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Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Nova Andradina/MS

PRÓ – LETRAMENTO

Programa de Formação continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino


Fundamental

MATEMÁTICA

OFICINAS: O USO DO MATERIAL DOURADO COMO RECURSO DIDÁTICO E


ATIVIDADES PARA A COMPREENSÃO DO SISTEMA NUMÉRICO DECIMAL

Atividades coletadas e adaptadas pelos


Professores Elisabete Cano Sabino – Rede
Municipal de Nova Andradina e Professor José
Felice – Universidade Estadual de Mato Grosso do
Sul.

Nova Andradina MS
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Março/2010

INTRODUÇÃO

A necessidade do material didático para a aprendizagem


,As crianças e a aprendizagem

Como as crianças aprendem?


Todas ao mesmo tempo? Todas da mesma maneira?
Por que aprenderam algumas coisas melhor que outras?
Como ensinar para obter um melhor aprendizado?
Essas perguntas são feitas entre os educadores há bem pouco tempo.

Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações


de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia,
copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta,
irresponsável) ou falta de "jeito" do professor.
Atualmente existem outras idéias sobre aprendizagem. Elas são o produto do trabalho
de certos educadores e psicólogos que têm procurado responder as perguntas apresentadas
no início deste texto. O campo de estudo desses pesquisadores chama-se Psicologia
Cognitiva (piscologia é a ciência que estuda o pensamento e as emoções; a palavra cognitiva
refere-se ao conhecimento).
Os conceitos da Psicologia Cognitiva aplicam-se ao conhecimento e à aprendizagem em
geral e naturalmente valem para o conhecimento matemático. Essas idéias não negam
completamente as idéias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo
informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que
se aprende costuma ser bem pequena. E esta é a diferença: o que se procura através da
Psicologia Cognitiva é favorecer o aprendizado com compreensão.
A Psicologia Cognitiva fez importantes decobertas sobre o pensamento da criança. Os
pesquisadores concluíram que:
a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
b) cada criança pensa diferentemente de outra;
c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma
maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.
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Vamos exemplificar esta última afirmação. Experimentemos mostrar a uma criança duas
folhas iguais, uma inteira e a outra partida em quatro pedaços. Quase todas as crianças de
cinco anos de idade vão dizer que as quantidades de folhas não são iguais. Muitas vão achar
que há maior quantidade de folhas a em pedaços. Já as crianças mais velhas reconhecerão
facilmente que as quantidades são iguais.
Esse exemplo mostra um fato comum: em certos estágios do pensamento as crianças
pensam que a disposição das partes altera a quantidade. Por isso, para as crianças pequenas,
pode parecer que a quantidade de folha aumenta se ela for partida em pedaços.
Os pesquisadores da Psicologia Cognitiva também elaboraram idéias sobre o que é
aprender. Eles declaram que aprender com compreensão é um processo pessoal, que
acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si
próprio.
Assim, para a Psicologia Cognitiva, simplesmente receber informações de um professor
não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança
fica passiva, não pensa com a própria cabeça.
A Psicologia estudou também quais objetos ou atividades ajudam a aprender. Ela tem
mostrado que o pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação
e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz
de relacionar fatos e idéias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e
compreender.
Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações comerciais
(compras, pagamentos, trocas) costumam ser mais capazes de resolver problemas
matemáticos envolvendo esses assuntos do que crianças que não tiveram tais experiências.
É justamente esta última idéia que tem motivado os educadores a buscarem meios de
fazer a criança explorar o mundo à sua volta.

A matemática e a necessidade de materiais didáticos


No caso da matemática parece ser mais difícil fazer a criança explorar o mundo à sua
volta, porque as noções matemáticas nem sempre aparecem com clareza nas situações do
cotidiano. Por isso, procura-se criar um mundo artificial que facilita a exploração pela criança.
Esse mundo artifical é constituído, em grande parte, por materiais didáticos que a
criança pode manipular, montar, etc. São objetos ou conjuntos de objetos que representam as
relações matemáticas que os alunos devem compreender. Frisamos que as relações
matemáticas não estão nos objetos em si. Elas podem se formar na cabeça da criança, desde
que o material seja bem utilizado.
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Exemplos desses materiais didáticos é o material dourado. Eles são utilizados na
aprendizagem das regras de nosso sistema de numeração e das técnicas operatórias, temas
fundamentais da matemática nas séries iniciais do ensino fundamental.
Além do material dourado, existem muitos outros materiais que podem ser usados no
aprendizado da matemática. Apesar da importância dos materiais na aprendizagem e da
quantidade de escritos teóricos sobre eles, os materiais em si podem ser muito simples, fáceis
de construir e substituíveis (quando não se consegue obter um tipo de material, pode-se
substituí-lo por outro, sem muita dificuldade).

