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sofrimento fetal

agudo
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Boa Prova!
QUESTÃO 1.
Parturiente de 28 anos de idade, 38 semanas e 4 dias de idade gestacional, primigesta, sem
comorbidades, está internada no centro obstétrico, em condução de trabalho de parto. Ao
exame físico obstétrico: altura uterina = 34 cm; dinâmica uterina = 4 contrações fortes de
30 segundos/10 minutos; batimentos cardíacos fetais = 140 batimentos/minuto, com tônus
normal. Ao toque vaginal, colo esvaecido, fino, dilatado para 8 cm, bolsa rota
(espontaneamente há 2 horas), apresentação cefálica no plano 0 de DeLee. A
cardiotocografia intraparto mostra o seguinte traçado, reproduzido a seguir. Qual é a
classificação da cardiotocografia e a conduta para o caso?

A. Categoria I; aguardar a evolução do parto.


B. Categoria II; realizar ressuscitação glicêmica e repetir o traçado.
C. Categoria II; realizar hidratação endovenosa e repetir o traçado.
D. Categoria III; abreviar o parto com auxílio de um fórcipe de alívio.
E. Categoria III; parto cesárea.

QUESTÃO 2.
Gestante com 29 semanas é diagnosticada com pré-eclâmpsia grave, restrição de
crescimento fetal, insuficiência placentária grave e centralização fetal, com perfil biofísico
fetal10. Qual dos parâmetros do perfil biofísico fetal tem maior dependência da oxigenação
do sistema nervoso central?

A. Movimento respiratório.
B. Tônus corpóreo fetal.
C. Movimento corpóreo.
D. Indice de líquido amniótico.

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QUESTÃO 3.
Gestante, 32 anos de idade, secundigesta com uma cesárea anterior, 40 semanas e 2 dias
de gravidez. Refere contrações irregulares e redução de movimentação fetal há 1 dia. Ao
exame clínico, bom estado geral, corada, PA 120x70mmHg, altura uterina 30 cm, BCF
presente rítmico. Toque vaginal com colo grosso, posterior, impérvio. Vitalidade fetal: tônus
adequado, movimentação corpórea e respiratória presentes, índice de líquido amniótico de
4,2 cm. Cardiotocografia apresentada. Qual é a conduta adequada neste momento?

A. Controlar a vitalidade fetal em 2 dias.


B. Preparar o colo com prostaglandina.
C. Indicar parto de imediato por via alta.
D. Realizar hidratação materna e reavaliação.

QUESTÃO 4.
Paciente de 32 anos, primigesta com idade gestacional de 35 semanas (compatível com o
primeiro ultrassom), procura o pronto-socorro com queixa de diminuição da movimentação
fetal há 1 dia. Seguem as anotações de pré-natal: Ao exame clínico, bom estado geral,
corada, hidratada, eupneica, PA = 160 x 100 mmHg, FC = 84 pbm, BRNF 2T Sopro sistólico
foco aórtico 2+/6+. Abdome gravídico, altura uterina de 29cm, batimento cardíaco fetal
presente, dinâmica uterina ausente. Edema de mãos e face 2+/4+, edema simétrico de
membros inferiores 2+/4+, sem sinais de trombose venosa profunda (TVP). Apresenta os
seguintes exames realizados no dia anterior: proteinúria de 24 horas de 1,54 g/volume,
ácido úrico 7,5 mg/dL. Após 2 dias de internação, a paciente apresenta novo pico
hipertensivo, com pressão arterial de 170x120 mmHg. Foi realizada a avaliação de
vitalidade fetal, com índice de líquido amniótico de 7,3 cm e a cardiotocografia abaixo .
Neste caso o traçado cardiotocográfico indica?

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A. compressão funicular
B. resposta vagal imediata
C. consequência de hipóxia fetal

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D. redução de retorno venoso materno

QUESTÃO 5.
Multigesta (GAP2A1), 37 anos, interna na fase ativa do trabalho de parto espontâneo, com
37,5 semanas. Exame físico geral normal, altura uterina 37 cm. A evolução do trabalho de
parto, até às 20h, está demonstrada no partograma (Figura 1). Nesse momento, a equipe
decidiu por monitorizar o feto continuamente devido à ausculta de desacelerações de sua
frequência cardíaca (Figura 2). Qual alternativa tem diagnósticos nesse cenário clínico?

