Você está na página 1de 6

Fundação Universidade Estadual do Ceará - FUNECE

Curso Pré-Vestibular – UECEVest


Fones: 3101.9658 / E-mail: uecevest_itaperi@yahoo.com.br
Av. Paranjana, 1700 – Campus do Itaperi – 60740-903 Fortaleza – Ceará

TD DE HISTÓRIA 04/05/19
PROFESSOR PEDRO RAMOS
1) (FUVEST/16) Durante a Idade Média, a civilização europeia ocidental desenvolveu uma estrutura
político-econômica denominada feudalismo. As relações de suserania e vassalagem, típicas do
feudalismo, visavam.
a) Apoiar a Igreja Católica no controle social, por meio da cavalaria.
b) Romper laços de dependência econômica dos servos em relação aos nobres.
c) Apoiar o desenvolvimento comercial por meio de alianças com burgueses.
d) Fortalecer o poder real, o que favoreceu o posterior aparecimento das monarquias.
e) Eliminar a rígida hierarquia feudal, possibilitando maior mobilidade social.

2) (UNAERP/15) - O feudalismo consiste em um conjunto de práticas envolvendo questões de ordem


econômica, social e política. Entre os séculos V e X, a Europa Ocidental sofreu uma série de
transformações que possibilitaram o surgimento dessas novas maneiras de se pensar, agir e relacionar.
De modo geral, a configuração do mundo feudal está vinculada a duas experiências históricas
concomitantes: a crise do Império Romano e as Invasões Bárbaras. A economia sofreu uma retração das
atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara
caráter subsistente.
O sistema feudal caracterizava-se:
a) Pela inexistência do regime de propriedade da terra, predomínio da economia de comércio e
organização da propriedade pública.
b) Pelo cultivo da terra por escravos com produção intensiva e grandes benefícios para os vassalos.
c) Pela aplicação do sistema assalariado e trabalho forçado dos vilões nas pequenas propriedades
senhoriais.
d) Pela divisão da terra em pequenas propriedades e utilização de técnicas avançadas de cultivo.
e) Pela propriedade senhorial da terra, regime de trabalho servil e bases essencialmente agrárias.

3) (UFF/15) - A chamada "desintegração" do Império Romano remodelou a Europa. As modificações que


ocorreram levaram à formação de uma sociedade com características próprias, conhecida como
sociedade medieval. Sobre o período da crise do Império Romano, é correto afirmar que:
a) Os povos que ocuparam o Império Romano mantiveram a estrutura política anterior, com uma divisão
equilibrada e estável das funções públicas.
b) Chamados de "bárbaros", povos como os germanos e os hunos foram responsáveis pela retomada da
atividade mercantil e pela urbanização da Europa.
c) Com o caráter de migração ou invasão, a chegada dos chamados "bárbaros", em especial germânicos,
esteve relacionada à falência do mundo escravista e à debilidade militar de Roma.
d) A população residente no antigo Império Romano integrou-se com as várias tribos germânicas
invasoras, formando as federações de Delos e do Peloponeso.
e) Os conflitos entre romanos e germanos, decorrentes das invasões, acabaram caracterizando a
denominada Guerra dos Cem Anos.

4) (UFSC/13) O Império Árabe está associado a um legado cultural islâmico secular. Assinale o significado
histórico correto da expressão islâmica que se manifesta na crise atual do Golfo Pérsico.
a)“Jihad” é a luta pela fé, pela restauração da palavra de Alá e expansão da fé islâmica.
b)“Muçulmano” é ser necessariamente árabe, ou seja, judeu.
c)“Mesquita” é o livro sagrado dos povos islâmicos.
d)“Kaaba” é aquele que pratica rezas diárias e segue o Islã.
e)“Hégira” é vocábulo árabe que no léxico português significa “tufão”.
5) (UFSC/12) Na imagem a seguir está em um mosaico da igreja de San Vitale, na cidade de Ravena, na
Itália. A figura é de influência cultural bizantina e representa o imperador Justiniano cercado de cortesãos.