A utilização adequada dos materiais


Parece-nos necessário, porém, alertar o professor sobre alguns elementos importantes
na utilização de materiais didáticos.
Já dissemos que noções matemáticas se formam na cabeça da criança e não estão no
próprio material. Dissemos ainda que o material favorece o aprendizado, desde que seja bem
utilizado.
Vejamos o que significam essas duas afirmações, em termos práticos:
Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do
trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o
material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre sua organização. Após algum
tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a
manifestarem sua opinião. Em resumo, são essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do
aluno, pois, como dissemos, é só ele mesmo que pode formar as noções matemáticas.
A partir da observação e manipulação, da troca de idéias entre alunos e entre estes e o
professor é que as relações matemáticas começam a ser percebidas e enunciadas. O
professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.
Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso
do material didático, decorre de ele conceder o ensino de matemática nas séries iniciais como
um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio.
“Toda criança é capaz de aprender naturalmente, bastando dar-lhe ambiente
adequado e rico em experiências”.
Maria Montessori
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UM POUCO DE HISTÓRIA...

Maria Montessori
Maria Montessori (1870-1952), nasceu na Itália. Interessou-se pelo
estudo das ciências, mas decidiu-se pela Medicina, na Universidade de Roma. Direcionou a
carreira para a psiquiatria e logo se interessou por crianças  deficientes. “A grande contribuição
de Maria Montessori à moderna pedagogia foi a tomada de consciência da criança”,
percebendo que estas respondiam com rapidez e entusiasmo aos estímulos para realizar
tarefas, exercitando as habilidades motoras e experimentando autonomia.
Devido sua formação médica teve fortes influências positivistas, acreditava na
experiência sensível externa que ao homem o progresso da inteligência, para que ele possa
deixar de egoísmo e viver também  para os outros.
Para ela a educação deve ser efetivada em etapas gradativas, respeitando a fase de
desenvolvimento da criança, através de um processo de observação e dedução constante, feito
pelo professor sobre o aluno. Na sua visão a criança traz consigo forças inatas interiores, pré-
disponibilizada para aprender mesmo sem a ajuda do alheio, partiu de um princípio básico: A
CRIANÇA É CAPAZ DE APRENDER NATURALMENTE. Buscando desenvolver essas
energias, acredita que o educando adquire conhecimento e se torna livre para a expressão do
seu ser através da liberdade do seu potencial, disse: “DEIXE A CRIANÇA LIVRE, E ELA SE
REVELARÁ”. Segundo Montessori , na sala de aula o professor é uma espécie de orientador
que ajuda a direcionar o indivíduo no seu desenvolvimento espontâneo, para que o mesmo não
desvie do caminho traçado, assegurando a livre expressão do seu ser, sua exigência com o
professor era: RESPEITO À CRIANÇA.
A escola criada por Montessori prima pela educação que leva em conta o ser total,
também a criança como um todo: a interdependência corpo-mente. O homem não é um ser
acabado, pronto. É alguém “em trânsito”, a caminho, sujeito a todas as mutações da Cultura.
Para ela, educar é semear, é transmitir VIVÊNCIA. O educador educa através de ATITUDES,
que servem como apoio/referencial para criança. Isso mostra sua preocupação com o bem-
estar e social da criança e também com o aspecto prático da educação. Ainda segundo ela, a
criança aprende mexendo-se (aprendizagem-movimento) num ambiente previamente
preparado.
Sua escola foi totalmente adaptada para atender as necessidades da criança,
favorecendo a independência do aluno.
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DESCOBRIR O MUNDO PELO TOQUE

Nas escolas montessorianas o espaço interno era (e é) cuidadosamente preparado para


permitir aos alunos movimentos livres, facilitando o desenvolvimento da independência e da
iniciativa pessoal. Assim como o ambiente, a atividade sensorial e motora desempenha função
essencial. Ou seja, dar vazão à tendência natural que a garotada tem de tocar e manipular tudo
que está a seu alcance.
Maria Montessori defendia que o caminho do intelecto passa pelas mãos, porque é por
meio do movimento e do toque que os pequenos exploram e decodificam o muno ao seu redor.
“A criança ama tocar os objetos para depois poder reconhecê-los”, disse certa vez. Muitos dos
exercícios desenvolvidos pela educadora – hoje utilizados largamente na Educação Infantil –
objetivam chamar a atenção dos alunos para as propriedades dos objetos (tamanho, forma,
cor, textura, peso, cheiro, barulho).
O método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de
que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta.
Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais
didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos
simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados
para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.
Exemplos desses materiais: blocos maciços de madeira para encaixe de cilindros,
blocos de madeira agrupados em três sistemas, encaixes geométricos, material das cores,
barras com segmentos coloridos vermelho/azul, algarismos em lixa, blocos lógicos, material
dourado, cuisenaire, ábaco, dominó, etc.
 
