uma QRG muito próxima, causando QRM (interferência causada
por outra (s) estação (ões).

11 – RESPONDENDO

Quando respondendo a um CQ, é importante fazê-lo o mais perto


possível da QRG da estação que transmitiu o CQ. Se mais de um operador
responder ao CQ, o que enviou a chamada geral ouvirá melhor a quem lhe
responder na sua QRG. Um benefício adicional dessa boa prática
operacional é que o QSO (contato) essencialmente usa só uma QRG
(freqüência), ao invés de duas.

A resposta a um CQ deverá ser breve, usando-se não mais do que um 3


x 3 como, por exemplo, PP2JT chamou CQ e está sendo contestado por
PP2RIO:

PP2JT PP2JT PP2JT de PP2RIO PP2RIO PP2RIO k.

Durante contestes, estas respostas poderão ser encurtadas para 1x 1 ou


2 x 2 para se economizar tempo.
A resposta não deverá ser enviada em maior velocidade do que a que o
CQ foi enviado e em nenhuma circunstância deve-se responder em uma
velocidade mais rápida do que a que você consegue receber.
Quando você envia uma CQ não está chamando a ninguém em
particular. Entretanto que responde a um CQ está chamando a estação que o
enviou. Quando uma resposta é ouvida, uma transmissão típica poderia ser
como este exemplo: PP2FN chamou CQ e está sendo contestado por PP2YL.

PP2FN PP2FN PP2FN de PP2YL PP2YL PP2YL k.

Em seguida PP2FN retorna após o término da transmissão de PP2YL.


Lembre-se a letra K, no final do câmbio, significa: transmita.

PP2YL de PP2FN
BD (BT, BN) MUITO GRATO PELO SEU CHAMADO –
SEU RST 599 599 599 –
MEU QTH GOIÂNIA GOIÂNIA GOIÂNIA
MEU NOME FABIO FABIO FABIO –
HW? AR PP2YL DE PP2FN k

O significado da transmissão anterior é: cumprimenta-se o colega (BD,


BT, BN; bom dia, boa tarde ou boa noite); agradece-se a contestação;
informa-se como estamos recebendo a transmissão usando-se o RST (R =
Readibility = inteligibilidade; S = Strenght = intensidade do sinal e T =
Tonality = tonalidade do sinal de CW).
O RST 599 significa sinais perfeitamente legíveis, intensidade do sinal
forte e tonalidade puro tom)
A localização de PP2FN (QTH) é Goiânia e o nome (QRA) do operador
é Fábio. Como você me copiou (HW? = How? = Como?).
Note que ambos os indicativos são enviados apenas uma única vez no
início e fim de cada transmissão, sendo que o indicativo de quem está
transmitindo é sempre enviado por último, ou seja, primeiro o indicativo de
quem está recebendo seguido da palavra DE e do indicativo de quem está
transmitindo.
É um procedimento correto ser, nesta mensagem inicial, o mais breve
possível e passar o câmbio, pois ainda não sabemos como estamos sendo
recebidos enquanto não recebermos a nossa reportagem de sinal (RST).
Se o seu indicativo não foi recebido corretamente, diga-lhe que ele ou
ela está em erro e envie o seu indicativo de chamada lentamente um par de
vezes para enfatizar o correto.
É mais efetivo fazer esta operação durante a conversação do que
apenas repetir o seu indicativo várias vezes durante a identificação da
estação.
Após o contato ter sido estabelecido com os indicativos de chamada
então conhecidos por ambos os operadores não é mais necessário usar mais
do que uma única vez os indicativos de chamada no início e no fim de cada
transmissão. A identificação das estações é requerida no começo e no fim de
cada transmissão de no máximo 3 (três) minutos ou com intervalos de 5
(cinco) minutos em transmissões de maior duração.
A sigla AR (.-.-.) significa fim de transmissão.
Em alguns casos de usa o BK (-...-.-) no início e no fim da transmissão
indicando que a identificação não é desejada.
Por exemplo, se você não copiou o nome (QRA) ou a localização (QTH)
do operador que está em contato (QSO) com você o procedimento pode ser
como segue:

PSE RPT SEU NOME QRM BK


BK de PP2BT – NOME JULIO JULIO JULIO BK

Não existe limite de variações com o que pode ser feito rápida e
facilmente sem a identificação das estações do início e no final de cada
transmissão.