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A. Período expulsivo prolongado com asfixia.
B. Trabalho de parto eutócico com suspeita de sofrimento fetal.
C. Distocia funcional com vitalidade fetal esperada para expulsivo.
D. Evolução normal do trabalho de parto com boa vitalidade fetal.

QUESTÃO 6.
Primigesta, 25 anos, 40 semanas, é admitida à maternidade no início da fase ativa do
trabalho de parto espontâneo. A vitalidade fetal na admissão estava normal. Durante o
trabalho de parto foram auscultadas desacelerações da frequência cardíaca fetal, sendo
indicada cardiotocografia contínua (Figura 1). Na sequência foram prescritos para a
parturiente: decúbito lateral esquerdo, expansão volumétrica rápida, oxigênio em máscara e
estímulo acústico fetal. A cardiotocografia realizada 10 minutos após essas condutas
corresponde à Figura 2. Nesse momento, a atividade uterina é de 3 contrações moderadas
de 40 segundos em 10 minutos, colo fino, centrado, dilatado 8 cm, feto cefálico, OEP, em -1,
bolsa íntegra. Qual é a melhor conduta na condução deste trabalho de parto?

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A. Prescrever ocitocina endovenosa
B. Aguardar resolução espontânea
C. Realizar corioamniorrexe artificial
D. Indicar parto cesárea de urgência

QUESTÃO 7.
Durante a realização de exame de vitalidade de paciente diabética tipo 1 com 27 semanas
de gestação foi optada pela realização de dopplerfluxometria do cordão umbilical. Qual é o
significado clínico que pode ser inferido a partir da imagem abaixo? . Valor de referência
para relação sístole/diástole com 27 semanas: 2,17 - 4,5 (P5 - P95); Valor de referência para
PI de artéria umbilical com 27 semanas: 0,63 - 1,65 (P5 - P95)

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A. Centralização fetal
B. Insuficiência placentária
C. Função placentária normal
D. Acidose fetal

QUESTÃO 8.
Mulher, 30a, G2P1C1A0, idade gestacional de 29 semanas, queixa-se de parada da
movimentação fetal. Ultrassonografia: óbito fetal. Toque vaginal: colo dilatado para uma
polpa digital, grosso, apresentação cefálica e bolsa íntegra. A conduta é:

A. Administração de ocitocina em altas concentrações (macroindução).


B. Realizar preparo de colo com misoprostol e posterior indução com ocitocina.
C. Realizar preparo de colo com sonda de Foley seguida do uso de ocitocina.
D. Indicar cesárea, pois há contraindicação à indução de parto.

QUESTÃO 9.
Mulher, 25a, G2P1C0A0, idade gestacional de 41 semanas. Trabalho de parto induzido com
ocitocina, queixando-se de muita dor. Toque vaginal: colo com 8 cm de dilatação, cefálico,
plano -1 de De Lee, bolsa rota espontânea líquido claro com grumos grossos.
Cardiotocografia: A CONDUTA NO MOMENTO É:

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A. Suspender ocitocina, analgesia e monitorização continua dos batimentos cardiofetais.
B. Hidratação e cesárea de urgência sob raquianestesia.
C. Manter ocitocina e parto fórceps Simpson com bloqueio pudendo bilateral.
D. Aumentar ocitocina, analgesia e monitorização intermitente dos batimentos cardiofetais.

QUESTÃO 10.
Gestante, 39 semanas e 2 dias está em monitorização contínua com cardiotocografias
intraparto. Durante o trabalho de parto, ocorreram desacelerações que tiveram seu início,
máximo de queda e recuperação à linha de base coincidindo, respectivamente, com o
começo, pico e fim da contração, sendo que a frequência cardíaca fetal basal associada
situava-se nos limites da normalidade. Esse tipo de desacelerações pode ser classificado
como:

A. Tardio.
B. Cefálico.
C. Umbilical.

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D. Placentário.