Grandes Impérios e Civilizações. Grande Atlas da História Universal. Tradução da edição espanhola das
Edições del Prado. Edição 10, Fascículo 3, p. 40.
A divisão do Império Romano, em 395 d.C., fez com que o lado ocidental ficasse conhecido como
Império Bizantino, que tinha como capital a cidade de Constantinopla, e que perdurou cerca de mil anos,
até 1453 d.C., quando foi dominado pelos turcos.
Sua longa duração produziu uma civilização que deixou uma herança cultural com repercussões
significativas até os dias atuais, e uma dessas heranças é
a) O Código de Hamurábi, que é uma compilação da legislação e jurisprudência romanas e bizantinas, que
se tornou a base do Direito Civil moderno em muitos países.
b) A atitude iconoclasta contra a adoração de imagens nas igrejas, contribuição de considerável
influência sobre o catolicismo ocidental.
c) A organização de uma cultura artística laica, desvinculada da religião, especialmente na pintura dos
ícones e na arquitetura.
d) A religião cristã ortodoxa, decorrente do chamado Cisma do Oriente, devido às disputas político-
religiosas com o papado de Roma.
e) A separação entre Igreja e Estado, ardorosamente defendida pelos adeptos do Estado laico,
concepção política decisiva na formação do Estado ocidental moderno.
A religião cristã ortodoxa, decorrente do chamado Cisma do Oriente, devido às disputas político-
religiosas com o papado de Roma.

6) (Fuvest) “O sacerdote, tendo-se posto em contato com Clóvis, levou-o pouco a pouco e secretamente a
acreditar no verdadeiro Deus, criador do Céu e da Terra, e a renunciar aos ídolos, que não lhe podiam ser
de qualquer ajuda, nem a ele nem a ninguém [...]. O rei, tendo pois confessado um Deus todo-poderoso na
Trindade, foi batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ungido do Santo Crisma com o sinal
da cruz. Mais de três mil homens do seu exército foram igualmente batizados [...].”
TOURS, São Gregório de. A conversão de Clóvis. Apud. PEDRERO-SÁNCHES, M.G. História da Idade
Média. São Paulo: Ed. Unesp, 2000.
Sobre os episódios descritos no texto, é correto afirmar que
a) A conversão de Clóvis ao arianismo permitiu aos francos uma aproximação com os lombardos e a
expansão do seu reino em direção ao Norte da Itália.
b) A conversão de Clóvis, segundo o rito da Igreja Ortodoxa de Constantinopla, significou um reforço
político-militar para o Império Romano do Oriente.
c) Com a conversão de Clóvis, de acordo com a orientação da Igreja de Roma, o reino franco tornou-se
o primeiro Estado germânico sob influência papal.
d) A conversão de Clóvis ao cristianismo levou o reino franco a um prolongado conflito religioso, uma vez
que a maioria de seus integrantes manteve-se fiel ao paganismo.
e) A conversão de Clóvis ao cristianismo permitiu à dinastia franca merovíngia a anexação da Itália a
seus domínios e a submissão do poder pontifício à autoridade monárquica.

7-UEL/18: Durante o século II, o Império Romano atingiu sua máxima extensão territorial, dominando
quase toda a atual Europa, o norte da África e partes do Oriente Médio. No final do século IV, porém, essa
unidade começaria a ser desfeita com a divisão do império em duas porções: a ocidental, com a capital em
Roma, e a oriental, com a capital em Bizâncio. Nos séculos IV e V, a fragmentação territorial se
aprofundou ainda mais e o Império Romano do Ocidente acabou desaparecendo para dar lugar a diversos
reinos germânicos.
Quanto à desagregação e queda do Império Romano do Ocidente, assinale a alternativa correta.

