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Técnicas usadas para avaliação

dos inversores de frequencia

Os procedimentos aqui apresentados servem


para avaliar o funcionamento do inversor ,
investigando os vários tipos de defeitos
possíveis de acontecer e como identificarmos
e solucionarmos

Elaborado por : Gleston F. de Castro


TRUE – RMS – porque usar

Para analise dos problemas com


inversores de frequencia é necessário
usar medidores “true – rms” pois eles
conseguem medir os valores reais de
uma onda não senoidal
Cargas – computadores ,
fluorescentes , retificadores ,
Prática
inversores , no-breaks,etc

Elaborado por : Gleston F. de Castro


Esquema detalhado do inversor de frequencia
Three Phase
A.C. Output Motor Shield

PowerFlex 700S/ M1 M2 M3
TB1-7 TB1-8 TB1-9
DriveLogix
Inverter 1 to 15 HP CM Core
Structure
Common Bus /
External Brake
Power
Converter diode Connections
Section
TB1-1
TB1-10 DC+IN DC+OUT
PM PM PM BR
AC DC+ 1
1
TB1-3 External Brake
TB1-11
Three Phase AC Precharge Resistor
BR
A.C. Input 2 Relay 2

TB1-12
AC
TB1-4 TB1-2
NTC
3
DC-
DC-OUT DC-IN
Inverter IGBT Brake
Source Power IGBT
PE-A Section
Shield PE-B Section

PE Chassis PE

Unique on Frames 1, 2, 3 and Unique on all


soldered to Power Board Frames , plug in
On Frames 5 and above the
PowerFlex 700 s- SMPS is the same
Voltage Feedback & Gate Drive
SMPS
PE PE

Power Internal J1
Motor Earth J1 J2
Cooling Fan Stirring Fan
Ground Ground
TB1-5 TB1-6 Logic SMPS J5 J6 J3 J4
Common
Solder Interconnect

External
TB2 Power Layer
300V Input

Control Structure Interface J 1

I/O Shield Bus

U_Volts / DC_Bus-
V_Volts

W_Volts
ISNSGND

DC_Bus+
U_Amps
W_POS+
W_NEG+

VSNSGND

Pwr_Flt
Temp
EE_GND

V_Amps

W_Amps
AD_Gnd

AD_Gnd

Brake
+12VDC

-12VDC

V_POS+
EE_CS
AD_Gnd

AD_Gnd

Charge
+12VDC

GNDSHRT

V_NEG+
AD_Gnd
+5VDC

EE+5VDC
24VCOM

U_POS+
24VDC

+5VDC

+5VDC

EE_SK

U_NEG+
AD_Gnd

EE_IO
+5VDC

Unit Diagram - 7.5 to 15 HP


380 - 575V Structure
40 Pin Connector
PowerFlex700S/DriveLogix To Control
Author : Rick Piefer Structure

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS

Tensão –usar aparelho “true-rms” pois a tensão nos bornes do


motor não é senoidal , é PWM .Somente desta forma podemos
verificar se a tensão está proporcional a frequencia e tensão
indicada no inversor .
Se estiver baixa , pode nos indicar uma má conexão ou a tensão
CC nos capacitores internos está baixa , podendo ser um mau
funcionamento do retificador de entrada.
Se estiver alta , pode ser também a tensão CC nos capacitores
causada pela tensão de alimentação muito alta . Nos dois casos
devemos medir a tensão CC .OS valores típicos são indicados
abaixo: Alimentação Barramento CC
Prática
220 V 300 V
380 V 510 V
440 V 600 V
Elaborado por : Gleston F. de Castro
MEDIDAS