12 – RETENÇÃO da FREQÜÊNCIA (QRG) de TRANSMISSÃO

É natural movermos a sintonia principal do nosso transceptor quando


estamos procurando ouvir uma resposta ao nosso CQ. Este é o procedimento
correto quando possuímos controle de ajuste de freqüência para RX
(recepção) e TX (transmissão) separados. Entretanto muitos dos novos
operadores operam transceptores de modo que ajustes de sintonia afetam
tanto a recepção quando à transmissão.
Se você usa um transceptor, não mova a sintonia principal após o envio
de um CQ. Se você fizer isso, o outro operador não ouvirá a sua resposta
devido a alteração da sua QRG de transmissão quando você estiver
respondendo à sua contestação.
Se a mudança não for grande provavelmente você será ouvido e haverá
condições de prosseguir com o QSO, mas um de vocês estará em uma QRG
diferente da do outro o que não é muito recomendável.

13 – SINTONIA DA RECEPÇÃO

Muitos transceptores dão condições de se modificar a QRG de


recepção, somente ela, vários Khz (Kilohertz) acima e abaixo da QRG de
transmissão sem afetar esta.
Este artifício é conhecido por vários nomes como: BFO (beat
Frequency oscillator), CLARIFIER (clarificador), OT (off-set tuning),
PITCH, RIT (Receiver Incremental Tuning) and TONE. Não importa como
é o nome no seu equipamento e sim conhecer o modo correto de utiliza-lo.
Quando sintonizando em uma QRG livre, chamando CQ ou sintonizando
uma estação, este ajuste deverá ser colocado na posição ZERO (ou
desligado).
Se isso não for feito, você não estará ouvindo na mesma QRG em que
vai transmitir. Após enviar um CQ, não toque na sintonia principal. Use o
clarificador para sintonizar as estações que porventura estejam respondendo
o seu CQ. Obviamente isto não é considerado quando operando um receptor
e transmissor com controles para RX e TX em separado.
Se você opera um transceptor que não tenha clarificador (ou algum
controle de sintonia em separado) você notará que é melhor responder aos
CQ´s do que envia-los. Isto, porque a sua QRG de transmissão tem de ser a
mesma da outra estação para você ouvi-la bem e sua resposta deverá ser
ouvida sem nenhuma ou quase nenhuma diferença nessas condições e se o
outro operador responder um pouco fora da sua QRG, não haverá modo de
você sintoniza-lo sem alterar a sua QRG de transmissão.
Ao término de um QSO, sintonize a sua QRG de recepção acima e
abaixo da QRG de transmissão que você usou e escute as estações que
possam estar lhe chamando.

14 – CONFIRMANDO PRIMEIROS QSO’s

Quando você trabalha um primeiro QSO (contato), deixe o outro


amador saber que o QSO e o cartão QSL (confirmação por escrito do QSO)
são importantes para você. Além de enviar a confirmação por escrito do
QSO, pode-se também acrescentar outros detalhes do mesmo,
agradecimentos e sugestões no seu QSL. Se você ainda não possui um QSL
pessoal, não deixe de enviá-lo por este motivo, pois a LABRE possui à
disposição em suas Seccionais um tipo padronizado para seu uso. Tenha em
mente que o amador ao qual você envia o seu QSL pode utiliza-lo para
solicitar um diploma e não é nada agradável receber o nosso QSL de voltar
por não estar corretamente preenchido.

Experimente enviar um cartão rasurado para o DXCC!!!


Obs.: O DXCC é o Diploma mais famoso no Radioamadorismo, sendo
necessário para a sua obtenção confirmar QSO’s com, no mínimo, 100
diferentes países.

