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MBA Projeto e Construção de Estruturas Metálicas e de Madeira

Falhas e Patologias em Estruturas Metálicas

MÁRIO CÉSAR DOS REIS RIBEIRO


marioribeiroeng@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/0765518200374048
MBA Projeto e Construção de Estruturas Metálicas e de Madeira

FORMAÇÃO:

 Extensão Universitária em Engenharia Civil, Universidade de Coimbra, UC, Portugal.


 Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Campina Grande, UFCG.
 Especialização em MBA Proj. Execução e Controle em Estruturas e Fundações, IPOG.
mariocesarr
 Mestrado em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco.

PUBLICAÇÕES:

 Análise da relação vão x altura de vigas metálicas mistas já executadas. REVISTA ESPECIALIZE, v.
01/2017, p. 12.
 Análise numérica e experimental de vigas metálicas submetidas à proteção externa –
CONSTRUMETAL 2019, São Paulo.
 Análise numérica e experimental de vigas metálicas submetidas à proteção externa – XII
Congresso de Construção Metálica e Mista, UC, Universidade de Coimbra, Coimbra , 2020.
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ATUAÇÃO PROFISSIONAL :

 Coordenador do departamento de
Engenharia, desde 2014, da
empresa Vão Livre – Estruturas
Metálicas;
 Professor de Engenharia Civil,
desde 2019, na UNIFACISA
Centro Universitário;
 Execução de perícias técnicas e
Elaboração de Laudos;
 Mais de 600 obras executas em
todo o Brasil.
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2020 2015 2016 2008


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2003 2004 2009


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Questão norteadora

• Formação de grupos para desenvolvimento da questão norteadora.

• No seu entendimento quais são as patologias mais recorrentes em estruturas


metálicas, e porque ?

• No seu entendimento, como é possível evitar o surgimento de tais patologias?


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EMENTA

• Corrosão: tipos de corrosão;

• Origem das patologias: concepção estrutural, fabricação, montagem, utilização e manutenção;

• Tipos de falhas: falha no gabarito de furação; furos não previstos no projeto; falta de parafusos na
conexão; dimensionamento de elementos; incompatibilidade de projetos estruturais de concreto e
metálico; falta de concordância em emendas; detalhamentos incompatíveis;

• Manutenção e recuperação;

• Laudos Técnicos.
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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I: CORROSÃO UNIDADE III: TIPOS DE FALHAS


(sexta-feira – noturno) (sábado – vespertino)
1.1. Corrosão 3.1. Patologias por Ligações

1.2. Tipos de corrosão 3.1. Patologias por sistemas estruturais

3.2. Patologias por fabricação

UNIDADE II: PREVENÇÃO CONTRA CORROSÃO 3.3. Patologias por Montagem e incompatibilidades com
estruturas de concreto
(sábado – matutino)
3.4. patologias de sistemas associados.
2.1. Tratamento anti-corrosão

2.2. Pintura UNIDADE IV: LAUDOS E RECUPERAÇÃO

2.3. Galvanização (Domingo – matutino)


4.1. Laudos técnico
2.4. Prevenção de corrosão por detalhamento
4.2. Falhas Estruturais

4.3. Discussões e Avaliação


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“Uma pessoa inteligente aprende com seus erros, uma pessoa


sábia aprende com os erros dos outros”.
(Augusto Cury)
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ORIGEM DAS PATOLOGIAS


- A tendência da industrialização vem sendo anunciada a bastante tempo na construção civil;
- Perspectiva de retomada do mercado nos próximos anos.

Fonte: Cenário dos fabricantes de estruturas em aço 2020 - CBCA


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- Em épocas de grandes volumes de construções as patologias são mais recorrentes;


- Em épocas de pequenos volumes nas construção observamos também um maior volume de ocorrências.
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- Vimos a importância do estudo das patologias. Dessa forma é importante o entendimento das principais
fontes de patologias no nosso caso em estruturas metálicas;

• Segundo estudo realizado por Messeguer (1991), conforme


vemos na Figura 1, é na fase de desenvolvimento do projeto
onde está a principal origem da maioria das patologias
detectadas em construções metálicas.