MATERIAL DOURADO

"Preparei também, para os maiorzinhos do curso elementar, um material destinado a


representar os números sob forma geométrica. Trata-se do excelente material denominado
material das contas. As unidades são representadas por pequenas contas amarelas; a dezena
(ou número 10) é formada por uma barra de dez contas enfiadas num arame bem duro. Esta
barra é repetida 10 vezes em dez outras barras ligadas entre si, formando um quadrado, "o
quadrado de dez", somando o total de cem. Finalmente, dez quadrados sobrepostos e ligados
formando um cubo, "o cubo de 10", isto é, 1000.
Aconteceu de crianças de quatro anos de idade ficarem atraídas por esses objetos
brilhantes e facilmente manejáveis. Para surpresa nossa, puseram-se a combiná-los, imitando
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as crianças maiores. Surgiu assim um tal entusiasmo pelo trabalho com os números,
particularmente com o sistema decimal, que se pôde afirmar que os exercícios de aritmética
tinham se tornado apaixonantes.
As crianças foram compondo números até 1000. O desenvolvimento ulterior foi
maravilhoso, a tal ponto que houve crianças de cinco anos que fizeram as quatro operações
com números de milhares de unidades".
O Material Dourado é um dos muitos materiais idealizados pela médica e educadora
italiana Maria Montessori para o trabalho com matemática.
Embora especialmente elaborado para o trabalho com aritmética, a idealização deste
material seguiu os mesmos princípios montessorianos para a criação de qualquer um dos seus
materiais, a educação sensorial:
 desenvolver na criança a independência, confiança em si mesma, a concentração, a
coordenação e a ordem;
 gerar e desenvolver experiências concretas estruturadas para conduzir, gradualmente, a
abstrações cada vez maiores;
 fazer a criança, por ela mesma, perceber os possíveis erros que comete ao realizar uma
determinada ação com o material;
 trabalhar com os sentidos da criança.
Inicialmente, o Material Dourado era conhecido como "Material das Contas Douradas" e
sua forma era a seguinte:

Embora esse material permitisse que as próprias crianças compusessem as dezenas e


centenas, a imprecisão das medidas dos quadrados e cubos se constituía num problema ao
serem realizadas atividades com números decimais e raiz quadrada, entre outras aplicações
possíveis para o material de contas. Foi por isso que Lubienska de Lenval, seguidor de
Montessori, fez uma modificação no material inicial e o construiu em madeira na forma que
encontramos atualmente.
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O nome "Material Dourado" vem do original "Material de Contas Douradas". Em analogia


às contas, o material apresenta sulcos em forma de quadrados.
● é constituído por cubinhos, barras, placas e um cubo :
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DECOMPOSIÇÃO
● O cubo é formado por 10 placas, a placa é formada por 10 barras e a barra é formada
por 10 cubinhos.

FINALIDADES
- O Material Dourado Montessori destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a
aprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as
operações fundamentais (ou seja, os algoritmos).
- O Material Dourado possibilita ter uma “imagem” concreta das relações numéricas.
- Obtém-se, além da compreensão dos algoritmos, um notável desenvolvimento do
raciocínio e um aprendizado bem mais agradável.

EXPLORANDO O MATERIAL DOURADO

O primeiro contato do aluno com o material deve ocorrer de forma lúdica para que ele
possa explorá-lo livremente. É nesse momento que a criança percebe a forma, a constituição e
os tipos de peça do material.
Ao desenvolver as atividades o professor pode pedir às crianças que elas mesmas
atribuam nomes aos diferentes tipos de peças do material e criem uma forma própria de
registrar o que vão fazendo. Seria conveniente que o professor trabalhasse durante algum
tempo com a linguagem das crianças para depois adotar os nomes convencionais: cubinho,
barra, placa e bloco.
O material dourado destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do
sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as operações
fundamentais (ou seja, os algoritmos).
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No ensino tradicional, as crianças acabam "dominando" os algoritmos a partir de treinos
cansativos, mas sem conseguirem compreender o que fazem. Com o material dourado a
situação é outra: as relações numéricas abstratas passam a ter uma imagem concreta,
facilitando a compreensão. Obtém-se, então, além da compreensão dos algoritmos, um notável
desenvolvimento do raciocínio e um aprendizado bem mais agradável.
O material, mesmo sendo destinado ao trabalho com números (na matemática) pode ser
também utilizado, para desenvolver a criatividade, motricidade e o raciocínio lógico-
matemático.

VAMOS FAZER UM TREM?

