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AULA 6

EMPRÉSTIMOS
Emprestar (Houaiss)
1- Pôr à disposição; ceder temporariamente.
2- Ceder a juros.
3- Tomar por empréstimo.

Emprestar (Aurélio)
Confiar a alguém (soma de dinheiro, ou coisa), para que faça uso dela restituindo-a depois ao
dono.
Amortizar
Ato ou efeito de amortizar uma quantia empregada parceladamente para quitar uma dívida. Ou
seja, é a extinção da divida através de pagamentos periódicos a partir de um planejamento.

Uma dívida surge de uma necessidade ou para a realização imediata de um sonho. Quando
você quer adquirir um carro novo, uma casa e não tem o dinheiro necessário, então você
recorre a um empréstimo por certo prazo. Tomando um empréstimo de alguém ou de alguma
financeira você contrai uma dívida, e se compromete a restituí-la com juros, dentro do prazo
estipulado.

Os empréstimos podem ser de:


• curto prazo;
• médio prazo;
• longo prazo.

1
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta unidade, o aluno será capaz de:

• Compreender formas de financiamentos de bens e imóveis.


• Analisar os fundamentos e perceber quais as vantagens e desvantagens na
assinatura de um contrato de empréstimos.
• Determinar e entender uma planilha de financiamento.
• Determinar valor das parcelas de um empréstimo.

Os juros de um empréstimo devem ser calculados sempre sobre o saldo devedor.

Definições

Mutante ou Credor: a pessoa ou instituição que dá o empréstimo.


Mutuário ou Devedor: a pessoa ou instituição que recebe o empréstimo.
Taxa de juros: é a taxa de juros contratada entre as partes.
IOF: imposto sobre operações financeiras.
Prazo de Utilização: intervalo de tempo em que recursos estão disponíveis para o saque.
Prazo de Carência: intervalo de tempo entre o prazo de utilização e o pagamento da primeira
amortização.
Parcelas de Amortização: corresponde às parcelas de devolução do principal.
Prazo de Amortização: tempo em que são pagas as amortizações.
Prestação: é a soma da amortização mais juros e outros encargos.
Planilha: quadro com o cronograma do empréstimo e amortizações.
Prazo Total do Financiamento: é a soma do prazo de carência com o prazo de amortização.
Saldo Devedor: é o estado da dívida num dado instante.
Período de Amortização: é o intervalo entre duas amortizações.

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CLASSIFICAÇÃO DAS MODALIDADES DE AMORTIZAÇÃO

Qualquer sistema de amortização pode ter, ou não prazo de carência.


Os principais sistemas de amortização são os seguintes
1- SAC - Sistema de Amortização Constante.
2- (PRICE) – Sistema Francês.
3- Sistema Americano.

Estudaremos cada um desses sistemas separadamente.

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO CONSTANTE (SAC)

• As parcelas de amortização são iguais entre si.


• O valor da amortização é o valor financiado dividido pelo número de meses. A cada mês, o
mutuário paga a amortização acrescida dos juros aplicados sobre o saldo devedor.
• Os juros são calculados, a cada período, multiplicando-se a taxa de juros contratada (na
forma unitária) sobre o saldo devedor existente no período anterior.
Neste sistema as prestações são continuamente decrescentes.
Representação:

Prestações

Juros

amortização

Períodos

O que podemos perceber pelo desenho é que a amortização é constante. Os juros são cobrados
sempre sobre o saldo devedor, você deve ter observado que os juros vão diminuindo com o
passar do tempo. Isto acontece porque a cada parcela que você paga o seu saldo devedor vai
diminuindo.

3
Vamos tentar entender melhor a partir de um exemplo:
Nesse exemplo não temos prazo de carência.
1) Uma empresa pede emprestada $ 100.000,00 que o banco entrega no ato. Sabendo que os
juros serão pagos anualmente, que a taxa de juros é de 10% ao ano e que o principal será
amortizado em 4 parcelas anuais, construir a planilha.

Resolução:
100 .000 ,00
A amortização anual é constante A= = 25 .000 ,00
4

Lembre-se – amortização e o pagamento do principal


Prestação: é a soma da amortização mais os juros do período.

Vamos admitir que o principal fora emprestado no início do primeiro ano e que as prestações e
os juros sejam pagos no fim de cada ano.