Desbalanço de tensão – Devemos medir as tensões fase – fase


nos terminais do motor .Caso o desbalanço chegue a 3 % pode
causar aquecimento excessivo em determinados pontos internos no
motor devido a correntes desbalanceadas e também a perda de
torque do motor .Pode ser usado um multimetro comum.
Possíveis causas – Um dos transístores de saída pode não estar
conduzindo totalmente ou parcialmente .Verificar na saída do
inversor e trocar transístor.Caso contrário há algum elemento na
instalação causando este desbalanço .
Abaixo o método de cálculo do desbalanço

Percentual desbalanço = (máximo desvio do valor médio / valor médio) X 100


Exemplo – valores medidos - 449 , 470 , 462
média 460
máximo desvio – 11
desbalanço – 2,39 %
Elaborado por : Gleston F. de Castro
MEDIDAS
Desbalanço de corrente – devemos medir a corrente para que
ela não passe o valor nominal do motor e que as tres fases não
tenham um desbalanço perigoso , maior que 10 % .
A vida elétrica do motor ficará reduzida nestas condições.
Caso o desbalanço de tensão esteja dentro dos limites ( 3 % ) o
excessivo desbalanço de corrente pode ser causado pelo
enrolamento do estator em curto ( ou começando este processo)

Como o ambiente onde se faz as medições são


“ruidosos” o alicate amperímetro usado , de preferencia ,
deve ser o de medição “ac” somente por ser menos
sensível a estes ruídos . Evitar os alicates “ac+dc” pois
sua impedância é menor.
Ambos devem estar blindados .

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Se a corrente está desbalanceada podemos verificar se a causa é do
inversor ou do motor .Isto é feito “girando” as conexões nos terminais
do motor .
Primeiro realize as medições de corrente das tres fases com motor
funcionando .Depois gire os cabos que vem do inversor até o motor
Conforme a figura abaixo se as fases AO , BO e CO estão conectadas
aos terminais T1 , T2 , T3 , troque as conexões para que as fases AO ,
BO , CO agora são conectadas em T2 , T3 , T1 .
Meça as correntes novamente , com motor funcionando
O tipo de inversor irá dizer se o defeito está no motor ou no inversor

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Onda refletida – è necessário usar um osciloscópio para descobrir a
total extensão deste problema .
Observe , nas figuras abaixo que a primeira medição da tensão fase –
fase nos bornes do motor com um cabo de 2 metros e a segunda
medição o mesmo motor com um cabo de 30 metros.
Note a diferença nas medidas dos valores de pico –mais ou menos 210 V
.Note também que o valor “rms” é de somente 5 V ( pequenos dígitos no
display).Isto significa que seu multimetro não capturará este problema .
Mudando a base de tempo no osciloscópio podemos ter um “zoom” da
forma de onda e medir melhor a intensidade do efeito.

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Se o cabo entre o inversor e o motor não puder ser reduzido , podemos usar
filtros que reduzem este efeito.
Abaixo as tres soluções possíveis :

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Terminador Filtro saída do Indutor em
nos bornes inversor série
motor
Conexão paralela aos Conexão em série com Conexão em série com
bornes motor a saída PWM do a saída PWM do
inversor inversor
Projetado para “casar” Projetada para reduzir Age como limitador de
com a impedância do o dv/dt abaixo do valor corrente e reduz dv/dt
cabo crítico
Não é dependente do Dependente do Dependente do
comprimento do cabo comprimento do cabo tamanho do sistema