Lembre-se sempre que os seguintes dados são essenciais no cartão QSL


para que ele fique como manda o figurino.

1. DATA: Coloque dia, mês e ano da realização do QSO.


Obs.: Lembre-se que em inglês, coloca-se o mês em primeiro
lugar: 01/12/98 significa 12 de Janeiro de 98.

2. INDICATIVO: Coloque o indicativo de chamada do colega com o


qual você manteve o QSO, não esquecendo de especificar qualquer
condição especial do mesmo como: móvel (terrestre, marítimo ou
aéreo). Alguns colegas que operam QRP (baixa potência) e gostam
que os cartões dirigidos a eles assinalem esta condição.

3. HORA: Trabalhe sempre com a hora internacional UTC (Universal


Time Coordinated) que é a hora de Brasília + 3 horas. Não esqueça
de diminuir 1 hora quando do horário de verão. O QTR (horário)
deverá ser escrito com 4 (quatro) algarismos, de 0000 até 2359, sem
intervalos entre eles, seguidos ou não da letra indicativa do fuso
horário à que se referem.
4. MODO DE TRANSMISSÃO: Coloque neste item o tipo de emissão
utilizado QSO, por exemplo, SSB ou J3A, CW ou A1A, RTTY, AM
(A3A), etc..., sendo que alguns diplomas exigem que o modo de
emissão seja indicado nos QSL’s como segue: “2 way” ou “2 x CW"
indica que ambos os envolvidos no QSO estavam em CW não sendo
aceitos QSL’s de outro modo e atualmente quase todos os
Radioamadores utilizam uma dessas duas expressões.

A reportagem mínima internacionalmente aceita para Diplomas são 338 pra


CW e 33 para fonia.

5. FAIXA OU FREQÜÊNCIA: Indique a banda (comprimento de


onda) ou freqüência (em MHz) utilizada no QSO como segui: 160m
(1,8 MHz); 80m (3.5 MHz); 40m (7 MHz); 30m (10 MHz); 20m (14
MHz); 17m (18 MHz); 15m (21 MHz); 12m (24 MHz); 10m (28
MHz); 6m (50 a 54 MHz); 2m (144 a 148 MHz), etc...

6. REPORTAGENS: Este é um dado absolutamente essencial, pois


não existe QSO sem reportagem, primeiro durante o QSO e depois
confirmado no cartão QSL. Nas faixas de amadores utiliza-se o RST
(Readibility, Strenght e Tone ,ou seja, Inteligibilidade, Intensidade e
Tom) sendo que o Tom só existe em CW. R varia de 1 até 5, sendo 1
para uma reportagem de sinal ininteligível e 5 para perfeitamente
inteligível. A intensidade S varia de 1 até 9, igual ao S-meter do seu
equipamento. Caso o sinal ultrapasse 9 você pode colocar por 9 +
10, 9 +15 ou 9 + ..., . Nos QSO´s em CW a reportagem RST é um
número de 3 algarismo sendo que R e S têm o mesmo significado
dos QSO´s em fonia e o terceiro número significa a tonalidade do
sinal de CW, T que varia de 1 até 9, sendo 1 igual à uma nota de
CW modulado por um sinal de baixa freqüência e o 9 igual à uma
nota de corrente contínua pura, sem traços de modulação.

DICAS:

a) Assine sempre os seus cartões QSL.


b) Cartões rasurados dão péssima impressão e não são aceitos para
Diplomas.
c) É exigido para a maioria dos diplomas internacionais uma
reportagem mínima, normalmente 33 para fonia e 338 para CW.
d) Seu QSL deve conter claramente seu indicativo de chamada, seu
nome e endereço completo.
e) Outros detalhes como antena, potência, equipamentos, zona CQ e
zona ITU, Grid locator, coordenadas geográficas também podem
ser acrescentados.

Se todos esperassem receber um cartão QSL antes de enviar o seu,


não existiria tráfego de QSL. Se você quer receber um QSL de um
QSO realizado, envie o seu o mais rápido QSL após o término do
QSO.