Ano Saque Saldo Devedor Amortização Juros Prestação


(k) (Sdk) (Ak) (Jk) (Ak+Jk)
0 100.000,00 100.000,00 - - -
1 - 75.000,00 25.000,00- 10.000,00 35.000,00
2 - 50.000,00 25.000,00- 7.500,00 32.500,00
3 - 25.000,00 25.000,00 5.000,00 30.000,00
4 - 0 25.000,00 2.500,00 27.500,00
total - 100.000,00 25.000,00 125.000,00

O raciocínio foi o seguinte:


a) Do início do primeiro ano (data zero) até o fim do primeiro ano, temos 1 período.
Logo depois de terminado esse período, temos a primeira amortização de $ 25.000,00.
b) Os juros são calculados sempre sobre o saldo devedor do período anterior. Entenda assim:
você pegou $ 100.000,00 então esse é o seu saldo devedor inicial, logo os juros serão
calculados em cima dos 100.000,00.
Ou seja: sendo Jk o juro devido no período k, sendo i a taxa de juros e Sdk-1 o saldo devedor
do período anterior, temos:

Jk = iSd k − 1

4
J1= 100 000,00 x 0,10 = 10 000,00
Observe, no exemplo, que o juro do período é calculado multiplicando-se a taxa (na forma
unitária) pelo saldo devedor do período anterior.

Pela tabela acima você vê que a primeira prestação é de $35.000,00 sendo que $ 10.000,00 são
referente a juros e $ 25.000,00 a amortização. Já a segunda prestação é menor, por quê? O seu
saldo devedor agora é menor, você devia $ 100.000,00 amortizou $ 25.000,00. Agora está
devendo $ 75.000,00, e os juros agora serão calculados sobre o saldo devedor, e assim
sucessivamente com todas as parcelas.

c) A prestação é obtida somando-se, ao final de cada período, a amortização com os juros.


d) A linha de total serve para verificar se as somas batem, e, portanto, se as contas estão
certas.
e) veja ainda que nesse sistema as amortizações são constantes e as prestações são variáveis e
decrescentes.

Vamos tratar um exemplo agora com prazo de carência.

2) Uma empresa pede emprestada $ 100.000,00 que o banco entrega no ato. Sabendo que o
banco concedeu 3 anos de carência, que os juros serão pagos anualmente, que a taxa de juros
é de 10% ao ano e que o principal será amortizado em 4 parcelas anuais, construir a planilha.

Resolução:
100 .000 ,00
A amortização anual é constante A = = 25 .000 ,00
4

Vamos admitir que o principal fora emprestado no início do primeiro ano e que as prestações e
os juros sejam pagos no fim de cada ano.

Ano Saque Saldo Devedor Amortização Juros (Jk) Prestação

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(k)
(Sdk) (Ak) (Ak+Jk)
0 100.000,00 100.000,00 - - -
1 - 100.000,00 - 10.000,00 10.000,00
2 - 100.000,00 - 10.000,00 10.000,00
3 - 75.000,00 25.000,00 10.000,00 35.000,00
4 - 50.000,00 25.000,00 7.500,00 32.500,00
5 - 25.000,00 25.000,00 5.000,00 30.000,00
6 - 0 25.000,00 2.500,00 27.500,00
Total - - 100.000,00 45.000,00 145.000,00

O raciocínio foi o seguinte:


a) Do início do primeiro ano (data zero) até o fim do terceiro ano, temos 3 períodos, que
correspondem à carência.
Logo depois de terminado o período de carência, temos a primeira amortização de $
25.000,00.
b) Os juros são calculados sempre sobre o saldo devedor do período anterior.
Ou seja: sendo Jk o juro devido no período k, sendo i a taxa de juros e Sdk-1 o saldo devedor
do período anterior, temos:

Jk = iSd k − 1

Observe, no exemplo, que o juro do período é calculado multiplicando-se a taxa (na forma
unitária) pelo saldo devedor do período anterior.
c) A prestação é obtida somando-se, ao final de cada período, a amortização com os juros.
d) A linha de total serve para verificar se as somas batem, e, portanto, se as contas estão
certas.