Perdas mais ou menos Perdas dependentes da Perdas dependentes da


fixas corrente do motor corrente do motor

Tamanho / custo mais Tamanho/custo Tamanho/custo


ou menos fixas dependente da dependente da
corrente do motor corrente do motor

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Corrente nos rolamentos – existe uma tensão normal e
inevitável no eixo do motor criado a partir dos enrolamentos
do estator até o eixo , criando pequenas dissimetrias nos
campos magnéticos no entreferro do motor.Esta tensão
normalmente é menor que 1 V rms .
Numa alimentação de 60 Hz , esta tensão fica entre 0,4 a
0,7 V .Entretanto com os rápidos transientes de tensão
gerados pelo PWM do inversor eleva esta tensão para 8 – 15
Volts.
Ela cria pequenas descargas na graxa e nos rolamentos
levando a um desgaste prematuro com consequente
enrugamento da superfície .Isto provoca um aumento do
ruído e aquecimento do motor, pois os rolamentos perdem
sua forma e fragmentos de metal podem se misturar a
graxa e aumentar a fricção e maior aquecimento e ruído.
Esta medição deve ser feita com cuidado , através de um pequeno
cabo trançado , conectado no eixo e a outra ponta na carcaça
aterrada.Como esta tensão é gerada pelo pulsos PWM a tensão
aparece como picos aleatórios e deve ser usado um
osciloscópio

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Fuga à terra- corrente de alta frequencia que “foge” para a
terra através das capacitâncias parasitas da instalação (
transístor , cabo , motor )
Medimos esta
corrente de fuga
colocando o alicate
amperímetro em volta
dos tres cabos do
inversor e motor .O
sinal resultante será a
corrente de fuga

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
A geração da tensão PWM com a rápida mudança pode levar
interferencia aos circuitos eletrônicos do inversor . Um bom fabricante
deve desenhar sua placa eletrônica com a posição dos componentes e
as trilhas de forma que reduzam esta interferencia . O uso de um cabo
blindado na saída do inversor ao motor também ajuda a diminuir o
efeito.
Porem , com o uso de um osciloscópio podemos verificar se o circuito
de controle está operando correntamente.
O que devemos observar é a relação V / hz na forma de onda .
Se a leitura da frequencia é estável , mas a tensão está baixa , alta ou
instável com relação ao valor que deveria ter naquela frequencia (
Prática lembrar que a relação tensão / frequencia deve ser constante e
proporcional durante o acionamento ) , isto pode indicar algum
problema no circuito CC .
Se a leitura de tensão é estável , mas a frequencia ficou instável ,
provavelmente o circuito de controle dos IGBT´s .Este mau
funcionamento pode ser gerado por interferencia e devemos prover
algum tipo de blindagem.

Elaborado por : Gleston F. de Castro


Outra maneira de identificar o problema de
MEDIDAS acionamento é verificar os sinais que
“entram” e “saem” do inversor.
Prática Com relação as entradas digitais , geralmente
é usada a fonte de 24 Vcc interna do inversor
, passa este sinal por algum contato externo e
depois voltam para as entradas .Portanto
devemos verificar se a fonte está com seu
valor correto e depois verificar se este sinal
esta chegando na entrada correta ( medir a
tensão CC entre os bornes 02 e 04 ) .Ver
também se programamos a função correta
para a entrada usada.
Para o bom funcionamento do potenciometro
, que dá a referencia para a velocidade do
motor , também uma fonte de 10 Vcc interna
do inversor deve ser testada e depois verificar
se a tensão entre os bornes 13 e 14 está
variando .Verificar também se a entrada está
programada para a função correta.
No caso de usarmos as entradas e saídas de 4
– 20 mA , usar cabos blindados pois este tipo
de sinal é o que sofre mais interferencia
Verificar se as saídas do inversor estão
programadas para a função correta
Elaborado por : Gleston F. de Castro
MEDIDAS
Circuito de Força
Transístor de Potência – Usando um osciloscópio podemos detectar se o IGBT está se
deteriorando , pois em funcionamento normal a onda quadrada gerada pelo PWM deve ser
perfeita , enquanto , com desgaste excessivo , a onda começa a ter uma forma “arredondada”
e o tempo de subida se torna mais lento.Podemos usar o recurso de medição deste tempo
para avaliar o estado do transístor-tempo típico deve ficar entre 50 e 200 nS.
Outra tecnica usada é a alimentação do inversor , através do barramento CC com uma tensão
reduzida – 10 a 150 V cc – depende da mínima tensão necessária para o inversor não
desarmar por baixa tensão no barramento CC – e verificar se o transístor consegue manter a
forma de onda na saída.Com uma tensão baixa o efeito da forma de onda “arredondada”
aparece mais acentuada . A alimentação AC da rede deve ser desligada .
Naturalmente nos pequenos inversores ( até 10 HP ) todo o conjunto de força está montado
numa única peça e esta análise é impossível . Pelo custo nesta faixa de potência é melhor sua
substituição assim que for constatado um mau funcionamento.