15 – CAÇANDO FIGURINHAS

Mesmo que um CQ DX seu resulte em um QSO com um país raro ou


difícil, você provavelmente teve sorte. Isto raramente acontece.
O que você, normalmente, tem que fazer é ouvir, ouvir, ouvir e então
ouvir mais ainda. Torne-se um verdadeiro coruja das QRG’s.
A menos que você seja sortudo o suficiente, para ouvir a figurinha
primeiro do que todos, quando uma rara estação DX está em ação,
normalmente ela é encontrada em um “PILE-UP” (engarrafamento,
congestionamento) com inúmeras estações atrás dela como as abelhas
operárias sobre a sua Rainha.
Não entre de imediato, seja paciente. Ouça um pouco, observe seus
hábitos, descubra onde ele está ouvindo.
Se não estiver na mesma QRG que você, cuidado ela pode estar
operando “SPLIT’’ ou seja, transmitindo em uma QRG e ouvindo em outra.
Em CW, normalmente, eles escutam para cima citando quando no fim
da sua transmissão “UP’’ ou seja, transmitam acima da minha QRG de
transmissão e espere a sua chance.
Faça a sua chamada curta, rápida e de modo compreensível. Não é
necessário repetir o indicativo dele (ele sabe disto muito bem), tudo que ele
necessita é saber que você está chamando. Apenas envie o seu indicativo um
par de vezes.
Dependendo do operador da estação DX apenas uma vez pode ser
suficiente.
Tente achar um intervalo quando poucas estações chamam e quando
ele não está transmitindo e então ATAQUE!
Com o tempo a experiência chega e você vai ver e ouvir todos os tipos
de truques, alguns inteligentes, outros sujos. Você não terá problemas em
distingui-los. Use sempre o seu bom senso.
Aprenda a utilizar os inteligentes, descartando os sujos.

16 – NORMAS DE OPERAÇÃO DX

Observe as normas abaixo que você, possivelmente, terá ma longa e


agradável carreira de DX-Man:

1. Chame a estação DX que você deseja falar SOMENTE depois que


ela chamar CQ, QRZ, transmitir SK ou VA ou o equivalente em
fonia.

2. NUNCA CHAME UMA ESTAÇÃO DX:

2.1 Na QRG da estação em que ele estiver trabalhando, até que você
esteja certo de que o QSO em andamento foi terminado.

2.2 Quando ele transmitir KN, AR, CL ou os equivalentes em fonia.

2.3 Após ele fazer um CQ direcional, a menos que você esteja na


região ou área solicitada. Ex.: CQ CQ África, o Brasil não está
na África portanto não atenda, espere ele chamar South America
(SA).

3. Mantenha-se dentro dos limites de freqüências permitidos por


nossa Legislação. Algumas estações DX transmitem fora das
freqüências a nos permitidas.

4.1 Fique atento para as instruções da estação DX, 10U ou 10 UP,


significa chame 10 kHz acima da QRG dele; 15D ou 15 DOWN,
significam 15 kHz para baixo, etc.

5. Seja honesto nas suas reportagens, pois muitas estações DX


dependem da sua reportagem para ajustes da estação e
equipamentos.

6. Mantenha seu sinal sempre limpo. Cliques de manipulação, piados,


variações de QRG, uso de potência acima da permitida, excesso de
modulação (SPLATTER) lhe trarão apenas má reputação ou
mesmo problemas com a ANATEL, (AGENCIA NACIONAL DE
TELECOMUNICAÇÕES) e até com seus vizinhos (Cuidado com a
TVI).

7. Ouça e chame a estação DX que lhe interesse. Chamar CQ DX não


é o melhor meio de se caçar figurinhas.
8. Quando existirem várias estações aguardando para trabalhar uma
“figurinha”, evite pedir para que ele “ATENDA A UM AMIGO”.
Deixe o seu amigo disputar com os outros.

9. Se possível antes de entrar em pile-up, enquanto você estuda o


melhor meio de caçar a “figura”, procure ouvir corretamente o
indicativo de chamada da “figurinha”, seu QSL MANAGER (OU
SEJA, QUEM RESPONDE PELO QSL DELA), etc..., para evitar
perda de tempos e/ou possíveis erros.