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Exercícios resolvidos
1- Um financiamento no valor de R$ 120.000,00 é concedido para ser amortizada em 12
pagamentos mensais pelo SAC. A taxa de juros contratada é de 2% ao mês. Com base nestas
informações, pede-se:

a) construir a planilha

Período Saldo devedor Amortização Juros (R$) Prestação (R$)


(R$) (R$)
0 120.000
1 120.000 10.000 2.400 12.400
2 110.00 10.000 2.200 12.200
3 100.000 10.000 2.000 12.000
4 90.000 10.000 1.800 11.800
5 80.000 10.000 1.600 11.600
6 70.000 10.000 1.400 11.400
7 60.000 10.000 1.200 11.200
8 50.000 10.000 1.000 11.000
9 40.000 10.000 800 10.800
10 30.000 10.000 600 10.600
11 20.000 10.000 400 10.400
12 10.000 10.000 200 10.200
Total 120.000 15.600 135.600

O saldo devedor será 50.000

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2) admita que um empréstimo de R$ 150.000,00 deva ser pago, dentro de um prazo de 10
meses, em 10 prestações mensais, à taxa de 5% ao mês. Complete a planilha

Período Saldo devedor (R$) Amortização (R$) Juros (R$) Prestação (R$)
0 150.000,00 - - -
1 150.000 15.000 7.500 22.500
2 135.000 15.000 6.750 21.750
3 120.000 15.000 6.000 21.000
4 105.000 15.000 5.250 20.250
5 90.000 15.000 4.500 19.000
6 75.000 15.000 3.750 18.750
7 60.000 15.000 3.000 18.000
8 45.000 15.000 2.250 17.250
9 30.000 15.000 1.500 16.500
10 15.000 15.000 750 15.750
Total 150.000 41.250 191.250

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1- Um financiamento no valor de R$ 144.000,00 é concedido para ser amortizado em 12
pagamentos mensais pelo SAC. A taxa de juros contratada é de 3% ao mês. Com base nestas
informações, pede-se determinar:

a)) construir a planilha

Saldo devedor
Período Amortização Juros Prestação (R$)
(R$)
0 144.000,00
1 132.000,00 12.000,00 4.320,00 16.320,00
2 120.000,00 12.000,00 3.960,00 15.960,00
3 108.000,00 12.000,00 3.600,00 15.600,00
4 96.000,00 12.000,00 3.240,00 15.240,00
5 84.000,00 12.000,00 2.880,00 14.880,00
6 72.000,00 12.000,00 2.520,00 14.520,00
7 60.000,00 12.000,00 2.160,00 14.160,00
8 48.000,00 12.000,00 1.800,00 13.800,00
9 36.000,00 12.000,00 1.440,00 13.440,00
10 24.000,00 12.000,00 1.080,00 13.080,00
11 12.000,00 12.000,00 720,00 12.720,00
12 0 12.000,00 360,00 12.360,00
Total 144.000,00 28.080,00 172.080,00

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2) admita que um empréstimo de R$ 100.000,00 deva ser pago, dentro de um prazo de 10
meses, em 10 prestações mensais, à taxa de 2% ao mês. Complete a planilha

Período Saldo devedor (R$) Amortização (R$) Juros (R$) Prestação (R$)
0 100.000,00 - - -
1 90.000,00 10.000,00 2.000,00 12.000,00
2 80.000,00 10.000,00 1.800,00 11.800,00
3 70.000,00 10.000,00 1.600,00 11.600,00
4 60.000,00 10.000,00 1.400,00 11.400,00
5 50.000,00 10.000,00 1.200,00 11.200,00
6 40.000,00 10.000,00 1.000,00 11.000,00
7 30.000,00 10.000,00 800,00 10.800,00
8 20.000,00 10.000,00 600,00 10.600,00
9 10.000,00 10.000,00 400,00 10.400,00
10 0 10.000,00 200,00 10.200,00
Total 100.000,00 11.000,00 111.000,00

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APLICAÇÃO PRATICA DO SISTEMA (SAC)
Dados retirados do site da Caixa Econômica Federal
http://www.caixa.gov.br/

você pode realizar o sonho de ter uma casa nova.

Carta de Crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo)


Financie a sua casa nova com recursos do SBPE e tenha até 30 anos para pagar.

Com a Carta de Crédito SBPE, você fica mais perto da sua casa nova.
Criada especialmente para você, a Carta de Crédito SBPE permite o financiamento de imóveis
residenciais novos, em até 30 anos. Esta linha de crédito utiliza os recursos do Sistema
Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e, a depender dos valores do imóvel e do
financiamento a ser adquirido, pode estar enquadrada nas condições do Sistema Financeiro de
Habitação (SFH).

Limite de renda

Até 30% da renda apurada, comprovada ou não, em função da capacidade de


pagamento do(s) solicitante(s).