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Análise do IGBT – Transístor Bipolar de Porta Isolada
Quando a tensão de saída não estivar adequada podemos investigar qual IGBT
está com defeito:
1) Para checar a condução positiva dos IGBT´s conecte a ponta comum do
osciloscópio no ponto DC+ e a outra ponta coloque em cada uma das tres
fases de saída.Procure por uma onda quadrada limpa , sem ruído na parte
de dentro dos pulsos e que todas as fases tenham a mesma
aparencia.Estaremos verificando os transístores da parte superior do
circuito
2) Para checar a parte negativa de condução dos IGBT´s conecte a ponta
comum no ponto DC- e faça as mesmas medições acima . Estaremos
verificando os transístores da parte inferior do circuito
3) Para verificar algum “vazamento” dos IGBT´s , meça a tensão entre a
terra e os terminais de saída com o motor parado , mas o inversor
energizado.Normalmente uma tensão de até 50 V é normal , acima deste
valor poderemos ter algum transístor com fuga.O melhor é medir algum
outro inversor da mesma potência que esteja bom para servir de
parâmetro

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Barramento CC

Transientes numa rede AC e regeneração de energia do motor para o inversor são as


maiores causas de desarme “anormal” de um inversor .
Quedas de tensão geralmente são causadas por eventos externos ao inversor ,
provavelmente na instalação quando manobramos cargas capacitivas ou indutivas ,
descargas atmosféricas , mudanças de tap´s do transformador , etc.
Para observarmos este fenômeno podemos usar um osciloscópio com registro de
hora e data com resolução de , pelo menos , 10 microsegundos / divisão .Numa
análise posterior podemos verificar o valor destes transientes e comparar com o
funcionamento de toda a planta .Os inversores modernos podem ajustar , com a
função “Ride – through” , o tempo em que ele mantém o motor rodando mesmo
com uma breve queda de tensão.
O uso de um No –break , ou uma fonte de alimentação CC para manter o inversor
durante o transiente pode ser uma saída , mas a especificação destes equipamentos
deve ser cuidadosa , principalmente com a rapidez da resposta e as sobretensões .
A baixa tensão no barramento CC pode também ser causado por falha nos diodos de
entrada e a retificação não se dá completamente .Veremos adiante como verificar se
eles estão funcionando bem

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Barramento CC
Quando desaceleramos um motor e a máquina que ele aciona tem
uma inércia muito grande , combinada com uma rampa de
desaceleração curta podemos causar uma sobretensão no
barramento CC , pois a energia da máquina é levada até os
capacitores , que acumulam esta energia , elevando sua tensão .Isto
leva o inversor a desligar durante a manobra de desaceleração e a
parada da máquina não se dá no tempo previsto.Em certos casos
isto é totalmente indesejável ( movimento vertical ) .
Como solução devemos usar uma resistencia de frenagem acoplada
ao barramento CC por um sétimo transístor IGBT . Caso isto já
venha sendo feito , verificar se a resistencia não apresenta sinais de
aquecimento excessivo ( descoloração , rachaduras , cheiro ou ficar
avermelhada durante a desaceleração ) .Medir o valor da resistencia
com um multimetro e verificar no manual se está dentro do
especificado.
Caso a máquina tenha mudado de comportamento ( maior inércia ) ,
a resistencia deve ser calculada novamente para a nova condição
operacional.

