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[INSERIR NOME DA UNIVERSIDADE]

SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA


[INSERIR NOME DO CURSO]

NOME DO ALUNO

PROJETO DE ENSINO
EM [INSERIR NOME DO CURSO]

Cidade
2020
Cidade
2020
Cidade

Cidade
Ano
NOME DO ALUNO

PROJETO DE ENSINO
EM [INSERIR NOME DO CURSO]

Projetode Ensino apresentado à [inserir nome


da universidade], como requisito parcial à
conclusão do Curso de [inserir nome do Curso].

Docente supervisor: Prof.[Inserirnome do


coordenador do curso]

Cidade
Ano
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO..............................................................................................................3
1 TEMA.....................................................................................................................4
2 JUSTIFICATIVA.....................................................................................................6
3 PARTICIPANTES...................................................................................................8
4 OBJETIVOS...........................................................................................................9
5 PROBLEMATIZAÇÃO..........................................................................................10
6 REFERENCIAL TEÓRICO..................................................................................11
7 METODOLOGIA..................................................................................................17
8 CRONOGRAMA...................................................................................................18
9 RECURSOS.........................................................................................................19
10 AVALIAÇÃO.........................................................................................................20
CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................21
REFERÊNCIAS...........................................................................................................22
3

INTRODUÇÃO

Atualmente, em âmbito nacional, discute-se a Fundação Curricular Comum


Nacional (BNCC) proposta pelo Ministério da Educação (MEC) para a educação
infantil e demais níveis da educação básica. Este é um documento que ainda não
entrou em vigor e está sendo construído por meio de ferramentas virtuais que
permitem a participação relativa da sociedade. É importante notar que o processo de
construção de uma base curricular comum nacional não é voluntário. Para
importantes intelectuais e profissionais que estudam as políticas públicas de
educação infantil no Brasil, o BNCC pode trazer consequências indesejáveis.
Não pelo conteúdo da proposta em si, como se configurou no momento da
elaboração, mas porque permite ao governo não utilizar a discussão e a aprovação
da fundamentação curricular voltada para a produtividade e avaliação em larga
escala, obrigando todo o país em se ter uma educação considerada eficaz e legal
desde a primeira infância.
Paralelamente às questões políticas e ideológicas envolvidas, em primeiro
lugar, este projeto de pesquisa visa encontrar os fundamentos teóricos do BNCC por
meio de reflexões sobre a evolução conceitual do campo da educação infantil.
Conforme declarado em seus documentos oficiais. Em segundo lugar, a
pesquisa buscará determinar a contribuição da sociologia infantil, da educação
artística ou de outras áreas do conhecimento propostas na proposta do BNCC. Caso
estejam ausentes, ainda vale a pena explorar o diálogo com essas áreas, buscando
ampliar o entendimento da proposta, e agregar seu significado e interpretação
podem levar a novas formas de trabalho em creches.
Por fim, uma vez aprovado o BNCC, a pesquisa buscará observar o real
impacto que ele pode ter no ensino de creches da área, observar como ele é
compreendido e a experiência que está acontecendo em última instância, ou seja, as
crianças estão realmente experiência. Caso a proposta não seja aprovada, ainda é
possível estudar o possível impacto do debate no contexto institucional.
1 TEMA