QUESTÃO 11.
Considere o traçado da cardiotocografia abaixo. De acordo com o traçado, é correto inferir
que há

A. resposta vagal do feto à hipóxia pela diminuição do fluxo interviloso decorrente da


contração uterina.
B. taquicardia fetal reativa à hipóxia causada pela contração uterina.
C. ausência de acelerações transitórias por hipóxia fetal grave durante o trabalho de parto.
D. bradicardia fetal por compressão do polo cefálico durante a contração uterina.
E. bradicardia fetal por compressão localizada do cordão umbilical durante a contração
uterina.

QUESTÃO 12.
Mulher, 32a, G3P2A0C1, com idade gestacional de 33 semanas, procura o pronto
atendimento obstétrico com queixa de redução da movimentação fetal há uma semana. Pré-
natal sem intercorrências. Ultrassonografia obstétrica: óbito fetal. A CONDUTA É
INTERNAÇÃO PARA:

A. Preparo de colo com laminária e indução com prostaglandina E1.


B. Preparo de colo com sonda Foley e indução com ocitocina.
C. Preparo de colo com laminária e indução com misoprostol.

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D. Preparo de colo com sonda de Foley e indução com misoprostol.

QUESTÃO 13.
Primigesta, 23 anos, com 41 semanas, é admitida à maternidade para assistência ao parto.
Relata contrações de moderada intensidade há 6 horas e redução da movimentação fetal há
2 horas. Antecedentes pessoais: nega doenças ou vícios e relata seguimento pré-natal sem
intercorrência em UBS. Ao exame observam-se sinais vitais maternos normais, altura uterina
de 37 cm, atividade uterina de 3 contrações moderadas de 40 segundos em 10 minutos e
batimentos cardíacos fetais de 140 bpm, sem desacelerações. Toque: colo fino, centrado,
dilatado 4 cm, feto cefálico. A cardiotocografia realizada na sua admissão está representada
na figura abaixo. Na análise de vitalidade fetal, escolha a alternativa que possui o provável
diagnóstico e conduta.

A. Cardiotocografia II. Manter monitorização contínua enquanto institui oxigenação,


hidratação e decúbito lateral esquerdo para a mãe.
B. Feto inativo. Para completar a avaliação, deve-se aplicar estímulo sonoro e observar a
frequência cardíaca fetal por mais 20 minutos.
C. Feto hipoativo. A avaliação da vitalidade deve ser complementada com a realização do
perfil biofísico fetal completo.
D. Cardiotocografia categoriaI. Deve-se iniciar assistência obstétrica habitual com ausculta
fetal intermitente a cada 30 minutos.

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QUESTÃO 14.
Em um parto domiciliar de primípara, 22 anos, a ausculta do feto durante o trabalho de
parto revela desacelerações da frequência cardíaca 40 segundos após o pico de contrações.
Nada é feito até que ocorra a rotura da bolsa, com saída de mecônio espesso. A gestante é
levada rapidamente para a maternidade, mas o feto já se encontra morto. Provavelmente a
causa da morte é sofrimento fetal agudo, causado por Desaceleração Intraparto (DIP):

A. Sinusoide.
B. Umbilical desfavorável.
C. Cefálica.
D. Tardia.

QUESTÃO 15.
Gestante de 37 semanas refere diminuição da movimentação fetal há um dia. O exame
físico geral não mostra alterações e o exame obstétrico é compatível com a idade
gestacional. Realiza-se cardiotocografia, em que a paciente registra 4 episódios de
movimentação fetal, como mostrado na imagem abaixo. É correto afirmar que essa
cardiotocografia

A. é suspeita para início de hipóxia fetal, devendo-se induzir o parto.


B. tem padrão tranquilizador e a paciente pode observar a movimentação fetal em casa.
C. mostra início de trabalho de parto, devendo-se internar a paciente para monitoração do
bem- estar fetal.
D. mostra desacelerações tardias, sendo indicada resolução do parto nesse momento.
E. mostra desacelerações variáveis, sendo indicada cesárea.

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QUESTÃO 16.
Gestante de 13 semanas chega ao pré-natal sem queixas. O médico não consegue ouvir os
batimentos cardíacos fetais com o Pinard. É CORRETO afirmar que os batimentos não estão
audíveis pois:

A. Com 13 semanas, o coração fetal só é audível por meio de ultrassonografia com Doppler.
B. Nessa idade gestacional a ausculta fetal deve ser feita com o sonar.
C. Deve ter ocorrido óbito fetal.
D. O feto deve estar em apresentação anômala.
E. O útero deve ser retrovertido.