Limite de valor de avaliação do imóvel

Para operações enquadradas no SFH: Até R$ 500.000,00, desde que o valor de


financiamento não exceda a R$ 450.000,00 (limitado à quota estabelecida para a
operação).

Para operações fora do SFH: Valor de avaliação acima de R$ 500.000,00 ou valor


de financiamento superior a R$ 450.000,00.

Limite de financiamento
Para operações enquadradas no SFH:

• Taxa de juros Pós-fixada: Mínimo de R$ 15.000,00 e máximo de R$ 450.000,00


( limitado à quota estabelcida para a operação);

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• Taxa de juros Prefixada: Mínimo de R$ 50.000,00 e máximo de R$ 450.000,00
( limitado à quota estabelecida para a operação);

Para operações fora do SFH:

• Taxa de juros Prefixada: Mínimo de R$ 50.000,00 e máximo de R$ 450.000,00


( limitado à quota estabelecida para a operação);

Quota de Financiamento
QUOTA MÁXIMA
ENQUADRAMENTO RESIDENCIAL
TAXA DE JUROS TAXA DE JUROS
PÓS-FIXADA PRÉ-FIXADA
SFH 70%
90%
FORA DO SFH Taxa não prevista

Prazos

• Taxa de juros Pós-fixada: até 360 meses.

• Taxa de juros Prefixada: até 180 meses.

Taxa de juros
TAXA ANUAL PÓS-FIXADA
VALOR DE PAGT DÉBITO
TAXA
AVALIAÇÃO/ O CONTA OU
PACOTE
VALOR DE CARN FOLHA
ENQUADRAMENTO BÁSICO (**)
FINANCIAMENT Ê PAGTO
O Nominal (%)
(em R$) Efetiva (%)
Valor de avaliação 8,5563 8,0930 7,9071
até R$ 150.000,00 8,9000 8,4000 8,2000
Valor de Avaliação
de R$ 150.000,01 a 10,026 9,5690 9,1098
SFH R$ 500.000,00 e 2
Valor de
Financiamento até R$
450.000,00 (limitado 10,5000 10,0000 9,5000
à quota estabelecida
pela operação).

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Valor de avaliação 10,935
10,4815 10,0262
acima de R$ 0
500.000,01 ou valor
FORA DO SFH
de financiamento
11,5000 11,0000 10,5000
superior a
R$ 450.000,01

TAXA ANUAL PREFIXADA


DÉBITO CONTA
VALOR DE PAGTO CARNÊ OU FOLHA DE
ENQUADRAMENTO AVALIAÇÃO PAGTO
(em R$) Nominal Efetiva Nomin
(%) (%) al (%) Efetiva (%)
12,857 11,296
Até 130.000,00 12,1560 11,9000
0 0
SFH Taxa variável de
De 130.000,01 a acordo com
11,7100 12,3600
500.000,00 Comunicado
BACEN (*)

(*)Consulte o índice vigente com um gerente da CAIXA.


(**) Para clientes que mantêm conta corrente com Cheque Especial,
cartão de crédito na CAIXA e já tenham optado pelo débito dos
encargos em conta corrente ou em folha de pagamento.

Sistema de Amortização
Sistema de amortização constante (SAC).

Vamos simular um exemplo de financimento da casa propria, nos moldes que é feito pela
Caixa ecomonica Federal.

Valor do Imóvel RS 100.000,00

Entrada R$ 31.351,37

Valor financiado R$ 68.648,63

Vamos fazer uma simulação em dois modelos: em prazo de 180 meses.


Modelo 1 – carta de crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) com taxa
de juros pré- fixada, ou seja, taxa fixa.
Modelo 2– carta de crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) com taxa de
juros pós-ixada, ou seja, taxa variável.

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Veja que
estamos financiando em 180 vezes.
Calculamos a amortização
A = 68.648,63/ 180
A = 381,38
Taxa de juros i = 11,2964% a.a então i = 0,9413% a . m
Juros = 68.648,63. 0,9413% = 646,23
Prestação R = Amortização + Juros + taxas
R = 381,38 + 646,24 + 25,00 + 17,44
R = 1.070,06.
Confira a evolução na planilha abaixo.

Nessa planilha a caixa não mostra a coluna de Amortização. Mas você já viu como se faz o
calculo pelo modelo acima.