• Mckaig (1962) aponta que os surgimentos de patologias em


edificações, no geral, têm sua origem devido a três fatores:
• IGNORÂNCIA,
Figura 01 – Motivos para a origem de • DESCUIDO
patologias em estrutura metálicas
• COBIÇA DO HOMEM.
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Ainda analisando o gráfico da Figura 1, é valido ressaltar que


nem sempre as patologias surgem na fase de construção ou
projeto, temos 11% de surgimento das patologias por
utilização indevida.

Tornando esse conhecimento sobre as principais patologias


difundido, podemos erradica-los nas próximas gerações de
construções metálicas.

Figura 01 – Motivos para a origem de


patologias em estrutura metálicas
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PRINCIPAIS PATOLOGIAS NAS CONSTRUÇÕES EM AÇO


- Qual a principal patologia em estruturas de aço na sua opinião ?

- A corrosão é a patologia de modo geral que mais acomete as estruturas de aço.

• Este fenômeno ocorre naturalmente e, por esse motivo, é necessário que saibamos aprender a
conviver com a sua ocorrência;
• Mesmo quando identificadas de forma localizada, como em ligações soldadas e parafusadas, são
capaz de levar toda a estrutura ao colapso.
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CORROSÃO

“A Corrosão é uma interação destrutiva de um material com o ambiente, seja por


reações química, ou eletroquímica”. (HELENE, 1986)
• Fora a prata o ouro e a platina que são metais nobres, os demais metais são encontrado em forma de
minerais e necessitam de um processo metalúrgico com utilização de energia para transformá-los
em metais.
• Dessa forma nas condições propícias, haverá corrosão e o metal retornará a composição original.
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CORROSÃO

• A corrosão mais representativa é a eletroquímica, semelhante a uma pilha


com dois eletrodos imersos em um eletrólito e envolve a transferência de
elétrons .

•São reações anódicas e catódicas, na presença de uma solução que


permite o movimento dos íons.

•O processo de corrosão eletroquímica é devido ao fluxo de elétrons que se


desloca de uma área da superfície metálica para a outra.

Corrosão Eletroquímica
(Fonte: Silva, 2010).
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CORROSÃO

• No caso do aço, a pilha é formada devido à presença de impurezas, de elementos de liga e do


tratamento térmico diferenciado durante a laminação.

•Se a superfície metálica for exposta a uma atmosfera úmida na presença de poluentes ou névoa salina,
o eletrólito será formado e ocorrerá a corrosão eletroquímica.

•A pilha poderá ser formada também quando o aço for conectado a outro material com potencial de
oxidação diferente. (ddp)

Par galvânico
(Silva, 2010).
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CORROSÃO
• Não existe corrosão sem o contato da superfície metálica com o oxigênio e a água;
• A corrosão acontece na região mais interna das gotas devido à menor concentração de oxigênio e
também no interior de frestas e trincas, onde a concentração de oxigênio é menor no interior da fresta.

Fonte: Silva (2010)


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CORROSÃO

•No caso de uma peça de aço, isolada, sem contato com


outra peça, como explicar a corrosão generalizada que
ocorre em sua superfície?
•O próprio metal geralmente se torno o ânodo o cátodo e
a ligação elétrica. O quarto elemento o eletrólito vem
essencialmente da ATMOSFERA , AGUA ou SOLO.

Esquema de corrosão em superfícies de aço.


Fonte: Manual de tratamento de sup. CBCA
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CORROSÃO

• Cada metal possui diferente tendência para ceder ou


receber elétrons.

•Vemos ao lado a ordem preferencial entre os metais para


ocorrência das reações de oxidação e redução.

•Ao colocarmos dois metais diferentes em contato com


uma solução eletrolítica, devido a DDP ( diferença de
potencial), fecha-se um circuito elétrico.

•Esse processo é conhecido como pilha galvânica.

•Quanto maior a ddp entre o anodo e o catodo maior será


a taxa corrosão que ocorre no anôdo.
Tabela de Nobreza (Castro, 1999).
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CORROSÃO

•Exemplo de processo de corrosão galvânica entre a


porca sextavada, a barra de ancoragem e a chapa de
base de um pilar.