Esta pesquisa irá retratar sobre “Os campos de experiência da BNCC na


educação infantil”, onde foi-se estabelecido cinco campos de experiência na
educação infantil para mostrar o que é a experiência básica de aprendizagem e
desenvolvimento das crianças. O documento enfatiza os conceitos, habilidades,
atitudes, valores e emoções que as crianças devem desenvolver de 0 a 5 anos
de idade, e se esforça para proteger os direitos de aprendizagem de bebês e
crianças pequenas. Ou seja, o conhecimento acompanha a vivência de cada
criança no convívio com o ambiente escolar.
Portanto, a organização desses campos visa apoiar o professor no
planejamento de sua prática deliberada. Com isto, as atividades recomendadas
para as crianças devem ser cuidadosamente planejadas, e o cuidado em si não
pode ser mecânico.
Em outras palavras, é importante que a prática do professor seja
diretamente voltada para as necessidades e interesses da criança, para que a
experiência se transforme em uma experiência que realmente tenha um
propósito educacional.
Para facilitar a compreensão da estrutura da educação infantil hoje, pode-
se aproximar a arquitetura do conceito de nortear a construção de casas. O Guia
Curricular Nacional representa a cobertura e traz um importante referencial
teórico para o desenvolvimento do BNCC, que nos exemplos citados substitui o
solo ou fundação estrutural, como o nome sugere. Porém, as paredes da casa
ainda precisam ser construídas, e são os assuntos discutidos pelas redes
estaduais e municipais, pelos gestores e educadores de cada escola.
Com isso, os educadores fortaleceram a ideia que precisa ser
disseminada e compreendida pelos professores em todo o território nacional, ou
seja, a fundação não é um documento de orientação ensino / ensino. Seus
objetivos específicos não devem ser vistos como uma lista de verificação, mas
simplesmente incorporados à vida escolar diária. O eixo interação e jogo e o
campo de experiência criam uma estrutura para a implementação deste
conceito, de fato, para a efetivação dos direitos de desenvolvimento e
aprendizagem das crianças. Isso permite até que os professores tenham
autonomia para planejar suas atividades, mas tenham uma compreensão mais
clara da aprendizagem que precisa ser apoiada em cada etapa.
2 JUSTIFICATIVA

A proposta desta pesquisa apresenta a educação infantil pelo BNCC com


visão de sistematizar muitas questões neste campo relacionadas à necessidade
de atualizar e expressar sua complexidade epistemológica, mas para isso é
necessário compreender seu embasamento teórico.
Há uma preocupação generalizada de que as pessoas terão que
questionar práticas amplamente aceitas e desconstruir a noção de estabilidade
nelas, tornando a discussão infeliz. Então põe-se de lado a discussão, as leis e
sistemas impostos às instituições de ensino mais ou menos elevadas na
hierarquia governamental, mas quase sempre com o mesmo status quo referido
por Sousa Santos (2015). Ou seja, se a base não trouxer outros benefícios, ela
pode pelo menos tirar da zona de conforto as pessoas que nela estiveram
descansando desde o RCNEI.
O documento introdutório do BNCC apontava em sua seção sobre
educação infantil que buscava se livrar do modelo de ajuda e educação
dominante na região, tratando as crianças como “sujeitos históricos e de direitos
que brincam, (...) observação, vivência, narrativa, questionar e construir sentido
(...) cultura de produção” (MEC, 2015), pensando em uma criança ativa. Ao
mesmo tempo, destacou que “nesta fase, as reações das crianças ao mundo
são fortemente guiadas pelas suas emoções” (MEC, 2015), o que as coloca
numa posição mais passiva.
No curioso título, a palavra “brincar” aparece sete vezes no documento, e
a palavra “brincadeira” aparece dezessete vezes (incluindo a parte que envolve
o ensino fundamental I). No entanto, na maioria das vezes, ela aparece na
descrição dos seis direitos de aprendizagem (vida, jogo, participação,
exploração, comunicação e compreensão mútua) e na descrição do conteúdo do
domínio do conhecimento (linguagem, matemática, humanidades e ciências
naturais).
Pretende-se que esses conteúdos sejam inseridos no denominado campo
de experiência, que “engloba determinadas práticas sociais e culturais da
comunidade e as diversas linguagens simbólicas nela existentes” (MEC, 2015).
Disto isto, a justificativa do projeto de pesquisa é fornecer uma síntese da
bibliografia básica da pesquisa, e a pesquisa sugere trabalhar com a
fundamentação teórica e o escopo conceitual da Proposta da Fundação
Nacional de Currículo Comum para a Educação Infantil.
3 PARTICIPANTES