Para finalizar, a boa impressão que você deixa em nossos amigos


estrangeiros vale muito mais do que você pensa.

17 – ESCOLHENDO SUA QRG

Algumas coisinhas sobre propagação são necessárias que você


conheça: quatro são os fatores principais que determinam as características
de propagação:

1. Freqüência em que você está operando


2. Hora do dia ou noite
3. Estação do ano (verão, inverno, outono e primavera).
4. Ciclo das manchas solares.

A seleção da banda apropriada depende bastante dos outros três


fatores. Por exemplo, 80m (3,5 até 3.8 MHz) ao meio dia, verão, na melhor
condição do ciclo de manchas solares é, com certeza a pior escolha possível
enquanto a mesma banda, à meia noite, no inverno, na pior condição da
manchas solares, produz excelentes DX’s. Rapidamente você aprenderá pela
experiência e observação quando operar em determinada banda visando o
melhor DX.
Atente que em várias bandas como 2, 6 e 10m existem BEACONS
(estações sinalizadoras), que estão em operação para indicar as aberturas
das referidas bandas.
Observe entre 28.2 e 28.3 MHz (10 metros) e em torno dos 50.110 MHz
(6 metros). Estações comerciais nas proximidades dos extremos das bandas
de amadores também dão um referencial confiável das aberturas de
propagação, lembre-se apenas que grande parte dessas estações opera com
potências muitíssimo superior às permitidas para nós e, em conseqüência
disso, elas poderão ser ouvidas bem antes que a abertura cheque ao ponto
necessário para permitir comunicações entre Radioamadores.

18 – CONTESTES

Os concursos são para o Radioamador, o mesmo que os JOGOS


OLÍMPICOS são para os atletas: um palco para se mostrar a perícia e o
talento, bem como um estímulo que melhorarmos continuamente as nossas
condições, tanto operacionais como técnicas.
O aumento da técnica operacional e maior eficiência operacional são os
resultados finais predominantes de um operador que participe sempre de
contestes, quer seja um sério competidor quer seja um eventual participante.
Alguma dúvida sobre isto? Coruje as bandas, qualquer uma, ouça os
mais eficientes operadores. Pode apostar que a grande maioria deles
participa sempre de contestes.
O operador de contestes sabe por experiência que ser conciso e breve é
essencial.
O operador de contestes gosta também de possuir um dos melhores
sinais das bandas.

NÃO TEM NECESSARIAMENTE O MAIS ELABORADO


EQUIPAMENTO, MAS UM SINAL QUE DEMONSTRA O USO MAIS
EFICIENTE DOS COMPONENTES DISPONÍVEIS NA SUA ESTAÇÃO.

Participar de contestes é também uma das mais fáceis maneiras de se


contatar locais e/ou estações que se necessitem trabalhar para se habilitar
para inúmeros diplomas. Entretanto, uma coisa que deve ser compreendida é
que operadores sérios de contestes não gostam de demoras, de forma que não
diga no meio conteste que você precisa do QSL, apenas cite isso no cartão
QSL que você vai remeter.
Também não é imperativo que você seja um AZ (na fonia ou no CW),
para se participar de contestes ou mesmo trabalhar DX. Apenas evite operar
próximo do limites inferiores das QRG’s aonde normalmente se concentram
a maior parte das atividades.

19 – CONVIDADOS

Muitos desconhecem que é possível pessoas não habilitadas operarem a


sua estação, sob determinadas condições.
Isto é uma operação legal, mas o titular da estação deverá estar
presente no local de operação, iniciará e terminará os câmbios e se
responsabilizará pelas transmissões.