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PLANILHA DE EVOLUÇÃO TEÓRICA PARA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS
REFERENTES AOS PAGAMENTOS E RECEBIMENTOS CONSIDERADOS NO
CÁLCULO DO CUSTO EFETIVO TOTAL - CET NAS CONDIÇÕES VIGENTES NA
DATA DA SIMULAÇÃO

Fase de Amortização
Nº Prestação (a+j)* Total Seguros Tarifas Saldo Devedor
1 1.070,06 1.027,62 17,44 25,00 68.267,25
2 1.066,42 1.024,03 17,39 25,00 67.885,87
3 1.062,79 1.020,44 17,35 25,00 67.504,49
4 1.059,15 1.016,85 17,30 25,00 67.123,11
5 1.055,51 1.013,26 17,26 25,00 66.741,73
6 1.051,88 1.009,67 17,21 25,00 66.360,35
7 1.048,24 1.006,08 17,16 25,00 65.978,97
8 1.044,60 1.002,49 17,12 25,00 65.597,59
9 1.040,97 998,90 17,07 25,00 65.216,21
10 1.037,33 995,31 17,03 25,00 64.834,83
11 1.033,69 991,72 16,98 25,00 64.453,45
12 1.030,06 988,13 16,93 25,00 64.072,07
13 1.026,42 984,54 16,89 25,00 63.690,69
14 1.022,79 980,95 16,84 25,00 63.309,31
15 1.019,15 977,35 16,79 25,00 62.927,93
16 1.015,51 973,76 16,75 25,00 62.546,55
17 1.011,88 970,17 16,70 25,00 62.165,17
18 1.008,24 966,58 16,66 25,00 61.783,79
19 1.004,60 962,99 16,61 25,00 61.402,41
20 1.000,97 959,40 16,56 25,00 61.021,03
21 997,33 955,81 16,52 25,00 60.639,65
22 993,69 952,22 16,47 25,00 60.258,27
23 990,06 948,63 16,43 25,00 59.876,89
24 986,42 945,04 16,38 25,00 59.495,51
.

18
Nº Prestação (a+j)* Total Seguros Tarifas Saldo Devedor
160 492,83 456,78 11,06 25,00 7.627,83
161 489,15 453,19 10,96 25,00 7.246,45
162 485,46 449,60 10,87 25,00 6.865,07
163 481,78 446,01 10,77 25,00 6.483,69
164 478,10 442,42 10,68 25,00 6.102,31
165 474,41 438,83 10,59 25,00 5.720,93
166 470,73 435,24 10,49 25,00 5.339,55
167 467,04 431,64 10,40 25,00 4.958,17
168 463,36 428,05 10,31 25,00 4.576,79
169 459,68 424,46 10,21 25,00 4.195,41
170 455,99 420,87 10,12 25,00 3.814,03
171 452,31 417,28 10,02 25,00 3.432,65
172 448,62 413,69 9,93 25,00 3.051,27
173 444,94 410,10 9,84 25,00 2.669,89
174 441,26 406,51 9,74 25,00 2.288,51
175 437,57 402,92 9,65 25,00 1.907,13
176 433,89 399,33 9,56 25,00 1.525,75
177 430,20 395,74 9,46 25,00 1.144,37
178 426,52 392,15 9,37 25,00 762,99
179 422,84 388,56 9,27 25,00 381,61
180 410,20 385,20 0,00 25,00 0,00
Observação: Os resultados obtidos representam apenas uma simulação e não valem como
proposta, pois estão sujeitos as alterações de acordo com a apuração da capacidade de
pagamento e à aprovação da análise de risco a ser efetuada pela CAIXA. Poderá haver
alterações das taxas, dos prazos e das demais condições, sem aviso prévio. A contratação está
condicionada ao atendimento das exigências do programa.

O CET apresentado corresponde somente à fase de amortização. Nos casos de construção o


CET pode variar em função do cronograma de cada obra.

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Vamos simular um exemplo de financimento da casa propria, nos moldes que é feito pela
Caixa ecomonica Federal.

Valor do Imóvel RS 100.000,00

Entrada R$ 31.351,37

Valor financiado R$ 68.648,63

Vamos fazer uma simulação em dois modelos: em prazo de 180 meses


Modelo 2– carta de crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) com taxa de
juros pós-fixada, ou seja, taxa variável.