Neste trabalho, enfatiza-se a importância do campo de experiência


contido no BNCC.A partir da metodologia e da utilização de materiais
específicos, o objetivo é proporcionar às crianças o direito de aprender por meio
da interação e da brincadeira, o que garante o BNCC. Para atingir este objetivo,
desenvolvemos uma série de atividades através de um plano curricular
estruturado que inclui materiais específicos para dar às crianças a oportunidade
de vivenciarem diferentes experiências e aprenderem à sua maneira,
construindo assim aprendizagem e autonomia na sua relação, se for considerou
este sujeitos ativos e participantes no processo de ensino e aprendizagem.
Portanto, nesse sentido, elogia-se a importância de trabalhar com bebês e
crianças pequenas em ambiente de creche, utilizando materiais específicos para
construir o sentido da aprendizagem, pois as crianças dessa faixa etária
precisam se manipular para compreender o mundo ao seu redor de acordo com
a teoria de Pia Jie sobre o quatro fases cognitivas do desenvolvimento infantil
(1896-1980), através dos seus sentidos, desenvolvendo assim a sua imaginação
e memória.
4 OBJETIVOS

A Proposta de Educação Infantil do BNCC afirma que as áreas de


conhecimento - linguagem, matemática, ciências humanas e ciências naturais -
devem ser cobertas pela organização de cursos no campo da experiência.
A pesquisa deste projeto visa compreender os fundamentos teóricos da
proposta da Base Curricular Comum da Educação Infantil Nacional; verificar se
os documentos anteriores apresentam alterações conceituais importantes;
buscar contribuições de outras áreas do conhecimento em suas explicações,
que não são áreas existentes na história - Por exemplo, psicologia,
psicopedagogia, psicanálise e pedagogia relacionada; por último, mas não
menos importante, se aprovado, observe o BNCC para uma ou mais
organizações que prestam serviços a crianças de 3 anos e 11 meses. A
influência da prática docente. Se não for aprovado, o impacto do debate atual no
mesmo contexto também é interessante.
5 PROBLEMATIZAÇÃO

Como problematização para esta pesquisa, tomou-se como base a seguinte


hipótese: “O que é a Organização Curricular da Educação Infantil por campos de
experiências?”
E com isto, buscou-se responder que a Base Nacional de Currículo Comum
propõe um novo arranjo para a etapa da educação infantil: o campo da experiência.
Essa ideia leva em conta que bebês e crianças pequenas aprendem e se
desenvolvem por meio da vivência cotidiana, que deve ser planejada de forma
consciente pelo professor.
A Base Nacional Curricular Comum (BNCC) é uma importante ferramenta de
orientação para o trabalho docente. Portanto, o campo de experiência do BNCC é
propício ao amplo desenvolvimento das crianças: movimento, linguagem, cognição e
emoções sociais.
Com isto, buscou-se averiguar a partir da questão norteadora que com a
aprovação do BNCC, as crianças sob custódia naturalmente contêm atenção no
discurso, que servirá de base, mas para o conhecimento ambiental, a prática
educativa devendo estar atenta a princípios como as relações. Dessa forma, o
método de confecção dos documentos seguido pelo BNCC centra-se no enunciado
no contexto em que foram descobertos, indicando a possibilidade de formação
(FOUCAULT, 2016). Isso permitirá que se descubra o tema para verificar a natureza
do discurso onde com base está descrito em documentos que orientam o BNCC e a
educação infantil, em conhecimentos, interesses e sugestões pedagógicas atuais
direcionados e correspondentes ao texto oficial.
6 REFERENCIAL TEÓRICO