20 – O QUE NÃO FAZER

É ilegal transmitir música. Isso pode acontecer quando temos a nossa


cada cheia de gente.
É normal ter-se em casa música e também outras pessoas
ouvindo rádio e/ou TV, gravadores K7 ou tocando instrumentos
musicais.
Música não é o problema quando se opera CW, mas pode ser
facilmente transmitida quando se opera fonia (SSB, FM, AM, etc.).
Estórias e brincadeiras obscenas são também banidas das bandas de
amador.
Comunicados referentes a negócios financeiros também não são
autorizados, de forma que vender ou comprar equipamentos pelo éter
não de boa praxe.
QUANDO ESTIVER EM DÚVIDA NÃO FAÇA NADA ATÉ
DETERMINAR SE É LEGAL OU NÃO!

21– SINAIS DE TÉRMINO

Sempre houver muita discussão sobre o uso correto dos sinais


telegráficos, incluindo os sinais de término.
Todos os sinais de trabalho têm significado conhecido, e não é
recomendável utilizar outros que não os internacionalmente reconhecidos.
O comitê Consultivo Internacional de Telegrafia e Telefonia (CCITT) e
o Comitê Consultivo Internacional de Rádio (CCIR) trabalham sob os
auspícios da União Internacional das Telecomunicações (ITU).
As decisões do CCITT e CCIR são publicadas pela ITU, e nós
normalmente recebemos estas informações através da União Internacional
de Radioamadorismo (IARU - International Amateur Radio Union).
A diferença entre símbolos indicadores como SK (comercial) e VA
(militar) não têm significado real, desde que ambos significam a mesma coisa
(final de trabalho) e soam de maneira idêntica.
SK significa que você terminou uma série de transmissões. Quando
você envia SK, você está dizendo ao outro operador que você escutará os seus
comentários finais, mas não tem intenção de prosseguir o QSO.
Quando o outro operar o seu comentário final e também assinala que
vai embora, é cortesia comum enviar-se BD, BT ou BN (bom dia, boa tarde
ou boa noite) como cumprimento e também assinalar que o comentário final
foi recebido.
O símbolo de fim de mensagem é AR e não tem outro significado. Se
nenhuma mensagem foi enviada nem estabelecido nenhum QSO, não é certo
enviar-se AR, porque não há fim para uma mensagem que não existiu. A
letra K (convite a transmitir) enviada fora do contexto (não é parte do
indicativo de chamada) e no final da transmissão diz ao outro operador:
RESPONDA. AR não significa responda a despeito de muitas publicações
não oficiais o indicarem com este significado.
A letra N após a letra K é também imprópria e supérflua. Não tem
significado aceito internacionalmente, a despeito de ser usada comumente
para indicar que somente a resposta da estação chamada será aceita.
Desde que a identificação do indicativo de chamada especifica a
estação que você está chamando, não há necessidade de dizer aos outros
amadores não respondam.
É engraçado ouvir quando algumas estações usam KN ao final de uma
chamada CQ, pois se chama geral a todas as estações (CQ) e ao final do
mesmo coloca-se uma restrição às respostas: KN (responda somente você).
Rodadas são comuns em fonia, mas são raras em CW. Quando um
terceiro amador está tentando brecar um QSO em andamento, normalmente
existe algum motivo válido para a interrupção e eu duvido que aqueles que
enviam KN recusem incluir uma rara estação DX ou um amigo pessoal no
seu QSO.

Para finalizar KN não é um sinal oficial de trabalho.


22 – FINAL

Nos esperamos que este modesto trabalho ajude você ou outros


amadores a tornar-se um bom operador.
A intenção não é fazer de você um expert, mas sim lhe dar uma boa
base, uma gama de informações iniciais para que você possa ter um bom
início no fantástico mundo do Radioamadorismo e em especial da
Radiotelegrafia.
Isto é apenas o início, pois no Radioamadorismo existem muitas
variáveis, um número muito grande de opções que nos seria impossível
abordar a todas. Esperamos enfim, que este trabalho lhe seja útil.

73 es DX’s FM CWGO (Clube de CW de Goiás).