• Nestes casos o eletrólito é formado pela própria


atmosfera.
Corrosão Galvanica
•É comum a utilização de pintura após a montagem para
Anôdo
evitar o inicio da corrosão galvânica, porem, recomenda-
se especificar a aplicação de massa epóxi sobre todos os
conectores depois de efetuadas suas devidas montagens. Catodo
•Outra opção é o embutimento de todo o sistema dentro
do piso de concreto.
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CORROSÃO
• O meio ambiente onde a estrutura de aço está inserido e outros fatores influenciam no surgimento
de corrosão.

• Partículas Solidas:
• Deposição de materiais não metálicos como sílica acarretam corrosão abaixo do deposito;

• Deposição de substancias que retém umidade aceleram o processo pois aumentam o tempo
de permanência da agua na superfície metálica.

• Deposição de sais que são eletrólitos fortes, como cloreto de sódio; por isso a maior ação
corrosiva de atmosferas marinhas devido a presença de nevoa contendo sais como Cloreto de
sódio e cloreto de magnésio.

• Deposito de materiais metálicos podendo gerar uma diferença de potencial e uma corrosão do
material mais ativo.
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CORROSÃO

•Umidade Relativa do Ar:

• A umidade relativa do ar determina a percentagem de umidade a partir da qual ocorrerá a


condensação, necessária para a formação de uma película de eletrólito sobre a superfície
metálica.

• Podem surgir também em indústria com equipamentos geradores de vapor e piscinas


aquecidas.

• Vemos no gráfico a evolução da corrosão de um


aço carbono em função da umidade relativa por
um período de 55 dias. Fica evidente que a
corrosão é acelerada quando a umidade relativa
supera os 60 % Influencia da umidade na corrosão
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CORROSÃO

•Corrosão Atmosférica:

• Este é o processo mais comum de ocorrência de corrosão nas estruturas metálicas.

• A origem do eletrólito está relacionado com a localização do empreendimento, com os indices


de umidade, com as características pluviométricas, temperatura e outros.

• As Normas13 ISO 9223 e ISO 9226 definem os critérios relativos à caracterização de uma
atmosfera e o grau de corrosividade

• A seguinte tabela classifica a corrosividade


de uma atmosfera segundo a Norma ISO
9226, para os aços carbono em função da
velocidade de corrosão.

Tabela ISO 9226


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CORROSÃO

Classificação das categorias de agressividade com exemplos de ambientes típicos


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Mapa de corrosividade atmosférica para o Brasil,


segundo a ISO 129442.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO UNIFORME: ocorre em toda a extensão da superfície do elemento estrutural, quando o


aço fica exposto ao ambiente externo, sofrendo assim ação da umidade e do oxigênio.
• Características: perda da seção do elemento de modo uniforme, apresentando escamas de
ferrugem e perda uniforme de massa em boa parte da extensão da peça .
• É a forma mais comum de corrosão em estruturas metálicas, e a menos perigosa delas, por ser
visível e facilmente detectável.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO PUNTIFORME (PITTING): ocorre sobe a forma de pontos profundos (Pites), ao longo da
superfície do elemento ou em regiões localizadas, sendo a profundidade da corrosão maior que o
seu diâmetro.

Características: devido a profundidade deste tipo de corrosão


podemos ter a perfuração da espessura da chapa. Desgaste
localizado, porém com alta intensidade.
É a forma mais comum de corrosão em estruturas metálicas, e a
menos perigosa delas, por ser visível e facilmente detectável.

Corrosão puntiforme ( Corrosão por pites )


Corrosão puntiforme ( Corrosão por pites )
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO ALVEOLAR: ocorre na forma de escavações produzindo crateras parecidas com


alvéolos, com fundo arredondado e profundidade geralmente menor que sua diâmetro. Ocorre e
maneira localizada.

Corrosão Alveolar

Corrosão Alveolar
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO POR PLACAS: ocorre na forma de placas, com escavação na superfície do elemento,
manifestando-se em algumas regiões da superfície, e não em toda a extensão, podendo vir a ocorrer
de forma generalizada. Os produtos da corrosão vão se desprendendo paulatinamente.

Corrosão por placas

Corrosão por placas


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO GALVANICA: ocorre quando dois metais diferentes estão em contato elétrico na
presença de um eletrólito, geralmente agua, formando uma pilha e propiciando a criação de uma
corrente elétrica entre ambos, de modo que um deles cede elétrons ao outro e corrói-se, enquanto o
outro fica protegido e não sofre ataque intenso.