Sabe-se que a Constituição Federal de 1988 é uma das contribuições


mais valiosas para a proteção dos direitos da criança, pois é fruto de amplas
discussões e participação pública. O Artigo 208 diz o seguinte: As obrigações
educacionais do estado são garantidas pelo seguinte:
IV- Oferece creche e pré-escola para crianças de 0 a 5 anos. Pensando
nisso, a Constituição Federal de 1988 também definiu a educação infantil como
um direito da criança e uma opção da família.
Além da Constituição Federal, também podemos nos referir à Lei da
Infância e da Juventude, à Lei da Comissão Econômica para a África, às
Diretrizes da Educação Nacional e à Lei Básica - LDBEN, que estabelece a
educação infantil como primeira etapa da educação básica, e O faixa etária,
creche (crianças menores de três anos) e pré-escola (crianças entre quatro e
cinco anos) são discriminadas de acordo com os padrões relevantes. A
avaliação de crianças nesta fase da educação é proibida, e o objetivo é
promover a inscrição para Educação básica.
De acordo com (BRASIL, Lei 9.394 / 96, Art. 31, Inc. I) e o Referencial
Curricular Nacional da Educação Infantil-RCNEI-Guia Curricular Nacional para a
Educação Infantil-DCNEI, o estabelecimento de princípios morais, políticos e
estéticos, e a recente base curricular geral nacional - BNCC, traz seis direitos de
aprendizagem que devem ser garantidos a todas as crianças que vivem nos
espaços dessas instituições de ensino, a saber: conviver, brincar, participar,
explorar, comunicar e compreender-se.
Este documento também cobre áreas de experiência e aprendizagem,
que consideram as crianças como sujeitos de direitos no centro de educação,
incluindo o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento. Portanto, de acordo
com a Fundação Curricular Geral Nacional-BNCC Brasil (2017, p.35)

A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância,


trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o
desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações a
brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível
identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das
frustações, a resolução de conflitos e a regulação das massas.

Portanto, o direito à aprendizagem mencionado no artigo é essencial para


a capacidade das crianças de desenvolver e construir um significado sobre si
mesmas, os outros e o mundo em que vivem. Saber utilizar diferentes
linguagens na vida escolar e construir a sua identidade pessoal, social e cultural
através da vivência no seu ambiente familiar, construir a sua própria imagem e
ampliar a interação com os grupos a que pertence.
Ressalta-se que nas brincadeiras as crianças interagem com outras e
compartilham seus conhecimentos com as crianças que brincam, ou seja, as
brincadeiras são consideradas um fato social, um espaço privilegiado de
interação das crianças e a composição do sujeito infantil. é o principal produto
humano e produtor histórico e cultural. Para Angotti (2006, p. 106), “o direito de
brincar é considerado um dos direitos civis, assim como o direito à cultura, à
arte, ao esporte e ao lazer”. Ainda Angotti, (2006) destacou que no jogo os
professores podem intervir no ensino de acordo com as atividades e ações em
curso da enfermagem e da educação, com o objetivo de promover o
desenvolvimento integral das crianças.
Segundo DCRNEI (2018), o brincar é a principal atividade das crianças
porque é essencialmente brincar, mas é um recurso privilegiado na construção
da cultura infantil. E, ainda segundo DCRNEI-Brasil (2018, p. 34)

[...] as brincadeiras precisam acontecer em situações significativas e


ricas, nos contextos diversificados das instituições, a partir de atitudes
sistemáticas de observação, escuta atenta das crianças e práticas que
pensem a criança em sua globalidade e complexidade, havendo,
portanto, a mediação do adulto ou de outras crianças, já que essas
interações configuram-se em processos