a) O êxodo rural causado pelos ataques dos povos germânicos resultou num crescimento desordenado
das cidades, criando instabilidade e desordem política nos centros urbanos e forçando a abdicação do
último imperador romano.
b) O paganismo introduzido no Império Romano pelas tribos germânicas enfraqueceu o cristianismo e
causou a divisão entre cristãos católicos e ortodoxos, encerrando o apoio da Igreja ao imperador e
consequentemente fazendo ruir o império.
c) A língua oficial do Império Romano, o latim, ao se fundir com os idiomas falados pelos invasores, deu
origem às línguas germânicas, dificultando a administração dos territórios que se tornaram cada vez mais
autônomos até se separarem de Roma.
d) A disputa entre os patrícios romanos e a plebe pelas terras férteis facilitou a invasão do império pelos
“povos bárbaros”, pois o exército romano foi obrigado a deixar as fronteiras desguarnecidas para defender
os proprietários das terras das constantes rebeliões.
e) Com o fim das conquistas territoriais, o escravismo e a produção entraram em declínio, somado às
“invasões bárbaras” e à ascensão do cristianismo, que aceleraram a fragmentação e queda de Roma.

8)(UFAM/16) “Naquele dia santíssimo da Natividade do Senhor, quando o rei se ergueu depois de orar na
missa em frente do túmulo do bem-aventurado Pedro apóstolo, o Papa Leão colocou-lhe uma coroa na
cabeça e todo o povo dos Romanos o aclamou: ‘Vida e vitória para Carlos Augusto, coroado por Deus
grande e pacífico Imperador dos Romanos!’. E depois deste louvor foi adorado pelo apostólico à maneira
dos antigos príncipes e, posta à parte a denominação de patrício, foi chamado imperador e augusto”
(Anais Laurisenses. In PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. História da Idade Média. Textos e
testemunhas. São Paulo, Editora UNESP, 2000, p. 70-71).
Este texto remete à cerimônia de coroação de Carlos Magno, rei dos francos, como novo Imperador
romano, ato oficiado pelo papa Leão III em 25 de dezembro do ano 800. Sobre esse evento político-
religioso, envolvendo a Igreja romana e o reino franco em fins do século VIII e princípios do século IX,
analise as afirmativas a seguir:

I. A coroação de Carlos Magno por Leão III confirmava a aliança estabelecida entre o bispado de Roma e
o rei franco Pepino, o Breve, em 754, quando este teve sua própria coroação reconhecida pela Igreja
romana.
II. A coroação de Carlos Magno por Leão III foi o ato de agradecimento da Igreja romana às guerras de
conquista empreendidas pelo rei franco nos territórios muçulmanos do norte da África.
III. A coroação de Carlos Magno iniciou um processo de rompimento entre o bispado de Roma e o Império
Romano do Oriente, sediado em Constantinopla.
IV.A coroação de Carlos Magno por Leão III foi o ato de agradecimento da Igreja romana às guerras de
conquista empreendidas pelo rei franco nos territórios muçulmanos do Oriente Médio.
V. A coroação de Carlos Magno por Leão III significou a emergência do papado como verdadeiro poder, no
século IX, na medida em que a aliança com o imperador franco também possibilitou ao papado a
constituição do “Patrimônio de São Pedro” (território que atravessava a Itália central, de Roma a Ravena).
Assinale a alternativa correta:
a) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
b) Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.
c) Somente as afirmativas I, III e V estão corretas.
d) Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
e) Somente as afirmativas II, IV e V estão corretas.