Bibliografia:
CQ Amateur Radio
O Radioamadorismo Perante a Legislação
Curso para Radioamadorismo _ Radiotelegrafia e Legislação
PY2DHP, PY2DJE & PY2DCP
Radioamadorismo – O mundo no seu lar PY8JS

ANEXO I

CÓDIGO MORSE INTERNACIONAL

A ._
B_... 1 ._ _ _ _
C_._. 2 . ._ _ _
D_.. 3...__
E. 4...._
F.._. 5.....
G_ _ . 6_....
H .... 7__...
I .. 8___..
J.___ 9____.
K _._ 0_____
L ._..
M__
N _.
O___ , __..__
P ._ _. . ._._._
Q _ _._ ? ..__..
R ._. : ___...
S ... - _..._
T_ = _...._
U .._
V ..._
X _.._
W ._ _
Y _._ _
Z _ _ ..

KN _._ _ .
HI .... ..
AR . _ . _ .
AS . _ ...
Estes 4 últimos sinais são sem separação entre as letras

ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL

A- ALFA N - NOVEMBER
B- BRAVO O - OSCAR
C- CHARLIE P- PAPA
D- DELTA Q - QUEBEC
E- EHO R- ROMEO
F- FOX – TROT S- SIERRA
G- GOLF T- TANGO
H- HOTEL U- UNIFORM
I - INDIA V- VICTOR
J- JULIET X- X – RAY
K- KILO W- WHISKEY
L- LIMA Y- YANKEEE
M- MIKE Z- ZULU

UTC – UNIVERSAL TIME COORDINATED

É a antiga hora GMT (Greenwich Meridian Time) que é


internacionalmente utilizada em radiocomunicação. Para cada 15° de
longitude (oeste para leste) acrescente + 1 hora e – (menos) 1 hora para cada
15° de longitude no sentido contrário (leste para oeste).
Convertendo a hora de Brasília (PY) para UTC, acrescente + 3 horas
(quando no horário de verão + 2 horas somente).
0000 e 2400 são intercambiáveis, 2400 é associada com a data do dia que
termina e 0000 ao dia que se inicia.
A vantagem do QTR expresso em UTC é que ele é mundialmente
utilizado e é recomendável que nos QSL’s, relatórios de concursos (LOG’s),
solicitações de diplomas seja utilizado a hora UTC.

REPORTAGENS DE SINAIS

R – READBILITY – INTELIGIBILIDADE

1 INITELIGIVEL
2 FRANCAMENTE LEGÍVEL
3 LEGÍVEL COM DIFICULDADE
4 LEGÍVEL SEM DIFICULDADE
5 PERFEITAMENTE LEGÍVEL

S – STRENGHT – INTENSIDADE DOS SINAIS

1  SINAIS FRACAMENTE PERCEPTÍVEIS


2  SINAIS MUITO FRACOS
3  SINAIS FRACOS
4 SINAIS RAZOÁVEIS
5 SINAIS BASTAMENTE RAZOÁVEIS
6 SINAIS BONS
7 SINAIS MODERAMENTE FORTES
8 SINAIS FORTES
9 SINAIS EXTREMAMENTE FORTES

T – TONE – TONALIDADE DO SINAL DE CW

1  60 Hz OU MENOS.
2 MUITO FORTE TOM DE AC
3 FORTE TOM DE AC, RETIFICADO MAS NÃO FILTRADO
4 NOTA ROUCA, ALGUM INDÍCIO DE FILTRAGEM
5 AC FILTRADO RETIFICADO FORTES TRAÇOS DE RIPPLE OU
MODULAÇAO.
6 TOM FILTRADO, TRAÇOS DEFINIDOS DE RIPPLE
7 TOM PRÓXIMO DE PURO, TRAÇOS DE RIPPLE OU
MODULAÇÃO.
8  TOM QUASE PERFEITO, LIGEIROS TRAÇOS DE MODULAÇÃO.
9 TOM PERFEITO, SEM TRAÇOS DE RIPPLE OU MODULAÇÃO DE
QUALQUER TIPO

SINAIS DE TÉRMINO

SIGNIFICADO CW FONIA USO

FIM DE AR Após chamar uma estação


TRANSMISSÃO especifica, após o QSO
tenha sido estabelecido.
(PP2CD de PP2CE AR)

CONVITE A K GO Após o CQ e ao final de


TRANSMITIR uma transmissão durante
QSO.