Diante dessa hipótese, partimos do pressuposto de que, com o apoio do


Guia Nacional de Currículo da Educação Infantil, a Common National Curriculum
Foundation propõe um currículo de educação infantil, que é organizado de
acordo com o campo de experiência com base no direito à aprendizagem e à
criança. desenvolvimento e tem cinco campos de experiência, a saber: Eu, os
outros e nós; corpo, gestos e movimentos; traços, sons, cores e formas; ouvir,
falar, pensar e imaginar; espaço, tempo, quantidade, relacionamento e
transformação.
Todos esses campos se entrelaçam na prática cotidiana de forma
abrangente, tendo os jogos e a interação como foco do processo educacional,
permitindo que as crianças e seus pares mergulhem nele, compartilhando
múltiplas linguagens, conhecimentos sociais e culturais por meio de diversas
experiências adquiridas no. relação com a natureza, na convivência interação no
contexto em que está inserida.
As crianças são pessoas ativas e criativas, expressam em seus jogos as
diversas formas que aprendem no cotidiano escolar e fora das instituições de
ensino. Essas ações fazem parte do conhecimento escolar das crianças e
devem ser abordadas na proposta curricular da pré-escola como ponto de
partida para o desenvolvimento integral da criança.
Portanto, as crianças estão no centro do planejamento curricular, ou seja,
são sujeitos de direitos, que estabelecem suas identidades pessoais e coletivas
por meio do brincar, da imaginação e da fantasia nas interações e relações
vivenciadas no cotidiano escolar. Portanto, é importante considerar que no
processo social da criança e de todos ao seu redor, ela deve considerar sua
particularidade, estilo de vida e modo de pensar.
A área de atuação do BNCC é uma área de desenvolvimento que deve
ser realizada durante a educação infantil, e seu funcionamento é semelhante ao
dos componentes curriculares do ensino fundamental e médio.
Portanto, eles desenvolveram um conjunto de diretrizes para estabelecer
as competências e habilidades como os objetivos do estágio escolar. Isso
significa que a creche não deve ser apenas um local de atendimento básico para
os pais no trabalho, mas também incluir atividades lúdicas e educativas voltadas
para a aprendizagem dos alunos desde a mais tenra idade.
Em uma expansão dos antigos três pilares da educação infantil e da
prática pedagógica - cuidar, educar e brincar, a nova base curricular comum
estabeleceu cinco áreas de experiência. De acordo com o próprio documento do
BNCC, os componentes curriculares dessas áreas de ensino e as seguintes
etapas são: “Todos os alunos devem desenvolver um conjunto de aprendizagem
básica orgânica e gradual em todas as etapas e modalidades da educação
básica para garantir seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento”.
Entre as áreas de experiencia, temos:
 Eu, o outro e nós
Inclui-se áreas onde se inicia a busca por identidades individuais e
coletivas. Nesta fase, os professores precisam estar atentos à função social da
escola, ajudar a estabelecer uma boa relação com as diferenças e compreender
as consequências negativas do preconceito e da discriminação.

Formulários:
Bebês (0 a 1,5 anos) - promovem a autoconsciência física por meio de
atividades como virar-se sozinho e brincar no espelho;
Crianças bem pequenas (de 1,5 anos a 3 anos e 11 meses) - usam
brinquedos rotativos para aprender a se unir, propor atividades de imitação e
compreender as características físicas;
Crianças (4 a 5 anos e 11 meses) - ouvem histórias sobre a cultura e os
costumes de diferentes grupos étnicos, jogos de equipe e recordam memórias
para encorajar a apropriação indébita de sua própria história.

 Corpo, gestos e movimentos


Aqui, o professor deve estimular as crianças a se conscientizarem do
papel da música no desenvolvimento humano, do próprio corpo e da
possibilidade de se exercitarem para uma vida mais saudável. Portanto, o
campo é dedicado a atividades e jogos que integram o físico, o emocional e a
linguagem.

Formulários:
Bebês - promovem situações que estimulam o contato com outras
crianças, animais e adultos para que possam observar os movimentos do corpo
e estimular a autonomia, como usar os brinquedos com as próprias mãos e
colocar a colher na boca;
Crianças muito pequenas - aplicativos que ajudam a explicar conceitos
como velocidade, intensidade, subir / descer, perto / longe e outras atividades. E
propor jogos envolvendo escalada, escalada, salto e equilíbrio;
As crianças imitam robôs, zumbis e outros personagens imaginários para
exercitar sua inteligência física, aulas de dança, pantomima, drama, esportes e
muito mais.

 Traços, sons, cores e formas


Isso se refere ao campo de experiência da expressão artística. Os
professores do jardim de infância precisam trazer várias expressões do mundo
da arte para a sala de aula, como música, pintura e dança. Portanto, ajudam as
crianças a desenvolver a consciência estética e crítica, bem como a liberdade de
criação.