9) Leia o trecho do discurso proferido por Abrahan Lincoln, presidente dos Estados Unidos, em 19 de
novembro de 1863, após a batalha de Gettysburg, durante a Guerra de Secessão: Oitenta e sete anos
atrás, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida na liberdade e
dedicada ao conceito de que todos os homens foram criados em igualdade. Estamos agora envolvidos
em uma grande guerra civil, para determinar se aquela nação ou qualquer nação concebida daquela
maneira e dedicada aos mesmos ideais, poderá perdurar. Folha OnLine. http://tools.folha.com.br –
25/02/2009 Entre os diversos fatores que contribuíram para o desencadeamento do conflito em questão é
correto assinalar:
a) No norte havia a monocultura agroexportadora e assim suas classes proprietárias de terras eram
partidárias do livrecambismo.
b) No sul a burguesia industrial considerava que suas nascentes indústrias só teriam condições de se
desenvolver mediante tarifas protecionistas.
c) A aristocracia sulista era contrária a abolição da escravidão e partidária do protecionismo, tendo
reagido ao ser contrariada pela política livre-cambista adotada por Lincoln.
d) Os industriais nortistas eram partidários da abolição da escravidão, projeto que contribuía para a
formação de um mercado interno, perspectiva prejudicada pela eleição de Lincoln que propunha o livre-
cambismo.
e) No sul havia a monocultura praticada com o trabalho escravo e destinada ao mercado externo, o que
levava a região a defender o livre-cambismo e a se chocar com o programa de governo de Lincoln que
previa a definição de tarifas protecionistas.

10) (UDESC/13) O filme “E o vento levou”, de 1939, com direção de Victor Fleming, retrata um período
da História dos Estados Unidos conhecido como a Guerra de Secessão (ou Guerra Civil Americana),
ocorrida entre os anos de 1861 a 1865.
Analise as proposições sobre este período, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Os estados que formavam os EUA estiveram envolvidos em uma sangrenta guerra (norte X sul) na qual
estava em jogo, entre outros motivos, a oposição entre a utilização do trabalho livre e o trabalho escravo.
( ) Os sulistas defendiam o fim do trabalho escravo em todo o território dos EUA, e o movimento pela
abolição dos escravos tornou-se maior durante a primeira metade do século XIX.
( ) O fim da escravidão nos EUA não significou igualdade de condições para as populações de ex-
escravos e seus descendentes, uma vez que em muitos estados dos EUA foram criadas leis
segregacionistas, como, por exemplo, a que separava negros de brancos em espaços públicos como
ônibus, banheiros, bares e restaurantes.
( ) Além da divergência sobre a escravidão, outros temas que opunham os estados do Norte aos do Sul
referiam-se às tarifas sobre importação, ao acesso a novas terras localizadas a oeste, à atuação do
governo federal em relação ao sistema bancário e ao sistema de transportes.
a)V – F – F – F
b)F – F – F – V
c)F – F – V – V
d)V – F – F – V
e)V – F – V – V
11) (UEPB/12) "... Um operário desenrola o arame, o outro o endireita, um terceiro corta, um quarto o afia
nas pontas para a colocação da cabeça do alfinete; para fazer a cabeça do alfinete requerem-se 3 ou 4
operações diferentes, ..."
SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Investigação sobre a sua Natureza e suas Causas. Vol. I. São
Paulo: Nova Culturas, 1985.

A respeito do texto e do quadrinho são feitas as seguintes afirmações:


I. Ambos retratam a intensa divisão do trabalho, à qual são submetidos os operários.
II. O texto refere-se à produção informatizada e o quadrinho, à produção artesanal.
III. Ambos contêm a ideia de que o produto da atividade industrial não depende do conhecimento de todo o
processo por parte do operário.

Dentre essas afirmações, apenas


a) I está correta.
b) I e III estão corretas.
c) III está correta.
d) I e II estão corretas.
12) (Uece) "Na manufatura e nos ofícios, o trabalhador serve-se dos instrumentos; na fábrica, ele serve a
máquina. No primeiro caso, ele é quem move o meio de trabalho; no segundo, ele só tem que acompanhar
o movimento. Na manufatura, os trabalhadores são membros de um mecanismo vivo; na fábrica são
apenas os complementos vivos de um mecanismo morto que existe independente deles."
(Karl Marx, "O Capital".)
Estas críticas de Marx ao sistema industrial nos revelam algumas das transformações por que passava a
economia capitalista na metade do século XIX. Sobre estas transformações, é correto afirmar que:
a) A manufatura e a fábrica permitiam um enorme aumento da produtividade industrial, o qual se
beneficiaram os trabalhadores, pois passaram a trabalhar menos com maiores ganhos salariais.
b) A fábrica dispensa o trabalho manual, executando todas as tarefas através de máquinas e o trabalhador
passa a ganhar seu salário sem trabalhar.c) O aumento da produtividade industrial só foi possível pelo
aumento da carga de trabalho (mais quantidade e maior intensidade) imposta aos operários pelos
sindicatos, na tentativa de obter salários maiores.
d) O desenvolvimento do sistema fabril, com a introdução de máquinas sofisticadas e o aprofundamento
da divisão do trabalho, permitiu um incrível aumento de produtividade às custas da desqualificação dos
ofícios manuais.