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Barramento CC

Quando o inversor é ligado , o capacitor do barramento CC se


carrega e normalmente sua corrente de partida é extremamente alta
.Para reduzi –la os fabricantes colocam uma resistencia que após ser
atingido 60 a 80 % da tensão nominal é isolada por um contator e o
capacitor se alimenta diretamente do retificador .Isto também reduz
o dimensionamento dos diodos .
Porem quando este contator não entra em operação , a tensão no
capacitor não chega ao seu valor nominal , reduzindo mais ainda
quando flui a corrente do motor , provocando o desarme por baixa
tensão , mesmo quando o motor não roda , ou no momento em que
o motor é ligado.Devemos então substituir a bobina do contator ou
trocar por outro.
Outra razão da baixa tensão nos capacitores se deve uma má
alimentação de entrada , onde a senoide está “achatada” e o
Alimentação Barramento CC
capacitor não consegue se carregar plenamente .Devemos medir isto
220 V 300 V
com um osciloscópio para verificar .Os valores limites de pico ,
380 V 510 V
abaixo dos quais o capacitor não se carrega são os seguintes:
440 V 600 V

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Diodo de entrada
Os diodos da ponte retificadora na entrada do inversor são fáceis de serem
analisados.Suas falhas mais comuns vem de sobretensões ou corrente elevada (
sobrecarga do motor ou falha na carga do capacitor ,pois a resistencia que limita a
corrente de partida está danificada ou curto –circuito – contator não desligou ).
Um disjuntor ou fusível comum , geralmente , não consegue proteger o diodo de entrada.
Devemos , então usar um multimetro , ajustado para medição de diodo .
1) Desconecte a alimentação AC Prática
2) Coloque a ponta positiva(Vermelha) no borne DC+
3) Coloque a outra ponta ( negativa) nos bornes de entrada das tres fases
4) Devemos ler OL no multimetro , indicando circuito aberto.Caso seja 0 Volts o diodo
está em curto .Se estivar totalmente sem conduzir também leremos 0 Volts e
devemos ir para o próximo passo
5) Coloque agora a ponta preta no borne DC+ e passe a outra ponta nas fases de
entrada
6) Devemos ler agora uma tensão entre 0,5 e 0,7 Volts .Caso seja zero o diodo está em
curto e deve ser substituido.Caso seja OL novamente o diodo não está conduzindo .

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS
Use o mesmo procedimento para os diodos conectados no DC-
1) Desconecte a alimentação AC
2) Coloque a ponta positiva(Vermelha) no borne DC-
3) Coloque a outra ponta ( negativa) nos bornes de entrada das tres fases
4) Devemos ler 0,5 – 0,7 Volts no multimetro.Caso seja 0 Volts o diodo está
em curto .Se estivar totalmente sem conduzir também leremos 0 Volts e
devemos ir para o proximo passo
5) Coloque agora a ponta preta no borne DC- e passe a outra ponta nas fases
de entrada
6) Devemos ler agora OL, indicando circuito aberto .Caso seja zero o diodo
está em curto e deve ser substituido.

Prática

Elaborado por : Gleston F. de Castro


MEDIDAS

Todos estes procedimentos nos ajudam a examinar o funcionamento e


em caso de falha sabermos exatamente o que deve ser reparado , mas ,
para mantermos a produção , é importante que possamos colocar o
acionamento rapidamente em operação e , para tal , nas máquinas
prioritárias é importante ter um inversor de reserva .
Como medida de melhorar a rapidez da análise , pode –se testar um
inversor em todos os seus parâmetros desde quando é adquirido e
colocar estes dados num registro para posterior comparação , após um
tempo de uso .Desta forma podemos ter certeza de a deterioração está
acontecendo e procedermos a troca antes da parada de produção.
Pelo menos em alguns modelos realizar o teste para se ter uma base de
dados que nos oriente se determinado parâmetro está fora dos limites.
A experiência nunca deve ser colocada em segundo plano.

Elaborado por : Gleston F. de Castro