Formulários:
Bebês batendo palmas e acompanhando música batendo em objetos,
permitindo que os bebês estudem objetos como lápis, carvão e papel;
As crianças muito pequenas criam sons com diferentes objetos e
instrumentos musicais, exploram argila e argila de modelagem para descobrir
texturas e formas e aprendem jogos de canto e canções;
Crianças - expliquem a diferença entre graves e agudos, fortes e fracos,
curtos e longos, apliquem atividades de confecção de brinquedos inspiradas no
artesanato local etc.

 Ouça, fale, pense e imagine


Os professores devem estar cientes de que as crianças estão expostas às
estruturas de linguagem mais complexas na escola. Portanto, eles devem adotar
esse método para se familiarizarem com a oralidade e a escrita por meio de
contação de histórias e cartas.

Formulários:
Bebês mostram canções com letras e ações, parlendas e contos;
As crianças muito pequenas praticam contos de histórias, fazem teatro de
fantoches, criam esquetes e aconselham-nos a contar histórias simples;
Crianças - mantenham um projeto de leitura, mostrem as letras do
alfabeto, sugiram histórias e criem poemas.

 Espaço, tempo, quantidade, relacionamento e transformação


O último campo de experiência está relacionado ao mundo cultural físico
e social. Através da brincadeira, as crianças não apenas percebem a
diversidade social e cultural existente, mas também aprendem a manipular
objetos físicos e explorar o ambiente circundante.
Exemplos de aplicação:
materiais de exibição para bebês fornecem experiências sensoriais
diferentes, como lanternas (brilho), cubos de gelo (temperatura), gelatina
(consistência), grãos de arroz (textura);
crianças muito pequenas ensinam areia, solo, água e outros elementos,
através da brincadeira para promover o espaço de consciência, empilhar objetos
de grandes a pequenos, classificar brinquedos por cor etc.;
crianças exploram materiais como argila ou argila de modelagem para
criar diferentes figuras tridimensionais e observar mudanças naturais, como
aquelas no crescimento da planta do jardim, estabelecendo o conceito de
distância, comprimento e qualidade etc.

A principal vantagem de compreender o BNCC e suas recomendações no


campo da experiência é usá-lo como uma ferramenta para que os professores
ajudem as crianças a alcançar um amplo desenvolvimento. Cada campo é
propício para um aprendizado importante de habilidades motoras, habilidades
sociais, emocionais e de linguagem, e habilidades cognitivas.
Além disso, o BNCC é usado como um parâmetro público. Portanto,
mesmo em caso de transferência, a estimulação das crianças é contínua,
independentemente de sua posição no território nacional. Afinal, todas as
escolas têm uma meta de ensino unificada.
7 METODOLOGIA

O projeto de pesquisa recomenda uma investigação qualitativa. Segundo


Gonzaga (2006), quando se verifica a abrangência da questão de pesquisa e a
complexidade do objeto de pesquisa, este tipo de pesquisa é adequado porque
pode apresentar diversidade metodológica e permitir maior flexibilidade na
análise dos dados; abrange aspectos que não podem ser quantificado (como
significado, motivação, aspirações, crenças, valores e atitudes); trata o contexto
e os participantes da pesquisa como um todo, enquanto usa as pessoas como
seu próprio quadro de referência; permite que os pesquisadores se tornem
artesãos, não um escravo do programa. Além disso, a pesquisa qualitativa
pressupõe que o pesquisador tende a viver em um ambiente único, se deixa
modificar pelo objeto de pesquisa e utiliza métodos humanísticos não invasivos
que respeitam as restrições pessoais e socioculturais dos participantes.
O método deve abranger a revisão bibliográfica da literatura sobre gestão
curricular da educação infantil (Lankshear & Knobel, 2004 p.57) e os autores aí
mencionados, bem como autores das áreas de sociologia infantil, educação
artística, estudos culturais, ou outras ao longo do processo outras pessoas que
se mostrem relevantes e constituam referência aplicável à educação infantil.
Dados escritos, orais e observacionais (Lankshear & Knobel, 2004 p.150)
devem ser obtidos por meio de registros textuais (como diários de campo e
entrevistas com professores e pesquisadores), gravados em áudio e / ou vídeo,
para gerar materiais analíticos para o estude. As observações de campo podem
ser realizadas em uma ou mais organizações que atendem crianças de 0 a 3
anos para verificar sua relação com o BNCC e as recomendações do curso de
Campos de Experiência.
Assim como os autores citados acima, levará em conta artigos e
publicações oficiais relatadas sobre o tema, através do Google Acadêmico e
SCIELO, afim de confiabilidade e legibilidade das informações aqui prestadas.
8 CRONOGRAMA