OBJETIVO: compreender que o sucessor é o que tem "1 a mais" na seqüência


numérica.

O professor combina com os alunos:


- Vamos fazer um trem. O primeiro vagão é um cubinho. O vagão seguinte terá um
cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão será formado por duas
barras.

Quando as crianças terminarem de montar o trem, recebem papeletas nas quais devem
escrever o código de cada vagão.
Esta atividade leva à formação da idéia de sucessor. Fica claro para a criança o "mais
um", na seqüência dos números. Ela contribui também para a melhor compreensão do valor
posicional dos algarismos na escrita dos números.

UM TREM ESPECIAL

OBJETIVO: compreender que o antecessor é o que tem "1 a menos" na seqüência


numérica.

O professor combina com os alunos:


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- Vamos fazer um trem especial. O primeiro vagão é formado por duas barras (desenha
as barras na lousa). O vagão seguinte tem um cubo a menos e assim por diante. O
último vagão será um cubinho.

Quando as crianças terminam de montar o trem, recebem papeletas nas quais


devem escrever o código de cada vagão.
Esta atividade trabalha a idéia de antecessor. Fica claro para a criança o "menos
um" na seqüência dos números. Ela contribui também para uma melhor compreensão
do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.

INICIANDO O DIÁLOGO

 Estimular os alunos a obterem conclusões com perguntas como estas:


 Quantos cubinhos vão formar uma barra?
 Quantos cubinhos formarão uma placa?
 Quantas barras é preciso para formar uma placa?
 Quantas placas são necessárias para formar um cubo?

REPRESENTAÇÃO
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TRANSPONDO O CONCRETO PARA UMA PRIMEIRA ABSTRAÇÃO


Utilizar papel quadriculado de 1cm X 1 cm para as representações
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O JOGO NUNCA DEZ

OBJETIVO:
- Compreender as características do sistema decimal;
- Fazer agrupamentos de 10 em 10;
- Fazer reagrupamentos;
- Fazer trocas;
- Estimular o cálculo mental;

MATERIAL:
- Dado
- Caixa de material dourado .

O JOGO EM AÇÃO
1) Estabelecer quem começa o jogo
2) Estabelecer o número de rodadas
3) Cada jogador, na sua vez de jogar, lança o dado ;
4) Retira para si a quantidade de cubinhos correspondente ao número que sair no dado.

FAZENDO TROCAS:
Toda vez que um jogador juntar 10 cubinhos, deve troca-los por uma barra. Neste instante
tem direito de jogar novamente.
Da mesma maneira, quando tiver 10 barrinhas, pode trocá-las por uma placa. Neste
instante tem direito de jogar novamente.
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TÉRMINO DO JOGO:
Após o número estabelecido de rodadas.
Cada aluno preenche a tabela segundo o número de peças que possui.

VENCEDOR: O jogador que formar o maior número

VARIAÇÕES:
1) Jogar com dois dados e o jogador pega tantos cubinhos quanto for a soma dos números
que tirar dos dados.
2) Pode-se utilizar também uma roleta indicando de 1 a 9.

REGISTRANDO O JOGO

NOMES

REFLETINDO SOBRE O JOGO


1. Quem venceu o jogo? Por quê? (se houver dúvida, fazer as "destrocas“).
2. Quem conseguiu a peça de maior valor?
3. Quem conseguiu a peça de menor valor?
4. Quantas barras Lucilia tem a mais que Gláucia?

CONSIDERAÇÕES SOBRE O JOGO


- O fato de a troca ser premiada com o direito de jogar novamente aumenta a atenção da
criança no jogo.
- O jogo estimula o cálculo mental. A criança começa a calcular mentalmente quanto falta
para juntar 10, ou seja, quanto falta para que ela consiga fazer uma nova troca.
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- Olhando a tabela à procura do vencedor, a criança compara os números e percebe o valor
posicional de cada algarismo.
- Ao tentar determinar os demais colocados (segundo, terceiro e quarto lugares) a criança
começa a ordenar os números.

DITADO: IMAGEM/AÇÃO

OBJETIVO: relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico.


AÇÃO: O professor mostra, um de cada vez, cartões com números. As crianças devem
mostrar as peças correspondentes, utilizando a menor quantidade delas.

12 40 200 303

VARIAÇÃO
O professor mostra peças, uma de cada vez, e os alunos escrevem a quantidade
correspondente.

OUTRAS ATIVIDADES...
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Pinte e escreva o número indicado no desenho, observando as unidades e dezenas.


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“NÃO INVENTEI UM MÉTODO DE EDUCAÇÃO, SIMPLESMENTE DEI A CRIANÇA


CHANCE DE VIVER”.
Maria Montessori

VÍDEO: ALFABETIZANDO COM NÚMEROS – PARTE 1

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