13) (Pucrj/15) Ao longo do século XIX, diversos países praticaram uma política de expansionismo
imperialista que interferiu na trajetória histórica de sociedades em todos os continentes. Sobre esse
processo, assinale a única alternativa correta.
a) O expansionismo, nesse momento, estava associado ao desenvolvimento da industrialização e à
expansão do capital financeiro, o que significava ampliar o mercado consumidor, garantir o controle sobre
áreas fornecedoras de matérias-primas estratégicas e encontrar novas áreas de investimento.
b) A principal justificativa desse expansionismo foi a ideia de civilização, tendo os povos conquistados
acolhido os conquistadores como seus salvadores frente a um destino de pobreza e miséria.
c) A relação econômica entre a metrópole e a colônia estava baseada na pratica do monopólio comercial
que os primeiros exerciam sobre os segundos.
d) O controle das áreas coloniais nesse momento obedecia a uma lógica econômica e, por isso, não houve
significativos deslocamentos de população entre as regiões metropolitanas e coloniais.
e) A resistência ao colonialismo no século XIX foi vitoriosa, pois as populações locais conseguiram
articular alianças políticas e militares que impediram a vitória das potências industriais.

14) (Uerj /13)

Na década de 1930, foi publicada a primeira edição da história em quadrinhos em que o personagem
Tintim, um jovem repórter belga, faz uma expedição ao Congo, colônia do seu país na época.
Com base nas imagens e nos diálogos apresentados, nota-se que Tintim simbolizava as práticas de
colonização europeia na África, associadas à política de:
a) Integração étnica
b) Ação civilizadora
c) Cooperação militar
d) Proteção ambiental
15)( Mackenzie/09) A primeira metade do século XX foi marcada por conflitos e processos que a
inscreveram como um dos mais violentos períodos da história humana.
Entre os principais fatores que estiveram na origem dos conflitos ocorridos durante a primeira metade do
século XX estão:
a) A crise do colonialismo, a ascensão do nacionalismo e do totalitarismo.
b) O enfraquecimento do império britânico, a Grande Depressão e a corrida nuclear.
c) O declínio britânico, o fracasso da Liga das Nações e a Revolução Cubana.
d) A corrida armamentista, o terceiro-mundismo e o expansionismo soviético.
e) A Revolução Bolchevique, o imperialismo e a unificação da Alemanha.

16) (Unesp) A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) resultou de uma alteração da ordem institucional
vigente em longo período do século XIX. Entre os motivos desta alteração, destacam-se:
a) A divisão do mundo em dois blocos ideologicamente antagônicos e a constituição de países
industrializados na América.
b) A unificação da Alemanha e os conflitos entre as potências suscitados pela anexação de áreas coloniais
na Ásia e na África.
c) O domínio econômico dos mercados do continente europeu pela Inglaterra e o cerco da Rússia pelo
capitalismo.
d) A oposição da França à divisão de seu território após as guerras napoleônicas e a aproximação entre a
Inglaterra e a Alemanha.

GABARITO QUESTÕES
1-D 2-E 3-C 4-A 5-D
6-C 7-E 8-C 9-E 10-E
11-B 12-D 13-A 14-B 15-A
16-B

Você também pode gostar