Atividade Ano 2021


jan fev mar abr Mai jun jul Ago set out nov dez
Levantamento  X  X  X                  
bibliográfico
Pesquisa qualitativa        X                
Produção do texto          X  X            
Apresentação dos              X          
resultados e
discussão
Conclusão                X        
Formatação Geral                  X      
Revisão geral                    X    
Apresentação                    X  
9 RECURSOS

Para feitura deste projeto, teve-se uso dos recursos abaixo:


Consumíveis: canetas, lápis, pastas, tintas, pincéis etc.
Materiais permanentes: computadores, câmeras, gravadores, microfones,
câmeras etc.
Estes itens foram consumidos durante a execução do projeto, em viés de
visitas a bibliotecas e anotações de ideias no momento da feitura de
brainstorming, assim como para mantimento física em virtude de lembrança e
guia no momento da elaboração do trabalho final.
10 AVALIAÇÃO

Por se tratar de um estudo teórico, os dados obtidos serão organizados e


classificados de acordo com o referencial teórico do trabalho a fim de realizar
uma análise permanente e sistemática do conteúdo.
A análise será feita não apenas no final, mas também ao longo do
processo para ajudar a mudar de direção e determinar o método apropriado para
executar etapas específicas. A teoria parafraseada baseada em dados
publicados não será a única referência para a análise dos dados obtidos, mas a
flexibilidade de sua proposta atende às necessidades de pesquisa descritas
neste projeto.
No entanto, flexibilidade não significa falta de rigor. É importante
sistematizar a análise de teórica para gerar conhecimento. Desta forma, a
descrição detalhada da ficha de referenciais teóricos, instrumentos de
observação como apoio e identificação do autor será de grande ajuda para a
análise dos dados obtidos. Em virtude disto, prevê-se um trabalho cuja avaliação
será muito boa, e os resultados serão importantes para o base acadêmica.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Entendemos a infância como uma construção histórica, social e cultural,


respeitamos as particularidades das crianças e fazemos com que elas se sintam
integradas ao ambiente escolar. A criança é uma pessoa social e tem direito a ser
cuidada e educada em todos os aspectos, portanto, é necessário que ela reconheça
a diversidade, conviva com diferentes grupos culturais e ocupe um amplo espectro
por meio da interação e de diferentes ambientes. Aprendendo sobre você e os
outros. Dessa forma, as crianças estão desenvolvendo sua linguagem falada, bem
como suas habilidades de pensamento, audição e socialidade durante as
brincadeiras, por meio da linguagem corporal, da expressão, da vivência e da
interação com o mundo e de ações além de sua imaginação.
O texto permite compreender a relevância da organização curricular da
educação infantil proposta a partir das cinco áreas de vivência, vivenciadas
mutuamente claras e pautadas na base curricular comum nacional, pois a interação
e os jogos são a base da prática docente e orientam a primeira infância. educação,
porque as crianças. Aprender a brincar em ambientes diferentes é uma forma única
de expressão e interação com os outros.
Portanto, este estudo constatou que as crianças constroem seus
conhecimentos por meio da interação com as pessoas e o meio em que vivem, entre
elas, o brincar é a principal atividade lúdica essencial para essa faixa etária,
relacionando a socialização com o cotidiano da instituição.
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