QUESTÃO 17.
Primigesta, 22 anos, com 41 semanas, internou no início da fase ativa da dilatação com
contrações moderadas e perda de tampão mucoso. Sem outras queixas. Pré-natal sem
intercorrências. Há 30 minutos, queixou-se de muita dor e solicitou analgesia farmacológica.
Foi submetida à bloqueio combinado raqui-peridural. Reavaliação após analgesia: sinais
vitais maternos normais, atividade uterina de 4 contrações moderadas de 40 segundos em
10 minutos. A avaliação da vitalidade fetal está demonstrada na cardiotocografia exibida
abaixo (figura). Toque: colo fino, centrado, dilatado 8 cm, feto cefálico, em zero de DeLee,
bolsa íntegra. Escolha a melhor conduta na assistência a este trabalho de parto.

A. Realizar ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal.


B. Promover corioamniorrexe artificial.

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C. Indicar resolução da gestação por cesárea.
D. Instituir manobras de reanimação fetal.

QUESTÃO 18.
Em relação ao Óbito Fetal Intrauterino, é correto afirmar:

A. A idade materna, a síndrome dos ovários policísticos e a gravidez múltipla são fatores
maternos associados a maior incidência de óbito fetal intrauterino.
B. As causas placentárias respondem a 5% dos casos, destacando-se descolamento
prematuro da placenta, insuficiência placentária crônica, vasa prévia e síndrome de
transfusão feto-fetal.
C. As causas maternas respondem por 50% dos casos, destacando-se plaquetopenias,
síndromes hipertensivas, diabetes e síndrome do anticorpo antifosfolípide.
D. As causas fetais respondem por 25% a 40% dos casos, destacando-se malformações,
cromossomopatias, infecções, hidropsia, aloimunização e restrição de crescimento fetal.
E. É considerado tardio quando ocorre após as 34 semanas e feto com peso igual ou
superior a 2 kg.

QUESTÃO 19.
Paciente de 23 anos, primigesta, 38 semanas, procura o pronto-socorro com queixa de
diminuição de movimentação fetal. Nega contrações, sangramentos ou perda de líquido.
Sem comorbidades, realiza seguimento pré-natal adequado. Exame físico: Bom estado
geral, PA: 110 × 70 mmHg, FC: 78 bpm. Abdome gravídico, AU: 35 cm, BCF: 142 bpm,
dinâmica uterina ausente, tônus normal. Toque vaginal: colo grosso, posterior, dilatação de
2 cm, amolecido, cefálico, bolsa íntegra. Amnioscopia com líquido claro com grumos.
Realizado o exame abaixo. Conduta a ser realizada neste momento:

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 15/27


A. Indução de trabalho de parto com ocitocina.
B. Amniotomia para verificar a presença de mecônio.
C. Indução de trabalho de parto com misoprostol.
D. Realizar estimulação fetal e nova cardiotocografia após.
E. Realização de cesárea de urgência.

QUESTÃO 20.
O caso seguinte se refere às questões 113 e 114. Primigesta de 21 anos de idade, está com
38 semanas de gestação e iniciou trabalho de parto espontâneo. O partograma e a
cardiotocografia estão apresentados a seguir. A fisiopatologia do traçado da cardiotocografia
apresentado inclui:

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 16/27


A. Compressão funicular.
B. Compressão do pólo cefálico.

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 17/27


C. Bloqueio átrio ventricular fetal.
D. Acidemia fetal.

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 18/27


GABARITO

1. A B C D E

2. A B C D

3. A B C D

4. A B C D

5. A B C D

6. A B C D

7. A B C D

8. A B C D

9. A B C D

10. A B C D

11. A B C D E

12. A B C D

13. A B C D

14. A B C D

15. A B C D E

16. A B C D E

17. A B C D

18. A B C D E

19. A B C D E

20. A B C D

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 19/27


RESPOSTAS

01. A

02. A

03. C

04. C

05. B

06. B

07. B

08. C

09. A

10. B

11. A

12. B

13. D

14. D

15. B

16. B

17. A

18. D

19. D

20. D

Medway - sofrimento fetal agudo Páginas 20/27


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