FIM DE QSO SK CLEAR Ao fim de um QSO.


PP2RIO de PP2 OR SK

DESLIGANDO CL CLOSING
A ESTAÇÃO
Quando desligamos e
quereremos indicar que não
indicar que não
responderemos a mais
nenhum chamado. PP2CE
de PP2YY CL

SINAL DE ESPERA AS WAIT AUTO EXPLICATÓRIO

MENSAGEM R ROGER
RECEBIDA
Para indicarmos que a
mensagem foi recebida
corretamente.

ABREVIAÇÕES MAIS UTILIZADAS EM CW

ABREVIAÇÃO INGLÊS SIGNIFICADO


ABT ABOUT SOBRE
AGN AGAIN NOVAMENTE, DE NOVO
AND E
AR FIM DE CAMBIO
AS SINAL DE ESPERA
BCNU BE SEING YOU ATÉ A PRÓXIMA
BD GM BOM DIA
BK BRAKE PARADA
BN GE BOA NOITE
BT GA BOA TARDE
BURO BUREAU SERVIÇO DE QSL
CL CLOSED ENCERROA COMUNICAÇÃO
CLG COLEGA
CQ CHAMADA GERAL
CAUGN SEE YOU AGAIN ESPERO REVÊ-LO
CUL IDEM IDEM
CW CONTINUOUS WAVE TELEGRAFIA
DR DEAR CARO
DX QSO A LONGA DISTÂNCIA
EEEEEEE SINAL DE ERRO
ES AND E
FM FROM DE (ORIGEM)
FB FINE BUSINESS NEGÓCIO BOM, COISA BOA
GA GOOD AFTERNOON BOA TARDE
GB GOOD BYE ADEUS
GE GOOD EVENING BOA NOITE
GM GOOD MORNING BOM DIA
GM HORA MÉDIA DE GREENWICH
GN GOOD NIGHT BOA NOITE (DESPEDIDA)
GL GOOD LUCK BOA SORTE
GLD GLAD FELIZ
GTO GRATO
HAM RADIOAMADOR
HPE HOPE ESPERO
HR HERE AQUI
HI RISADA
HW HOW COMO ME COPIA (HW)
LID MAU OPERADOR
LOG LOG BOOK LIVRO DE REGISTRO
MNI MANY MUITO
MEET MEET ENCONTRAR
MTO VERY MUITO
N NO NÃO
NW NOW AGORA
NIL NIHIL NADA
NR NEAR PERTO
OK OKAY TUDO CERTO
OM OLD MAN AMIGO VELHO
PA POWER AMPLIFIER AMPLIFICADOR LINEAR OU
AMPLIFICADOR DE POTÊNCIA

PM POST MIDDAY APÓS O MEIO DIA (HORA)


PSE PLEASE POR FAVOR
PSED PLEASURED AGRADECIDO
PWR POWER POTÊNCIA
QNTO QUANTO
R RECEIVED RECEBIDO
RIG EQUIPAMENTO
RX RECEPTOR RECEPTOR
RPT REPEAT REPETIR
RPRT REPORT REPORTAGEM
SRI ORRY SINTO MUITO, DESCULPAS
TX TRANSMITTER TRANSMISSOR
TKS THANKS OBRIGADO
TNX THANKS OBRIGADO
TU THANK YOU OBRIGADO A VOCÊ
UR YOUR SEU, SEUS
VY VERY MUITO
XMTR TRANSCEPTOR
XTAL CRISTAL
XYL RADIOAMADORA CASADA
YL YOUNG LADY JOVEM SENHORA
WX WEATHER CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS
73 ABRAÇOS
88 BEIJOS

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS (WX)


WEATHER (WX)

CLEAR LIMPO

CLOUD NUBLADO

COOL FRIO

RAINNY CHUVOSO

SNOW NEVE

SUNNY ENSOLARADO

WARM QUENTE