Corrosão Galvaniza de parafuso e porcas


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO GALVANICA:

(Fonte: Xerez, 2020)


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO POR FRESTAS: esse tipo de corrosão surge nas frestas localizadas nas junções de dois
elementos de aço em contato ou muito próximos, em que o eletrólito e o oxigênio conseguem
adentrar na fresta, formando, assim, uma célula de oxigenação diferenciada. Devido a diferença de
concentração de oxigênio que produz a corrosão.

A região com menor concentração de oxigênio


funciona como anodo ( interior da fresta)
A região com maior concentração de oxigênio e
água funciona como cátodo

Corrosão por frestas


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO POR FRESTAS:

Corrosão por frestas


(Fonte: Xerez, 2020) Corrosão por frestas
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CORROSÃO POR FRESTAS:

Corrosão por frestas


Corrosão por frestas (Fonte: Xerez, 2020)
(Fonte: Xerez, 2020)
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Na figura da esquerda temos a base do pilar tubular e


do perfil U da escada embutidos no piso de concreto.

Dessa forma impedimos que nas regiões da chapa de


base e dos reforços onde temos elevada concentração
de tensões e de cantos vivos, ocorra acumulo de água.

(Fonte: Xerez, 2020)


(Fonte: Xerez, 2020)
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Nestes caso vemos a criação


de uma base de concreto
elevada em relação ao nível do
pavimento, afim de proteger a
base de aço contra
empoçamentos de líquidos
capazes de provocar corrosão.

(Fonte: Xerez, 2020)

(Fonte: Xerez, 2020)


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Nestes caso vemos pilares dentro de um banheiro e próximo ao ralo. Na segunda imagem uma
infiltração da cobertura se acumulava no canto do pilar.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

• A corrosão nas soldas de filetes surgem do simples


contato entre as soldas de união da chapas de reforço,
e das chapas de base. São regiões onde geralmente
não recebem o tratamento de pintura adequado.
• As regiões de aplicação de soldas são aquecidas e
depois resfriadas, por isso, ficam sujeitas a formação
de resíduos e de carepa de laminação, além disso, são
regiões de elevada concentração de tensões
• Também indicado a utilização de chanfros 20x20 na
interseção entre enrijecedores e o perfil,

(Fonte: Xerez, 2020)


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

(Fonte: Xerez, 2020)


(Fonte: Xerez, 2020)
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

• A pintura nessa região deve ser em


uma faixa mais larga que o cordão de
solda.
• Deve-se procurar encharcar o pincel, e
esfrega-lo bem sobre o cordão de
solda.
• É indicado reforçar a pintura nessas
regiões criticas

(Fonte: Xerez, 2020)


(Fonte: Xerez, 2020)
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão uniforme, no Corrosão uniforme, estrutura sem


ponto de dificuldade de tratamento de superfície.
pintura, possivelmente
causada por má aderência
da tinta.
Perda da seção transversal por corrosão uniforme,
estrutura exposta em ambiente agressivo.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão uniforme causada por


estrutura sem tratamento de superfície Perda da seção transversal por corrosão uniforme
exposta a aguas de chuva constante.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Estrutura sem tratamento anti-corrosão adequando a


Corrosão puntiforme atravessando a seção localização tipo C4 ( Costeira de salinidade moderada).
transversal
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão puntiforme atravessando a seção Perda da seção transversal por corrosão uniforme
transversal
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão uniforme Corrosão uniforme


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Estrutura sem tratamento anti-corrosão adequando a Corrosão uniforme nos pilares e no steel deck.
localização tipo C4 ( Costeira de salinidade moderada).
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão uniforme em pilares, vigas e montantes de steel frame, causados pela exposição a atmosfera marinha.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão uniforme nos tubos de instalações. Corrosão por placas com esfoliação.
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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão por pites e por placas. Corrosão Uniforme


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TIPOS DE CORROSÃO:

 CARACTERIZAÇÃO DE CASOS REAIS :

Corrosão Uniforme em elementos galvanizados


Obrigado!

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