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Veja que estamos financiando em 180 vezes.
Calculamos a amortização
A = 68.648,63/ 180
A = 381,38
Taxa de juros i = 8.0930% a.a então i = 0,67441% a . m
Juros = 68.648,63. 0,67441% = 462,98
Prestação R = Amortização + Juros + taxas
R = 381,38 + 462,98 + 25,00 + 17,44
R = 886,80.
Confira a evolução na planilha abaixo .

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PLANILHA DE EVOLUÇÃO TEÓRICA PARA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS
REFERENTES AOS PAGAMENTOS E RECEBIMENTOS CONSIDERADOS NO
CÁLCULO DO CUSTO EFETIVO TOTAL - CET NAS CONDIÇÕES VIGENTES NA
DATA DA SIMULAÇÃO

Fase de Amortização
Nº Prestação (a+j)* Total Seguros Tarifas Saldo Devedor
1 886,80 844,36 17,44 25,00 68.267,25
2 884,18 841,79 17,39 25,00 67.885,87
3 881,56 839,21 17,35 25,00 67.504,49
4 878,94 836,64 17,30 25,00 67.123,11
5 876,33 834,07 17,26 25,00 66.741,73
6 873,71 831,50 17,21 25,00 66.360,35
7 871,09 828,93 17,16 25,00 65.978,97
8 868,47 826,35 17,12 25,00 65.597,59
9 865,85 823,78 17,07 25,00 65.216,21
10 863,23 821,21 17,03 25,00 64.834,83
11 860,62 818,64 16,98 25,00 64.453,45
12 858,00 816,06 16,93 25,00 64.072,07
13 855,38 813,49 16,89 25,00 63.690,69
14 852,76 810,92 16,84 25,00 63.309,31
15 850,14 808,35 16,79 25,00 62.927,93
16 847,52 805,78 16,75 25,00 62.546,55
17 844,91 803,20 16,70 25,00 62.165,17
18 842,29 800,63 16,66 25,00 61.783,79
19 839,67 798,06 16,61 25,00 61.402,41
20 837,05 795,49 16,56 25,00 61.021,03
21 834,43 792,92 16,52 25,00 60.639,65
22 831,82 790,34 16,47 25,00 60.258,27
23 829,20 787,77 16,43 25,00 59.876,89
24 826,58 785,20 16,38 25,00 59.495,51

Nº Prestação (a+j)* Total Seguros Tarifas Saldo Devedor

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160 471,45 435,40 11,06 25,00 7.627,83
161 468,79 432,82 10,96 25,00 7.246,45
162 466,12 430,25 10,87 25,00 6.865,07
163 463,45 427,68 10,77 25,00 6.483,69
164 460,79 425,11 10,68 25,00 6.102,31
165 458,12 422,53 10,59 25,00 5.720,93
166 455,46 419,96 10,49 25,00 5.339,55
167 452,79 417,39 10,40 25,00 4.958,17
168 450,12 414,82 10,31 25,00 4.576,79
169 447,46 412,25 10,21 25,00 4.195,41
170 444,79 409,67 10,12 25,00 3.814,03
171 442,13 407,10 10,02 25,00 3.432,65
172 439,46 404,53 9,93 25,00 3.051,27
173 436,80 401,96 9,84 25,00 2.669,89
174 434,13 399,39 9,74 25,00 2.288,51
175 431,46 396,81 9,65 25,00 1.907,13
176 428,80 394,24 9,56 25,00 1.525,75
177 426,13 391,67 9,46 25,00 1.144,37
178 423,47 389,10 9,37 25,00 762,99
179 420,80 386,53 9,27 25,00 381,61
180 409,18 384,18 0,00 25,00 0,00
Observação: Os resultados obtidos representam apenas uma simulação e não valem como
proposta, pois estão sujeitos as alterações de acordo com a apuração da capacidade de
pagamento e à aprovação da análise de risco a ser efetuada pela CAIXA. Poderá haver
alterações das taxas, dos prazos e das demais condições, sem aviso prévio. A contratação está
condicionada ao atendimento das exigências do programa.
O CET apresentado corresponde somente à fase de amortização. Nos casos de construção o
CET pode variar em função do cronograma de cada obra.

Vamos agora comparar os dois modelos de financiamentos. Somente a primeira prestação já


nos dá uma idéia geral, já que o modelo SAC tem prestações decrescentes.
Modelo 1 . Com taxa pré-fixada parcelas de R = 1.070,06
Modelo 2 . Com taxa pós-fixada parcelas de R = 886,80

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